Fórum da Rádio
Estações de radiodifusão => Rádios locais => Tópico iniciado por: brodcastfm em Janeiro 03, 2019, 04:28:06 pm
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A Rádio Antena Miróbriga, de Santiago do Cacém, passa a "Rádio M24", já tem uma nova imagem sonora e anuncia nas redes sociais o site em www.radiom24.pt.
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Mais uma rádio musical, talvez para colmatar a falta da Cidade e da Mega na região. Com um emissor de 2 kW, é "bombar" de Setúbal ao Algarve. E esmagar a Oxigénio a sul.
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O que se passa com os 102.7 FM da Rádio M24 de Santiago do Cacém? Já estão um dia sem emissão. Não vejo referência a nenhum anomalia no seu site ou na página de Facebook. De referir que a emissão online está disponível no site da rádio.
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A pergunta que se impõe aos caros forenses localizados dentro da área de influência do emissor: qual é a situação, neste momento, dos 102,7 MHz? O emissor continua desligado ou o problema, qualquer que tenha sido, já foi resolvido?
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Se não estiver a emitir, é excelente para a Oxigénio...
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Confirmo a emissão já voltou ao fim de dois dias sem emissão. Provavelmente um problema técnico. Mas não foi dada qualquer justificação pelo menos no site ou Facebook.
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Rádio M24 (antiga Rádio Miróbriga), de Santiago do Cacém, estas à dois sem qualquer emissão no FM novamente. Alguém sabe o que se passa?
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Rádio M24 (antiga Rádio Miróbriga), de Santiago do Cacém, estas à dois sem qualquer emissão no FM novamente. Alguém sabe o que se passa?
E continua sem emissão de FM...ninguém sabe o que se passa?
É que não existe qualquer justificação por parte da mesma em lado nenhum...estranho!
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Mas ninguém sabe o que se passa?
Já está assim há mais de uma semana sem emissão no FM.
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Já sim. A ERC já remeteu a algumas rádios essa informação e já existem rádios a tratar do processo de renovação.
Que informação está a ERC a solicitar? Apenas a Administrativa e Institucional, incluindo a situação tributária e contributiva, ou está a ir mais além, e a pedir linhas orientadoras de programação, a por alguma exigência? Se não o faz, só vai fazer com que o setor chegue morto daqui a 15 anos...
Daqui a 15 anos o FM estará já morto em todo o lado exceto neste "cantinho à beira mar plantado"...
A menos que a União Europeia assim o obrigue. É bem possível.
Se estão a falar do DAB a ANACOM tem o mapa feito. Mas neste momento eles não tem interesse que avance e muito menos os operadores. Seria uma situação para agravar ainda mais os custos nas rádios locais, pois as mesmas deixariam de ter os seus próprios emissores e teriam que emitir através de uma plataforma paga. Só mesmo se a União Europeia obrigar.
Caro broadcastfm,
Esta justificação que acabou de indicar - e peço desculpa mas vou entrar mesmo à queima-roupa e sem piedade - é o exemplo perfeito do que acontece nas rádios locais portuguesas: oprimidas, preocupam-se apenas em guardar o seu quinhão, em vez de se unirem em cadeia face a interesses comuns e sobreviverem ambas, como a Lei da Rádio permite.
Vistas muito, muito curtas.
Como assim "emitir através de uma plataforma paga"? As rádios não podem realizar investimento em conversão de emissores para DAB, já hoje com os 50% de subsidiação de equipamentos que existem no Estado, que aliás incha bastante os valores para importação de certo equipamento em empresas que têm esse tipo de produto mas nem entro já por aí, e unir-se em cadeia para rentabilizar a questão emitindo a nível distrital com menos emissores? Através de uma empresa terceira que faça a gestão dessa rede, empresa essa detida pelos atuais operadores?
Porque é que "têm que ficar à espera que chova" em vez de se mexerem por si?
Porque é que nas rádios locais ficam tão agarrados ao FM e a emissores, para mais com custos de manutenção mensais e anuais que não são baratos num meio que reduziu proveitos sei-lá-eu-quantas-vezes-já desde 1995 com o advento do Ediberto Lima, quando o DAB permite dar pelo menos mais cerca de 4 ou 5 mil euros anuais limpos em rádios que se for preciso faturam 20 ou 25 mil ao ano *antes* de despesas?
