Autor Tópico: Renascença  (Lida 1106843 vezes)

joao_s

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Re: Renascença
« Responder #375 em: Janeiro 09, 2018, 12:06:20 am »
E sobre a Ana, acho que foi um achado a sua contratação. A A1 não a aproveitou e está muito bem na RR.

Sobre o tu, realmente quando conversa com os ouvintes é  telefone é esse o termo que ela usa, e concordo que inusitadamente. Tem que ser chamada a atenção...

Mas adoro ouvi-la, tudo nela, me cativa, menos esse pormenor...
Bem, “R4”, julgo que é prematuro fazer balanços sobre o programa vespertino. Hoje ouvi o diálogo entre a locutora e o músico David Fonseca, ex-vocalista e ex-guitarrista do grupo Silence 4, que achei muito interessante. Inclusive fiquei convencido que o convidado tem talento inato para fazer programas de rádio, ao estilo da BBC Radio 2, porque sabe do que fala pela sua própria experiência. As escolhas musicais não foram dele. Seria muito interessante que as rádios portuguesas convidassem músicos para dinamizarem séries de programas, durante 1 ou 2 meses, com periodicidade semanal, possibilitando, dessa forma, o contacto direto com o público de quem, de facto, sabe de música, independentemente do género: Rock, POP, Jazz, Soul, Country, R&B, Folk, etc. Até para fazer o contraponto à espiral mainstream supérflua com que nos “brindam” todos os dias.

radiokilledtheMTVstar

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Re: Renascença
« Responder #376 em: Janeiro 09, 2018, 12:31:56 am »
E sobre a Ana, acho que foi um achado a sua contratação. A A1 não a aproveitou e está muito bem na RR.

Sobre o tu, realmente quando conversa com os ouvintes é  telefone é esse o termo que ela usa, e concordo que inusitadamente. Tem que ser chamada a atenção...

Mas adoro ouvi-la, tudo nela, me cativa, menos esse pormenor...
Bem, “R4”, julgo que é prematuro fazer balanços sobre o programa vespertino. Hoje ouvi o diálogo entre a locutora e o músico David Fonseca, ex-vocalista e ex-guitarrista do grupo Silence 4, que achei muito interessante. Inclusive fiquei convencido que o convidado tem talento inato para fazer programas de rádio, ao estilo da BBC Radio 2, porque sabe do que fala pela sua própria experiência. As escolhas musicais não foram dele. Seria muito interessante que as rádios portuguesas convidassem músicos para dinamizarem séries de programas, durante 1 ou 2 meses, com periodicidade semanal, possibilitando, dessa forma, o contacto direto com o público de quem, de facto, sabe de música, independentemente do género: Rock, POP, Jazz, Soul, Country, R&B, Folk, etc. Até para fazer o contraponto à espiral mainstream supérflua com que nos “brindam” todos os dias.[/b]

A Antena3 já faz isso, o problema é que nem sempre são nomes conhecidos para agarrarem público.

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #377 em: Janeiro 09, 2018, 12:13:46 pm »
Caro João

Também acho prematuro fazer já o balanço do programa vespertino.
Até porque este tem várias partes, a primeira hora, mais personalizada, na Ana, com convidados e temas escolhidos por ela. Para já, para mim, a melhor parte.
Segunda hora, é um misto, informação e temas gerais, onde intervém ela e o jornalista J. P. Frazao (bom entendimento, entre eles), esta  parte está a melhorar...
Terceira parte não existe(Informação, trânsito, desporto e terço).
Quarta, mais de informação, onde ela intervém pouco, desempenhando mais funções de coordenação.

Para já, os sinais são positivos, Ana adaptou se bem a um género de rádio diferente do que fazia e foi uma boa contratação, uma mais valia para a RR. Mas o balanço será para mais tarde...

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #378 em: Janeiro 22, 2018, 03:02:21 pm »
Só gosto de fazer balanços depois de escutar com alguma profundidade os diversos espaços de um canal de rádio.

No que concerne à RR, só posso dizer que está pior, muito pior.

Ora começando pelas manhãs, nada de novo, mas o espaço 5/7, que era em directo e era interessante, o jovem Renato Duarte, dava grande dinamismo à emissão, numa boa interacção com a jornalista das madrugadas, Marisa Gonçalves e depois às 6.30, os editores informativos, Miguel Coelho e Carlos Dias(no desporto), mais a Carla, faziam a antevisao do programa da manhã, numa conversa muito animada com o Renato. Tudo isso, foi-se.

