A Renascença focada nas transmissões religiosas e a deixar as partes mais “lúdicas” para as “irmãs mais novas. Agora à tarde foi a única rádio a transmitir na íntegra e sem “comentários ao lado” as cerimónias de vésperas. Por exemplo, enquanto o papa falava, apanhei na Antena 1 uma reportagem a contar a aventura de uma rapariga que subiu a uma árvore para ver o chefe da igreja passar.
A Renascença escolheu a sobriedade, o essencial para os católicos (não é o meu caso) e não o espetáculo fácil. Para este último, as tv’s e nalguns casos as rádios não falham.
Destaco ainda o papel que os jornalistas estão a ter nestes especiais da RR. Isto significa que, apesar dos cortes e de já ter sido uma referência, na redação da Renascença ainda há ótimos profissionais e, por outro lado, os locutores de continuidade são cada vez menos comunicadores, infelizmente.