Fórum da Rádio
Estações de radiodifusão => Rádios locais => Tópico iniciado por: Gervasio em Agosto 19, 2019, 07:50:34 pm
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A Rádio Foia é talvez a melhor rádio de cariz popular do sul do paÃs. Pelo menos considerando a playlist. Para nem falar do emissor, que se ouve de Portimão a Alcácer do Sal.
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A Rádio Fóia é talvez a melhor rádio de cariz popular do sul do país. Pelo menos considerando a playlist. Para nem falar do emissor, que se ouve de Portimão a Alcácer do Sal.
Estou totalmente de acordo! Na região Sul de Portugal, a Rádio Fóia é a "rádio rainha" ;D
Só é pena que não tenha licença e meios para emitir numa potência superior de modo a chegar (ainda) mais longe!
No caso do Algarve, eu também colocaria a Rádio Lagoa no ranking das melhores de cariz popular.
Eu diria mesmo que a Rádio Lagoa é uma espécie de "boa irmã" da Rádio Fóia.
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A Rádio Fóia caminha para a sua inutilidade se continuar a contribuir para o fim do único "serviço publico" organizado em prol do futebol algarvio...
https://www.sulinformacao.pt/2024/04/afinal-relatos-do-futebol-distrital-na-foia-deverao-continuar/
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A Rádio Fóia caminha para a sua inutilidade se continuar a contribuir para o fim do único "serviço publico" organizado em prol do futebol algarvio...
https://www.sulinformacao.pt/2024/04/afinal-relatos-do-futebol-distrital-na-foia-deverao-continuar/
SamM, obrigado pela partilha, pois ainda não tinha lido a notícia, nem me tinha chegado sequer.
Tenho medo para onde possa caminhar esta Fóia.
Nos últimos anos, tem existido cortes inenarráveis em todos os setores da rádio.
Para não falar, que é público, através do portal de transparência da ERC, as dificuldades financeiras que a rádio atravessa.
Espero que exista um consenso entre a direção da rádio e a direção do departamento de desporto.
Faço parte do departamento do desporto, mas quero o bem comum entre todos.
Quero que haja uma solução, e quero fazer parte dela.
Que a Associação de Futebol do Algarve continue a mediar esta situação o tempo que tiver de ser.
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A Rádio Fóia caminha para a sua inutilidade se continuar a contribuir para o fim do único "serviço publico" organizado em prol do futebol algarvio...
https://www.sulinformacao.pt/2024/04/afinal-relatos-do-futebol-distrital-na-foia-deverao-continuar/
SamM, obrigado pela partilha, pois ainda não tinha lido a notícia, nem me tinha chegado sequer.
Tenho medo para onde possa caminhar esta Fóia.
Nos últimos anos, tem existido cortes inenarráveis em todos os setores da rádio.
Para não falar, que é público, através do portal de transparência da ERC, as dificuldades financeiras que a rádio atravessa.
Espero que exista um consenso entre a direção da rádio e a direção do departamento de desporto.
Faço parte do departamento do desporto, mas quero o bem comum entre todos.
Quero que haja uma solução, e quero fazer parte dela.
Que a Associação de Futebol do Algarve continue a mediar esta situação o tempo que tiver de ser.
Vou analisar esta notícia meramente do ponto de vista do que deve ser a gestão de uma empresa: demonstra amadorismo. Autonomia do departamento, cede a publicidade, depois recebem...enfim, uma confusão. Não se compreende porque não está tudo centralizado na rádio, e isto demonstra o quanto as nossas locais estão em franca crise, também porque lhes falta gestão profissional, muito provavelmente mais do que audiências.
Nélson, se porventura a Lei da Rádio que vier a sair da próxima Assembleia da República vier a permitir um aumento do número de rádios em associação, não tenho grandes dúvidas que a Fóia será das primeiras "a ir ao ar". Quanto melhor é um emissor, mas apetecível ele fica, e mais dinheiro vale.
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A Rádio Fóia caminha para a sua inutilidade se continuar a contribuir para o fim do único "serviço publico" organizado em prol do futebol algarvio...
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SamM, obrigado pela partilha, pois ainda não tinha lido a notícia, nem me tinha chegado sequer.
Tenho medo para onde possa caminhar esta Fóia.
Nos últimos anos, tem existido cortes inenarráveis em todos os setores da rádio.
Para não falar, que é público, através do portal de transparência da ERC, as dificuldades financeiras que a rádio atravessa.
Espero que exista um consenso entre a direção da rádio e a direção do departamento de desporto.
Faço parte do departamento do desporto, mas quero o bem comum entre todos.
Quero que haja uma solução, e quero fazer parte dela.
Que a Associação de Futebol do Algarve continue a mediar esta situação o tempo que tiver de ser.
Vou analisar esta notícia meramente do ponto de vista do que deve ser a gestão de uma empresa: demonstra amadorismo. Autonomia do departamento, cede a publicidade, depois recebem...enfim, uma confusão. Não se compreende porque não está tudo centralizado na rádio, e isto demonstra o quanto as nossas locais estão em franca crise, também porque lhes falta gestão profissional, muito provavelmente mais do que audiências.
Nélson, se porventura a Lei da Rádio que vier a sair da próxima Assembleia da República vier a permitir um aumento do número de rádios em associação, não tenho grandes dúvidas que a Fóia será das primeiras "a ir ao ar". Quanto melhor é um emissor, mas apetecível ele fica, e mais dinheiro vale.
As rádios estão como as empresas... Nascem com um ou vários empreendedores/carolas e depois quando essa geração "desaparece" ficam entregues a pessoas sem o mesmo sentido de sacrificio e responsabilidade para salvaguardar os "servicos minimos" e a visao inicial da organização. Do que percebo como ouvinte, a secção de desporto só existe por mera carolice e se fosse pela direção da rádio nem sequer havia desporto em antena.
Mas como a faturação dos serviços publicitários é feita rádio, a secção de desporto fica refém da gestão que esta faz dos pagamentos recebidos. E verdade seja dita, no Algarve, que eu conheça, só a Alvor Fm faz emissão desportiva regular, sem ser a Fóia.
No que dizes sobre a valiosidade do emissor, só prova que esta rádio está em autogestão e nem sequer se faz promover para angariar novos Clientes, com a amplitude geográfica que tem. Como algarvio, o que menos queria era que fosse entregue a um grupo de Lisboa ou Porto, porque isso não nos tráz qualquer mais valia... Ainda seria pior do que o existente.
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A Fóia ter o emissor principal na Fóia é um garante de sobrevivência da estação...
Mas, e permitam-me o desabafo neste tópico, por que razão não é permitido, por exemplo, à Barca FM colocar o emissor na Serra Amarela, ou às rádios de Aveiro instalar emissores na Freita ou em encostas oeste do Caramulo? Ou as locais de Coimbra na Lousã? Não é concelho de Aveiro nem de Coimbra, dizem-me, mas a Nova e a Festival também estão fora do concelho do Porto...
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A Fóia ter o emissor principal na Fóia é um garante de sobrevivência da estação...
Mas, e permitam-me o desabafo neste tópico, por que razão não é permitido, por exemplo, à Barca FM colocar o emissor na Serra Amarela, ou às rádios de Aveiro instalar emissores na Freita ou em encostas oeste do Caramulo? Ou as locais de Coimbra na Lousã? Não é concelho de Aveiro nem de Coimbra, dizem-me, mas a Nova e a Festival também estão fora do concelho do Porto...
Porque o Monte da Virgem é uma elevação q.b. se compararmos com qualquer uma das outras. A Cidade FM é um bom exemplo, tem o emissor de Vale de Cambra na Freita e faz sofrer e muito a Renascença no Sameiro, que tem 20x mais potência autorizada (potência a mais, quando há um emissor no Muro, mas isso são contas de outro Rosário). A Regional de Arouca que está desimpedida faz o brilharete que faz pela elevação que tem, mas beneficia de estar muito limpa. Ainda assim, há zonas aqui por Gaia onde se nota que a potência reduzida é um entrave a melhor estabilidade do sinal. As de Aveiro já ficam um tanto ou nada distantes da Freita para lá estarem, pelo atual critério.
A Barca, honestamente, pensava que estava junto aos das nacionais. As de Coimbra na Lousã iam matar a Rádio Observador de Vila do Conde, a M80 Porto e até, talvez, a Antena 3 na Gravia.
Dito isto, claro que o critério é estúpido.
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A Barca está em Castelo de Nóbrega, uns 500 metros abaixo das nacionais. E mesmo assim entra quase limpa no Porto. Digo quase porque temos a Paivense. Sem essa, seria pacífico.
Enviado do meu iPhone usando o Tapatalk
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A Barca está em Castelo de Nóbrega, uns 500 metros abaixo das nacionais. E mesmo assim entra quase limpa no Porto. Digo quase porque temos a Paivense. Sem essa, seria pacífico.
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Certíssimo, mesmo com um emissor mediocre, faz estragos na Barca, na zona de Paranhos. Acho até curioso que entre o Hospital e a Areosa, onde não é prrciso subir muitos andares para ver o topo da Serra Amarela em dias limpos, a Paivense esmaga mesmo a Barca, até dentro de edifícios. A ROL do concelho vizinho acaba por ter muito melhor sinal.
Entretanto, lembrei-me que há uma Radio 3 na mesma frequência. Como é uma nacional, talvez por isso a Barca não possa estar no Muro.
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A Rádio Fóia caminha para a sua inutilidade se continuar a contribuir para o fim do único "serviço publico" organizado em prol do futebol algarvio...
https://www.sulinformacao.pt/2024/04/afinal-relatos-do-futebol-distrital-na-foia-deverao-continuar/
SamM, obrigado pela partilha, pois ainda não tinha lido a notícia, nem me tinha chegado sequer.
Tenho medo para onde possa caminhar esta Fóia.
Nos últimos anos, tem existido cortes inenarráveis em todos os setores da rádio.
Para não falar, que é público, através do portal de transparência da ERC, as dificuldades financeiras que a rádio atravessa.
Espero que exista um consenso entre a direção da rádio e a direção do departamento de desporto.
Faço parte do departamento do desporto, mas quero o bem comum entre todos.
Quero que haja uma solução, e quero fazer parte dela.
Que a Associação de Futebol do Algarve continue a mediar esta situação o tempo que tiver de ser.
Vou analisar esta notícia meramente do ponto de vista do que deve ser a gestão de uma empresa: demonstra amadorismo. Autonomia do departamento, cede a publicidade, depois recebem...enfim, uma confusão. Não se compreende porque não está tudo centralizado na rádio, e isto demonstra o quanto as nossas locais estão em franca crise, também porque lhes falta gestão profissional, muito provavelmente mais do que audiências.
Nélson, se porventura a Lei da Rádio que vier a sair da próxima Assembleia da República vier a permitir um aumento do número de rádios em associação, não tenho grandes dúvidas que a Fóia será das primeiras "a ir ao ar". Quanto melhor é um emissor, mas apetecível ele fica, e mais dinheiro vale.
As rádios estão como as empresas... Nascem com um ou vários empreendedores/carolas e depois quando essa geração "desaparece" ficam entregues a pessoas sem o mesmo sentido de sacrificio e responsabilidade para salvaguardar os "servicos minimos" e a visao inicial da organização. Do que percebo como ouvinte, a secção de desporto só existe por mera carolice e se fosse pela direção da rádio nem sequer havia desporto em antena.
Mas como a faturação dos serviços publicitários é feita rádio, a secção de desporto fica refém da gestão que esta faz dos pagamentos recebidos. E verdade seja dita, no Algarve, que eu conheça, só a Alvor Fm faz emissão desportiva regular, sem ser a Fóia.
No que dizes sobre a valiosidade do emissor, só prova que esta rádio está em autogestão e nem sequer se faz promover para angariar novos Clientes, com a amplitude geográfica que tem. Como algarvio, o que menos queria era que fosse entregue a um grupo de Lisboa ou Porto, porque isso não nos tráz qualquer mais valia... Ainda seria pior do que o existente.
Confirmo que só a Alvor e a Fóia é que fazem emissões desportivas regulares na região.
Estou a cozinhar algo para a próxima época, para termos outra rádio a fazer desporto no Algarve, mas ainda não é certo que arranque.
Vamos ver...
Vamos ver...
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Chega ao fim mais uma rádio local a Rádio Fóia (Monchique) passa Mega Hits Algarve do grupo Renascença. Já foi feita a alteração da tipologia de generalista a temática musical. A voz mais alta de Sul de Portugal termina assim para mais uma rádio nacional.
Deliberação da ERC: https://www.erc.pt/document.php?id=NzJmZDI0MzQtZGRlZS00YTZmLTk2MzItOGM3ZDlkYmYwZDEw
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Notícia surpreendente.
A acabar uma rádio local com audiência, o que é de lamentar, era preferível para o auditório algarvio ter um outro tipo de projecto radiofónico, mas é o que é.
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Mais uma que se vai e nem a ampla cobertura geográfica a safou... ou melhor, foi isso que no fundo acabou com ela.
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Chega ao fim mais uma rádio local a Rádio Fóia (Monchique) passa Mega Hits Algarve do grupo Renascença. Já foi feita a alteração da tipologia de generalista a temática musical. A voz mais alta de Sul de Portugal termina assim para mais uma rádio nacional.
Deliberação da ERC: https://www.erc.pt/document.php?id=NzJmZDI0MzQtZGRlZS00YTZmLTk2MzItOGM3ZDlkYmYwZDEw
Escolha curiosa, não quiseram ir concorrer com a área de cobertura da Cidade e preferiram o Barlavento. Mas é de lamentar mesmo a perda de uma local e em particular, de uma das poucas cooperativas de rádio que ainda resistia. A Rádio Fóia era genuinamente algarvia e agora vai ser substituída por gente em Lisboa. Os horários de emissão dos 3 noticiários obrigatórios são bastante absurdos, mas enfim.
Como é que esta foi e não a TotalFM é algo que nunca perceberei.
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Que notícia tão triste.
Pura má gestão de pessoas que nunca deviam sequer ter entrado uma única sequer num estúdio de rádio.
Como é que uma rádio que se ouve de Alcácer do Sal a Tavira, não consegue arranjar patrocínios para se manter?
Eu bem tenho vontade de dizer umas coisas, mas não posso, pelo menos aqui...
Que vergonha!
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Confesso que estou surpreendido com a escolha da Rádio Fóia, aquele emissor tem um alcance bom por estar a 900m de altitude, e já era uma questão de tempo para que um grande grupo fosse adquirir o emissor, e para além de mais a Mega anunciava a meteorologia para Faro (onde não emite por enquanto)
Ouve-se praticamente no barlavento algarvio todo, e inclusive no litoral alentejano e na baixa de Sesimbra (onde os 97.1 da Vida FM não entram), portanto foi uma excelente escolha
Por exemplo no caso de Sesimbra, é possível ouvir a Mega Hits via 92.4 Lisboa, mas com sinal fraco, em algumas partes da baixa deixa sinal nulo, talvez com os 97.1 de Fóia mudem isso em Sesimbra quem sabe (o mesmo se aplica na Serra da Arrábida onde havia perdas de sinal por exemplo na N379-1
E também, dado o longo alcance que o emissor tem, pode permitir comutação com os 92.4 de Lisboa na A2, mas parece pouco provável essa hipótese
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Que notícia tão triste.
Pura má gestão de pessoas que nunca deviam sequer ter entrado uma única vez num estúdio de rádio.
Como é que uma rádio que se ouve de Alcácer do Sal a Tavira, não consegue arranjar patrocínios para se manter?
Eu bem tenho vontade de dizer umas coisas, mas não posso, pelo menos aqui...
Que vergonha!
Estava aqui a ler com atenção e calma a deliberação, e surgiu-me uma dúvida: A ERC, em concelhos em que não exista mais rádios locais, permite a mudança de generalista para temática musical? Ia jurar que isso não era possível...
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Vai ter emissão local?
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Vai ter emissão local?
Deve ter igual ao que tem noutros sítios.
Local, desde Lisboa 😅
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Vai ter emissão local?
Acha...penso que não como acontece em outras...
Penso que o Grupo Renascença não comprou a rádio mas sim um aluguer da mesma pois fala numa parceria..Tal como acontecia em Rio Maior.
É triste ver o panorama rádio local como está, mas as pessoas estão cansadas, as despesas são cada vez mais e o estado apoia esta coisas e assobia para o lado...enfim é o que temos. Até ao fim do ano ainda vão ser mais umas quantas....
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Claro que não vai ter emissão local, diz isso mesmo na deliberação é associação, não parceria. Aliás, Viseu é que vai passar a ser feita pela Petra quase de certeza, que tem estado muito bem a substiuir a Inês. Esta vai entrar na associação Braga, Gondomar, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Monchique. Viseu e Sintra ficam de fora. Aliás, 97.1 fazem a ponte com os 92.4, é na tangente por causa da Vida mas faz, até porque para sul, de Monsanto, a Mega é a que chega mais longe. Até Évora vai ficar servida, em Ping-Pong entre as duas frequências.
Para mim não posso dizer que seja uma novidade, porque há para aí uns 6 meses que quando andavam a escrever que a Fóia ia para lá, eu já sabia que se a Fóia cedesse, era para a MEGAHITS que ia, há muito que há interesse, e muito bem, em ter presença no Algarve, que é uma região com potencial de crescimento muito bom para a MegaHits. Como podem ver, o pedido é de 09/23. E já agora, se fosse eu, teria feito exatamente a mesma escolha, a cobertura da Fóia é excecional até Faro. Portanto, vai apanhar o bife do lombo de Tavira a Sagres. Só não cobre mesmo Vila Real de Sto António e o exclave de Castro Marim, das localidades onde há público para a MegaHits.
Os noticiários, acho muito bem que a ERC tenha imposto. Pode ser que agora, que até têm topos de hora à hora certa, comecem a ter tambem informação das 6h às 24h.
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Claro que não vai ter emissão local, diz isso mesmo na deliberação é associação, não parceria. Aliás, Viseu é que vai passar a ser feita pela Petra quase de certeza, que tem estado muito bem a substiuir a Inês. Esta vai entrar na associação Braga, Gondomar, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Monchique. Viseu e Sintra ficam de fora. Aliás, 97.1 fazem a ponte com os 92.4, é na tangente por causa da Vida mas faz, até porque para sul, de Monsanto, a Mega é a que chega mais longe. Até Évora vai ficar servida, em Ping-Pong entre as duas frequências.
Para mim não posso dizer que seja uma novidade, porque há para aí uns 6 meses que quando andavam a escrever que a Fóia ia para lá, eu já sabia que se a Fóia cedesse, era para a MEGAHITS que ia, há muito que há interesse, e muito bem, em ter presença no Algarve, que é uma região com potencial de crescimento muito bom para a MegaHits. Como podem ver, o pedido é de 09/23. E já agora, se fosse eu, teria feito exatamente a mesma escolha, a cobertura da Fóia é excecional até Faro. Portanto, vai apanhar o bife do lombo de Tavira a Sagres. Só não cobre mesmo Vila Real de Sto António e o exclave de Castro Marim, das localidades onde há público para a MegaHits.
Os noticiários, acho muito bem que a ERC tenha imposto. Pode ser que agora, que até têm topos de hora à hora certa, comecem a ter tambem informação das 6h às 24h.
Eu já acho tudo mal, mas são opiniões meu caro. Enfim, é o que temos!
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Viseu fica com local.
Deixo de ouvir Mega...
Ainda ouvia pelo Diogo...
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Claro que não vai ter emissão local, diz isso mesmo na deliberação é associação, não parceria. Aliás, Viseu é que vai passar a ser feita pela Petra quase de certeza, que tem estado muito bem a substiuir a Inês. Esta vai entrar na associação Braga, Gondomar, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Monchique. Viseu e Sintra ficam de fora. Aliás, 97.1 fazem a ponte com os 92.4, é na tangente por causa da Vida mas faz, até porque para sul, de Monsanto, a Mega é a que chega mais longe. Até Évora vai ficar servida, em Ping-Pong entre as duas frequências.
Para mim não posso dizer que seja uma novidade, porque há para aí uns 6 meses que quando andavam a escrever que a Fóia ia para lá, eu já sabia que se a Fóia cedesse, era para a MEGAHITS que ia, há muito que há interesse, e muito bem, em ter presença no Algarve, que é uma região com potencial de crescimento muito bom para a MegaHits. Como podem ver, o pedido é de 09/23. E já agora, se fosse eu, teria feito exatamente a mesma escolha, a cobertura da Fóia é excecional até Faro. Portanto, vai apanhar o bife do lombo de Tavira a Sagres. Só não cobre mesmo Vila Real de Sto António e o exclave de Castro Marim, das localidades onde há público para a MegaHits.
Os noticiários, acho muito bem que a ERC tenha imposto. Pode ser que agora, que até têm topos de hora à hora certa, comecem a ter tambem informação das 6h às 24h.
Eu já acho tudo mal, mas são opiniões meu caro. Enfim, é o que temos!
O Algarve não precisa da Mega Hits para nada.
Para isso, já temos a Cidade.
No máximo, o alvará passava para uma rádio informativa, que faz muita falta no barlavento.
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Claro que não vai ter emissão local, diz isso mesmo na deliberação é associação, não parceria. Aliás, Viseu é que vai passar a ser feita pela Petra quase de certeza, que tem estado muito bem a substiuir a Inês. Esta vai entrar na associação Braga, Gondomar, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Monchique. Viseu e Sintra ficam de fora. Aliás, 97.1 fazem a ponte com os 92.4, é na tangente por causa da Vida mas faz, até porque para sul, de Monsanto, a Mega é a que chega mais longe. Até Évora vai ficar servida, em Ping-Pong entre as duas frequências.
Para mim não posso dizer que seja uma novidade, porque há para aí uns 6 meses que quando andavam a escrever que a Fóia ia para lá, eu já sabia que se a Fóia cedesse, era para a MEGAHITS que ia, há muito que há interesse, e muito bem, em ter presença no Algarve, que é uma região com potencial de crescimento muito bom para a MegaHits. Como podem ver, o pedido é de 09/23. E já agora, se fosse eu, teria feito exatamente a mesma escolha, a cobertura da Fóia é excecional até Faro. Portanto, vai apanhar o bife do lombo de Tavira a Sagres. Só não cobre mesmo Vila Real de Sto António e o exclave de Castro Marim, das localidades onde há público para a MegaHits.
Os noticiários, acho muito bem que a ERC tenha imposto. Pode ser que agora, que até têm topos de hora à hora certa, comecem a ter tambem informação das 6h às 24h.
Eu já acho tudo mal, mas são opiniões meu caro. Enfim, é o que temos!
O Algarve não precisa da Mega Hits para nada.
Para isso, já temos a Cidade.
No máximo, o alvará passava para uma rádio informativa, que faz muita falta no barlavento.
Exactamente.
E também tem as locais Kiss FM e a Total FM que está nesse segmento da Mega e da Cidade.
Para mais a Fóia era uma rádio "com gente dentro" e com audiência, ao contrário de outras que são meras "Spotify FM" como a Vicentina, por exemplo.
Tudo mau nesta história.
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Claro que não vai ter emissão local, diz isso mesmo na deliberação é associação, não parceria. Aliás, Viseu é que vai passar a ser feita pela Petra quase de certeza, que tem estado muito bem a substiuir a Inês. Esta vai entrar na associação Braga, Gondomar, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Monchique. Viseu e Sintra ficam de fora. Aliás, 97.1 fazem a ponte com os 92.4, é na tangente por causa da Vida mas faz, até porque para sul, de Monsanto, a Mega é a que chega mais longe. Até Évora vai ficar servida, em Ping-Pong entre as duas frequências.
