Autor Tópico: Renascença  (Lida 1077883 vezes)

Atento

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 8052
Re: Renascença
« Responder #5460 em: Fevereiro 17, 2025, 08:45:40 pm »
Tem só aos fins de semana em menos de 2 horas uma rúbrica de música ao vivo, seguida de uma sobre a comunidade LGBT+ e outra sobre touradas... Se isto não é uma salada russa maior que a TSF, não sei o que é.

Por isso a R5 está como está...

tuscano332

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1993
Re: Renascença
« Responder #5461 em: Fevereiro 17, 2025, 08:56:09 pm »
Caro Danl, ja vi que legitimamente não  gosta das rábulas  da Joana, mas sao as 3 da manhã que dão sustentação as audiências da RR.
Noutros tempos era o Sala e a Olga.

Ja agora nao gosta de nenhum programa  da RR, que pensa da contratação do Coimbra e do Fragoso?
Faço estas perguntas porque a RR outros  pontos que tragam audiência.
A RR tem 90 anos, mas tem que lutar como as outras radios privadas pelas audiências  e nao viver dos louros conquistados.
A vida das empresas nao é  facil.
E nao vejo vejo ninguem elogiar os ordenados acima da média  do sector que a RR tem.
Repito, esta longe de ser a minha rádio de sonho,  mas se o povo, que é quem dá audiências, quer este tipo de conteúdos e musica, nada a fazer.
Repito, rádio é  um negócio,  que tem que dar lucro.

Julio, não sou propriamente fã daquele tipo de humor. Da mesma forma que deixei de ser ouvinte da RR devido a este conteúdo, mas sobretudo por outros motivos (corte na informação e no desporto) conheço várias pessoas que o passaram a ser por causa do programa em questão. Concordo consigo que rádio é negócio e que tem que dar lucro. A minha critica incide na "extrema dependência" da RR numa única rubrica, correndo o sério risco de poder ter uma queda brutal no dia em que elas eventualmente possam rumar a outras paragens.

Mais: na minha modesta opinião, "As Três da Manhã" encaixar-se-iam melhor no perfil da RFM.
Entre as 7h e as 10h, pudesse ter eu algum voto na matéria na programação da RR, colocaria o José Coimbra e Teresa Oliveira, com um "novo despertar", com mais palavra em antena, informação e desporto, reportagens em direto na rua. Depois das 10h, viria o Paulino Coelho (certamente lembra-se dele no Geração de 90). Em seguida, às 13h, um podcast (de segunda a sexta-feira) e o Paulo Fragoso depois das 14h durante toda a tarde. Acrescento que gostaria de ouvir sínteses de noticias a cada meia hora. Em resumo: a palavra e a  música em doses repartidas equitativamente.
Sim tem ai algumas boas ideias, mas de manhã não mexia nos painéis actuais, 3 da Manhã continuava, podiam era aqui ter mais reportagem de rua, seguido de José Coimbra + Teresa Oliveira, onde colocaria o que está a propor para o Paulino.

O problema é que tendo em conta o perfil actual do ouvinte médio português, com tanto espaço de informação, como está a propor e que eu também gostaria, aposto que a audiência ia descer, infelizmente a maioria, que não sou bem eu, como se vai vendo não quer isso, basta ver que as audiências por exemplo que a TSF ou a Antena1, que vão fazendo isso da parte da tarde, com mais informação, não sobe muito mais do que o que já possuem.  Temos de ter em conta que estamos num grupo privado, que pretende mesmo aumentar as audiências, não é perde-las.


?
A maioria do português não quer uma rádio tipo TSF,  que é o que estão a propor, é só olhar para as audiências, aliás a mesma aumentou um um pouquinho nas ditas, quando começou a ter mais música no ar, ainda que tal esteja a acontecer, nas horas em teoria mais mortas. É o que é,  alguns têm tentado contrariar isso, mas até agora o resultado não tem sido o desejado.

Não é nenhum modelo TSF.

