Autor Tópico: Renascença  (Lida 1076153 vezes)

Atento

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Re: Renascença
« Responder #6600 em: Março 28, 2026, 12:51:54 pm »
Eu sei que têm e devem de descentralizar e fizeram isso, mas o certo é que a falta de pessoas mais conhecidas a parecerem ao longo da emissão, embora tenham aparecido umas pouquitas, como sejam actores, apresentadores de TV, etc, também não ajudou o evento, pois também faltou a promoção feita por eles nas suas redes sociais, como aconteceu nas outras edições

Mais um Hotel California feito pela Sónia Santos, estes foi dedicado a mulheres e até conseguiu surpreender um pouco.

Mas a Joana Marques, por si só,  não a força motriz da coisa?

tuscano332

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Re: Renascença
« Responder #6601 em: Março 28, 2026, 08:12:11 pm »
Eu sei que têm e devem de descentralizar e fizeram isso, mas o certo é que a falta de pessoas mais conhecidas a parecerem ao longo da emissão, embora tenham aparecido umas pouquitas, como sejam actores, apresentadores de TV, etc, também não ajudou o evento, pois também faltou a promoção feita por eles nas suas redes sociais, como aconteceu nas outras edições

Mais um Hotel California feito pela Sónia Santos, estes foi dedicado a mulheres e até conseguiu surpreender um pouco.

Mas a Joana Marques, por si só,  não a força motriz da coisa?
Sabe bem, que 3 dias seguidos 12h seguidas não chega, precisava de mais. Alguns famosos  Vip's, como lhes queriam chamar, mesmo que não gostemos, ajudam a puxar por este tipo de emissões. Eles trazem ouvintes das redes sociais e não só, que aparecem para os ouvir, depois alguns gostam, ficam na escuta, e  até parte acaba contribuindo.
« Última modificação: Março 28, 2026, 08:20:03 pm por tuscano332 »

radiokilledtheMTVstar

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Re: Renascença
« Responder #6602 em: Março 29, 2026, 02:01:48 am »
Abrem o noticiário das 2h com o jogo de Portugal... e são os únicos a não o transmitirem.
Isto nem inventado.

Memorias da Radio

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Re: Renascença
« Responder #6603 em: Março 29, 2026, 05:39:58 am »
Abrem o noticiário das 2h com o jogo de Portugal... e são os únicos a não o transmitirem.
Isto nem inventado.

Então, umas vezes transmitem futebol, outras não... não dizem que o slogan deles é Sempre Nunca Igual?

Boxx

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Re: Renascença
« Responder #6604 em: Março 29, 2026, 10:33:26 am »
Abrem o noticiário das 2h com o jogo de Portugal... e são os únicos a não o transmitirem.
Isto nem inventado.

Então, umas vezes transmitem futebol, outras não... não dizem que o slogan deles é Sempre Nunca Igual?

No futebol é mais Sempre Nunca Se Sabe

SamM

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Re: Renascença
« Responder #6605 em: Março 30, 2026, 10:08:31 am »
Abrem o noticiário das 2h com o jogo de Portugal... e são os únicos a não o transmitirem.
Isto nem inventado.

Então, umas vezes transmitem futebol, outras não... não dizem que o slogan deles é Sempre Nunca Igual?

No futebol é mais Sempre Nunca Se Sabe

Atualmente a Renascença, no que respeita a emissões desportivas não tem qualidade nem consistência.

- Piores locutores (tirando o Pedro Azevedo e o Aresta, quando passo lá só oiço "miudos fraquinhos");
- Som de narração e ambiente horrível;
- Pouca informação a partir do Estúdio em comparação com as rivais;
- Inconsistência na programação, com enfoque nas emissões à semana;