Para mim não posso dizer que seja uma novidade, porque há para aí uns 6 meses que quando andavam a escrever que a Fóia ia para lá, eu já sabia que se a Fóia cedesse, era para a MEGAHITS que ia, há muito que há interesse, e muito bem, em ter presença no Algarve, que é uma região com potencial de crescimento muito bom para a MegaHits. Como podem ver, o pedido é de 09/23. E já agora, se fosse eu, teria feito exatamente a mesma escolha, a cobertura da Fóia é excecional até Faro. Portanto, vai apanhar o bife do lombo de Tavira a Sagres. Só não cobre mesmo Vila Real de Sto António e o exclave de Castro Marim, das localidades onde há público para a MegaHits.
Os noticiários, acho muito bem que a ERC tenha imposto. Pode ser que agora, que até têm topos de hora à hora certa, comecem a ter tambem informação das 6h às 24h.
Eu já acho tudo mal, mas são opiniões meu caro. Enfim, é o que temos!
O Algarve não precisa da Mega Hits para nada.
Para isso, já temos a Cidade.
No máximo, o alvará passava para uma rádio informativa, que faz muita falta no barlavento.
Exactamente.
E também tem as locais Kiss FM e a Total FM que está nesse segmento da Mega e da Cidade.
Para mais a Fóia era uma rádio "com gente dentro" e com audiência, ao contrário de outras que são meras "Spotify FM" como a Vicentina, por exemplo.
Tudo mau nesta história.
A ERC é que acha que não, que está tudo certo.
Fala na deliberação, sei lá quantas vezes dos jovens de Monchique.
Monchique é uma terra do interior do Algarve.
Os jovens têm que vir para Portimão para o Secundário, porque não há escolas secundárias em Monchique.
Que grande terra de jovens, sim senhor...
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Vai ter piada verificar, em certos pontos do Alentejo, a Cidade FM Alentejo (97,2) a "brigar" com a Mega Hits Algarve (97,1 MHz)... 2 frequências a lutarem entre si pelo mesmo público.
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Não vou mentir, estou muito contente por ter acesso à Mega em FM finalmente, apesar de ser uma pena o fim da rádio Fóia, preferia muito mais que fosse a Total FM por ser mera jukebox.
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Não sei se a Cidade Alentejo vai se aguentar em breve saberemos.... E ao que parece já existe mexidas na emissão. Penso que a emissão da Fóia está em baixo ou está com uma baixa potência (potência autorizada é 500 Watts). Alguém pode confirmar?
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Vai ter piada verificar, em certos pontos do Alentejo, a Cidade FM Alentejo (97,2) a "brigar" com a Mega Hits Algarve (97,1 MHz)... 2 frequências a lutarem entre si pelo mesmo público.
E se a modulação dos 97.1 aumentar muito então é que não há hipótese para a Cidade Alentejo, em Beja por exemplo vai ser uma boa luta. A norte da cidade ganha a CDDFM e a sul a Mega
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E também, dado o longo alcance que o emissor tem, pode permitir comutação com os 92.4 de Lisboa na A2, mas parece pouco provável essa hipótese
A Mega Hits 92.4 chega a Grândola (não nas melhores condições), a alguns pontos de Santiago do Cacém e a Sines.
Deve conseguir trocar de 92.4 para 97.1, mas a qualidade de sinal não deve ser grande espingarda a certas alturas na A2, diria que vai ser certinho ter várias zonas de sombra. E na serra diria que era para esquecer.
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Não sei se a Cidade Alentejo vai se aguentar em breve saberemos.... E ao que parece já existe mexidas na emissão. Penso que a emissão da Fóia está em baixo ou está com uma baixa potência (potência autorizada é 500 Watts). Alguém pode confirmar?
Parece me estar a emitir com normalidade, está a chegar a VRSA, com o sinal fraquíssimo do costume
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Ao Alentejo não chega agora! E antes ouvia-se.
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Só digo: se houver mãozinha da Renascença para afinar aquele emissor na Fóia, a Bauer que se ponha a pau com a Cidade FM Alentejo e, sobretudo, a Vida FM que não facilite. 500 W bem optimizados no alto da Fóia são uma bela "máquina" de "esmagar" estações na mesma frequência e nas frequências adjacentes.
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A Cidade FM Alentejo pode estar com os dias contatos... Vamos ver!
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A Cidade FM Alentejo pode estar com os dias contatos... Vamos ver!
Diz isso com base em que fundamento?
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A Cidade FM Alentejo pode estar com os dias contatos... Vamos ver!
Não acredito, a não ser que a Bauer esteja mal de "saúde" para queirer mesmo prescindir de um activo tão "valioso" como um emissor 500W com uma cobertura muito boa. Ou então extinguir a nível nacional a Cidade FM e trocar por outra estação do grupo. Ou então, há alguma rádio com um olho Observador que mostra muito int€r€ss€ (e muitos €uros) em estender a cobertura ao interior do Alentejo.
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A Cidade FM Alentejo pode estar com os dias contatos... Vamos ver!
Diz isso com base em que fundamento?
Não posso adiantar nada, vamos ter mesmo que aguardar.
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A Cidade FM Alentejo pode estar com os dias contatos... Vamos ver!
Não acredito, a não ser que a Bauer esteja mal de "saúde" para queirer mesmo prescindir de um activo tão "valioso" como um emissor 500W com uma cobertura muito boa. Ou então extinguir a nível nacional a Cidade FM e trocar por outra estação do grupo. Ou então, há alguma rádio com um olho Observador que mostra muito int€r€ss€ (e muitos €uros) em estender a cobertura ao interior do Alentejo.
Nada disso!
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Não vai ter o alvará renovado?
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Não vai ter o alvará renovado?
Vamos ter que aguardar.
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A Cidade FM Alentejo pode estar com os dias contatos... Vamos ver!
Diz isso com base em que fundamento?
Não posso adiantar nada, vamos ter mesmo que aguardar.
Seja uma perda por não renovação de alvará, seja uma mudança de projeto (afastada em resposta anterior)... coisa boa não pode ser nunca, era a única rádio mais jovem no Alentejo.
Não sei que diria se este move da R/Com viesse acompanhado do término da CidadeFM.
Seria sempre esmagador.
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Não sei se a Cidade Alentejo vai se aguentar em breve saberemos.... E ao que parece já existe mexidas na emissão. Penso que a emissão da Fóia está em baixo ou está com uma baixa potência (potência autorizada é 500 Watts). Alguém pode confirmar?
Continua a emitir, mas com uma potência mais reduzida
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Só digo: se houver mãozinha da Renascença para afinar aquele emissor na Fóia, a Bauer que se ponha a pau com a Cidade FM Alentejo e, sobretudo, a Vida FM que não facilite. 500 W bem optimizados no alto da Fóia são uma bela "máquina" de "esmagar" estações na mesma frequência e nas frequências adjacentes.
Exatamente isto, sem tirar nem pôr
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Só digo: se houver mãozinha da Renascença para afinar aquele emissor na Fóia, a Bauer que se ponha a pau com a Cidade FM Alentejo e, sobretudo, a Vida FM que não facilite. 500 W bem optimizados no alto da Fóia são uma bela "máquina" de "esmagar" estações na mesma frequência e nas frequências adjacentes.
Luís, desculpe o off-topic apenas para me esclarecer uma pequena dúvida. A Cidade FM Alentejo 97.2 emitiu sempre com 500 W? Pergunto-lhe isto, porque há cerca de 20 anos o emissor deixava sinal razoável em Castelo Branco, desaparecendo progressivamente uns quilómetros para norte após a passagem por Alcains. Costumava sintonizá-la quando ia visitar os meus avós que residiam na Beira Baixa. Julgo que a partir de 2010 nem sequer consigo sinal dela em Vila Velha de Ródão. Obrigado desde já.
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Não sei se a Cidade Alentejo vai se aguentar em breve saberemos.... E ao que parece já existe mexidas na emissão. Penso que a emissão da Fóia está em baixo ou está com uma baixa potência (potência autorizada é 500 Watts). Alguém pode confirmar?
Continua a emitir, mas com uma potência mais reduzida
Sim, confirma-se que está com uma potência muito reduzida. Hoje apanhei mas no ponto alto, conforme desci, desapareceu o sinal da emissão. A Rádio Fóia a dar as últimas 
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A Cidade FM Alentejo pode estar com os dias contatos... Vamos ver!
Diz isso com base em que fundamento?
Não posso adiantar nada, vamos ter mesmo que aguardar.
Seja uma perda por não renovação de alvará, seja uma mudança de projeto (afastada em resposta anterior)... coisa boa não pode ser nunca, era a única rádio mais jovem no Alentejo.
Não sei que diria se este move da R/Com viesse acompanhado do término da CidadeFM.
Seria sempre esmagador.
Só seria esmagador se o alvará da Cidade FM Alentejo não fosse renovado. Porque, em condições normais de propagação, os 97,2 MHz dominam na região de Évora, salvo nalguns pontos onde a ainda Rádio Fóia, se tivesse o emissor devidamente optimizado, far-se-ia ouvir. As duas estações não "jogam" exactamente no mesmo "campeonato", a nível geográfico: Fóia serve bem o litoral alentejano e o Barlavento algarvio, enquanto que os 97,2 MHz fazem-se ouvir bem no interior do Alentejo.
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Fiquei agora a saber pela própria, que a locutora Fátima Peres (uma das principais referências atuais da casa), que pertence aos quadros da Rádio Fóia, só ontem ficou a saber da notícia.
Eu nem tenho palavras para qualificar isto.
Que o pessoal do desporto não soubesse, eu ainda compreenderia.
Mas pessoal que está nos quadros, e que precisa de orientar a sua vida?
Muito mal a direção da rádio...
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Fiquei agora a saber pela própria, que a locutora Fátima Peres (uma das principais referências atuais da casa), que pertence aos quadros da Rádio Fóia, só ontem ficou a saber da notícia.
Eu nem tenho palavras para qualificar isto.
Que o pessoal do desporto não soubesse, eu ainda compreenderia.
Mas pessoal que está nos quadros, e que precisa de orientar a sua vida?
Muito mal a direção da rádio...
Muito mau, mesmo. Uma atitude pouco decente por parte da direcção da rádio. Os trabalhadores da estação deveriam ter sido os primeiros a serem informados.
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Fiquei a saber agora, que o último programa "Quero Ouvir" (o programa de discos pedidos da Rádio Fóia) vai para o ar no dia 16 de julho (terça-feira).
A transição não deverá demorar (ou seja, estará para breve).
Entretanto falei com um dos técnicos do grupo R/COM, que em breve me dirá quando é a transição.
Escusado será dizer, que irei gravar em FM para publicar aqui (desconfio que o online nessa altura também estará ligado)
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Nesta excelente peça do "Sul Informação" (como é habito neste jornal online da região), o diretor Paulo Rosa da Rádio Fóia, garantiu que esta é uma transição temporária, apenas para acertar as contas da cooperativa.
Acreditam que pode acontecer algo parecido a Rio Maior, mas em vez de a Mega transitar mais tarde para a Observador, transitar de volta para a Fóia?
https://www.sulinformacao.pt/2024/07/radio-foia-morre-para-dar-lugar-a-mega-hits-algarve/?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTEAAR2VE2yTmXgeTTXs8b5gh5yqQpW7TMhc2CI5ky1TFf6qgJSPA8_PDeLNMR8_aem_HWwFoVIMF7sxghVYjvrtVA (https://www.sulinformacao.pt/2024/07/radio-foia-morre-para-dar-lugar-a-mega-hits-algarve/?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTEAAR2VE2yTmXgeTTXs8b5gh5yqQpW7TMhc2CI5ky1TFf6qgJSPA8_PDeLNMR8_aem_HWwFoVIMF7sxghVYjvrtVA)
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Nesta excelente peça do "Sul Informação" (como é habito neste jornal online da região), o diretor Paulo Rosa da Rádio Fóia, garantiu que esta é uma transição temporária, apenas para acertar as contas da cooperativa.
Acreditam que pode acontecer algo parecido a Rio Maior, mas em vez de a Mega transitar mais tarde para a Observador, transitar de volta para a Fóia?
Não.
A mudar será de uma retransmissão da Mega Hits (é que disso que se trata) para outra rádio, como a Observador.
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Nesta excelente peça do "Sul Informação" (como é habito neste jornal online da região), o diretor Paulo Rosa da Rádio Fóia, garantiu que esta é uma transição temporária, apenas para acertar as contas da cooperativa.
Acreditam que pode acontecer algo parecido a Rio Maior, mas em vez de a Mega transitar mais tarde para a Observador, transitar de volta para a Fóia?
Não.
A mudar será de uma retransmissão da Mega Hits (é que disso que se trata) para outra rádio, como a Observador.
A acontecer qual será o tempo perspetivado?
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Para isso coloquem emissão local nesta e nacional em Viseu.
Alias,com os noticiários tem de haver desdobramentos.
Vão ter de colocar local nesta e sempre nacional Viseu.
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Nesta excelente peça do "Sul Informação" (como é habito neste jornal online da região), o diretor Paulo Rosa da Rádio Fóia, garantiu que esta é uma transição temporária, apenas para acertar as contas da cooperativa.
Acreditam que pode acontecer algo parecido a Rio Maior, mas em vez de a Mega transitar mais tarde para a Observador, transitar de volta para a Fóia?
Não.
A mudar será de uma retransmissão da Mega Hits (é que disso que se trata) para outra rádio, como a Observador.
A acontecer qual será o tempo perspetivado?
No mínimo, de acordo com a Lei da Radio, artigo 26, alínea n), a MEGAHITS vai estar dois anos a tocar no Algarve. Mas lendo a entrevista, sinceramente, parece-me conversa para inglês ver. Desde que a R/Com pague bem, e que os associados da cooperativa mantenham a rentabilidade, parece-me que a MEGAHITS tem ali emissor para uns anos, a menos que entretanto, ao final dos dois anos, alguém vá lá e se chegue à frente, mas se o emissor render, não me parece que vamos ter o mesmo problema a acontecer duas vezes. Até porque acredito que poderemos vir a assistir a alterações legislativas que facilitem o processo.
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Nesta excelente peça do "Sul Informação" (como é habito neste jornal online da região), o diretor Paulo Rosa da Rádio Fóia, garantiu que esta é uma transição temporária, apenas para acertar as contas da cooperativa.
Acreditam que pode acontecer algo parecido a Rio Maior, mas em vez de a Mega transitar mais tarde para a Observador, transitar de volta para a Fóia?
Não.
A mudar será de uma retransmissão da Mega Hits (é que disso que se trata) para outra rádio, como a Observador.
A acontecer qual será o tempo perspetivado?
No mínimo, de acordo com a Lei da Radio, artigo 26, alínea n), a MEGAHITS vai estar dois anos a tocar no Algarve. Mas lendo a entrevista, sinceramente, parece-me conversa para inglês ver. Desde que a R/Com pague bem, e que os associados da cooperativa mantenham a rentabilidade, parece-me que a MEGAHITS tem ali emissor para uns anos, a menos que entretanto, ao final dos dois anos, alguém vá lá e se chegue à frente, mas se o emissor render, não me parece que vamos ter o mesmo problema a acontecer duas vezes. Até porque acredito que poderemos vir a assistir a alterações legislativas que facilitem o processo.
Certo.
Foi o que aconteceu em Rio Maior, de resto. Esteve pouco mais de dois anos a retransmitir a Mega Hits.
E também acho que haverá mudanças na Lei da Rádio nesse sentido de facilitação.
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Nesta excelente peça do "Sul Informação" (como é habito neste jornal online da região), o diretor Paulo Rosa da Rádio Fóia, garantiu que esta é uma transição temporária, apenas para acertar as contas da cooperativa.
Acreditam que pode acontecer algo parecido a Rio Maior, mas em vez de a Mega transitar mais tarde para a Observador, transitar de volta para a Fóia?
Não.
A mudar será de uma retransmissão da Mega Hits (é que disso que se trata) para outra rádio, como a Observador.
A acontecer qual será o tempo perspetivado?
No mínimo, de acordo com a Lei da Radio, artigo 26, alínea n), a MEGAHITS vai estar dois anos a tocar no Algarve. Mas lendo a entrevista, sinceramente, parece-me conversa para inglês ver. Desde que a R/Com pague bem, e que os associados da cooperativa mantenham a rentabilidade, parece-me que a MEGAHITS tem ali emissor para uns anos, a menos que entretanto, ao final dos dois anos, alguém vá lá e se chegue à frente, mas se o emissor render, não me parece que vamos ter o mesmo problema a acontecer duas vezes. Até porque acredito que poderemos vir a assistir a alterações legislativas que facilitem o processo.
Certo.
Foi o que aconteceu em Rio Maior, de resto. Esteve pouco mais de dois anos a retransmitir a Mega Hits.
E também acho que haverá mudanças na Lei da Rádio nesse sentido de facilitação.
Sim
Vai haver alterações à Lei da Rádio.
Se tudo correr bem, o projeto de modernização do grupo rtp e a Lei da Rádio terão luz verde até final de 2024.
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Nesta excelente peça do "Sul Informação" (como é habito neste jornal online da região), o diretor Paulo Rosa da Rádio Fóia, garantiu que esta é uma transição temporária, apenas para acertar as contas da cooperativa.
Acreditam que pode acontecer algo parecido a Rio Maior, mas em vez de a Mega transitar mais tarde para a Observador, transitar de volta para a Fóia?
Não.
A mudar será de uma retransmissão da Mega Hits (é que disso que se trata) para outra rádio, como a Observador.
A acontecer qual será o tempo perspetivado?
No mínimo, de acordo com a Lei da Radio, artigo 26, alínea n), a MEGAHITS vai estar dois anos a tocar no Algarve. Mas lendo a entrevista, sinceramente, parece-me conversa para inglês ver. Desde que a R/Com pague bem, e que os associados da cooperativa mantenham a rentabilidade, parece-me que a MEGAHITS tem ali emissor para uns anos, a menos que entretanto, ao final dos dois anos, alguém vá lá e se chegue à frente, mas se o emissor render, não me parece que vamos ter o mesmo problema a acontecer duas vezes. Até porque acredito que poderemos vir a assistir a alterações legislativas que facilitem o processo.
Certo.
Foi o que aconteceu em Rio Maior, de resto. Esteve pouco mais de dois anos a retransmitir a Mega Hits.
E também acho que haverá mudanças na Lei da Rádio nesse sentido de facilitação.
Sim
Vai haver alterações à Lei da Rádio.
Se tudo correr bem, o projeto de modernização do grupo rtp e a Lei da Rádio terão luz verde até final de 2024.
Tudo o que não seja o início de rádios regionais/distritais no continente, e a introdução do DAB+ em Portugal, não é prioritário.
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Não sou ouvinte da Rádio Fóia, ou da Emissora das Beiras (a Monsanto ainda dava para apanhar em dias bons).
O FM não chega até aqui.
Contudo, não estamos a falar de meras jukeboxes. São projectos radiofónicos com gente lá dentro, com uma ampla cobertura e que cumprem, não só em companhia, mas também na informação das gentes que vivem nessas regiões.
É imperativa a revisão de uma lei anacrónica e fomentar estações de cariz regional, em prol do direito à informação nas regiões fora das áreas metropolitanas.
Há que haver um debate sério, até porque há um elefante na sala que é extra-rádio: o país, na minha óptica, deveria já ter caminhado há muito para a regionalização.
Até lá e mesmo não concordando com o caro Zeca 2021, «o resto do país» (expressão que abomino), ficará cada vez mais refém de caciques locais ou da boa vontade das redacções em Lisboa e no Porto para noticiar algo fora do seu eixo.
E na rádio, a RTP tem culpas no cartório sim por não fomentar estações de cariz regional no seu portefólio, algo que é comum noutros países da União Europeia (e que não são assim tão mais ricos que nós).
Por fim, mais outra estação histórica nas mãos, desta vez, de uma descaracterizada e irrelevante para o Algarve Mega Hits.
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Não sou ouvinte da Rádio Fóia, ou da Emissora das Beiras (a Monsanto ainda dava para apanhar em dias bons).
O FM não chega até aqui.
Contudo, não estamos a falar de meras jukeboxes. São projectos radiofónicos com gente lá dentro, com uma ampla cobertura e que cumprem, não só em companhia, mas também na informação das gentes que vivem nessas regiões.
É imperativa a revisão de uma lei anacrónica e fomentar estações de cariz regional, em prol do direito à informação nas regiões fora das áreas metropolitanas.
Há que haver um debate sério, até porque há um elefante na sala que é extra-rádio: o país, na minha óptica, deveria já ter caminhado há muito para a regionalização.
Até lá e mesmo não concordando com o caro Zeca 2021, «o resto do país» (expressão que abomino), ficará cada vez mais refém de caciques locais ou da boa vontade das redacções em Lisboa e no Porto para noticiar algo fora do seu eixo.
E na rádio, a RTP tem culpas no cartório sim por não fomentar estações de cariz regional no seu portefólio, algo que é comum noutros países da União Europeia (e que não são assim tão mais ricos que nós).
Por fim, mais outra estação histórica nas mãos, desta vez, de uma descaracterizada e irrelevante para o Algarve Mega Hits.
Para que possamos ser sinceros:
Esta Mega só é irrelevante para a região, porque já temos uma Cidade FM, uma Kiss FM, uma Total FM, uma Vicentina, uma Horizonte Algarve, e em alguns horários a Alvor e a RUA FM, a baterem de frente com este projeto.
Se fosse uma Observador (por exemplo), ou algum projeto que verdadeiramente acrescentasse ao éter da região, não haveria tanto "borburinho".
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Não sou ouvinte da Rádio Fóia, ou da Emissora das Beiras (a Monsanto ainda dava para apanhar em dias bons).
O FM não chega até aqui.
Contudo, não estamos a falar de meras jukeboxes. São projectos radiofónicos com gente lá dentro, com uma ampla cobertura e que cumprem, não só em companhia, mas também na informação das gentes que vivem nessas regiões.
É imperativa a revisão de uma lei anacrónica e fomentar estações de cariz regional, em prol do direito à informação nas regiões fora das áreas metropolitanas.
Há que haver um debate sério, até porque há um elefante na sala que é extra-rádio: o país, na minha óptica, deveria já ter caminhado há muito para a regionalização.
Até lá e mesmo não concordando com o caro Zeca 2021, «o resto do país» (expressão que abomino), ficará cada vez mais refém de caciques locais ou da boa vontade das redacções em Lisboa e no Porto para noticiar algo fora do seu eixo.
E na rádio, a RTP tem culpas no cartório sim por não fomentar estações de cariz regional no seu portefólio, algo que é comum noutros países da União Europeia (e que não são assim tão mais ricos que nós).
Por fim, mais outra estação histórica nas mãos, desta vez, de uma descaracterizada e irrelevante para o Algarve Mega Hits.
Para que possamos ser sinceros:
Esta Mega só é irrelevante para a região, porque já temos uma Cidade FM, uma Kiss FM, uma Total FM, uma Vicentina, uma Horizonte Algarve, e em alguns horários a Alvor e a RUA FM, a baterem de frente com este projeto.
Se fosse uma Observador (por exemplo), ou algum projeto que verdadeiramente acrescentasse ao éter da região, não haveria tanto "borburinho".
É verdade, Nélson.
Ainda vais tendo bons casos como a RUA FM.
Mas uma Rádio Observador, ou qualquer rádio nacional, irá abrir uma pequena redacção nos sítios onde está implementada?
Claro que é mais relevante uma Observador ou uma TSF, mas estas tendem a «noticiar notícias» das regiões?
As notícias de âmbito regional da OBSERVADOR que lançam são meros soundbites que consegues ler nos leads dos jornais regionais (cada vez mais escassos).
Epá, nem eu nem tu somos desse tempo, mas quando a RDP tinha as estações regionais, muita gente jovem foi lançada pelas mesmas. O Bento Rodrigues e o Jorge Afonso na RDP Centro (Coimbra), o Nuno Matos (RDP Ribatejo). Provavelmente, o Edgar Canelas dever ter passado pela RDP Algarve. Até nisso, as estações de âmbito regional são importantes.
