Entretanto mudanças profundas na Record FM
Com a entrada do Flávio Sequeira a programação mudou por completo.
Nesta altura a aposta é para a programação gravada, só o programa da manhã é que é em direto, feito por uma equipa de 4 pessoas divididas pelos estúdios de Lisboa e Porto.
De resto deixaram de tocar música brasileira, de ter locutores brasileiros, spots brasileiros, e até os jingles brasileiros desapareceram do ar.
Atualmente a Record está uma rádio de Hits, toca só música dos top's (David Guetta, Sia, Ed Sheeran, Shawn Mendes) e, com muito menos frequência, um sucesso mais antigo (Robbie Williams, Xutos e Pontapés, Pet Shop Boys, GNR). Os locutores falam de 2 em 2 ou 3 em 3 músicas e são sempre takes curtos (entre os 5 e os 20/30 segundos) gravados minutos antes de ir para o ar.
Também se nota que existe menos presença da IURD em antena.
Antes, na hora de almoço, os ouvintes levavam com os pastores e agora isso já não acontece.
Escusado será dizer que as horas locais, que eram até então ocupadas com programas de discos pedidos ou foruns por chamadas e mensagens foram convertidas em horas de playlist com os tais micro-takes que vos falo.
Os locutores que estão em emissão parece que foram formatados para dizer meia dúzia de frases tipo e pouco mais... não sei se é uma fase de transição ou se é mesmo para fazer frente a alguma nacional da mesma linha.
Em termos de playlist, parece-me estar a ser feita com escalões muito curtos... só precisei de 2 horas para perceber o que é que a rádio vai estar sempre a tocar... uma repetição, a meu ver, exagerada. Nas várias vezes que passo pela frequência ao longo do dia estou sempre a apanhar as mesmas músicas... para terem uma ideia, julgo estarem bem mais repetitivos (mas muito mais mesmo!) que uma RFM, Mega, Comercial ou Cidade FM.