Arrisco-me a dizer que atualmente, dos ouvintes que gostam de ouvir desporto ná rádio, NENHUM troca a TSF ou a Antena1 pela RR. Se a ideia deles mostra que o desporto é secundário na estratégia da Estação, conforme temos visto, mais vale é asusmirem isso de vez e terminar com as transmissões desportivas, pois assim não agradam a nínguem. Nem aos amantes da "boa música", nem aos amantes das boas transmissões desportivas.
« Última modificação: Março 30, 2026, 10:13:07 am por SamM »

radiokilledtheMTVstar

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Re: Renascença
« Responder #6606 em: Março 30, 2026, 10:24:07 am »
Só acrescentava o VAR Bola Branca que é útil a desfazer dúvidas de arbitragem durante os jogos, de resto concordo.
Acho que a aposta zero é ainda mais evidente quando o desporto que deu tanto à casa é deixado de fora dos outdoors do novo logo enquanto as "Tias Bli" da vida estão em todos...
« Última modificação: Março 30, 2026, 10:25:40 am por radiokilledtheMTVstar »

tuscano332

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Re: Renascença
« Responder #6607 em: Março 30, 2026, 10:40:44 am »
A RR tem de decidir se quer desporto ou não, como está é ridículo, além de haver melhor na concorrência e enviar relatos para a Net também não serve para nada. Tem também de decidir se é a grande rival da M80 ou não, porque como está, alguns assumem que sim, mas não é, para isso tem de fazer algumas alterações. Neste momento é uma coisa que parece, mas não é.
« Última modificação: Março 30, 2026, 10:42:16 am por tuscano332 »

Memorias da Radio

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Re: Renascença
« Responder #6608 em: Março 30, 2026, 04:28:14 pm »
Só acrescentava o VAR Bola Branca que é útil a desfazer dúvidas de arbitragem durante os jogos, de resto concordo.
Acho que a aposta zero é ainda mais evidente quando o desporto que deu tanto à casa é deixado de fora dos outdoors do novo logo enquanto as "Tias Bli" da vida estão em todos...

O VAR Bola Branca é na verdade uma re-re-recriação com roupa atrás de roupa de algo que já acontecia nas transmissões há mais de 25 anos. É das últimas coisas boas que resta naquela casa vinda da antiga Renascença em programação.

A Renascença acha que é só com humoristas que vai ganhar a vida. As pessoas (que dirigem a R) têm de se acalmar, imediatamente!

E para mais um preguinho na identificação da marca com os ouvintes, temos agora Inês Nogueira no Curto Circuito, que quase podemos dizer que substitui a Maria Seixas Correia (os acontecimentos estão desencontrados por 3 meses). A sorte deles é terem separado isso ou muito teria eu a dizer sobre o quão mais interessante é a Maria Seixas Correia, de francamente longe. É água e vinho. Mas bom, o formato também não é aquela maravilha, verdade se diga que não dá para grande coisa, portanto...

Noutra assimetria que ninguém entende: do pouquíssimo que ouvi desde a nova marca, a Inês Nogueira tem um entrosamento mínimo com o Daniel Leitão mas tudo à base de se controlarem para ver se não descamba (muito) e transportou com ela a forma de discutir Mega Hits(R) com o colega de painel. Por outro lado, onde convinha que ela fosse mais interventiva, que é na rubrica do Daniel Leitão, é vê-la apática e quase sem qualquer interação a não ser para concordar com o colega, quase como se houvesse um acordo de silêncio.

Havendo uma Marktest que não leve rádios ao colo, a Renascença vai descer no próximo Bareme.

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #6609 em: Março 30, 2026, 06:15:11 pm »
Ja vi que o Memórias aderiu à tese das " ajudinhas " da Marktest à R.

Os concorrentes tinham que estar muito desatentos.

Por outro lado,  essas " ajudinhas " davam muito mais jeito a RFM, que com mais 3 ou 4 pontos era lider e todos sabemos a importância de ser lider, sobretudo para negociar contratos.
Posso lhe dizer que a RFM quando perdeu a lideranca, causou um rombo nas contas da empresa.

E ser lider tem um importância muito maior que uma rádio ter 3 ou 7.

De resto, mesmo só  ter ouvido uma vez, a Inês  Nogueira não tem andamento para aquilo e a quimica dos dois é forcadissima.

