Fórum da Rádio
Estações de radiodifusão => Rádio em Portugal => Tópico iniciado por: AG em Outubro 19, 2018, 11:59:35 am
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Criei este tópico para evitar o off-topic no tópico da RR.
9- Não, o Grupo r/com, para já, não necessita de vender nenhuma das redes de FM que possui. Sou contra. Aliás não é benéfico haver mais canais pÃfios a poluirem o éter...Aliás, há até um grupo a mais...a TSF devia cair nas mãos da média capital, Cofina, Impresa ou no grupo RTP (sendo o canal de notÃcias e desporto. A RTP rádio é o único grupo público europeu com dimensão que não tem no seu portfólio um canal de notÃcias).
Caro AG, em Espanha há quatro grupos com dimensão; na França a mesma coisa; na Alemanha creio que três...
Em Portugal, só há três com alguma dimensão...a TSF precisa de ser encaixada ou na media capita, ou na RTP, ou na Impresa, ou na COFINA...A GLOBAL MÉDIA já provou que não consegue dar o passo seguinte, para que a TSF cresça...;
O cenário ideal é:
1 - Global Media fundir-se com a Impresa, pois os dois grupos tem ofertas complementares. O grupo GM tem uma rádio (TSF), um diário forte (JN), mas um semanário que caminha para o fecho (DN) e não tem um canal de tv; Impresa tem um canal de tv (SIC), um semanário forte (Expresso) mas falta-lhe uma rádio. Provavelmente quando Francisco Balsemão falecer isso será um cenário bem real.
2 - A RFM ou RR ser adquirida pela Cofina que não está neste mercado, ou uma das redes mais 'pequenas' da MCR como por exemplo a Cidade.
3 - O Grupo SONAE investir a sério nos media e apostar ainda mais no Público e quiçá entrar no capital do grupo R/com ou até substituir a Igreja Católica como acionista (mantendo esta os espaços religiosos em antena).
4 - A RTP converter os postos emissores de FM da RDP Ãfrica no continente (e criar um na região do Porto) e criar a Antena 4, projecto informativo/desportivo.
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Criei este tópico para evitar o off-topic no tópico da RR.
9- Não, o Grupo r/com, para já, não necessita de vender nenhuma das redes de FM que possui. Sou contra. Aliás não é benéfico haver mais canais pÃfios a poluirem o éter...Aliás, há até um grupo a mais...a TSF devia cair nas mãos da média capital, Cofina, Impresa ou no grupo RTP (sendo o canal de notÃcias e desporto. A RTP rádio é o único grupo público europeu com dimensão que não tem no seu portfólio um canal de notÃcias).
Caro AG, em Espanha há quatro grupos com dimensão; na França a mesma coisa; na Alemanha creio que três...
Em Portugal, só há três com alguma dimensão...a TSF precisa de ser encaixada ou na media capita, ou na RTP, ou na Impresa, ou na COFINA...A GLOBAL MÉDIA já provou que não consegue dar o passo seguinte, para que a TSF cresça...;
O cenário ideal é:
1 - Global Media fundir-se com a Impresa, pois os dois grupos tem ofertas complementares. O grupo GM tem uma rádio (TSF), um diário forte (JN), mas um semanário que caminha para o fecho (DN) e não tem um canal de tv; Impresa tem um canal de tv (SIC), um semanário forte (Expresso) mas falta-lhe uma rádio. Provavelmente quando Francisco Balsemão falecer isso será um cenário bem real.
2 - A RFM ou RR ser adquirida pela Cofina que não está neste mercado, ou uma das redes mais 'pequenas' da MCR como por exemplo a Cidade.
3 - O Grupo SONAE investir a sério nos media e apostar ainda mais no Público e quiçá entrar no capital do grupo R/com ou até substituir a Igreja Católica como acionista (mantendo esta os espaços religiosos em antena).
4 - A RTP converter os postos emissores de FM da RDP Ãfrica no continente (e criar um na região do Porto) e criar a Antena 4, projecto informativo/desportivo.
O último ponto é extremamente pertinente. Há muito que defendo isso mesmo. Nunca percebi o porquê de ter emissores em solo nacional (ou até mesmo fora de portas, visto que já existe a RDP Internacional). Se o argumento é servir os emigrantes africanos, porque é que nos centramos só em Ãfrica? Não faria também uma RDP Brasil, então? Acabe-se com este delÃrio que já dura há década e meia (quase).
Necessitamos de um modelo aproximado ao de "todo noticias" da vizinha RNE 5, com uma rede de emissores mais centrada em capitais de distrito/grandes centros urbanos com incidência no litoral. Numa fase inicial deveria emitir em Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém (ressuscitando 98,8 que se desligaria da rede da Antena 1 - aliás, este emissor está moribundo), Lisboa, quiçá Setúbal se os 101,5 MHz não dessem conta do recado, Évora e Beja através do Mendro e também Faro.
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Isso seria uma revolução de todo o tamanho do panorama radiofónico português.
Mas há algo que penso à bastante tempo. A entrada da Impresa na RR, com parceira estratégica, reunindo os know how mútuos, a Impresa na informação e a RR na radiofónica, mais técnica. Isso para a rede actualmente ocupada pela RR.
Não sei se será esta revolução preconizada pelo AG, mas faz falta uma redefinição no panorama actual.
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1- A Igreja nunca abrirá mão dos seus canais...a não ser que o Grupo r/com entre numa crise financeira profunda... A RR colabora de forma mais estreita com o Grupo Impresa e com o Público. Neste sentido, talvez fosse útil alienar 20% a 25% a um desses grupos;
2- A opção de fundir a GLOBAL Média com a Impresa era muito bem pensada;
3- Quanto à RDP Ãfrica, concordo que dê lugar à rádio de informação e desporto tanto mais que a Rádio de informação podia produzir conteúdos direcionados à comunidade africana existente no paÃs.
A questão é: como expandir a rádio a todo o paÃs? Seria relativamente fácil, se a onda média não estivesse moribunda em Portugal e um pouco por toda a Europa...
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3- Quanto à RDP Ãfrica, concordo que dê lugar à rádio de informação e desporto tanto mais que a Rádio de informação podia produzir conteúdos direcionados à comunidade africana existente no paÃs.
A questão é: como expandir a rádio a todo o paÃs? Seria relativamente fácil, se a onda média não estivesse moribunda em Portugal e um pouco por toda a Europa...
No imediato (com frequências já em poder da RDP):
Toda a rede de OM (pelo menos os andrajos restantes, que metem dó);
Em FM,
Coimbra (Centro): 103,4 (ou 94,9) MHz;
Santarém (Centro): 98,8 MHz;
Lisboa (Monsanto): 101,5 MHz;
Faro (S. Miguel): 99,1 MHz;
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Novas (com pedido de licenciamento (???):
Porto (Monte da Virgem): 91,5 MHz (há anos por ocupar - aliás, chegou a ser equacionada para nova frequência da RDP Ãfrica);
Braga (Sameiro): tÃnhamos a frequência da antiga Rádio Voz do Minho em Paredes de Coura (88,9 MHz), mas colidiria com a Rádio 5;
Aveiro (talvez com emissor na serra do Arestal): 103,9 MHz (deixada livre, alvará de Mortágua).
Outras a criar posteriormente.
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Viseu na Antena 4?
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3- Quanto à RDP Ãfrica, concordo que dê lugar à rádio de informação e desporto tanto mais que a Rádio de informação podia produzir conteúdos direcionados à comunidade africana existente no paÃs.
A questão é: como expandir a rádio a todo o paÃs? Seria relativamente fácil, se a onda média não estivesse moribunda em Portugal e um pouco por toda a Europa...
No imediato (com frequências já em poder da RDP):
Toda a rede de OM (pelo menos os andrajos restantes, que metem dó);
Em FM,
Coimbra (Centro): 103,4 (ou 94,9) MHz;
Santarém (Centro): 98,8 MHz;
Lisboa (Monsanto): 101,5 MHz;
Faro (S. Miguel): 99,1 MHz;
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Novas (com pedido de licenciamento (???):
Porto (Monte da Virgem): 91,5 MHz (há anos por ocupar - aliás, chegou a ser equacionada para nova frequência da RDP Ãfrica);
Braga (Sameiro): tÃnhamos a frequência da antiga Rádio Voz do Minho em Paredes de Coura (88,9 MHz), mas colidiria com a Rádio 5;
Aveiro (talvez com emissor na serra do Arestal): 103,9 MHz (deixada livre, alvará de Mortágua).
Outras a criar posteriormente.
Portalegre: 88,9 MHz (cobertura limitada, mercê da interferência de estação espanhola ( "Cadena 100" nos 88,8 (tx de Cáceres)).
Serra de Ossa: 93,4 MHz
Mendro: aà é que seria difÃcil encontrar uma frequência que não afectasse as estações existentes num perÃmetro vasto de cobertura, tanto mais que, além da regulação nacional, há que ter em consideração a coordenação internacional de frequências com a vizinha Espanha. A ser possÃvel, diria os 107,3 MHz (e mesmo assim havia zonas onde a tal "bomba" dos 107,4 MHz, que se ouve bem em certas zonas, não perdoaria.
Castelo Branco/ Gardunha: quiçá nos 88,6 MHz?
Fóia: 104,0 MHz, na condição da Singa FM mudar de frequência, talvez para os 104,2 MHz
Vila Boim (Elvas) : acredito que fosse uma situação difÃcil (coordenação com Espanha), mas talvez os 100,2 MHz com restrições de azimute.
Já dava para uma rede FM minimamente "jeitosa" para a Antena 4...
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Falta Viseu...
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Novas (com pedido de licenciamento (???):
Porto (Monte da Virgem): 91,5 MHz (há anos por ocupar - aliás, chegou a ser equacionada para nova frequência da RDP Ãfrica);
Braga (Sameiro): tÃnhamos a frequência da antiga Rádio Voz do Minho em Paredes de Coura (88,9 MHz), mas colidiria com a Rádio 5;
Aveiro (talvez com emissor na serra do Arestal): 103,9 MHz (deixada livre, alvará de Mortágua).
Outras a criar posteriormente.
Não sou jurista, mas para que uma rádio com este tipo de programação entre em funcionamento, o contrato de concessão entre o Estado e a RTP terá que ser revisto (poderá ser ao fim de 4 anos em vigor, ou seja, 2019), uma vez que actualmente só prevê os tipos de programas que a RTP opera actualmente:
http://media.rtp.pt/empresa/wp-content/uploads/sites/31/2015/07/contratoConcessao2015.pdf
Se bem que anteriormente a RDP Ãfrica tenha passado a emitir em Coimbra e Faro sem isso estar previsto no Contrato de Concessão da RDP de 1999.
Depois, como é uma concessionária de serviço público, é apenas necessário um despacho do membro do Governo responsável pela área da comunicação social e do membro responsável pela área das comunicações.
Exemplo: https://dre.tretas.org/dre/203985/despacho-25356-2006-de-13-de-dezembro
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Vou completamente contra a corrente neste tópico, mas não vejo nenhumas vantagens numa Antena 4 desporto + informação. Primeiro, não acho que seja obrigatório que uma rádio pública tenha que ter um canal 24h de informação, e ainda para mais agora com tanta concorrência, veja-se com o timing da mudança da RR. (Aliás, falando mais em geral no futuro da rádio, acho que a informação vai passar muito mal nos próximos anos. Não vejo ninguém a começar a ouvir rádios informativas, estas não têm públicos novos neste momento. As pessoas quando entram ou saem do trabalho cada vez mais querem descontrair e fugir dos problemas, e a informação vai passar vista quase a 100% na net e na TV.)
Depois retiraria audiências à Antena 1 que só com música poderia ficar muito parecida com a M80 para encher tantas horas de playlist e que poderia descer para uns 3% e essa Antena 4, tendo a concorrência principalmente da TSF apesar de não ser a mais forte, poderia ser vista como cópia e não se sabe se seria rejeitada. Dão o exemplo da Radio 5 em Espanha mas esta tem pouco mais de 200 mil ouvintes, está fora das 20 mais ouvidas, é fraco. E o modelo é muito parecido com o da TSF, muitas rubricas e noticiários de meia em meia hora embora com muitas horas em simultâneo com a RNE.
