Autor Tópico: Futuro da Rádio em Portugal  (Lida 93660 vezes)

radiokilledtheMTVstar

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #120 em: Julho 01, 2022, 09:06:36 am »
Pode ter, o que não pode ter é "produção partilhada" e transmissão em cadeia 24 horas por dia, só 16.

Mas isso a Nova Era nunca cumpriu, a emissão "local" nos 100,1 ia apenas das 21h às 00h e se não estou em erro só de segunda a sexta.

ruicleto

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #121 em: Julho 01, 2022, 09:57:04 am »
https://www.erc.pt/pt/noticias/a-radio-em-portugal-uma-decada-de-intervencao-regulatoria

O futuro da rádio segundo a ERC

Caro FMstereo, obrigado pela partilha. Vou ler atentamente.
Julgo que existe uma oportunidade para implementar a rádio hertziana digital (DAB+) em Portugal, propiciando uma maior cobertura nacional para todas as estações e a vertente regional - agregando vários concelhos, para além de inúmeras vantagens ambientais e tecnológicas, permitindo ficar a par dos restantes países europeus que já estão de "vento em popa". Julgo que o caminho passará, sempre, pela transição "suave" entre o DAB+ e a FM, havendo um período, mais ou menos longo, de emissão simultânea em digital e analógico para permitir a transição das tecnologias sem sobressaltos. Há necessidade de uma campanha de comunicação pública para divulgar uma transição das tecnologias.

pdnf

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #122 em: Julho 01, 2022, 10:43:22 am »
Edit: Vai ser leitura para os próximos tempos, mas já encontrei algumas coisas dignas de registo, nomeadamente a designação RECORD FM (Igreja Universal do Reino de Deus - já não há tabu em afirmar num documento da ERC que é uma correia de transmissão), o facto de só existir uma Rádio Universitária em Portugal, a do Algarve, pois as outras três já são Generalistas e de a Nova Era ter uma associação de serviços de programas, sendo que não o pode ter por lei.
Pode ter, o que não pode ter é "produção partilhada" e transmissão em cadeia 24 horas por dia, só 16.

Atenção aos conceitos: associação de serviço de programas - retransmissão 24/h dia (exemplo: M80 Porto - 90.0); parceira de serviço de programas - retransmissão 16h/dia com 8h/dia de programação própria (exemplo: M80 Valongo - 105.8 ).
No caso da Nova Era a associação não seria possível por serem emissores do mesmo distrito, mas o relatório refere explicitamente que são rádios em associação. Possivelmente algum lapso da ERC que não conhece os concelhos do país.
Entretanto, as licenças da MegaHits de Gondomar, Aveiro e Sinta poderão estar em risco, algures no relatório refere que sendo rádios licenciadas como "Segmento de Público" não podem estar em associação com projeto de temática musical, reconhecendo a ERC que o pedido de alteração visou a criação da associação contornando a lei. Se perderam a licença, é um golpe pesado para a R/Com, embora o próprio relatório não deixe completamente fechada a porta à possibilidade de regularizarem a situação, mas no caso de Aveiro e Gondomar implicará com a não existência de generalistas (é verdade, já não há) nos respectivos concelhos, não sei até que ponto será viável sem a existência de uma alteração legislativa.
« Última modificação: Julho 01, 2022, 10:44:55 am por pdnf »
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
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Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

AG

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #123 em: Julho 01, 2022, 11:06:25 am »
Edit: Vai ser leitura para os próximos tempos, mas já encontrei algumas coisas dignas de registo, nomeadamente a designação RECORD FM (Igreja Universal do Reino de Deus - já não há tabu em afirmar num documento da ERC que é uma correia de transmissão), o facto de só existir uma Rádio Universitária em Portugal, a do Algarve, pois as outras três já são Generalistas e de a Nova Era ter uma associação de serviços de programas, sendo que não o pode ter por lei.
Pode ter, o que não pode ter é "produção partilhada" e transmissão em cadeia 24 horas por dia, só 16.

Atenção aos conceitos: associação de serviço de programas - retransmissão 24/h dia (exemplo: M80 Porto - 90.0); parceira de serviço de programas - retransmissão 16h/dia com 8h/dia de programação própria (exemplo: M80 Valongo - 105.8 ).
No caso da Nova Era a associação não seria possível por serem emissores do mesmo distrito, mas o relatório refere explicitamente que são rádios em associação. Possivelmente algum lapso da ERC que não conhece os concelhos do país.
Entretanto, as licenças da MegaHits de Gondomar, Aveiro e Sinta poderão estar em risco, algures no relatório refere que sendo rádios licenciadas como "Segmento de Público" não podem estar em associação com projeto de temática musical, reconhecendo a ERC que o pedido de alteração visou a criação da associação contornando a lei. Se perderam a licença, é um golpe pesado para a R/Com, embora o próprio relatório não deixe completamente fechada a porta à possibilidade de regularizarem a situação, mas no caso de Aveiro e Gondomar implicará com a não existência de generalistas (é verdade, já não há) nos respectivos concelhos, não sei até que ponto será viável sem a existência de uma alteração legislativa.
Exacto.

Naquele relatório também é destacado que em Águeda as duas licenças são detidas pelos mesmos proprietários, violando a Lei da Rádio.

