Nelson Cunha respondendo a quem respondeu ao seu comentário no post de “esclarecimento” do conguito no Instagram é tenebroso. Como é que este senhor ainda é diretor de uma estação de um dos mais nobres grupos de rádio nacionais? E aí vão dois a queimar a imagem da Renascença…
Vejam por vocês:
https://www.instagram.com/p/Cj55XFPrL7j/
"Não me lembro de ter feito qq comentário, agora tanto o nome do Carlos o meu e a imagem da Mega devem ser para qq fórum chamados.".
Bicada aqui para o fórum? Se sim, é lamentável que estejam mais preocupados com a imagem da estação meia dúzia de aficionados de rádio do que o próprio diretor da mesma. Quando é ele que está a envolver a Mega no assunto. Só demonstra que já há muito deveria ter dado lugar a outra pessoa. Começa a ficar insustentável a continuidade do Sr. Cunha, a juntar aos maus resultados nas audiências, que só se irão agravar com toda esta situação. Continuo a pensar que o Conselho de Gerência só não age porque está envolvido nesta história também o Luís Pinheiro, filho de... José Luís Ramos Pinheiro. Até por essa mesma razão, para proteger o grupo, também ele havia de ser afastado, porque repito, é vogal da Direção, solidariamente responsável. Esta é a fase de conter danos, porque se isto pega num tabloide, numa Ana Leal ou Felgueiras, vai ser uma razia, que vai manchar todo o grupo. E se isto alastra à imagem do grupo como um todo, numa altura em que a Igreja anda na mó de baixo, até em termos de patrocinadores, é catastrófico. Por isso, é necessária uma atitude firme de imediato: envolvidos e quem dá a mão têm de ser afastados.
Com razão ou não, o futebol polariza, vende. Já se sabe dos excessos quando se fala deste tema, e do português, que nada tendo que ver com o assunto, gosta de tomar um partido extremado, sem conhecer toda a verdade. Embora aqui, me pareça evidente, há um histórico de um comportamento similar.
Portanto, sim, este já não é só um problema do Villa, do Conguito... é também um problema da Mega, da R/Com, porque houve este envolvimento, nomeadamente do diretor. Para além disso, quando um quadro do grupo se recusa a prestar declarações à rádio mãe, para mim, é a gota de água, prova de que a Mega há muito é uma casa "sem rei, nem roque".
Os posts de apoio vêm apenas dos colegas que trabalham diretamente com ele. Da demias equipa há silêncio, não há likes, pelo que me parece, sinceramente, "obrigação contratual", mais um erro de estratégia. Até porque, ao que consta, o Conguito não é muito gramado lá dentro. E mesmo que não tenha sido, a Direção deveria ter sido clara: as figuras da estação devem manter-se equidistantes em relação a este assunto, quanto mais as queimarem, pior fica. O Snooze vai a mínimos de certeza com esta história, porque tal apoio vai ser mal percepcionado pela opinião pública. Basta ver que, por exemplo, mandaram a Teresa "ir chup#r", a Matilde se "f****" ou a Inês usar um instrumento. Apesar de ser acefalia, não deixa de ser representativo.
PS: Curioso o posicionamento do casal Castro-Simões. Tão amigos, ele até pertence aos órgãos sociais. Talvez passem pelos pingos da chuva.