Na rede da RDP Ãfrica poderia ser criada uma rádio de música lusófona com mistura bem feita entre fado, música brasileira e africana com playlist durante o dia com algumas figuras da playlist da Antena 1 e até da 3.
Acho que o mais possÃvel embora muitos estejam contra mim, reformular a Antena 2 como rádio cultural, deixando a música clássica apenas até as 17h. À noite, programas como o Matéria Prima ou o Profecia do Duque da 3, músicas do mundo, jazz e música dos anos 60,70,80, com o objetivo máximo de 1,5% por enquanto.
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Estou totalmente de acordo.
Uma Antena 4, ia esvaziar a A1. Depois o que passava a 1? Música a metro? A 1 nunca foi e espero que nunca seja isso. E a Tarde Desportiva ia para onde?
Uma 4, para substituir a Ãfrica, com algumas outras frequências, seria uma rádio dedicada a música lusófona. Temas que não passam nas rádios mais comerciais. Por exemplo o programa do Armando Carvalheda tinha todo o cabimento numa rádio deste género.
Mais informação ou desporto em rádio, parece me mais do mesmo, num paÃs, com três ou quatro canais televisivos de informação.
E também me parece que a 2, devia ser reformulada, exactamente no sentido, que o caro RadiokilledtheMTVstrar refere.
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Uma rádio nacional dedicada ao desporto e à informação faz todo o sentido. Naturalmente que as rádios de palavra têm de apresentar vozes fortes com visibilidade junto da opinião pública. É assim que acontece nos paÃses desenvolvidos europeus e não só...
Só num Portugal infantilizado, sem espÃrito crÃtico e com um défice enorme ao nÃvel formativo é que isso não acontece...
Um pouco por todo lado as rádios de palavra com comunicadores conhecidos e de excelência ganham terreno...
Fica o exemplo francês:
https://www.mediametrie.fr/radio/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-juillet-aout-2018.php?id=1944
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Já há rádios musicais a mais em Portugal.
A maioria não privilegia a comunicação; limita-se a um produto relativamente barato.
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Uma rádio nacional dedicada ao desporto e à informação faz todo o sentido. Naturalmente que as rádios de palavra têm de apresentar vozes fortes com visibilidade junto da opinião pública. É assim que acontece nos paÃses desenvolvidos europeus e não só...
Só num Portugal infantilizado, sem espÃrito crÃtico e com um défice enorme ao nÃvel formativo é que isso não acontece...
Um pouco por todo lado as rádios de palavra com comunicadores conhecidos e de excelência ganham terreno...
Fica o exemplo francês:
https://www.mediametrie.fr/radio/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-juillet-aout-2018.php?id=1944
Eu também acho que era preciso uma rádio de palavra como as europeias, mas em Portugal sei que isso nunca iria acontecer. Seria uma rádio em que 90% do tempo se ia falar de polÃtica ou de futebol, muito aborrecida ao contrário das espanholas onde se fala de absolutamente tudo. A RR mesmo quando estava minimamente organizada não descolou, por isso acho melhor esquecer isso.
E temos de perceber, poucos paÃses têm tantos canais de informação como nós neste momento. Só por exemplo:
Reino Unido = 2 canais de informação
Espanha = 1 canal de informação
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Uma rádio nacional dedicada ao desporto e à informação faz todo o sentido. Naturalmente que as rádios de palavra têm de apresentar vozes fortes com visibilidade junto da opinião pública. É assim que acontece nos paÃses desenvolvidos europeus e não só...
Só num Portugal infantilizado, sem espÃrito crÃtico e com um défice enorme ao nÃvel formativo é que isso não acontece...
Um pouco por todo lado as rádios de palavra com comunicadores conhecidos e de excelência ganham terreno...
Fica o exemplo francês:
https://www.mediametrie.fr/radio/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-juillet-aout-2018.php?id=1944
Eu também acho que era preciso uma rádio de palavra como as europeias, mas em Portugal sei que isso nunca iria acontecer. Seria uma rádio em que 90% do tempo se ia falar de polÃtica ou de futebol, muito aborrecida ao contrário das espanholas onde se fala de absolutamente tudo. A RR mesmo quando estava minimamente organizada não descolou, por isso acho melhor esquecer isso.
E temos de perceber, poucos paÃses têm tantos canais de informação como nós neste momento. Só por exemplo:
Reino Unido = 2 canais de informação
Espanha = 1 canal de informação
Em tese, em Espanha, existe apenas uma rádio temática no campo da informação...
Em tese, em Espanha, existe apenas uma rádio dedicada ao desporto....
Mas na prática as generalistas dedicam a maior parte do tempo à informação e ao desporto, vejamos:
http://cadenaser.com
www.cope.es
www.ondacero.es
www.rne.es
https://esradio.libertaddigital.com
Acresce ainda que as rádios regionais de cada comunidade seguem o modelo das generalistas nacionais.
O modelo da RR não era nada. Absolutamente nada. A RR não tem, neste momento, recursos humanos para uma rádio de palavra consistente.
Quando a RR fez a reformulação, disse logo que aquilo não era nada, pois não tinha recursos humanos e ficava a meio da ponte. Se quiser rever o que escrevi na altura, vá à alÃnea da RR (logo nas primeiras páginas e seguintes).
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Uma rádio nacional dedicada ao desporto e à informação faz todo o sentido. Naturalmente que as rádios de palavra têm de apresentar vozes fortes com visibilidade junto da opinião pública. É assim que acontece nos paÃses desenvolvidos europeus e não só...
Só num Portugal infantilizado, sem espÃrito crÃtico e com um défice enorme ao nÃvel formativo é que isso não acontece...
Um pouco por todo lado as rádios de palavra com comunicadores conhecidos e de excelência ganham terreno...
Fica o exemplo francês:
https://www.mediametrie.fr/radio/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-juillet-aout-2018.php?id=1944
Parte do comentário do "radiokilled(...)" espelha essa mentalidade na perfeição: as pessoas não se querem "chatear" com notÃcias. As pessoas ouvem palavra e é uma chatice. NotÃcias são uma chatice. Debates são uma chatice. Saber mais sobre o mundo é uma chatice. Serem cidadãos melhor informados é uma chatice. Elevarem-se é uma chatice.
Ora bem, mete aà na Mega Hits que está um YouTuber a meter música a metro, isso sim, é elevação.
Santa paciência. E depois aparecem Bolsonaros...
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Já há rádios musicais a mais em Portugal.
A maioria não privilegia a comunicação; limita-se a um produto relativamente barato.
Para vermos o atavismo do tÃpico ouvinte de rádio português não temos de ir mais longe do que este fórum. Quando sugerimos uma Antena 4, a principal preocupação foi "mas e então agora como é que vamos encher de música o espaço que sobra na 1?"
As palavras são poderosas mas para laxistas podem ser temerosas. Isso nota-se. Quando se fala em rádios de palavra é o cruzes credo por cá. Mas pelos vistos faz mais sentido ter uma RDP Ãfrica que ninguém ouve.
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Uma rádio nacional dedicada ao desporto e à informação faz todo o sentido. Naturalmente que as rádios de palavra têm de apresentar vozes fortes com visibilidade junto da opinião pública. É assim que acontece nos paÃses desenvolvidos europeus e não só...
Só num Portugal infantilizado, sem espÃrito crÃtico e com um défice enorme ao nÃvel formativo é que isso não acontece...
Um pouco por todo lado as rádios de palavra com comunicadores conhecidos e de excelência ganham terreno...
Fica o exemplo francês:
https://www.mediametrie.fr/radio/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-juillet-aout-2018.php?id=1944
Parte do comentário do "radiokilled(...)" espelha essa mentalidade na perfeição: as pessoas não se querem "chatear" com notÃcias. As pessoas ouvem palavra e é uma chatice. NotÃcias são uma chatice. Debates são uma chatice. Saber mais sobre o mundo é uma chatice. Serem cidadãos melhor informados é uma chatice. Elevarem-se é uma chatice.
Ora bem, mete aà na Mega Hits que está um YouTuber a meter música a metro, isso sim, é elevação.
Santa paciência. E depois aparecem Bolsonaros...
Santa Paciência é achar que é mesmo isso que penso e mandar uma alfinetada sempre que faço um comentário. Só estava a falar da realidade, se a vossa Antena 4 falhasse depois estaria tudo revoltadÃssimo pela RTP gastar "ainda" mais dinheiro para menos audiências...
Já sei que nunca foi com a minha cara, neste caso, com o meu nick. Configuração da Conta > Lista de Ignorados > problema resolvido.
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Uma rádio nacional dedicada ao desporto e à informação faz todo o sentido. Naturalmente que as rádios de palavra têm de apresentar vozes fortes com visibilidade junto da opinião pública. É assim que acontece nos paÃses desenvolvidos europeus e não só...
Só num Portugal infantilizado, sem espÃrito crÃtico e com um défice enorme ao nÃvel formativo é que isso não acontece...
Um pouco por todo lado as rádios de palavra com comunicadores conhecidos e de excelência ganham terreno...
Fica o exemplo francês:
https://www.mediametrie.fr/radio/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-juillet-aout-2018.php?id=1944
Parte do comentário do "radiokilled(...)" espelha essa mentalidade na perfeição: as pessoas não se querem "chatear" com notÃcias. As pessoas ouvem palavra e é uma chatice. NotÃcias são uma chatice. Debates são uma chatice. Saber mais sobre o mundo é uma chatice. Serem cidadãos melhor informados é uma chatice. Elevarem-se é uma chatice.
Ora bem, mete aà na Mega Hits que está um YouTuber a meter música a metro, isso sim, é elevação.
Santa paciência. E depois aparecem Bolsonaros...
Santa Paciência é achar que é mesmo isso que penso e mandar uma alfinetada sempre que faço um comentário.
Já sei que nunca foi com a minha cara, neste caso, com o meu nick. Configuração da Conta > Lista de Ignorados > problema resolvido.
Não vou ignorar coisa nenhuma, como administrador nem posso fazer isso. E nesse caso até estava a generalizar, mas se sentiu dor não posso fazer nada quanto a isso.
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O fórum tem um Administrador que é um SENHOR, o caro Luis Carvalho.
Mas este administrador não sabe ouvir uma opinião discordante da sua e começa logo com o seu tom de superioridade, menosprezar quem não concorda com a sua sapiente opinião.
Por mim, acabou, enquanto, este senhor pdf for administrador dou por fim à minha parcipacao. Não estou para isso. Tenho quase 60 anos e não estou para aturar indivÃduos destes, que não sabem debater, sem partir para as ofensas.
Administrador LuÃs, foi um prazer e vou continuar a ler parcipar no outro espaço do Mundo da Rádio, mas com este senhor, NAO Dá, defenitivamenre NAO Dá...
FUI...
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Num Fórum público, acessÃvel a qualquer pessoa que queira participar, é perfeitamente normal a pluralidade de opiniões, muitas vezes divergentes. A minha recomendação, para quem se possa sentir incomodado com o facto de haver várias perspectivas sobre um assunto é que tentem manter a calma e controlem o impulso de reagir a quente, de forma irreflectida.
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Caro Luis Carvalho :
Pelo grande respeito que nutro por si, vou lhe responder.
Eu sou da geração do 25 de Abril, época de grandes clivagens polÃticas, com discussões violentas, mas de respeito mútuo. Com o advento das redes sociais, a a discussão e o debate, atingem proporções de ódio e insultos de um nÃvel impressionante.
Eu gosto de debater, mas com respeito. Tenho discussões bem acesas com o Atento, mas nunca se faltou ao respeito.
Mas esse senhor administrador, pdf, não sabe debater, porque debater é aceitar e tolerar a opinião contrária.
No caso desta discussão, pergunto, três ou quatro canais de informação televisiva fizeram aumentar o nÃvel cultural dos portugueses? Eu respondo, NAO.
Se fizer um balanço do nÃvel desses canais, conclui se que é elevado?, respondo, NAO.
Quantos escritores, escultores, ensaÃstas, estiveram no prime time dessas televisões? Não sou grande espectador televisivo, mas não me lembro de nenhum.
Tendo a televisão mais impacto junto da população, que a rádio, seria uma rádio pública de palavra, que iria elevar culturalmente o povo?
Não faria muito mais sentido uma rádio de música africana, brasileira e portuguesa? Música de qualidade que não passa nas outras rádios?
