Autor Tópico: Grupo RTP  (Lida 106702 vezes)

radiokilledtheMTVstar

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Re: Grupo RTP
« Responder #90 em: Agosto 05, 2021, 11:38:01 pm »
Para contextualizar melhor:

Uma RTP que não concorra com os privados, que faça o que os outros não fazem e que promova a diversidade — é para aí que deverá evoluir a televisão do Estado, onde é preciso aumentar o financiamento e que tem o seu futuro nas plataformas digitais RTP Arquivos e RTP Play, explica o secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media. Sem touradas? Nuno Artur Silva diz que a RTP deverá respeitar o bem-estar animal mas é à direção de programas que cabe decidir se transmite aquilo que a lei classifica como uma “manifestação cultural”.

O que é que defende que a revisão do contrato de concessão da RTP, que está em curso, traga de novo à televisão pública?

Desde 2014 está em vigor na RTP o modelo do Conselho Geral Independente e da estabilização do financiamento através da contribuição audiovisual, trazendo a separação entre o governo e a RTP. O facto de ter mudado o Governo e isso não ter trazido alterações à RTP é um facto benéfico. Mas podemos discutir se o financiamento é suficiente ou não. Comparando com outros países europeus, em que os serviços públicos são financiados quatro a cinco vezes mais do que a RTP, é evidente que o financiamento é baixo. Primeiro que tudo, não há plano para o futuro da RTP sem haver um aumento do financiamento.

A administração já veio pedir mais dinheiro para a empresa, é também o que defende?
Absolutamente. Não tenho qualquer dúvida de que só é possível que a RTP cumpra plenamente o que está no contrato de concessão se houver um reforço do financiamento. O contrato de concessão pressupõe que a RTP cada vez se posicione menos como concorrência aos privados e cada vez mais como uma empresa de media, rádio, televisão e serviços em linha, que ofereça aquilo que o mercado não oferece e que sirva todas as minorias, toda a diversidade que não é contemplada nas lógicas mais comerciais. Esse é claramente o foco.

Ou seja, que se torne menos comercial. Mas isso implica uma redução de receitas.
Desejavelmente a RTP deveria caminhar para libertar as receitas comerciais em publicidade para o sector privado que precisa delas mais do que nunca, mas também não podemos tirar à RTP fontes de rendimento enquanto não garantirmos o reforço do financiamento. Isto tudo tem de ser feito com grande equilíbrio. Onde julgo que desde logo se vai atuar é nas chamadas de valor acrescentado, os IVR, coisas como por exemplo as televendas, esses modos comerciais mais explícitos e agressivos. Julgo que não fará sentido daqui para a frente tê-los no serviço público. O resto estamos ainda a ver. Por outro lado, pensando que o financiamento da RTP vem sobretudo da contribuição audiovisual também temos de ter uma enorme prudência e contenção quando queremos mexer nessa forma de financiamento. É isto tudo que estamos a equacionar, o que queremos trabalhar no contrato de concessão é a diversidade de conteúdos mas também de meios, se houve um tempo em que o essencial na RTP eram os canais e havia um desequilíbrio entre a RTP1, que era tudo, e os outros canais, que eram quase só arredores, satélites da RTP1, hoje em dia não, eu diria que neste momento o principal valor da RTP até está nas duas plataformas. Uma delas, a RTP Arquivos, é de facto um tesouro nacional gerido pela RTP, rádio e televisão, que é a joia maior da RTP.

 A revisão do contrato de concessão da RTP está em curso e o secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media explica o que está em causa e que estação pública de televisão poderemos vir a ter no futuro. Uma RTP que não concorra com os privados, que faça o que os outros não fazem, que promova a diversidade e que esteja acessível a todos — é para aí que deverá evoluir a televisão do Estado, onde é preciso aumentar o financiamento e que tem o seu futuro nas plataformas digitais RTP Arquivos e RTP Play, diz Nuno Artur Silva, numa entrevista publicada na última edição do semanário e cuja versão integral agora se publica.

