A Smooth precisa mesmo de mais recursos humanos. Pelo menos 2 radialistas, para fazerem a tarde (11-16 e 16-20). Acho que a Dora Isabel funciona melhor num horário noturno em vez dos fins de tarde.
Era bom o Gonçalo Câmara manter as rubricas que fazia na Smooth, acho que não seria impeditivo.
Mas realmente a MCR é cada vez mais apenas Comercial e as outras rádios ficam com as "sobras"...
Sem dúvida: se a Vodafone for mesmo para mandar ao charco, um nome que acho que poderia assentar bem à Smooth é o da Inês Henriques. Teria de haver uma adaptação ao estilo, sem dúvida, mas até pelo perfil da própria me parece um nome com potencial para a estação.
A MCR está a seguir uma estratégia errada que traduziria da seguinte forma: 1 - "meter a carne toda no assador" e 2 - "os ovos todos no mesmo cesto".
Explico: 1 - é uma máquina de trucidar pessoas, és um ativo descartável, e isso não está relacionado com o facto de ser o único grupo privado. É mesmo cultura da empresa. Há uma hierarquia muito rígida e, parece-me, excessiva cultura de retaliação ou pelo menos de desvalorização dos ativos. Há todo um histórico, que nem no serviço público sujeito aos "pequenos poderes" se verifica. Para além disso, não há uma reserva estratégica que num caso de debandada, por exemplo na Comercial ou na M80 possa assegurar pacificamente a transição (diria que essa reserva é a Cidade que de reserva me parece ter pouco).
2- Como já foi dito acima, M80, Cidade, Smooth e Vodafone parece que nem existem. Publicidade? Tudo Comercial! Ações? Tudo Comercial! Falta uma política que faça a conexão do auditório com o portefólio de rádios. Nesse sentido, iniciativas como a que a R/Com vai desenvolver na sexta-feira ou a própria plataforma pocasts são muito positivas para criar essa fidelização do auditório. É o caminho das pedras, mas a prazo vai ser mais bem sucedido. Veremos se com a Bauer alguma coisa se alteratrá.