Tem sido a minha escolha no trabalho nos últimos dias já que até as minhas colegas já não podem ouvir a overdose de Bárbara Tinoco e Lewis Capaldi na Comercial...
Claramente, noto uma playlist mais mainstream nas Manhãs onde a Susana Martinho tem muito futuro e já está como peixe na água. Depois é mais ou menos equilibrado.
Se foram duas ou três as vezes em que ouvi a mesma música no mesmo dia já é muito, com tudo o que de bom e de mau isso traz para uma rádio que, concordo, precisa de muito marketing.
Eu não suporto a playlist da Comercial por longos periodos. A da Nova, mesmo assim, estive a ouvir mais de 1h20 seguidas sem sequer me cansar. Só tenho estes apontamentos mas se calhar em vez de colocar a rádio num 9/10 coloca num 8/10, se calhar é a diferença entre o bom e o muito bom... ou eu se calhar estar mais exigente com o tempo e querer ver as coisas a melhorar continuamente. Quem sabe.
A playlist da Rádio Nova, o número de músicas melhor dizendo, é seguramente a mais extensa de todo o Norte do país. Nem a XL do Acácio Marinho com as 3 mil músicas bate a Rádio Nova. Arrisco-me a dizer que virtualmente nenhuma outra estação tem a amplitude musical que a Nova proporciona, nem no Norte nem a nível nacional - a generalidade das rádios anda entre as 100 e as 300 músicas na sua base de dados, é fácil de perceber em antena. A Antena 1 talvez tenha 1000/1500 e a Antena 3 outro tanto.
Tem sido a minha escolha no trabalho nos últimos dias já que até as minhas colegas já não podem ouvir a overdose de Bárbara Tinoco e Lewis Capaldi na Comercial...
Claramente, noto uma playlist mais mainstream nas Manhãs onde a Susana Martinho tem muito futuro e já está como peixe na água. Depois é mais ou menos equilibrado.
Se foram duas ou três as vezes em que ouvi a mesma música no mesmo dia já é muito, com tudo o que de bom e de mau isso traz para uma rádio que, concordo, precisa de muito marketing.
Para além do Marketing, diria que pensar em ter um emissor para Lisboa não seria mal pensado. Não concordo que seja exatamente uma "cópia" da Marginal. Se o fizesse, e talvez reforçando um pouco a informação, em parceria com o Público, não seria mal pensado.
No cenário atual só se um dos dois sócios desistir de alguma rádio das que têm na oferta de Lisboa: ou o Covões fundia Radar e Oxigénio, e mandava os 102.6 para a Rádio Nova, ou o Montez migrava uma das estações de Setúbal para a Arrábida (Rádio Azul na mesma exata frequência?) e emitia lá a Rádio Nova (porque não o estou a ver sinceramente a ceder qualquer frequência das que detém em Lisboa), obviamente sempre com 2000w porque menos que isso nunca faria serviço.
Comprar rádios a valores exorbitantes ao senhor Marinho ninguém vai, colocar Lisboa como prioridade ninguém vai, e andar com parcerias de 8 horas também ninguém vai que já foi tempo disso. O que se resolver seria sempre com prata dos acionistas para rentabilizar publicidade. Mas o Covões é quem está melhor posicionado.
E mesmo assim seria uma transmissão com limitações, considerando que nem Palmela chega a Lisboa totalmente perfeita, nem os 102.6 têm grande margem livre para sul e norte.
A diferença de Marginal para a Nova é que a Marginal é uma rádio de easy listening, a Nova é marcadamente mais urbana e conceptual e envereda por outras lógicas na soul e na música, é mais generalista. Neste sentido, seria uma boa sucessora espiritual para a frequência da Oxigénio, se sustentar a pão de ló duas rádios ficar caro ao senhor Covões.