Isto pode e deve ser uma discussão saudável, sem necissade de apoucar quem pensa diferente.
Mas esse senhor pdf, não o sabe fazer sem recurso à ofensa e ao menosprezo.
E é um homem com este perfil, tão toldado, administrador de um fórum?
Para mim, isso é de difÃcil entendimento...
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Mas desde quando é que não tolerei a opinião contrária? Tenho a minha - não a posso dar também? Dou-a com o meu estilo. Sei que muitos não apreciam, mas que posso eu fazer?
Silenciei alguém? Proibi alguém de falar? Fazer uma birra dessas com quase 60 anos? Nem os meus sobrinhos de 15.
Enfim. Bom domingo.
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Mais: as minhas opiniões não colocam em causa a minha competência como administrador. Ando nisto dos fóruns da rádio desde os newsgroups e a Telefonia Virtual. Se não sabe o que é/foi, pode ir pesquisar.
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Menosprezar as opiniões dos outros ou achar que uns utilizadores têm opiniões de primeira e outros de segunda é só um "estilo", está certo... Posso ainda ser jovem mas já sei a que é que isso se chama...
Parabéns por ser administrador do fórum que conheço (e participo em alguns) onde mais gente deixa de vir por opção própria... e isto não acontece mesmo por causa do LuÃs.
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Mais: as minhas opiniões não colocam em causa a minha competência como administrador. Ando nisto dos fóruns da rádio desde os newsgroups e a Telefonia Virtual. Se não sabe o que é/foi, pode ir pesquisar.
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Caro PDF não responda a quem não merece. Eu já há muito que o faço. Esqueça. A indiferença é a melhor resposta. Quem o conhece sabe bem a sua forma de estar. Cumprimentos.
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Mais: as minhas opiniões não colocam em causa a minha competência como administrador. Ando nisto dos fóruns da rádio desde os newsgroups e a Telefonia Virtual. Se não sabe o que é/foi, pode ir pesquisar.
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Caro PDF não responda a quem não merece. Eu já há muito que o faço. Esqueça. A indiferença é a melhor resposta. Quem o conhece sabe bem a sua forma de estar. Cumprimentos.
Realmente mais vale. Agora até já insinuam que há gente a abandonar o fórum por minha causa. Interrogo-me onde mantém essa estatÃstica. Devem ter uma folha de Excel dedicada.
Pelas minhas contas administro este espaço há mais de 10 anos. Se sou eu o motivo de tamanha sangria, como é que ainda temos utilizadores?
Obrigado pelas palavras, AbÃlio! Um abraço.
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Em relação a esta discussão que acho muito interessante queria salientar o seguinte: na 5ª feira fez 2 anos que me inscrevi neste fórum para 2 meses depois desistir de participar devido ao administrador "pdf".
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Em relação a esta discussão que acho muito interessante queria salientar o seguinte: na 5ª feira fez 2 anos que me inscrevi neste fórum para 2 meses depois desistir de participar devido ao administrador "pdf".
Então estaremos perante um fantasma do seu username? É melhor chamar os Ghostbusters!
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Caro PDF, se reparar e for rever no histórico "é mais do mesmo" . Responder com silêncio é o melhor.
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Em primeiro lugar, queria pedir desculpa ao caro AG, porque este excelenre debate estar transformado num lamaçal.
Depois de ler os doutos, sábios, excelso, comentários do pdf , o que retive foi que tem 10 anos de fórum. Uau! Palmarés impressionante. PARABÉNS! Depois não retive mais nada, mas isso deve ser defeito meu.
Mas já vi, que a minha parcipacao de futuro não passará disto.
Portanto, caro LuÃs, a minha decisão está tomada, até porque este senhor administrador tem 10 anos de fórum e portanto merece que todos se curvem perante o seu impressionante currÃculo...
Entretanto também o sr. AbÃlio, também com muitos anos de fórum, dá mais uma interessantÃssima parcipacao neste debate, como aliás, sempre o faz...
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Falando no que realmente importa,acho que uma Antena 4 é escusado...
O nosso mercado radiofónico está saturado.
No meu ver só via com bons olhos,o fim da Rádio Sim,voltando alguns emissores para a RR e outros quiçá para a Mega ou entregues à populações locais,e via bons olhos o completar das redes,a sul da TSF e a norte da M80...
E,com isto,quer a sul quer a norte devolver às populações locais.
Ou,dada a conjuntura atual,existir uma fusão/parceria de rádios locais/partilha de conteúdos,isto a nÃvel regional.
A Antena 2 deveria ter novos conteúdos e estilos musicais e por fim a Antena 3 deveria ver reformulada e equilibrada a sua playlist entre o que tocam atualmente e o mainstream comercial.
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Portanto, o administrador PDF tem apenas uma pessoa que é mais conhecida por usar o Caps Lock a achar que mete medo a alguém(o que na maior parte dos fóruns dava imediatamente direito a ban) a defendê-lo e arrisco eu quase metade do fórum, mesmo que ainda não tenham comentado aqui, contra as atitudes que estão à vista de todos.
Toda a gente que não concorde com a vossa opinião e maneira de estar é "mais do mesmo".
Não sei o que dizer mais. Caros AG e LuÃs, agora cabe a vocês ou o ambiente por aqui vai se tornar insuportável de vez.
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Tenho a dizer, não como administrador deste espaço mas como utilizador da Internet há cerca de 18 anos, que, mais coisa, menos coisa, há uns 16 anos que vou participando em fóruns, mailing lists e outros serviços que foram aparecendo (grupos de Facebook, contas no Twitter etc.) relacionados com a rádio. Incluindo a extinta "Telefonia Virtual" e outros que foram desaparecendo. Claro que em 16 anos já vi muita coisa ,incluindo um tal site com fórum gerido por quem não sabe conviver com as mais elementares regras de educação e respeito pelos restantes forenses, chegando ao ponto de, como não bastava limitar-se a expulsar muitos dos utilizadores, roubava as contas para publicar "posts" em nome dos lesados. Já vi (e, estou certo, há aqui testemunhas no Fórum) donos de rádios contactarem-me, indignadÃssimos, a exigir o endereço IP de determinado utilizador, porque disse umas tantas verdades inconvenientes a respeito da estação em causa. E podia contar outras histórias de quem não lida bem com o pluralismo.
Em cerca de 12/13 anos de administração do "Fórum da Rádio", nas suas diversas "reencarnações", já tive de, por inúmeras vezes, chamar a atenção de utilizadores para um comportamento inadequado. Já tive de expulsar quem criasse uma conta só para insultar outro forense. E fico-me por aqui para não ter de citar outras situações desagradáveis.
Dito isto, será pedir demais que as pessoas saibam respeitar os mais diversos pontos de vista e os vários estilos de escrita no Fórum? Aqui somos todos forenses. Há quem tenha a responsabilidade de moderar o Fórum ou até de administrar o sistema, é certo, mas, acima de tudo, há participantes que gostam de rádio e querem falar sobre rádio. Neste contexto, salvo melhor opinião, resta-me dizer: quem gosta de rádio, quer discutir o passado, o presente e o futuro da rádio e sabe conviver a pluralidade de opiniões e o civismo, é sempre bem-vindo neste cantinho do ciberespaço. A quem não se sente bem aqui, só tenho a lamentar, mas se porventura não quiser manter a participação activa no Fórum, não é obrigado a visitar este site. É a minha perspectiva genuÃna; não posso obrigar ninguém a participar neste espaço. A única coisa que peço é que as pessoas resolvam os confrontos pessoais através de mensagens privadas, e-mail ou outro serviço online de acesso privado e que não poluam o Fórum com quezÃlias pessoais supérfluas.
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Já tive de expulsar quem criasse uma conta só para insultar outro forense. E fico-me por aqui para não ter de citar outras situações desagradáveis.
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E mesmo assim, e depois de insultado, cá estamos. Aos restantes de mim levam 1 musica: https://www.youtube.com/watch?v=NAEppFUWLfc
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Basicamente o que o administrador do sistema Luis Carvalho acabou de dizer é que o administrador pdf tem carta branca para continuar a praticar bullying escondido atrás do seu computador, ofendendo quem tiver de ofender porque se trata apenas de um estilo de escrita.
Já por várias vezes esse administrador demonstrou não saber respeitar regras básicas de convivência de opiniões e deu inÃcio a várias contendas em que sai sempre a ganhar porque basta puxar dos galões, dizer que se quiser até podia banir e que usa o facto de ter acesso aos IP´s como forma de intimidação implÃcita.
Se ele fosse apenas membro de um fórum, não tendo os privilégios de administrador que aqui tem, volta e meia e seria suspenso/banido. Mas como fanfarrão que é (mais o amigo/advogado abiliomaia) julga-se dono do fórum e dá-se ao luxo se for preciso de correr com quem quiser.
Há pessoas que não sabem lidar com os pequenos poderes que vão tendo pela vida fora e isso diz muito delas.
Pensei muito antes de reentrar aqui mas já vi que em 2 anos há pessoas que não cresceram. As pessoas não mudam. Mas pode haver mudanças que as façam ser pelo menos menos fanfarrões e aprender um pouco de humildade.
Uma coisa é certa. Esse pdf a mim não me vai mais calar porque não tem estatura moral para ter uma discussão civilizada. Diz ele que é de esquerda. Nem sabe sequer por em prática os ideais de liberdade apregoados e bem pela sua ideologia.
Só sabe ser irónico e mordaz porque é incapaz de dar o braço a torcer e respeitar a opinião contrária. Quer sempre, sempre lavar a melhor e ficar a rir-se, porque na verdade não sabe conviver para além do seu narcisismo.
Desta vez engana-se. Não vou desistir de participar neste fórum apenas porque há alguns bullies à solta com a cumplicidade do administrador de sistema. Terão que ter fortes razões para me expulsar porque por falta de educação nunca me vão conseguir expulsar.
Aceitar o outro e respeitá-lo. É só o que eu peço.
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Mas ainda não perceberam que ninguém vos quer calar? Ainda não entenderam isso? Ainda não entenderam que quem não convive bem com a opinião alheia são vocês? Dizem que cessam a participação e voltam de propósito, dizem que vão embora e não vão, amuam, fazem birras... isso são coisas de pessoas adultas?
Eu estou bem. Agora falem de rádio e mantenham-se no tópico, caso contrário terei mesmo que administrar o fórum, se é que me entendem.
Enviado do meu iPhone usando o Tapatalk Pro
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Meus senhores, não sabem respeitar a pluralidade de opiniões, escusam de cá vir. Perdoem-me a frontalidade. Quase tudo é permitido no Fórum - menos insultar ou faltar ao respeito aos demais utilizadores. "Bullying"? Mas quem, quando e como é que anda a pressionar os utilizadores do Fórum a fazer ou a dizer alguma coisa? Se cada vez que um administrador ou moderador faz um alerta pode ser considerado uma ameaça, então vou "ameaçar" todos os participantes neste tópico: se os caros insistem na poluição deste espaço com discussões pessoais inúteis, não terei outra opção a não ser a suspensão de quem se recusa a cumprir com as regras do Fórum. Peço desculpa, mas não dá para manter este clima de guerra de palavras.
P.S. Podemos voltar ao assunto do tópico? O futuro da rádio em Portugal? Obrigado pela atenção.
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Em Espanha, o Grupo PRISA aposta em mais uma rádio de palavra em detrimento da cassete musical...:
https://prnoticias.com/radio/cadena-ser/20170058-que-es-ser-plus-emisora-prisa
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Claro que faz falta! Toda a gente vê isso.
Infelizmente a insÃpida TSF, a vergonhosa estratégia da RR e não só o complexo de uma estrutura pesada mas também a falta de financiamento da RDP não permitem uma rádio de palavra verdadeiramente estruturada, como acontece noutros paÃses.
O problema da nova rádio: a falta de uma rede nacional de emissores de FM.
http://www.meiosepublicidade.pt/2018/10/observador-podera-lancar-radio-informacao/
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Claro que faz falta! Toda a gente vê isso.
Infelizmente a insÃpida TSF, a vergonhosa estratégia da RR e não só o complexo de uma estrutura pesada mas também a falta de financiamento da RDP não permitem uma rádio de palavra verdadeiramente estruturada, como acontece noutros paÃses.