Pareço o Zeca a escrever, mas nesse aspecto, concordo com ele.
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Não sou ouvinte da Rádio Fóia, ou da Emissora das Beiras (a Monsanto ainda dava para apanhar em dias bons).
O FM não chega até aqui.
Contudo, não estamos a falar de meras jukeboxes. São projectos radiofónicos com gente lá dentro, com uma ampla cobertura e que cumprem, não só em companhia, mas também na informação das gentes que vivem nessas regiões.
É imperativa a revisão de uma lei anacrónica e fomentar estações de cariz regional, em prol do direito à informação nas regiões fora das áreas metropolitanas.
Há que haver um debate sério, até porque há um elefante na sala que é extra-rádio: o país, na minha óptica, deveria já ter caminhado há muito para a regionalização.
Até lá e mesmo não concordando com o caro Zeca 2021, «o resto do país» (expressão que abomino), ficará cada vez mais refém de caciques locais ou da boa vontade das redacções em Lisboa e no Porto para noticiar algo fora do seu eixo.
E na rádio, a RTP tem culpas no cartório sim por não fomentar estações de cariz regional no seu portefólio, algo que é comum noutros países da União Europeia (e que não são assim tão mais ricos que nós).
Por fim, mais outra estação histórica nas mãos, desta vez, de uma descaracterizada e irrelevante para o Algarve Mega Hits.
Para que possamos ser sinceros:
Esta Mega só é irrelevante para a região, porque já temos uma Cidade FM, uma Kiss FM, uma Total FM, uma Vicentina, uma Horizonte Algarve, e em alguns horários a Alvor e a RUA FM, a baterem de frente com este projeto.
Se fosse uma Observador (por exemplo), ou algum projeto que verdadeiramente acrescentasse ao éter da região, não haveria tanto "borburinho".
É verdade, Nélson.
Ainda vais tendo bons casos como a RUA FM.
Mas uma Rádio Observador, ou qualquer rádio nacional, irá abrir uma pequena redacção nos sítios onde está implementada?
Claro que é mais relevante uma Observador ou uma TSF, mas estas tendem a «noticiar notícias» das regiões?
As notícias de âmbito regional da OBSERVADOR que lançam são meros soundbites que consegues ler nos leads dos jornais regionais (cada vez mais escassos).
Epá, nem eu nem tu somos desse tempo, mas quando a RDP tinha as estações regionais, muita gente jovem foi lançada pelas mesmas. O Bento Rodrigues e o Jorge Afonso na RDP Centro (Coimbra), o Nuno Matos (RDP Ribatejo). Provavelmente, o Edgar Canelas dever ter passado pela RDP Algarve. Até nisso, as estações de âmbito regional são importantes.
Pareço o Zeca a escrever, mas nesse aspecto, concordo com ele.
Eu não abordei esse tema das redações, porque era demasiado lógico para abordá-lo. É óbvio que qualquer que fosse a rádio pseudo-nacional a ficar com a Fóia, jamais iria abrir uma redação no Algarve, ou no máximo, ficar com o antigo estúdio da Fóia. Ao contrário do que acontece aqui ao lado em Espanha. Convém lembrar que a SER (rádio mais ouvida de Espanha), tem um pequeno estúdio numa localidade tão pequena como Ayamonte. É só passar a fronteira. E isso sim, deveria ser o normal. Mas não é. A lei tem que ser alterada, mas tem que ser alterada a favor das regiões. Sem os excessos que o nosso querido Zeca escreve, e sem os regionalismos bacocos, que ficaram no século XX. Mas verdade seja dita, para as regiões ganharem peso, era igualmente importante que o país começasse a regionalizar. Eu sonho com o dia em que o meu Algarve volte a ter a relevância que tinha, no tempo da monarquia (nunca foi autonomia, mas tinha o título honorífico de "Reino dos Algarves", e era um reino de direito, separado de Portugal). Enquanto ninguém fizer nada por isso, um dos pilares da democracia vai continuar a ser pontapeado e humilhado. A deliberação da ERC sobre este tema, é vergonhosa, e causa muita vergonha alheia a quem a lê, e a quem conhece muito bem esta região. É apenas areia nos olhos da população, e siga o baile
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Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
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Quem tem obrigaçoes de serviço público é, claro está, o próprio serviço público... Se uma estação não é rentável é porque não tem interesse investir lá em publicidade. Rádios de informação temos a TSF, Antena 1, rádio Lagoa entre o outras locais. Rádios como a Mega Hits temos a Cidade FM, apenas, o resto não tem nada a ver tanto em termos de comunicação como de conteúdo musical.
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Quem tem obrigaçoes de serviço público é, claro está, o próprio serviço público... Se uma estação não é rentável é porque não tem interesse investir lá em publicidade. Rádios de informação temos a TSF, Antena 1, rádio Lagoa entre o outras locais. Rádios como a Mega Hits temos a Cidade FM, apenas, o resto não tem nada a ver tanto em termos de comunicação como de conteúdo musical.
Essa cassete do chavão serviço público já sabemos o que quer dizer, em Portugal...não chateiem e apresentem algo cinzento para ninguém ouvir...
Veja o que se passa na Europa civilizada...
Por mim, há muito que já tinha caçado a licença de alguns órgãos de comunicação social depois de terem desvirtuado o projeto com que venceram os concursos...
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Tudo o que não seja o início de rádios regionais/distritais no continente, e a introdução do DAB+ em Portugal, não é prioritário.
Eu a parte do DAB + até já dou de barato que não vá ocorrer tão cedo. Infelizmente, parece-me que politicamente não há condições para avançar. Mas mesmo com o velhinho FM podemos ter margem para mudar o setor. Deixem-me fazer uma questão: supondo que, por exemplo, no Algarve, a Rádio Fóia tivesse acesso a um segundo emissor na Serra do Caldeirão, para o Sotavento, o desfecho teria sido este? Até que ponto a escala permitiria fazer crescer e ter uma sustentação maior dos projetos locais, sem que tenhamos de ter o Estado a suportar direta ou indiretamente? Ou, pelo contrário, agravaria os problemas? Eu não me importaria de avançarmos para um modelo à Espanha, com uma musical regional e outra tendencialmente (mais de 75% para começo de conversa) de palavra. Acho que funcionaria razoavelmente bem. No remanescente, completaria as redes nacionais existentes, da mesma forma que Espanha faz, com emissores de mais baixa potência, mas que asseguram uma transmissão eficaz ao longo do território.
Já aqui provei que se seguíssemos o modelo Espanhol, poderíamos ter cobertura nacional (ou quase) para 4 Rádios do grupo RTP, 4 da Baeur, 3 da R/Com, mais 3 informação (TSF, OBSRVDOR e NOW/CMR) e ainda daria para dar uma rede decente à Rádio Maria e à SW, mais as duas regionais. Isto fazendo a transposição do número de estações que há do outro lado que se ouvem razoavelmente bem na grande parte do território habitável. Tal como lá, ainda daria para algumas locais. Dou sempre o exemplo de Madrid que tem 14 emissores com mais de 20kw a servir a cidade, a que se junta ainda mais um com 10Kw, potência a que devem sair hoje qualquer uma das Antenas nacionais de Lxb e Prt, da COPE (que curiosamente, tem emissores mais potentes para outras estações do grupo). Tomara nós termos 15 rádios com qualidade para meter em emissores desse calibre, eu já sou mais modesto e ficava pelos 20Kw.
Contudo, não estamos a falar de meras jukeboxes. São projectos radiofónicos com gente lá dentro, com uma ampla cobertura e que cumprem, não só em companhia, mas também na informação das gentes que vivem nessas regiões.
É imperativa a revisão de uma lei anacrónica e fomentar estações de cariz regional, em prol do direito à informação nas regiões fora das áreas metropolitanas.
E na rádio, a RTP tem culpas no cartório sim por não fomentar estações de cariz regional no seu portefólio, algo que é comum noutros países da União Europeia (e que não são assim tão mais ricos que nós).
Precisamente por serem projetos com gente dentro é que não se aguentam, porque têm despesas para pagar. Por outro lado, existirão mais casos como a EBEIRAS, as pessoas não são eternas, e empresas que sejam muito pequenas, tendem a morrer com as reformas dos proprietários, ou mesmo com o falecimento destes. Esse é um problema da competividade portuguesa. Jukebox aguentam-se, são vegetais com o cérebro morto, mas o corpo, de estar deitado, dura muito.
Eu nem sei se tem de ser a RTP a fazer isso. Acho que bastariam desdobramentos numa ANTENA 5, com noticiários regionais, e aumentar a produção a partir dos centros regionais, com personalidades de relevo das várias regiões, que devem ter lugar na nacional. Para mim, isso sim, faz falta. Ou seja, presença em antena nacional de mais regiões, bem como a RTP ter uma rádio de informação, exclusivamente de palavra, e que a ANTENA 1 siga o exemplo das suas irmãs estrangeiras e se torne igualmente generalista 100% de palavra. Esse chavão da música portuguesa pode e deve ser tratado noutras instâncias. Não me consta que a música de língua espanhola tenha falecido por a RNE 1 não passar música, exceto em um ou outro programa de autor, ou no fim das horas. O privado, em matéria musical, consegue dar bem conta do recado, o que foge mais do mainstream tem (normalmente) lugar na Antena 3, e se não tiver nesta, tem onde? Daqui a pouco, por essa ordem de ideias, se a Festival acabar e a No Ar for pelo mesmo caminho, exigimos da Antena 1 que toque "Põe a Cerveja no Congelador?" e cinco minutos depois transmita a Geometria Variável (exemplo académico hiperbólico). É urgente também dotar a Madeira e Açores de emissão nacional 24/7 da Antena 1. O regional é relevante, mas não deve nunca impedir o acesso ao nível macro. Uma rede regional musical pode e deve ter, naturalmente, um cariz mais de música popular. Para música Comercial, já temos serviço nacional.
Eu não abordei esse tema das redações, porque era demasiado lógico para abordá-lo. É óbvio que qualquer que fosse a rádio pseudo-nacional a ficar com a Fóia, jamais iria abrir uma redação no Algarve, ou no máximo, ficar com o antigo estúdio da Fóia. Ao contrário do que acontece aqui ao lado em Espanha. Convém lembrar que a SER (rádio mais ouvida de Espanha), tem um pequeno estúdio numa localidade tão pequena como Ayamonte. É só passar a fronteira.
Nélson, o que a rádio tem de ter, isso sim, é capacidade de produção. Naturalmente, ter um estúdio dá-lhe isso. Emissão, confesso que tenho algumas reservas. Imagina que nem é a Mega, mas sim a Observador ou a TSF a pegar na Fóia. Que atualidade relevante há em Monchique que justifique mais de 10 minutos de emissão diária? Se calhar nem isso. Talvez o futebol seja um atrativo, mas será que paga o custo de ter um jornalista e um relatador, que sejam efetivamente bem pagos, e não a receber uma esmola? O Atento publicou há uns tempos um artigo sobre uma das SER que ia passar a retransmitir Madrid. Mesmo por lá, onde o dinheiro parece nascer nas árvores, numa economia que não é substancialmente diferente da nossa em termos de fundamentais macro, há uma tendência de centralização. Dou-te o exemplo, no meu escritório já apanho razoavelmente dois emissores da SER, 105.1 Tui da rede "local" e 100.6 VIGO que retransmite integralmente Madrid. Posso dizer-te que já piquei a várias horas, seguramente das 09h às 21h, nunca vi emissão desdobrada, para lá da publicidade a umas lojinhas locais de Tui ou até dos municípios da raia portuguesa. Por isso entendo que são precisos jornalistas para cobrir a região, emissão autónoma, tenho dúvidas. Digo-te, mesmo aqui no Porto, não acho que exista matéria que justifique tamanha relevância. O problema deste país é outro: tudo gravita em torno de Lisboa, e, como tal, os OCS estão onde há matéria noticiosa. Existindo descentralização, com governos regionais, por exemplo, este panorama alterar-se-á substancialmente.
Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
Certo, mas a TSF, em termos de importância, está uns furos acima da Mega. Este fim-de-semana estive na RTP Porto e ficou-me uma frase no ouvido: "Pode-se fazer melhor ou pior no entretenimento, na informação tem de se ser excelente sempre, porque esta é a razão da TV e da Rádio existirem". Concordo plenamente com esta visão. Portanto, medir audiências de musicais e informativas em conjunto, acho um exercício perigoso. Não trocaria nunca uma RRN da TSF para ter lá qualquer muscial a emitir. É uma questão de prioridades e interesse estratégico.
Dito isto, não percebo também a reserva "mentofónica" que existe em relação à Mega, que não existe de todo em relação à Cidade, ou até à Nova Era. Não sei se vai quadriplicar, mas sei que é um produto que vai fazer bem ao éter algarvio. Há espaço para todos, se não tivermos uma Lei aberrante, que obrigue a comprar alvarás. A concorrência é sempre salutar. É de lamentar o que se passa com a Fóia, sem dúvida. Faz falta? Evidentemente, é a única rádio popular do Algarve, que tem um público que fica sem esse tipo de oferta. Diria que seria o equivalente a, no Porto, se perder de uma vez só Festival, No Ar e Regional de Arouca. Mas a Mega não a matou. A Fóia morreu, e a Mega viu ali uma oportunidade de crescimento. Se negamos a oportunidade de projetos crescerem, algo vai mal.
Claro que as audiências não transitam. Nem eu sou ouvinte habitual da Festival, nem o meu avô vai ouvir a Mega. São produtos diferentes, para públicos distintos também.
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Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
Tretas.
A audiência nacional nem vai mexer. O produto é estafado, pouco diz aos auditórios fora de Lisboa (aqui em Coimbra raramente encontras alguém a ouvir aquilo) e o Algarve conta muito pouco para o bareme nacional.
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Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
Quadruplicar?
Caramba, não sabia que o Algarve tinha assim tantos habitantes. Já justificava realmente um metro em Faro, a ligar Loulé, ao Aeroporto, a terminar em Olhão, e mais uma linha ferroviária pelo litoral para barlavento, tendo em conta os milhões de habitantes da região.
Eu até vos vou confidenciar algo: no passado sábado ligou-me uma pessoa dos quadros da rádio Fóia. Estive meia hora ao telefone com essa pessoa, que esteve durante essa meia hora a chorar compulsivamente em chamada, a dizer que soube pelas minhas redes sociais que ia ser despedida, porque ninguém da direção da rádio lhe tinha dito nada. Já ouvi rumores (não consigo confirmar se é verdade) que houve sócios da cooperativa que não tomaram conhecimento desta decisão da direção da rádio.
Não tenho nada contra a Renascença comprar a Fóia, já disse isto a um bom amigo que tenho dentro do grupo R/COM.
O grupo viu a oportunidade, e aproveitou.
O que mais me intriga, é ver pessoas a aplaudir outras a irem para o fundo de desemprego, algumas na casa dos 60, a perguntarem-se o que vão fazer até à idade da reforma.
Para não falar, que a Mega Hits (repetindo-me), nada, mas nada vai acrescentar ao éter. Como também já disse, se fosse uma rádio que acrescentasse algo ao FM no Algarve, eu ainda deixava passar. Mas não acrescenta nada! Jukebox's, tem o Algarve aos pontapés! Já para não falar, que na minha opinião o melhor da Mega, nem passa nas ondas Hertzianas da rádio.
Tudo o que não seja o início de rádios regionais/distritais no continente, e a introdução do DAB+ em Portugal, não é prioritário.
Eu a parte do DAB + até já dou de barato que não vá ocorrer tão cedo. Infelizmente, parece-me que politicamente não há condições para avançar. Mas mesmo com o velhinho FM podemos ter margem para mudar o setor. Deixem-me fazer uma questão: supondo que, por exemplo, no Algarve, a Rádio Fóia tivesse acesso a um segundo emissor na Serra do Caldeirão, para o Sotavento, o desfecho teria sido este? Até que ponto a escala permitiria fazer crescer e ter uma sustentação maior dos projetos locais, sem que tenhamos de ter o Estado a suportar direta ou indiretamente? Ou, pelo contrário, agravaria os problemas? Eu não me importaria de avançarmos para um modelo à Espanha, com uma musical regional e outra tendencialmente (mais de 75% para começo de conversa) de palavra. Acho que funcionaria razoavelmente bem. No remanescente, completaria as redes nacionais existentes, da mesma forma que Espanha faz, com emissores de mais baixa potência, mas que asseguram uma transmissão eficaz ao longo do território.
Já aqui provei que se seguíssemos o modelo Espanhol, poderíamos ter cobertura nacional (ou quase) para 4 Rádios do grupo RTP, 4 da Baeur, 3 da R/Com, mais 3 informação (TSF, OBSRVDOR e NOW/CMR) e ainda daria para dar uma rede decente à Rádio Maria e à SW, mais as duas regionais. Isto fazendo a transposição do número de estações que há do outro lado que se ouvem razoavelmente bem na grande parte do território habitável. Tal como lá, ainda daria para algumas locais. Dou sempre o exemplo de Madrid que tem 14 emissores com mais de 20kw a servir a cidade, a que se junta ainda mais um com 10Kw, potência a que devem sair hoje qualquer uma das Antenas nacionais de Lxb e Prt, da COPE (que curiosamente, tem emissores mais potentes para outras estações do grupo). Tomara nós termos 15 rádios com qualidade para meter em emissores desse calibre, eu já sou mais modesto e ficava pelos 20Kw.
Contudo, não estamos a falar de meras jukeboxes. São projectos radiofónicos com gente lá dentro, com uma ampla cobertura e que cumprem, não só em companhia, mas também na informação das gentes que vivem nessas regiões.
É imperativa a revisão de uma lei anacrónica e fomentar estações de cariz regional, em prol do direito à informação nas regiões fora das áreas metropolitanas.
E na rádio, a RTP tem culpas no cartório sim por não fomentar estações de cariz regional no seu portefólio, algo que é comum noutros países da União Europeia (e que não são assim tão mais ricos que nós).
Precisamente por serem projetos com gente dentro é que não se aguentam, porque têm despesas para pagar. Por outro lado, existirão mais casos como a EBEIRAS, as pessoas não são eternas, e empresas que sejam muito pequenas, tendem a morrer com as reformas dos proprietários, ou mesmo com o falecimento destes. Esse é um problema da competividade portuguesa. Jukebox aguentam-se, são vegetais com o cérebro morto, mas o corpo, de estar deitado, dura muito.
Eu nem sei se tem de ser a RTP a fazer isso. Acho que bastariam desdobramentos numa ANTENA 5, com noticiários regionais, e aumentar a produção a partir dos centros regionais, com personalidades de relevo das várias regiões, que devem ter lugar na nacional. Para mim, isso sim, faz falta. Ou seja, presença em antena nacional de mais regiões, bem como a RTP ter uma rádio de informação, exclusivamente de palavra, e que a ANTENA 1 siga o exemplo das suas irmãs estrangeiras e se torne igualmente generalista 100% de palavra. Esse chavão da música portuguesa pode e deve ser tratado noutras instâncias. Não me consta que a música de língua espanhola tenha falecido por a RNE 1 não passar música, exceto em um ou outro programa de autor, ou no fim das horas. O privado, em matéria musical, consegue dar bem conta do recado, o que foge mais do mainstream tem (normalmente) lugar na Antena 3, e se não tiver nesta, tem onde? Daqui a pouco, por essa ordem de ideias, se a Festival acabar e a No Ar for pelo mesmo caminho, exigimos da Antena 1 que toque "Põe a Cerveja no Congelador?" e cinco minutos depois transmita a Geometria Variável (exemplo académico hiperbólico). É urgente também dotar a Madeira e Açores de emissão nacional 24/7 da Antena 1. O regional é relevante, mas não deve nunca impedir o acesso ao nível macro. Uma rede regional musical pode e deve ter, naturalmente, um cariz mais de música popular. Para música Comercial, já temos serviço nacional.
Eu não abordei esse tema das redações, porque era demasiado lógico para abordá-lo. É óbvio que qualquer que fosse a rádio pseudo-nacional a ficar com a Fóia, jamais iria abrir uma redação no Algarve, ou no máximo, ficar com o antigo estúdio da Fóia. Ao contrário do que acontece aqui ao lado em Espanha. Convém lembrar que a SER (rádio mais ouvida de Espanha), tem um pequeno estúdio numa localidade tão pequena como Ayamonte. É só passar a fronteira.
Nélson, o que a rádio tem de ter, isso sim, é capacidade de produção. Naturalmente, ter um estúdio dá-lhe isso. Emissão, confesso que tenho algumas reservas. Imagina que nem é a Mega, mas sim a Observador ou a TSF a pegar na Fóia. Que atualidade relevante há em Monchique que justifique mais de 10 minutos de emissão diária? Se calhar nem isso. Talvez o futebol seja um atrativo, mas será que paga o custo de ter um jornalista e um relatador, que sejam efetivamente bem pagos, e não a receber uma esmola? O Atento publicou há uns tempos um artigo sobre uma das SER que ia passar a retransmitir Madrid. Mesmo por lá, onde o dinheiro parece nascer nas árvores, numa economia que não é substancialmente diferente da nossa em termos de fundamentais macro, há uma tendência de centralização. Dou-te o exemplo, no meu escritório já apanho razoavelmente dois emissores da SER, 105.1 Tui da rede "local" e 100.6 VIGO que retransmite integralmente Madrid. Posso dizer-te que já piquei a várias horas, seguramente das 09h às 21h, nunca vi emissão desdobrada, para lá da publicidade a umas lojinhas locais de Tui ou até dos municípios da raia portuguesa. Por isso entendo que são precisos jornalistas para cobrir a região, emissão autónoma, tenho dúvidas. Digo-te, mesmo aqui no Porto, não acho que exista matéria que justifique tamanha relevância. O problema deste país é outro: tudo gravita em torno de Lisboa, e, como tal, os OCS estão onde há matéria noticiosa. Existindo descentralização, com governos regionais, por exemplo, este panorama alterar-se-á substancialmente.
Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
Certo, mas a TSF, em termos de importância, está uns furos acima da Mega. Este fim-de-semana estive na RTP Porto e ficou-me uma frase no ouvido: "Pode-se fazer melhor ou pior no entretenimento, na informação tem de se ser excelente sempre, porque esta é a razão da TV e da Rádio existirem". Concordo plenamente com esta visão. Portanto, medir audiências de musicais e informativas em conjunto, acho um exercício perigoso. Não trocaria nunca uma RRN da TSF para ter lá qualquer muscial a emitir. É uma questão de prioridades e interesse estratégico.
Dito isto, não percebo também a reserva "mentofónica" que existe em relação à Mega, que não existe de todo em relação à Cidade, ou até à Nova Era. Não sei se vai quadriplicar, mas sei que é um produto que vai fazer bem ao éter algarvio. Há espaço para todos, se não tivermos uma Lei aberrante, que obrigue a comprar alvarás. A concorrência é sempre salutar. É de lamentar o que se passa com a Fóia, sem dúvida. Faz falta? Evidentemente, é a única rádio popular do Algarve, que tem um público que fica sem esse tipo de oferta. Diria que seria o equivalente a, no Porto, se perder de uma vez só Festival, No Ar e Regional de Arouca. Mas a Mega não a matou. A Fóia morreu, e a Mega viu ali uma oportunidade de crescimento. Se negamos a oportunidade de projetos crescerem, algo vai mal.
Claro que as audiências não transitam. Nem eu sou ouvinte habitual da Festival, nem o meu avô vai ouvir a Mega. São produtos diferentes, para públicos distintos também.
Pdnf, apenas vou responder à tua primeira questão.