Paulino passou para o horário da manhã, ainda pensei que fosse para fazer um magazine, dedicando a músicas novas, conversas com músicos ou mesmo, música ao vivo. Nada... Música, com algumas rubricas interessantes, como é o caso do espaço de defesa do consumidor, da jornalista Fátima Casanova e o Visto de Fora, conduzido pelo Jornalista Ricardo Conceição, com dois correspondentes internacionais, uma espanhola e um francês, espaço excelente (Sexta às 10).

O Jornal do meio Dia, perdeu se, acabaram com o espaço de informação religiosa, muito bem feito pela jornalista Ângela Roque, com reportagens e entrevistas interessantes, na Terça o espaço de reportagem, transformou se em reportagens curtas e sem interesse, o gabinete de reportagens ( com vários prémios no currículo), apenas faz reportagens para o site, com pequenos enxertos nos noticiários, resta a grande entrevista em conjunto com o jornal Público e as sextas, com o excelente S. Bento à Sexta, dedicado à política nacional, muito bem moderado pelo pivot Sérgio Costa.

No painel das 13, está a grande locutora Sónia Santos. Tiraram lhe o excelente Insonias, para lhe darem um espaço sem qualquer interesse, praticamente só com músicas...

Do painel da Ana, já abundantemente falei nele, saliente se que o espaço das 19 está melhor organizado.

Depois no horário da meia noite, lá anda penosamente o Carlos Bastos, com entrevistas sem grande interesse...

Ou seja, perante isto, já nem se pode considerar que a RR está a concorrer com a A1 ou TSF..

É claramente uma programação nos mínimos, quando o que se prometia era outra coisa bem diferente...

joao_s

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Re: Renascença
« Responder #379 em: Fevereiro 08, 2018, 09:41:21 pm »
Bem, “R4”, hoje a RR promoveu a iniciativa do “Dia Aberto”, na qual convidou o público em geral a conhecer as instalações, assim como o universo humano e tecnológico que possibilita a realização diária das emissões escutadas pelos ouvintes. Apenas ouvi a emissão “aos bocados” entre as 7h00 e as 7h30, num rádio relógio Sony ICF-CS20BT (bons desempenhos de sintonia e som para um aparelho desta gama), há muito sintonizado na RR na função de despertador. Devo corrigir uma apreciação anterior. Atendendo ao público-alvo (um auditório vasto e heterogéneo), a radialista Carla Rocha dinamiza um bom programa de rádio, preparado previamente por toda uma equipa. De facto, veste a camisola. Assim, esta opinião tende a aproximar-se do seu ponto de vista. Continuo a achar a banda sonora desadequada, baixa a fasquia da qualidade pretendida. Apesar de tudo, em matéria musical mainstream, a M80 está melhor do que a RR e ambas disputam pelo mesmo auditório. A radialista referiu que em conversa com um entendido do meio rádio, este comparava a as emissões de radiodifusão com… uma torradeira. Em total desacordo com este ponto de vista redutor.

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #380 em: Fevereiro 09, 2018, 12:25:12 am »
Bom, estive presente neste Open Day, mas amanhã conto a experiência e algumas conversas que tive, pois de momento já estou de pijama e pantufas, pronto para abraçar os braços de Morfeu...






Até amanhã...
« Última modificação: Fevereiro 09, 2018, 12:28:49 am por R4 »

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #381 em: Fevereiro 09, 2018, 11:56:16 am »
Como disse, ontem fui ao Open Day da Católica.

Muita gente idosa, para visitar a rádio Sim, que estavam sempre a chegar às catadupas, chega até a ser comovente a maneira como eles "sentem" a sua rádio e maneira efusiva como comprimentam os animadores, principalmente o decano( mais de 70 anos) da rádio,Aurélio Carlos Moreira,  mas com um humor e uma energia contagiante.

Para visitar a RR e RFM é mais problemático, as pessoas vão chegando a conta gotas e para se constituírem grupos é difícil e obriga a uma espera nada agradável, mas deu para eu apreciar o panorama...

Feito o grupo, de cerca de 18 pessoas, muito heterogéneo, novos e velhos, homens e mulheres, começamos então a viagem. A melhor parte foi a redação. Curioso estarem Desporto, informação e aminacao todos no mesmo espaço físico. Nesse mesmo espaço há um míni  estúdio da SIC.

O jornalista Celso Paiva Sol,  foi o cicerone e explicou tudo ao pormenor, num discurso escorreito.

Depois nos estúdios, o contacto com a Ana Galvão e o Frazão, foi interessante, muito efusiva a Ana, muito reservado e tímido o jornalista. A visita aos estúdios das outras rádios foi a correr, sem grandes saliências.

Tudo muito amplo e espaçoso, tal como o auditório.