O problema da nova rádio: a falta de uma rede nacional de emissores de FM.
http://www.meiosepublicidade.pt/2018/10/observador-podera-lancar-radio-informacao/
Mas para arrancar, começar em Lisboa e Porto até será mais conveniente devido aos custos de uma rede FM. A TSF teve enorme sucesso como rádio local, não esquecer.
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Queria só relembrar que tudo tem algo por detrás e é preciso saber lidar com a informação que nos é dada.
O Observador é um jornal online ligado à extrema direita e a meu ver é grave que venha a possuir licenças de rádios locais nas mãos.
Ainda mais séria é a situação quando claramente dizem que será uma rádio de (des)informação.
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Queria só relembrar que tudo tem algo por detrás e é preciso saber lidar com a informação que nos é dada.
O Observador é um jornal online ligado à extrema direita e a meu ver é grave que venha a possuir licenças de rádios locais nas mãos.
Ainda mais séria é a situação quando claramente dizem que será uma rádio de (des)informação.
Extrema direita? Não me façam rir. Sim, o "Observador" é um jornal online de direita, sem complexos, mas, extrema direita, extrema direita, são as fake news que levam os brasileiros a quererem votar no Bolsonaro. E isso não dá, infelizmente, nenhuma vontade de rir.
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Queria só relembrar que tudo tem algo por detrás e é preciso saber lidar com a informação que nos é dada.
O Observador é um jornal online ligado à extrema direita e a meu ver é grave que venha a possuir licenças de rádios locais nas mãos.
Ainda mais séria é a situação quando claramente dizem que será uma rádio de (des)informação.
Uma rádio de (des) informação ?
A TSF está a perder ouvintes, porque perdeu qualidade. Hoje é uma rádio conformada, parada, sem os recursos humanos de excelência de outros tempos...
Como está num grupo mediático relativamente pesado e imobilista, o futuro não será risonho, ainda que tenham entrado capital fresco no grupo que a detém.
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Queria só relembrar que tudo tem algo por detrás e é preciso saber lidar com a informação que nos é dada.
O Observador é um jornal online ligado à extrema direita e a meu ver é grave que venha a possuir licenças de rádios locais nas mãos.
Ainda mais séria é a situação quando claramente dizem que será uma rádio de (des)informação.
Uma rádio de (des) informação ?
A TSF está a perder ouvintes, porque perdeu qualidade. Hoje é uma rádio conformada, parada, sem os recursos humanos de excelência de outros tempos...
Como está num grupo mediático relativamente pesado e imobilista, o futuro não será risonho, ainda que tenham entrado capital fresco no grupo que a detém.
Até diria que é uma rádio mais conformada e mais alinhada com o Governo que a Antena1. Os resultados confirmam.
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Queria só relembrar que tudo tem algo por detrás e é preciso saber lidar com a informação que nos é dada.
O Observador é um jornal online ligado à extrema direita e a meu ver é grave que venha a possuir licenças de rádios locais nas mãos.
Ainda mais séria é a situação quando claramente dizem que será uma rádio de (des)informação.
Uma rádio de (des) informação ?
A TSF está a perder ouvintes, porque perdeu qualidade. Hoje é uma rádio conformada, parada, sem os recursos humanos de excelência de outros tempos...
Como está num grupo mediático relativamente pesado e imobilista, o futuro não será risonho, ainda que tenham entrado capital fresco no grupo que a detém.
Até diria que é uma rádio mais conformada e mais alinhada com o Governo que a Antena1. Os resultados confirmam.
A ANTENA 1 desde 2003/2004, com mais ou menos dificuldade, não tem tido a interferência governamental, ou aproximação ideológica...
Alguns saudosistas das músicas de intervenção, creio que, via provedor tentaram, ou vão tentando condicionar a direção de programas...
Na informação, recordo-me, no auge do socratismo, Arons de Carvalho ter feito uma reclamação junto do Provedor, salvo erro, Mário Figueiredo, relativamente aos editores dos jornais das 16:00, 17:00, 18:00 e 19:00 (Maria de São José - hoje diretora adjunta de informação das rádios RTP e Daniel Belo - hoje na ANTENA 3).
As crÃticas mais "violentas" contra o governo, no atual panorama mediático, têm surgido no programa de análise polÃtica "Contraditório" da ANTENA 1, com LuÃsa Meireles, António José Teixeira, Raul Vaz e João Barreiros.
Na "ANTENA Aberta" não tem havido censura dissimulada. Tudo é debatido.
A RR até parece ser bem mais branda, seguindo a linha da TSF, embora sem os comentadores próximos do BE, ou da esquerda do PS (Daniel Oliveira da inefável Fernanda Cancio).
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Pronto, já me passou a birra( e até fiz beicinho), e depois de ler tudo, não vi sobrancerias, felizmente o ambiente é calmo, como eu gosto. Já o disse, sou da geração do 25 de Abril, fiz polÃtica nas Assembleias de Estudantes e muitos debates, nas famosas RGAs. Adoro debates, desde que civilizados.
Ao Administrador pdf, siga o conselho amigo do sr. AbÃlio, que com a sua profunda sabedoria, lhe deu "responda com o silêncio" ou então num português mais popular " não me passe cartão". Assim, viveremos felizes. Se administrativamente eu pisar o risco, actue sem hesitações. Mas verá que não é preciso. Sou rebelde, mas um bom rebelde.
Sobre o futuro da rádio, continuo pouco crente na necessidade, de mais rádios informativas. As que existem estão com fracas audiências. Penso que o tempo que vivemos, não é a propÃcio aquilo, que seria sempre uma arriscada aventura.
Mas uma rádio de caracterÃsticas lusófonas, com programas temáticos, outros com convidados e músicas ao vivo. Um rádio onde cabiam nomes como Armando Carvalheda ou Edgar Canelas. Aberta a novos músicos. Com música de qualidade, que outras não passam ou raramente o fazem.
Uma rádio fora da caixa...
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Pronto, já me passou a birra( e até fiz beicinho), e depois de ler tudo, não vi sobrancerias, felizmente o ambiente é calmo, como eu gosto. Já o disse, sou da geração do 25 de Abril, fiz polÃtica nas Assembleias de Estudantes e muitos debates, nas famosas RGAs. Adoro debates, desde que civilizados.
Ao Administrador pdf, siga o conselho amigo do sr. AbÃlio, que com a sua profunda sabedoria, lhe deu "responda com o silêncio" ou então num português mais popular " não me passe cartão". Assim, viveremos felizes. Se administrativamente eu pisar o risco, actue sem hesitações. Mas verá que não é preciso. Sou rebelde, mas um bom rebelde.
Sobre o futuro da rádio, continuo pouco crente na necessidade, de mais rádios informativas. As que existem estão com fracas audiências. Penso que o tempo que vivemos, não é a propÃcio aquilo, que seria sempre uma arriscada aventura.
Mas uma rádio de caracterÃsticas lusófonas, com programas temáticos, outros com convidados e músicas ao vivo. Um rádio onde cabiam nomes como Armando Carvalheda ou Edgar Canelas. Aberta a novos músicos. Com música de qualidade, que outras não passam ou raramente o fazem.
Uma rádio fora da caixa...
Lá fora têm êxito...
Porque será?
Talvez por cá o produto não esteja afinado...
Talvez por cá os conteúdos fiquem a meio da ponte...
Talvez por cá os profissionais não estejam à altura de um formato exigente....muito mais exigente do que contar umas piadas, dizer o nome das canções, dos artistas, ou das temperaturas de Lisboa, Coimbra, Porto, Funchal e Ponta Delgada...
Por que é que Ribeiro Cristóvão está sem protagonismo na RR e tem bastante visibilidade na SICN e SIC?
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Cá a realidade, é novelas na televisão e outros tele lixos e na rádio música a metro com os sucessos do momento. Alguns mais saudosistas, ouvem os sucessos de outrora na M80.
Não penso que fosse uma rádio de palavra que mudaria estes factos. O caso RCP ainda está fresco na memória.
Não é o que eu gostaria de existisse. Para mim, na rádio, seria uma rádio de palavra a liderar nas audiências.
Ribeiro Cristóvão, ainda tem um rubrica na RR, mas já não faz relatos e comentários dos jogos ao vivo, também não é a sua especialidade. Mas foi, no seu tempo, uma grande figura da rádio, do relato e não só...
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Cá a realidade, é novelas na televisão e outros tele lixos e na rádio música a metro com os sucessos do momento. Alguns mais saudosistas, ouvem os sucessos de outrora na M80.
Não é o que eu gostaria de existisse. Para mim, na rádio, seria uma rádio de palavra a liderar nas audiências.
Ribeiro Cristóvão, ainda tem um rubrica na RR...
Pois...
Mas as rádios tendencialmente de palavra não fazem um esforço para melhorar e ao primeiro contratempo duvidam, recuam (mais a RR)...
Nas manhãs, as três rádios tendencialmente de palavra têm um nome forte em termos de visibilidade mediática?
Têm alguma influência junto da sociedade?
Nas duas rádios mais ouvidas - Comercial e RFM - os protagonistas têm visibilidade mediática e influência junto da sociedade portuguesa...
Em Espanha, por exemplo, quem está nas rádios de palavra estive, ou está anos e anos na televisão em horários de máxima audiência...
Pepa Bueno das manhãs da SER esteve anos e anos na TV E. Antes de ir para a SER apresentou o "TELEDIARIO2"...
Carlos Herrera da COPE esteve imensos anos na TV. ETC, ETC...
Em França, nos principais canais de palavra a mesma coisa (nomes fortes e conhecidos): FRANCE INTER (pública 10,6% de audiência), RTL (10,6%), FRANCE info (pública na casa dos 7 e tal por cento), RMC (7 e tal por cento), Europe1 (5%).
Está a ver em Portugal profissionais da TV com visibilidade a trocarem a TV pela rádio?
A ANTENA 1 acabou de perder uma excelente profissional - Maria FLOR Pedroso para a TV...
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Não há em Portugal uma tradição de grandes figuras da televisão transitarem para a rádio.
Nós anos 80, muitos nomes da TV, tinham programas de rádio, mas semanais. E programas históricos, como Pão com Manteiga ( com Carlos Cruz) ou Flor do Éter ( Herman José).
Também na altura estavam sempre a aparecer novos nomes( e bons), nas rádios. Estranho hoje, com maior campo de recrutamento), não aparecerem com a mesma qualidade e qualidade.
Mas também os programas da manhã, quer da 1, quer da TSF, são demasiado formatados.
Por exemplo, na 1, com outra orgânica das manhãs, uma Filomena Crespo ou um Tiago Ribeiro podiam brilhar, sem necessidade de figuras televisivas. Aliás, nem estou a ver, ninguém na televisão, que fizesse a diferença na rádio.
Essa " coisa" do influenciar também tem muito que se lhe diga...
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Não há em Portugal uma tradição de grandes figuras da televisão transitarem para a rádio.
Nós anos 80, muitos nomes da TV, tinham programas de rádio, mas semanais. E programas históricos, como Pão com Manteiga ( com Carlos Cruz) ou Flor do Éter ( Herman José).
Também na altura estavam sempre a aparecer novos nomes( e bons), nas rádios. Estranho hoje, com maior campo de recrutamento), não aparecerem com a mesma qualidade e qualidade.
Mas também os programas da manhã, quer da 1, quer da TSF, são demasiado formatados.
Por exemplo, na 1, com outra orgânica das manhãs, uma Filomena Crespo ou um Tiago Ribeiro podiam brilhar, sem necessidade de figuras televisivas. Aliás, nem estou a ver, ninguém na televisão, que fizesse a diferença na rádio.
Essa " coisa" do influenciar também tem muito que se lhe diga...
1- António Sala tinha o seu despertar todos os dias úteis da semana e depois tinha visibilidade na TV.
2-A ANTENA 1 tem alguns enlatados a mais. Precisa de privilegiar o direto a 100% como fazem as rádios que eu já citei aqui. Numa linha de palavra, o homem certo é o jornalista Nuno Rodrigues.
3- Sobre a RR já sabe o que eu penso e a tendência é para piorar, pois vai saindo alguns recursos humanos na área da informação. Isso é muito preocupante.
4- A TSF tem os enlatados e a publicidade que a tornam quase intragável.
