Essa malograda frequência, na minha modesta opinião, só terá melhor sorte se, como se especula, passar a uma eventual Benfica FM.
Goste-se, ou não, do clube, até porque o meu ponto é sobre a viabilidade do projecto rádio, passar para as mãos de quem tenha poder económico e neste caso particular o interesse numa aposta de um produto diferenciador, significará possivelmente o fim de um ciclo de insucesso dos 93.7 MHz.
Dou três razões que fundamentam a minha tese:
1. Uma rádio de um clube, no nosso país, será seguramente diferenciador;
2. Viabilidade, creio que é indiscutível;
3. Audiência, a avaliar pelo número de sócios, adeptos e curiosos (mesmo circunscrevendo-me à geografia de alcance do emissor) também não me oferece grandes dúvidas.
Quanto à qualidade do produto, no dia que venha a existir, terá o seu tempo para ser avaliado.
Para já, como diria Zezé para Toni: "é um suponhamos".