Fórum da Rádio
Estações de radiodifusão => Rádios locais => Tópico iniciado por: ouvinte em Julho 10, 2019, 12:16:58 am
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A Rádio Universitária do Minho celebra esta quarta-feira 30 anos com mudança de instalações. Vai sair do “bunker†da residência de Santa Tecla para o GNRation.
Ganha uma nova centralidade, leva dinâmica cultural para o centro de Braga e um café concerto no piso 1…
Fotos para ver aqui: https://www.diariodominho.pt/2019/07/10/a-nova-casa-da-radio-universitaria-do-minho/
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Boa notÃcia. Já agora, se alguma vez fosse legal, podiam comemorar também com um aumento de potência para que entrasse em força no Porto uma vez que parece que é impossÃvel uma rádio universitária por cá...
Mas sempre achei estranho que, pelo que sei, quase não tem estudantes na equipa ao contrário da RUC. Por isso devem ser efetivos.
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Um aumento de potência não resolve o problema: ali ao lado estao os poderosos 97.7 da comercial. Para entrar no Porto, antes de mais era preciso mudar para uma frequência mais limpa...já agora parabéns à RUM pela persistência e resiliência de existir durante 30 anos!
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Um aumento de potência não resolve o problema: ali ao lado estao os poderosos 97.7 da comercial. Para entrar no Porto, antes de mais era preciso mudar para uma frequência mais limpa...já agora parabéns à RUM pela persistência e resiliência de existir durante 30 anos!
E frequência "mais limpa" em FM no grande Porto é "miragem"...
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Mais facilmente se conseguem encontrar frequências limpas em Lisboa do que no Porto.
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Mais facilmente se conseguem encontrar frequências limpas em Lisboa do que no Porto.
Verdade.
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Um aumento de potência não resolve o problema: ali ao lado estao os poderosos 97.7 da comercial. Para entrar no Porto, antes de mais era preciso mudar para uma frequência mais limpa...já agora parabéns à RUM pela persistência e resiliência de existir durante 30 anos!
E frequência "mais limpa" em FM no grande Porto é "miragem"...
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91,5....
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Um aumento de potência não resolve o problema: ali ao lado estao os poderosos 97.7 da comercial. Para entrar no Porto, antes de mais era preciso mudar para uma frequência mais limpa...já agora parabéns à RUM pela persistência e resiliência de existir durante 30 anos!
E frequência "mais limpa" em FM no grande Porto é "miragem"...
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91,5....
Essa não é utilizável e muito menos pela RUM. Há uma "ligeiramente livre" mas que ainda ninguém se lembrou: 93.2 da extinta Rádio Esposende.
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Não sei porquê: o 95.5 Porto não foi parar para uma rádio supostamente de Gaia?
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Não sei porquê: o 95.5 Porto não foi parar para uma rádio supostamente de Gaia?
Primeiro porque a RUM é de Braga, nada tem a ver com o Porto, e em 91.6 tem lá no distrito uma rádio. E depois porque os 91.5 terão outro destino já +ou- definido...
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qual? não posso acreditar que seja "nacionalizada" para a RDP...
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qual? não posso acreditar que seja "nacionalizada" para a RDP...
O que aconteceu em Lisboa á frequência que ficou livre? Pois... É só somar 2+2... 
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Um aumento de potência não resolve o problema: ali ao lado estao os poderosos 97.7 da comercial. Para entrar no Porto, antes de mais era preciso mudar para uma frequência mais limpa...já agora parabéns à RUM pela persistência e resiliência de existir durante 30 anos!
E frequência "mais limpa" em FM no grande Porto é "miragem"...
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91,5....
Essa não é utilizável e muito menos pela RUM. Há uma "ligeiramente livre" mas que ainda ninguém se lembrou: 93.2 da extinta Rádio Esposende.
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Bem, com os 92,9 MHz da Mega, duvido que fosse aprovada uma mudança de frequência da RUM para os 93,2 MHz. Duas frequências com uma diferença de 0,3 MHz em Stª Mª das Cortiças...
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Um aumento de potência não resolve o problema: ali ao lado estao os poderosos 97.7 da comercial. Para entrar no Porto, antes de mais era preciso mudar para uma frequência mais limpa...já agora parabéns à RUM pela persistência e resiliência de existir durante 30 anos!
E frequência "mais limpa" em FM no grande Porto é "miragem"...
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91,5....