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Faço minhas as palavras do R4, no meu caso não apareci por estes dias por birrinha ou birrona mas sim porque tenho um curso para fazer e não guerrinhas na internet.
Agora, quem quiser que me caia em cima ou quem quiser apoiar que apoie, desde que não me queiram tentar fazer de inútil ou inferior tudo bem.
Penso que esta é mais uma oportunidade falhada de uma verdadeira rádio de palavra. Ao contrário do que andam a inventar, eu desejo muito uma rádio de palavra de sucesso em Portugal, mas que não seja com os mesmos temas de sempre e o mesmo tom de sempre. Foi assim com o RCP (muito focado em polÃtica), é assim com a TSF (muito focada nas empresas) e RR (apesar de de tentar falar e muito bem de mais temas, completamente desorganizada). Volto a tocar na mesma tecla, a maior parte das pessoas está completamente saturada das mesmas figuras com o mesmo tom a darem tantas más notÃcias. A informação radiofónica (a léguas da TV miserável que temos neste momento) é que injustamente está a pagar, mas eu não as censuro. Isso não quer dizer que não se queiram informar, mas sim espairecer um pouco (principalmente no carro) porque já sabem do ambiente que vão encontrar nas rádios de informação a certa altura.
Em Espanha também há imensa corrupção, escândalos e polémicas mas no fim tentam tratar seja o que for da maneira mais leve possÃvel e muitas vezes com uma piada pelo meio. É uma questão cultural, mas nós temos em Portugal temos de deixar de querer ser tão cinzentos. Ou ouvir uma rádio de informação tem que significar imediatamente ser bombardeado de más notÃcias para ficar mal disposto por cá?
Para terminar, do lado polÃtico por um lado é bom assumirem uma corrente porque assim não há suspeições (alguns jornais podiam fazer o mesmo). Por outro, pouca gente de esquerda irá pensar em ouvi-la, o que irá refletir-se nos resultados.
Pois...
Mas as rádios tendencialmente de palavra não fazem um esforço para melhorar e ao primeiro contratempo duvidam, recuam (mais a RR)...
Nas manhãs, as três rádios tendencialmente de palavra têm um nome forte em termos de visibilidade mediática?
Têm alguma influência junto da sociedade?
Nas duas rádios mais ouvidas - Comercial e RFM - os protagonistas têm visibilidade mediática e influência junto da sociedade portuguesa...
Em Espanha, por exemplo, quem está nas rádios de palavra estive, ou está anos e anos na televisão em horários de máxima audiência...
Pepa Bueno das manhãs da SER esteve anos e anos na TV E. Antes de ir para a SER apresentou o "TELEDIARIO2"...
Carlos Herrera da COPE esteve imensos anos na TV. ETC, ETC...
Em França, nos principais canais de palavra a mesma coisa (nomes fortes e conhecidos): FRANCE INTER (pública 10,6% de audiência), RTL (10,6%), FRANCE info (pública na casa dos 7 e tal por cento), RMC (7 e tal por cento), Europe1 (5%).
Está a ver em Portugal profissionais da TV com visibilidade a trocarem a TV pela rádio?
A ANTENA 1 acabou de perder uma excelente profissional - Maria FLOR Pedroso para a TV...
Só uma coisa, em Espanha e França não há apenas um grupo exclusivamente de rádio, sem televisões a "comerem" o orçamento. Logo, podem-se focar em fazer a melhor rádio possÃvel com o orçamento que tiver. Em Espanha temos a Cadena SER da Prisa que por lá apenas tem rádios e jornais e a COPE. A Onda Cero foi comprada apenas há poucos anos pelo grupo da Antena 3 e a RNE apesar de estar dentro do grupo com a TVE, continua com um orçamento próprio imaculado onde a TVE não põe a mão (o contrário da RTP), e com a Casa de La Radio com uns estúdios simplesmente espetaculares.
Aqui, o único grupo exclusivamente de rádio que poderia ser o mais capaz de a desenvolver é o que parece menos perceber de rádio... é triste.
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Em França, por exemplo, ao contrário do que se vai passando por cá, a "luta taco a taco" é feita entre as generalistas RTL (privada) e a FRANCE INTER (pública)...
Por cá, passa-se justamente o contrário...
Também isto diz muito acerca da exigência da maioria dos ouvintes portugueses...
http://mobile.mediametrie.fr/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-septembre-octobre-2018.php?id=1971
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Em França, por exemplo, ao contrário do que se vai passando por cá, a "luta taco a taco" é feita entre as generalistas RTL (privada) e a FRANCE INTER (pública)...
Por cá, passa-se justamente o contrário...
Também isto diz muito acerca da exigência da maioria dos ouvintes portugueses...
(...)
E também diz muito da falta de qualidade da rádio portuguesa, não lhe parece? Cada vez mais pessoas se “desligam†da rádio ou a encaram como “verbo de encherâ€.
Mas em matéria televisiva também se assiste a uma deriva insipiente de não assuntos, tratados como matéria importantÃssima. Temos 4 estações de TV informativas que tratam os meandros dos clubes e do futebol como matéria de especial importância para os telespectadores, dedicando-lhes um excessivo/exagerado número de horas de um vazio acéfalo, fazendo uma espécie de lavagem cerebral. Não se vê isto em nenhum canal similar de outro paÃs europeu ou norte-americano.
Por exemplo, quando pretendo assistir a um canal de TV informativo sintonizo o canal do paÃs vizinho, <tve-24horas>, que você abomina, caro “Atentoâ€. No programa “La noche en 24 horasâ€, vejo debates sobre a atualidade, com protagonistas de vários setores da sociedade espanhola, peças informativas e análise da situação internacional. No programa “La Hora Cervantesâ€, regra geral, um convidado ligado à cultura manifesta-se sobre a sua área e apresenta o seu ponto de vista sobre a atualidade, muitas vezes sob uma nova/ou diferente perspetiva. Nunca vi nada de parecido com o sensacionalismo/tabloidização/formatação o que os canais informativos portugueses fazem, ao nÃvel de uma sociedade subdesenvolvida.
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Em França, por exemplo, ao contrário do que se vai passando por cá, a "luta taco a taco" é feita entre as generalistas RTL (privada) e a FRANCE INTER (pública)...
Por cá, passa-se justamente o contrário...
Também isto diz muito acerca da exigência da maioria dos ouvintes portugueses...
(...)
E também diz muito da falta de qualidade da rádio portuguesa, não lhe parece? Cada vez mais pessoas se “desligam†da rádio ou a encaram como “verbo de encherâ€.
Mas em matéria televisiva também se assiste a uma deriva insipiente de não assuntos, tratados como matéria importantÃssima. Temos 4 estações de TV informativas que tratam os meandros dos clubes e do futebol como matéria de especial importância para os telespectadores, dedicando-lhes um excessivo/exagerado número de horas de um vazio acéfalo, fazendo uma espécie de lavagem cerebral. Não se vê isto em nenhum canal similar de outro paÃs europeu ou norte-americano.
Por exemplo, quando pretendo assistir a um canal de TV informativo sintonizo o canal do paÃs vizinho, <tve-24horas>, que você abomina, caro “Atentoâ€. No programa “La noche en 24 horasâ€, vejo debates sobre a atualidade, com protagonistas de vários setores da sociedade espanhola, peças informativas e análise da situação internacional. No programa “La Hora Cervantesâ€, regra geral, um convidado ligado à cultura manifesta-se sobre a sua área e apresenta o seu ponto de vista sobre a atualidade, muitas vezes sob uma nova/ou diferente perspetiva. Nunca vi nada de parecido com o sensacionalismo/tabloidização/formatação o que os canais informativos portugueses fazem, ao nÃvel de uma sociedade subdesenvolvida.
A ANTENA 1, na minha perspetiva, é a rádio portuguesa mais completa, privilegiando alÃneas que considero relevantes numa rádio generalista de palavra: razoáveis comunicadores, bons jornalistas, excelentes programas de informação e reportagem...o desporto também tem boa nota, ainda que pudesse fazer mais e melhor...
O humor também existe, tal como acontece, por exemplo na FRANCE INTER...
Se quiser comparar a programação da ANTENA 1 e/com a da FRANCE INTER, verificará que a 1 toca em todos os pontos que o principal canal da rádio pública francesa toca...
A ANTENA 1até tem desporto na sua programação, ao contrário da francesa...
A antena 2 e a 3 têm de melhorar substancialmente...
Finalmente, tal como já disse, o Grupo RTVE não é exemplo para ninguém. Embrenhado numa vasta rede de manipulações, não merece muita credibilidade...
Além disso, tem um orçamento muito superior ao do GRUPO RTP e não faz melhor nem na TV, nem na rádio...pelo contrário.
Se tiverem dúvidas vejam, ouçam e comparem...
Relativamente às rádios musicais, a Comercial é claramente superior às outras de cariz musical.
O produto é fraco, mas muito superior ao da RFM...
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Em França, por exemplo, ao contrário do que se vai passando por cá, a "luta taco a taco" é feita entre as generalistas RTL (privada) e a FRANCE INTER (pública)...
Por cá, passa-se justamente o contrário...
Também isto diz muito acerca da exigência da maioria dos ouvintes portugueses...
http://mobile.mediametrie.fr/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-septembre-octobre-2018.php?id=1971
Em Itália a Rai Radio 1 aparece no meio da tabela com a RTL 102,5 a liderar e na Holanda reina a Radio 538, uma espécie de Nova Era à escala nacional. Não são propriamente paÃses de terceiro mundo...
O nosso único problema é mesmo as rádios de palavra estarem com 3-4% de audiência e não se são ou não lÃderes porque isso, volto a dizer, depende de muitÃssimos fatores e não é necessariamente pela exigência.
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Em França, por exemplo, ao contrário do que se vai passando por cá, a "luta taco a taco" é feita entre as generalistas RTL (privada) e a FRANCE INTER (pública)...
Por cá, passa-se justamente o contrário...
Também isto diz muito acerca da exigência da maioria dos ouvintes portugueses...
http://mobile.mediametrie.fr/communiques/l-audience-de-la-radio-en-france-en-septembre-octobre-2018.php?id=1971
Em Itália a Rai Radio 1 aparece no meio da tabela com a RTL 102,5 a liderar e na Holanda reina a Radio 538, uma espécie de Nova Era à escala nacional. Não são propriamente paÃses de terceiro mundo...
O nosso único problema é mesmo as rádios de palavra estarem com 3-4% de audiência e não se são ou não lÃderes porque isso, volto a dizer, depende de muitÃssimos fatores e não é necessariamente pela exigência.
A RTL 102,5 tem uma forte componente informativa...
É a rádio preferida de Salvini para dar entrevistas https://www.rtl.it/ospiti/matteo-salvini-a-rtl-1025-ospite-in-non-stop-news-venerdi-16-novembre-2018/
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A RTL 102,5 tem uma forte componente informativa...
É a rádio preferida de Salvini para dar entrevistas https://www.rtl.it/ospiti/matteo-salvini-a-rtl-1025-ospite-in-non-stop-news-venerdi-16-novembre-2018/
Mas em 90% do tempo é uma rádio de hits... Se fosse portuguesa muita gente aqui a arrasaria dizendo que estava "a meio da ponte"...
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A rádio em Portugal, tem que se inovar, diferenciar, concordo com a vinda de uma Antena 4, acabar com o marasmo, as rádios RFM, Comercial, Mega, entre outras, não tem qualidade nenhuma, estão mais vocacionadas para a malta jovem. Devia existir rádios mais segmentadas, para diferentes tipos de públicas, e não uma cópia das outras. Acho que faz falta uma rádio de palavra. Devia-se apostar forte nos locutores, um casting a nÃvel nacional, para recrutar as melhores vozes, além de ter uma boa voz, ter conteúdo como locutor.
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Acho sempre piada ao argumento contra uma Antena 4 porque "o paÃs não tem dimensão" ou "a Antena 1 já cumpre esse papel", e no entanto temos o território pejado de rádios a dar música a metro, com Comercial versus RFM, RR versus M80, Cidade versus Mega, locais contra locais...
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Acho sempre piada ao argumento contra uma Antena 4 porque "o paÃs não tem dimensão" ou "a Antena 1 já cumpre esse papel", e no entanto temos o território pejado de rádios a dar música a metro, com Comercial versus RFM, RR versus M80, Cidade versus Mega, locais contra locais...
