Autor Tópico: TSF  (Lida 782683 vezes)

tuscano

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Re: TSF
« Responder #570 em: Agosto 09, 2020, 11:43:48 am »
Ouvi a TSF entre as 7h e as 9h da manhã deste Domingo 9 de Agosto e não percebi a razão de em 2h ter ouvido 2 vezes o David Fonseca e a Capicua, ainda que no caso da Capicua, a segunda tenha sido o dueto com a Malu Magalhães, ainda que não fique mal, uma rádio com playlist variada e generalista devia evitar coisas destas.

Aracaçu

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Re: TSF
« Responder #571 em: Agosto 09, 2020, 11:59:21 am »
Pior mesmo é o locutor que faz as madrugadas de fim-de-semana, o Nuno Arantes Santos, para o horário que é, parece que tem uma voz de filme de terror, escolhas musicais meio estranhas, anda a dizer "Boa Noite" quando já são quase 7 da manhã, e também não me parece um locutor adequado para a TSF. E nem se despede.

É meio estranho.

MPFM

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Re: TSF
« Responder #572 em: Agosto 10, 2020, 01:10:49 am »
Ouvi a TSF entre as 7h e as 9h da manhã deste Domingo 9 de Agosto e não percebi a razão de em 2h ter ouvido 2 vezes o David Fonseca e a Capicua, ainda que no caso da Capicua, a segunda tenha sido o dueto com a Malu Magalhães, ainda que não fique mal, uma rádio com playlist variada e generalista devia evitar coisas destas.

Já dei por várias vezes ouvir as mesmas músicas à mesma hora no(s) dia(s) seguinte(s). De madrugada ao parar na TSF em zapping  foram inúmeras as vezes que ouvi a mesma música. Das duas uma: ou o software que gere a playlist está bugado ou estão-se a marimbar para o assunto dentro da TSF. Já desisti de ouvir as madrugadas da TSF. Só vale pelos programas repetidos (alguns) porque nas notícias durante a semana o noticiário é igual, desde a 1 até às 6. Muitas vezes noticiário lido pelo jornalista da madrugada é o mesmo da equipa anterior. As gravações disponíveis online comprovam isso  :-\

Memorias da Radio

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Re: TSF
« Responder #573 em: Agosto 10, 2020, 02:09:04 pm »
Ontem à tarde, noticiário das 15, notava-se que o jornalista estava num esforço muito grande para acabar o noticiário e que estava muito, muito cansado mesmo, ao ponto do ouvinte conseguir sentir isso... Deu pena de ouvir o estado...  Infelizmente, não é a primeira vez com jornalistas ou locutores.

Dá vontade de perguntar se quem administra tem consciência de que talvez possa estar a esticar demais os profissionais da casa...

Nota positiva para terem colocado a locutora que fazia as madrugadas, sobre a qual esta conta escreveu, no período da tarde, onde se torna efetivamente um pouco mais suportável.

Ouvi a TSF entre as 7h e as 9h da manhã deste Domingo 9 de Agosto e não percebi a razão de em 2h ter ouvido 2 vezes o David Fonseca e a Capicua, ainda que no caso da Capicua, a segunda tenha sido o dueto com a Malu Magalhães, ainda que não fique mal, uma rádio com playlist variada e generalista devia evitar coisas destas.

Já dei por várias vezes ouvir as mesmas músicas à mesma hora no(s) dia(s) seguinte(s). De madrugada ao parar na TSF em zapping  foram inúmeras as vezes que ouvi a mesma música. Das duas uma: ou o software que gere a playlist está bugado ou estão-se a marimbar para o assunto dentro da TSF. Já desisti de ouvir as madrugadas da TSF. Só vale pelos programas repetidos (alguns) porque nas notícias durante a semana o noticiário é igual, desde a 1 até às 6. Muitas vezes noticiário lido pelo jornalista da madrugada é o mesmo da equipa anterior. As gravações disponíveis online comprovam isso  :-\

Agosto é normalmente um período de muito pouco cuidado com o que passa em antena na TSF, nos mais variados quadrantes. É assim há vários anos, não é defeito, é feitio e muitas outras rádios mostram um efeito similar. É mais portuguesa que da TSF, essa questão.

O problema é que como já vinha de trás uma certa falta de cuidado já vinda da pandemia, com o lay-off e tudo, este ano está ainda mais exacerbado esse fenómeno, e leva a que certas coisas que não deviam acontecer efetivamente aconteçam.

