Isto resolvia-se bem: abertura de concursos para licenças por região NUT's III, com emissores em condições para se ouvirem em toda a regão sem problema, e estava feito. Seriam menos do que os atuais. Em contraponto, permita-se completar as atuais RRS e RRN, e com emissores de mais baixa potência, R/COM e Bauer teriam mais uma rádio, a Observador e a CMR ficariam com a outra licença nacional. Fazendo o paralelismo com Espanha, talvez ainda desse para a Smooth.
Depois, abrir-se-iam as licenças possíveis no espectro, com o mínimo de 2, eventualmente, as NUT's III AMP, Ave, Cávado, Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve poderiam ir às 5 ou 6. Sendo que no mínimo teria de existir uma rádio generalista, tendencialmente de palavra, a ter a licença. Tudo o que fosse jukebox atual ficaria impedida de concorrer (estilo Rádio 5/Batida). Com a coisa bem feita, podia não ficar perfeito em termos de não existirem zonas de choque de sinais, mas dava para termos um éter mais bem servido.