Agora, sobre o que o João diz sobre as manhãs. Melhoraram, o programa está menos pesado e menos frenético, menos convidados e mais e melhor interação entre a equipa. Apenas não suporto aquelas rubricas infantis...

Mas está melhor organizado.
« Última modificação: Fevereiro 10, 2018, 12:57:03 pm por R4 »

joao_s

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Re: Renascença
« Responder #382 em: Fevereiro 11, 2018, 12:22:39 pm »
Relativamente às conversas, destacaria algum aspeto que tenha interesse para um fórum deste tipo ou as mesmas decorreram com os outros visitantes? Já agora, que apreciação fez das instalações e apetrechamento tecnológico (certamente um avanço significativo face à(s) Rua(s) Capelo|Ivens, um edifício de espaços exíguos para as 4 rádios do grupo).

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #383 em: Fevereiro 11, 2018, 02:44:36 pm »
Caro João

Como escrevi, na redação o jornalista Celso Paiva ( responsável pelas áreas da  defesa,e segurança e administração interna) fez uma correcta descrição de tudo o que estávamos a visitar. Vê se que é alguém comunicativo e muito senhor do seu papel e no final, perguntou se havia questões que alguém quisesse levantar. Ninguém disse nada e então, fiz eu duas perguntas.

Na primeira, disse lhe que estava um pouco confuso de tantas fases que a Renascença vive, noneadamente a última, que passa nas publicidades das televisões.

Ora o que ele respondeu, é que a Renascença quer afirmar se como uma rádio informativa, mas diferente das outras, com uma informação mais leve e que passa por simplificar e desconstruir as notícias. Preferem dar menos informação, mas mais bem explicada e entendida.

Depois disse lhe, que o grande problema estava na música que passavam, com alguma concordância de alguns visitantes. Respondeu me que a RR está mais do que nunca atenta ao mercado, que são os seus ouvintes e os anunciantes e que nesta altura a rádio não tem condições de ser uma rádio de nichos,  mas que musicalmente também está  também, em permanente estudo e avaliação.

Quando à segunda questão que me coloca, caro João, a área tecnológica não me diz muito, mas penso que está num plano muito avançado e as instalações nada têm a ver com a exiguidade do edifício do Chiado, que também conheci.

O edifício e quinta, são grandiosos, chamam lhe a cidade da rádio... Mas agora também está lá a sede do conselho Episcopal...
« Última modificação: Fevereiro 11, 2018, 06:42:32 pm por R4 »

joao_s

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Re: Renascença
« Responder #384 em: Fevereiro 11, 2018, 10:00:19 pm »
A componente da informação seguramente que é principal eixo estruturante nas emissões da RR, suponho que esse aspeto é consensual. Tirando um ou outro momento de interação e entretenimento, a restante emissão de continuidade é absolutamente linear e plana, ouve-se o mesmo, independentemente das horas do dia ou da noite, a banda sonora é rigorosamente igual e fastidiosa.
Concordou com a resposta que lhe deram? A RR apresenta-se como generalista, mas pouco.
Essa resposta é do mais evasivo que pode haver, atira-se com as desculpas para anunciantes, ouvintes, em modo abstrato. Se considerarmos a rádio mais ouvida na Europa, com mais de 15,3 milhões de ouvintes, esse argumento cai por terra. O que se ouve no início do dia difere do que se ouve durante o dia, por conseguinte ao final da tarde e durante a noite. Em dias da semana, a grelha está estruturada em 4 momentos distintos, com 4 filosofias diferentes de produto, digamos assim. Ao fim de semana, toda essa configuração é alterada para se adaptar a 2 dias em que o público terá outra disponibilidade para escutar a rádio. Esta é uma rádio feita para cidadãos, a visão da RR é de uma rádio feita para consumidores, a cumprir com os mínimos. Há um risco da estratégia consumista: saturação, até porque a M80 faz melhor ao nível do mainstream musical.

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #385 em: Fevereiro 12, 2018, 12:05:00 pm »
Caro João.

Não concordei, mas aquilo era uma visita, com um tempo determinado, não era um debate sobre a RR.

