de facto a diversidade é interessante. Concordo mais com a anterior opinião. A dada altura a Monica Mendes acomodou-se um pouco e pagou isso bem caro, quando foi afastada pelo Montez para o fim de semana e pelo Reis para a hora do jantar. O Tiago Ribeiro é uma força viva da rádio, não tendo uma grande voz, note-se que faz o seu trabalho com grande prazer, empenho e vivacidade. Desde que saiu, as tardes morreram muito. Eu colocaria de novo o Tiago nas tardes e o André Santos nas manhãs. Luis Oliveira passaria para um novo painel nocturno 22-01h (com musica e palavra) com Nuno Calado e Henrique Amaro.
Para elogiar o Tiago Ribeiro, não preciso de desmerecer a Mónica Mendes.
Alguns apontamentos que faltam esclarecer.
Em Abril de 2015, o Nuno Reis mal tinha assumido a direcção da 3 (que estava à deriva por razões polÃticas e possÃvel atribuição de tachos a amigos), o Diogo Beja bate com a porta e nem sequer avisou ou se despediu do seu auditório (fiquei sentido).
O Nuno Reis achou por bem pôr a Mónica Mendes, comunicadora de mão cheia e uma pessoa que já tinha experiência naquele horário, para assumir as manhãs e apagar o fogo (o Miguel Freitas ainda chegou a passar por lá por uns dias).
Nessa altura, antes das Manhãs, já a Mónica Mendes estava há muito no painel que é hoje da Isilda Sanches, estando o LuÃs Oliveira a assumir as tardes, sendo que antes dele, já a Ana Galvão tinha tomado conta do painel das 16h00 à s 19h00 (Ana Galvão e Alvim numa tarde era um luxo).
Do perÃodo entre Abril e Setembro de 2015, a Antena 3 foi mudando e o programa da manhã não foi excepção.
A Joana Marques (tal como a Inês Lopes Gonçalves actualmente) passou progressivamente a ter menos espaço no painel, entrando mais tarde e intervindo menos, preparando a sua migração para as futuras Donas da Casa.
A playlist foi mudando, passando mais música alternativa e soul (a sua grande praia), causando alguns dissabores aos que, como eu, estavam habituados às manhãs frenéticas com o Diogo Beja.
Quando entra a fase Alternativa Pop, depois de dois dias de emissão apenas com playlist (e sem anúncios), o Franco Bastos sai e a Mónica Mendes fica reservada apenas ao M semanal.
E ela foi uma das que assinaram a petição para dar um novo rumo à 3, tornando-a uma rádio alternativa.
Quem assumiu as noites foi o Rui Estêvão e, às Sextas-feiras, o MQ3.
A programação semanal da Antena 3 era algo do género:
07h00 - 10h00 - Manhãs da 3 - Ana Markl e LuÃs Oliveira
10h00 - 12h00 - Donas da Casa - Ana Galvão e Joana Marques
12h00 - 13h00 - Selecção Natural - Nuno Reis
13h00 - 15h00 - Tiago Ribeiro
15h00 - 16h00 - DomÃnio Público - Raquel Bulha e Tiago Ribeiro (se me recordo, fazia 2 painéis de seguida)
16h00 - 19h00 - Isilda Sanches
19h00 - 20h00 - Prova Oral - Fernando Alvim e Rita Camarneiro
20h00 - 22h00 - Rui Estêvão (Sextas-feiras MQ3)
22h00 - 23h00 - Portvgália - Henrique Amaro
23h00 - 24h00 - Indiegente - Nuno Calado
24h00 - 02h00 - Programas variados como o Coyote ou a Carta Branca às Quartas-feiras
02h00 - 04h00 - Alta Tensão - António Freitas
04h00 - 06h00 - Playlist (acho que a Joana Dias por lá passou)
06h00 - 07h00 - Prova Oral (Repetição)