Essa não é utilizável e muito menos pela RUM. Há uma "ligeiramente livre" mas que ainda ninguém se lembrou: 93.2 da extinta Rádio Esposende.
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Bem, com os 92,9 MHz da Mega, duvido que fosse aprovada uma mudança de frequência da RUM para os 93,2 MHz. Duas frequências com uma diferença de 0,3 MHz em Stª Mª das Cortiças...
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Pois não me lembrei dos 92.9 da Mega :-[
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Tenho escutado a Rádio Universitária do Minho aqui no Grande Porto. A receção em toda a Invicta é boa e mesmo para sul mantém um padrão de escuta bastante aceitável, similar às frequências de Santa Justa.
Face à inexistência de uma Rádio Universitária na UP/IPP, considerando ainda as excecionais relações entre as duas Instituições, que se materializam no consórcio Universidade do Norte, e respetivas Federações Académicas, far-me-ia todo o sentido que a RUM pudesse ter uma programação partilhada entre as duas academias, eventualmente colocando o emissor a meio caminho, quiçá junto ao da FAMA Rádio.
Quanto ao produto em si, tem uma excelente cobertura dos acontecimentos da Universidade, por exemplo, esta tarde está a conduzir boas entrevistas aos candidatos à liderança da Federação Académica.
Porém, a linguagem utilizada soa demasiadamente formal face ao público alvo. Os noticiários por vezes conseguem ser mais formais que os da formalíssima Antena 1. O tratamento por você abunda, o que não faz qualquer sentido. Os próprios jingles têm boa qualidade mas parecem saídos dos anos 90. No que respeita à playlist, vai ao encontro daquilo que é uma alternativa (parece-me algo similar à SBSR). Ainda não percebi se é playlist sempre ou se tem dedo de quem faz a animação. Alguns maus hábitos à la Rádio Renascença fazem-se notar, como o de dar 30 segundos de uma música e cortar para publicidade, principalmente sendo institucional, deveria ser melhor organizado.
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Subscrevo, é absurdo como no Porto é a FEUP a ter uma rádio enquanto o curso de Ciências da Comunicação da FLUP deixou cair a sua e teve de se reservar aos podcasts. Uma parceria seria muito bem vinda, desde que a atenção às duas regiões fosse a mesma.
De resto como já cheguei a dizer a RUM de universitária praticamente apenas tem o nome, o que não quer dizer que faça um bom serviço a uma cidade de Braga muito ativa na música alternativa com locais como o gnration. Parece-me que os radialistas da playlist para além de estarem longe de serem estudantes devem estar em full-time ao contrário da RUC, pelo menos a Elisabete Apresentação apresenta 2 blocos: 11-13h e 15h-17h.
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A Elisabete Apresentação e o Abel Duarte são vozes que escuto nos últimos 20 anos aos microfones da RUM.
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Atenção que o curso de Comunicação é ministrado conjuntamente pela FEUP, FEP e FLUP. Salvo erro, ao momento, a coordenação do curso está mesmo na FEUP. Uma rádio universitária com efetiovos há mais de 20 anos penso que até violará a Lei da Rádio, que define que o serviço tem de ser produzido pela comunidade académica.
Possivelmente serão funcionários da própria Universidade ou Associação de Estudantes, ou andam com o curso pendurado. De qualquer das formas, é algo incompreensível.
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Emissor da RUM descalibrado, com espúria total em 89.0, a logar RDS até num receptor fraco em Gualtar. No centro de Braga, faz hoje um mês, não apresentava este problema.
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Tenho escutado a Rádio Universitária do Minho aqui no Grande Porto. A receção em toda a Invicta é boa e mesmo para sul mantém um padrão de escuta bastante aceitável, similar às frequências de Santa Justa.
Face à inexistência de uma Rádio Universitária na UP/IPP, considerando ainda as excecionais relações entre as duas Instituições, que se materializam no consórcio Universidade do Norte, e respetivas Federações Académicas, far-me-ia todo o sentido que a RUM pudesse ter uma programação partilhada entre as duas academias, eventualmente colocando o emissor a meio caminho, quiçá junto ao da FAMA Rádio.
Quanto ao produto em si, tem uma excelente cobertura dos acontecimentos da Universidade, por exemplo, esta tarde está a conduzir boas entrevistas aos candidatos à liderança da Federação Académica.
