O ponto aqui, esquecendo a Geografia do Santo, é este:
1. Será que este tipo de festividades, que são essencialmente visuais, tem enquadramento na rádio? Pense-se, por exemplo, no fogo de artifício: agora, explode um foguete vermelho, seguido de um verde, depois uma explosão de laranja.
2. Será que no atual posicionamento da Antena 1, que é uma rádio mais erudita, está, a meu ver, mais afastada da RR e mais próxima da TSf em termos de posicionamento, faz sentido transmitir este tipo de eventos? Reparem, eu não estou a dizer que o Estado não deva ter uma rádio popular. Mas, se o quer ter, e até algures já sugeri que se pudesse fazer um produto deste tipo mais vocacionado aos séniores, então tem de definir o posicionamento da Antena 1. Querer agradar a todos, e ser uma coisa ao Domingo, outra à terça e outra à quinta, é o caminho certo para a irrelevância, onde, apesar de tudo, a Antena 1 ainda não está. Tem de existir uma definição, penso que é essencialmente isso que falta. E isto aplica-se que nem uma luva à história da playlist...