« Última modificação: Março 30, 2026, 06:16:53 pm por Julio Carvalho »

radiokilledtheMTVstar

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Re: Renascença
« Responder #6610 em: Março 30, 2026, 06:52:37 pm »
Os bilhetes do Isto é Gozar com Quem Trabalha de ontem a partir de Leiria angariaram em favor dos Bombeiros da cidade apenas menos 4 mil euros que o Três por Todos em vários dias...

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tuscano332

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Re: Renascença
« Responder #6611 em: Março 31, 2026, 10:35:52 am »
Ja vi que o Memórias aderiu à tese das " ajudinhas " da Marktest à R.

Os concorrentes tinham que estar muito desatentos.

Por outro lado,  essas " ajudinhas " davam muito mais jeito a RFM, que com mais 3 ou 4 pontos era lider e todos sabemos a importância de ser lider, sobretudo para negociar contratos.
Posso lhe dizer que a RFM quando perdeu a lideranca, causou um rombo nas contas da empresa.

E ser lider tem um importância muito maior que uma rádio ter 3 ou 7.

De resto, mesmo só  ter ouvido uma vez, a Inês  Nogueira não tem andamento para aquilo e a quimica dos dois é forcadissima.
Em relação à Inês Nogueira, não é que ela não tenha propriamente andamento, para a rubrica do Daniel Leitão, dá-me é a sensação de que tem é medo que a interacção com ele descambe, ou diga parvoíces, por isso prefere falar pouco e quase só dizer-lhe que sim.

Tranquilo

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Re: Renascença
« Responder #6612 em: Abril 01, 2026, 07:57:03 am »
Até eu que sou um "ateísta agnóstico" não suporto ouvir as três "mongas" da manhã, imagino um padre...

Esse Amilcar Matos é alguém? Um jornalista de terceira categoria. Ele que olhe para dentro da vergonha que é a sua casa, do péssimo jornalismo que se faz na TV. Que tenha vergonha

Memorias da Radio

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Re: Renascença
« Responder #6613 em: Abril 01, 2026, 04:28:42 pm »
Ja vi que o Memórias aderiu à tese das " ajudinhas " da Marktest à R.

Os concorrentes tinham que estar muito desatentos.

Por outro lado,  essas " ajudinhas " davam muito mais jeito a RFM, que com mais 3 ou 4 pontos era lider e todos sabemos a importância de ser lider, sobretudo para negociar contratos.
Posso lhe dizer que a RFM quando perdeu a lideranca, causou um rombo nas contas da empresa.

E ser lider tem um importância muito maior que uma rádio ter 3 ou 7.

De resto, mesmo só  ter ouvido uma vez, a Inês  Nogueira não tem andamento para aquilo e a quimica dos dois é forcadissima.

A diferença entre o que o Atento avançou da dita tese e o que eu avanço dessa ideia é só uma: eu vi na prática, ao vivo e em direto. A verdade do online e das pessoas fisicamente presentes não mente, lamento imenso. Aquilo teve uma afluência fraquíssima, fraca mesmo. Se tivesse tido o inverso diria aqui, sem problemas, não tenho complexos e elogio quando há que elogiar. Mas não teve.

Os concorrentes não têm que estar ou deixar de estar desatentos porque não têm acesso aos números por região da Marktest que isso se paga à parte. Na Marktest, a informação geral do Bareme custa X e a informação por regiões custa mais um X por cada região de sondagens que é quase tanto, por região, como o Bareme resumido como unidade - quase ninguém paga isso com regularidade, seria um desperdício. Tem que se ter bolsos mesmo muito fundos para uma dessas.

A RFM nunca iria liderar à custa da Renascença porque o que conta e muito no mercado é a lógica de grupo. Há anunciantes partilhados entre todas as estações de rádio (RFM, RR, Mega Hits) que são contratados em lógica de grupo, para cobrir todos os públicos, que com uma RR reduzida a 3% de audiência e uma Mega Hits com 1,9% de audiência tornariam totalmente desinteressante anunciar na Renascença e na Mega Hits como grupo, ou teriam que baixar imenso o valor dos anúncios (e por arrasto dos pagamentos de voz) para a Renascença e para a Mega Hits, provocando a falência técnica da estrutura atual muito sobretudo na Renascença.

