Não deixa de ser é curioso: porque se no caso da TSF em Lisboa, mudar para as Torres de Lisboa vem num exercício de unificação dos jornais da GMG, no caso do Porto já tinham isso e optam por dividir as águas colocando os edifícios a cerca de uns 10 minutos um do outro, separando rádio e jornal.
Dá a sensação que a justificação sai ao ritmo do que os euros (não) saem; porque duvido que paguem muito de aluguer pelo estúdio em si no Porto, e do aluguer da Prelada já sabíamos, creio eu. Em Lisboa, a escala das Torres é totalmente diferente em termos de valor, mas também tem mais gente.
Bem que podiam ficar aí, é um local absolutamente histórico na rádio feita na cidade do Porto.
Penso que vão ficar, o novo edifício do JN na Prelada é relativamente pequeno e não me parece que neste momento estejam virados para um estúdio de raiz quando podem reaproveitaram muita coisa como disse o Memórias.
A questão aqui é a dispersão dos ativos e a questão das sinergias.
Veremos se as novas sedes na invicta não serão provisórias...
Parece que estava a adivinhar, eu estava a escrever esta msg quando saiu este comentário.
É esse o meu receio.