O contrato de concessão da RTP está a ser revisto. O que é que deseja para a empresa?
A intervenção do governo na RTP, tirando a parte financeira, limita-se a um nível recuado que é aquele em que estamos a trabalhar agora, o contrato de concessão. Desde 2014 está em vigor o modelo do Conselho Geral Independente (CGI) e da estabilização do financiamento da RTP através da contribuição audiovisual, nós respeitamos esse modelo e estamos a trabalhar de acordo com ele. Esse modelo contribui quer a nível financeiro quer a nível da governança para uma estabilização da RTP.

É um modelo que funciona e que não carece a alteração?
Curiosamente o modelo foi aprovado num governo do PSD e parece-nos que, sendo um modelo recente, precisa de tempo para se consolidar mas sobretudo mais que não fosse outra coisa, trouxe a separação entre o governo e a RTP, o facto de ter mudado o governo e isso não ter trazido alterações à RTP já é em si um facto benéfico, o facto de a contribuição audiovisual ter estabilizado o financiamento da RTP, tê-lo tornado previsível, é outro aspeto benéfico. Mas podemos discutir se o financiamento é suficiente ou não. Comparando com outros países europeus, em que os serviços públicos são financiados quatro a cinco vezes mais do que a RTP, é evidente que o financiamento é baixo. A RTP é das empresas públicas aquela que mais tem a ver com a identidade, a cultura, com os portugueses, é uma peça absolutamente essencial na vida portuguesa. Este lado de serviço público ganhou força nos últimos anos. A importância da RTP passa por ser um território comum onde as diversidades se devem encontrar. E o conceito de independência está bem defendido pela forma como a RTP está organizada, CGI, conselho de opinião, os vários órgãos que tutelam a RTP. Mas, como em qualquer modelo, há muito para trabalhar e para aperfeiçoa


(uma vez que é um artigo para assinantes peço que me avisem para eliminar este post caso vá contra as regras do fórum.)
« Última modificação: Agosto 05, 2021, 11:45:00 pm por radiokilledtheMTVstar »

Atento

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Re: Grupo RTP
« Responder #91 em: Novembro 19, 2021, 01:38:42 pm »
Novidades?

Isto é transversal ao grupo...

As maçãs podres vão minando o terreno e afastando os que se destacam...

Isto não acontece na maioria dos grupos públicos europeus que acarinha os seus e promove-os...

Uma das excepções é aqui ao lado no grupo RTVE que ainda está pior que o da RTP...

No grupo RTP, cada um olha para o seu quintal...

Nenhuma organização pode ter sucesso com este tipo de mentalidade.

https://www.atelevisao.com/rtp/dina-aguiar-sobre-saida-de-sandra-felgueiras-da-rtp-este-canal-nao-valoriza-nem-defende-o-seu-capital-humano/amp/
« Última modificação: Novembro 19, 2021, 01:40:34 pm por Atento »

tuscano

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Re: Grupo RTP
« Responder #92 em: Novembro 19, 2021, 02:10:58 pm »
Novidades?

Isto é transversal ao grupo...

As maçãs podres vão minando o terreno e afastando os que se destacam...

Isto não acontece na maioria dos grupos públicos europeus que acarinha os seus e promove-os...

Uma das excepções é aqui ao lado no grupo RTVE que ainda está pior que o da RTP...

No grupo RTP, cada um olha para o seu quintal...

Nenhuma organização pode ter sucesso com este tipo de mentalidade.

https://www.atelevisao.com/rtp/dina-aguiar-sobre-saida-de-sandra-felgueiras-da-rtp-este-canal-nao-valoriza-nem-defende-o-seu-capital-humano/amp/
Pois não, embora este caso da Sandra Felgueiras seja diferente, veja-se o caso da Diana Bouça Nova, esteve na SIC, não foi bem aproveitada, passou para RTP e também foi algo desvalorizada, vamos ver como será na CNN Portugal .

Atento

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Re: Grupo RTP
« Responder #93 em: Novembro 19, 2021, 02:21:56 pm »
Novidades?

Isto é transversal ao grupo...

As maçãs podres vão minando o terreno e afastando os que se destacam...

Isto não acontece na maioria dos grupos públicos europeus que acarinha os seus e promove-os...

Uma das excepções é aqui ao lado no grupo RTVE que ainda está pior que o da RTP...