De resto, concordo com o que escreve, mesmo não vendo a M80 e a sua Playlist, como referência para a RR. Nesse aspecto, prefiro a da Antena 1, que, grosso modo, acho a mais ajustada para esta RR...

joao_s

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Re: Renascença
« Responder #386 em: Fevereiro 12, 2018, 07:15:52 pm »
(...)
De resto, concordo com o que escreve, mesmo não vendo a M80 e a sua Playlist, como referência para a RR. Nesse aspecto, prefiro a da Antena 1, que, grosso modo, acho a mais ajustada para esta RR...
Caro “R4”,

talvez não me tenha feito entender. Não pretendia referir que a playlist da M80 seja o modelo a adotar pela RR, aliás essa é uma das causas pela qual a RR tem afundado nas audiências e a M80 tem vindo a subir e a bater sucessivos recordes de audiência. A playlist da RR tem sido uma cópia musical da M80, e inferior a esta. Por esse caminho não vão a lado nenhum. Continuam a oferecer de bandeja ouvintes à M80, que tem crescido, também, com ouvintes provenientes da RR. Se adotarem o modelo musical da Antena 1, para mim indefinido e bastante limitado, não se safam, continuam entre os 4 e os 5% de AAV, e não conquistam os ouvintes de volta e novos. Ou seja, não restam outras alternativas à RR que não seja criar o seu próprio referencial, original, nada de cópias, isso se pretenderem crescer no médio/ longo prazo.

Termino com a esta observação: falando com os jovens de hoje constato que a maioria não ouve rádio, dos que ouvem rádio, uma grande parte ouve a rádio que os Pais ouvem. A conquista do auditório jovem também se consegue por intermédio dos Pais, e esse público tenderá a fidelizar-se à estação pelos anos fora, caso esta mantenha características apelativas. Esse é um dos motivos do sucesso da BBC Radio 2, eles sabem o que fazem e como fazem para renovar geração após geração.

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #387 em: Fevereiro 13, 2018, 11:30:13 am »
Vamos lá ver...

Antes desta era mais de palavra, a RR tinha uma boa Playlist, com muita música nacional, música não muito passada nas concorrentes, como Sara Tavares, Mimicat, Zambugo, os Migueis, Araújo, Gameiro e o Ângelo, Luís Represas, para além das novas fadistas, Cuca Roseta, Marisa, Caminho ou Ana Moura e  várias músicas brasileiras, como Marisa Monte, Caetano, Djavan, Tribalistas,  etc... Isso até inspirou a A1 que começou a seguir esse caminho,( numa altura em que passava muita música Portuguesa  de cariz pretensamente popular, mas de qualidade muito duvidosa). Caminho esse que ainda está a percorrer. Já a RR mudou( como a renovação) esse percurso. Na minha opinião, tremendo erro. Para mim, estava na altura certa de voltar a ele...
« Última modificação: Fevereiro 13, 2018, 11:32:29 am por R4 »

Atento

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Re: Renascença
« Responder #388 em: Fevereiro 13, 2018, 01:32:10 pm »
Vamos lá ver...

Antes desta era mais de palavra, a RR tinha uma boa Playlist, com muita música nacional, música não muito passada nas concorrentes, como Sara Tavares, Mimicat, Zambugo, os Migueis, Araújo, Gameiro e o Ângelo, Luís Represas, para além das novas fadistas, Cuca Roseta, Marisa, Caminho ou Ana Moura e  várias músicas brasileiras, como Marisa Monte, Caetano, Djavan, Tribalistas,  etc... Isso até inspirou a A1 que começou a seguir esse caminho,( numa altura em que passava muita música Portuguesa  de cariz pretensamente popular, mas de qualidade muito duvidosa). Caminho esse que ainda está a percorrer. Já a RR mudou( como a renovação) esse percurso. Na minha opinião, tremendo erro. Para mim, estava na altura certa de voltar a ele...

A antena1 há muito que passava esses artistas. Na verdade, a maioria tinha o carimbo "Disco antena1".


A RR de mansinho volta ao modelo musical existente antes de avançar a reestruturação, que paulatinamente vai caindo.
O modelo tendencialmente de palavra é mais caro, exige fortes investimentos em recursos humanos. No fundo exige o melhor dos melhores, para atrair ouvintes. A RR regressa lentamente ao caminho mais fácil, que é preencher maioritariamente a emissão com música, com algumas pinceladas de palavra...
« Última modificação: Fevereiro 13, 2018, 01:34:07 pm por Atento »

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #389 em: Fevereiro 13, 2018, 02:36:23 pm »
Caro Atento, isso foi mais recentemente(2,3 anos), antes a A1 transmitia uma Playlist pretensamente tradicional
/popular, mas de uma qualidade, quer musical, quer de textos, de qualidade muito duvidosa, depois um corte brusco nessa matriz, optando por um modelo, que a RR já estava a utilizar.

Concordo que o modelo de palavra da RR,  está a lentamente a mudar para música a metro, mas o que há, está a melhorar. Amanhã, por exemplo, vai estrear um novo programa cultural / literário, apelidado de " na biblioteca de..."  A primeira biblioteca a ser mostrada é de Eduardo Lourenço. Depois das 23, às quartas...

Programa, que promete...