Sem grandes comunicadores, o produto mais fácil e mais barato para determinados grupos mediáticos passa evidentemente pela música a metro... Tudo isto encontra eco junto de ouvintes pouco exigentes.
Na maioria dos paÃses europeus mais desenvolvidos tudo é diferente...
https://www.franceinter.fr/info/rentree-historique-pour-france-inter-seule-radio-generaliste-en-hausse
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Realmente nos outros paÃses mais desenvolvidos europeus é tudo diferente. Por exemplo, nenhum tem 4 canais de televisão informativos. É ter 4 canais informativos, significa "secar tudo à volta". Até os jornais se ressentem. Nunca nas minhas férias algarvias tive tanta dificuldade em comprar jornais, como este ano.
E depois do fracasso estrondoso do RCP, por outro lado sabendo de um rádio pública exaurida, que nem estúdios decentes consegue ter, com isso até motivando chacota dos seus profissionais nas redes sociais.
Uma rádio de palavra, para vingar, tem que ser bem planeada, com tempo e meios económicos. E não, porque sim...
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Realmente nos outros paÃses mais desenvolvidos europeus é tudo diferente. Por exemplo, nenhum tem 4 canais de televisão informativos. É ter 4 canais informativos, significa "secar tudo à volta". Até os jornais se ressentem. Nunca nas minhas férias algarvias tive tanta dificuldade em comprar jornais, como este ano.
E depois do fracasso estrondoso do RCP, por outro lado sabendo de um rádio pública exaurida, que nem estúdios decentes consegue ter, com isso até motivando chacota dos seus profissionais nas redes sociais.
Uma rádio de palavra, para vingar, tem que ser bem planeada, com tempo e meios económicos. E não, porque sim...
Uma rádio de palavra não significa que seja uma rádio exclusiva de notÃcias...
A FRANCE INTER é de palavra, mas não é exclusivamente de notÃcias...
Voltamos à velha questão: uma rádio de palavra exige bons comunicadores com conteúdo...
Não havendo conteúdo e comunicadores de excelência, digamos assim, o mais fácil é optar por conteúdos musicais, limitando a palavra...
Espanha e França têm 3/4 canais de TV dedicados à informação...
Acresce ainda que as generalistas espanholas até às 14:00/15:00/16:00 têm uma forte componente de conteúdos informativos...
Em tempos, Rui Pego defendeu um quarto canal no universo da RTP - Rádio...
Um canal dirigido a um público mais idoso...
Porém, isso dificilmente acontecerá, pelo facto de não ser possÃvel em FM (o espectro está saturado).
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Panorama europeu (rádios públicas - nº estações)
Inglaterra: BBC tem 9 rádios nacionais (incluindo 'Extra')
França: Radio France tem 6 rádios nacionais
Holanda: NPO tem 6 rádios nacionais
etc, etc., etc.
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Realmente nos outros paÃses mais desenvolvidos europeus é tudo diferente. Por exemplo, nenhum tem 4 canais de televisão informativos. É ter 4 canais informativos, significa "secar tudo à volta". Até os jornais se ressentem. Nunca nas minhas férias algarvias tive tanta dificuldade em comprar jornais, como este ano.
E depois do fracasso estrondoso do RCP, por outro lado sabendo de um rádio pública exaurida, que nem estúdios decentes consegue ter, com isso até motivando chacota dos seus profissionais nas redes sociais.
Uma rádio de palavra, para vingar, tem que ser bem planeada, com tempo e meios económicos. E não, porque sim...
E além disso em outros paÃses desenvolvidos não temos este alarmismo e cinzentismo da informação que, umas mais outras menos todas as rádios e TVs acabam por ter... Ao ligar a TV neste momento parece que estamos no pior paÃs do Mundo. Na rádio não se nota tanto mas as notÃcias positivas também são muito poucas.
Por exemplo, a cobertura dos incêndios (apesar de ter havido muitas culpas para as forças de segurança) que fez com que muita gente ficasse com a ideia com o tÃpico "Só neste paÃs", agora afinal pasme-se também pode acontecer nos EUA...
Muita gente quer ignorar completamente este factor preferindo dizer que as pessoas não se querem informar, quando não é assim...
Uma rádio de palavra não significa que seja uma rádio exclusiva de notÃcias...
A FRANCE INTER é de palavra, mas não é exclusivamente de notÃcias...
Voltamos à velha questão: uma rádio de palavra exige bons comunicadores com conteúdo...
Não havendo conteúdo e comunicadores de excelência, digamos assim, o mais fácil é optar por conteúdos musicais, limitando a palavra...
Espanha e França têm 3/4 canais de TV dedicados à informação...
Acresce ainda que as generalistas espanholas até às 14:00/15:00/16:00 têm uma forte componente de conteúdos informativos...
Em tempos, Rui Pego defendeu um quarto canal no universo da RTP - Rádio...
Um canal dirigido a um público mais idoso...
Porém, isso dificilmente acontecerá, pelo facto de não ser possÃvel em FM (o espectro está saturado).
1- Mas toda a gente que defende a Antena 4 no fórum quer que seja uma rádio de notÃcias, apenas porque acham que uma rádio pública deve ter uma rádio de notÃcias 24/24. Só porque a TSF está num marasmo (mas cumpre o papel com os notÃciários 24/24h) tem que haver uma rádio pública, é isso?
A minha ideia, que muitos atacaram sem perceber, era tornar criar a Antena 4 como uma rádio de música lusófona e a Antena 1 como esse tipo de rádio verdadeiramente generalista e não de notÃcias (que faz muita falta para combater o problema que disse em cima), embora pudesse ter uns 10% de música e ficasse com os programas de autor ao fim-de-semana...
2- Provavelmente a pior ideia que alguma vez Rui Pêgo alguma vez teve. A RTP já muito pensa no público idoso mas tem um problema gravÃssimo, já nem digo em captar jovens porque isso nota-se claramente e só agora está a acordar, mas em captar público abaixo dos 45/50 (mais na TV mas também em parte na rádio)... Com a Antena 1 que embora esteja bem deve ter uma média de idades dos ouvintes por volta dos 60 anos e as tentativas (sempre falhadas) de envelhecer a 3 para além do exemplo da Rádio Sim, não percebo esta mentalidade... Assim não há futuro.
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Sobre os precários do GRUPO RTP:
https://observador.pt/2018/11/20/rtp-vai-integrar-130-precarios-nos-quadros/
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Não fazem mais que a sua obrigação, mesmo assim de certeza que haverão injustiças.
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Programação da 'Cadena SER' a esta hora (duas emissões em simultâneo)
http://play.cadenaser.com/
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(...)
Em tempos, Rui Pego defendeu um quarto canal no universo da RTP - Rádio...
Um canal dirigido a um público mais idoso...
Porém, isso dificilmente acontecerá, pelo facto de não ser possÃvel em FM (o espectro está saturado).
Um canal público revivalista, hermético, fechado sobre o passado, não me parece a melhor opção. Um canal público transversal a diferentes gerações, das décadas precedentes até ao presente, que mostre/dê a conhecer/destaque a cultura contemporânea em lógica de contÃnuo e até de evolução, o que caracterizou/caracteriza cada época, musicalmente e não só, que destaque o que se fez/faz no que concerne à qualidade e abragência de géneros musicais, com o devido enquadramento, numa lógica de aumentar a cultura geral dos ouvintes, é o que se espera do serviço público. Mas, em Portugal, esta abordagem não é feita, nem será, pelo que se depreende. Simplesmente não sabem como fazê-lo.
No entanto, dentro dos estilos que se dedica, não obstante as limitações de palavra, a <Smooth FM> faz isso.
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(...)
Finalmente, tal como já disse, o Grupo RTVE não é exemplo para ninguém. Embrenhado numa vasta rede de manipulações, não merece muita credibilidade...
Além disso, tem um orçamento muito superior ao do GRUPO RTP e não faz melhor nem na TV, nem na rádio...pelo contrário.
Se tiverem dúvidas vejam, ouçam e comparem...
(...)
Permita-me que discorde do seu ponto de vista relativamente à <tve>. Do serviço público de radiodifusão não ouvi o suficiente para formar uma opinião, na televisão vi quanto baste, desde 1983, com receção direta dos emissores de Montanchez (também do retransmissor de Fazendas de Almeirim que funcionou na década de 80 para Santarém e concelhos vizinhos). Estavam/estão todos os ingredientes para um serviço público completo, digamos assim, que, evidentemente, não se resumem à componente informativa.
Não disponho de tempo para mais delongas, mas, caso se justifique, posso rebater ponto-por-ponto as suas impressões.
Agora estão a falar de Portugal no canal <24 horas>, de temática informativa.
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(...)
Finalmente, tal como já disse, o Grupo RTVE não é exemplo para ninguém. Embrenhado numa vasta rede de manipulações, não merece muita credibilidade...
Além disso, tem um orçamento muito superior ao do GRUPO RTP e não faz melhor nem na TV, nem na rádio...pelo contrário.
Se tiverem dúvidas vejam, ouçam e comparem...
(...)
Permita-me que discorde do seu ponto de vista relativamente à <tve>. Do serviço público de radiodifusão não ouvi o suficiente para formar uma opinião, na televisão vi quanto baste, desde 1983, com receção direta dos emissores de Montanchez (também do retransmissor de Fazendas de Almeirim que funcionou na década de 80 para Santarém e concelhos vizinhos). Estavam/estão todos os ingredientes para um serviço público completo, digamos assim, que, evidentemente, não se resumem à componente informativa.
Não disponho de tempo para mais delongas, mas, caso se justifique, posso rebater ponto-por-ponto as suas impressões.
Agora estão a falar de Portugal no canal <24 horas>, de temática informativa.
Mantenho TUDO aquilo que disse em comentários anteriores.
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Pois...
https://www.dn.pt/poder/interior/marcelo-questiona-se-estado-nao-deve-intervir-face-a-crise-da-comunicacao-social--10246586.html
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Por exemplo imaginem uma rádio de palavra com a Fernanda Freitas, Ribeiro Cristovão, Eduardo Rêgo, João Adelino Faria, Clara de Sousa, Ana Galvão, João Chaves, Rui Rêgo (marido da Júlia), Augusto Seabra.
Com bom conteúdo informativo, notÃcias, debates, música bem seleccionada, podia ser uma aposta interessante.
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Por exemplo imaginem uma rádio de palavra com a Fernanda Freitas, Ribeiro Cristovão, Eduardo Rêgo, João Adelino Faria, Clara de Sousa, Ana Galvão, João Chaves, Rui Rêgo (marido da Júlia), Augusto Seabra.
Com bom conteúdo informativo, notÃcias, debates, música bem seleccionada, podia ser uma aposta interessante.
A ANTENA 1 vai fazendo isso, com Rui Pego e outros nomes...
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Mantenho TUDO aquilo que disse em comentários anteriores.
É a sua opinião, a qual não corroboro. A análise dos múltiplos componentes do serviço público de televisão em Espanha, permite asseverar que profere um argumentário exagerado que extravasa a realidade. Não fiz comparações com o que se faz por cá, mas manipulações e “lavagem ao cérebro†é algo que acontece na comunicação social portuguesa, por vezes feitos de forma desastrada e sensacionalista. Portanto…
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Em França, por exemplo, ao contrário do que se vai passando por cá, a "luta taco a taco" é feita entre as generalistas RTL (privada) e a FRANCE INTER (pública)...
Por cá, passa-se justamente o contrário...
Também isto diz muito acerca da exigência da maioria dos ouvintes portugueses...
(...)
E também diz muito da falta de qualidade da rádio portuguesa, não lhe parece? Cada vez mais pessoas se “desligam†da rádio ou a encaram como “verbo de encherâ€.
Mas em matéria televisiva também se assiste a uma deriva insipiente de não assuntos, tratados como matéria importantÃssima. Temos 4 estações de TV informativas que tratam os meandros dos clubes e do futebol como matéria de especial importância para os telespectadores, dedicando-lhes um excessivo/exagerado número de horas de um vazio acéfalo, fazendo uma espécie de lavagem cerebral. Não se vê isto em nenhum canal similar de outro paÃs europeu ou norte-americano.
