Ordens de magnitude melhor e mais justo que o concurso da Mega. Estão sinceramente de parabéns, deve ser a melhor iniciativa que eu já vi neste estilo em muitos anos.
Com todo o respeito por quem faz animação, não queiramos comparar as responsabilidades com quem faz informação, nem sequer a importância. Não acho nada de sui generis, acho que é, até, uma excelente forma de fazer um processo de recrutamento. Em todas as profissões, há sempre um processo de seleção prévio, antes das fases de entrevista e simulação de ambiente de trabalho e não é raro que o mesmo inclua o envio de um portfólio, que é, na prática "a maneira criativa de nos convenceres a escolher-te". Considerando o tipo de cultura da empresa da Observador, que está longe de ter o mesmo cinzentismo de outras redações, parece-me muito bem. Fiques ou não fiques, todos os que passem a primeira fase, fazem a formação, o que pode até ser uma mais-valia aproveitada pela concorrência.
Nada a dizer, portanto, e, muito menos, passível de ser comparável com a situação da jovem da Buraca.
Veja a cobertura que a Observador fez das autárquicas...
Natália Magalhães e Silva da Antena1.
Há que admitir, a cobertura da Observador foi muito boa, isso é verdade. E, para quem tanto apregoa que é a rádio local de Lisboa, ainda ontem na reta final, o maior destaque foi sem dúvida para o Porto. Falta-lhes uma redação a Norte, temos peso político e institucional para merecer isso. Aparentemente está nos planos, mas tarda em não se concretizar.
Natália
Magalhães e Silva Carvalho. É o nome profissional da pessoa, independentemente de estar casada com quem estiver, coisa que não interessa minimamente. Isso é só um ataque pessoal.