Hoje continua Miguel Freitas na Tarde.
A Carina está doente (imagino que não esteja de férias ao fim de uma semana) ou já decidiram mudar, ao cabo de 5 dias? Se foi isso, é a chamada chicotada psicológica. A confirmar-se, deve ser a mais rápida da história da rádio em Portugal, e alguém, que não será evidentemente a Carina, tem de assumir a responsabilidade pela curta duração do espaço.
Já agora, porque motivo não fica em podcast, no RTP Play, a totalidade do programa? Fazem-no na 3, com mais música, e não conseguem na 1? Há algo de errado.
Vocês conseguem tirar a pessoa mais calma do sério. Enquanto vocês não meterem na cabeça que estão aqui a falar sobre seres humanos, pessoas e não máquinas falantes sobre as quais se acham no direito de falar, este fórum será sempre e somente isso: um veículo de maledicência.
À Carina morreu-lhe família. E vocês não são obrigados a saber, mas ao menos tenham noção antes de vaticinar o fim de um programa que acabou de começar e no qual ela está a fazer um excelente trabalho. Todos sabem disso nos corredores da rádio, menos vocês. Deve querer dizer alguma coisa.
Fala-vos um colega de profissão que já começa a ficar cansado disto. E o meu discurso é válido em defesa da Carina, tal como é válido para todos os meus colegas que aqui vejo serem dissecados e maltratados. Somos todos pessoas, gente. Mais empatia, por favor.
Essa crítica para mim não é de todo válida, fui o primeiro a dizer acima, pode ler, que estavam a crucifica-la em praça pública sem razão. Mais, no próprio post acima, disse que, salvo se ela estivesse doente ou algo como o que aconteceu, que por acaso pensei, mas não escrevi por razões óbvias, é que seria motivo de crítica. Deixo aqui, evidentemente, os meus sentimentos, pelo momento de luto, que, como é óbvio, não tem de ser do conhecimento do público, estou plenamente de acordo consigo.
Resumindo, está esclarecido, e nem precisava de dizer o motivo. Imagino que o Miguel Soares deva ter referido no início da emissão de segunda-feira que a Carina estaria ausente alguns dias, ou coisa parecida. Também por isso referi que o programa não estava no RTP Play, o que por acaso acho que seria pertinente.
Finalmente, não seria a primeira vez, e refiro-me ao conjunto das estações, que programas duram muito pouco. Ainda recentemente, alguém durou numas manhãs pouco mais de um mês. Precisamente, quando me referi à "chicotada psicológica", usando uma metáfora do futebol, era para criticar essa decisão, caso ela tivesse sido tomada... por uma semana de emissão. Era absurdo, naturalmente, e por isso referi que, se fosse o caso, alguém deveria ser responsabilizado, precisamente por ser despropositada tal decisão. Em todo o caso, está esclarecido, infelizmente (e digo-o porque alguém partiu), não foi o caso.