Se a Fóia tivesse outro emissor na Serra do Caldeirão, o desfecho teria sim sido o mesmo, primeiro porque um emissor na Serra do Caldeirão pouco acrescentaria à cobertura da Fóia (provavelmente conseguiria chegar mais limpa a Vila Real de Santo António e tentar penetrar nesse buraco chamado Alcoutim), mas pouco acrescentaria. E por último, porque a Rádio Fóia fechou somente por má gestão, por muito que ninguém queira acreditar neste cenário.
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Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
Tretas.
A audiência nacional nem vai mexer. O produto é estafado, pouco diz aos auditórios fora de Lisboa (aqui em Coimbra raramente encontras alguém a ouvir aquilo) e o Algarve conta muito pouco para o bareme nacional.
Mesmo em Lisboa a Mega perde largo para a Cidade. É rarissimo “apanhar” a Mega quando ando de Uber, o que é relativamente frequente para mim, ou numa pastelaria. Mesmo no Porto, quando lá vou, a sensação que tenho é a mesma.
Estar no Algarve é um “nice to have” para a Mega numa lógica de valorização do produto a nível publicitário mas nada mais do que isso.
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Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
Tretas.
A audiência nacional nem vai mexer. O produto é estafado, pouco diz aos auditórios fora de Lisboa (aqui em Coimbra raramente encontras alguém a ouvir aquilo) e o Algarve conta muito pouco para o bareme nacional.
Mesmo em Lisboa a Mega perde largo para a Cidade. É rarissimo “apanhar” a Mega quando ando de Uber, o que é relativamente frequente para mim, ou numa pastelaria. Mesmo no Porto, quando lá vou, a sensação que tenho é a mesma.
Estar no Algarve é um “nice to have” para a Mega numa lógica de valorização do produto a nível publicitário mas nada mais do que isso.
Suponho que a cobertura dos 97,1 (Fóia) seja maior do que os 99,7 MHz (Loulé) da Cidade FM, apesar deste último emissor poder operar com 2 kW. A Cidade FM Algarve deverá fazer-se ouvir melhor no Sotavento, mas a futura Mega Hits Algarve vai dominar no Barlavento e não só- não me surprenderia se algums estabelecimentos no litoral alentejano e até na vila de Sesimbra começassem a sintonizar o rádio nos 97,1. Há uns anos tal já acontecia em Sesimbra, já que nalguns pontos da vila, os 92,4 Lisboa são audíveis em condições satisfatórias. Já a Cidade FM, fica a perder na região por razões evidentes (91,6 Lisboa vs 91,5 MHz da Antena 2 e nem os 106,2 se fazem ouvir com o mínimo de qualidade).
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Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
Tretas.
A audiência nacional nem vai mexer. O produto é estafado, pouco diz aos auditórios fora de Lisboa (aqui em Coimbra raramente encontras alguém a ouvir aquilo) e o Algarve conta muito pouco para o bareme nacional.
Mesmo em Lisboa a Mega perde largo para a Cidade. É rarissimo “apanhar” a Mega quando ando de Uber, o que é relativamente frequente para mim, ou numa pastelaria. Mesmo no Porto, quando lá vou, a sensação que tenho é a mesma.
Estar no Algarve é um “nice to have” para a Mega numa lógica de valorização do produto a nível publicitário mas nada mais do que isso.
Suponho que a cobertura dos 97,1 (Fóia) seja maior do que os 99,7 MHz (Loulé) da Cidade FM, apesar deste último emissor poder operar com 2 kW. A Cidade FM Algarve deverá fazer-se ouvir melhor no Sotavento, mas a futura Mega Hits Algarve vai dominar no Barlavento e não só- não me surprenderia se algums estabelecimentos no litoral alentejano e até na vila de Sesimbra começassem a sintonizar o rádio nos 97,1. Há uns anos tal já acontecia em Sesimbra, já que nalguns pontos da vila, os 92,4 Lisboa são audíveis em condições satisfatórias. Já a Cidade FM, fica a perder na região por razões evidentes (91,6 Lisboa vs 91,5 MHz da Antena 2 e nem os 106,2 se fazem ouvir com o mínimo de qualidade).
Aquí no Algarve sotavento já entrei em diversos estabelecimentos onde estava a tocar a Mega, e muitos amigos meus ouvem a Mega pela televisão, ou conectam na via Bluetooth no carro. Os 99.7, tirando Faro cidade, não são superiores aos 97.1 no sotavento, até diria algo inferiores por terem a pressão da R.A.I Huelva nos 99.6 que é um estoiro de emissor. A Mega Hits parece me ser um produto mais voltado para público feminino, talvez seja por isso que encontra poucos ubers ou táxis com esta estação posta.
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Vamos a factos, com 1/3 dos emissores a Mega Hits tem tanta ou mais audiência que a TSF, por exemplo. Ao ler este tipo de comentários dá a entender que esses ouvintes não merecem ter acesso à Mega Hits. Não tenho a menor dúvida que os 97.1 vão quadruplicar de audiência com a introdução da Mega Hits nessa frequência.
Tretas.
A audiência nacional nem vai mexer. O produto é estafado, pouco diz aos auditórios fora de Lisboa (aqui em Coimbra raramente encontras alguém a ouvir aquilo) e o Algarve conta muito pouco para o bareme nacional.
Mesmo em Lisboa a Mega perde largo para a Cidade. É rarissimo “apanhar” a Mega quando ando de Uber, o que é relativamente frequente para mim, ou numa pastelaria. Mesmo no Porto, quando lá vou, a sensação que tenho é a mesma.
Estar no Algarve é um “nice to have” para a Mega numa lógica de valorização do produto a nível publicitário mas nada mais do que isso.
Suponho que a cobertura dos 97,1 (Fóia) seja maior do que os 99,7 MHz (Loulé) da Cidade FM, apesar deste último emissor poder operar com 2 kW. A Cidade FM Algarve deverá fazer-se ouvir melhor no Sotavento, mas a futura Mega Hits Algarve vai dominar no Barlavento e não só- não me surprenderia se algums estabelecimentos no litoral alentejano e até na vila de Sesimbra começassem a sintonizar o rádio nos 97,1. Há uns anos tal já acontecia em Sesimbra, já que nalguns pontos da vila, os 92,4 Lisboa são audíveis em condições satisfatórias. Já a Cidade FM, fica a perder na região por razões evidentes (91,6 Lisboa vs 91,5 MHz da Antena 2 e nem os 106,2 se fazem ouvir com o mínimo de qualidade).
Aquí no Algarve sotavento já entrei em diversos estabelecimentos onde estava a tocar a Mega, e muitos amigos meus ouvem a Mega pela televisão, ou conectam na via Bluetooth no carro. Os 99.7, tirando Faro cidade, não são superiores aos 97.1 no sotavento, até diria algo inferiores por terem a pressão da R.A.I Huelva nos 99.6 que é um estoiro de emissor. A Mega Hits parece me ser um produto mais voltado para público feminino, talvez seja por isso que encontra poucos ubers ou táxis com esta estação posta.
Acho que tirando um dos Burger Ranch's de Portimão, nunca ouvi a Mega em lado nenhum deste Algarve, ao contrário da Fóia, que no barlavento, estava sintonizada em muitos bares mais tradicionais e alguns cafés
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Suponho que a cobertura dos 97,1 (Fóia) seja maior do que os 99,7 MHz (Loulé) da Cidade FM, apesar deste último emissor poder operar com 2 kW. A Cidade FM Algarve deverá fazer-se ouvir melhor no Sotavento, mas a futura Mega Hits Algarve vai dominar no Barlavento e não só- não me surprenderia se algums estabelecimentos no litoral alentejano e até na vila de Sesimbra começassem a sintonizar o rádio nos 97,1. Há uns anos tal já acontecia em Sesimbra, já que nalguns pontos da vila, os 92,4 Lisboa são audíveis em condições satisfatórias. Já a Cidade FM, fica a perder na região por razões evidentes (91,6 Lisboa vs 91,5 MHz da Antena 2 e nem os 106,2 se fazem ouvir com o mínimo de qualidade).
A Mega é uma rádio que entra bem no segmento estabelecimento comercial, pelo tipo de playlist diria muito mais que a Cidade.
A reserva que existe em relação à estação penso que seja por trabalhar, essencialmente, para um público classe A e B, quanto muito C1, com escolaridade de nível superior, ao passo que a Cidade diria que fica com a quota inferior. Ora, como infelizmente Portugal é um país pobre e onde as classes do topo da pirâmide são uma minoria da população, talvez justifique essa diferenciação. Se pensarmos nos pais dos jovens que ouvem a Mega, reparem que não é muito diferente: Smooth, TSF, Observador, Antena 2 que se dirigem ao mesmo auditório, em termos de classe social, apenas de uma faixa etária distinta, não têm muito melhores resultados. A Mega até faz mais, e se considerarmos que cada vez há menos jovens...
A única coisa que para mim é algo surpreendente é a RFM ficar atrás da COMRCIAL, tendo em conta que nesse segmento, se invertem as posições, sendo a RFM uma rádio mais de massas, como o é a Cidade FM no segmento jovem. Talvez tal se explique por alguma concorrência da casa mãe, a RR.
A Mega tem uma vocação para o público feminino, porque tem preocupação com esse público, de forma inegável. Mas um programa como o GNO não se torna desadequado de ser escutado por um homem. Aliás, nem sequer tenho certeza se a ideia de contratar um certo perfil, até não tem por objetivo secundário apelar aos instintos mais básicos do público masculino, pese embora ache que ninguém escute ou deva escutar rádio por causa de A ser mais bonita que B. Mas que é documentado no marketing que mulheres vendem bem para elas e também para os homens, mais do que homens vendem bem para as mulheres, lá isso há. No global, continuo a achar a Mega um produto superior à Cidade, não obstante, como tudo na vida, existirem quadros muito bons na Mega e na Cidade, e outros que nem por isso, em ambas. É como em todas as empresas.
Tretas.
A audiência nacional nem vai mexer. O produto é estafado, pouco diz aos auditórios fora de Lisboa (aqui em Coimbra raramente encontras alguém a ouvir aquilo) e o Algarve conta muito pouco para o bareme nacional.
Dizer que o produto é estafado é um pouco exagerado. Tem potencial para melhorar? Pois, com certeza. Tem alguns desiquilíbrios entre painéis, até no público a que se dirigem? Também concordo. Estafado está uma Nova Era, uma SBSR ou até a Rádio Azeite Múmia, que ainda assim, com um só emissor, aparece no Bareme, com um excelente resultado.
Quadruplicar?
Caramba, não sabia que o Algarve tinha assim tantos habitantes. Já justificava realmente um metro em Faro, a ligar Loulé, ao Aeroporto, a terminar em Olhão, e mais uma linha ferroviária pelo litoral para barlavento, tendo em conta os milhões de habitantes da região.
Eu até vos vou confidenciar algo: no passado sábado ligou-me uma pessoa dos quadros da rádio Fóia. Estive meia hora ao telefone com essa pessoa, que esteve durante essa meia hora a chorar compulsivamente em chamada, a dizer que soube pelas minhas redes sociais que ia ser despedida, porque ninguém da direção da rádio lhe tinha dito nada. Já ouvi rumores (não consigo confirmar se é verdade) que houve sócios da cooperativa que não tomaram conhecimento desta decisão da direção da rádio.
Não tenho nada contra a Renascença comprar a Fóia, já disse isto a um bom amigo que tenho dentro do grupo R/COM.
O grupo viu a oportunidade, e aproveitou.
O que mais me intriga, é ver pessoas a aplaudir outras a irem para o fundo de desemprego, algumas na casa dos 60, a perguntarem-se o que vão fazer até à idade da reforma.
Para não falar, que a Mega Hits (repetindo-me), nada, mas nada vai acrescentar ao éter. Como também já disse, se fosse uma rádio que acrescentasse algo ao FM no Algarve, eu ainda deixava passar. Mas não acrescenta nada! Jukebox's, tem o Algarve aos pontapés! Já para não falar, que na minha opinião o melhor da Mega, nem passa nas ondas Hertzianas da rádio.
Nelson, até podia ser a Observador ou um novo projeto de topo de informação a comprar a Fóia, nada disso justifica que pessoas, de qualquer idade, sejam maltratadas dessa forma. Mas esse é um problema da cooperativa, não da R/Com. Infelizmente, o que vai acontecer a essas pessoas é o que se passa com a maioria das pessoas que fica desempregada em idêntica idade: subsídio de desemprego durante 3 anos e reforma antecipada, com uma penalização menor por ser desemprego de longa duração. Se a RR estivesse numa situação melhor, poderia não lhe ficar mal absorver as pessoas para os quadros e dar, por exemplo, às rádios online locução. Agora, todos sabemos que a R/Com está num processo revitalizante de emagrecimento em curso. Mais uma vez, decorre em parte da estrutura da nossa economia ser frágil e, como bem referes, de existir má gestão.
PS: Referi Caldeirão para tentar apanhar o interior do Baixo Alentejo, se fosse apenas para o Algarve, logicamente que a Serra de Mte Figo seria uma melhor solução. Mas a tua conclusão é a que desconfiava: problemas de gestão. Quando a qualidade das lideranças é fraca...
Há uns anos tal já acontecia em Sesimbra, já que nalguns pontos da vila, os 92,4 Lisboa são audíveis em condições satisfatórias. Já a Cidade FM, fica a perder na região por razões evidentes (91,6 Lisboa vs 91,5 MHz da Antena 2 e nem os 106,2 se fazem ouvir com o mínimo de qualidade).
O ponto em que o Luís toca é interessante. Não convém esquecer que a Mega em Lisboa também não é nenhuma maravilha, não há o emissor da Margem Sul a segurar as pontas como tem a Cidade FM. Realmente, é pouco compreensível a atribuição da frequência de 91,6 para a cidade, dado que consegue levar pancada dentro da mesma de Sul, da Antena 2, e também de Norte, da RFM. Está, para mim, ao nível da aberração que era ter a Rádio 5 em 88.4.
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O nosso colega de fórum e ex colaborador da Rádio Foia, Nelson Soares, escreveu por aqui que a última emissão em direto seria hoje, por altura dos Discos Pedidos. "Piquei" a estação nessa altura e pareceu-me que os microfones já foram cortados, durante 20 minutos só ouvi música e (pouca) publicidade.
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pdnf, está a comparar rádios musicais com rádios de palavra. Assim não vai chegar a grandes conclusões.
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pdnf, está a comparar rádios musicais com rádios de palavra. Assim não vai chegar a grandes conclusões.
Eu também não sou grande fã das comparações palavra musicais, porém, como penso que seja evidente, os produtos a que aludi são mais consumidos pela classes A e B1 do que, desconfio, o serão uma RFM ou até uma COMRCIAL. A ideia foi mostrar que são os filhos dessa classe que ouvem a Mega, o que não deve andar muito longe da verdade. Claro que exceções há sempre: há uns tempos atrás, passei por uma obra em que os trolhas tinham o rádio ligado alto e bom som na Antena 2. ;D ;D
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O nosso colega de fórum e ex colaborador da Rádio Foia, Nelson Soares, escreveu por aqui que a última emissão em direto seria hoje, por altura dos Discos Pedidos. "Piquei" a estação nessa altura e pareceu-me que os microfones já foram cortados, durante 20 minutos só ouvi música e (pouca) publicidade.
A última emissão de Discos Pedidos, vai ser dia 16 (também terça-feira, mas na próxima semana)
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pdnf, está a comparar rádios musicais com rádios de palavra. Assim não vai chegar a grandes conclusões.
Eu também não sou grande fã das comparações palavra musicais, porém, como penso que seja evidente, os produtos a que aludi são mais consumidos pela classes A e B1 do que, desconfio, o serão uma RFM ou até uma COMRCIAL. A ideia foi mostrar que são os filhos dessa classe que ouvem a Mega, o que não deve andar muito longe da verdade. Claro que exceções há sempre: há uns tempos atrás, passei por uma obra em que os trolhas tinham o rádio ligado alto e bom som na Antena 2. ;D ;D
esses dados de consumo são uma impressão sua ou estão disponíveis em algum local?
e isto não é uma questão de ser ou não fã de se comparar. simplesmente não se comparam coisas que não se podem comparar.
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O nosso colega de fórum e ex colaborador da Rádio Foia, Nelson Soares, escreveu por aqui que a última emissão em direto seria hoje, por altura dos Discos Pedidos. "Piquei" a estação nessa altura e pareceu-me que os microfones já foram cortados, durante 20 minutos só ouvi música e (pouca) publicidade.
A última emissão de Discos Pedidos, vai ser dia 16 (também terça-feira, mas na próxima semana)
Alguém por aí no facebook dizia que a Mega estaria no ar já na próxima semana, daí ter deduzido que fosse esta terça-feira (a que passou).
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esses dados de consumo são uma impressão sua ou estão disponíveis em algum local?
e isto não é uma questão de ser ou não fã de se comparar. simplesmente não se comparam coisas que não se podem comparar.
Há esses dados, mas não são disponíveis ao público, mas posso-lhe dizer que sei que é como descrevi. Em todo o caso, basta se perceber o posicionamento da marca. Isso vale para uma rádio, como para outro produto qualquer. Aliás, crítica que é feita recorrentemente à Mega, baseada nessa percepção, é que é uma rádio da Linha, feita para a linha.
A própria Marktest o faz, e não devia, quando junta as audiências de todos os tipos de produto.
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O nosso colega de fórum e ex colaborador da Rádio Foia, Nelson Soares, escreveu por aqui que a última emissão em direto seria hoje, por altura dos Discos Pedidos. "Piquei" a estação nessa altura e pareceu-me que os microfones já foram cortados, durante 20 minutos só ouvi música e (pouca) publicidade.
A última emissão de Discos Pedidos, vai ser dia 16 (também terça-feira, mas na próxima semana)
Alguém por aí no facebook dizia que a Mega estaria no ar já na próxima semana, daí ter deduzido que fosse esta terça-feira (a que passou).
Foi a pessoa que apresenta os Discos Pedidos que me garantiu que o último programa é no dia 16.
Agora se a Fóia fecha no dia seguinte, ou só dois meses depois, isso para já, não sei dizer.
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Chego tarde a este debate que muito interessa e me entristece. O que alguns de nós temíamos, aconteceu... Esta rádio, a Foia, além da Gilão são as duas rádios mais genuínas do éter no Algarve e, neste caso concreto, a Fóia era sem dúvida a que tinha maior cobertura.
Todo este processo de definhar ao longo dos anos, tinha um fim anunciado, mas todos nós, algarvios, pensámos que o dia seria sempre para "depois de amanhã"...
Na minha opinião, um património e veiculo da difusão da cultura, desporto (única rádio que acompanhava o Distrital do Algarve, na sua dimensão geográfica) e costumes, companhia para os mais velhos num concelho que é dos mais envelhecidos do país, é um "crime", e a ERC, ao validar este negócio está literalmente a participar no dito crime. É ridículo alegar as mais valias para os jovens de Monchique, quando estes têm no seu portfolio umas 2 ou 3 rádios do mesmo target e a "população tipo" da zona perde a única companhia das manhãs e tardes.
É também de má-fé ler a mini entrevista do responsável da Cooperativa alegar que isto é transitório, quando todos sabemos que não existe um único caso em que um grande grupo se meta num negócio destes para o devolver a médio prazo. Se assim fosse, deveria ter sido explicito o prazo do contrato assinado.
Por fim, pergunto se em todo este processo as entidades estatais (regionais), como a câmara e outros, que subsidiam esta rádio, foram consultadas e o que têm a dizer disto...
Há hora que escrevo vejo ainda que a ERC não deliberou sobre a renovação de algumas rádios do Algarve que temos que, de produção algarvia e sem ser meras jukebox, subsistam na região umas 3 ou 4 rádios, para uma população residente de 500 mil pessoas. Algao vai mal, é importante clarificar e assumir este problema na sociedade algarvia.
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Chego tarde a este debate que muito interessa e me entristece. O que alguns de nós temíamos, aconteceu... Esta rádio, a Foia, além da Gilão são as duas rádios mais genuínas do éter no Algarve e, neste caso concreto, a Fóia era sem dúvida a que tinha maior cobertura.
Todo este processo de definhar ao longo dos anos, tinha um fim anunciado, mas todos nós, algarvios, pensámos que o dia seria sempre para "depois de amanhã"...
Na minha opinião, um património e veiculo da difusão da cultura, desporto (única rádio que acompanhava o Distrital do Algarve, na sua dimensão geográfica) e costumes, companhia para os mais velhos num concelho que é dos mais envelhecidos do país, é um "crime", e a ERC, ao validar este negócio está literalmente a participar no dito crime. É ridículo alegar as mais valias para os jovens de Monchique, quando estes têm no seu portfolio umas 2 ou 3 rádios do mesmo target e a "população tipo" da zona perde a única companhia das manhãs e tardes.
É também de má-fé ler a mini entrevista do responsável da Cooperativa alegar que isto é transitório, quando todos sabemos que não existe um único caso em que um grande grupo se meta num negócio destes para o devolver a médio prazo. Se assim fosse, deveria ter sido explicito o prazo do contrato assinado.
Por fim, pergunto se em todo este processo as entidades estatais (regionais), como a câmara e outros, que subsidiam esta rádio, foram consultadas e o que têm a dizer disto...
Há hora que escrevo vejo ainda que a ERC não deliberou sobre a renovação de algumas rádios do Algarve que temos que, de produção algarvia e sem ser meras jukebox, subsistam na região umas 3 ou 4 rádios, para uma população residente de 500 mil pessoas. Algao vai mal, é importante clarificar e assumir este problema na sociedade algarvia.
Não é só na sociedade algarvia, é em todo o restante país... exemplo de Monsanto, Emissora das Beiras, etc., etc.... Algo tem que ser mudado e com urgência, com risco de "isto" ficar limitado a meia dúzia de rádios, sem qualquer diferenciação entre elas, no já pobre panorama radiofónico nacional!
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Não é só na sociedade algarvia, é em todo o restante país... exemplo de Monsanto, Emissora das Beiras, etc., etc.... Algo tem que ser mudado e com urgência, com risco de "isto" ficar limitado a meia dúzia de rádios, sem qualquer diferenciação entre elas, no já pobre panorama radiofónico nacional!
A mudança tem de surgir possibilitando às empresas ganhar escala e crescer. Por isso é que é tão relevante se avançar para um modelo em que a cobertura é efetuada por regiões NUT's III e não por concelhos, o que é uma micro escala. Sendo certo que no dia em que isso ocorrer, ter-se-á de exigir muito mais dos operadores regionais, mas também daqueles que vão ver a sua cobertura reforçada no território.
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No âmbito do Governo de Portugal, qual o ministério que tutela a rádio (televisão)? alguém sabe?
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É também de má-fé ler a mini entrevista do responsável da Cooperativa alegar que isto é transitório, quando todos sabemos que não existe um único caso em que um grande grupo se meta num negócio destes para o devolver a médio prazo. Se assim fosse, deveria ter sido explicito o prazo do contrato assinado.
Olha que por acaso o precedente que a Fóia está a dizer até existe: nos anos 90, a Rádio Energia durou 6 anos e a XFM durou 4 anos - o que eu descreveria como médio prazo em rádio - e quando a Energia acabou (em 98.4 Coimbra), essa estação passou a ser Rádio a5, regressou à raiz local em 97/98, e só muda para Mega Hits largos anos mais tarde. No caso da XFM, 105.8 Valongo acabaram e passaram a ser Rádio Continental, aqui um pouco menos local porque Acácio Marinho.
Mais recentemente, tens o precedente criado em Braga no tempo do Rádio Clube Português em que a própria detentora do alvará da rádio deliberadamente decide terminar com a associação ao RCP e manteve-se em projeto próprio (salvo erro Mais FM de Braga) até ter passado justamente a... Mega Hits.
