Autor Tópico: RTP Antena 3  (Lida 1319167 vezes)

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1845 em: Outubro 12, 2020, 01:40:59 am »
Note-se que, legalmente, a Antena 3 não pode liderar no grupo público, caso contrário passa a ter legalmente a obrigação de uma quota de música portuguesa muito elevada, não me recorda de momento se 60% ou 80%.

Isso já aconteceu na década de 90 e levou a aberrações de playlist extremamente questionáveis com essa exigência, contratualmente prevista, e à qual a RTP não pode fugir. Até Delfins lá passaram. Numa rádio jovem, reforce-se.

Portanto, atenção ao que se deseja. Não se pode querer tudo e o seu contrário. Não se pode querer que a Antena 3 lidere no grupo, como tenho lido por aqui, mantendo um nível de qualidade de uma certa maneira, porque não há produção portuguesa em quantidade suficiente para dar conta do recado de uma percentagem massiva (essa parte da lei é cega) para o perfil de rádio jovem em vigor desde a inauguração. Por outro lado, se entra demasiado para o mainstream, tem inúmeras concorrentes na área. E tem ainda que assegurar serviço publico. Não é muito fácil.

É desejável que a Antena 3 se reforce *com* a Antena 1. Ambas, em simultâneo.

Isto sendo dito, é relevante que a estação procure um novo posicionamento de serviço público, avaliando pelo nível de audiências residual, porque este não está a ser definitivamente aceite. Além disso tem imensa concorrência, neste momento, nos principais centros urbanos... só em Lisboa vão Radar, SBSR, Vodafone e Rádio Observador (não é um engano estar aqui, se ouvirem a playlist...); em Coimbra tem RUC e Vodafone; no Norte tem RUM, SBSR, Vodafone e Observador...

E não é fora de 60% da população que mais pode ouvir a estação que se torna relevante.

Atento

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1846 em: Outubro 12, 2020, 01:50:06 am »
Note-se que, legalmente, a Antena 3 não pode liderar no grupo público, caso contrário passa a ter legalmente a obrigação de uma quota de música portuguesa muito elevada, não me recorda de momento se 60% ou 80%.

Isso já aconteceu na década de 90 e levou a aberrações de playlist extremamente questionáveis com essa exigência, contratualmente prevista, e à qual a RTP não pode fugir. Até Delfins lá passaram. Numa rádio jovem, reforce-se.

Portanto, atenção ao que se deseja. Não se pode querer tudo e o seu contrário. Não se pode querer que a Antena 3 lidere no grupo, como tenho lido por aqui, mantendo um nível de qualidade de uma certa maneira, porque não há produção portuguesa em quantidade suficiente para dar conta do recado de uma percentagem massiva (essa parte da lei é cega) para o perfil de rádio jovem em vigor desde a inauguração. Por outro lado, se entra demasiado para o mainstream, tem inúmeras concorrentes na área. E tem ainda que assegurar serviço publico. Não é muito fácil.

É desejável que a Antena 3 se reforce *com* a Antena 1. Ambas, em simultâneo.

Isto sendo dito, é relevante que a estação procure um novo posicionamento de serviço público, avaliando pelo nível de audiências residual, porque este não está a ser definitivamente aceite. Além disso tem imensa concorrência, neste momento, nos principais centros urbanos... só em Lisboa vão Radar, SBSR, Vodafone e Rádio Observador (não é um engano estar aqui, se ouvirem a playlist...); em Coimbra tem RUC e Vodafone; no Norte tem RUM, SBSR, Vodafone e Observador...

E não é fora de 60% da população que mais pode ouvir a estação que se torna relevante.


Eu creio que, independentemente de liderar ou não o grupo público, não está obrigada a passar mais de 60% de música portuguesa.
A ANTENA 1 também não. Se passa é porque quer.

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1847 em: Outubro 12, 2020, 11:13:02 am »
Note-se que, legalmente, a Antena 3 não pode liderar no grupo público, caso contrário passa a ter legalmente a obrigação de uma quota de música portuguesa muito elevada, não me recorda de momento se 60% ou 80%.

Isso já aconteceu na década de 90 e levou a aberrações de playlist extremamente questionáveis com essa exigência, contratualmente prevista, e à qual a RTP não pode fugir. Até Delfins lá passaram. Numa rádio jovem, reforce-se.

