O Alvim domina o direto, sem rede. É genuÃno.
Na rádio portuguesa atual, há pouca gente que se sinta tão à vontade como ele.
Respire ar puro, “Atentoâ€. Aproveite a sua cidade, as esplanadas da baixa pombalina, os bairros, praças, a simpatia das pessoas, dos turistas, respire mundo sem sair da sua terra. Recomendar-lhe-ia o espetáculo multimédia imersivo no Convento do Carmo, mas já terminou. Parece que em setembro arranca um espetáculo do género, mas com outro nÃvel de sofisticação, no Porto. Areje as ideias.
Essa pessoa que para si é sofisticada para muita gente não passa de provinciana, tacanha e sem piada nenhuma. Numa radio jovem, sublinho jovem, põem um individuo velho (um fóssil) a comunicar para uma audiência supostamente jovem, coisas que para esse público devem soar a bizarras, no mÃnimo, não lhes dizem nada, o tipo não tem a idade deles, para os mais velhos soam a patéticas, enfim uma fraude. Esse individuo ocupa o lugar, mas aos mais novos com talento não lhes dão nenhuma oportunidade. Não é para isto que a <Antena 3> serve, não é para isto que pagamos o serviço público, isto não se ouve nas rádios de referência da Europa. Deem oportunidades aos mais novos, não se agarrem aos lugares com super cola 3, para mais sem nada de oportuno ou pertinente para dar. Na rádio, restaurem o estÃmulo de porem os jovens a sonhar, mostrem-lhes exemplos daqueles que concretizam sonhos, mostrem outras realidades à malta mais nova, algumas, porque não, aventureiras ou rebeldes. Não, desculpe, esta m. que lhes impingem.
Já que é um entusiasta dos grupos de comunicação franceses, a estação pública <France 2> (a RTP 1 dos franceses) no principal noticiário tem locutores e jornalistas jovens. Confira. Têm tanta ou mais competência que os mais velhos. Rejuvenesçam a rádio pública, deem oportunidades às gerações mais novas. Há por aà talentos por descobrir.
Concordo com o participante AbÃlio Maia.