Zeca 2021

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #124 em: Julho 02, 2022, 03:11:49 pm »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.

pdnf

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #125 em: Julho 02, 2022, 08:34:21 pm »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.

Vai evoluir para redes regionais, em substituição das locais. Este relatório parece-me ser a antecâmara para o que aí vem, ao falar em dois ou mais municípios contíguos. Parece-me que a ideia é permitir que, pelo menos nas áreas metropolitanas as rádios em operação se escutem com qualidade, agora, isso vai influenciar de certeza o número de licenças.
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Atento

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #126 em: Julho 13, 2022, 05:43:15 pm »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...

Memorias da Radio

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #127 em: Julho 13, 2022, 07:51:46 pm »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...

… altamente polémico pelo menos na vertente informativa. Na musical/entretenimento sim, bem verdade

AG

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #128 em: Julho 14, 2022, 01:09:24 am »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...

… altamente polémico pelo menos na vertente informativa. Na musical/entretenimento sim, bem verdade
As emissões fora do estúdio (Porto, Aveiro e esperemos que outras cidades) são muito boas. O que o Atento disse é um facto.

Memorias da Radio

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #129 em: Julho 14, 2022, 06:56:50 am »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...

… altamente polémico pelo menos na vertente informativa. Na musical/entretenimento sim, bem verdade
As emissões fora do estúdio (Porto, Aveiro e esperemos que outras cidades) são muito boas. O que o Atento disse é um facto.

Sim, mas são ainda alguns dias por ano. No resto do tempo tens boletins de informação local muito curtos… e pontualmente uma ou outra coisa a ir para os boletins regulares. Nesse aspeto considero estar aquém face ao que uma local faria, ainda que haja muitos atores locais ouvidos, mas não se compara com bons boletins de uma boa estação local.

Bem, melhor que aquelas que dão 15 minutos de reuniões da  câmara é de certeza.

E claramente o Atento esqueceu se também que não tem a Observador que fazer pelo concelho de Aveiro, mas sim pelo de São João da Madeira. E não é uma diferença de somenos - e dentro disso, teria que dar alguma prioridade adicional ao norte de Aveiro sobre a capital de distrito uma vez que a afinidade do concelho é com a Feira, Ovar, Espinho, Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra. Estarreja, Aveiro, Ilhavo, são tudo zonas de segunda volta pelas distâncias envolvidas. Não é o que se verifica em emissão e muito frequentemente se recorre ao expediente de dar Aveiro sobre todas as outras…
« Última modificação: Julho 14, 2022, 07:01:05 am por Memorias da Radio »

Zeca 2021

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #130 em: Julho 14, 2022, 09:29:27 am »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem  com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.
« Última modificação: Julho 14, 2022, 09:31:13 am por Zeca 2021 »

Atento

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #131 em: Julho 14, 2022, 09:50:10 am »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem  com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.


Não anda a ouvir a Observador...

É crime angariar publicidade legal?

modernices

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #132 em: Julho 14, 2022, 10:24:23 am »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem  com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.

Sabes lá o que dizes zequinha.
Ontem estiveram o dia todo nos principais incêndios, incluindo esse.
E hoje de manhã, igual.
Ouve e comenta com seriedade. Não te deixes toldar pela raiva de não teres sido selecionado para a Rádio Observador.
Ressabiado

Zeca 2021

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #133 em: Julho 14, 2022, 11:35:14 am »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem  com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.

Sabes lá o que dizes zequinha.
Ontem estiveram o dia todo nos principais incêndios, incluindo esse.
E hoje de manhã, igual.
Ouve e comenta com seriedade. Não te deixes toldar pela raiva de não teres sido selecionado para a Rádio Observador.
Ressabiado
Portugal não termina em Palmela ou em Sintra.
O Observador é uma rádio local de Lisboa que retransmite no Grande Porto à custa de duas frequências de rádios locais.
Praticamente não sai de estúdio e socorre-se das tvs de informação para estar pelo país.
Fora de Lisboa e arredores, não têm existência física.
Um ou duas vezes por ano, mudam bagagens até ao Porto para lá estar 3 dias ou até Aveiro numa espécie de descentralização temporária. Depois regressam à base e lá voltam ao trivial centralismo.
Uma pena um Júlio Magalhães que em outros palcos tanto falou contra o centralismo e vive agora à custa dele.
Os tachos são precisos.

São os factos.
O resto é lirismo da sua parte.

Zeca 2021

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Re: Futuro da Rádio em Portugal
« Responder #134 em: Julho 14, 2022, 08:48:36 pm »
Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.


Devolver o quê?


Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem  com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.

Sabes lá o que dizes zequinha.
Ontem estiveram o dia todo nos principais incêndios, incluindo esse.
E hoje de manhã, igual.
Ouve e comenta com seriedade. Não te deixes toldar pela raiva de não teres sido selecionado para a Rádio Observador.
Ressabiado

O jornalista da Observador que esteve no incendio em Albergaria foi o André Maia, e que eu saiba é um jornalista lisboeta, sediado em Lisboa e apenas lá esteve porque houve a coincidência de a rádio estar em Aveiro, pois caso contrario, não tinha ninguém a norte de Alverca. Essa lenga lenga de quererem transformar uma micro rádio local do concelho em rádio nacional é de facto hilariante. Nem a RDP ao fim de 60 o é, bem pelo contrario, quanto mais uma a micro Observador.