É tecnicamente possível e já foi utilizado. Pode valer a pena apurares se é um aluguer ou foi mesmo uma venda em si, porque se for um aluguer, tecnicamente, a empresa que tem o alvará é que conta e tem a "bomba atómica" que é justamente dizer basta e acabar com a cessão/projeto. E seguramente que com um bom projeto regional e dinheiro para isso, não têm menos fibra no Algarve que em Braga para levar isso. Portanto... tudo depende de como a gestão foi feita nisto.
Embora para ser absolutamente sincero também me pareça conversa de encher chouriços do diretor. Mas não é impossível.
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É também de má-fé ler a mini entrevista do responsável da Cooperativa alegar que isto é transitório, quando todos sabemos que não existe um único caso em que um grande grupo se meta num negócio destes para o devolver a médio prazo. Se assim fosse, deveria ter sido explicito o prazo do contrato assinado.
Olha que por acaso o precedente que a Fóia está a dizer até existe: nos anos 90, a Rádio Energia durou 6 anos e a XFM durou 4 anos - o que eu descreveria como médio prazo em rádio - e quando a Energia acabou (em 98.4 Coimbra), essa estação passou a ser Rádio a5, regressou à raiz local em 97/98, e só muda para Mega Hits largos anos mais tarde. No caso da XFM, 105.8 Valongo acabaram e passaram a ser Rádio Continental, aqui um pouco menos local porque Acácio Marinho.
Mais recentemente, tens o precedente criado em Braga no tempo do Rádio Clube Português em que a própria detentora do alvará da rádio deliberadamente decide terminar com a associação ao RCP e manteve-se em projeto próprio (salvo erro Mais FM de Braga) até ter passado justamente a... Mega Hits.
É tecnicamente possível e já foi utilizado. Pode valer a pena apurares se é um aluguer ou foi mesmo uma venda em si, porque se for um aluguer, tecnicamente, a empresa que tem o alvará é que conta e tem a "bomba atómica" que é justamente dizer basta e acabar com a cessão/projeto. E seguramente que com um bom projeto regional e dinheiro para isso, não têm menos fibra no Algarve que em Braga para levar isso. Portanto... tudo depende de como a gestão foi feita nisto.
Embora para ser absolutamente sincero também me pareça conversa de encher chouriços do diretor. Mas não é impossível.
Aposto que daqui uns 2 anos vai acontecer o mesmo que aconteceu nos 92.6.. A Observador vai-se chegar à frente com mais €€€ e os 97.1 mudam de parceria. Se há um grupo que tem massa é o Observador.
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É também de má-fé ler a mini entrevista do responsável da Cooperativa alegar que isto é transitório, quando todos sabemos que não existe um único caso em que um grande grupo se meta num negócio destes para o devolver a médio prazo. Se assim fosse, deveria ter sido explicito o prazo do contrato assinado.
Olha que por acaso o precedente que a Fóia está a dizer até existe: nos anos 90, a Rádio Energia durou 6 anos e a XFM durou 4 anos - o que eu descreveria como médio prazo em rádio - e quando a Energia acabou (em 98.4 Coimbra), essa estação passou a ser Rádio a5, regressou à raiz local em 97/98, e só muda para Mega Hits largos anos mais tarde. No caso da XFM, 105.8 Valongo acabaram e passaram a ser Rádio Continental, aqui um pouco menos local porque Acácio Marinho.
Mais recentemente, tens o precedente criado em Braga no tempo do Rádio Clube Português em que a própria detentora do alvará da rádio deliberadamente decide terminar com a associação ao RCP e manteve-se em projeto próprio (salvo erro Mais FM de Braga) até ter passado justamente a... Mega Hits.
É tecnicamente possível e já foi utilizado. Pode valer a pena apurares se é um aluguer ou foi mesmo uma venda em si, porque se for um aluguer, tecnicamente, a empresa que tem o alvará é que conta e tem a "bomba atómica" que é justamente dizer basta e acabar com a cessão/projeto. E seguramente que com um bom projeto regional e dinheiro para isso, não têm menos fibra no Algarve que em Braga para levar isso. Portanto... tudo depende de como a gestão foi feita nisto.
Embora para ser absolutamente sincero também me pareça conversa de encher chouriços do diretor. Mas não é impossível.
Aposto que daqui uns 2 anos vai acontecer o mesmo que aconteceu nos 92.6.. A Observador vai-se chegar à frente com mais €€€ e os 97.1 mudam de parceria. Se há um grupo que tem massa é o Observador.
Pelo que me consta, é um aluguer dos 97.1 ao grupo renascença, e o Observador não tinha conhecimento desta vontade da cooperativa rádio fóia, porque senao não tenho dúvidas que se chegavam à frente com uma melhor proposta €€€€€€€
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Mark my words: assassinas de locais mais potentes: Grupo Observador e grupo Radio Maria, estes ainda vão calar imensas locais
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Mark my words: assassinas de locais mais potentes: Grupo Observador e grupo Radio Maria, estes ainda vão calar imensas locais
A Observador está com uma tremenda vontade de crescer. Até agora nunca tinha calado nenhuma, tudo aquilo em que pegou já era jukebox, ou, no caso de Rio Maior, nacional. Agora, a situação da Emissora das Beiras, mais até do que de Leiria, é diferente.
Já a Rádio Maria tem sido cada tiro, cada melro: 102.2 a levarem em cima forte e feio com a Antena 3 em pleno centro de Lisboa, e a Rádio Maria a se ouvir muito mal em 100.8 no Porto. O emissor de Portel serve bem Évora, mas chega a Vendas Novas e já começa a fraquejar das pernas tremendamente, nem sequer consegue ligar com 102.2
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Olha que por acaso o precedente que a Fóia está a dizer até existe: nos anos 90, a Rádio Energia durou 6 anos e a XFM durou 4 anos - o que eu descreveria como médio prazo em rádio - e quando a Energia acabou (em 98.4 Coimbra), essa estação passou a ser Rádio a5, regressou à raiz local em 97/98, e só muda para Mega Hits largos anos mais tarde. No caso da XFM, 105.8 Valongo acabaram e passaram a ser Rádio Continental, aqui um pouco menos local porque Acácio Marinho.
Mais recentemente, tens o precedente criado em Braga no tempo do Rádio Clube Português em que a própria detentora do alvará da rádio deliberadamente decide terminar com a associação ao RCP e manteve-se em projeto próprio (salvo erro Mais FM de Braga) até ter passado justamente a... Mega Hits.
É tecnicamente possível e já foi utilizado. Pode valer a pena apurares se é um aluguer ou foi mesmo uma venda em si, porque se for um aluguer, tecnicamente, a empresa que tem o alvará é que conta e tem a "bomba atómica" que é justamente dizer basta e acabar com a cessão/projeto. E seguramente que com um bom projeto regional e dinheiro para isso, não têm menos fibra no Algarve que em Braga para levar isso. Portanto... tudo depende de como a gestão foi feita nisto.
Embora para ser absolutamente sincero também me pareça conversa de encher chouriços do diretor. Mas não é impossível.
Penso que é mesmo um aluguer, até porque a ERC só aprovou uma mudança de projecto, não de propriedade das acções da cooperativa detentora do alvará.
Quanto ao histórico que referes, a Mega Hits Minho foi Rádio Clube Português de 2003 a 2009, tendo saído do protocolo em maio ou junho de 2009, sendo Rádio Clube do Minho durante uns meses até passar a ser a Mega até aos dias de hoje. Aliás, também aqui é um caso de aluguer ao grupo r/com.
Ainda relativo à Mega Hits, mais um caso: entre 2007 e 2013 também alugaram os 105,6 à cooperativa da RIA, Rádio Independente de Aveiro. No início de 2013 o grupo r/com adquiriu 96,5 da Rádio Regional de Aveiro a Acácio Marinho, tendo cessado o protocolo com os detentores da RIA. De lá para cá 105,6 é um jukebox de música jovem.
Finalmente os 98,4 foram Rádio Energia de 1994 a 97. Quando esta terminou as emissões passou a Rádio A5 até 2003 (uma jukebox do Lino Vinhal que entretanto tinha adquirido a rádio), altura em que passou a retransmitir o Rádio Clube Português, quando a empresa já era do grupo de Nobre Guedes, Rádio Milénio.
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É também de má-fé ler a mini entrevista do responsável da Cooperativa alegar que isto é transitório, quando todos sabemos que não existe um único caso em que um grande grupo se meta num negócio destes para o devolver a médio prazo. Se assim fosse, deveria ter sido explicito o prazo do contrato assinado.
Olha que por acaso o precedente que a Fóia está a dizer até existe: nos anos 90, a Rádio Energia durou 6 anos e a XFM durou 4 anos - o que eu descreveria como médio prazo em rádio - e quando a Energia acabou (em 98.4 Coimbra), essa estação passou a ser Rádio a5, regressou à raiz local em 97/98, e só muda para Mega Hits largos anos mais tarde. No caso da XFM, 105.8 Valongo acabaram e passaram a ser Rádio Continental, aqui um pouco menos local porque Acácio Marinho.
Mais recentemente, tens o precedente criado em Braga no tempo do Rádio Clube Português em que a própria detentora do alvará da rádio deliberadamente decide terminar com a associação ao RCP e manteve-se em projeto próprio (salvo erro Mais FM de Braga) até ter passado justamente a... Mega Hits.
É tecnicamente possível e já foi utilizado. Pode valer a pena apurares se é um aluguer ou foi mesmo uma venda em si, porque se for um aluguer, tecnicamente, a empresa que tem o alvará é que conta e tem a "bomba atómica" que é justamente dizer basta e acabar com a cessão/projeto. E seguramente que com um bom projeto regional e dinheiro para isso, não têm menos fibra no Algarve que em Braga para levar isso. Portanto... tudo depende de como a gestão foi feita nisto.
Embora para ser absolutamente sincero também me pareça conversa de encher chouriços do diretor. Mas não é impossível.
Aposto que daqui uns 2 anos vai acontecer o mesmo que aconteceu nos 92.6.. A Observador vai-se chegar à frente com mais €€€ e os 97.1 mudam de parceria. Se há um grupo que tem massa é o Observador.
Pelo que me consta, é um aluguer dos 97.1 ao grupo renascença, e o Observador não tinha conhecimento desta vontade da cooperativa rádio fóia, porque senao não tenho dúvidas que se chegavam à frente com uma melhor proposta €€€€€€€
Salvo erro a Fóia esta integrada na ARIC e isso deve ter sido um factor que influenciou diretamente o parceiro no negócio.
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Não tenho a certeza mas penso que já havia em tempos interesse e contactos com o Grupo Renascença na altura da criação da Rádio Sim, mas acabou por não avançar para a transmissão da Rádio Sim.
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Está na ARIC sim. O namoro com a Mega teve a consumação em Setembro de 2023, quando deu entrada o pedido na ERC, mas já vinha dantes. Porque é que eu sempre escrevia que a Obsrvador tirasse esse cavalo da chuva? Claro, estar na ARIC ajuda. E não me parece, de todo que este seja um caso idêntico a Rio Maior, aqui parece-me que vamos ter uma relação duradoura. Para a Observador cobrir o Algarve, se tiver interesse nisso, não antevejo que restem muitas opções, quiçá uma interessante seja a Vicentina que é juke e não seria grande dano, mas que chega a Albufeira já a morrer, ou, em alternativa uma das de Portimão, preferencialmente a Alvor FM que, não sei se não seria possível ir para a Fóia, visto que está em linha de vista com toda a cidade, os refletores seriam colocados na direção do Alentejo, por causa da Vidigueira e da RR do Montejunto.
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Está na ARIC sim. O namoro com a Mega teve a consumação em Setembro de 2023, quando deu entrada o pedido na ERC, mas já vinha dantes. Porque é que eu sempre escrevia que a Obsrvador tirasse esse cavalo da chuva? Claro, estar na ARIC ajuda. E não me parece, de todo que este seja um caso idêntico a Rio Maior, aqui parece-me que vamos ter uma relação duradoura. Para a Observador cobrir o Algarve, se tiver interesse nisso, não antevejo que restem muitas opções, quiçá uma interessante seja a Vicentina que é juke e não seria grande dano, mas que chega a Albufeira já a morrer, ou, em alternativa uma das de Portimão, preferencialmente a Alvor FM que, não sei se não seria possível ir para a Fóia, visto que está em linha de vista com toda a cidade, os refletores seriam colocados na direção do Alentejo, por causa da Vidigueira e da RR do Montejunto.
Tudo é possível, em teoria. Mas desconfio que a ANACOM não aceitaria a deslocalização do emissor da Alvor FM (90,1) para a Fóia...
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É também de má-fé ler a mini entrevista do responsável da Cooperativa alegar que isto é transitório, quando todos sabemos que não existe um único caso em que um grande grupo se meta num negócio destes para o devolver a médio prazo. Se assim fosse, deveria ter sido explicito o prazo do contrato assinado.
Embora para ser absolutamente sincero também me pareça conversa de encher chouriços do diretor. Mas não é impossível.
Acho que nem o Paulo Rosa acreditou na sua mentira, quanto mais quem está por dentro do tema.
Há uma coisa que eu tenho que dizer em abono da verdade, numa análise mais a frio. A Rádio Fóia faz me lembrar o CDS quando perdeu assento parlamentar (permitam-me o paralelismo). As várias direções que a rádio teve ao longo destes anos foram enterrando a rádio. Esta direção atual, apenas colocou a cruz e a terra em cima do caixão. Infelizmente, esta situação não vem de agora, nem somente desta direção. É injusto crucificarmos apenas esta direção, quando houve muitas ao longo dos anos que contribuíram para este desfecho. Mas já se sabe, quem dá o golpe final, é que por norma leva sempre com as bombas de todos os lados.
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Mark my words: assassinas de locais mais potentes: Grupo Observador e grupo Radio Maria, estes ainda vão calar imensas locais
Posso garantir que alguns colegas do desporto estavam na expetativa que quem eventualmente pudesse comprar a rádio (ou esta espécie de aluguer no papel que falamos), era o grupo IURD.
Eu sempre lhes referi que segundo a lei da rádio, uma rádio não pode emitir a mesma emissão em concelhos vizinhos (o grupo já tem o alvará de Silves e o da Kiss em Albufeira, pelo que para adquirirem o da Fóia, teriam sempre que colocar algo diferente no ar).
Eu pessoalmente até acreditava convictamente que pudesse ser uma Observador ou uma TSF a ocupar a frequência dos 97.1 (mesmo sabendo das dificuldades económicas da TSF).
Acho que quase ninguém esperava este desfecho, mesmo para além da Fóia pertencer à ARIC, como já aqui foi falado, e bem.
Acho que ninguém tem dúvidas que esta parceria vai durar muitos e bons anos.
O "crime" já foi efetuado por parte da ERC, agora é aguardar o desfecho disto tudo.
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Está na ARIC sim. O namoro com a Mega teve a consumação em Setembro de 2023, quando deu entrada o pedido na ERC, mas já vinha dantes. Porque é que eu sempre escrevia que a Obsrvador tirasse esse cavalo da chuva? Claro, estar na ARIC ajuda. E não me parece, de todo que este seja um caso idêntico a Rio Maior, aqui parece-me que vamos ter uma relação duradoura. Para a Observador cobrir o Algarve, se tiver interesse nisso, não antevejo que restem muitas opções, quiçá uma interessante seja a Vicentina que é juke e não seria grande dano, mas que chega a Albufeira já a morrer, ou, em alternativa uma das de Portimão, preferencialmente a Alvor FM que, não sei se não seria possível ir para a Fóia, visto que está em linha de vista com toda a cidade, os refletores seriam colocados na direção do Alentejo, por causa da Vidigueira e da RR do Montejunto.
Tudo é possível, em teoria. Mas desconfio que a ANACOM não aceitaria a deslocalização do emissor da Alvor FM (90,1) para a Fóia...
Para a Observador chegar ao Algarve, neste momento essa seria a única opção.
Em tempos cheguei a questionar a direção da Rádio Alvor sobre o porquê de não deslocalizarem o emissor para a serra, e aquilo que me foi dito, é que não havia sítios onde colocarem a antena (aqui a Observador até pode fazer algo acordo com algum dos grandes grupos).
Porque verdade seja dita, Portimão está num dos buracos do Algarve. A cobertura da Alvor, vai de Sagres até Albufeira, e aguenta-se até Faro no máximo, mas já com muitas limitações.
Se a ERC autorizaria ou não a deslocalização do emissor, francamente já espero de tudo na ERC.
Se fosse alguém sem expressão, acredito que não autorizasse, mas um projeto grande já tenho dúvidas que não autorize.
Mas pronto, estamos apenas a falar de meros cenários, que muitos deles jamais se irão concretizar
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Neste espaço de tempo em que estive aqui a responder e a debater as várias ideias, o que me trazia aqui a este tópico, era dizer que ainda não havia uma data oficial para começo das emissões da Mega no Algarve.
Mas enquanto vos respondia (ironia das ironias), recebi a confirmação da data oficial de arranque da Mega.
Dia 22 deste mês, arrancam oficialmente as emissões da Mega no Algarve.
É oficial!
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Não tenho a certeza mas penso que já havia em tempos interesse e contactos com o Grupo Renascença na altura da criação da Rádio Sim, mas acabou por não avançar para a transmissão da Rádio Sim.
Por essa ordem de ideias não me espanta que a mega chegasse a Leiria via Rádio Vida Nova de Santiago da Guarda.
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Mark my words: assassinas de locais mais potentes: Grupo Observador e grupo Radio Maria, estes ainda vão calar imensas locais
O Observador, sim, acredito piamente. Já quanto ao grupo Rádio Maria talvez só daqui a alguns anos. Inclinar-me-ia antes para o grupo do novo CMR no curto/médio prazo.
Já relativamente a utilização desse adjectivo, discordo porque se há rádio que tem vindo a marcar a diferença pela positiva essa é a Observador. Esta é a Smooth FM merecem uma cobertura nacional.
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Está na ARIC sim. O namoro com a Mega teve a consumação em Setembro de 2023, quando deu entrada o pedido na ERC, mas já vinha dantes. Porque é que eu sempre escrevia que a Obsrvador tirasse esse cavalo da chuva? Claro, estar na ARIC ajuda. E não me parece, de todo que este seja um caso idêntico a Rio Maior, aqui parece-me que vamos ter uma relação duradoura. Para a Observador cobrir o Algarve, se tiver interesse nisso, não antevejo que restem muitas opções, quiçá uma interessante seja a Vicentina que é juke e não seria grande dano, mas que chega a Albufeira já a morrer, ou, em alternativa uma das de Portimão, preferencialmente a Alvor FM que, não sei se não seria possível ir para a Fóia, visto que está em linha de vista com toda a cidade, os refletores seriam colocados na direção do Alentejo, por causa da Vidigueira e da RR do Montejunto.
Tudo é possível, em teoria. Mas desconfio que a ANACOM não aceitaria a deslocalização do emissor da Alvor FM (90,1) para a Fóia...
Para a Observador chegar ao Algarve, neste momento essa seria a única opção.
Em tempos cheguei a questionar a direção da Rádio Alvor sobre o porquê de não deslocalizarem o emissor para a serra, e aquilo que me foi dito, é que não havia sítios onde colocarem a antena (aqui a Observador até pode fazer algo acordo com algum dos grandes grupos).
Porque verdade seja dita, Portimão está num dos buracos do Algarve. A cobertura da Alvor, vai de Sagres até Albufeira, e aguenta-se até Faro no máximo, mas já com muitas limitações.
Se a ERC autorizaria ou não a deslocalização do emissor, francamente já espero de tudo na ERC.
Se fosse alguém sem expressão, acredito que não autorizasse, mas um projeto grande já tenho dúvidas que não autorize.
Mas pronto, estamos apenas a falar de meros cenários, que muitos deles jamais se irão concretizar
Uma correcção, caro Nelson: não é a ERC que tem de se pronunciar. As questões técnicas de emissão, incluindo a deslocalização do emissor, têm de ser aprovadas pela ANACOM. E vejo pelo menos 2 problemas se os 90,1 MHz forem para a Fóia:
1) Rádio Vidigueira nos 90,0 MHz, o que obriga à colocação de reflectores na torre da Fóia;
2) 90,1 MHz ficam "colados" aos 89,9 MHz da RFM (Arrábida), o que dificulta a recepção, especialmente em rádios cuja selectividade não seja muito elevada.
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Está na ARIC sim. O namoro com a Mega teve a consumação em Setembro de 2023, quando deu entrada o pedido na ERC, mas já vinha dantes. Porque é que eu sempre escrevia que a Obsrvador tirasse esse cavalo da chuva? Claro, estar na ARIC ajuda. E não me parece, de todo que este seja um caso idêntico a Rio Maior, aqui parece-me que vamos ter uma relação duradoura. Para a Observador cobrir o Algarve, se tiver interesse nisso, não antevejo que restem muitas opções, quiçá uma interessante seja a Vicentina que é juke e não seria grande dano, mas que chega a Albufeira já a morrer, ou, em alternativa uma das de Portimão, preferencialmente a Alvor FM que, não sei se não seria possível ir para a Fóia, visto que está em linha de vista com toda a cidade, os refletores seriam colocados na direção do Alentejo, por causa da Vidigueira e da RR do Montejunto.
Tudo é possível, em teoria. Mas desconfio que a ANACOM não aceitaria a deslocalização do emissor da Alvor FM (90,1) para a Fóia...
Para a Observador chegar ao Algarve, neste momento essa seria a única opção.
Em tempos cheguei a questionar a direção da Rádio Alvor sobre o porquê de não deslocalizarem o emissor para a serra, e aquilo que me foi dito, é que não havia sítios onde colocarem a antena (aqui a Observador até pode fazer algo acordo com algum dos grandes grupos).
Porque verdade seja dita, Portimão está num dos buracos do Algarve. A cobertura da Alvor, vai de Sagres até Albufeira, e aguenta-se até Faro no máximo, mas já com muitas limitações.
Se a ERC autorizaria ou não a deslocalização do emissor, francamente já espero de tudo na ERC.
Se fosse alguém sem expressão, acredito que não autorizasse, mas um projeto grande já tenho dúvidas que não autorize.
Mas pronto, estamos apenas a falar de meros cenários, que muitos deles jamais se irão concretizar
Uma correcção, caro Nelson: não é a ERC que tem de se pronunciar. As questões técnicas de emissão, incluindo a deslocalização do emissor, têm de ser aprovadas pela ANACOM. E vejo pelo menos 2 problemas se os 90,1 MHz forem para a Fóia:
1) Rádio Vidigueira nos 90,0 MHz, o que obriga à colocação de reflectores na torre da Fóia;
2) 90,1 MHz ficam "colados" aos 89,9 MHz da RFM (Arrábida), o que dificulta a recepção, especialmente em rádios cuja selectividade não seja muito elevada.
Exatamente, é a ANACOM, lapso meu.
Poderiam permitir a deslocalização, desde que a Observador mudasse a frequência.
Aliás, quando as rádios locais do Algarve queixam-se à ANACOM das rádios marroquinas, a narrativa da ANACOM é sempre a mesma: se estão em cima das vossas frequências, mudem vocês de frequência.
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Não sabia que a ANACOM dizia isso... mas faz sentido. Creio que não há acordo de articulação em FM com Marrocos...
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Alguém que possa confirmar mas parece-me que a Fóia está off ou com uma potência ainda menor, não a estou a receber de todo em VRSA.
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Está com um sinal muito fraco já há uma semana. Mas está tarde ainda emitia, com o sinal muito fraco. Não tenha pressa está assim bem...!!
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Certo, agora já estou a receber, com sinal muito fraco. Deve ter a ver com as flutuações na propagação, mas confirmo a redução de potência.
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Alerta! MEGAHITS no ar em 97.1 e com RDS : MEGAHITS alguns cortes e ajustes no processador
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Entretanto voltou a Fóia para os 97.1, mas sem RDS
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Mega Hits de novo nos 97.1
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Até a morte da rádio é sofrida 🫤 Não quero ouvir mais....Que tristeza!
