E a Mega Hits gostei mais da versão pop-rock.
A Best Rock faz falta... Muita mesmo...
E o RCP musical também... A M80 já teve melhor playlist...
Desde que tiraram os Supers Pop e Rock,o Top e a Zona X virou marasmo...
Bem,eu preferiria uma Antena 3 dessas 3 grelhas...
O Miguel Peixoto pergunto o que lhe deu para ir para a Best Rock...
A Best Rock no meu ver foi uma rádio criada para manter viva a Comercial Rádio Rock,pois a nÃvel de carreira quem lá foi parar pouco ou nada saiu valorizado.
Surpreendo-me é porque o José Marino foi para a Comercial,foi basicamente para uma praia que não era a dele...
Coisas que pouco ou nada se entende.
Mas confesso,gostava imenso de voltar a ver a Comercial Rádio Rock no Ar...
A Antena 3 bem podia fazer esse papel...
Ouvia todos os dias as manhãs da Best com o Miguel Peixoto entre a saÃda do Markl da 3 e depois o Ãnicio daquelas manhas de tédio com a Joana Dias+ LuÃs Oliveira e o boom das Manhãs da Comercial. Lembro-me perfeitamente das chamadas com os ouvintes mais ou menos tresloucadas e com ele sempre a despedir-se com um "Bom fim de semana" todos os dias 
O rock era mesmo a sua praia, mas pelo que me lembro o problema da Best é que não saiam muito do soft rock/rock acústico para passar sons um pouco mais pesados e poder variar a playlist, e assim muitas vezes passavam bandas desconhecidas de qualidade duvidosa... Possivelmente até era ele mesmo que escolhia a playlist, pelo menos no seu programa.
Se naquela altura existisse a facilidade com que se arranjam patrocÃnios hoje em dia provavelmente a Best ainda andaria por aà e acredito que tivesse uma playlist melhor que nessa altura... e confesso que no Ãnicio achava mesmo que a SBSR iria ser uma nova Best (e se assim fosse teria muito melhores resultados que os que tem).
Na mouche em relação à SBSR e à M80. Eu, com uns 13/14 anos ouvia a Best Rock FM em streaming (depois dos 96.4 FM de Santarém terem ido para o Rádio Clube e depois para a M80).
Lembro-me bastante bem das manhãs do Peixoto, das chamadas bizarras e altivas da malta a dizer «Bom fim-de-semana», independentemente do dia e de que ele tinha uma companhia feminina de quem já não me recordo do nome.
Daquilo que me lembro, os últimos tempos da Best foram agonizantes e a playlist dela era um pouco estagnada, entre covers de baladas como Careless Whisper dos Seether, a decadência dos Nickelback, algum bom nu metal, um som mais imberbe dos McFly e dos Blink 182 e, lá está, aquela barra de energia nacional com os Fonzie, Fitacola, k2o3, Tara Perdida ou os Easyway. Tudo bandas nacionais que ouvia nos primeiros tempos em que escutava a Antena 3 e que agora estão basicamente proscritos e quase proibidas de serem sequer citadas em antena.
Depois curei a ressaca do seu fim, passando a ouvir o streaming da nova (e derradeira) vida da Super FM, essa sim, com sonoridades mais pesadas e fora do politicamente correcto.
Mas se um dia a MCR quiser usar uma das suas frequências (as da Cidade FM, por exemplo) para ressustirar a Rádio Rock, eu cá estarei para dar 1 € ou 2 €/ mês para ajudar as despesas.
(Obviamente que sei que isso é uma utopia).
Por fim, gostaria de dizer que a grelha de 2000 peca num aspecto: No 20.º aniversário da Antena 3, a Mónica Mendes e o José Mariño confessaram que, em 1998, quando faziam as manhãs, eles tiveram uma péssima entrevista com o Paulo Gonzo pois foi bastante desagradável e armou-se numa autêntica primadona. Pelo que leio, a A3 era um barco à deriva cuja sua playlist era muito popularucha e passava tudo o que era artista nacional. Com a entrada do Eng. Montez, tudo mudou. Modernizaram o site, criaram-se rubricas como as Bolas com Creme do Bubu, trouxe uma data de malta boa da MCR que se juntaram com outra malta porreira que por lá andaram, criou-se o Serviço Público, nesse link que deixei ainda não era visÃvel, mas foi com ele que apareceram a Prova Oral, a Portvgália, a Caixa de Ritmos e outras apostas em programas de autor e, sobretudo, criou a lógica de mais música nova e nova música portuguesa, que até lá, não era assim tão comum apostar-se em bandas emergentes.
O LuÃs Montez saiu em finais de 2003, o Jorge Alexandre Lopes volta a assumir a direcção por sensivelmente um ano e picos e o Mariño, em 2005, sai da RC para ser director-adjunto do Rui Pêgo com o pelouro da Antena 3, criando a lógica da rádio da primeira vez.
Promove várias vozes novas, novas rubricas, acaba com os espaços de domÃnio público (a minha principal crÃtica à sua gestão) e a rádio com ele torna-se um pouco mais alternativa aos poucos, fazendo uma boa mescla entre o que é pop actual e os melhores sons alternativos.
Verrinando e metendo um pouco de veneno, creio que o Mariño e o Reis não se dão muito bem desde dessa altura. xD