Sugiro uma Portaria governamental a nacionalizar frequências locais para serem entregues à Rádio Observador, tal é o desespero de meia dúzias de iluminados que andam por aqui.
Já chateia essas rádios locais entre Lisboa e Porto quando podiam ser ocupadas pela rádio onde trabalho ou do meu amiga e amiga, que podiam estar nas mãos da Observador-
Estes iluminados não gostam da rádio.
Mete nojo este constante peditório para mais frequências para esta rádio que apenas pode crescer à custa de rádios de outros concelhos.
O pais para vocês resume-se a 84km2
Zeca, é conhecida a sua fixação, admiração, deslumbramento, fascínio por Lisboa. Que tal fazer as malas e mudar de residência? Para si Lisboa está no centro de tudo e é a culpada por tudo aquilo que tem vindo a acontecer no meio da radiodifusão, o que, obviamente, é falso. O
zecaLisboeta não questiona o sistema obsoleto que ainda vigora, uma vez que foi desenhado para a década de 80 do século passado, quando a realidade de hoje é substancialmente diferente. Estamos com um atraso de 40 anos, entenda isto! O
zecaLisboeta prefere disparar em todas as direções (às vezes de forma agressiva), em vez de apontar ao cerne da questão.
A radiodifusão nos moldes que ainda vigoram não está adaptada à realidade, nem aos hábitos de consumo de hoje. Não faz nenhum sentido que, na segunda década do séc. XXI, uma era de grande desenvolvimento das comunicações, não consiga ouvir uma estação em radiofrequência, de acordo com os meus interesses. Enquanto ouvinte, não importa o local onde é realizada a emissão, importa o produto, compreenda isto! (não ouço uma rádio por ser da região A ou B, ouço pelo produto em si. Tal como eu, é assim com a maioria.). Por esse motivo, os países europeus estão a investir na tecnologia DAB+, por um lado, para evitar a estagnação do meio (veja as 3 Antenas, etc.), por outro, para agitar/renovar o mercado. Por cá, com a crise que se avizinha, talvez o DAB+ seja, uma vez mais, adiado, portanto, resta reorganizar o FM de forma a dar um mínimo de resposta a estes constrangimentos e, ao mesmo, permitir que as regiões tenham voz no éter.
Portanto, aguarda-se por uma frequência da Observador no Ribatejo.