Autor Tópico: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026  (Lida 11363 vezes)

AG

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Re: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026
« Responder #90 em: Março 18, 2026, 11:09:46 am »
Por aqui continua sem resolução:
106,4 Capsao sem emissão
89,1 Lezíria em portadora, sem rds
100,8 Sudoeste sem emissão
98,1Marginal sem emissao

Enviado do meu 2312DRA50G através do Tapatalk
Fazem quase todas tanta falta como a fome, tirando a Marginal.
« Última modificação: Março 18, 2026, 02:04:28 pm por AG »

Asantosc12

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Re: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026
« Responder #91 em: Março 18, 2026, 09:51:00 pm »
Aproveito para dizer que a Rádio Clube Marinhense, está a transmitir, com ajuda de responsáveis da Diana FM, que vieram instalar um elemento radiante num tubo junto à ligação STL, por cima dos estúdios da rádio. Acaba por ser uma microcobertura, audível praticamente na cidade e algumas zonas com dificuldades. Basta passar por um prédio, que o sinal caí a pique. Um novo emissor, segundo costa, ronda os 40/50 mil euros..

MPXpower

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Re: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026
« Responder #92 em: Março 21, 2026, 07:20:15 pm »
Aproveito para dizer que a Rádio Clube Marinhense, está a transmitir, com ajuda de responsáveis da Diana FM, que vieram instalar um elemento radiante num tubo junto à ligação STL, por cima dos estúdios da rádio. Acaba por ser uma microcobertura, audível praticamente na cidade e algumas zonas com dificuldades. Basta passar por um prédio, que o sinal caí a pique. Um novo emissor, segundo costa, ronda os 40/50 mil euros..
Se está a falar apenas de um emissor, um de3KW ronda os 15,16KEur
Agora se falarmos de um centro emissor com torre, antenas,instalação, então pode sim chegar a esses valores facilmente. Vai depender da extensão dos danos.


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Memorias da Radio

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Re: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026
« Responder #93 em: Março 21, 2026, 07:59:37 pm »
Aproveito para dizer que a Rádio Clube Marinhense, está a transmitir, com ajuda de responsáveis da Diana FM, que vieram instalar um elemento radiante num tubo junto à ligação STL, por cima dos estúdios da rádio. Acaba por ser uma microcobertura, audível praticamente na cidade e algumas zonas com dificuldades. Basta passar por um prédio, que o sinal caí a pique. Um novo emissor, segundo costa, ronda os 40/50 mil euros..
Se está a falar apenas de um emissor, um de3KW ronda os 15,16KEur
Agora se falarmos de um centro emissor com torre, antenas,instalação, então pode sim chegar a esses valores facilmente. Vai depender da extensão dos danos.


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A Marinhense tem 1 kW máximo de PAR. Aquela cotação dos 40/50 mil euros parece-me francamente exagerada.

E um emissor de 1 kW consegue-se, embora claro que não espere nenhum Elenos Indium daqui, por 2300 euros: https://www.pcs-electronics.com/pt/shop/fm-transmitters/fm-radio-packages/1000w-cybermaxfm-se-v3fm-transmitter-package/

Torre em si, cablagem e instalação será muito mais caro, claro, mas acho que não direi nenhum disparate se o valor real para algo minimamente apresentável rondar os 10/15k.

ouvinte

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Re: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026
« Responder #94 em: Abril 04, 2026, 02:48:27 pm »
Meses depois que rádios continuam sem emissão ?
Será a Província e a Mundial FM ?

Asantosc12

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Re: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026
« Responder #95 em: Abril 04, 2026, 09:31:28 pm »
Aproveito para dizer que a Rádio Clube Marinhense, está a transmitir, com ajuda de responsáveis da Diana FM, que vieram instalar um elemento radiante num tubo junto à ligação STL, por cima dos estúdios da rádio. Acaba por ser uma microcobertura, audível praticamente na cidade e algumas zonas com dificuldades. Basta passar por um prédio, que o sinal caí a pique. Um novo emissor, segundo costa, ronda os 40/50 mil euros..
Se está a falar apenas de um emissor, um de3KW ronda os 15,16KEur
Agora se falarmos de um centro emissor com torre, antenas,instalação, então pode sim chegar a esses valores facilmente. Vai depender da extensão dos danos.


