Girls Night Out prolongado, transmitiram o final do concerto do Dillaz a partir da Queima das Fitas, iniciou às 23:35, iniciaram a transmissão por volta das 0:10. Os artistas portugueses querem apoio da rádio, mas depois deixarem transmitir...está quieto. Surpreendido pela performance ao vivo, que neste estilo musical costuma ficar aquém daquilo que são os temas gravados. O som do palco está excelente, muito bom equilíbrio entre instrumentos, cantor e até o som do público. Em contraponto ao som do estúdio, então o microfone do Conguito está do pior. "Sempre que mete aquela [emissão no ar] só penso meu Deus Nossa Senhora."

Já agora, para além do Fábio, da Prata e da fixolas da Moranga, que tem um jeito como pouc@s para este tipo de emissões, está lá a Petronilho, como repórter digital. Foi ótimo, iam entrar com o som mas o público estava a gritar uma dada palavra começada por M e taparam. De seguida o Dillaz gritou vocês são do car*lho" a que foi respondido com gritos do público de "Porto, Porto, esta m#rda é que é boa". Ainda meteram o jingle dos maiores hits, mas já não foi a tempo. A emissora associada da ARIC emitiu uma serie de asneiras de seguida.

Diga-se que o Conguito, agora no fim, teve de por algum travão na euforia, as meninas estavam excitadíssimas, já estavam a querer usar da prerrogativa de poder falar de (bolinha vermelha) após as 24h. Não desgosto dessa adrenalina num festival, quando há sobriedade, como se notou que era o caso, apenas alegria. Globalmente, a emissão foi muito bem conduzida hoje, ouvi uma metade do painel.
"Estrela das redes sociais" mas sabemos bem porquê, não sabemos?
Inclusive é perfeitamente perceptível quem é que a agencia, porque dois outros casos são quase rigorosamente iguais, se é que me faço entender.
Portanto, é uma Catarina Maia mas em vez de ser Cabelo Pantene... e por aqui me fico.
Isto sendo dito, nota-se que é acessível e simpática, até mesmo relativamente humilde, e nesse sentido ganha pontos, na minha opinião. Ou seja, para mim acaba por ser mais consensual do que a Catarina Maia algum dia foi.
No demais, não tem mínimos de voz para locutora, mas faz um trabalho que para o target até podemos considerar interessante, como produtora, justiça seja feita.
Percetível porquê? Por ser irmã de uma concorrente do Big Brother? Ou por ser uma das cheerleaders do Hélder? Foi por ele que conheci a Magui. Não é a Couceiro, se fosse essa até percebia o perceptível, era um furo e tantos.
Mais a sério, percebo a que te referes, não sou cego, mas estamos a falar de rádio, não de televisão. Embora, baste ver os primeiros 16 segundos da conversa com o Hélder, há 2 anos, que ficamos esclarecidos:
https://www.youtube.com/watch?v=A54lFs_BJtQApesar das juras de amor à Nova Gente, de que o único amor que tem é a rádio:
"Eu não namoro desde 2022, eu sou estou a pensar na rádio, eu só quero rádio e não quero saber de mais nada".
https://www.novagente.pt/margarida-antunes-abre-o-jogo-apos-fim-do-namoro-com-cantor-nuno-ribeiro-nao-tenho-palavras(Fim do momento Extremamente Desagradável, mas quis ver a biografia para não julgar

).
A agência dela é a Pangera, não agencia mais nenhuma Meguinha:
https://www.pangera.io/our-influencers.
E, por esse ponto de vista, para mim, há "outros talentos" maiores, na Mega e fora dela. Mas não gosto de ir por esse campo, porque objetifica, e isso é muito ingrato para todas as mulheres, aparte de extremamente desagradável, ninguém deve ser julgado por ser mais bonito ou menos bonito, até porque esse parâmetro é absolutamente subjetivo. Basta pensarmos quando sentimos borboletas na barriga, não é verdade?