No grupo RTP, cada um olha para o seu quintal...

Nenhuma organização pode ter sucesso com este tipo de mentalidade.

https://www.atelevisao.com/rtp/dina-aguiar-sobre-saida-de-sandra-felgueiras-da-rtp-este-canal-nao-valoriza-nem-defende-o-seu-capital-humano/amp/
Pois não, embora este caso da Sandra Felgueiras seja diferente, veja-se o caso da Diana Bouça Nova, esteve na SIC, não foi bem aproveitada, passou para RTP e também foi algo desvalorizada, vamos ver como será na CNN Portugal .

A Diana tem qualidade para ser apresentadora do JT ou de um bloco na RTP3.

E o que aconteceu?

Gente aquém a ultrapassa-la ...

Atento

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Re: Grupo RTP
« Responder #94 em: Novembro 19, 2021, 02:23:09 pm »
Voltando à rádio, tudo detalhado sobre as audiências em França   incluindo o podcast...

https://www.mediametrie.fr/fr/resultats-reperes

tuscano

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Re: Grupo RTP
« Responder #95 em: Novembro 19, 2021, 03:42:49 pm »
Novidades?

Isto é transversal ao grupo...

As maçãs podres vão minando o terreno e afastando os que se destacam...

Isto não acontece na maioria dos grupos públicos europeus que acarinha os seus e promove-os...

Uma das excepções é aqui ao lado no grupo RTVE que ainda está pior que o da RTP...

No grupo RTP, cada um olha para o seu quintal...

Nenhuma organização pode ter sucesso com este tipo de mentalidade.

https://www.atelevisao.com/rtp/dina-aguiar-sobre-saida-de-sandra-felgueiras-da-rtp-este-canal-nao-valoriza-nem-defende-o-seu-capital-humano/amp/
Pois não, embora este caso da Sandra Felgueiras seja diferente, veja-se o caso da Diana Bouça Nova, esteve na SIC, não foi bem aproveitada, passou para RTP e também foi algo desvalorizada, vamos ver como será na CNN Portugal .

A Diana tem qualidade para ser apresentadora do JT ou de um bloco na RTP3.

E o que aconteceu?

Gente aquém a ultrapassa-la ...
Sim há gente na RTP3 que sinceramente.

Memorias da Radio

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Re: Grupo RTP
« Responder #96 em: Novembro 19, 2021, 06:55:15 pm »
A linha da Sandra Felgueiras e da Dina Aguiar é muito próxima entre si. É natural este lamentar mais vocal dela, até porque com a idade que tem a Dina já pode arriscar como bem lhe apetecer que nada acontece.

pdnf

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Re: Grupo RTP
« Responder #97 em: Novembro 20, 2021, 12:23:37 am »
Independentemente de não ser fã da Dina Aguiar, todos nós sabemos que ela está coberta de razão quando diz que a RDP não valoriza os bons quadros que tem. Poucos são os profissionais de exceleência que são leais à RTP e mesmo assim veja-se o preço a pagar por isso, por exemplo, o caso do JRS.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

radiokilledtheMTVstar

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Re: Grupo RTP
« Responder #98 em: Novembro 20, 2021, 12:31:39 am »
E na TV a RTP bem pode preparar-se para erguer uma estátua ao Fernando Mendes e a todas as vezes em que recusou convites da concorrência, ontem foi nada mais nada menos que o programa mais visto do dia e a tendência pode continuar.
Quanto à promoção finalmente tenho visto algum investimento em anúncios pagos nas redes sociais, já apanhei stories de Instagram para o Masterchef e o Voz de Cama da A3.
« Última modificação: Novembro 20, 2021, 12:35:13 am por radiokilledtheMTVstar »

Atento

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Re: Grupo RTP
« Responder #99 em: Novembro 20, 2021, 11:07:36 am »
Voltando ao grupo RTP/TV...

Sandra Felgueiras prometeu que voltaria na próxima sexta-feira...

Das duas uma...ou a informação da sua saída é mentira, ou, mais uma vez, não há noção nos responsáveis da RTP no apartado dos recursos humanos,  ainda que Sandra Felgueiras tenha de trabalhar mais dois meses no grupo RTP...