Em nenhum país europeu há um modelo TSF: notícias,  sinal horário,  tempo, temperaturas, publicidade,  musiquinha, rubricas a martelo...

Desafio quem quiser a apresentar algo deste tipo na Europa.
Troque a TSF pela Antena1, é verdade que melhorou bastante e as audiências dela têm sido melhores, mas não creio que consiga aumentar muito mais, quem me dera estar enganado, mas não creio.

Atento

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 8052
Re: Renascença
« Responder #5462 em: Fevereiro 17, 2025, 09:00:57 pm »
Caro Danl, ja vi que legitimamente não  gosta das rábulas  da Joana, mas sao as 3 da manhã que dão sustentação as audiências da RR.
Noutros tempos era o Sala e a Olga.

Ja agora nao gosta de nenhum programa  da RR, que pensa da contratação do Coimbra e do Fragoso?
Faço estas perguntas porque a RR outros  pontos que tragam audiência.
A RR tem 90 anos, mas tem que lutar como as outras radios privadas pelas audiências  e nao viver dos louros conquistados.
A vida das empresas nao é  facil.
E nao vejo vejo ninguem elogiar os ordenados acima da média  do sector que a RR tem.
Repito, esta longe de ser a minha rádio de sonho,  mas se o povo, que é quem dá audiências, quer este tipo de conteúdos e musica, nada a fazer.
Repito, rádio é  um negócio,  que tem que dar lucro.

Julio, não sou propriamente fã daquele tipo de humor. Da mesma forma que deixei de ser ouvinte da RR devido a este conteúdo, mas sobretudo por outros motivos (corte na informação e no desporto) conheço várias pessoas que o passaram a ser por causa do programa em questão. Concordo consigo que rádio é negócio e que tem que dar lucro. A minha critica incide na "extrema dependência" da RR numa única rubrica, correndo o sério risco de poder ter uma queda brutal no dia em que elas eventualmente possam rumar a outras paragens.

Mais: na minha modesta opinião, "As Três da Manhã" encaixar-se-iam melhor no perfil da RFM.
Entre as 7h e as 10h, pudesse ter eu algum voto na matéria na programação da RR, colocaria o José Coimbra e Teresa Oliveira, com um "novo despertar", com mais palavra em antena, informação e desporto, reportagens em direto na rua. Depois das 10h, viria o Paulino Coelho (certamente lembra-se dele no Geração de 90). Em seguida, às 13h, um podcast (de segunda a sexta-feira) e o Paulo Fragoso depois das 14h durante toda a tarde. Acrescento que gostaria de ouvir sínteses de noticias a cada meia hora. Em resumo: a palavra e a  música em doses repartidas equitativamente.
Sim tem ai algumas boas ideias, mas de manhã não mexia nos painéis actuais, 3 da Manhã continuava, podiam era aqui ter mais reportagem de rua, seguido de José Coimbra + Teresa Oliveira, onde colocaria o que está a propor para o Paulino.

O problema é que tendo em conta o perfil actual do ouvinte médio português, com tanto espaço de informação, como está a propor e que eu também gostaria, aposto que a audiência ia descer, infelizmente a maioria, que não sou bem eu, como se vai vendo não quer isso, basta ver que as audiências por exemplo que a TSF ou a Antena1, que vão fazendo isso da parte da tarde, com mais informação, não sobe muito mais do que o que já possuem.  Temos de ter em conta que estamos num grupo privado, que pretende mesmo aumentar as audiências, não é perde-las.


?
A maioria do português não quer uma rádio tipo TSF,  que é o que estão a propor, é só olhar para as audiências, aliás a mesma aumentou um um pouquinho nas ditas, quando começou a ter mais música no ar, ainda que tal esteja a acontecer, nas horas em teoria mais mortas. É o que é,  alguns têm tentado contrariar isso, mas até agora o resultado não tem sido o desejado.

Não é nenhum modelo TSF.

Em nenhum país europeu há um modelo TSF: notícias,  sinal horário,  tempo, temperaturas, publicidade,  musiquinha, rubricas a martelo...