E ainda passa um Jingle da Rádio Fóia que por ironia da automação fala "A Rádio tem um futuro todo a frente..." nem um palavra para os ouvintes nada. 🥲
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Está no ar o último "Quero ouvir" nos 97.1 da "Voz mais alta de Portugal"
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Desumano... Cortaram as vozes da Fóia para passar publicidade da MegaHits.
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Apesar de todas as ilusões e vitórias aparentes a rádio em Portugal está doente.
Generalistas que não cumprem aquilo que se espera de uma generalista.
Um serviço público com pouca força e a dizer pouco aos portugueses, ao contrário daquilo que se passa por essa Europa fora.
Em Portugal, continuamos com o FM como se fosse a última tecnologia de ponta.
Rádios locais que na maioria dos casos não cumpre sequer os mínimos olímpicos necessários.
Cantando e rindo... dizem que está tudo bem e não poderia ser de outra maneira...
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Desumano... Cortaram as vozes da Fóia para passar publicidade da MegaHits.
Online ainda está tudo normal.
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Está no ar o último "Quero ouvir" nos 97.1 da "Voz mais alta do sul de Portugal"
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Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
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Concordo consigo totalmente...
Foi deprimente o que ouvi...também aconteceu o mesmo desliguei logo, depois de iniciar a música.
Mas a Rádio Foia não era assim....como disse uma pessoa iniciou as suas emissões no amadorismo e acabou em amadorismo.
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Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
Certo.
É um retrato daquilo que são muitas rádios locais e também ajudam a explicar porque é que elas são "uma espécie em vias de extinção".
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Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
Certo.
É um retrato daquilo que são muitas rádios locais e também ajudam a explicar porque é que elas são "uma espécie em vias de extinção".
Não meter tudo no mesmo saco se faz favor...porque existem muitos bons exemplos de rádios locais em Portugal.
E são essas que vão ficar...
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Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
Certo.
É um retrato daquilo que são muitas rádios locais e também ajudam a explicar porque é que elas são "uma espécie em vias de extinção".
Não meter tudo no mesmo saco se faz favor...porque existem muitos bons exemplos de rádios locais em Portugal.
E são essas que vão ficar...
Muitas não sei são, mas sim, algumas ficarão e ainda bem.
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E nos sítios em que teoricamente seria mais difícil que assim fosse. O Alentejo tem muito boas rádios, por exemplo. Na zona centro há exemplos dos quais não se questiona a qualidade. Só que... não são todas.
Alguma gravação deste derradeiro programa da Fóia para podermos escutar, quem não mora na região? :/
Não consigo usar os meus "créditos" de ter sido feito em Armação de Pêra para esta lolol
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E hoje, dia 16 de Julho de 2024 se despede um projeto tão importante no Algarve profundo, um projeto com 35 anos (legal desde 1989) que preservava o falar algarvio, os costumes, a informação do Sul de Portugal. Ao ouvir o último programa e ver a conversa animada dos 3 locutores, questionava-me mesmo se aquele ambiente jovial e descontraído não interessa aos jovens de Monchique, como que num contraste com o que a ERC declarou. Além disso, passou me pela mente a tremenda coincidência da decisão ter estado na gaveta durante 10 meses e no inicio da época alta do turismo, quando o pico de viagens Lisboa-Algarve e dentro do Algarve, se deliberar a ampliação da cobertura de uma rádio local de Lisboa para o Algarve...
São tudo questões que me deixam triste e mais triste fico por ver uma minoria de algarvios, que ainda assim, estão em extâse pela chegada da Mega, ainda que, para isso, se tenha de perder um veículo de difusão da nossa identidade.
Excerto da emissão, antes do sinal horário das 20h.
[size=inherit]https://we.tl/t-IlF4zVS6vC (https://we.tl/t-IlF4zVS6vC)[/size]
P.S. Esta questão técnica foi circunstancial, nem sequer vale a pena tomar este triste dia, como modus operandi desta rádio.
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Até porque ouvi a Fóia em 2019 e não me recordo de haver esse problema nos microfones. O som nunca foi brilhante em termos de ser cristalino mas daí a rebentarem microfones... acho que foram mais nervos de quem estava do que qualquer outra coisa.
Mesmo discos pedidos já ouvi à tarde na Fóia e nunca estiveram assim.
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E nos sítios em que teoricamente seria mais difícil que assim fosse. O Alentejo tem muito boas rádios, por exemplo. Na zona centro há exemplos dos quais não se questiona a qualidade. Só que... não são todas.
Alguma gravação deste derradeiro programa da Fóia para podermos escutar, quem não mora na região? :/
Não consigo usar os meus "créditos" de ter sido feito em Armação de Pêra para esta lolol
Até estava mais a pensar nas do Minho (as de Famalicão ou Guimarães, por exemplo) como "sobreviventes com qualidade". Mas há mais, claro.
Fica aqui a última meia-hora do Quero Ouvir que ainda fui a tempo de gravar.
https://soundcloud.com/radiodependente/radio-foia-quero-ouvir-ultimo-2024-07-16-2004
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E nos sítios em que teoricamente seria mais difícil que assim fosse. O Alentejo tem muito boas rádios, por exemplo. Na zona centro há exemplos dos quais não se questiona a qualidade. Só que... não são todas.
Alguma gravação deste derradeiro programa da Fóia para podermos escutar, quem não mora na região? :/
Não consigo usar os meus "créditos" de ter sido feito em Armação de Pêra para esta lolol
Até estava mais a pensar nas do Minho (as de Famalicão ou Guimarães) como "sobreviventes com qualidade". Mas há mais, claro.
Fica aqui a última meia-hora do Quero Ouvir que ainda fui a tempo de gravar.
https://soundcloud.com/radiodependente/radio-foia-quero-ouvir-ultimo-2024-07-16-2004
As rádios de Famalicão são fora de série em termos de qualidade, com a Cidade Hoje uns pontos acima.
As de Guimarães idem, mas não consigo destacar uma. São ambas bons produtos.
Viana também tem a Alto Minho, que sempre teve qualidade e gente esforçada. Agora mudou o rumo, mas continua com profissionalismo. A Geice idem, até por ser do mesmo grupo.
Em Braga brilha a RUM.
Aqui em cima é o que destacaria.
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Dentro do tópico: a Mega ainda vai penar um bocado para começar a emitir em pleno no Algarve. Pelo que sei, as condições técnicas estão caóticas e deploráveis na casa do emissor.
Enviado do meu iPhone usando o Tapatalk
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Gravação completa do último programa Quero Ouvir da Rádio Fóia
https://archive.org/details/foia-quero-ouvir-16-07-2024
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Gravação completa do último programa Quero Ouvir da Rádio Fóia
https://archive.org/details/foia-quero-ouvir-16-07-2024
Estive a ouvir a gravação e, de facto, houve um problema com os microfones no início (momento que não apanhei em direto, já que cheguei à emissão minutos mais tarde). Mas sim, deu para perceber que dois dos três micros não estavam a funcionar e talvez, num claro momento de 'atrapalhação' [ouvir até ao minuto 7], decidiram mexer onde não era suposto.
No entanto, repito que o que escrevi aqui anteriormente não é diretamente relacionado com a Rádio Foia, uma vez que não a conheço de forma suficiente para afirmar tal, mas serve de exemplo para uma parte considerável das locais. Dou o exemplo da Dom Bosco, Rádio Voz de Santo Tirso, Rádio Escuro, Rádio Dueça (quando emite), a antiga Regional Sanjoanense, a Regional de Arouca, a Rádio NO AR (com o locutor dos finais de tarde que, apesar de ser bastante profissional, está sempre com o micro a saturar, e reconheço a culpa pode não ser dele), entre tantas e tantas outras...
Voltando ao assunto Rádio Foia, achei apenas estranho os locutores nunca afirmarem que a Rádio Foia ia deixar de transmitir para dar lugar a outro produto, mesmo que não dissessem o nome dele... só ficou claro uma coisa: "o programa vai acabar". Notei algum cuidado em demasia com as palavras, atendendo ao momento e ao que já se sabe o que vai acontecer.
Seria bem mais fácil explicar o que daqui a dias será um facto: a rádio vai acabar, ponto.
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Vamos lá, tudo gravado do FM:
Segundo momento de transição, após o orgasmo mental de muitos, e o falso alarme com respectivo fogo de artifício:
https://drive.google.com/file/d/1_Ij1pxhcDRdZTM83UnPS0s3ECJA32gkg/view?usp=drivesdk (https://drive.google.com/file/d/1_Ij1pxhcDRdZTM83UnPS0s3ECJA32gkg/view?usp=drivesdk)
Terceiro e último momento de transição, já durante o programa dos discos pedidos (logo ao início):
https://drive.google.com/file/d/1_JMhFRT-7FpywTDzLdb1D5B7Ulownc0k/view?usp=drivesdk (https://drive.google.com/file/d/1_JMhFRT-7FpywTDzLdb1D5B7Ulownc0k/view?usp=drivesdk)
Toda a gravação em bruto:
https://drive.google.com/file/d/1_R06MAjRIs0F2VqFcI-j94voRi9PVXa-/view?usp=drivesdk
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Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
A grelha não difere muito daquilo que está no site.
Eu tenho uma mais atualizada, que estava afixada no estúdio de emissão, e que decidi tirar foto numa das vezes que lá fui fazer o desporto (estive naquele estúdio 8 semanas consecutivas), por isso conheço aquela mesa de emissão como ninguém, até porque utilizava quase todas as vias para poder dar dinâmica à emissão, entre pré-escutas e aquilo que ia verdadeiramente para o ar, vou tentar responder a tudo o que comentaram sobre as questões técnicas.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
Primeiro que tudo, estamos a falar de uma mesa de emissão "Axel Oxygen 3" das antigas. Neste caso específico, foi mesmo porque os ganhos da via de um dos microfones (da miúda) estava muito alto, e quando o João levantava as vias, e as colocava ao mesmo nível, aquele microfone rebentava, porque ele tinha que baixar os ganhos no botão dos níveis mais acima da via. E isto também pode ter acontecido por outra razão: as vias têm dupla função. No botão mais acima de cada via, há vias que por exemplo, com o botão em baixo é uma via para um segundo microfone, com o botão em cima é uma via para um leitor de CD's. Depois noutra via, com o botão de cima dessa via em baixo, torna-se uma via para um terceiro microfone, com esse mesmo botão para cima torna-se um leitor de disquetes (por exemplo). O que pode ter acontecido, é que essa via estava inicialmente com outra função, e bastou ele carregar nesse botão para mudar a função da via, e não baixar os ganhos lá em cima. É o suficiente para acontecer o que aconteceu. Eu, por exemplo, antes de arrancar cada emissão desportiva, testava tudo com a pré-escuta, para ver se estava tudo ok, para a utilidade que ia dar à mesa durante a emissão. A mesa de emissão e os micros não tinham problemas. Eu utilizava quase todas as funções da mesa. O único problema que eu mais detetei na mesa de emissão, era do som que vinha da reggie (nós utilizávamos a reggie para o desporto, e segundo percebi, a reggie só era utilizada no desporto e na missa, porque de resto, era tudo feito na mesa de emissão). A reggie é uma AEQ BC 500. E então o som que vinha da reggie para a mesa de emissão, muitas vezes só vinha num canal (ou direito, ou esquerdo). E só quando abria a via para falar no microfone, e verdadeiramente começava a falar, é que o outro canal que não dava som ganhava vida, e começava a funcionar. Depois a partir daí, já funcionava tudo normal, até ao fim de semana seguinte, em que voltava tudo à estaca 0. Era isso, e um recetor de rádio que tinha no estúdio, e que estava ligado diretamente à mesa de emissão, que tinha o mesmo problema. Mas uma pessoa ajeitava os cabos no recetor, e ficava tudo ok.
A rádio até tinha uns dois ou três técnicos que percebiam daquilo. O problema, é que muitas vezes durante os programas, não estava lá nenhum técnico. E isso faz com que alguém que não tenha uma base de formação técnica (eu por exemplo, aprendi muito da parte técnica, com o técnico da Rádio Alvor, e com o Jorge Guimarães Silva da TSF), acabe por descontrolar tudo na mesa (não sei se é o caso do João Costa, mas foi a ideia que passou).
Havia mais dois problemas técnicos que cheguei a notar, e creio que um deles aconteceu na reggie. Uma vez estava a dar os resultados do campeonato nacional de voleibol (nunca mais me vou esquecer) já mesmo a terminar a emissão, e eu deixei de me ouvir. Pensei: "deve ser algum problema na mesa de emissão, ou então nos phones", e continuei como se nada fosse. Mas depois quando fui ouvir a gravação da emissão toda em casa, percebi que estava a falar para "o cabo", e que aquilo provavelmente foi na reggie, porque foi realmente tudo abaixo, pareceu-me que foi um problema nos estúdios, e a rádio consequentemente entrou em portadora (e esta situação aposto que na NET também falhou). Mas houve uma vez que houve uma quebra de emissão durante o desporto, que também deixou a rádio em portadora durante 1 minuto, mas aí tive praticamente a certeza que foi no feixe hertziano (ou no satélite, não sei) que liga os estúdios ao emissor, porque quando a rádio entrou e saiu de portadora, fez um barulho característico de onda hertziana analógica, pelo que creio que foi mesmo na ligação com o emissor, e aposto que dessa vez, o problema nem se deu conta no online.
E hoje, dia 16 de Julho de 2024 se despede um projeto tão importante no Algarve profundo, um projeto com 35 anos (legal desde 1989) que preservava o falar algarvio, os costumes, a informação do Sul de Portugal. Ao ouvir o último programa e ver a conversa animada dos 3 locutores, questionava-me mesmo se aquele ambiente jovial e descontraído não interessa aos jovens de Monchique, como que num contraste com o que a ERC declarou. Além disso, passou me pela mente a tremenda coincidência da decisão ter estado na gaveta durante 10 meses e no inicio da época alta do turismo, quando o pico de viagens Lisboa-Algarve e dentro do Algarve, se deliberar a ampliação da cobertura de uma rádio local de Lisboa para o Algarve...
São tudo questões que me deixam triste e mais triste fico por ver uma minoria de algarvios, que ainda assim, estão em extâse pela chegada da Mega, ainda que, para isso, se tenha de perder um veículo de difusão da nossa identidade.
Excerto da emissão, antes do sinal horário das 20h.
[size=inherit]https://we.tl/t-IlF4zVS6vC (https://we.tl/t-IlF4zVS6vC)[/size]
P.S. Esta questão técnica foi circunstancial, nem sequer vale a pena tomar este triste dia, como modus operandi desta rádio.
Sim, nada a acrescentar.
Faz me espécie muitos desses pseudo-algarvios (ou pelo menos, não sentem a região como eu).
Para ser frontal, eu não me importo nada que uma rádio de palavra como a Observador chegue ao Algarve. Mas se for para destruir uma rádio verdadeiramente local da minha região, como já não há muitas por cá, prefiro ter a Observador bem longe daqui. Se for para destruir uma jukebox, tanto me faz como se fez, porque jukebox's temos nós cá aos pontapés, e não servem para nada.
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Terceiro e último momento de transição, já durante o programa dos discos pedidos (logo ao início):
https://drive.google.com/file/d/1_JMhFRT-7FpywTDzLdb1D5B7Ulownc0k/view?usp=drivesdk (https://drive.google.com/file/d/1_JMhFRT-7FpywTDzLdb1D5B7Ulownc0k/view?usp=drivesdk)
Embaraçoso para o grupo Renascença... é que não foi só entrarem por cima do link da transmissão no meio do programa de maior audiência, foi um erro de automação que deixa uma das locutoras a falar bem mais de 1 minuto por baixo da publicidade!!!
E não viram nem uma, nem outra!
Já nem falo dos cortes de transmissão/link que estão claramente a vir por IP nesse emissor do Algarve (ouvi as duas gravações) e que ou eu muito me engano, ou vai dar senhora raia em Monchique, mas isto sou eu que não pesco nada disto.
Muito bem R/Com, muito bem.
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Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
A grelha não difere muito daquilo que está no site.
Eu tenho uma mais atualizada, que estava afixada no estúdio de emissão, e que decidi tirar foto numa das vezes que lá fui fazer o desporto (estive naquele estúdio 8 semanas consecutivas), por isso conheço aquela mesa de emissão como ninguém, até porque utilizava quase todas as vias para poder dar dinâmica à emissão, entre pré-escutas e aquilo que ia verdadeiramente para o ar, vou tentar responder a tudo o que comentaram sobre as questões técnicas.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
Primeiro que tudo, estamos a falar de uma mesa de emissão "Axel Oxygen 3" das antigas. Neste caso específico, foi mesmo porque os ganhos da via de um dos microfones (da miúda) estava muito alto, e quando o João levantava as vias, e as colocava ao mesmo nível, aquele microfone rebentava, porque ele tinha que baixar os ganhos no botão dos níveis mais acima da via. E isto também pode ter acontecido por outra razão: as vias têm dupla função. No botão mais acima de cada via, há vias que por exemplo, com o botão em baixo é uma via para um segundo microfone, com o botão em cima é uma via para um leitor de CD's. Depois noutra via, com o botão de cima dessa via em baixo, torna-se uma via para um terceiro microfone, com esse mesmo botão para cima torna-se um leitor de disquetes (por exemplo). O que pode ter acontecido, é que essa via estava inicialmente com outra função, e bastou ele carregar nesse botão para mudar a função da via, e não baixar os ganhos lá em cima. É o suficiente para acontecer o que aconteceu. Eu, por exemplo, antes de arrancar cada emissão desportiva, testava tudo com a pré-escuta, para ver se estava tudo ok, para a utilidade que ia dar à mesa durante a emissão. A mesa de emissão e os micros não tinham problemas. Eu utilizava quase todas as funções da mesa. O único problema que eu mais detetei na mesa de emissão, era do som que vinha da reggie (nós utilizávamos a reggie para o desporto, e segundo percebi, a reggie só era utilizada no desporto e na missa, porque de resto, era tudo feito na mesa de emissão). A reggie é uma AEQ BC 500. E então o som que vinha da reggie para a mesa de emissão, muitas vezes só vinha num canal (ou direito, ou esquerdo). E só quando abria a via para falar no microfone, e verdadeiramente começava a falar, é que o outro canal que não dava som ganhava vida, e começava a funcionar. Depois a partir daí, já funcionava tudo normal, até ao fim de semana seguinte, em que voltava tudo à estaca 0. Era isso, e um recetor de rádio que tinha no estúdio, e que estava ligado diretamente à mesa de emissão, que tinha o mesmo problema. Mas uma pessoa ajeitava os cabos no recetor, e ficava tudo ok.
A rádio até tinha uns dois ou três técnicos que percebiam daquilo. O problema, é que muitas vezes durante os programas, não estava lá nenhum técnico. E isso faz com que alguém que não tenha uma base de formação técnica (eu por exemplo, aprendi muito da parte técnica, com o técnico da Rádio Alvor, e com o Jorge Guimarães Silva da TSF), acabe por descontrolar tudo na mesa (não sei se é o caso do João Costa, mas foi a ideia que passou).
Havia mais dois problemas técnicos que cheguei a notar, e creio que um deles aconteceu na reggie. Uma vez estava a dar os resultados do campeonato nacional de voleibol (nunca mais me vou esquecer) já mesmo a terminar a emissão, e eu deixei de me ouvir. Pensei: "deve ser algum problema na mesa de emissão, ou então nos phones", e continuei como se nada fosse. Mas depois quando fui ouvir a gravação da emissão toda em casa, percebi que estava a falar para "o cabo", e que aquilo provavelmente foi na reggie, porque foi realmente tudo abaixo, pareceu-me que foi um problema nos estúdios, e a rádio consequentemente entrou em portadora (e esta situação aposto que na NET também falhou). Mas houve uma vez que houve uma quebra de emissão durante o desporto, que também deixou a rádio em portadora durante 1 minuto, mas aí tive praticamente a certeza que foi no feixe hertziano (ou no satélite, não sei) que liga os estúdios ao emissor, porque quando a rádio entrou e saiu de portadora, fez um barulho característico de onda hertziana analógica, pelo que creio que foi mesmo na ligação com o emissor, e aposto que dessa vez, o problema nem se deu conta no online.
E hoje, dia 16 de Julho de 2024 se despede um projeto tão importante no Algarve profundo, um projeto com 35 anos (legal desde 1989) que preservava o falar algarvio, os costumes, a informação do Sul de Portugal. Ao ouvir o último programa e ver a conversa animada dos 3 locutores, questionava-me mesmo se aquele ambiente jovial e descontraído não interessa aos jovens de Monchique, como que num contraste com o que a ERC declarou. Além disso, passou me pela mente a tremenda coincidência da decisão ter estado na gaveta durante 10 meses e no inicio da época alta do turismo, quando o pico de viagens Lisboa-Algarve e dentro do Algarve, se deliberar a ampliação da cobertura de uma rádio local de Lisboa para o Algarve...
São tudo questões que me deixam triste e mais triste fico por ver uma minoria de algarvios, que ainda assim, estão em extâse pela chegada da Mega, ainda que, para isso, se tenha de perder um veículo de difusão da nossa identidade.
Excerto da emissão, antes do sinal horário das 20h.
[size=inherit]https://we.tl/t-IlF4zVS6vC (https://we.tl/t-IlF4zVS6vC)[/size]
P.S. Esta questão técnica foi circunstancial, nem sequer vale a pena tomar este triste dia, como modus operandi desta rádio.
Sim, nada a acrescentar.
Faz me espécie muitos desses pseudo-algarvios (ou pelo menos, não sentem a região como eu).
Para ser frontal, eu não me importo nada que uma rádio de palavra como a Observador chegue ao Algarve. Mas se for para destruir uma rádio verdadeiramente local da minha região, como já não há muitas por cá, prefiro ter a Observador bem longe daqui. Se for para destruir uma jukebox, tanto me faz como se fez, porque jukebox's temos nós cá aos pontapés, e não servem para nada.
Agradeço as explicações.
Entendo as dificuldades pelas quais muitas locais passam, no entanto, defendo que quem se senta em frente ao microfone deve ter a obrigação de conhecer o material de trabalho (mesa do estúdio, neste caso).
Sobre a questão do satélite / feixe que liga o estúdio ao emissor: É mesmo feixe. Já reparei que existe um prato/satélite à porta da rádio mas deve ser mesmo para "inglês ver". Não creio que uma Rádio Foia pague um feed de satélite para transportar o sinal até ao emissor (até as nacionais cortam isso).
Aproveito a presença do Nelson cá para perguntar: Porque é que a rádio não acompanhou os novos tempos? A rádio tem, pelo menos, um jornalista, certo ? Porque não ter um site para onde iriam as notícias e os noticiários editados na rádio ? Redes Sociais... tem facebook... mas é partilha atrás de partilha dos municipios...
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Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
A grelha não difere muito daquilo que está no site.
