Bem “R4â€, concordo consigo.
Propositadamente, não referi esse espaço de lixo radiofónico, que nem sequer se pode apelidar de programa. Acho que no perÃodo de acentuada decadência do RCP tentaram tudo para manter a rádio à tona, mas, de facto, espaços como o que referiu foram a estocada final. Não se percebia a quem se dirigia o RCP definhado, por um lado, quem procurava uma rádio de palavra e informativa, a repulsa a esse tipo de conversa mentecapta era óbvia, por outro, quem procurava a rádio como elemento de mera distração, não embarcava em assuntos sem nenhum interesse, de um vazio absoluto. Não se confunda a árvore com a floresta, essa estratégia correu muito mal, talvez os radialistas tenham sido compelidos a fazer aquilo. Tal, também, não significa que tenham um potencial diminuÃdo por darem voz a algo abjeto, digamos assim, porque deram provas do contrário em muitos outros momentos de rádio.
Não me parece que o “R4†faça as suas escolhas de estação e/ou programa como um ouvinte comum, mas como observador. Porventura terá pertencido ou pertence a alguma estação de rádio?