Desafio quem quiser a apresentar algo deste tipo na Europa.
Troque a TSF pela Antena1, é verdade que melhorou bastante e as audiências dela têm sido melhores, mas não creio que consiga aumentar muito mais, quem me dera estar enganado, mas não creio.

A Antena1 melhorou, mais ainda tem de percorrer um longo caminho...

Sendo vítima de estupidez crónica e de outras tretinhas, é um processo longo e definitivamente inacabado...

nelsonsoares

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 826
Re: Renascença
« Responder #5463 em: Fevereiro 18, 2025, 10:36:29 am »
“Danl” de acordo com os seus escritos, parto do princípio que pertencemos à mesma geração.

As linhas mestras que estruturavam a RR e a RFM desapareceram há muito, não há vestígios das mesmas. Portanto, para o público em geral essas rádios foram extintas, mantendo-se a designação que não tem qualquer significado.

A R/COM é a principal responsável pelo estado a que a rádio chegou em Portugal, a partir do momento em que esvaziou as emissões de substância e conteúdos inovadores e, vá, de uma marca sonora indelével que fidelizava o auditório. A R/COM foi levada de colo até ao pódium e, a partir de certo momento, não conseguiu responder, nem reinventar-se. Pergunta-se, levada ao pódium, como?

Na primeira metade dos anos 80, o “FM Estéreo da Rádio Comercial”, na esfera pública, dominava o FM, em várias vertentes da programação alternativa à OM, incluindo uma forte aposta na divulgação dos novos músicos e bandas portuguesas. Nessa altura, os jovens e adolescentes pediam aos Pais para adquirirem recetores FM, uma vez que a audição desta estação fazia parte das dinâmicas de grupo, das conversas e dos interesses dos jovens/adolescentes. Com mestria, a programação foi gizada de forma a interessar às camadas mais novas, assim como aos Pais e pessoas de meia idade, seguindo a inspiração do que se fazia na Europa. Esta visão resultou plenamente porque a estação foi muito bem acolhida pelo púbico em geral.

Na segunda metade da década de 80, o “FM Estéreo da Rádio Comercial” cedeu o lugar à RFM, sim, foi uma oferta generosa. As emissões entraram propositadamente em declínio  para ceder terreno ao “outro canal da Renascença”. Diga-se que, no início, de 1987 até 1990, mais ou menos, o produto RFM era muito bom, dizia-se uma das melhores rádios da Europa no seu estilo, no entanto tinha um senão, o lançamento dos músicos e bandas portuguesas ficava aquém do que fazia o “FM Estéreo da Rádio Comercial”. Portanto, com o “FM Estéreo da Rádio Comercial” desbravaram-se novos caminhos na forma de fazer rádio, criou-se um conceito de produto diferenciado com adesão de público para depois oferecer tudo “de mão beijada” ao grupo Renascença, sem nenhuma concorrência. Isto, só em Portugal.

A R/COM não está à altura do legado, nem da sua história e não soube aproveitar as cedências que lhe foram feitas, o fez nos últimos anos foi afundar a rádio portuguesa.

Basta olhar para as tabelas de audiências para concluir que os portuguesas não ligam para a rádio, não querem saber daquilo, e há responsáveis pelo estado a que se chegou. O “Atento” tem razão, isto não acontece por essa Europa fora, é mesmo um desastre português.
Epah, que excelente análise, sim Senhor 👏👏👏

Danl

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 541
Re: Renascença
« Responder #5464 em: Fevereiro 18, 2025, 11:15:10 am »
“Danl” de acordo com os seus escritos, parto do princípio que pertencemos à mesma geração.

As linhas mestras que estruturavam a RR e a RFM desapareceram há muito, não há vestígios das mesmas. Portanto, para o público em geral essas rádios foram extintas, mantendo-se a designação que não tem qualquer significado.

