O Mestre continua em forma.
«Tão longe, tão perto» respeita aquela velha máxima que ver, é diferente de olhar e ouvir é diferente de escutar.
Foi um retrato sociólogo de uma das regiões que mais gosto neste país: aquele eixo que vai de Alpalhão e que acaba na Beirã, o ferroviariamente chamado «Ramal de Cáceres».
Esta, como as outras regiões que compõe o osso deste país, estão votadas a um certo esquecimento por parte de Lisboa e do Porto e cujas suas gentes têm tanto para nos ensinar.
Isto é rádio etnográfica!
PS: Apesar de nunca o ter escutado sem ser em excertos (por razões de idade), este programa não terá certas semelhanças ao mítico Um Lugar ao Sul do Rafael Correia?