No que concerne à cobertura da ‘Observador’, de Lisboa até Santarém, pela A1, observa-se o seguinte: em Lisboa a frequência principal, 93.7, sintoniza-se, globalmente, com sinal máximo na malha urbana, verificam-se reforços pontuais de 98.7, por exemplo pontos localizados do Parque das Nações. De Lisboa até Vila Franca de Xira, 93.7, possibilita uma escuta confortável, com sinal de bom a excelente. A partir de Vila Franca de Xira, o sinal de 93.7 degrada-se, havendo lugar a comutação com 98.7, no entanto o sinal varia entre fraco e sofrível, nomeadamente, na zona crítica do Carregado (para sintonia dos emissores de Lisboa). Surpreendentemente, não obstante o observado com o sinal, a emissão escuta-se confortavelmente, não há ruídos desagradáveis. A partir de Aveiras de Cima, 98.7, passa a ouvir-se, por vezes, com alguns ruídos e com falhas pontuais, até às portagens do Cartaxo (já no Ribatejo). A partir do Cartaxo, o sinal de 98.7 degrada-se consideravelmente, passa a instável, deixando-se de ouvir a ‘Observador’ com o mínimo de conforto auditivo. Em Santarém, a ‘Observador’ não se ouve, não há sinal.
Se tomarmos por referência 97.7 (emissor do Ribatejo, a tal frequência que o sítio oficial da ‘SmoothFM’ omite, na página principal), o sinal começa a sintonizar-se com estabilidade a partir de Aveiras de Cima, onde os 98.7 começam a falhar, quando o sinal de 98.7 desaparece, o emissor de 97.7 coloca sinal com intensidade máxima (excelente). Portanto, é de todo pertinente a Rádio Observador encontrar forma de disponibilizar uma frequência no Ribatejo.
Do que vou ouvindo, sobretudo quando me desloco até Lisboa de automóvel, daqui a 40 min., a ‘Observador’ é um produto do meu agrado.
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As eleições brasileiras estão com destaque nos serviços públicos de TV europeus, desde as reportagens e documentários em programas especiais de informação das estações ZDF e France.TV, na emissão especial que a TVE.24H está a colocar no ar no momento em que escrevo (com uma série de repórteres no território), etc. Portanto, o Brasil tem influência no mundo ocidental, estando os diferentes países europeus atentos ao desfecho do resultado, quiçá antevendo possíveis entendimentos. O Brasil poderia ser uma potência mundial, não fosse… será que Portugal pode participar neste xadrez geopolítico e económico, atendendo à ligação entre os dois países?