Se é para ser, que seja!
Uma direcção jovem: Tiago Ribeiro (director), André Santos (chefe de produção) e Mariana Oliveira (directora de informação, com redacção própria).
Boas entradas em 2025 para todos! 😎
Tens nomes jovens com melhor qualidade do que a Mariana Oliveira, que gera alguns anticorpos, para assumir essa liderança. Assim de repente, vem-me logo à cabeça a Cláudia Godinho, que é uma jornalista de mão cheia.
O Tiago acho que fazia todo o sentido a respetiva promoção. Admito que se a 3 não quer ir aos jovens universitários, pode esticar um pouquinho a corda e ter no ar animadores entre os 30 e os 40. Tudo o resto, independentemente do mérito que tenham, tem de encostar. É a lei da vida. Há rádios ao lado, onde podem ter lugar.
Mas no estado em que está é preciso alguém irreverente, exigente, que crie impacto, reposicionando a 3 junto dos jovens - 15-35 anos - com conteúdos de serviço público para todos e não apenas para o nicho.
Sejamos francos: é inaceitável a 3 ter os atuais dados de audiência.
A 3 tem de ser a porta de entrada do público jovem no grupo RTP Rádio.
É muito ambicioso esse nicho. Tem de deixar cair 10 anos no início do intervalo e baixar uns 5 no final. A Cidade FM e a Mega dificilmente perdem os adolescentes com os seus tiktokers.
Por outro lado, este público está representado em rádios que são muito limitadas em termos do que podem dar além de música, a saber, RFM e COMRCIAL.
Um verdadeiro braço de trabalho. Eram mais os dias em que não estava do que os que estava.
Aliás, estes novos comunicadores das rádios são pouco assíduos e pontuais, pouca ética de trabalho... é muito raro nas equipas, principalmente das manhãs, estarem todos ao mesmo tempo... tem sempre algum afazer fora da rádio... ou estão de corpo e alma na rádio ou não estão...
É por isso que eu prefiro apostar em não vedetas, que se façam vedetas pelo meio do que o inverso. Não era só a Luana, veja-se, por exemplo, o caso da Catarina Maia na Mega, em que deve ter uma assiduidade de 50%. É preciso ir para as Caraíbas fotografar em fato-de-banho, lá se vai a rádio. Ou uma Mafalda Castro, que vem a TV e a rádio fica com um problema em mãos para resolver. Nada contra, estão a fazer pela vida, mas se estou a olhar com lentes de Diretor de estação. Agora, objetivamente, a rádio paga mal.
Complementando as certeiras palavras do mg.luis, basta escutar um Rui Alves de Sousa, um André Santos, um Tiago Ribeiro, uma Catarina Palma, uma Catarina Silva, um Artur Simões ou, até há bem pouco tempo e num horário duro, uma malgorada Joana Pérez, são exemplos de jovens com muita qualidade e zelosos no seu trabalho.
Além disso, não se pode querer lagosta pagando ao nível de tremoços.
E não sou de todo fã da Luana do Bem.
Nessa lista também já há estrelas, nomeadamente as Catarinas que já têm o estatuto de figura pública. De maneiras diferentes são é ambas mulheres humildes, responsáveis e trabalhadoras. A Joana Perez, dentro deste nicho do entretenimento, é possivelmente das pessoas com maior maturidade. Basta observar com atenção a forma como, de forma leve, trata e chama sempre a terreiro temas que são crucias, nomeadamente para o nosso target. Foi uma pena ela nunca ter tido como objetivo a 3.
Já o nosso colega RAS, no outro dia pensava, justamente, que poderia ser uma mais-valia para a 3, mais útil do que a fazer madrugadas gravadas na Antena 1.
Recibos verdes, infelizmente, não é segredo para ninguém que a RTP abusa deles. Aliás, temo bem que a Palma, que deu um salto de fé, porque uma RR ou uma RFM eram mais seguras, possa ter enterrado a carreira dela, ao perder um contrato sem termo por recibos, mesmo que no imediato, (acredito e espero que) esteja a ganhar bem melhor.
Finalmente, distinção pela comunidade LGBT+ do Donas da Casa, com o prémio Media do Ano:
https://antena3.rtp.pt/noticias/dona-da-casa-ganha-o-premio-de-media-do-ano/