Eu tenho uma mais atualizada, que estava afixada no estúdio de emissão, e que decidi tirar foto numa das vezes que lá fui fazer o desporto (estive naquele estúdio 8 semanas consecutivas), por isso conheço aquela mesa de emissão como ninguém, até porque utilizava quase todas as vias para poder dar dinâmica à emissão, entre pré-escutas e aquilo que ia verdadeiramente para o ar, vou tentar responder a tudo o que comentaram sobre as questões técnicas.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
Primeiro que tudo, estamos a falar de uma mesa de emissão "Axel Oxygen 3" das antigas. Neste caso específico, foi mesmo porque os ganhos da via de um dos microfones (da miúda) estava muito alto, e quando o João levantava as vias, e as colocava ao mesmo nível, aquele microfone rebentava, porque ele tinha que baixar os ganhos no botão dos níveis mais acima da via. E isto também pode ter acontecido por outra razão: as vias têm dupla função. No botão mais acima de cada via, há vias que por exemplo, com o botão em baixo é uma via para um segundo microfone, com o botão em cima é uma via para um leitor de CD's. Depois noutra via, com o botão de cima dessa via em baixo, torna-se uma via para um terceiro microfone, com esse mesmo botão para cima torna-se um leitor de disquetes (por exemplo). O que pode ter acontecido, é que essa via estava inicialmente com outra função, e bastou ele carregar nesse botão para mudar a função da via, e não baixar os ganhos lá em cima. É o suficiente para acontecer o que aconteceu. Eu, por exemplo, antes de arrancar cada emissão desportiva, testava tudo com a pré-escuta, para ver se estava tudo ok, para a utilidade que ia dar à mesa durante a emissão. A mesa de emissão e os micros não tinham problemas. Eu utilizava quase todas as funções da mesa. O único problema que eu mais detetei na mesa de emissão, era do som que vinha da reggie (nós utilizávamos a reggie para o desporto, e segundo percebi, a reggie só era utilizada no desporto e na missa, porque de resto, era tudo feito na mesa de emissão). A reggie é uma AEQ BC 500. E então o som que vinha da reggie para a mesa de emissão, muitas vezes só vinha num canal (ou direito, ou esquerdo). E só quando abria a via para falar no microfone, e verdadeiramente começava a falar, é que o outro canal que não dava som ganhava vida, e começava a funcionar. Depois a partir daí, já funcionava tudo normal, até ao fim de semana seguinte, em que voltava tudo à estaca 0. Era isso, e um recetor de rádio que tinha no estúdio, e que estava ligado diretamente à mesa de emissão, que tinha o mesmo problema. Mas uma pessoa ajeitava os cabos no recetor, e ficava tudo ok.
A rádio até tinha uns dois ou três técnicos que percebiam daquilo. O problema, é que muitas vezes durante os programas, não estava lá nenhum técnico. E isso faz com que alguém que não tenha uma base de formação técnica (eu por exemplo, aprendi muito da parte técnica, com o técnico da Rádio Alvor, e com o Jorge Guimarães Silva da TSF), acabe por descontrolar tudo na mesa (não sei se é o caso do João Costa, mas foi a ideia que passou).
Havia mais dois problemas técnicos que cheguei a notar, e creio que um deles aconteceu na reggie. Uma vez estava a dar os resultados do campeonato nacional de voleibol (nunca mais me vou esquecer) já mesmo a terminar a emissão, e eu deixei de me ouvir. Pensei: "deve ser algum problema na mesa de emissão, ou então nos phones", e continuei como se nada fosse. Mas depois quando fui ouvir a gravação da emissão toda em casa, percebi que estava a falar para "o cabo", e que aquilo provavelmente foi na reggie, porque foi realmente tudo abaixo, pareceu-me que foi um problema nos estúdios, e a rádio consequentemente entrou em portadora (e esta situação aposto que na NET também falhou). Mas houve uma vez que houve uma quebra de emissão durante o desporto, que também deixou a rádio em portadora durante 1 minuto, mas aí tive praticamente a certeza que foi no feixe hertziano (ou no satélite, não sei) que liga os estúdios ao emissor, porque quando a rádio entrou e saiu de portadora, fez um barulho característico de onda hertziana analógica, pelo que creio que foi mesmo na ligação com o emissor, e aposto que dessa vez, o problema nem se deu conta no online.
E hoje, dia 16 de Julho de 2024 se despede um projeto tão importante no Algarve profundo, um projeto com 35 anos (legal desde 1989) que preservava o falar algarvio, os costumes, a informação do Sul de Portugal. Ao ouvir o último programa e ver a conversa animada dos 3 locutores, questionava-me mesmo se aquele ambiente jovial e descontraído não interessa aos jovens de Monchique, como que num contraste com o que a ERC declarou. Além disso, passou me pela mente a tremenda coincidência da decisão ter estado na gaveta durante 10 meses e no inicio da época alta do turismo, quando o pico de viagens Lisboa-Algarve e dentro do Algarve, se deliberar a ampliação da cobertura de uma rádio local de Lisboa para o Algarve...
São tudo questões que me deixam triste e mais triste fico por ver uma minoria de algarvios, que ainda assim, estão em extâse pela chegada da Mega, ainda que, para isso, se tenha de perder um veículo de difusão da nossa identidade.
Excerto da emissão, antes do sinal horário das 20h.
[size=inherit]https://we.tl/t-IlF4zVS6vC (https://we.tl/t-IlF4zVS6vC)[/size]
P.S. Esta questão técnica foi circunstancial, nem sequer vale a pena tomar este triste dia, como modus operandi desta rádio.
Sim, nada a acrescentar.
Faz me espécie muitos desses pseudo-algarvios (ou pelo menos, não sentem a região como eu).
Para ser frontal, eu não me importo nada que uma rádio de palavra como a Observador chegue ao Algarve. Mas se for para destruir uma rádio verdadeiramente local da minha região, como já não há muitas por cá, prefiro ter a Observador bem longe daqui. Se for para destruir uma jukebox, tanto me faz como se fez, porque jukebox's temos nós cá aos pontapés, e não servem para nada.
Agradeço as explicações.
Entendo as dificuldades pelas quais muitas locais passam, no entanto, defendo que quem se senta em frente ao microfone deve ter a obrigação de conhecer o material de trabalho (mesa do estúdio, neste caso).
Sobre a questão do satélite / feixe que liga o estúdio ao emissor: É mesmo feixe. Já reparei que existe um prato/satélite à porta da rádio mas deve ser mesmo para "inglês ver". Não creio que uma Rádio Foia pague um feed de satélite para transportar o sinal até ao emissor (até as nacionais cortam isso).
Aproveito a presença do Nelson cá para perguntar: Porque é que a rádio não acompanhou os novos tempos? A rádio tem, pelo menos, um jornalista, certo ? Porque não ter um site para onde iriam as notícias e os noticiários editados na rádio ? Redes Sociais... tem facebook... mas é partilha atrás de partilha dos municipios...
Sim, eu também acho que o satélite é de outros tempos, e provavelmente seria para dar mais canais à televisão do estúdio, que atualmente está ligada à TDT.
A rádio não acompanhou os novos tempos, porque como em muitas das rádios locais deste país (para não dizer a maioria) existem muitas "capelinhas". Diretores presos a 1990, com medo de arriscar em tudo o que seja novo. Qualquer ideia que uma pessoa tenha, nem que seja para um programa, perguntam logo o que é que a rádio ganha com aquilo (e atenção que não estou a falar propriamente da Fóia neste exemplo, mas de algumas rádios que conheço, e que é isto que acontece). Não é melhor uma rádio local arriscar em algo novo, que ter enlatados atrás de enlatados, e sem conteúdo a passar? Ainda relativamente à Fóia, a Rádio Fóia pertence ao concelho de Monchique, que se situa no interior do Algarve. Contrariamente ao que a ERC nos faz crer (que vergonha alheia daquela deliberação), Monchique não tem jovens praticamente nenhuns. E os poucos que tem, não têm interesse pela rádio. Já é uma dor de cabeça terem que vir e voltar todos os dias de Portimão, para poderem estudar no secundário (não há escolas secundárias no concelho de Monchique). O fim de semana que é para curtir, vão se enfiar num estúdio de rádio? Não. Outra questão, a direção da rádio está toda acima dos 50, para não dizer 60. As pessoas que lá fazem programas, igual. Eu com 25 era o mais novo. O segundo mais novo do desporto, tinha 45. A média do desporto, andava nos 60 anos de idade. Isto para dizer, que as pessoas destas idades, têm dificuldades em aprender a mexer nas novas tecnologias. E muitas vezes, também não têm vontade, nem querem aprender a mexer.
O site estava ao abandono, por isso mesmo.
Jornalista, creio que a rádio não tem, desde que a Idalete saiu (não tenho a certeza, confesso). Só havia a malta do desporto, mas que servia apenas para isso mesmo (para o desporto).
Sim, faltava os noticiários no site (os noticiários já são gravados por natureza, nem é difícil cortar e colocar num site), podcasts dos programas mais emblemáticos...
Faltou tudo.
Redes sociais, só havia mesmo o Facebook. A rádio não tinha mais nenhuma rede social. O porquê? Acredito que seja pelo motivo que expliquei. Não existir malta nova que goste de rádio em Monchique, e que estivesse disposta a fazer alguma coisa pela rádio da terra
-
Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
A grelha não difere muito daquilo que está no site.
Eu tenho uma mais atualizada, que estava afixada no estúdio de emissão, e que decidi tirar foto numa das vezes que lá fui fazer o desporto (estive naquele estúdio 8 semanas consecutivas), por isso conheço aquela mesa de emissão como ninguém, até porque utilizava quase todas as vias para poder dar dinâmica à emissão, entre pré-escutas e aquilo que ia verdadeiramente para o ar, vou tentar responder a tudo o que comentaram sobre as questões técnicas.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
Primeiro que tudo, estamos a falar de uma mesa de emissão "Axel Oxygen 3" das antigas. Neste caso específico, foi mesmo porque os ganhos da via de um dos microfones (da miúda) estava muito alto, e quando o João levantava as vias, e as colocava ao mesmo nível, aquele microfone rebentava, porque ele tinha que baixar os ganhos no botão dos níveis mais acima da via. E isto também pode ter acontecido por outra razão: as vias têm dupla função. No botão mais acima de cada via, há vias que por exemplo, com o botão em baixo é uma via para um segundo microfone, com o botão em cima é uma via para um leitor de CD's. Depois noutra via, com o botão de cima dessa via em baixo, torna-se uma via para um terceiro microfone, com esse mesmo botão para cima torna-se um leitor de disquetes (por exemplo). O que pode ter acontecido, é que essa via estava inicialmente com outra função, e bastou ele carregar nesse botão para mudar a função da via, e não baixar os ganhos lá em cima. É o suficiente para acontecer o que aconteceu. Eu, por exemplo, antes de arrancar cada emissão desportiva, testava tudo com a pré-escuta, para ver se estava tudo ok, para a utilidade que ia dar à mesa durante a emissão. A mesa de emissão e os micros não tinham problemas. Eu utilizava quase todas as funções da mesa. O único problema que eu mais detetei na mesa de emissão, era do som que vinha da reggie (nós utilizávamos a reggie para o desporto, e segundo percebi, a reggie só era utilizada no desporto e na missa, porque de resto, era tudo feito na mesa de emissão). A reggie é uma AEQ BC 500. E então o som que vinha da reggie para a mesa de emissão, muitas vezes só vinha num canal (ou direito, ou esquerdo). E só quando abria a via para falar no microfone, e verdadeiramente começava a falar, é que o outro canal que não dava som ganhava vida, e começava a funcionar. Depois a partir daí, já funcionava tudo normal, até ao fim de semana seguinte, em que voltava tudo à estaca 0. Era isso, e um recetor de rádio que tinha no estúdio, e que estava ligado diretamente à mesa de emissão, que tinha o mesmo problema. Mas uma pessoa ajeitava os cabos no recetor, e ficava tudo ok.
A rádio até tinha uns dois ou três técnicos que percebiam daquilo. O problema, é que muitas vezes durante os programas, não estava lá nenhum técnico. E isso faz com que alguém que não tenha uma base de formação técnica (eu por exemplo, aprendi muito da parte técnica, com o técnico da Rádio Alvor, e com o Jorge Guimarães Silva da TSF), acabe por descontrolar tudo na mesa (não sei se é o caso do João Costa, mas foi a ideia que passou).
Havia mais dois problemas técnicos que cheguei a notar, e creio que um deles aconteceu na reggie. Uma vez estava a dar os resultados do campeonato nacional de voleibol (nunca mais me vou esquecer) já mesmo a terminar a emissão, e eu deixei de me ouvir. Pensei: "deve ser algum problema na mesa de emissão, ou então nos phones", e continuei como se nada fosse. Mas depois quando fui ouvir a gravação da emissão toda em casa, percebi que estava a falar para "o cabo", e que aquilo provavelmente foi na reggie, porque foi realmente tudo abaixo, pareceu-me que foi um problema nos estúdios, e a rádio consequentemente entrou em portadora (e esta situação aposto que na NET também falhou). Mas houve uma vez que houve uma quebra de emissão durante o desporto, que também deixou a rádio em portadora durante 1 minuto, mas aí tive praticamente a certeza que foi no feixe hertziano (ou no satélite, não sei) que liga os estúdios ao emissor, porque quando a rádio entrou e saiu de portadora, fez um barulho característico de onda hertziana analógica, pelo que creio que foi mesmo na ligação com o emissor, e aposto que dessa vez, o problema nem se deu conta no online.
E hoje, dia 16 de Julho de 2024 se despede um projeto tão importante no Algarve profundo, um projeto com 35 anos (legal desde 1989) que preservava o falar algarvio, os costumes, a informação do Sul de Portugal. Ao ouvir o último programa e ver a conversa animada dos 3 locutores, questionava-me mesmo se aquele ambiente jovial e descontraído não interessa aos jovens de Monchique, como que num contraste com o que a ERC declarou. Além disso, passou me pela mente a tremenda coincidência da decisão ter estado na gaveta durante 10 meses e no inicio da época alta do turismo, quando o pico de viagens Lisboa-Algarve e dentro do Algarve, se deliberar a ampliação da cobertura de uma rádio local de Lisboa para o Algarve...
São tudo questões que me deixam triste e mais triste fico por ver uma minoria de algarvios, que ainda assim, estão em extâse pela chegada da Mega, ainda que, para isso, se tenha de perder um veículo de difusão da nossa identidade.
Excerto da emissão, antes do sinal horário das 20h.
[size=inherit]https://we.tl/t-IlF4zVS6vC (https://we.tl/t-IlF4zVS6vC)[/size]
P.S. Esta questão técnica foi circunstancial, nem sequer vale a pena tomar este triste dia, como modus operandi desta rádio.
Sim, nada a acrescentar.
Faz me espécie muitos desses pseudo-algarvios (ou pelo menos, não sentem a região como eu).
Para ser frontal, eu não me importo nada que uma rádio de palavra como a Observador chegue ao Algarve. Mas se for para destruir uma rádio verdadeiramente local da minha região, como já não há muitas por cá, prefiro ter a Observador bem longe daqui. Se for para destruir uma jukebox, tanto me faz como se fez, porque jukebox's temos nós cá aos pontapés, e não servem para nada.
Agradeço as explicações.
Entendo as dificuldades pelas quais muitas locais passam, no entanto, defendo que quem se senta em frente ao microfone deve ter a obrigação de conhecer o material de trabalho (mesa do estúdio, neste caso).
Sobre a questão do satélite / feixe que liga o estúdio ao emissor: É mesmo feixe. Já reparei que existe um prato/satélite à porta da rádio mas deve ser mesmo para "inglês ver". Não creio que uma Rádio Foia pague um feed de satélite para transportar o sinal até ao emissor (até as nacionais cortam isso).
Aproveito a presença do Nelson cá para perguntar: Porque é que a rádio não acompanhou os novos tempos? A rádio tem, pelo menos, um jornalista, certo ? Porque não ter um site para onde iriam as notícias e os noticiários editados na rádio ? Redes Sociais... tem facebook... mas é partilha atrás de partilha dos municipios...
Sim, eu também acho que o satélite é de outros tempos, e provavelmente seria para dar mais canais à televisão do estúdio, que atualmente está ligada à TDT.
A rádio não acompanhou os novos tempos, porque como em muitas das rádios locais deste país (para não dizer a maioria) existem muitas "capelinhas". Diretores presos a 1990, com medo de arriscar em tudo o que seja novo. Qualquer ideia que uma pessoa tenha, nem que seja para um programa, perguntam logo o que é que a rádio ganha com aquilo (e atenção que não estou a falar propriamente da Fóia neste exemplo, mas de algumas rádios que conheço, e que é isto que acontece). Não é melhor uma rádio local arriscar em algo novo, que ter enlatados atrás de enlatados, e sem conteúdo a passar? Ainda relativamente à Fóia, a Rádio Fóia pertence ao concelho de Monchique, que se situa no interior do Algarve. Contrariamente ao que a ERC nos faz crer (que vergonha alheia daquela deliberação), Monchique não tem jovens praticamente nenhuns. E os poucos que tem, não têm interesse pela rádio. Já é uma dor de cabeça terem que vir e voltar todos os dias de Portimão, para poderem estudar no secundário (não há escolas secundárias no concelho de Monchique). O fim de semana que é para curtir, vão se enfiar num estúdio de rádio? Não. Outra questão, a direção da rádio está toda acima dos 50, para não dizer 60. As pessoas que lá fazem programas, igual. Eu com 25 era o mais novo. O segundo mais novo do desporto, tinha 45. A média do desporto, andava nos 60 anos de idade. Isto para dizer, que as pessoas destas idades, têm dificuldades em aprender a mexer nas novas tecnologias. E muitas vezes, também não têm vontade, nem querem aprender a mexer.
O site estava ao abandono, por isso mesmo.
Jornalista, creio que a rádio não tem, desde que a Idalete saiu (não tenho a certeza, confesso). Só havia a malta do desporto, mas que servia apenas para isso mesmo (para o desporto).
Sim, faltava os noticiários no site (os noticiários já são gravados por natureza, nem é difícil cortar e colocar num site), podcasts dos programas mais emblemáticos...
Faltou tudo.
Redes sociais, só havia mesmo o Facebook. A rádio não tinha mais nenhuma rede social. O porquê? Acredito que seja pelo motivo que expliquei. Não existir malta nova que goste de rádio em Monchique, e que estivesse disposta a fazer alguma coisa pela rádio da terra
Nélson,
Mas a malta dos discos pedidos parecia-me abaixo dos 40 anos e tinham uma linguagem acessível aos jovens, certo?
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Ouvi parte desta última emissão, desconheço a grelha de programas da Rádio Foia e, confesso, nunca ouvi mais de dois minutos a rádio.
A grelha não difere muito daquilo que está no site.
Eu tenho uma mais atualizada, que estava afixada no estúdio de emissão, e que decidi tirar foto numa das vezes que lá fui fazer o desporto (estive naquele estúdio 8 semanas consecutivas), por isso conheço aquela mesa de emissão como ninguém, até porque utilizava quase todas as vias para poder dar dinâmica à emissão, entre pré-escutas e aquilo que ia verdadeiramente para o ar, vou tentar responder a tudo o que comentaram sobre as questões técnicas.
Em estúdio estavam três pessoas e uma delas tinha o microfone com o ganho tão alto que o som rebentava por completo e anulava os restantes, criando um efeito de eco / sala altamente desconfortável. Não quero estar a dizer nenhuma asneira, mas acredito que o problema não era do microfone mas terá sido ganho a mais na mesa, isto porque há um momento em que quem está a coordenar a emissão desce a via dos microfones com a locutora ainda a falar e, por uns escassos instantes, o som ficou ok.
Posso estar aqui a partir de um exemplo que até pode não ser 100% verdadeiro mas, ao mesmo tempo, serve de amostra para o que se passa em muitas rádios locais: falta de pessoal competente / que entenda o que é tecnicamente aceitável numa emissão. Há tanta rádio local com volumes fora dos parâmetros, microfones saturados, música altamente comprimida... tudo isto porque os poucos que lá estão não "pescam" nada do assunto.
A rádio, para resultar, também tem que ser agradável para quem a escuta.
Atenção: Nada disto vem justificar o fim que esta rádio vai ter, já nos próximos dias, serve apenas de reflexão.
Primeiro que tudo, estamos a falar de uma mesa de emissão "Axel Oxygen 3" das antigas. Neste caso específico, foi mesmo porque os ganhos da via de um dos microfones (da miúda) estava muito alto, e quando o João levantava as vias, e as colocava ao mesmo nível, aquele microfone rebentava, porque ele tinha que baixar os ganhos no botão dos níveis mais acima da via. E isto também pode ter acontecido por outra razão: as vias têm dupla função. No botão mais acima de cada via, há vias que por exemplo, com o botão em baixo é uma via para um segundo microfone, com o botão em cima é uma via para um leitor de CD's. Depois noutra via, com o botão de cima dessa via em baixo, torna-se uma via para um terceiro microfone, com esse mesmo botão para cima torna-se um leitor de disquetes (por exemplo). O que pode ter acontecido, é que essa via estava inicialmente com outra função, e bastou ele carregar nesse botão para mudar a função da via, e não baixar os ganhos lá em cima. É o suficiente para acontecer o que aconteceu. Eu, por exemplo, antes de arrancar cada emissão desportiva, testava tudo com a pré-escuta, para ver se estava tudo ok, para a utilidade que ia dar à mesa durante a emissão. A mesa de emissão e os micros não tinham problemas. Eu utilizava quase todas as funções da mesa. O único problema que eu mais detetei na mesa de emissão, era do som que vinha da reggie (nós utilizávamos a reggie para o desporto, e segundo percebi, a reggie só era utilizada no desporto e na missa, porque de resto, era tudo feito na mesa de emissão). A reggie é uma AEQ BC 500. E então o som que vinha da reggie para a mesa de emissão, muitas vezes só vinha num canal (ou direito, ou esquerdo). E só quando abria a via para falar no microfone, e verdadeiramente começava a falar, é que o outro canal que não dava som ganhava vida, e começava a funcionar. Depois a partir daí, já funcionava tudo normal, até ao fim de semana seguinte, em que voltava tudo à estaca 0. Era isso, e um recetor de rádio que tinha no estúdio, e que estava ligado diretamente à mesa de emissão, que tinha o mesmo problema. Mas uma pessoa ajeitava os cabos no recetor, e ficava tudo ok.
A rádio até tinha uns dois ou três técnicos que percebiam daquilo. O problema, é que muitas vezes durante os programas, não estava lá nenhum técnico. E isso faz com que alguém que não tenha uma base de formação técnica (eu por exemplo, aprendi muito da parte técnica, com o técnico da Rádio Alvor, e com o Jorge Guimarães Silva da TSF), acabe por descontrolar tudo na mesa (não sei se é o caso do João Costa, mas foi a ideia que passou).
Havia mais dois problemas técnicos que cheguei a notar, e creio que um deles aconteceu na reggie. Uma vez estava a dar os resultados do campeonato nacional de voleibol (nunca mais me vou esquecer) já mesmo a terminar a emissão, e eu deixei de me ouvir. Pensei: "deve ser algum problema na mesa de emissão, ou então nos phones", e continuei como se nada fosse. Mas depois quando fui ouvir a gravação da emissão toda em casa, percebi que estava a falar para "o cabo", e que aquilo provavelmente foi na reggie, porque foi realmente tudo abaixo, pareceu-me que foi um problema nos estúdios, e a rádio consequentemente entrou em portadora (e esta situação aposto que na NET também falhou). Mas houve uma vez que houve uma quebra de emissão durante o desporto, que também deixou a rádio em portadora durante 1 minuto, mas aí tive praticamente a certeza que foi no feixe hertziano (ou no satélite, não sei) que liga os estúdios ao emissor, porque quando a rádio entrou e saiu de portadora, fez um barulho característico de onda hertziana analógica, pelo que creio que foi mesmo na ligação com o emissor, e aposto que dessa vez, o problema nem se deu conta no online.
E hoje, dia 16 de Julho de 2024 se despede um projeto tão importante no Algarve profundo, um projeto com 35 anos (legal desde 1989) que preservava o falar algarvio, os costumes, a informação do Sul de Portugal. Ao ouvir o último programa e ver a conversa animada dos 3 locutores, questionava-me mesmo se aquele ambiente jovial e descontraído não interessa aos jovens de Monchique, como que num contraste com o que a ERC declarou. Além disso, passou me pela mente a tremenda coincidência da decisão ter estado na gaveta durante 10 meses e no inicio da época alta do turismo, quando o pico de viagens Lisboa-Algarve e dentro do Algarve, se deliberar a ampliação da cobertura de uma rádio local de Lisboa para o Algarve...
