Alterações em antena:
- MUITO mais anúncios do Continente em antena, desde os de promoção a folhetos aos genéricos (muito bem!!!)
- Anúncios não dos festivais do Eng Montez mas dos concertos da Everything Is New, o que não ocorria antes.
- Playlist alterada, mais comercial agora em cerca de 3 temas por hora. Já ouvi Fugees com Killing Me Softly, I Need a Dollar do Aloe Blacc e Dialectos da Ternura (!) dos Da Weasel. Mas os outros temas mantém-se. A rádio perdeu algum do jazz e em detrimento disso tem mais soul e R&B. Não ouvi nem um tema de rap ou hip hop em antena.
É mesmo por aqui que eu falava, começar a testar caminhos e trabalhar para resolver as coisas! Este é bastante sólido e parece-me bastante sustentável. Mas admito estar surpreendido porque sempre pensei que o Montez entrasse nisto… não deve ter estado para isso ou ter tido € para tal, dado que dos festivais dele alguns foram fiascos e outros tiveram problemas, os da Everything Is New tendo corrido que nem mel.
Pela negativa, serviços mínimos do César Nobrega a esta hora. Duas ou três intervenções por hora, ao topo de cada hora desde as 21h, e mais nada. É pouco.
Meu caro: tudo o que descreve é absolutamente normal: a Nova sempre teve publicidade do continente, sempre promoveu festivais da everything is new ( creio que o Alvaro Covoes ainda tem uma participação no capital), escolhas musicais como Fugees ou Aloe Blac, há muito fazem parte do line up da estação. Por último, neste horário a intervenção do locutor é residual e as emissões são gravadas. Qual é a mudança afinal??
Caríssimo: sou ouvinte muito regular da Rádio Nova, está no meu top3 de estações mais ouvidas. Nos últimos meses publicidade do Continente era escassa a nula. Não se pode chamar “publicidade ao Continente” a darem um spot isolado numa única hora e depois passarem as outras 22 ou 23h sem nada. Aqui não: é mais metódico, parece hora a hora, embora me dê a sensação que apenas no corpo do dia. Uma das diferenças.
Que tenha promovido elementos da EIN é uma coisa mas eu no último ano spots neste nível de intensidade? Nunca. Foram talvez 3 as vezes que apanhei em centenas (centenas!!!) de horas de escuta, das 7 da manhã até às 2 da madrugada, e sempre coisas extemporâneas que não voltavam.
As escolhas musicais podem fazer parte do lineup porque a Nova tem um lineup enorme e ainda assim não ter qualquer rotação, que era o que estava a acontecer a temas como esses. Agora já rodam. No limite isto até pode vir do tempo da Nova aproximada à RFM (como foi sucessivamente reconhecido).
Quanto a ser residual a intervenção do locutor neste horário, nem tanto, nem tanto… O César Nobrega é que seja em gravados de fim de semana seja destes horários é sempre serviços mínimos e consistentemente dos locutores que menos grava takes. Opções, mas realidade. É o que é.
Aliás, eu já sei sempre como ele começa o primeiro take de cada hora. É sempre:
“É sexta-feira. Segunda hora de emissão. Estou ainda consigo até à meia-noite. Continue desse lado.”
Zero referências a música sempre ou virtualmente sempre. É sempre dia da semana + hora de emissão + hora até onde está no expediente + fecho com cumprimento. Sempre sempre sempre.
O segundo da hora até pode ter ou não mas se um tiver, o seguinte não tem.
Por contraste: Sónia Borges, Alexandra Gonçalves, Paulo Arbiol citam muito mais a música que está a tocar e variam os textos. Mas é uma diferença daqui até à China, mesmo. Ouçam por vocês e comprovem.
De novo: são centenas de horas na estrada e centenas de horas a ouvir a Nova por ser a que está mais próxima do meu gosto musical e ter boa locução e boa vibe. Sei do que falo.