Valha-me a santinha que é preciso ver mais além. Depois admirem-se quando a ERC e a ANACOM decidirem reorganizar o espectro ou liberalizá-lo. Acho que já andámos muito mais longe disso. Quem tenta conservar o que não é conservável sujeita-se...
Enfim.
Pois isso não sei, essa informação não deve ser divulgada, pois apenas diz respeito aos operadores e a própria ERC, não deve ser tornada pública, creio eu.
Sugeria que esta parte da conversa saísse da M24, para um tópiconovo sobre a renovação ou para o Futuro da Rádio em Portugal. A informação enviada pelas rádios é obviamente confidencial, mas o caderno de encargos, ou seja, os parâmetros a que têm de respnder, essa deve ser obviamente pública. É do interesse, aliás...
Totalmente de acordo, aliás, já fiz este post nessa visão porque isto desviou e não tinha mais tempo para escrever (ocupado com assuntos), peço desculpa à moderação por isso.
O caderno de encargos é público: é a programação que a estação se comprometeu junto da ERC. Depois há a base, a Lei da Rádio, como bem sabes. E esta ideia de "não se sabe porque é tudo privado"... vai-se saber, vai. E de que maneira. Memória tão curta que está tudo esquecido de 2009/2010... e há aí muita coisa a ser incumprida. Se a ERC quiser fatiar fininho, vai ter muito fiambre por onde o fazer, tal não é o estado atual de coisas. Ainda por cima é mais uma renovação em contexto de crise...
Em breve saberemos tudo sobre tudo através das deliberações. Vai ser interessante de assistir quantas caem desta vez, e porquê.
Pedimos desculpa à moderação.
E são opiniões...
Entretanto a Rádio M24 já está a emitir no FM com um som quase inaudível (muito baixo, mas mesmo muito), sem RDS e com falhas.
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Terá faltado o dinheiro do lado da estação, ao que se consegue perceber pelo Facebook... muita gente a queixar-se. Mas com alguma razão: eu sou do tempo em que a Miróbriga era de referência. Mudou para M24, nem me diz nada.
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O problema não está no nome...
O problema está que não existe humildade da parte da direção para justificar o porquê da emissão estar assim, aos mais importantes, ou seja ouvintes e anunciantes, que investem na rádio (estes podem até ter sido informados internamente, mas não creio!).
A emissão por vezes volta com o som muito baixo e sem RDS.
Atualmente está off, nada no ar, só em portadora.
Observador já deve andar atenta...

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O problema não está no nome...
O problema está que não existe humildade da parte da direção para justificar o porquê da emissão estar assim, aos mais importantes, ou seja ouvintes e anunciantes, que investem na rádio (estes podem até ter sido informados internamente, mas não creio!).
A emissão por vezes volta com o som muito baixo e sem RDS.
Atualmente está off, nada no ar, só em portadora.
Observador já deve andar atenta...

Podem ficar descansados porque a Observador não deve estar interessada, a frequência é do distrito de Setúbal (onde a RO já tem frequência), e portanto, devia ter emissão local de 8 horas.
A sul do Setúbal só vejo a Observador ter interesse num frequência de Faro, e talvez, Évora.
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O problema não está no nome...
O problema está que não existe humildade da parte da direção para justificar o porquê da emissão estar assim, aos mais importantes, ou seja ouvintes e anunciantes, que investem na rádio (estes podem até ter sido informados internamente, mas não creio!).
A emissão por vezes volta com o som muito baixo e sem RDS.
Atualmente está off, nada no ar, só em portadora.
Observador já deve andar atenta...

Podem ficar descansados porque a Observador não deve estar interessada, a frequência é do distrito de Setúbal (onde a RO já tem frequência), e portanto, devia ter emissão local de 8 horas.
A sul do Setúbal só vejo a Observador ter interesse num frequência de Faro, e talvez, Évora.
Numa frequência para o distrito de Faro, tenho conhecimento de uma, que cobriria o Algarve, o Baixo Alentejo e o Alentejo Litoral, quase na totalidade.