Porém, a linguagem utilizada soa demasiadamente formal face ao público alvo. Os noticiários por vezes conseguem ser mais formais que os da formalíssima Antena 1. O tratamento por você abunda, o que não faz qualquer sentido. Os próprios jingles têm boa qualidade mas parecem saídos dos anos 90. No que respeita à playlist, vai ao encontro daquilo que é uma alternativa (parece-me algo similar à SBSR). Ainda não percebi se é playlist sempre ou se tem dedo de quem faz a animação. Alguns maus hábitos à la Rádio Renascença fazem-se notar, como o de dar 30 segundos de uma música e cortar para publicidade, principalmente sendo institucional, deveria ser melhor organizado.
O que falta ao Porto e à região é uma rádio universitária no FM que se oiça bem no Porto e que não se cole à RUM. Houvesse vontade política e já existia RUP (Rádio Universitária do Porto), nem que tivessem de colocar numa frequência com problemas, como 87.7, 88.4 ou 89.3 MHz. Bastava um emissor de 500 ou 1000W para se ouvir no Porto e arredores próximos.
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Creio que não é um tema de vontade política: os 91.5 fm estiveram anos à espera de candidatos e nada…
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Rádio Pérola Negra, programa de produção conjunta da Oxigénio e da Rádio Universtária do Minho, sera gravado ao vivo no próximo dia 11 de Maio no...M.ou.CO no Porto, um bar da moda da Invicta.
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Tenho escutado a Rádio Universitária do Minho aqui no Grande Porto. A receção em toda a Invicta é boa e mesmo para sul mantém um padrão de escuta bastante aceitável, similar às frequências de Santa Justa.
Face à inexistência de uma Rádio Universitária na UP/IPP, considerando ainda as excecionais relações entre as duas Instituições, que se materializam no consórcio Universidade do Norte, e respetivas Federações Académicas, far-me-ia todo o sentido que a RUM pudesse ter uma programação partilhada entre as duas academias, eventualmente colocando o emissor a meio caminho, quiçá junto ao da FAMA Rádio.
Quanto ao produto em si, tem uma excelente cobertura dos acontecimentos da Universidade, por exemplo, esta tarde está a conduzir boas entrevistas aos candidatos à liderança da Federação Académica.
Porém, a linguagem utilizada soa demasiadamente formal face ao público alvo. Os noticiários por vezes conseguem ser mais formais que os da formalíssima Antena 1. O tratamento por você abunda, o que não faz qualquer sentido. Os próprios jingles têm boa qualidade mas parecem saídos dos anos 90. No que respeita à playlist, vai ao encontro daquilo que é uma alternativa (parece-me algo similar à SBSR). Ainda não percebi se é playlist sempre ou se tem dedo de quem faz a animação. Alguns maus hábitos à la Rádio Renascença fazem-se notar, como o de dar 30 segundos de uma música e cortar para publicidade, principalmente sendo institucional, deveria ser melhor organizado.
O que falta ao Porto e à região é uma rádio universitária no FM que se oiça bem no Porto e que não se cole à RUM. Houvesse vontade política e já existia RUP (Rádio Universitária do Porto), nem que tivessem de colocar numa frequência com problemas, como 87.7, 88.4 ou 89.3 MHz. Bastava um emissor de 500 ou 1000W para se ouvir no Porto e arredores próximos.
Como estou de acordo com a sua sugestão!
Desconheço da existência do curso de jornalismo/comunicação social na UP e o peso que terá dentro da instituição.
Aí está uma ideia para a Associação Académica pôr em pauta.
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Rádio Pérola Negra, programa de produção conjunta da Oxigénio e da Rádio Universtária do Minho, sera gravado ao vivo no próximo dia 11 de Maio no...M.ou.CO no Porto, um bar da moda da Invicta.
Há 40 anos atras, imagino como seria gravar um programa no Perola Negra, só de guarda - chuva.
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A jornalista da RUM, Vanessa Gonçalves foi convidada pelo Parlamento Europeu para passar quatro dias em Estrasburgo em trabalho, para divulgação da atividade do Parlamento Europeu. Este tipo de convites do PE é "relativamente" frequente, mas é a primeira vez que vejo um jornalista de um OCS local a viajar nestes moldes. A Vanessa é também jornalista da TSF, mas frise-se que o convite foi feito enquanto profissional da RUM. Entendo como muito positivo este trabalho ser também desenvolvido junto das locais, que tenham naturalmente meios para tal.
