Facto: Só vos posso dizer, porque me foi confidenciado, que a ERC está a apertar e muito a malha em cima das estações, nomeadamente dos grandes grupos.
Opinião: Este caso vai ser o primeiro dos próximos tempos, acreditem no que vos estou a dizer. Isto é a preparar a limpeza, para a reorganização que eles pretendem para o conceito de rádios regionais, em lugar de andarmos a brincar às locais. Há pistas no dito relatório.
Uma série de locais mais algumas da Mega a ir ao barulho…
Dos três cliente relevantes, a IURD é o segundo (28%). Primeiro é a Empresa do DN (29%) e o último o Governo Regional (20%). Perder potencialmente quase 30% de faturação é uma facada jeitosa.
Facada jeitosa era isso sim para a credibilidade da TSF ter a IURD como principal faturação na Madeira. Rádios informativas com pregação religiosa daquele tipo? Que conceito. Só na Madeira para saírem com uma destas. Isto noutra altura até dava raia porque estar o DN em Lisboa e a Secretaria Regional da Madeira envolvidos nisto?
Nos Açores também têm dificuldades e nunca cederam a estas práticas.
Boa cacha para a Sandra Felgueiras…
Aqui no distrito de Viseu 2 locais com zero referências aos concelhos que pertencem.
Focam se na capital de distrito.
Um pouco por todo lado temos essa brincadeira.
Em Trás-os-Montes, não temos uma rádio "local" a ocupar frequências locais e que tem os estúdios na Maia e nada diz acerca das regiões para as quais emite?
Não tem estúdios na Maia, os estúdios são em Vila Real. O apartado é que está num aeroporto, local conveniente porque, como se sabe, nem tem ruído nem nada.
Mas não fale muito deles senão o proprietário orgulhoso do BMW Z4 ou o outro senhor ainda vêm cá buzinar todos cheios de maiúsculas e provocações em todas as direções e o tópico nem fala disso, fala da TSF.
E se formos por aí, caríssimo… na Bauer vai tudo de cana: chamar “Minho” a uma frequência de Fafe e “Viseu” a uma frequência de Penalva do Castelo, “Zona Centro” a Figueiró dos Vinhos, “Grande Porto” quando é de Matosinhos, “Ribatejo” quando é de uma localidade específica, nem sequer anunciar as frequências de Mogadouro ou do Planalto, não anunciar as da margem sul em nenhuma das rádios, esquecer 6 dias seguidos um separador de publicidade no início do ano, ter uma frequência generalista sem 3 boletins informativos diários (casos dos operadores de Valongo, Vale de Cambra, Viseu, Redondo e sabe Deus se há mais situações)…
E na RR a Mega que aldraba as emissões locais todas indiscriminadamente em operadores locais com a tentativa de enganar a ERC…
Vai ser uma limpeza gira vai.
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
O que as Bauers, RR, Observador e outras fazem está respaldado na lei. Há uma associação com uma cabeça de rede de um operador habilitado para o efeito. Carece de autorização prévia e tanto quanto sei pelas deliberações está autorizado. Não é tema.
Neste caso da Noticias 2000 há a permissao de exploração do serviço a uma entidade sem habilitação para tal. Aqui sim, há muita radiozeca por este país a ficar sem IURD. Mas há forma na lei de fazer isso. A iurd até tem operadores de rádio…
Se repararem eles não implicam com a TSF. Dizem que tem de adequar a tipologia (já o fizeram até e nem vão abrir processo contraordenacional) a temática informática para retransmissao da TSF nacional.
A Rádio Observador cumpre a lei, um pouco coxa nos boletins locais pela hora e porque é só 1 notícia para cada concelho e são 3 notícias em vez das 4 que deveriam ser, mas está lá. Agora há outros casos gritantes. Dei alguns exemplos acima de irregularidades. Mas em exploração diversa da licença temos dezenas de alvarás, e nem todos com o respaldo legal que a TSF Madeira teve aqui (nota se isso na escrita da primeira resposta e nas alegações).
Números por alto, se todos os operadores fossem fiscalizados, deveríamos ficar talvez sem 70 licenças de rádio local em todo o País.