Infelizmente, e não querendo dizer pior nem falar de nada por antecipação, quando uma rádio começa assim...
« Última modificação: Agosto 10, 2020, 02:20:14 pm por Memórias da Rádio »

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Re: TSF
« Responder #574 em: Agosto 10, 2020, 02:52:21 pm »
Vim a ouvir a TSF nesta noite de sábado. Notei que a animadora falava entre todas as músicas e chegou ao ponto de meter notas pessoais em algumas e num registo tão meloso que até me chateou, quase parecia um programa de autor(a).
 Opinião obviamente pessoal mas que me faz ponderar ficar a ouvir a TSF cada que aquela animadora estiver em emissão...

A rádio também é personalização, sobretudo com a paixão da rádio, ainda para mais em emissões noturnas, em que a pressão de normalização do conteúdo é substancialmente menor e o espaço para respirar se torna superior. Não é, portanto, de vislumbrar qualquer problema em notas pessoais ou num registo mais composto desde que tenha ficado devidamente integrado na continuidade em antena e com a estação em si...

Quem ouvia rádio na década de 80 e 90 em períodos noturnos sabe que a personalização nestas franjas horárias era feita - e bem feita. Aliás, é à conta da excessiva normalização que chegámos onde chegámos na rádio portuguesa, em claríssimo contraste com casos como a espanhola, inclusive rádios informativas. O site memoriasdaradio.com tem inúmeros exemplos de rádio dessa época que permitem ilustrar corretamente o contraste.

No drive-time não há espaço para isso porque as pessoas também não estão com um nível de atenção para tal. Fora disso...

Provavelmente diria que apanhou a locutora numa noite particularmente mais inspirada. Somos humanos, acontece. Deu mais à casa nessa noite a falar música a música, assim tinha liberdade para tal seguramente e, sinceramente, não vejo o mal.

(é desconhecido desta conta quem estava em antena, até porque a essa hora não escutava a TSF. as considerações são, portanto, generalistas.)

SamM

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Re: TSF
« Responder #575 em: Agosto 10, 2020, 04:51:17 pm »
Noutro âmbito...

O Bloco Central acabou? nao Há ninguem que substitua o Anselmo Crespo?

AG

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Re: TSF
« Responder #576 em: Agosto 10, 2020, 08:56:35 pm »
Noutro âmbito...

O Bloco Central acabou? nao Há ninguem que substitua o Anselmo Crespo?
Deve ser o Paulo Tavares após a paragem por férias, em Setembro.

Aracaçu

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Re: TSF
« Responder #577 em: Setembro 13, 2020, 10:48:32 am »
Depois do péssimo Nuno Arantes Santos, sem capacidade de comunicação de qualidade nas madrugadas (uma coisa é relatar jogos de futebol, outra é ser locutor numa rádio importante como a TSF), segue-se o monocórdico Jorge de Freitas. As emissões da TSF estão de momento muito mal entregues, a profissionais sem rasgo de imaginação, criatividade e qualidade.

radiokilledtheMTVstar

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Re: TSF
« Responder #578 em: Setembro 14, 2020, 09:19:34 pm »
Luís Freitas Lobo regressa à TSF para se juntar ao Visão de Jogo.

MPFM

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Re: TSF
« Responder #579 em: Setembro 15, 2020, 07:13:59 pm »
Depois do péssimo Nuno Arantes Santos, sem capacidade de comunicação de qualidade nas madrugadas (uma coisa é relatar jogos de futebol, outra é ser locutor numa rádio importante como a TSF), segue-se o monocórdico Jorge de Freitas. As emissões da TSF estão de momento muito mal entregues, a profissionais sem rasgo de imaginação, criatividade e qualidade.

E é preciso rasgo de imaginação, criatividade para dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias?

Memorias da Radio

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Re: TSF
« Responder #580 em: Setembro 16, 2020, 01:13:02 am »
Depois do péssimo Nuno Arantes Santos, sem capacidade de comunicação de qualidade nas madrugadas (uma coisa é relatar jogos de futebol, outra é ser locutor numa rádio importante como a TSF), segue-se o monocórdico Jorge de Freitas. As emissões da TSF estão de momento muito mal entregues, a profissionais sem rasgo de imaginação, criatividade e qualidade.

E é preciso rasgo de imaginação, criatividade para dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias?

