Deixe lá Júlio, é mais outro episódio da brigada do Reumon Gel a atacar...
Há música portuguesa atual bastante boa, ainda que quem canta às vezes não consiga preencher o palco. Trabalha bem o estúdio mas não é totalmente performer. Com o tempo vamos lá.
Em defesa da música portuguesa...
Eu não me identifico com a Brigada do Etofenamato, estamos em contacto rádio não se deve referir marcas

, não é à toa que as musicais que mais ouço são a Mega e a RFM, em que não lhes cabe esse rótulo. Não obstante, é um pouco aquilo que dizes, há muito quem seja excelente em estúdio, mas depois em palco, deixe a desejar. Não torna a música má, mas como para mim o expoente máximo da música é quando a mesma é tocada ao vivo, ou seja, Festivais ou Concertos, não posso ignorar que há aí muito cantor atual que se torna pouco atrativo. E, em abono da verdade, muita malta que não passa tanto na rádio que é excepcional.
Também é verdade o mesmo para os estrangeiros, mas aî, penso que há mais seleção, o mercado é maior, só tende a chegar às rádios a nata.
Ainda assim, também há casos desses. Por exemplo, vi a Gracie Abrams em fevereiro no MEO Arena, mesmo descontando o efeito adolescentes aos berros e a péssima acústica do Atlântico, o concerto dela ficou um pouco aquém daquilo que era a minha expectativa. Também achei o mesmo da Olivia Rodrigo, que em rádio enche bem, num registo pop-rock que até é interessante...