Esse espartilho regional não faz qualquer sentido.
O importante para os ouvintes é haver um programa devidamente estruturado e com recursos humanos de qualidade.
Concordo com a segunda frase, com a primeira, explico porque não. Faz toda a falta um modelo que permita que artistas e personalidades de relevo de outras regiões do país que não Lisboa, possam ter voz no som nacional da rádio pública. O país não é assim tão pequeno quanto isso.
É claro que faz sentido que a rádio publica tenha espaços dedicados à emissão regional. Temos um país a várias velocidades, e que se foca apenas no que se passa perto da capital. Além da informação (regional), as oportunidades de divulgação de entidades, personalidades e artistas não sao iguais em todo o território e também não são obrigação particular das rádios privadas.
O serviço público de radiodifusão deve ser o "garante" desta igualdade de oportunidades, seja em emissões locais, seja mesmo nas emissões nacionais.
Isso tem de ser trazido à emissão nacional.
Depois há que voltar a ter os desdobramentos do Portugal em Direto.
Repito: o importante é ter programas estruturados, com bons recursos humanos, e publicitá-los.
Por exemplo, a rtp1 tem os dias estragados devido ao grande buraco negro entre as 10:00 e as 13:00 a partir do Monte da Virgem.
Inacreditável o velho do Restelo que mal cheire a emissão nacional desde o Porto, Coimbra ou Faro, crítica. Mete nojo este olhar do país deste desatento, Centralista, provinciano, parolo e bacoco.
Você continua a não ler com atenção aquilo que escrevo.
Já agora porque é que as emissões não podem ser a partir de Bragança, Guarda, Évora e Funchal?
O Porto quer isto e aquilo, segundo o Zeca...depois as rádios que emitem a partir do Porto são preteridas, peferindo os portuenses "as de Lisboa centralista, opressora..."
O mesmo se passa na tv...
Quais os números do Porto Canal no grande Porto?
Organizem-se!!!