Vi outro dia numa story da Mega Hits que inacreditavelmente a Catarina Maia fala pertíssimo do microfone... até a falar muito alto. É uma falha grosseira de cultura e saber posicionar-se a um microfone desta maneira, e eu acho inadmissível como é que ninguém no grupo lhe explicou isto, mais a mais com o timbre que tem. É gravíssimo.
Isso explica porque é que na 3a apanhei alguém a ouvir a Mega Hits (como música de fundo) todo o santo dia, um acontecimento já de si raro e que só é mesmo digerível se for assim, baixinho e sem se perceber, e às 17h com um volume baixinho no carro em que estava (7/8) eu não conseguia ouvir nenhuma outra locutora em 90.6, exceto uma que se ouvia a berrar. Quem? Precisamente a Catarina Maia.
No processo, música portuguesa de gosto altamente questionável na maior parte do tempo. Não ouvia, o RT ajudava-me a perceber no Citroen em que estava, graças a Deus. Mas a certa altura até para ouvir Francisca Borges deu, uma influencer que fez a música pop mais genérica que se possa imaginar, mas passa às 17h como se fosse uma super estrela (só se for na Quinta da Marinha).
Quando tiverem 1% de audiência logo acordam. Isto não é nada.