Creio que uma proposta da Observador (e quem diz a Observador, diz a TSF que nesta região tem dificuldades de receção via hertziana) até poderia levar o barco a bom Porto nesse sentido.
Não vou dizer que rádio estou a falar, mas tendo em conta as caraterísticas que dei, não é muito difícil lá chegar.
O Portal da Transparência no site da ERC, reflete muito bem o que estou a dizer.
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Talvez a TotalFM nessa sugestão, caro Nelson… que é a única que conheço assim com mais força.
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Ou a Rádio Foia... Mas sou um defensor de manter estes projetos locais. Nós precisamos de rádios locais e não meros retransmissores, pois não foi para isso que os alvarás locais foram criados.
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Talvez a TotalFM nessa sugestão, caro Nelson… que é a única que conheço assim com mais força.
Penso que te referes à agora designada Vicentina, não à de Loulé, correto? Essa mudou o projeto o ano passado, portanto, não pode ser para já.
A Fóia já não chegou a existir interesse da R/Com? A TSF aqui teria de ter emissão local, é o mesmo caso da M80 Porto e M80 Valongo.
Agora, a Observador deve ter muito sentido crítico, porque para emissão nacional, deve ter como prioridade fechar a reta Viana/Braga-Setúbal, que está coxo entre Aveiro e Ourém. É muito km, para cobrir só com um emissor, que me parece só ser possível ou com a Popular de Soure ou com uma das da Serra de Sicó.
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Mas também já ouvi dizer que a TDS também poderá estar interessada para reforçar a sua cobertura. Será?
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A instabilidade da emissão da Rádio M24 continua.
Não se percebe... umas vezes com emissão e o som com problemas, muito baixo, com falhas e outras vezes está completamente em portadora.
Da parte da rádio parece que está tudo normal. Não se vê uma justificação aos ouvintes, pelos menos nas redes sociais ou site da emissora não encontrei nada.
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A instabilidade da emissão da Rádio M24 continua.
Não se percebe... umas vezes com emissão e o som com problemas, muito baixo, com falhas e outras vezes está completamente em portadora.
Da parte da rádio parece que está tudo normal. Não se vê uma justificação aos ouvintes, pelos menos nas redes sociais ou site da emissora não encontrei nada.
É tempo de dar uma renovação à rádio portuguesa e verificar quem é local e quem não é... mais vale uma união de rádios locais e poderem ter uma emissão, decente, dita regional/distrital, com potencial maior audiência, do que rádios locais que são uma verdadeira incompetência e retiram possibilidades de outros usarem as frequências "fantasma"...
Onde andam a ERC, a ANACOM e outros tantos?
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A instabilidade da emissão da Rádio M24 continua.
Não se percebe... umas vezes com emissão e o som com problemas, muito baixo, com falhas e outras vezes está completamente em portadora.
Da parte da rádio parece que está tudo normal. Não se vê uma justificação aos ouvintes, pelos menos nas redes sociais ou site da emissora não encontrei nada.
Por exemplo, a SBSR no Porto é uma rádio fantasma que ninguem a ouve. Essa está incluída ?
É tempo de dar uma renovação à rádio portuguesa e verificar quem é local e quem não é... mais vale uma união de rádios locais e poderem ter uma emissão, decente, dita regional/distrital, com potencial maior audiência, do que rádios locais que são uma verdadeira incompetência e retiram possibilidades de outros usarem as frequências "fantasma"...
Onde andam a ERC, a ANACOM e outros tantos?
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Ponto da situação: Passados mais de 3 meses a estação (Rádio M24) continua com o mesmo problema.
O áudio da emissão está muito baixo, tem que se aumentar muito o som no receptor para se poder ouvir alguma coisa e não tem qualquer sinal de RDS.
Enviado do meu 21051182G através do Tapatalk
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Quem viu e quem vê a estação... assim fica complicado para as renovações de alvará em 2024. :/
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Quem viu e quem vê a estação... assim fica complicado para as renovações de alvará em 2024. :/
Não conheço nem nunca ouvi esta rádio, mas penso que é uma notória falta de respeito pelos ouvintes dessa região e a ANACOM deveria intervir imediatamente nesta situação! por este motivo é uma autoridade paga (e bem) pelos contribuintes.