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Só para terem noção, a torre ainda está no mesmo sitio, ou seja, ainda não foi retirada do local durante este tempo.

A torre dobrou logo no inicio, logo terá de ser substituida, a ligação e os elementos radiantes terão de ser avaliados, se com a queda sofreram danos.

Mas deverá de ser torre + cabos + ligação stl + elementos radiantes.

Segundo sei, já bem antes da tempestade, estavam a passar por dificuldades económicas. Agora deve ter sido a cereja no topo do bolo, infelizmente.

Porque se já com o emissor a carborar a 1kW, estava complicado, com esta mini cobertura, porque a verdade é que o prédio da rádio não é nada alto, a sorte fica no centro da cidade, é mais dificil arranjar publicidade..

Sei, que já pediram ajuda e existe uma campanha do Pingo Doce chamada SOS Bairro, que serve para ajudar as comunidades mais afetadas pela tempestade Kristin e tem lá uma caixa para ajudar a Rádio.

Foi uma solução temporária, mas a audiência deve ser pouca ou nenhuma, basta sair da cidade e em alguns locais, mesmo dentro da mesma, em que o sinal passa de 100 a 0. Conforto de escuta, muito complicado, uma simples viagem de 3/4km fora da cidade acabou o sinal.

Vamos esperar que consigam-se reerguer, porque se não, acredito que algum grupo poderoso, arranje o emissor e aproveite a frequencia.


Radiofilo

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Re: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026
« Responder #96 em: Abril 23, 2026, 03:55:00 pm »
Aproveito para dizer que a Rádio Clube Marinhense, está a transmitir, com ajuda de responsáveis da Diana FM, que vieram instalar um elemento radiante num tubo junto à ligação STL, por cima dos estúdios da rádio. Acaba por ser uma microcobertura, audível praticamente na cidade e algumas zonas com dificuldades. Basta passar por um prédio, que o sinal caí a pique. Um novo emissor, segundo costa, ronda os 40/50 mil euros..

Entretanto, segundo esta notícia do Jornal da Marinha Grande https://www.facebook.com/watch/?ref=saved&v=997058116333573 , parece que a campanha recentemente promovida pelo Pingo Doce local ("Bairro Feliz") terá surtido algum efeito. Consequentemente, segundo é referido, os responsáveis estão a trabalhar no sentido de regressar, logo que possível, às condições normais de difusão do sinal da estação.

Será, certamente, um processo algo demorado, mas, mesmo assim, saúdam-se as boas notícias.

pdnf

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Re: “Vítimas” das tempestades de Janeiro/Fevereiro de 2026
« Responder #97 em: Abril 23, 2026, 07:14:13 pm »
Aproveito para dizer que a Rádio Clube Marinhense, está a transmitir, com ajuda de responsáveis da Diana FM, que vieram instalar um elemento radiante num tubo junto à ligação STL, por cima dos estúdios da rádio. Acaba por ser uma microcobertura, audível praticamente na cidade e algumas zonas com dificuldades. Basta passar por um prédio, que o sinal caí a pique. Um novo emissor, segundo costa, ronda os 40/50 mil euros..

Entretanto, segundo esta notícia do Jornal da Marinha Grande https://www.facebook.com/watch/?ref=saved&v=997058116333573 , parece que a campanha recentemente promovida pelo Pingo Doce local ("Bairro Feliz") terá surtido algum efeito. Consequentemente, segundo é referido, os responsáveis estão a trabalhar no sentido de regressar, logo que possível, às condições normais de difusão do sinal da estação.

Será, certamente, um processo algo demorado, mas, mesmo assim, saúdam-se as boas notícias.

O Pingo Doce da Marinha Grande dispôs de 85k para apoiar 5 causas das mais de 100 que receberam pedidos de apoio. Dá, portanto, 17k a cada uma. Imagino que com 17k, já consigam uma torre razoável. Honestamente, não compreendo também como com uma torre ao lado, não autorizaram a partilha. Os elementos devem ter ficado inutilizados, não?
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.