Por exemplo, quando pretendo assistir a um canal de TV informativo sintonizo o canal do paÃs vizinho, <tve-24horas>, que você abomina, caro “Atentoâ€. No programa “La noche en 24 horasâ€, vejo debates sobre a atualidade, com protagonistas de vários setores da sociedade espanhola, peças informativas e análise da situação internacional. No programa “La Hora Cervantesâ€, regra geral, um convidado ligado à cultura manifesta-se sobre a sua área e apresenta o seu ponto de vista sobre a atualidade, muitas vezes sob uma nova/ou diferente perspetiva. Nunca vi nada de parecido com o sensacionalismo/tabloidização/formatação o que os canais informativos portugueses fazem, ao nÃvel de uma sociedade subdesenvolvida.
Mais um exemplo de isenção do GRUPO RTVE...
https://www.esdiario.com/858708925/Periodistas-de-TVE-denuncian-censura-Mateo-mando-esconder-el-abucheo-a-Sanchez.html
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Mais um exemplo de isenção do GRUPO RTVE...
https://www.esdiario.com/858708925/Periodistas-de-TVE-denuncian-censura-Mateo-mando-esconder-el-abucheo-a-Sanchez.html
Pois,… É de salutar a discussão pública da linha editorial das estações de televisão do estado, isso acontece, evidentemente, devido à existência de grupos de comunicação privados nos mais diversos paÃses europeus. Neste universo, digamos assim, ninguém espera que as estações públicas funcionem como contrapoder em matéria polÃtica, ou que ponham em causa o sistema levando a hipotéticas desagregações do estado. Não estou a ver, de relance alguns operadores públicos europeus, ORF, FRANCE 2/3/4/5, NOS, ZDF, RAI, NRK, RTP, TVE, BBC, a chamarem a si temas fraturantes dos governos dos respetivos paÃses, que ponham em causa a estabilidade, ou tomarem posições contra a estratégia polÃtica em curso. Não é esse o seu papel.
Essa reflexão cabe aos grupos privados, à imprensa livre, digamos assim, embora, na atual conjuntura, julgue que tal não existe. O cidadão que pretende estar devidamente informado, sensacionalismos, epifenómenos, soundbites à parte, consulta diversas fontes de informação sérias, as que espelham a sua linha editorial, para formar a sua opinião.
Pernicioso é existir grupos de comunicação que se fazem passar por independentes e imparciais, quando não o são (linha editorial opaca), apanhando, por essa via, desprevenidos cidadãos “distraÃdos†e manipulando a opinião pública.
No que concerne à disseminação de: cultura, conhecimento, informação em sentido geral, análise da atualidade, pluralismo, entretenimento, desporto, espaços dedicados ao público juvenil/infantil, cultura dominante de outros paÃses do bloco ocidental (7.ª arte, séries, música…), etc., a <tve> cumpre bem o seu papel. Uma curiosidade: na <tve 1>, "La Uno", está a verificar-se uma renovação geracional dos locutores dos espaços informativos. Alguns não aparentam sequer ter 30 anos. As gerações veteranas, digamos assim, dominam no canal informativo <tve 24h>.
Discordo frontalmente do seu posicionamento relativamente ao operador público de televisão do paÃs vizinho.
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Mais um exemplo de isenção do GRUPO RTVE...
https://www.esdiario.com/858708925/Periodistas-de-TVE-denuncian-censura-Mateo-mando-esconder-el-abucheo-a-Sanchez.html
Pois,… É de salutar a discussão pública da linha editorial das estações de televisão do estado, isso acontece, evidentemente, devido à existência de grupos de comunicação privados nos mais diversos paÃses europeus. Neste universo, digamos assim, ninguém espera que as estações públicas funcionem como contrapoder em matéria polÃtica, ou que ponham em causa o sistema levando a hipotéticas desagregações do estado. Não estou a ver, de relance alguns operadores públicos europeus, ORF, FRANCE 2/3/4/5, NOS, ZDF, RAI, NRK, RTP, TVE, BBC, a chamarem a si temas fraturantes dos governos dos respetivos paÃses, que ponham em causa a estabilidade, ou tomarem posições contra a estratégia polÃtica em curso. Não é esse o seu papel.
Essa reflexão cabe aos grupos privados, à imprensa livre, digamos assim, embora, na atual conjuntura, julgue que tal não existe. O cidadão que pretende estar devidamente informado, sensacionalismos, epifenómenos, soundbites à parte, consulta diversas fontes de informação sérias, as que espelham a sua linha editorial, para formar a sua opinião.
Pernicioso é existir grupos de comunicação que se fazem passar por independentes e imparciais, quando não o são (linha editorial opaca), apanhando, por essa via, desprevenidos cidadãos “distraÃdos†e manipulando a opinião pública.
No que concerne à disseminação de: cultura, conhecimento, informação em sentido geral, análise da atualidade, pluralismo, entretenimento, desporto, espaços dedicados ao público juvenil/infantil, cultura dominante de outros paÃses do bloco ocidental (7.ª arte, séries, música…), etc., a <tve> cumpre bem o seu papel. Uma curiosidade: na <tve 1>, "La Uno", está a verificar-se uma renovação geracional dos locutores dos espaços informativos. Alguns não aparentam sequer ter 30 anos. As gerações veteranas, digamos assim, dominam no canal informativo <tve 24h>.
Discordo frontalmente do seu posicionamento relativamente ao operador público de televisão do paÃs vizinho.
A RTP e FRANCE2, por exemplo, nunca esconderam os assobios feitos a nenhum PM.
A TVE é um antro de manipulação assustador que deve ser reformado por um governo corajoso...
https://www.elespanol.com/bluper/noticias/telediario-tve-manipula-grafico-destacar-mejoria-economia
https://m.eldiario.es/economia/graficos-manipulados-television_0_412609473.html
https://www.google.pt/amp/s/elpais.com/politica/2018/05/05/actualidad/1525542738_319046.amp.html
https://www.google.pt/amp/s/amp.elperiodico.com/es/tele/20180509/dimite-editora-rtve-por-video-secretaria-de-estado-6807983
Os veteranos da TVE foram desterrados para o canal 24 horas...
Outros ficaram na prateleira...
Os afins ao PP, ou independentes não têm lugar nos telejornais da TVE1...
Nesses horários foram colocados uns moços e moças (alguns deles repescados da rede de correspondentes) que não raras vezes têm dificuldades com o teleponto...
Imagine agora a RTP despachar José Rodrigues dos Santos e Adelino Faria para a RTP3 e colocarem no seu lugar uns fedelhos sem eira nem beira comprometidos até à medula com a linha radical do PS mais à esquerda e com o BE...
A única sobrevivente desta recente censura é Ana Blanco que saiu do Telejornal da noite para o das 15:00...
Os governos não têm de meter o nariz na linha editorial e programática, escolhendo a dedo os jornalistas ou apresentadores...
-
A RTP e FRANCE2, por exemplo, nunca esconderam os assobios feitos a nenhum PM.
A TVE é um antro de manipulação assustador que deve ser reformado por um governo corajoso...
(...)
Os veteranos da TVE foram desterrados para o canal 24 horas...
Outros ficaram na prateleira...
Os afins ao PP, ou independentes não têm lugar nos telejornais da TVE1...
Nesses horários foram colocados uns moços e moças (alguns deles repescados da rede de correspondentes) que não raras vezes têm dificuldades com o teleponto...
Imagine agora a RTP despachar José Rodrigues dos Santos e Adelino Faria para a RTP3 e colocarem no seu lugar uns fedelhos sem eira nem beira comprometidos até à medula com a linha radical do PS mais à esquerda e com o BE...
A única sobrevivente desta recente censura é Ana Blanco que saiu do Telejornal da noite para o das 15:00...
Os governos não têm de meter o nariz na linha editorial e programática, escolhendo a dedo os jornalistas ou apresentadores...
“A TVE é um antro de manipulação assustador…â€, trata-se de um exagero da sua parte, que parece saÃdo do livro de George Orwell, que toda a gente leu, de uma qualquer máquina de propaganda ao serviço de um sistema totalitário e de uma sociedade distópica e oprimida. Obviamente que qualquer órgão de comunicação, mesmo os mais credÃveis, pode manipular a opinião pública, quer propositadamente, quer por omissão ou por meias verdades, etc. Em Portugal, são n casos. Daà a necessidade da existência de vários grupos de comunicação credÃveis, que possibilitem ao cidadão mais informado estruturar a opinião a partir de diferentes perspetivas/ângulos/pontos de vista. A <tve> não esconde a linha editorial de ninguém, qualquer pessoa sabe que a informação pode refletir um tratamento de forma a beneficiar a imagem do governo neste ou naquele ponto. Que é plural e trata assuntos dos diferentes quadrantes polÃticos, é um facto. Cada um filtra aquilo que lhe interessa. O maior problema são os órgãos de comunicação que se fazem passar por independentes e que têm uma agenda escondida, portanto uma linha editorial opaca.
Se referirmos o caso clássico do escândalo Wartergate, investigado pelo Washington Post, na altura em competição com o The New York Times, que levou, como toda a gente sabe, à queda do Presidente dos Estados Unidos, acha que um qualquer serviço público de comunicação de um qualquer paÃs europeu desenvolvia e investigava um hipotético tema com consequências semelhantes? Claro que não. Nem RTP, nem nada. Isso é matéria para grupos independentes do poder polÃtico, financeiramente autónomos do estado, portanto privados.
É natural que a <tve 1> aposte em pivots de blocos informativos de gerações mais novas (sempre foi assim, até nos anos 80), uma vez que tem vários programas com mais de “35% cuota de pantalha†do público mais jovem. Acho bem que atualizem os rostos dos blocos informativos em função do público-alvo, uma vez que as gerações mais velhas também se revêm nessa renovação.
Na RTP, não se esqueça que José Rodrigues dos Santos era muito novo quando começou a apresentar o “Telejornalâ€, nas suas palavras “um fedelhoâ€. Não tem razão naquilo que escreve.
Retomando o tema do tópico, uma rádio de palavra que, entre outros, faça a análise de fundo dos temas que neste momento se destacam no paÃs e principalmente na Europa (esses afetam-nos a todos), julgo que se justificaria, não fossem os elevados custos associados aos recursos humanos. A situação explosiva da França e o impasse no Reino Unido já dominam as conversas do dia-a-dia. Por um lado, o governo de Macron estende a passadeira do Poder à extrema-direita de Marine Le Pen, o que, eventualmente, explica a inflexão em toda a linha de estratégias do governo francês, por outro, os determinados britânicos encontram-se num impasse, não saem da UE, saem, há outro referendo, não há, demite-se a primeira-ministra, não se demite, enfim, uma confusão. Dois porta-aviões da Europa em problemas, sendo a situação francesa aquela que poderá ter um desfecho pernicioso. Muita gente está pessimista com o que está para vir, outros nem tanto…
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A RTP e FRANCE2, por exemplo, nunca esconderam os assobios feitos a nenhum PM.
A TVE é um antro de manipulação assustador que deve ser reformado por um governo corajoso...
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Os veteranos da TVE foram desterrados para o canal 24 horas...
Outros ficaram na prateleira...
Os afins ao PP, ou independentes não têm lugar nos telejornais da TVE1...
Nesses horários foram colocados uns moços e moças (alguns deles repescados da rede de correspondentes) que não raras vezes têm dificuldades com o teleponto...
Imagine agora a RTP despachar José Rodrigues dos Santos e Adelino Faria para a RTP3 e colocarem no seu lugar uns fedelhos sem eira nem beira comprometidos até à medula com a linha radical do PS mais à esquerda e com o BE...
A única sobrevivente desta recente censura é Ana Blanco que saiu do Telejornal da noite para o das 15:00...
Os governos não têm de meter o nariz na linha editorial e programática, escolhendo a dedo os jornalistas ou apresentadores...
“A TVE é um antro de manipulação assustador…â€, trata-se de um exagero da sua parte, que parece saÃdo do livro de George Orwell, que toda a gente leu, de uma qualquer máquina de propaganda ao serviço de um sistema totalitário e de uma sociedade distópica e oprimida. Obviamente que qualquer órgão de comunicação, mesmo os mais credÃveis, pode manipular a opinião pública, quer propositadamente, quer por omissão ou por meias verdades, etc. Em Portugal, são n casos. Daà a necessidade da existência de vários grupos de comunicação credÃveis, que possibilitem ao cidadão mais informado estruturar a opinião a partir de diferentes perspetivas/ângulos/pontos de vista. A <tve> não esconde a linha editorial de ninguém, qualquer pessoa sabe que a informação pode refletir um tratamento de forma a beneficiar a imagem do governo neste ou naquele ponto. Que é plural e trata assuntos dos diferentes quadrantes polÃticos, é um facto. Cada um filtra aquilo que lhe interessa. O maior problema são os órgãos de comunicação que se fazem passar por independentes e que têm uma agenda escondida, portanto uma linha editorial opaca.