Se para si um locutor se limita apenas e só a isso, estamos conversados quanto à noção de rádio que possui. Sugiro-lhe que ouça a emissão inaugural do António Macedo nos 89.5 de Lisboa, a 20-03-1989 (data bem cara à TSF, por sinal), e vai conseguir perceber que é possível dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias, e muito mais... e ser-se criativo e dinâmico no processo. Vai também conseguir perceber o que é rádio a sério.

Chegámos ao cúmulo da Antena 1, a rádio que era tida como monocórdica, cinzentona e institucional, ter hoje profissionais de topo na condução que fazem isso de forma bem distribuída durante o dia na antena: Filomena Crespo, Paulo Rocha, Catarina Miranda, José Carlos Trindade... até a Inês Meneses, no seu tom fixo e típico que já vem desde a própria TSF, sabe dinamizar. Não há desculpas!

É preciso também que a voz não fique rasgada para quem está a ler as notícias... Não raro, a leitura de notícias é feita a essa hora pelo jornalista João Janes, que se ressente do que parece ser bebida (a maneira como fica a voz e a leitura assim o indicia) à medida que a madrugada vai avançando.

Mas isso são notas à parte, numa hora de menor audiência. Agora para coisas mais sérias:

Na Segunda em cheio no bloco das 13 a (aliás excelente) jornalista Maria de São José teve uma falha de voz grave em que ficou completamente afónica durante largos instantes a meio de uma notícia importantíssima sobre o regresso às aulas. Cerca de um aflitivo minuto nisto, ao ponto de ter tido que reiniciar duas vezes a leitura da notícia e à terceira com sérias anomalias na leitura. Não pigarrear ao microfone (pelo menos de início - depois tentou mas aí já o mal estava feito) acabou por redundar neste lindo cenário numa hora de potencial maior atenção às notícias sobretudo para quem está a caminho de casa para ir almoçar (mais comum no Norte que em Lisboa).

Dá a sensação que estão a esticar os profissionais até onde dá, pelo resultado que se vai ouvindo em antena de nítido desgaste em vários deles (jornalistas e locutores)... o problema é que as mantas só esticam até certo ponto. Seria bom se isto não fosse a realidade.

Aracaçu

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Re: TSF
« Responder #581 em: Setembro 16, 2020, 08:57:15 pm »
Depois do péssimo Nuno Arantes Santos, sem capacidade de comunicação de qualidade nas madrugadas (uma coisa é relatar jogos de futebol, outra é ser locutor numa rádio importante como a TSF), segue-se o monocórdico Jorge de Freitas. As emissões da TSF estão de momento muito mal entregues, a profissionais sem rasgo de imaginação, criatividade e qualidade.

E é preciso rasgo de imaginação, criatividade para dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias?

Por exemplo, César Santos, Rui Lameira, Miguel Fernandes, mesmo estando limitados a essa questão de excessiva formalidade, dizer as horas, o tempo, anunciar quem vai ler as notícias, em alguns espaços colocar música, fazem-no de uma maneira completamente diferente desses dois senhores que referi anteriormente.

Zeca 2021

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Re: TSF
« Responder #582 em: Setembro 17, 2020, 02:42:45 pm »

Depois do péssimo Nuno Arantes Santos, sem capacidade de comunicação de qualidade nas madrugadas (uma coisa é relatar jogos de futebol, outra é ser locutor numa rádio importante como a TSF), segue-se o monocórdico Jorge de Freitas. As emissões da TSF estão de momento muito mal entregues, a profissionais sem rasgo de imaginação, criatividade e qualidade.

E é preciso rasgo de imaginação, criatividade para dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias?



Se para si um locutor se limita apenas e só a isso, estamos conversados quanto à noção de rádio que possui. Sugiro-lhe que ouça a emissão inaugural do António Macedo nos 89.5 de Lisboa, a 20-03-1989 (data bem cara à TSF, por sinal), e vai conseguir perceber que é possível dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias, e muito mais... e ser-se criativo e dinâmico no processo. Vai também conseguir perceber o que é rádio a sério.

Chegámos ao cúmulo da Antena 1, a rádio que era tida como monocórdica, cinzentona e institucional, ter hoje profissionais de topo na condução que fazem isso de forma bem distribuída durante o dia na antena: Filomena Crespo, Paulo Rocha, Catarina Miranda, José Carlos Trindade... até a Inês Meneses, no seu tom fixo e típico que já vem desde a própria TSF, sabe dinamizar. Não há desculpas!

