Tambem ouvi e podem estar exclusivamente a testar dinâmicas novas. Fiquei agradavelmente surpreendido pela positiva com o desempenho do Luis Pinheiro naquele lugar. A Mega precisa de mais presença de homens em antena. Alexandre no snooze é abafado pelas colegas, Luís no Drive in hoje esteve muito bem e no habitual está perto de ser um verbo de encher, Diogo não encontro explicação para estar onde está ainda, é o melhor dos hosts homens da casa. Na prateleira há um José Vida e um Conguito por regressar. Não dispersando, se hoje no drive in foi um teste, veremos onde os leva.
O Luís ganhou traquejo, isso não há dúvida, até em termos de colocação de voz. Porém, com total honestidade, está longe de ser um locutor de primeira linha. Se eu estivesse no lugar do Prof. Mendes ou do Leal, e tivesse de olhar para a Mega como base primordial de recrutamento para a minha rádio, não tinha o Luís no topo dos 5 nomes que ponderaria. E nisso eu respeito muito as questões de antiguidade. Não é por nada, mas a experiência conta. E já agora a formação, o Luís salvo erro é de Gestão. Eu ouvi praticamente toda a hora das 18H, achei que às 18H30 parecia uma espécie de programa a solo, ele deu a entrada, leu o "noticiário", deu a entrada do menu do dia, leu as mensagens e fechou o take. A Menina e a Senhora proferiram uns monossílabos nesse take, que ainda foi de uns 5 minutos. Na "vacina" trocou-se um bocado com a CP e com a IP, mas isso é culpa do Diretor de Informação, não do Luís que não é jornalista, apenas animador. A casa tem vários jornalistas under 30 na redação e o Pedro Leal não consegue alocar um para fazer 6 noticiários de um minuto na Mega, ou então não bate o pé e devia.
Sinceramente, não ouço o Snooze há meses para dizer se o Alexandre é ou não abafado, e quando calho de picar, nunca apanho a Joana por lá. Desde a Pandemia, que para fugir ao caos da VCI, praticamente saio sempre depois das 10h, e quando saio antes, é na RR que fico. Mas não me admiro que assim seja, a Inês é um furacão radiofónico, e mesmo em termos de personalidade tem uma presença muito forte. Já tive oportunidade de estar num evento com ela e é o tipo de pessoa que quando chega, é a rainha. É diferente ser-se parceiro de uma Teresa que é excecional também pelo espaço que dá ao outro e com quem o Alexandre criou das melhores químicas que ouvi em rádio, do que de uma Inês, que juntando ao que escrevi acima, tem um vozeirão e tantos, que por isso mesmo monopoliza. O Diogo talvez (?) seja uma questão de opção, do que vou seguindo do trabalho dele, parece-me que a profissão é empresário, a rádio a zona de conforto, o hobbie, onde quebra o dia. Provavelmente, as outras atividades dele não são compagináveis com fazer manhãs ou tardes. Se não for por escolha do próprio, de facto, não se compreende. O Conguito e o Zé Vida, para titulares... hum. O Fábio via-lhe potencial para pensar aquela playlist a sério. É um facto, a Mega (e também a Cidade) tem mais talento no feminino, e tem muito e bom, no masculino, resume-se, basicamente "de seleção nacional" ao Diogo e ao Alexandre.
Voltando ao foco, se for para ficar, só porque o Nélson se lembrou, é uma asneira, disso não tenho dúvidas.