Por sua vez, é de recordar que a publicidade em rádio tem um limite de sete minutos por hora (em média).

Além disso quem disser que a M80 tinha o mesmo tipo de anunciantes e pressão publicitária quando marcava 3,5% de audiência e agora com ~9% mente com quantos dentes tem na boca. A M80 nessa época teria por volta de metade dos anunciantes que tem hoje. Com sorte.

A Renascença não desce por velinhas. A Renascença não desce porque:
- se está a tentar aguentar uma lógica de grupo por vias artificiais que de outra maneira era já completamente insustentável;
- porque a BMAP lideraria destacada, o que seria prejudicial para o mercado, podia causar problemas junto da ANACOM por causa da lei da concorrência e prejudicar elementos de futuras revisões da Lei da Rádio;
- porque anunciantes e rádios concordam em a segurar para ter ainda onde anunciar face à inexistência de espaço na Comercial, M80 e na RFM, e assim é uma conveniência garantida por todos os players do meio e tolerada por todos;
- porque apesar de tudo, é um operador histórico.

A Renascença não tem 7% irreais porque esteja a fazer um bom trabalho. A Renascença tem 7% irreais porque convém a toda a gente que assim o seja.

No dia em que uma terceira rádio da BMAP, ou a TSF, se posicionem de forma tão generalista como Comercial e M80, garanto que a Renascença vem por aí abaixo que nem um incêndio na Serra da Freita. Não é uma questão de se, é uma questão de tempo.

A Renascença não quer escutas audiométricas como na GfK nem a rádio online ou o DAB+ porque sabe que vai tecnicamente falir na rádio-mãe com isso. A RFM safa-se e a Mega Hits tem uma estrutura leve o suficiente para ser viável com alguns ajustamentos ou com uma mudança de projeto. Mas a Renascença? Esqueça. Vai e vai nas horas. É a primeira.

É por isso que está tudo tão retraído e a evitar o tema.

Os bilhetes do Isto é Gozar com Quem Trabalha de ontem a partir de Leiria angariaram em favor dos Bombeiros da cidade apenas menos 4 mil euros que o Três por Todos em vários dias...

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Outra boa expressão da ineficiência da Renascença. Embora aqui seja muito mais injusto, é o programa líder na televisão portuguesa (exceto quando há futebol). Só não digo que é a expressão da ineficiência do meio rádio português porque seria forçado dizer isso com iniciativas como as da Comercial e da Antena 3, por exemplo. E se uns fazem bom trabalho, não posso estar a meter os outros no mesmo saco, não é... seria injusto.
« Última modificação: Abril 01, 2026, 04:36:26 pm por Memorias da Radio »

tuscano332

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Re: Renascença
« Responder #6614 em: Abril 01, 2026, 06:13:24 pm »
Ja vi que o Memórias aderiu à tese das " ajudinhas " da Marktest à R.

Os concorrentes tinham que estar muito desatentos.

Por outro lado,  essas " ajudinhas " davam muito mais jeito a RFM, que com mais 3 ou 4 pontos era lider e todos sabemos a importância de ser lider, sobretudo para negociar contratos.
Posso lhe dizer que a RFM quando perdeu a lideranca, causou um rombo nas contas da empresa.

E ser lider tem um importância muito maior que uma rádio ter 3 ou 7.

De resto, mesmo só  ter ouvido uma vez, a Inês  Nogueira não tem andamento para aquilo e a quimica dos dois é forcadissima.

A diferença entre o que o Atento avançou da dita tese e o que eu avanço dessa ideia é só uma: eu vi na prática, ao vivo e em direto. A verdade do online e das pessoas fisicamente presentes não mente, lamento imenso. Aquilo teve uma afluência fraquíssima, fraca mesmo. Se tivesse tido o inverso diria aqui, sem problemas, não tenho complexos e elogio quando há que elogiar. Mas não teve.

Os concorrentes não têm que estar ou deixar de estar desatentos porque não têm acesso aos números por região da Marktest que isso se paga à parte. Na Marktest, a informação geral do Bareme custa X e a informação por regiões custa mais um X por cada região de sondagens que é quase tanto, por região, como o Bareme resumido como unidade - quase ninguém paga isso com regularidade, seria um desperdício. Tem que se ter bolsos mesmo muito fundos para uma dessas.

