Caro Memórias da Rádio,
Obrigado pela resposta detalhada, sendo que chegou ao ponto que eu queria que chegassem: a necessidade de mais investimentos ou investidores no Grupo Renascença Multimédia. Em primeiro lugar, entendo que o Patriarcado de Lisboa e a Conferência Episcopal Portuguesa deveriam, na medida do possível, tb financiar a Renascença. Em segundo lugar, outras poderosas instituições da Igreja Católica em Portugal, como a União das Misericórdias Portuguesas, a Universidade Católica Portuguesa ou o Santuário de Fátima, deveriam tb investir no Grupo. Em terceiro lugar, o capital da Renascença deveria ser aberto a outras instituições, empresas ou grupos económicos não católicos, mas respeitadores do ideário do Grupo e não detentores, individualmente e em conjunto, da maioria do capital da Renascença. Aliás, o Patriarcado e a Conferência Episcopal deveriam permanecer, em conjunto, como detentores da maioria do capital. Estou convicto de que assim teríamos uma RR mais católica (não como uma Rádio Maria ou uma Rádio Maria "soft", mas como uma COPE, que é o que defendo) e mais generalista (com mais e melhor informação e entretenimento não musical, e menos música mas mais diversificada; aliás, devo dizer que não me chocaria uma Renascença como rádio informativa, choca me mais esta RR atual, quando o Grupo já tem não uma mas duas rádios musicais).
Dito isto, regozijo me com o facto de sonhar ainda não ser uma atividade tributada.
Caro Atento,
Tomara eu alguns conteúdos da TSF e da Rádio Observador na Renascença.
Cumprimentos a ambos.