A R/COM é a principal responsável pelo estado a que a rádio chegou em Portugal, a partir do momento em que esvaziou as emissões de substância e conteúdos inovadores e, vá, de uma marca sonora indelével que fidelizava o auditório. A R/COM foi levada de colo até ao pódium e, a partir de certo momento, não conseguiu responder, nem reinventar-se. Pergunta-se, levada ao pódium, como?

Na primeira metade dos anos 80, o “FM Estéreo da Rádio Comercial”, na esfera pública, dominava o FM, em várias vertentes da programação alternativa à OM, incluindo uma forte aposta na divulgação dos novos músicos e bandas portuguesas. Nessa altura, os jovens e adolescentes pediam aos Pais para adquirirem recetores FM, uma vez que a audição desta estação fazia parte das dinâmicas de grupo, das conversas e dos interesses dos jovens/adolescentes. Com mestria, a programação foi gizada de forma a interessar às camadas mais novas, assim como aos Pais e pessoas de meia idade, seguindo a inspiração do que se fazia na Europa. Esta visão resultou plenamente porque a estação foi muito bem acolhida pelo púbico em geral.

Na segunda metade da década de 80, o “FM Estéreo da Rádio Comercial” cedeu o lugar à RFM, sim, foi uma oferta generosa. As emissões entraram propositadamente em declínio  para ceder terreno ao “outro canal da Renascença”. Diga-se que, no início, de 1987 até 1990, mais ou menos, o produto RFM era muito bom, dizia-se uma das melhores rádios da Europa no seu estilo, no entanto tinha um senão, o lançamento dos músicos e bandas portuguesas ficava aquém do que fazia o “FM Estéreo da Rádio Comercial”. Portanto, com o “FM Estéreo da Rádio Comercial” desbravaram-se novos caminhos na forma de fazer rádio, criou-se um conceito de produto diferenciado com adesão de público para depois oferecer tudo “de mão beijada” ao grupo Renascença, sem nenhuma concorrência. Isto, só em Portugal.

A R/COM não está à altura do legado, nem da sua história e não soube aproveitar as cedências que lhe foram feitas, o fez nos últimos anos foi afundar a rádio portuguesa.

Basta olhar para as tabelas de audiências para concluir que os portuguesas não ligam para a rádio, não querem saber daquilo, e há responsáveis pelo estado a que se chegou. O “Atento” tem razão, isto não acontece por essa Europa fora, é mesmo um desastre português.

Deixe-me também aplaudir o seu comentário. Perfeito!

Portugal é peculiar em várias matérias a nível europeu no que toca ao audiovisual. Começando por uma ausência atroz do DAB / DAB+ e terminando numa paupérrima TDT.

Julio Carvalho

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 4859
Re: Renascença
« Responder #5465 em: Fevereiro 18, 2025, 01:17:57 pm »
Mais uma excelente  reportagem RR.
Tomas Anjinho Chagas, repórter da estação. Esteve durante cerca de um ano  infiltrado nessas aplicações de  entregas de  refeições.
Muitas descoberta, como aluger de identidades e outras ilegalidades..


A ouvir..

nelsonsoares

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 826
Re: Renascença
« Responder #5466 em: Fevereiro 18, 2025, 01:45:14 pm »
Mais uma excelente  reportagem RR.
Tomas Anjinho Chagas, repórter da estação. Esteve durante cerca de um ano  infiltrado nessas aplicações de  entregas de  refeições.
Muitas descoberta, como aluger de identidades e outras ilegalidades..


A ouvir..
A RR tem relevância nisto.
Não é na música a metro, que 90% das rádios em Portugal passam.
Uma rádio generalista bem feita, traria muito mais audiência à RR, que o formato atual.
Só não vê quem não quer ver

tuscano332

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1993
Re: Renascença
« Responder #5467 em: Fevereiro 18, 2025, 02:10:56 pm »
“Danl” de acordo com os seus escritos, parto do princípio que pertencemos à mesma geração.

