Não percebo essa necessidade, porque é que tem de haver um humorista? Porque as radios francesas e espanholas têm, é esse o motivo? Estou cansado desse modelo.
Não sendo necessariamente uma rubrica de humor, ainda me lembro quando o José Carlos Malato tinha uma rubrica nas manhãs da XFM, cujo nome sempre me escapou, que era uma espécie de crónica sarcástica da atualidade. Aliás, houve uma altura em que, em vez de um bloco de notícias, o topo da hora era dedicado a crónicas de opinião assinadas por figuras de áreas distintas (geralmente das Artes, Cultura e Humanidades), mesmo se nem sempre narradas pelos próprios.