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A jornalista da RUM, Vanessa Gonçalves foi convidada pelo Parlamento Europeu para passar quatro dias em Estrasburgo em trabalho, para divulgação da atividade do Parlamento Europeu. Este tipo de convites do PE é "relativamente" frequente, mas é a primeira vez que vejo um jornalista de um OCS local a viajar nestes moldes. A Vanessa é também jornalista da TSF, mas frise-se que o convite foi feito enquanto profissional da RUM. Entendo como muito positivo este trabalho ser também desenvolvido junto das locais, que tenham naturalmente meios para tal.
Não há muito tempo foram convidados jornalistas da vizinha Antena Minho e, por exemplo, da Rádio Jornal do Centro.
É algo frequente.
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A jornalista da RUM, Vanessa Gonçalves foi convidada pelo Parlamento Europeu para passar quatro dias em Estrasburgo em trabalho, para divulgação da atividade do Parlamento Europeu. Este tipo de convites do PE é "relativamente" frequente, mas é a primeira vez que vejo um jornalista de um OCS local a viajar nestes moldes. A Vanessa é também jornalista da TSF, mas frise-se que o convite foi feito enquanto profissional da RUM. Entendo como muito positivo este trabalho ser também desenvolvido junto das locais, que tenham naturalmente meios para tal.
Isto está sempre a acontecer. Vão rodando pelos meios.
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A jornalista da RUM, Vanessa Gonçalves foi convidada pelo Parlamento Europeu para passar quatro dias em Estrasburgo em trabalho, para divulgação da atividade do Parlamento Europeu. Este tipo de convites do PE é "relativamente" frequente, mas é a primeira vez que vejo um jornalista de um OCS local a viajar nestes moldes. A Vanessa é também jornalista da TSF, mas frise-se que o convite foi feito enquanto profissional da RUM. Entendo como muito positivo este trabalho ser também desenvolvido junto das locais, que tenham naturalmente meios para tal.
Isto está sempre a acontecer. Vão rodando pelos meios.
Ok. Foi a primeira vez que vi um OCS local. Esclarecido! ;) Obrigado. E corrigindo-me a mim próprio, é Vanessa Batista, não Gonçalves!
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A jornalista da RUM, Vanessa Gonçalves foi convidada pelo Parlamento Europeu para passar quatro dias em Estrasburgo em trabalho, para divulgação da atividade do Parlamento Europeu. Este tipo de convites do PE é "relativamente" frequente, mas é a primeira vez que vejo um jornalista de um OCS local a viajar nestes moldes. A Vanessa é também jornalista da TSF, mas frise-se que o convite foi feito enquanto profissional da RUM. Entendo como muito positivo este trabalho ser também desenvolvido junto das locais, que tenham naturalmente meios para tal.
Não há muito tempo foram convidados jornalistas da vizinha Antena Minho e, por exemplo, da Rádio Jornal do Centro.
É algo frequente.
A RUA FM também já chegou a ser convidada pelo PE
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A Antena 1 esteve lá ontem, com o JCT e o NR. Mas hoje, como há Benfica e Sporting, deixam o dia ao cuidado da RUM, apesar de serem a rádio oficial. Veremos se a Vanessa também aproveita alguma coisa para a TSF.
Está a ser pouco divulgado, até agora.
(https://i.postimg.cc/gjfGCmzq/Screenshot-20250125-024720-Linked-In.jpg) (https://postimg.cc/N2khThr5) (https://postimages.org/app)
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A Vanessa Batista está de saída da RUM, e da TSF. Espero que continue em rádio e que suba à nacional, mais do que a dar uma perninha na TSF, mas, tenho um feeling que vai para a TV. :(
Tem uma voz excelente, e de algumas emissões que lhe fui ouvindo, claramente tem andamento para muito mais, nomeadamente, para editar noticiários numa nacional. Destaco também o programa UMinho I&D, que escutava ocasionalmente, até por razões profissionais, que ia um pouco além daquilo que é expectável numa rádio universitária.
Desejo à Vanessa boa sorte nas novas funções! ;)
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A Vanessa Batista está de saída da RUM, e da TSF. Espero que continue em rádio e que suba à nacional, mais do que a dar uma perninha na TSF, mas, tenho um feeling que vai para a TV. :(
Tem uma voz excelente, e de algumas emissões que lhe fui ouvindo, claramente tem andamento para muito mais, nomeadamente, para editar noticiários numa nacional. Destaco também o programa UMinho I&D, que escutava ocasionalmente, até por razões profissionais, que ia um pouco além daquilo que é expectável numa rádio universitária.