Portanto, atenção ao que se deseja. Não se pode querer tudo e o seu contrário. Não se pode querer que a Antena 3 lidere no grupo, como tenho lido por aqui, mantendo um nível de qualidade de uma certa maneira, porque não há produção portuguesa em quantidade suficiente para dar conta do recado de uma percentagem massiva (essa parte da lei é cega) para o perfil de rádio jovem em vigor desde a inauguração. Por outro lado, se entra demasiado para o mainstream, tem inúmeras concorrentes na área. E tem ainda que assegurar serviço publico. Não é muito fácil.

É desejável que a Antena 3 se reforce *com* a Antena 1. Ambas, em simultâneo.

Isto sendo dito, é relevante que a estação procure um novo posicionamento de serviço público, avaliando pelo nível de audiências residual, porque este não está a ser definitivamente aceite. Além disso tem imensa concorrência, neste momento, nos principais centros urbanos... só em Lisboa vão Radar, SBSR, Vodafone e Rádio Observador (não é um engano estar aqui, se ouvirem a playlist...); em Coimbra tem RUC e Vodafone; no Norte tem RUM, SBSR, Vodafone e Observador...

E não é fora de 60% da população que mais pode ouvir a estação que se torna relevante.


Eu creio que, independentemente de liderar ou não o grupo público, não está obrigada a passar mais de 60% de música portuguesa.
A ANTENA 1 também não. Se passa é porque quer.

"As quotas de música portuguesa no serviço público de rádio são fixadas no respectivo contrato de concessão, não devendo a percentagem de difusão no seu primeiro serviço de programas ser inferior a 60 % da totalidade da música nele difundida."

Artigo 42 da Lei da Rádio.

Em 1997 a Antena 1 passava imensa música internacional e era a segunda no serviço público em audiências, com cerca de 3.5%; a Antena 3 passava imensa música portuguesa porque era quem tinha mais audiências (cerca de 5 pontos percentuais) e tinha que cumprir este ponto. A única diferença de 1997 para agora é o local onde esta obrigação está vertida: em 1997, até onde saiba, ainda não havia legislação em vigor que a isso obrigasse, pelo que era o próprio Estado a obrigar a RDP a fazer isto.

Não querendo fugir à verdade, penso que salvo erro desde a primeira revisão da lei da rádio por alturas de 2002/2003, que coincide com a revisão do serviço público de rádio e televisão, isto passou do contrato de serviço público mesmo para a legislação-base.


AG

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1848 em: Outubro 12, 2020, 12:12:31 pm »
O "primeiro serviço de programas" é o primeiro serviço que foi atribuído pelo Estado à ex-RDP, no caso, a Antena 1.

radiokilledtheMTVstar

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1849 em: Outubro 12, 2020, 12:58:16 pm »
Incrível que às vezes vou no carro e ponho me a pensar "devo de ser o único burrinho aqui no meio desta gente toda com a Antena 3 sintonizada". É verdade porque a Antena 3 passa tão mas tão despercebida que até eu próprio ponho me a pensar.
Adorava mas adorava mesmo que este panorama mudasse e já à uns anos que se tem falado do estado atual e nada muda, já começa a não haver palavras e descrições para o que está a acontecer com a Antena 3.

Também me sinto assim quando penso que quanto mais críticas recebem dos ouvintes cada vez pior nos tratam e não mudam de rumo nem por nada nem fazem absolutamente nada para agarrar o público como eu... mas depois penso que a principal alternativa a que tenho acesso é a Vodafone e para isso vou para o Spotify. Por isso é que uma animação diferenciada é fundamental e assim já não há lugar para pessoas como o Luís Oliveira e companhia na playlist.
Se a RTP só se quer ver livre da 3 como parece podia-se pensar numa parceria publico-privada com a Vodafone, mas sabe-se como isso pode dar tantos problemas em Portugal...

O "primeiro serviço de programas" é o primeiro serviço que foi atribuído pelo Estado à ex-RDP, no caso, a Antena 1.

Já estava a ficar assustado, era um absurdo se não fosse assim.

nelsonsoares

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1850 em: Outubro 13, 2020, 11:25:14 am »
A 3 foi-se degradando paulatinamente em várias alíneas.

Está ligada às máquinas.

