Pergunto é como a playlist,lugar as novas e assim...
E aos fins de semana como o top e assim.
Vão ter de mudar muito as horas locais...
Segundo dei conta esta tarde era tudo igual e os momentos de voz da rapariga tinham o mesmo tempo do painel Diogo/Pilar, mas pela app fiquei com ideia que quem estava a dar os timings era a dupla, pois estavam muito mais confortáveis; enquanto a Madalena corria contra o tempo, algumas vezes até arriscou ficar em silêncio no final dos takes para acertar. Não está perfeito e mostra que infelizmente é tudo gravado. A cidade, como faz? Também é de caras que não é direto?
Cheira me de saltos para a RFM...
Teresa,Alexandre e Diogo,pequenos demais para a Mega...
Já resgataram a Inês Bento... Irão buscar mais? E o caso Conguito, volta? E quando a Inês Andrade voltar da lic. maternidade? Não devem precisar de mais gente
Duas palavras: que. Caos.
O playout deve seguir à mesma de Lisboa, previamente controlado para bater certo ao segundo em todo o lado, e basicamente o que acontece em Sintra e Rio Maior é um desdobramento em que há um técnico (!) que pré-configurou na mesa para desdobrar, MAS como está com RDS local o tempo todo “engana” a ERC. Mas sai à mesma de Lisboa.
A Mega Hits com emissão verdadeiramente local nos idos de 2010/2011 era tipo a CidadeFM atual: às vezes ia atrasada ou adiantada 1/2 min face a Lisboa, tinha música portuguesa extra e notícias também.
Ou seja, o mecanismo deve ser +- este na mesa:
Via 1 com o PC normal com as músicas e etc, emissão normal nacional
Via 2 só com a locução gravada que sai para a emissão nacional normalmente
Via 3 com um outro PC dedicado só para takes locais de Sintra a dispará-los a horas agendadas
Via 4 com um outro PC dedicado só para takes locais de Rio Maior a dispará-los a horas agendadas.
E sempre que há sinalização para take local está já previamente definido que para Sintra vai por exemplo o que se ouve na pista 3, para Rio Maior o que sai da 4, e a 2 mistura na cadeia a seguir com a 1, sempre, para todo o resto das outras frequências.
Daí se explicam os silêncios no fim dos takes, porque tem que estar sincronizado e não pode entrar por cima da música: estipula-se que há x segundos de intervenção e tem que estar aquém ou igual, não além porque depois a via da música já está em cima e fica em sobremodulação.
Isto deve ser porque o software deles não comuta e então é como se tivessem que estar a agendar takes por vias que ficam depois canalizadas em exclusivo para X link/frequência de STL alocada a x frequência local. Porque até na Record com comutação local verdadeira mesmo feita às vezes dá raia e fica ali a patinar 1/2 minutos, não dá para ser instantâneo.
Nas alturas que a emissão seja em rigoroso direto obviamente não dá para controlar o tempo porque o animador não pode estar a ouvir outra emissão e a falar ao mesmo tempo (não se consegue raciocinar), e aí não dá para fazer nada porque ninguém vai adivinhar segundos exatos nem há na verdade 3 mesas de emissão, é só uma a disparar coisas diferentes para sítios diferentes.
Estou para ver como vão descalçar essa bota quando tiverem emissões locais 11-16 para fazer e quiserem fazer diretos de festivais na Mega. Vão forçar todos os ouvintes da nacional a terem intervenções gravadas em falso direto para Sintra e Rio Maior não dessincronizarem? Vão borrifar-se para as horas locais e transmitem tudo em direto? E o que vai acontecer se quiserem gravar quando a pobre da Madalena, se ainda lá estiver nessa altura, tiver que encher TRÊS minutos seguidos com palavra porque houve algum repórter de campo ou alguma coisa? Fica a dinâmica da emissão nacional comprometida?!?
Igualmente giríssimo vai ser quando eles quiserem lançar indicativos locais (Sintra 88.0, isto é Mega) dessas vias e lançarem daí mas uma das 2 instâncias demorar a lançar o som: ou a via local com a informação de frequência chega tarde e atropela alguma música, ou é a via local que cumpre e é a nacional que chega tarde e dá branca; e nem vamos falar se por exemplo algum PC reiniciar ou coisa que o valha que já fica tudo desconfigurado.
São loucos. São completamente loucos. Completamente doidos.