A RFM nunca iria liderar à custa da Renascença porque o que conta e muito no mercado é a lógica de grupo. Há anunciantes partilhados entre todas as estações de rádio (RFM, RR, Mega Hits) que são contratados em lógica de grupo, para cobrir todos os públicos, que com uma RR reduzida a 3% de audiência e uma Mega Hits com 1,9% de audiência tornariam totalmente desinteressante anunciar na Renascença e na Mega Hits como grupo, ou teriam que baixar imenso o valor dos anúncios (e por arrasto dos pagamentos de voz) para a Renascença e para a Mega Hits, provocando a falência técnica da estrutura atual muito sobretudo na Renascença.

Por sua vez, é de recordar que a publicidade em rádio tem um limite de sete minutos por hora (em média).

Além disso quem disser que a M80 tinha o mesmo tipo de anunciantes e pressão publicitária quando marcava 3,5% de audiência e agora com ~9% mente com quantos dentes tem na boca. A M80 nessa época teria por volta de metade dos anunciantes que tem hoje. Com sorte.

A Renascença não desce por velinhas. A Renascença não desce porque:
- se está a tentar aguentar uma lógica de grupo por vias artificiais que de outra maneira era já completamente insustentável;
- porque a BMAP lideraria destacada, o que seria prejudicial para o mercado, podia causar problemas junto da ANACOM por causa da lei da concorrência e prejudicar elementos de futuras revisões da Lei da Rádio;
- porque anunciantes e rádios concordam em a segurar para ter ainda onde anunciar face à inexistência de espaço na Comercial, M80 e na RFM, e assim é uma conveniência garantida por todos os players do meio e tolerada por todos;
- porque apesar de tudo, é um operador histórico.

A Renascença não tem 7% irreais porque esteja a fazer um bom trabalho. A Renascença tem 7% irreais porque convém a toda a gente que assim o seja.

No dia em que uma terceira rádio da BMAP, ou a TSF, se posicionem de forma tão generalista como Comercial e M80, garanto que a Renascença vem por aí abaixo que nem um incêndio na Serra da Freita. Não é uma questão de se, é uma questão de tempo.

A Renascença não quer escutas audiométricas como na GfK nem a rádio online ou o DAB+ porque sabe que vai tecnicamente falir na rádio-mãe com isso. A RFM safa-se e a Mega Hits tem uma estrutura leve o suficiente para ser viável com alguns ajustamentos ou com uma mudança de projeto. Mas a Renascença? Esqueça. Vai e vai nas horas. É a primeira.

É por isso que está tudo tão retraído e a evitar o tema.

Os bilhetes do Isto é Gozar com Quem Trabalha de ontem a partir de Leiria angariaram em favor dos Bombeiros da cidade apenas menos 4 mil euros que o Três por Todos em vários dias...

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Outra boa expressão da ineficiência da Renascença. Embora aqui seja muito mais injusto, é o programa líder na televisão portuguesa (exceto quando há futebol). Só não digo que é a expressão da ineficiência do meio rádio português porque seria forçado dizer isso com iniciativas como as da Comercial e da Antena 3, por exemplo. E se uns fazem bom trabalho, não posso estar a meter os outros no mesmo saco, não é... seria injusto.
Concordo, a RR a continuar neste caminho desparece e se surgisse outra rádio bem feita, ainda mais depressa desparecia. Eu vejo pessoal a ouvir no carro o Extremamente Desagradável, a Tia Bli às Quintas e algumas vezes, dependendo do convidado, a Quarta da Manhã, não é o programa em si, é algumas das rubricas de que ele é composto, depois não ouvem o resto do dito. No que sobra, também apanho algumas pessoas aos Sábados de Manhã no Hotel California, especialmente mais idosas. O resto simplesmente não ouvem,  nem sequer nas tardes, a rubrica Seja o Que Deus Quiser do Daniel Leitão, é uma rádio que actualmente, fora o que disse, diz muito pouco à maioria das pessoas.