As rádios de palavra não devem ter música. Devem ter palavra. É assim que acontece lá por fora. Quando há conteúdo e comunicadores e não pseudo as pessoas ficam.
Mas podem existir programas de música em rádios de palavra. Na SER já apanhei um programa ao estilo do "A Minha Playlist". Por exemplo, não me choca que até possa estar a umas 14h, com entrevista a quem escolhe os temas sobre a sua atividade entre músicas. É um formato de palavra leve, e agradável ao mesmo tempo. Agora música em playlist, concordo com o Atento, pelo menos, progressivamente dever-se-ia trilhar esse caminho, educando o auditório. Penso que, por razões óbvias, deveria ser a Antena 1 a dar o exemplo.
A privatização acabou por juntar os dois jornais porque o DN tinha a maioria das ações do JN, uns 52%, portanto já havia alguma relação entre os jornais. E na altura até fazia sentido um diário de referência estar associado a um jornal popular, que era bastante lucrativo e que poderia "alimentar" o DN.
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E assim deveria continuar, nem que o DN evoluísse para se tornar um jornal exclusivamente como o Observador, e a TSF fosse a rádio do DN, com duas redações fortes, uma a Norte e outra a sul.
Mas é curioso: já repararam que, tal como na rádio, na imprensa escrita, os jornais que dão lucro são os populares? Há, de facto, uma crise de busca de conhecimento e de interesse pela vida pública da população portuguesa, que é bastante alienada das decisões importantes que se tomam no país.
É uma possibilidade que deve estar em cima da mesa. Apesar da notícia do Jornal Económico não ter feito referência. Eles ficariam com a rede regional norte, seria muito importante para o desenvolvimento da atividade deles em Portugal.
Deus nos livre da Bauer por as mãos na RRN. Eu acho que a proposta não deve ser essa... Observador, palpita-me!
Ouvir o trânsito de Lisboa hoje ou em 89... só falta a Vasco da Gama, de resto, tudo na mesma 35 anos depois... Ahahaha!