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A TSF no caso de ser nacionalizada manteria a publicidade , ainda que com outro formato em antena, e a sua programação plural.
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Nacionalizações de Grupos de Comunicação não fazem qualquer sentido. Uma solução à América Latina.
Os grupos privados de Comunicação Social não contribuem nada para o PIB nacional, não fazem parte de setores estratégicos da Economia com os quais o Estado se deva preocupar em hipotéticas nacionalizações. Seguramente que não pretendemos uma sociedade controlada pelo Estado, e respetivos tentáculos partidários/ideológicos, à maneira da União Soviética (fazendo lembrar os livros de George Orwell, 1984, A Quinta dos Animais, uma crÃtica acutilante ao musculado regime comunista soviético). Além disso, abria um precedente, ou seja, o Estado teria de ponderar na nacionalização de todas as entidades privadas em dificuldades, sem qualquer critério lógico, o que não é de todo possÃvel.
Num momento de crise aguda, como aquele que se avizinha, as entidades que não se adaptam, dão a volta por cima, arranjam soluções, criam dinâmicas, fecham. Faz parte da Economia de mercado. O Estado não tem de se meter nisso, não é essa a sua função. Os recursos não são ilimitados.
Para já, os esforços devem concentrar-se no SNS, Escola Pública (sabemos, da crise anterior, que muitas crianças e jovens passaram fome, tendo a única refeição completa na Escola), apoio direto à s instituições de solidariedade social, soluções para as famÃlias em dificuldades, soluções para os setores estratégicos da economia que criam dinâmicas de crescimento, Segurança Social, pacotes estratégicos de apoio à s empresas e, obviamente, segurança, proteção civil, etc. O resto...