Só sobrevive graças aos contribuintes que são pouco participativos e exigentes relativamente ao que se passa.na comunicação social e noutras vertentes da vida pública portuguesa.
A degradação da ‘Antena 3’ há anos que tem vindo a ser comentada neste fórum e nos outros que o antecederam. Se nada fosse feito, como não foi, estava há vista de todos o que poderia acontecer: um produto à deriva, sem nenhum interesse, portanto, a total irrelevância.

Caso a ‘Antena 3’ estivesse num patamar consolidado de aceitação pelo público, conseguisse suscitar o interesse de diferentes gerações (como acontece numa ‘BBC Radio 2’), conquistando novos ouvintes e mantendo os que se reviam na estação, se o produto fosse de facto bom (que não é), um programa sobre a Europa, à semelhança do que fez a “extinta” ‘RFM’ em finais dos anos 80, seria pertinente na ótica do serviço público. Em finais dos anos 80, José Relvas dinamizou um programa que ia para o ar ao final da tarde de sábado, dirigido ao jovens e público em geral, sobre a Europa. Escolhia um país, o testemunho de várias pessoas, algumas naturais desse país, e dava a conhecer a cultura, hábitos, música e tradições do mesmo. Para uma ‘Antena 3’, isso não é possível, não está ao seu alcance.

Pergunto-lhe, quem se lembraria de fazer uma reportagem do bar “Peter Café Sport”, da cidade da Horta, Ilha do Faial, nos Açores? Claro está, os alemães (09.10.2020, ver em 8:27). Eu tenho essa experiência, mas generalizações podem incorrer em erros grosseiros, um alemão médio que visite o nosso país sabe mais sobre o mesmo que um português médio. Estou positivamente surpreendido com a quantidade de referências que as televisões públicas alemãs fazem ao nosso país (muito superiores às televisões espanhola e francesa, por exemplo).

Os canais públicos alemães estão a dar um grande destaque à atualidade norte-americana, acompanhando passo-a-passo o desenrolar dos acontecimentos (em diversos programas informativos e de debate), em horário nobre, transmitem em direto os debates dos candidatos à Casa Branca e os vice candidatos, com tradução simultânea, isto em free-tv e por canais de televisão líderes de audiência. Ou seja, mostram o país, os países vizinhos, a atualidade internacional, tudo o que tenha a ver com interligações/afinidades culturais, geopolíticas, comerciais, científicas, económicas, etc.  que interessem aos alemães são tratados pelos serviço públicos de televisão e rádio. Isto, na minha ótica, é serviço público de excelência.
Mas na minha ótica, a valorização do serviço público na Alemanha, deve-se ao tipo de política que é feito lá e não cá.
Mas não quero entrar nesses caminhos, porque só cá estou para falar de rádio.

visonorte

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1851 em: Outubro 13, 2020, 04:05:00 pm »
Para esta rádio sigam o modelo de programação de uma destas rádios NPO3, da BBC radio 1, da Absolute radio ou da DR P3 sem esquecer a presença massiva e de qualidade de conteúdos na plataforma youtube (que é gritante face à Antena 3)
« Última modificação: Outubro 13, 2020, 04:07:29 pm por visonorte »

Atento

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1852 em: Outubro 13, 2020, 04:25:58 pm »
Para esta rádio sigam o modelo de programação de uma destas rádios NPO3, da BBC radio 1, da Absolute radio ou da DR P3 sem esquecer a presença massiva e de qualidade de conteúdos na plataforma youtube (que é gritante face à Antena 3)


Certo!!!


Aquilo na ANTENA 3 está em autogestão e trabalham os grupinhos em gavetas...

joao_s

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1853 em: Outubro 13, 2020, 10:38:36 pm »
Mas na minha ótica, a valorização do serviço público na Alemanha, deve-se ao tipo de política que é feito lá e não cá.
Mas não quero entrar nesses caminhos, porque só cá estou para falar de rádio.
Concordo consigo, atendendo ao que vou assistindo nos operadores públicos de televisão alemães. Acrescento, ainda, que também se trata de uma questão cultural, ou seja a valorização do património público do país, nas suas diferentes vertentes, por parte dos cidadãos e poderes. Os serviços públicos de televisão, por exemplo, apresentam resultados, têm influência junto da opinião pública e são tidos como relevantes. Todos os ingredientes de serviço público estão presentes nas televisões alemãs. Os dois canais mais vistos no país, que conta com cerca de 83 milhões de habitantes, são públicos, generalistas, portanto, têm uma grande exposição na sociedade. O horário nobre está recheado de programas informativos, que não têm mais de 30 min. de duração e de tertúlias/debates/análises com representantes dos poderes político, empresarial, científico, imprensa, sociedade, etc., portanto, procuram manter o público devidamente informado e esclarecido, contribuindo, dessa forma, para a coesão do país e da aceitação informada das estratégias decididas pelo poder político e não só (os assuntos são devidamente debatidos para uma grande plateia de cidadãos informados). Isto em canais generalistas de free-tv, ie, que todos têm acesso.