É preciso também que a voz não fique rasgada para quem está a ler as notícias... Não raro, a leitura de notícias é feita a essa hora pelo jornalista João Janes, que se ressente do que parece ser bebida (a maneira como fica a voz e a leitura assim o indicia) à medida que a madrugada vai avançando.

Mas isso são notas à parte, numa hora de menor audiência. Agora para coisas mais sérias:

Na Segunda em cheio no bloco das 13 a (aliás excelente) jornalista Maria de São José teve uma falha de voz grave em que ficou completamente afónica durante largos instantes a meio de uma notícia importantíssima sobre o regresso às aulas. Cerca de um aflitivo minuto nisto, ao ponto de ter tido que reiniciar duas vezes a leitura da notícia e à terceira com sérias anomalias na leitura. Não pigarrear ao microfone (pelo menos de início - depois tentou mas aí já o mal estava feito) acabou por redundar neste lindo cenário numa hora de potencial maior atenção às notícias sobretudo para quem está a caminho de casa para ir almoçar (mais comum no Norte que em Lisboa).

Dá a sensação que estão a esticar os profissionais até onde dá, pelo resultado que se vai ouvindo em antena de nítido desgaste em vários deles (jornalistas e locutores)... o problema é que as mantas só esticam até certo ponto. Seria bom se isto não fosse a realidade.



Trabalhei 10 anos no Porto e residia em Espinho. Acha que alguma vez fui a casa almoçar? Esse Norte a que se refere não deve estar a incluir o Grande Porto pois se acha que os 2 milhões de portugueses que residem na AM do Porto se deslocam a casa para almoçar não faz a mínima ideia do que fala. Se me está a falar nos distritos de Bragança, Vila Real, Viana ou Braga esse fenómeno já acontece, mas também na região de Lisboa e Vale do Tejo é mais que habitual fora da AM de Lisboa.
« Última modificação: Setembro 17, 2020, 02:44:29 pm por lamegoaltodouro »

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Re: TSF
« Responder #583 em: Setembro 19, 2020, 03:34:43 pm »

Depois do péssimo Nuno Arantes Santos, sem capacidade de comunicação de qualidade nas madrugadas (uma coisa é relatar jogos de futebol, outra é ser locutor numa rádio importante como a TSF), segue-se o monocórdico Jorge de Freitas. As emissões da TSF estão de momento muito mal entregues, a profissionais sem rasgo de imaginação, criatividade e qualidade.

E é preciso rasgo de imaginação, criatividade para dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias?



Se para si um locutor se limita apenas e só a isso, estamos conversados quanto à noção de rádio que possui. Sugiro-lhe que ouça a emissão inaugural do António Macedo nos 89.5 de Lisboa, a 20-03-1989 (data bem cara à TSF, por sinal), e vai conseguir perceber que é possível dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias, e muito mais... e ser-se criativo e dinâmico no processo. Vai também conseguir perceber o que é rádio a sério.

Chegámos ao cúmulo da Antena 1, a rádio que era tida como monocórdica, cinzentona e institucional, ter hoje profissionais de topo na condução que fazem isso de forma bem distribuída durante o dia na antena: Filomena Crespo, Paulo Rocha, Catarina Miranda, José Carlos Trindade... até a Inês Meneses, no seu tom fixo e típico que já vem desde a própria TSF, sabe dinamizar. Não há desculpas!

É preciso também que a voz não fique rasgada para quem está a ler as notícias... Não raro, a leitura de notícias é feita a essa hora pelo jornalista João Janes, que se ressente do que parece ser bebida (a maneira como fica a voz e a leitura assim o indicia) à medida que a madrugada vai avançando.

Mas isso são notas à parte, numa hora de menor audiência. Agora para coisas mais sérias:

Na Segunda em cheio no bloco das 13 a (aliás excelente) jornalista Maria de São José teve uma falha de voz grave em que ficou completamente afónica durante largos instantes a meio de uma notícia importantíssima sobre o regresso às aulas. Cerca de um aflitivo minuto nisto, ao ponto de ter tido que reiniciar duas vezes a leitura da notícia e à terceira com sérias anomalias na leitura. Não pigarrear ao microfone (pelo menos de início - depois tentou mas aí já o mal estava feito) acabou por redundar neste lindo cenário numa hora de potencial maior atenção às notícias sobretudo para quem está a caminho de casa para ir almoçar (mais comum no Norte que em Lisboa).

Dá a sensação que estão a esticar os profissionais até onde dá, pelo resultado que se vai ouvindo em antena de nítido desgaste em vários deles (jornalistas e locutores)... o problema é que as mantas só esticam até certo ponto. Seria bom se isto não fosse a realidade.