Desejo à Vanessa boa sorte nas novas funções! ;)
Já sei quem é a pessoa que vai substituir a Vanessa, mas não posso anunciar para já.
É uma voz conhecida por todos nós.
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A Vanessa Batista está de saída da RUM, e da TSF. Espero que continue em rádio e que suba à nacional, mais do que a dar uma perninha na TSF, mas, tenho um feeling que vai para a TV. :(
Tem uma voz excelente, e de algumas emissões que lhe fui ouvindo, claramente tem andamento para muito mais, nomeadamente, para editar noticiários numa nacional. Destaco também o programa UMinho I&D, que escutava ocasionalmente, até por razões profissionais, que ia um pouco além daquilo que é expectável numa rádio universitária.
Desejo à Vanessa boa sorte nas novas funções! ;)
Já sei quem é a pessoa que vai substituir a Vanessa, mas não posso anunciar para já.
É uma voz conhecida por todos nós.
Já se pode dizer, porque já está no site da RUM, é a Ariana Azevedo. 😊 Boa escolha! Confesso, estou sim bastante curioso para ver se a Vanessa se mantem ou não na rádio (meio).
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Já se pode dizer, porque já está no site da RUM, é a Ariana Azevedo. 😊 Boa escolha! Confesso, estou sim bastante curioso para ver se a Vanessa se mantem ou não na rádio (meio).
Além do reforço da Ariana, a RUM está a contratar um jornalista para a sha equipa... através de estágio do IEFP. 🙄 As condições laborais em Portugal são de facto, péssimas.
A Vanessa deixou mesmo o meio. Foi para o Governo, como técnica especialista no Ministério da Educação, no gabinete da Secretária de Estado da Ciência, Ana Paiva. Não a censuro, pois os salários nessas posições são próximos dos 4k. Não deixa, contudo, de ser uma voz jovem promissora que se perde para outras paragens, mas ficam os votos de que seja bem sucedida nas novas funções que agora inicia.
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Já se pode dizer, porque já está no site da RUM, é a Ariana Azevedo. 😊 Boa escolha! Confesso, estou sim bastante curioso para ver se a Vanessa se mantem ou não na rádio (meio).
Além do reforço da Ariana, a RUM está a contratar um jornalista para a sha equipa... através de estágio do IEFP. 🙄 As condições laborais em Portugal são de facto, péssimas.
A Vanessa deixou mesmo o meio. Foi para o Governo, como técnica especialista no Ministério da Educação, no gabinete da Secretária de Estado da Ciência, Ana Paiva. Não a censuro, pois os salários nessas posições são próximos dos 4k. Não deixa, contudo, de ser uma voz jovem promissora que se perde para outras paragens, mas ficam os votos de que seja bem sucedida nas novas funções que agora inicia.
Voltará à rádio quando o governo mudar.
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Voltará à rádio quando o governo mudar.
Por esse prisma, basta até que mude a Secretária de Estado, que automaticamente todos os cargos de nomeação são exonerados. Porém, dita-me a experiência (não minha, mas de conhecidos) que há sempre algum encaixe mesmo quando muda a cor, principalmente se as pessoas forem boas no que fazem. Além disso, e aqui falo com mais propriedade, não temos assim tantas pessoas a trabalharem na área de comunicação de ciência, é uma carência que precisamos colmatar, sistematicamente identificada pela UE, e imagino que seja nessa área que a Vanessa vá trabalhar, dado o seu background.
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Voltará à rádio quando o governo mudar.
Por esse prisma, basta até que mude a Secretária de Estado, que automaticamente todos os cargos de nomeação são exonerados. Porém, dita-me a experiência (não minha, mas de conhecidos) que há sempre algum encaixe mesmo quando muda a cor, principalmente se as pessoas forem boas no que fazem. Além disso, e aqui falo com mais propriedade, não temos assim tantas pessoas a trabalharem na área de comunicação de ciência, é uma carência que precisamos colmatar, sistematicamente identificada pela UE, e imagino que seja nessa área que a Vanessa vá trabalhar, dado o seu background.
É verdade. Quanto menos estiverem ligados a cores políticas e se forem excecionais no que fazem, ficam.
Conheço e lido com alguns casos. No entanto, já vi muita gente a entrar e a sair. Sendo técnico superior e lidando muitas vezes com ministérios, é isso que vejo a acontecer. Às vezes é complicado andar atualizado. ;D