São tudo questões que me deixam triste e mais triste fico por ver uma minoria de algarvios, que ainda assim, estão em extâse pela chegada da Mega, ainda que, para isso, se tenha de perder um veículo de difusão da nossa identidade.
Excerto da emissão, antes do sinal horário das 20h.
[size=inherit]https://we.tl/t-IlF4zVS6vC (https://we.tl/t-IlF4zVS6vC)[/size]
P.S. Esta questão técnica foi circunstancial, nem sequer vale a pena tomar este triste dia, como modus operandi desta rádio.
Sim, nada a acrescentar.
Faz me espécie muitos desses pseudo-algarvios (ou pelo menos, não sentem a região como eu).
Para ser frontal, eu não me importo nada que uma rádio de palavra como a Observador chegue ao Algarve. Mas se for para destruir uma rádio verdadeiramente local da minha região, como já não há muitas por cá, prefiro ter a Observador bem longe daqui. Se for para destruir uma jukebox, tanto me faz como se fez, porque jukebox's temos nós cá aos pontapés, e não servem para nada.
Agradeço as explicações.
Entendo as dificuldades pelas quais muitas locais passam, no entanto, defendo que quem se senta em frente ao microfone deve ter a obrigação de conhecer o material de trabalho (mesa do estúdio, neste caso).
Sobre a questão do satélite / feixe que liga o estúdio ao emissor: É mesmo feixe. Já reparei que existe um prato/satélite à porta da rádio mas deve ser mesmo para "inglês ver". Não creio que uma Rádio Foia pague um feed de satélite para transportar o sinal até ao emissor (até as nacionais cortam isso).
Aproveito a presença do Nelson cá para perguntar: Porque é que a rádio não acompanhou os novos tempos? A rádio tem, pelo menos, um jornalista, certo ? Porque não ter um site para onde iriam as notícias e os noticiários editados na rádio ? Redes Sociais... tem facebook... mas é partilha atrás de partilha dos municipios...
Sim, eu também acho que o satélite é de outros tempos, e provavelmente seria para dar mais canais à televisão do estúdio, que atualmente está ligada à TDT.
A rádio não acompanhou os novos tempos, porque como em muitas das rádios locais deste país (para não dizer a maioria) existem muitas "capelinhas". Diretores presos a 1990, com medo de arriscar em tudo o que seja novo. Qualquer ideia que uma pessoa tenha, nem que seja para um programa, perguntam logo o que é que a rádio ganha com aquilo (e atenção que não estou a falar propriamente da Fóia neste exemplo, mas de algumas rádios que conheço, e que é isto que acontece). Não é melhor uma rádio local arriscar em algo novo, que ter enlatados atrás de enlatados, e sem conteúdo a passar? Ainda relativamente à Fóia, a Rádio Fóia pertence ao concelho de Monchique, que se situa no interior do Algarve. Contrariamente ao que a ERC nos faz crer (que vergonha alheia daquela deliberação), Monchique não tem jovens praticamente nenhuns. E os poucos que tem, não têm interesse pela rádio. Já é uma dor de cabeça terem que vir e voltar todos os dias de Portimão, para poderem estudar no secundário (não há escolas secundárias no concelho de Monchique). O fim de semana que é para curtir, vão se enfiar num estúdio de rádio? Não. Outra questão, a direção da rádio está toda acima dos 50, para não dizer 60. As pessoas que lá fazem programas, igual. Eu com 25 era o mais novo. O segundo mais novo do desporto, tinha 45. A média do desporto, andava nos 60 anos de idade. Isto para dizer, que as pessoas destas idades, têm dificuldades em aprender a mexer nas novas tecnologias. E muitas vezes, também não têm vontade, nem querem aprender a mexer.
O site estava ao abandono, por isso mesmo.
Jornalista, creio que a rádio não tem, desde que a Idalete saiu (não tenho a certeza, confesso). Só havia a malta do desporto, mas que servia apenas para isso mesmo (para o desporto).
Sim, faltava os noticiários no site (os noticiários já são gravados por natureza, nem é difícil cortar e colocar num site), podcasts dos programas mais emblemáticos...
Faltou tudo.
Redes sociais, só havia mesmo o Facebook. A rádio não tinha mais nenhuma rede social. O porquê? Acredito que seja pelo motivo que expliquei. Não existir malta nova que goste de rádio em Monchique, e que estivesse disposta a fazer alguma coisa pela rádio da terra
Nélson,
Mas a malta dos discos pedidos parecia-me abaixo dos 40 anos e tinham uma linguagem acessível aos jovens, certo?
Sim, acho que era mesmo a malta mais jovem que a rádio tinha, na programação geral, e sim, tinham uma linguagem acessível aos jovens.
Mas o João Costa não é de Monchique.
A miúda é que é do Jornal de Monchique.
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Já agora, para arquivo, o noticiário das 10h, com a notícia inicial do aluguer da rádio (o mesmo se sucedeu às 13h, e sem tirar uma única vírgula da notícia das 10h).
Vou rir, até acontecer aquilo que o Paulo Rosa diz nessa mesma notícia:
https://drive.google.com/file/d/1a3UZY_2ENkkNSGXcjqprIZm1SdDcKwTn/view?usp=drivesdk
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Já agora, para arquivo, o noticiário das 10h, com a notícia inicial do aluguer da rádio (o mesmo se sucedeu às 13h, e sem tirar uma única vírgula da notícia das 10h).
Vou rir, até acontecer aquilo que o Paulo Rosa diz nessa mesma notícia:
https://drive.google.com/file/d/1a3UZY_2ENkkNSGXcjqprIZm1SdDcKwTn/view?usp=drivesdk
Ele não citou a palavra "aluguer", não definiu datas, e "desculpou-se"com a situação económica do país. Que eu saiba, o nosso PIB não está em contração, antes pelo contrário... Ou seja, uma justificação para a inércia existente, que não faz sentido.
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Como vocês gostam destas coisas, trago 3 gravações:
Teste ontem às 18h24m, com transição de entrada e saída da Mega:
https://drive.google.com/file/d/1bWExFgXPXQ9dUaYcCE4qgDJY9ZkltqmN/view?usp=drivesdk
Notícia de hoje no noticiário das 10h, sobre a venda da rádio (com algumas diferenças do dia de ontem):
https://drive.google.com/file/d/1byvEFqVwOuclpkM1AEtEC_wA1Lac1lEU/view?usp=drivesdk
Teste hoje às 11h54m, com transição de entrada e saída da Mega:
https://drive.google.com/file/d/1c-YBQ9WC5Rm7r44fd240Z4dwNmTG0oix/view?usp=drivesdk
P.S.: Ainda não consigo aceitar que o Algarve vai perder uma rádio que fala com a sua pronúncia, para vir uma com 90 minutos de música seguida... 🥲🥲🥲
P.S.2.: O jingle que passa logo na primeira gravação que coloquei, é do tempo em que a minha mãe era uma miúda com 10/11 anos (e ainda continua a passar). Isto é triste demais...
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Como vocês gostam destas coisas, trago 3 gravações:
Teste ontem às 18h24m, com transição de entrada e saída da Mega:
https://drive.google.com/file/d/1bWExFgXPXQ9dUaYcCE4qgDJY9ZkltqmN/view?usp=drivesdk
Notícia de hoje no noticiário das 10h, sobre a venda da rádio (com algumas diferenças do dia de ontem):
https://drive.google.com/file/d/1byvEFqVwOuclpkM1AEtEC_wA1Lac1lEU/view?usp=drivesdk
Teste hoje às 11h54m, com transição de entrada e saída da Mega:
https://drive.google.com/file/d/1c-YBQ9WC5Rm7r44fd240Z4dwNmTG0oix/view?usp=drivesdk
P.S.: Ainda não consigo aceitar que o Algarve vai perder uma rádio que fala com a sua pronúncia, para vir uma com 90 minutos de música seguida... 🥲🥲🥲
P.S.2.: O jingle que passa logo na primeira gravação que coloquei, é do tempo em que a minha mãe era uma miúda com 10/11 anos (e ainda continua a passar). Isto é triste demais...
Jingles muito dignos, os das 2 primeiras gravações. O primeiro é um sólido vintage algarvio; o segundo é mais corporativo, mas também ficou bem.
Gostei do jornalista na 2a gravação, que para evitar gravar de novo diz "por agora, fique connosco , e depois fique também"... :P
Há um erro na terceira gravação por volta dos 2:30 e 4:42 que me indicia que mudaram de forma de transporte do sinal.
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Está a sair um comunicado da direção da rádio neste momento (eu já público daqui a pouco, a gravação)
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Está a sair um comunicado da direção da rádio neste momento (eu já público daqui a pouco, a gravação)
O prometido é devido.
Comunicado da direção da Rádio Fóia, logo a seguir à publicidade do meio-dia:
https://drive.google.com/file/d/1gW5IMMz7amRyId_hX9suOA5Un_WOTDnw/view?usp=drivesdk
Comentários ao comunicado?
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Menos uma rádio local no Algarve ?
Mais um orgasmo para os centralistas.
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Menos uma rádio local no Algarve ?
Mais um orgasmo para os centralistas.
Não é menos uma rádio local para o Algarve, é menos uma rádio local para Monchique (mantenhamos a coerência SFF)
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Coitados. Acreditam que vão voltar mais tarde.
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Tradução: "acreditam" que vão voltar... Como se não houvesse um "Mega" interesse na utilização dos 97,1 MHz.
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Tradução: "acreditam" que vão voltar... Como se não houvesse um "Mega" interesse na utilização dos 97,1 MHz.
O aluguer daquilo mensalmente, deve dar para o pessoal que manda na cooperativa nunca mais ter que se chatear com rádio a todos os níveis.
Não vão ter que andar à procura de publicidade, para conseguir dinheiro para pagar as contas, porque com a renda mensal do grupo à cooperativa, isso fica tudo pago.
Só acredita no comunicado quem quer.
Eu não acredito, e não é de agora, pois esta ideia de dizerem que querem regressar, não é nova.
Mas penso eu: uma boa parte da direção da cooperativa, está acima dos 60 anos de idade. Mas alguém acha que eles com a idade que têm, vão querer regressar daqui a 5 anos que sejam (por exemplo)?
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Tradução: "acreditam" que vão voltar... Como se não houvesse um "Mega" interesse na utilização dos 97,1 MHz.
O aluguer daquilo mensalmente, deve dar para o pessoal que manda na cooperativa nunca mais ter que se chatear com rádio a todos os níveis.
Não vão ter que andar à procura de publicidade, para conseguir dinheiro para pagar as contas, porque com a renda mensal do grupo à cooperativa, isso fica tudo pago.
Só acredita no comunicado quem quer.
Eu não acredito, e não é de agora, pois esta ideia de dizerem que querem regressar, não é nova.
Mas penso eu: uma boa parte da direção da cooperativa, está acima dos 60 anos de idade. Mas alguém acha que eles com a idade que têm, vão querer regressar daqui a 5 anos que sejam (por exemplo)?
Isso é conversa para ver se acalma o "burburinho", e foram colocadas condicionantes "pessoas que trabalhem de forma voluntária"... Isso não existe nem vai existir, é conversa para se desculpabilizar daqui a uns anos.
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O aluguer daquilo mensalmente, deve dar para o pessoal que manda na cooperativa nunca mais ter que se chatear com rádio a todos os níveis.
Não vão ter que andar à procura de publicidade, para conseguir dinheiro para pagar as contas, porque com a renda mensal do grupo à cooperativa, isso fica tudo pago.
Só acredita no comunicado quem quer.
Eu não acredito, e não é de agora, pois esta ideia de dizerem que querem regressar, não é nova.
Mas penso eu: uma boa parte da direção da cooperativa, está acima dos 60 anos de idade. Mas alguém acha que eles com a idade que têm, vão querer regressar daqui a 5 anos que sejam (por exemplo)?
Isso é conversa para ver se acalma o "burburinho", e foram colocadas condicionantes "pessoas que trabalhem de forma voluntária"... Isso não existe nem vai existir, é conversa para se desculpabilizar daqui a uns anos.
Lógico que são desculpas, e é areia nos olhos dos ouvintes.
Como é que é suposto uma pessoa trabalhar a tempo inteiro numa rádio, mas em modo voluntário?
Quem é que não tem contas para pagar?
Vão por mim, a Fóia morreu, e é enterrada até segunda-feira. A cooperativa não, mas a rádio sim
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Vão por mim. Da forma que o contrato foi feito nunca mais a vêm ;D
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Vão por mim. Da forma que o contrato foi feito nunca mais a vêm ;D
Obviamente... acreditar no contrário é achar que fadas e unicórnios existem...
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Vão por mim. Da forma que o contrato foi feito nunca mais a vêm ;D
Esses pormenores, gostava eu de saber.
Mas aposto que os €€€ do aluguer, darão uma tranquilidade em termos económicos à cooperativa, e às pessoas que trabalham nela
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"Confiamos voltar daqui a algum tempo, desde que existam pessoas com vontade"
Só aqui já a coisa fica como fica, não é? Que vontade vai ter gente quando se reformar aos 65 ou aos 70?
E esta referência a fazer pelo coletivo "sem retorno"... não não, retorno tinha que haver, a publicidade portanto.
E mais uma escolha curiosa de palavras mesmo ao fim, "eu sou o Paulo Rosa e sou o portador deste abraço". Portador...
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Vão por mim. Da forma que o contrato foi feito nunca mais a vêm ;D
Esses pormenores, gostava eu de saber.
Mas aposto que os €€€ do aluguer, darão uma tranquilidade em termos económicos à cooperativa, e às pessoas que trabalham nela
O que a RR vai pagar por mês não vai servir para sanear nada. Nem vão ficar ricos.
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Estão com esperança que aconteça o que aconteceu em Rio Maior... ou então que a RR acaba com a Mega mais cedo ou mais tarde.
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Está a sair um comunicado da direção da rádio neste momento (eu já público daqui a pouco, a gravação)
O prometido é devido.
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Tradução: "acreditam" que vão voltar... Como se não houvesse um "Mega" interesse na utilização dos 97,1 MHz.
O aluguer daquilo mensalmente, deve dar para o pessoal que manda na cooperativa nunca mais ter que se chatear com rádio a todos os níveis.
Não vão ter que andar à procura de publicidade, para conseguir dinheiro para pagar as contas, porque com a renda mensal do grupo à cooperativa, isso fica tudo pago.
Só acredita no comunicado quem quer.
Eu não acredito, e não é de agora, pois esta ideia de dizerem que querem regressar, não é nova.
Mas penso eu: uma boa parte da direção da cooperativa, está acima dos 60 anos de idade. Mas alguém acha que eles com a idade que têm, vão querer regressar daqui a 5 anos que sejam (por exemplo)?
Isso é conversa para ver se acalma o "burburinho", e foram colocadas condicionantes "pessoas que trabalhem de forma voluntária"... Isso não existe nem vai existir, é conversa para se desculpabilizar daqui a uns anos.
Lógico que são desculpas, e é areia nos olhos dos ouvintes.
Como é que é suposto uma pessoa trabalhar a tempo inteiro numa rádio, mas em modo voluntário?
Quem é que não tem contas para pagar?
Vão por mim, a Fóia morreu, e é enterrada até segunda-feira. A cooperativa não, mas a rádio sim
Foi o que disse logo, na primeira entrevista que ele deu ao Sul Informação sobre o assunto.
E é como dizes... São mesmo os filhos destes senhores, que têm 65 ou 70 anos que vão agarrar isto, numa vila como Monchique...?! Esqueçam!
E se ele quer pessoas de forma voluntária, porque não pedia às dezenas de pessoas da cooperativa para fazer uma perninha?
Contudo, repito o que já escrevi noutros espaços, em situações tão delicadas quanto esta, e sabendo dantemão que a ERC é apenas um promotor administrativo de permutas e concessões de emissores de rádio, ignorando a realidade e validando "crimes" como este, qual é o papel moral das autoridades locais na defesa dos seus interesses e da própria população, visto que da ERC nem vale a pena esperar nada?
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Estão com esperança que aconteça o que aconteceu em Rio Maior... ou então que a RR acaba com a Mega mais cedo ou mais tarde.
Daqui a dois anos haverá uma cessão de licença que é quando a lei permite.
Nessa altura os cooperantes vão ver dinheiro. Agora estão ali com conversas da treta para ver se não há burburinho. Cest la vie.
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Estão com esperança que aconteça o que aconteceu em Rio Maior... ou então que a RR acaba com a Mega mais cedo ou mais tarde.
Daqui a dois anos haverá uma cessão de licença que é quando a lei permite.
Nessa altura os cooperantes vão ver dinheiro. Agora estão ali com conversas da treta para ver se não há burburinho. Cest la vie.
Por outras palavras: por agora é aluguer, quando for compra logo se verá. Gente à porta da reforma que veja 150k ou 200k ali batidos a dividir pelos cooperantes acham que não aceitam...? Claro que aceitam.
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Estão com esperança que aconteça o que aconteceu em Rio Maior... ou então que a RR acaba com a Mega mais cedo ou mais tarde.
Daqui a dois anos haverá uma cessão de licença que é quando a lei permite.
Nessa altura os cooperantes vão ver dinheiro. Agora estão ali com conversas da treta para ver se não há burburinho. Cest la vie.
Por outras palavras: por agora é aluguer, quando for compra logo se verá. Gente à porta da reforma que veja 150k ou 200k ali batidos a dividir pelos cooperantes acham que não aceitam...? Claro que aceitam.
Não me expliquei bem. A venda já está fechada e vertida em contrato devidamente assinado mas só se efetiva daqui a dois anos devido às limitações da lei. Os valores são acima disso mas fiquemos por aqui.
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Estão com esperança que aconteça o que aconteceu em Rio Maior... ou então que a RR acaba com a Mega mais cedo ou mais tarde.
Daqui a dois anos haverá uma cessão de licença que é quando a lei permite.
Nessa altura os cooperantes vão ver dinheiro. Agora estão ali com conversas da treta para ver se não há burburinho. Cest la vie.
Por outras palavras: por agora é aluguer, quando for compra logo se verá. Gente à porta da reforma que veja 150k ou 200k ali batidos a dividir pelos cooperantes acham que não aceitam...? Claro que aceitam.
Não me expliquei bem. A venda já está fechada e vertida em contrato devidamente assinado mas só se efetiva daqui a dois anos devido às limitações da lei. Os valores são acima disso mas fiquemos por aqui.
Certo, certo, eu falei por baixo (talvez bastante por baixo, mas não há precedentes para estações entrarem no Algarve há muitos muitos anos, não tenho noção correta aqui)
Se a venda já está efetivada... este discurso/comunicado que se ouviram na gravação caem em saco roto. Direitinhos. E fora a possibilidade de se comprar outra estação, está ali na fina linha do que pode ser... e mais não digo, para respeitar o momento.
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Ao ouvir aquele comunicado está tudo dito...só faltou dizer "Em nome do pai e do espírito santo...ámen".
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A ter fé que as emissões da Mega arrancam à meia-noite de hoje, gravei aquele que provavelmente foi o último noticiário da Rádio Fóia, agora às 19h.
Vou deixar o link, para arquivo:
https://drive.google.com/file/d/1jh6U7X6uWkY-vUXXbhVq9dW_ri-A3zxG/view?usp=drivesdk
Antes dos administradores do fórum fecharem o tópico (e muito me custa), deixem-me fazer uma homenagem à Rádio Fóia.
Se hoje eu gosto de rádio, se faço rádio, devo muito à Fóia, mesmo que quase toda a minha carreira de 11 anos, tenha passado ao lado da Fóia.
A minha história da rádio, começa com os meus 4/5 anos, quando a minha avó materna tomava conta de mim, durante as férias da creche. Na altura, quando os meus avós maternos ainda viviam na casa do Depósito da Água da Bemposta, aqui em Portimão, todas as manhãs, os 97.1 FM estavam sintonizados na Rádio Fóia. Ouvia as notícias, os passatempos, os discos pedidos... Foi aí que comecei a conhecer o mundo da rádio. Na altura estava ainda longe de imaginar que um dia, a rádio seria a minha grande paixão. A Rádio Fóia sempre foi a rádio de eleição da minha avó materna. Só não foi durante uns anos, em que ela veio viver para o centro de Portimão, e aí passou a ser ouvinte da Rádio Costa D'Oiro. Em 2013 com o fecho da Costa D'Oiro (e mais tarde com a venda do alvará ao atual detentor da Rádio Portimão), voltou a ser ouvinte da Rádio Fóia, até aos dias de hoje. A única altura que a minha avó mudava de rádio, era às 18h30m para a Renascença, para ouvir o terço (até isso conseguiram tirar desse horário). Alguns familiares meus, da vertente mais popular, só tinham os recetores na Fóia, como uma tia minha que me recordo agora (também do meu lado materno). Voltando à minha história na rádio, uns anos mais tarde, com 10/11 anos, comecei a ter curiosidade de ouvir relatos nas rádios locais, e a Fóia era sem dúvida a minha rádio de eleição. Aos sábados a primeira e a segunda distrital, aos domingos os campeonatos nacionais, ouvia muitos nomes da rádio, na altura ainda longe de imaginar que um dia conviveria de perto com eles, mesmo que esse convívio não demorasse tanto tempo quanto isso a acontecer, pois, para uma criança de 10/11 anos, estar perto de quem só ouvia na rádio, e imaginava como seriam as pessoas que ouvia na telefonia, era algo emocionante (as redes sociais praticamente ainda não existiam quando eu comecei a ouvir relatos). Ao longo de todos estes anos, sempre fui ouvinte da Fóia (mais na parte desportiva, não posso negar). Só me afastei mais, quando fui viver para o norte. Lembro-me de estar em estúdio na Rádio Alvor, a coordenar em estúdio a Tarde Desportiva, e de ter um phone no ouvido sintonizado na Fóia, para tirar os resultados do Distrital, e apresentá-los aos nossos ouvintes (era prática comum em todas as rádios que ao longo destes 30 anos transmitiram desporto na região).
Em maio de 2023, recebi uma chamada do meu amigo José Nobre (que também passou pela Fóia), a perguntar-me se eu não queria ir para a Fóia. E aí, recordei-me de tudo isto, e decidi dizer-lhe para passar o meu contacto ao Armando Moreira (o meu coordenador de desporto). Tive a honra, durante uma época de servir os ouvintes da Fóia, no desporto. Tanto em exteriores, como em estúdio. Se atualmente me perguntarem onde gosto mais de fazer rádio, não sei responder. Mas há uns anos, não hesitava dizer que sem dúvida, gostava mais dos exteriores, e dos relatos propriamente ditos.
Hoje morre um bocadinho da rádio do Algarve. E por isso, revolta-me imenso ver algarvios contentes com isto que irá acontecer. Mas em termos pessoais, hoje morre também um bocadinho de mim. Lamento de verdade este desfecho. Pensei que se isto um dia acontecesse, que a Fóia fosse a última a quem acontecesse.
Já estive no fecho da Rádio Costa D'Oiro em 2013 (e mesmo sendo muito novo na altura, e estando a dar os primeiros passos nisto, sei o quanto me custou). Mas o fecho da Fóia, para mim, tem um impacto enorme. É a minha história na rádio, é parte da história da minha família materna, que sempre foi mais popular, neste tipo de coisas.
E como a minha vida na rádio nestes últimos tempos, têm sido extremamente injustos para mim, talvez este seja um presságio de um início do meu fim disto.
Obrigado a todos por lerem este meu desabafo e a minha homenagem.
Nelson Soares
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É para informar que já se deu a transição da Fóia para a Mega, depois do sinal horário da meia-noite e da publicidade.
Amanhã publico duas gravações: uma com apenas o momento da transição, e outra com a última hora de emissão da Fóia, e a primeira hora da Mega Hits Algarve.
Mas já o vou fazer no tópico da Mega.
Por isso, quando os administradores decidirem fechar o tópico, acho que o podem fazer.