Trabalhei 10 anos no Porto e residia em Espinho. Acha que alguma vez fui a casa almoçar? Esse Norte a que se refere não deve estar a incluir o Grande Porto pois se acha que os 2 milhões de portugueses que residem na AM do Porto se deslocam a casa para almoçar não faz a mínima ideia do que fala. Se me está a falar nos distritos de Bragança, Vila Real, Viana ou Braga esse fenómeno já acontece, mas também na região de Lisboa e Vale do Tejo é mais que habitual fora da AM de Lisboa.

Completamente off-topic essa nota, absurdamente irrelevante e pífia para o tópico em causa, e ainda por cima amplifica uma mera nota logística de enquadramento que se resumiu a uma linha para contexto, mas vou responder para que se deixe bem claro.

Caríssimo: com 23 minutos de percurso para cada lado claro que para sié impossível, mas não faça da sua experiência única a base para toda a gente, especialmente se já está no distrito de Aveiro que não é Grande Porto, é Área Metropolitana do Porto (e eu no Norte não incluo Aveiro, lamento!). Na zona do Grande Porto (Gaia, Porto, Matosinhos, Gondomar, Ermesinde e Maia), onde se situa o grosso da população, isto é uma realidade pelos tempos de viagem serem de 15 minutos ou menos, torna-se perfeitamente fazível. Basta ter o que quase toda a gente tem, 1h de almoço quando não são 2h como em muito bom establecimento aberto ao público, que com tudo já previamente preparado é sentar e comer.

Na Maia, todos os dias, há trânsito após as 13h na N13 e N14 de gente que vem num só sentido (Porto - Maia); e na VCI, Circunvalação e A4 há muito mais intensidade de trânsito entre as 12h30 e as 14h e não há de ser para trabalho de certeza que muita coisa fecha à hora de almoço. Igual em Ermesinde.

E no caso da região de LVT, ao retirar a AML está a retirar bem mais de 70 ou 80% do total populacional e a deixar de fora o grosso da realidade local, fora que falar de LVT e falar de *especificamente* Lisboa, como fiz, é muito, muito diferente. Fora da AML é zona centro, ponto. Eu referi-me a Lisboa, apenas e só, eventualmente extensível à Grande Lisboa, e penso que a lógica ficou bem clara.

/offtopic e não responderei mais.

O locutor Jorge de Freitas, por conta da nova rubrica só com mulheres da TSF, teve uma excelente iniciativa na passada Quinta à noite, salvo erro, onde após a promo, alinhou uma meia-hora só com vozes femininas e de excelente qualidade. Que aconteça mais vezes!

Zeca 2021

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Re: TSF
« Responder #584 em: Setembro 19, 2020, 05:47:09 pm »

Depois do péssimo Nuno Arantes Santos, sem capacidade de comunicação de qualidade nas madrugadas (uma coisa é relatar jogos de futebol, outra é ser locutor numa rádio importante como a TSF), segue-se o monocórdico Jorge de Freitas. As emissões da TSF estão de momento muito mal entregues, a profissionais sem rasgo de imaginação, criatividade e qualidade.

E é preciso rasgo de imaginação, criatividade para dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias?



Se para si um locutor se limita apenas e só a isso, estamos conversados quanto à noção de rádio que possui. Sugiro-lhe que ouça a emissão inaugural do António Macedo nos 89.5 de Lisboa, a 20-03-1989 (data bem cara à TSF, por sinal), e vai conseguir perceber que é possível dizer as horas, o tempo que faz e anunciar quem vai ler as notícias, e muito mais... e ser-se criativo e dinâmico no processo. Vai também conseguir perceber o que é rádio a sério.

Chegámos ao cúmulo da Antena 1, a rádio que era tida como monocórdica, cinzentona e institucional, ter hoje profissionais de topo na condução que fazem isso de forma bem distribuída durante o dia na antena: Filomena Crespo, Paulo Rocha, Catarina Miranda, José Carlos Trindade... até a Inês Meneses, no seu tom fixo e típico que já vem desde a própria TSF, sabe dinamizar. Não há desculpas!

É preciso também que a voz não fique rasgada para quem está a ler as notícias... Não raro, a leitura de notícias é feita a essa hora pelo jornalista João Janes, que se ressente do que parece ser bebida (a maneira como fica a voz e a leitura assim o indicia) à medida que a madrugada vai avançando.

