Estou mesmo a concluir que, em Portugal, face à perda do meio rádio para outros concorrentes da comunicação (televisão, redes sociais, etc.), terá que ser repensado o modelo de rádio que temos, cujas emissoras quer locais ou mesmo regionais e nacionais atravessam momentos orçamentais muito difíceis, fazendo, provavelmente, todo o sentido agregar rádios de cariz mais local em emissores de alcance maior e com maior capacidade técnica e financeira e, inerentemente, com maior envergadura para captar mais recursos humanos com valor.