Já no caso da ‘Antena 3’, onde estão os resultados? Quem ouve? Para que serve? Não vejo isto a acontecer num país desenvolvido da Europa, isto é, os contribuintes financiarem um serviço público que não tem qualquer utilidade. Alguém deve responder por isto.

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1854 em: Outubro 14, 2020, 02:53:12 pm »
O "primeiro serviço de programas" é o primeiro serviço que foi atribuído pelo Estado à ex-RDP, no caso, a Antena 1.

Obrigado pelo esclarecimento! Aquele ponto presta-se a leituras distintas...

Ainda assim, pelo menos a Antena 1 tem essa obrigação. A Antena 3, não tendo esta, mantém a de natural viabilidade.

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1855 em: Outubro 16, 2020, 11:10:43 am »
Ouçam a NPO 3FM e percebam o que deve ser o serviço público de radiodifusão virado para os mais jovens (em idade e em espírito). Isto é basicamente uma fórmula aproximada à que esteve na génese da nossa Antena 3.

A língua é complicada, mas dá para perceber os mínimos e entender o dinamismo que imprimem à emissão, assim como o cuidado nas escolhas musicais.

Atento

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1856 em: Outubro 16, 2020, 12:22:11 pm »
Ouçam a NPO 3FM e percebam o que deve ser o serviço público de radiodifusão virado para os mais jovens (em idade e em espírito). Isto é basicamente uma fórmula aproximada à que esteve na génese da nossa Antena 3.

A língua é complicada, mas dá para perceber os mínimos e entender o dinamismo que imprimem à emissão, assim como o cuidado nas escolhas musicais.

Certíssimo!!!


Mas os responsáveis da ANTENA 3 - a alternativa umbilical - não entendem isso.

tuscano

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1857 em: Outubro 16, 2020, 08:45:57 pm »
Ouçam a NPO 3FM e percebam o que deve ser o serviço público de radiodifusão virado para os mais jovens (em idade e em espírito). Isto é basicamente uma fórmula aproximada à que esteve na génese da nossa Antena 3.

A língua é complicada, mas dá para perceber os mínimos e entender o dinamismo que imprimem à emissão, assim como o cuidado nas escolhas musicais.

Certíssimo!!!


Mas os responsáveis da ANTENA 3 - a alternativa umbilical - não entendem isso.
A Antena3 até desceu no último trimestre analisado, não façam alguma coisa não.

Aracaçu

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1858 em: Outubro 16, 2020, 08:48:57 pm »
Que diferença quando André Santos ou Nuno Calado fazem as tardes na Antena 3 no lugar do Luís Oliveira... nestes 2 últimos dias no caso foi a vez do André Santos, mas é um dinamismo de emissão completamente diferente.

O Tiago Ribeiro devia era voltar para as tardes e não estar perdido naquela palhaçada que é o programa das manhãs. Mas para isso também era preciso varrer os outros 2, Ana Markl e Hugo Van Der Ding, dar ao André Santos a condução de emissão desse horário matinal, e arranjar + 2 elementos dinâmicos e talentosos.

tuscano

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Re: RTP Antena 3
« Responder #1859 em: Outubro 16, 2020, 11:40:32 pm »
Que diferença quando André Santos ou Nuno Calado fazem as tardes na Antena 3 no lugar do Luís Oliveira... nestes 2 últimos dias no caso foi a vez do André Santos, mas é um dinamismo de emissão completamente diferente.

O Tiago Ribeiro devia era voltar para as tardes e não estar perdido naquela palhaçada que é o programa das manhãs. Mas para isso também era preciso varrer os outros 2, Ana Markl e Hugo Van Der Ding, dar ao André Santos a condução de emissão desse horário matinal, e arranjar + 2 elementos dinâmicos e talentosos.
Até o Rui Estêvão de manhã anima mais.