Mas isso são notas à parte, numa hora de menor audiência. Agora para coisas mais sérias:

Na Segunda em cheio no bloco das 13 a (aliás excelente) jornalista Maria de São José teve uma falha de voz grave em que ficou completamente afónica durante largos instantes a meio de uma notícia importantíssima sobre o regresso às aulas. Cerca de um aflitivo minuto nisto, ao ponto de ter tido que reiniciar duas vezes a leitura da notícia e à terceira com sérias anomalias na leitura. Não pigarrear ao microfone (pelo menos de início - depois tentou mas aí já o mal estava feito) acabou por redundar neste lindo cenário numa hora de potencial maior atenção às notícias sobretudo para quem está a caminho de casa para ir almoçar (mais comum no Norte que em Lisboa).

Dá a sensação que estão a esticar os profissionais até onde dá, pelo resultado que se vai ouvindo em antena de nítido desgaste em vários deles (jornalistas e locutores)... o problema é que as mantas só esticam até certo ponto. Seria bom se isto não fosse a realidade.



Trabalhei 10 anos no Porto e residia em Espinho. Acha que alguma vez fui a casa almoçar? Esse Norte a que se refere não deve estar a incluir o Grande Porto pois se acha que os 2 milhões de portugueses que residem na AM do Porto se deslocam a casa para almoçar não faz a mínima ideia do que fala. Se me está a falar nos distritos de Bragança, Vila Real, Viana ou Braga esse fenómeno já acontece, mas também na região de Lisboa e Vale do Tejo é mais que habitual fora da AM de Lisboa.

Completamente off-topic essa nota, absurdamente irrelevante e pífia para o tópico em causa, e ainda por cima amplifica uma mera nota logística de enquadramento que se resumiu a uma linha para contexto, mas vou responder para que se deixe bem claro.

Caríssimo: com 23 minutos de percurso para cada lado claro que para sié impossível, mas não faça da sua experiência única a base para toda a gente, especialmente se já está no distrito de Aveiro que não é Grande Porto, é Área Metropolitana do Porto (e eu no Norte não incluo Aveiro, lamento!). Na zona do Grande Porto (Gaia, Porto, Matosinhos, Gondomar, Ermesinde e Maia), onde se situa o grosso da população, isto é uma realidade pelos tempos de viagem serem de 15 minutos ou menos, torna-se perfeitamente fazível. Basta ter o que quase toda a gente tem, 1h de almoço quando não são 2h como em muito bom establecimento aberto ao público, que com tudo já previamente preparado é sentar e comer.

Na Maia, todos os dias, há trânsito após as 13h na N13 e N14 de gente que vem num só sentido (Porto - Maia); e na VCI, Circunvalação e A4 há muito mais intensidade de trânsito entre as 12h30 e as 14h e não há de ser para trabalho de certeza que muita coisa fecha à hora de almoço. Igual em Ermesinde.

E no caso da região de LVT, ao retirar a AML está a retirar bem mais de 70 ou 80% do total populacional e a deixar de fora o grosso da realidade local, fora que falar de LVT e falar de *especificamente* Lisboa, como fiz, é muito, muito diferente. Fora da AML é zona centro, ponto. Eu referi-me a Lisboa, apenas e só, eventualmente extensível à Grande Lisboa, e penso que a lógica ficou bem clara.

/offtopic e não responderei mais.

O locutor Jorge de Freitas, por conta da nova rubrica só com mulheres da TSF, teve uma excelente iniciativa na passada Quinta à noite, salvo erro, onde após a promo, alinhou uma meia-hora só com vozes femininas e de excelente qualidade. Que aconteça mais vezes!

De acordo com último ranking divulgado pelo INRIX, o Porto ocupa a posição nº 245 e Lisboa a posição nº 375 de cidades com pior transito e servem como amostra 1360 cidades no Mundo. De acordo com esse relatório mundial, cada portuense perde mais tempo nas deslocações dentro da AMP do que um Lisboeta perde dentro da AML para percorrer uma distancia idêntica. Foi capa do JN e pode ver a noticia neste link. Agradecia mais precisão e correção. Face ao teor de agressividade com que falou, a si não lhe respondo mais e com esta noticia do JN, pode ser que fique mais esclarecido. https://www.jn.pt/nacional/especial/e-no-porto-que-se-perde-mais-tempo-no-transito-9139493.html
« Última modificação: Setembro 19, 2020, 05:52:50 pm por lamegoaltodouro »