Do que ouvi, cada vez mais me arrependo de ter sugerido o Tiago Ribeiro para emissão em conjunto... Ele não dá espaço aos outros colegas e nesta fase já se deviam ver melhorias....
O André, ouvi-o na sexta feira, creio, e fmais uma vez fez uma emissão muito boa, promoivendo interacção, mesmo que sozinho com o Van der Ding. Gostei!
Ele pode estar a deslumbrar-se um pouco com a mudança... também não é para menos: a 3 a apostar em alguém novo já é quase um milagre, quanto mais chegar às Manhãs em apenas 4 anos e com a idade dele. É uma hipótese de 1 em 1000...
É ridÃculo o André ainda ser visto praticamente como um estagiário. Esta injustiça vai continuar até quando?
Hoje, ouvi a emissão das manhãs das 7h às 8h30 e gostei.
Nota-de alguma falta de coordenação entre todos, mas, mesmo com os risos forçados do Hugo van der Ding, achei boa a emissão.
Em termos musicais, nota-se uma ligeira diferença entre a era LuÃs Oliveira e Tiago Ribeiro.
Mas isso já depende do gosto de cada um.
E volto a bater na tecla que a Antena 3 é a única rádio nacional musical que faz a diferença nas regiões do Interior.
Concordo plenamente consigo nessa sua última frase. Em termos musicais as rádios da minha região (Covilhã/Fundão) pouco ou nada têm a acrescentar. A Antena 3 sempre dá um "refresh"...
P.S. Será que só eu acho que muitas músicas que inicialmente passam na Antena 3 a TSF vai buscá-las para a sua playlist pouco tempo depois? Exemplos: Tame Impala, Michael Kiwanuka, Tom Misch, Madrepaz, entre outros...
Cumprimentos a todos.
Sem dúvida. Se antes, o único programa/podcast que não perdia, seja ele de rádio, net, ou TV, era a Prova Oral, com aquela meia horinha final do Tiago Ribeiro com o Guilherme Duarte e o DomÃnio Público Extra (que levou tantas crÃticas, a meu ver, injustas neste fórum), agora que faço 1h30m de carro, para cada lado, em direcção ao trabalho, não troco a música da 3 por qualquer outra nacional, apesar de costumar picar as 3 da Manhã na Rádio Renascença (anos e anos a ouvir a Ana Galvão e a Joana Marques na 3, fizeram com que eu passasse, «miraculosamente», a ouvir a RR para além do universo Bola Branca).
Sobre a TSF, já tive oportunidade de escrever no tópico referente à antiga Rádio Jornal que, apesar de ser pelos motivos errados, gosto muito de ouvir a TSF ao fim-de-semana graças à sua playlist (Hooverphonic, Charlotte Gainsborough, Vampire Weekend, Tame Impala, Hot Chip, etc.).
Sobre essa semelhança na playlist, eu tenho uma «teoria da conspiração». Há uns anos li um excerto de uma entrevista dada pelo Nuno Reis (muito antes de ele ser director da 3) a dizer que os pontos altos da carreira dele foram ter fundado e trabalhado até ao fim na XFM (que era do mesmo grupo) e ter apresentado o programa da manhã na TSF bastante novo, onde lhe deu uma bagagem enorme do que ele pensa que deve ser a rádio.
Junta a isso, a incursão de gente como a Isilda Sanches (demorei anos para a ver com bons olhos na 3, até porque sempre a associei ao facto de ter ficado com o lugar da grande Mónica Mendes) e do Ricardo Saló.
Por fim, gostaria de dizer que a minha posição em relação à 3 é muito semelhante ao ponto de vista do radiokilledtheMTVstar e, em parte, com o do Atento. Defendo uma rádio jovem, que não se cinge aos hits, com uma forte componente cultural e cÃvica, com idas a politécnicos e universidades, debates e sair à rua para sentir o pulsar dos jovens.
Parte dessa visão foi destruÃda pela actual direcção, contudo, também tiveram o condão de reorganizar uma casa em ruÃnas, dar-lhe uma linha orientadora (mesmo que discorde dela), continuar a apostar na música portuguesa (pena é aà existirem alguns amiguismos e, também, não cobrirem grandes eventos) e, sobretudo, criar uma espécie de redacção própria (que na prática, não é assim) apenas destinada para eventos culturais e colmatar a falta de noticiários com dicas úteis no DomÃnio Público (um agradecimento à equipa e, em particular, ao Daniel Belo).
Saudações caro Aracaçu!