As linhas mestras que estruturavam a RR e a RFM desapareceram há muito, não há vestígios das mesmas. Portanto, para o público em geral essas rádios foram extintas, mantendo-se a designação que não tem qualquer significado.

A R/COM é a principal responsável pelo estado a que a rádio chegou em Portugal, a partir do momento em que esvaziou as emissões de substância e conteúdos inovadores e, vá, de uma marca sonora indelével que fidelizava o auditório. A R/COM foi levada de colo até ao pódium e, a partir de certo momento, não conseguiu responder, nem reinventar-se. Pergunta-se, levada ao pódium, como?

Na primeira metade dos anos 80, o “FM Estéreo da Rádio Comercial”, na esfera pública, dominava o FM, em várias vertentes da programação alternativa à OM, incluindo uma forte aposta na divulgação dos novos músicos e bandas portuguesas. Nessa altura, os jovens e adolescentes pediam aos Pais para adquirirem recetores FM, uma vez que a audição desta estação fazia parte das dinâmicas de grupo, das conversas e dos interesses dos jovens/adolescentes. Com mestria, a programação foi gizada de forma a interessar às camadas mais novas, assim como aos Pais e pessoas de meia idade, seguindo a inspiração do que se fazia na Europa. Esta visão resultou plenamente porque a estação foi muito bem acolhida pelo púbico em geral.

Na segunda metade da década de 80, o “FM Estéreo da Rádio Comercial” cedeu o lugar à RFM, sim, foi uma oferta generosa. As emissões entraram propositadamente em declínio  para ceder terreno ao “outro canal da Renascença”. Diga-se que, no início, de 1987 até 1990, mais ou menos, o produto RFM era muito bom, dizia-se uma das melhores rádios da Europa no seu estilo, no entanto tinha um senão, o lançamento dos músicos e bandas portuguesas ficava aquém do que fazia o “FM Estéreo da Rádio Comercial”. Portanto, com o “FM Estéreo da Rádio Comercial” desbravaram-se novos caminhos na forma de fazer rádio, criou-se um conceito de produto diferenciado com adesão de público para depois oferecer tudo “de mão beijada” ao grupo Renascença, sem nenhuma concorrência. Isto, só em Portugal.

A R/COM não está à altura do legado, nem da sua história e não soube aproveitar as cedências que lhe foram feitas, o fez nos últimos anos foi afundar a rádio portuguesa.

Basta olhar para as tabelas de audiências para concluir que os portuguesas não ligam para a rádio, não querem saber daquilo, e há responsáveis pelo estado a que se chegou. O “Atento” tem razão, isto não acontece por essa Europa fora, é mesmo um desastre português.

Deixe-me também aplaudir o seu comentário. Perfeito!

Portugal é peculiar em várias matérias a nível europeu no que toca ao audiovisual. Começando por uma ausência atroz do DAB / DAB+ e terminando numa paupérrima TDT.
Off Topic:
A paupérrima TDT, leva a que por exemplo em Espanha, tenham mais de 30 canais na TDT e por isso exista uma bem razoável expansão do streaming tipo Netflix. Em Portugal isso não acontece tanto, porque as pessoas tem de pagar o cabo, sendo que lá a maioria é só net e telefone, gastam menos, sobra para isso. Por esta razão é que em Espanha existe apenas um canal Star e em Portugal ainda 4, porque aqui ainda rendem, têm boas audiências e dão lucro.

tuscano332

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1993
Re: Renascença
« Responder #5468 em: Fevereiro 18, 2025, 02:17:59 pm »
A experimentar o horário da Inês Nogueira, de facto ela não é má tem bastante jeito, não sei é se o tipo de voz dela mais grossa, irá com o ouvinte RR. Além disso, o tipo de coisas que ela vai publicando no seu Instagram, por vezes não me fazem associa-la à RR, mas antes, mais à RFM.
 