Agora, são opções da Direção da estação, admito que ter 200 e tal mil no insta, mas perto de meio milhão no tik tok, tragam audiência. O ponto é sempre o mesmo, teres pessoas que estão a fazer um caminho, mas porque são seguidas por 1000 pessoas, já não são tão boas. Isso irrita-me profundamente. A Mega tem duas meninas (ou tinha, que eu agora também não lá ando) que não investem muito nas redes, a Matilde e a Madalena. A esta última já a ouvi dizer que não faz muita questão, pese embora todos os conselhos, até dos pais de crescer nelas, tem o Luís que criou Instagram porque foi "obrigado", o Diogo que lhes dá um uso muito mais profissional, na Cidade a Leonor tem o mesmo tipo de presença muito reduzida e discreta. São menos locutores por causa disso? Nem pouco mais ao menos. A Madalena, por exemplo, tem uma voz e tantos, em publicidades é excecional. O único lado mau é para os próprios, que tiram menos rendimento, mas cada um sabe de si.
Dito isto, não comparo a Margarida com a Maia. Primeiramente, a voz da Maia, sem dúvida, está uns furos acima, e isso é objetivo. Ambas têm formação em Comunicação Social. A Maia sei que não precisa disso para nada, mas vou-lhe deixar um conselho de amigo: termina o curso, Catarina. Não vales menos como profissional por causa disso, mas estamos em Portugal, o ser Drª ainda conta para alguma coisa.
É sabido e publico que tive muitas reservas em relação à Maia, as quais escrevi aqui à medida que ela foi subindo, isto por causa de ela vir da moda. Na realidade, as reservas não eram tanto com a Maia em si mesmo, mas com a forma de escolha dos novos locutores. Pessoalmente, revelou-se uma surpresa muito boa, aparte que depois de ter ouvido uma ou duas entrevistas que ela deu, fiquei com a melhor das impressões dela, parece-me, relamente uma mulher muito humana e boa onda, sem aquela sensação de grandeza desmedida. E que até seria justificada, este é o outro ponto porque não comparo a Antunes e a Maia. Mal ou bem, da geração que está entre os 20 e os 25, há quatro "hit girls" em Portugal, cuja notoriedade já extravassa as dimensões do nosso país: Catarina Maia, Margarida Couceiro, Luisa Barosa Oliveira e Francisca Cerqueira Gomes (em 4, 3 portuenses...eheheh!). A Catarina todo o mérito que tem conseguiu-o sem ser familiar de ninguém conheido e sem ter a vida pessoal e sentimental escancarada nos jornais. Fê-lo pelo trabalho (como modelo e depois como comunicadora), e há que reconhecer e saber dar o devido valor a isso.
Concordo que possa ser uma mais valia na produção. Todavia aposto que não tardará a tornar-se animadora, tamanha a sede deste tipo de figuras em antena, por parte da direção, sabe Deus por que estratégia. Bem vemos que a Catarina Maia não pára naquele programa, a sua ausência até já foi tema de chacota entre os colegas, quando ficam apenas os dois em direto... O sentido de comprometimento da Catarina para com a Mega é muito parco. Ao que o meu olho alcança, parece-me que está a ser preparado terreno para a quota da influenciadora Zoomer ser preenchida por este novo talento.
Pois, esse era um dos pontos da minha reflexão. O Drive In caiu... a pique. Pode ser coincidência, mas já não me lembro de ouvir a Maia. Se ela estivesse realmente a full time, poderia ter feito bem a vez da Ana Pinheiro. Naquela formulação, a segunda voz dela faz toda a diferença, até porque se nota que quando ela está há muito mais química. O Luís como host... não vou eu dizer, escutem o Cala-te Boca com a Maria Seixas Correia, faço minhas as palavras dela. Assim, se parodiarem, já não é a mim. Irrita-me, profundamente, uma certa condescendência que ele tem com a Madalena, que por vezes chega a roçar o desagradável, em coisas tão simples, quanto não saber quem é o treinador do Benfica. Ninguém tem de gostar de futebol. Em termos de estrutura de programa, mataram o menu do dia, que era o sal daquele programa, aparte de Catarina Palma, o que já de si é uma diferença de água para vinho. O programa perdeu duas mulheres que faziam rádio há 10 anos, essa diferença evidentemente que se nota, até em termos técnicos.
1/2 Offtopic: Faz-me um bocado de confusão ouvir a Palma contar que há uns 6/7 anos para fazer uma peça de teatro o Nélson a tenha forçado a ter metido uma licença sem vencimento, já não sei se de um mês ou dois e a depois compensar com horas de produção (desculpem-me, já ouvi isto há algum tempo, obviamente não memorizei detalhes, mas é algo do género). Parece que não falamos da mesma estação. Eu sei que a gen Z e os Millenials são muito diferentes na forma de ver a vida e por isso quem gere RH's tem de ter posturas com eles que não tinha connosco, mas ainda assim.
Sinceramente, sem redes sociais, e sem ter ouvido mais que 30 minutos destas novas manhãs da Mega, não consigo dar uma opinião formada sore as qualidades da Antunes como produtora. Não faço ideia se os guiões estão bons ou maus. Acredito que em termos de redes sociais tenha alavancado, sendo certo, contudo, que olhando para o Youtube, a força motirz da estação nos últimos tempos é o GNO, que está mesmo no ponto, a Francisca ter subido a host, foi uma excelente decisão. A Matilde encaixou ali muitíssimo bem. Estiveram muito bem na forma como trataram as celebrações do 25/04, assim como as eleições legislativas, numa rádio com o perfil da Mega, algumas entrevistas foram realmente muito boas, nomeadamente a com a Cucha Carvalheiro. Raramente algum conteúdo me faz ficar parado no carro a terminar de ouvir, mais a mais em plena hora de jantar. A
Depois têm ainda a rúbrica da quarta-feira mais a puxar ao social, mas que foi tão bem conseguida... que conseguiu gerar publicidade, inclusivamente em antena, e nas demias estaões do grupo. Isto é dinheiro em caixa, também é uma métrica que deve ser tida em conta. A única crítica, são os falsos diretos e os whatsapps que se notam que saem da imaginação da Matilde. Se não fosse isso, era um 19, assim, levam um 16.

Zoomer? O que é isso?