1-Faz sentido continuar nos ecrãs alguém que já está com o pensamento noutro local?

2- Faz sentido a RTP continuar a promover Sandra Felgueiras,  quando, a breve trecho, estará num canal concorrente?

Isto é tão,  tão  estúpido como manter até há pouco tempo os jingles da Antena 3 com a voz da Inês Lopes Gonçalves.

Absolutamente hilariante.
Absolutamente amador.
Incompetência pura e dura.

pdnf

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Re: Grupo RTP
« Responder #100 em: Novembro 20, 2021, 02:29:04 pm »
Voltando ao grupo RTP/TV...

Sandra Felgueiras prometeu que voltaria na próxima sexta-feira...

Das duas uma...ou a informação da sua saída é mentira, ou, mais uma vez, não há noção nos responsáveis da RTP no apartado dos recursos humanos,  ainda que Sandra Felgueiras tenha de trabalhar mais dois meses no grupo RTP...

1-Faz sentido continuar nos ecrãs alguém que já está com o pensamento noutro local?

2- Faz sentido a RTP continuar a promover Sandra Felgueiras,  quando, a breve trecho, estará num canal concorrente?

Isto é tão,  tão  estúpido como manter até há pouco tempo os jingles da Antena 3 com a voz da Inês Lopes Gonçalves.

Absolutamente hilariante.
Absolutamente amador.
Incompetência pura e dura.

Ppr acaso se lhe estão a pagar, não vejo razão para que não continue a fazer programas, acredito que a Sandra seja profissional e passe a pasta a quem de direito con todas as condições de continuar a ser um bom programa de investigação.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

Atento

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Re: Grupo RTP
« Responder #101 em: Novembro 20, 2021, 02:30:22 pm »
Voltando ao grupo RTP/TV...

Sandra Felgueiras prometeu que voltaria na próxima sexta-feira...

Das duas uma...ou a informação da sua saída é mentira, ou, mais uma vez, não há noção nos responsáveis da RTP no apartado dos recursos humanos,  ainda que Sandra Felgueiras tenha de trabalhar mais dois meses no grupo RTP...

1-Faz sentido continuar nos ecrãs alguém que já está com o pensamento noutro local?

2- Faz sentido a RTP continuar a promover Sandra Felgueiras,  quando, a breve trecho, estará num canal concorrente?

Isto é tão,  tão  estúpido como manter até há pouco tempo os jingles da Antena 3 com a voz da Inês Lopes Gonçalves.

Absolutamente hilariante.
Absolutamente amador.
Incompetência pura e dura.

Ppr acaso se lhe estão a pagar, não vejo razão para que não continue a fazer programas, acredito que a Sandra seja profissional e passe a pasta a quem de direito con todas as condições de continuar a ser um bom programa de investigação.

Não concordo.

Terá de fazer outros trabalhos.

Atento

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Re: Grupo RTP
« Responder #102 em: Novembro 21, 2021, 06:10:54 pm »
Hoje ouvi Dengaz com Queria Dizer que Não na Rádio Renascença, depois da edição das 17h. Hip-Hop na RR? Há engano?

Já passa há seis séculos na estação. Esteve em playlist até meados de 2019/20, depois saiu e agora entrou de novo mas com pouca rotação. E é perfeitamente possível vir fado a seguir a isso na RR.

Por acaso não me lembrava de a ouvir na Emissora Católica Portuguesa, mas também voltei a dar mais atenção à rádio justamente em meados de 2020.

Acho mais "flagrante" o caso da cover do Every Breath You Take pelo Puff Daddy que já deve passar no mínimo há uns 6 ou 7 anos, a parte de rap é maior do que essa do Dengaz.

Com este rejuvenescimento do público, vai ser inevitável terem de mexer algum dia a sério nesta playlist esquizofrénica. Resta saber quando depois de anos e anos de desleixo...