Atento

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 8052
Re: Renascença
« Responder #5469 em: Fevereiro 18, 2025, 02:21:17 pm »
A experimentar o horário da Inês Nogueira, de facto ela não é má tem bastante jeito, não sei é se o tipo de voz dela mais grossa, irá com o ouvinte RR. Além disso, o tipo de coisas que ela vai publicando no seu Instagram, por vezes não me fazem associa-la à RR, mas antes, mais à RFM.

Ouvi hj ao estar em viagem entre as 13:00 e as 14:00.

Tudo uma grande treta a copiar a RFM, COMERCIAL E M80.

ZERO.

tuscano332

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1993
Re: Renascença
« Responder #5470 em: Fevereiro 18, 2025, 02:34:09 pm »
A experimentar o horário da Inês Nogueira, de facto ela não é má tem bastante jeito, não sei é se o tipo de voz dela mais grossa, irá com o ouvinte RR. Além disso, o tipo de coisas que ela vai publicando no seu Instagram, por vezes não me fazem associa-la à RR, mas antes, mais à RFM.

Ouvi hj ao estar em viagem entre as 13:00 e as 14:00.

Tudo uma grande treta a copiar a RFM, COMERCIAL E M80.

ZERO.
É este o estilo de rádio que de momento a RR quer, e dentro da coisa, ela na minha opinião, como já disse, cumpre bem o que lhe é pedido.

Julio Carvalho

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 4859
Re: Renascença
« Responder #5471 em: Fevereiro 18, 2025, 02:49:31 pm »
Para uns e zero, para outros sera até abaixo de zero e para outros sera 100.
Isto na vida, cada um gosta de coisas difrentes, ha é  que respeitar os gostos de cada um.
E felizmente  temos rádios suficientes para agradar a gegos e troianos...

Danl

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 541
Re: Renascença
« Responder #5472 em: Fevereiro 18, 2025, 06:19:08 pm »
Mais uma excelente  reportagem RR.
Tomas Anjinho Chagas, repórter da estação. Esteve durante cerca de um ano  infiltrado nessas aplicações de  entregas de  refeições.
Muitas descoberta, como aluger de identidades e outras ilegalidades..


A ouvir..
A RR tem relevância nisto.
Não é na música a metro, que 90% das rádios em Portugal passam.
Uma rádio generalista bem feita, traria muito mais audiência à RR, que o formato atual.
Só não vê quem não quer ver

Subscrevo.
Tem e sempre teve, de igual modo no desporto. A título de exemplo, 'Bola Branca' e 'Frente Desportiva' eram os programas desportivos mais ouvidos no Grande Porto em tempos idos. Não foi por acaso que surgiu na Festival o 'Quadrante Norte', com o saudoso Gomes Amaro e Paulo César Oliveira. E que grandes duelos assistimos entre ambas as emissoras, ouvintes portuenses.

Por conseguinte, não entendo esta aposta fervorosa no humor e na música.

Atento

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 8052
Re: Renascença
« Responder #5473 em: Fevereiro 18, 2025, 10:42:33 pm »
Em vez de andar pela CNNP, a Aura Vaticana já devia estar em Roma...

Vai ser interessante ver o alinhamento da Igreja Católica...

Trump e Putin vão ser os dois cardeais decisivos...

O Bigode do Sala

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1443
Re: Renascença
« Responder #5474 em: Fevereiro 18, 2025, 11:01:35 pm »
Em vez de andar pela CNNP, a Aura Vaticana já devia estar em Roma...

Vai ser interessante ver o alinhamento da Igreja Católica...

Trump e Putin vão ser os dois cardeais decisivos...

O Visão Global de há 2 semanas entrevistou um jornalista do 7 Margens sobre as forças de bloqueio a Francisco Bergoglio e os jogos de bastidores sobre uma facção mais reaccionária no seio da Santa Sé.
Gostaria de ouvir algo sobre isto na Emissora Católica Portuguesa.
«O que acontece no Mundo é que toda a gente que nasce, nasce de alguma maneira poeta! Inventor de algo que não havia no Mundo antes de eles nascerem!
E inteiramente individual: cada um poeta que é!»

Agostinho da Silva