As pessoas estão cansadas de podcasts que nada acrescentam. Uma coisa sem qualidade, com betos do Twitter todos a dizer a mesma coisa. Obviamente que teria de acabar. Não se perde grande coisa.
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Por acaso, eu que nem sou de esquerda, não acho que a Rosas seja má de todo. Irrita-me mais a amiga dela, que anda meia desaparecida, a Castello Branco, desde que se chateou com a direção da IL. É um facto que o Twitter formou uma nova geração de comentadores, conquanto sejam nascidos e criados em Cascais, no máximo dos máximos Lisboa e Sintra. Eu até gosto (muito) de política, mas esse afastamento do mundo real, é uma das razões pelas quais me alheio de participar ativamente (leia-se, via partidos) nela. A Adriana Cardoso acho que tem muito para crescer, mas tem potencial. Vem de uma área pouco habitual nestas lides, as Ciências Farmacêuticas, parece-me alguém que tem visão. Foi precoce para a TSF? Muito, principalmente, se considerarmos a faixa etária que a escuta. Se tivéssemos rádios de segmento de público jovem... ah, espera! Temos, mas são travestidas de temáticas musicais. Lol...
Agora falta cortarem alguns dos 10 ou 15 políticos de que já ninguém quer saber e aproveitarem para darem também um refresh às rubricas, que bem precisam.
A vida está má para toda a gente. Não há hipótese de cortar nas avenças.

Só na redação... enquanto não fecham!

Entretanto, TSF fortíssima em Lisboa com 3 frequências: os alfacinhas 89.5 (melhores que qualquer uma das outras de Monsanto, diga-se!), 107.4 Lousã - RRN a cilindrar os 107.5 Grândola - RRS (cilindrar é mesmo deixar mudos, em 107.5 só dar TSF), mas mais espantoso, 105.4 de Évora a limparem o pio aos 105.4 de Cascais. Zona do Oriente, facilita, mas ainda assim...