Concordo com isso, só que tens um problema que é onde é que incorporas o auditório da SIM que a RR assumiu como designio não abandoná-lo. E se pensarmos bem, é muito difícil encaixar esse público na rádio, e eles ouvem-na. Têm a Festival e a Amália, aqui a Norte a Valdvez e a Barca e pouco mais. Depois as estações mais populares, estilo as do concelho de Santo Tirso, mas é um público que por todas as razões não deve ser descurado, embora até seja um público muito aberto, atenção. Não vai há muito tempo parei o carro no supermercado ao lado de um velhote para aí de 80 anos que estava no carro à espera a "curtir som" na Antena 3!  8) 8)
Público mais idoso, só tem a Amália e a Festival e alguns acabam por estar na Antena1, TSF, ou comem RR por falta de opções melhores em algumas regiões. Já vi pessoas de mais se 65 anos na net a ouvir a Amália até fiquei espantado. Locais pelo menos na Beira Baixa, que eu conheço melhor, só se for a Condestável de Sernacho do Bom Jardim, porque outras não pensam muito neles.

Por isso...

1- A rádio pública deveria criar um canal na net dirigido ao público mais velho, assim como uma série de podcasts, embora considere que tal como noutros países a rádio de palavra é mais abrangente e é dirigida a todas as idades...
Quem analisar atentamente as audiências das rádios francesas, poderá verificar que a rádio líder de audiências em França é a pública France Inter, tendo mais de 6 milhões de ouvintes diários, sendo que aproximadamente 1 milhão de ouvintes está entre a faixa etária dos 15-30 anos...


radiokilledtheMTVstar

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Re: Grupo RTP
« Responder #103 em: Novembro 21, 2021, 06:58:26 pm »
Concordo com isso, só que tens um problema que é onde é que incorporas o auditório da SIM que a RR assumiu como designio não abandoná-lo. E se pensarmos bem, é muito difícil encaixar esse público na rádio, e eles ouvem-na. Têm a Festival e a Amália, aqui a Norte a Valdvez e a Barca e pouco mais. Depois as estações mais populares, estilo as do concelho de Santo Tirso, mas é um público que por todas as razões não deve ser descurado, embora até seja um público muito aberto, atenção. Não vai há muito tempo parei o carro no supermercado ao lado de um velhote para aí de 80 anos que estava no carro à espera a "curtir som" na Antena 3!  8) 8)

Tal como a Nova a Festival, tirando talvez os Discos Pedidos, não teria grandes problemas em ser aceite noutras regiões sem grandes mudanças.

AG

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Re: Grupo RTP
« Responder #104 em: Novembro 21, 2021, 07:41:52 pm »
A RR quando criou a Sim, foi para se livrar do auditório mais adulto, dado que há estava há alguns anos a tentar um rejuvenescimento do seu target.

O labeu de rádio dos avós pesou muito na RR, nomeadamente no plano dos anunciantes.

Agora esse auditório que anda por aí disperso, provavelmente preso à televisão.

A criação da Sim, foi uma excelente ideia, mas que pecou pelo excessivo atraso, quando grande parte desse público tinha  passado para a televisão generalista.
Certo!

A Sim (com outro nome) devia ter aparecido no início da década de 2000 e não já no seu final.

Concordo com isso, só que tens um problema que é onde é que incorporas o auditório da SIM que a RR assumiu como designio não abandoná-lo. E se pensarmos bem, é muito difícil encaixar esse público na rádio, e eles ouvem-na. Têm a Festival e a Amália, aqui a Norte a Valdvez e a Barca e pouco mais. Depois as estações mais populares, estilo as do concelho de Santo Tirso, mas é um público que por todas as razões não deve ser descurado, embora até seja um público muito aberto, atenção. Não vai há muito tempo parei o carro no supermercado ao lado de um velhote para aí de 80 anos que estava no carro à espera a "curtir som" na Antena 3!  8) 8)

Tal como a Nova a Festival, tirando talvez os Discos Pedidos, não teria grandes problemas em ser aceite noutras regiões sem grandes mudanças.
De facto, é um pouco incrível como não desde o fim da Nacional e mais tarde da Romântica, ambas da MCR, que não há uma rádio popular com dimensão mais ou menos nacional.

Acho que é uma falha do mercado, que por exemplo na zona da AMP o Acácio Marinho poderia juntar mais uma ou outra frequência para a Noar.

Em Lisboa acho mais difícil uma rádio desse tipo se impor, a Amália é fortíssima.