Se referirmos o caso clássico do escândalo Wartergate, investigado pelo Washington Post, na altura em competição com o The New York Times, que levou, como toda a gente sabe, à queda do Presidente dos Estados Unidos, acha que um qualquer serviço público de comunicação de um qualquer paÃs europeu desenvolvia e investigava um hipotético tema com consequências semelhantes? Claro que não. Nem RTP, nem nada. Isso é matéria para grupos independentes do poder polÃtico, financeiramente autónomos do estado, portanto privados.
É natural que a <tve 1> aposte em pivots de blocos informativos de gerações mais novas (sempre foi assim, até nos anos 80), uma vez que tem vários programas com mais de “35% cuota de pantalha†do público mais jovem. Acho bem que atualizem os rostos dos blocos informativos em função do público-alvo, uma vez que as gerações mais velhas também se revêm nessa renovação.
Na RTP, não se esqueça que José Rodrigues dos Santos era muito novo quando começou a apresentar o “Telejornalâ€, nas suas palavras “um fedelhoâ€. Não tem razão naquilo que escreve.
Retomando o tema do tópico, uma rádio de palavra que, entre outros, faça a análise de fundo dos temas que neste momento se destacam no paÃs e principalmente na Europa (esses afetam-nos a todos), julgo que se justificaria, não fossem os elevados custos associados aos recursos humanos. A situação explosiva da França e o impasse no Reino Unido já dominam as conversas do dia-a-dia. Por um lado, o governo de Macron estende a passadeira do Poder à extrema-direita de Marine Le Pen, o que, eventualmente, explica a inflexão em toda a linha de estratégias do governo francês, por outro, os determinados britânicos encontram-se num impasse, não saem da UE, saem, há outro referendo, não há, demite-se a primeira-ministra, não se demite, enfim, uma confusão. Dois porta-aviões da Europa em problemas, sendo a situação francesa aquela que poderá ter um desfecho pernicioso. Muita gente está pessimista com o que está para vir, outros nem tanto…
Voltando ao Grupo RTVE...:
https://www.elconfidencial.com/espana/2018-12-18/mazazo-judicial-a-rosa-maria-mateo-la-justicia-anula-el-despido-del-director-de-24h_1714390/?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=ECDiarioManual
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Voltando ao Grupo RTVE...:
https://www.elconfidencial.com/espana/2018-12-18/mazazo-judicial-a-rosa-maria-mateo-la-justicia-anula-el-despido-del-director-de-24h_1714390/?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=ECDiarioManual
A <tve> está longe da imagem de um qualquer órgão de propaganda de um regime comunista totalitário, ao estilo da União Soviética, que pretende colar ao operador público de Espanha. O caso acessório que alude na hiperligação trata-se de um assunto interno da empresa: um jornalista (ex-diretor do canal <tve 24h>) que recorreu aos tribunais para ver anulado o despedimento. A notÃcia não refere as causas subjacentes ao processo de despedimento, dando a entender tratar-se de abuso de poder (será? Incompetência?). Embora sejam positivas as notÃcias que, eventualmente, permitam escrutinar como funciona a empresa por dentro, embora casos destes aconteçam em toda a parte, o essencial é aferir se o operador público cumpre as múltiplas funções nos diferentes eixos estruturantes do serviço que presta. A resposta é afirmativa. Uma nota adicional é que está a verificar-se a renovação de gerações nos diferentes canais da <tve>, coabitando gerações mais novas com as mais velhas.
No que concerne ao tema do tópico, como deverá ser o equilÃbrio de oferta entre os diferentes tipos de formatos, exigência dos auditórios e que tipo de audiência poderá predominar doravante, atendendo aos produtos descartáveis de hoje. Isso talvez seja passÃvel e até pertinente de analisar.
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Voltando ao Grupo RTVE...:
https://www.elconfidencial.com/espana/2018-12-18/mazazo-judicial-a-rosa-maria-mateo-la-justicia-anula-el-despido-del-director-de-24h_1714390/?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=ECDiarioManual
A <tve> está longe da imagem de um qualquer órgão de propaganda de um regime comunista totalitário, ao estilo da União Soviética, que pretende colar ao operador público de Espanha. O caso acessório que alude na hiperligação trata-se de um assunto interno da empresa: um jornalista (ex-diretor do canal <tve 24h>) que recorreu aos tribunais para ver anulado o despedimento. A notÃcia não refere as causas subjacentes ao processo de despedimento, dando a entender tratar-se de abuso de poder (será? Incompetência?). Embora sejam positivas as notÃcias que, eventualmente, permitam escrutinar como funciona a empresa por dentro, embora casos destes aconteçam em toda a parte, o essencial é aferir se o operador público cumpre as múltiplas funções nos diferentes eixos estruturantes do serviço que presta. A resposta é afirmativa. Uma nota adicional é que está a verificar-se a renovação de gerações nos diferentes canais da <tve>, coabitando gerações mais novas com as mais velhas.
No que concerne ao tema do tópico, como deverá ser o equilÃbrio de oferta entre os diferentes tipos de formatos, exigência dos auditórios e que tipo de audiência poderá predominar doravante, atendendo aos produtos descartáveis de hoje. Isso talvez seja passÃvel e até pertinente de analisar.
Foi um ato de censura e perseguição, por não ser da linha PSOE/PODEMOS.
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Mais uma polémica no grupo RTVE...que ocorre quase de forma recorrente...:
https://www.elespanol.com/bluper/noticias/ana-belen-tacha-cobarde-tve-relegar-concierto-reivindicativo-mujer
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Artigo sobre o futuro da rádio
https://blog.omniplayer.com/news/what-does-your-future-look-like
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Conclusões muito interessantes vindas do Reuters Institute Digital News Report 2019:
- 41,5% dos portugueses dizem "estar cansados da quantidade de notÃcias com que se deparam atualmente", o que pode explicar muito das fracas audiências das rádios de informação.
- 34% dos portugueses dizem ter escutado pelo menos um podcast no perÃodo de análise do estudo, ficando assim Portugal no 6º lugar na média mundial de escuta só atrás de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia.
- Mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos escutaram algum podcast "no último mês", o que não me espanta nada pelo que vou vendo por aà e só quebra de vez o mito de que os jovens só querem ouvir música a metro, e que pode fazer com que as rádios jovens apostem (felizmente) ainda mais em palavra.
Fonte: https://rr.sapo.pt/noticia/174736/cansados-das-noticias-um-em-cada-tres-portugueses-ja-evita-noticias-online
Relatório completo: https://obercom.pt/reuters-institute-digital-news-report-2019-portugal/
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Conclusões muito interessantes vindas do Reuters Institute Digital News Report 2019:
- 41,5% dos portugueses dizem "estar cansados da quantidade de notÃcias com que se deparam atualmente", o que pode explicar muito das fracas audiências das rádios de informação.
- 34% dos portugueses dizem ter escutado pelo menos um podcast no perÃodo de análise do estudo, ficando assim Portugal no 6º lugar na média mundial de escuta só atrás de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia.
- Mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos escutaram algum podcast "no último mês", o que não me espanta nada pelo que vou vendo por aà e só quebra de vez o mito de que os jovens só querem ouvir música a metro, e que pode fazer com que as rádios jovens apostem (felizmente) ainda mais em palavra.
Fonte: https://rr.sapo.pt/noticia/174736/cansados-das-noticias-um-em-cada-tres-portugueses-ja-evita-noticias-online
Relatório completo: https://obercom.pt/reuters-institute-digital-news-report-2019-portugal/
Dados muito interessantes e que confirmam que afinal Portugal não é uma 'ilha' na Europa, seguindo assim a tendência global. Cabe às estações de rádio interpretarem os dados e alterar estratégias caso isso seja necessário. O que me parece que já está a ser feito.
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Conclusões muito interessantes vindas do Reuters Institute Digital News Report 2019:
- 41,5% dos portugueses dizem "estar cansados da quantidade de notÃcias com que se deparam atualmente", o que pode explicar muito das fracas audiências das rádios de informação.
- 34% dos portugueses dizem ter escutado pelo menos um podcast no perÃodo de análise do estudo, ficando assim Portugal no 6º lugar na média mundial de escuta só atrás de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia.
- Mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos escutaram algum podcast "no último mês", o que não me espanta nada pelo que vou vendo por aà e só quebra de vez o mito de que os jovens só querem ouvir música a metro, e que pode fazer com que as rádios jovens apostem (felizmente) ainda mais em palavra.
Fonte: https://rr.sapo.pt/noticia/174736/cansados-das-noticias-um-em-cada-tres-portugueses-ja-evita-noticias-online
Relatório completo: https://obercom.pt/reuters-institute-digital-news-report-2019-portugal/
Mas os podcasts que lideram são os ligadas à informação&Ciência.
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Conclusões muito interessantes vindas do Reuters Institute Digital News Report 2019:
- 41,5% dos portugueses dizem "estar cansados da quantidade de notÃcias com que se deparam atualmente", o que pode explicar muito das fracas audiências das rádios de informação.
- 34% dos portugueses dizem ter escutado pelo menos um podcast no perÃodo de análise do estudo, ficando assim Portugal no 6º lugar na média mundial de escuta só atrás de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia.
- Mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos escutaram algum podcast "no último mês", o que não me espanta nada pelo que vou vendo por aà e só quebra de vez o mito de que os jovens só querem ouvir música a metro, e que pode fazer com que as rádios jovens apostem (felizmente) ainda mais em palavra.
Fonte: https://rr.sapo.pt/noticia/174736/cansados-das-noticias-um-em-cada-tres-portugueses-ja-evita-noticias-online
Relatório completo: https://obercom.pt/reuters-institute-digital-news-report-2019-portugal/
Mas os podcasts que lideram são os ligadas à informação&Ciência.
Concordo contudo o que foi dito aqui.
Sobre o facto das pessoas cada vez mais estarem enfadadas com as notÃcias que ouvem, mas existindo essa contradição no facto de se ouvirem muitos podcasts de informação e ciência, creio que o busÃlis está no que nos é (e o ângulo de visão) do que nos é transmitido.
Pessoalmente, estou farto de politiquices e de crises. Na impressa europeia e, muito particularmente, na portuguesa, há um foco enorme para o negativismo e, nas televisões (privadas), enchem-se chouriços e debates bacocos com pseudo-entendidos em tudo para que o noticiário dure 1h30.
Os canais de informação (a RTP 3 principalmente) passam horas a repetir as mesmas peças ao longo do dia.
Isso tudo pode causar uma enorme repulsa pasa aqueles que, mesmo querendo serem informados da actualidade, graças à s vidas preenchidas com trabalho e famÃlia, não têm o mÃnimo de pachorra para ouvirem a mesma toada.
Mas tudo isto não invalida o desejo ávido das pessoas em se informarem. DaÃ, os podcasts mais consumidos serem os de informação e ciência. São mais curtos, com uma linguagem diferente e, principalmente, mostram um ângulo das notÃcias que muito dificilmente ouvirÃamos num meio de comunicação social tradicional.
Já televisão, costumo consumir o Jornal 2, pois é curto, factual, com maior incidência para o internacional e, lá está, tenta dar uma visão diferente do que se passa no mundo.
Na rádio, gosto muito de ouvir o Bom Dia e Boa Sorte da Antena 3.
PS: Sobre tudo isto que acabei de escrever, gostaria de vos deixar duas hiperligações:
A primeira, sobre a última opinião dada pelo grande comunicador Carlos Pinto Coelho sobre o estado d'arte nos média em 2010.
https://youtu.be/-g3Guk06VXc
A segunda, é uma reportagem e comentários, no Jornal 2, em que se fala na Guerra da SÃria. (2017)
https://www.rtp.pt/noticias/mundo/guerra-na-siria-resulta-da-luta-pelo-controlo-do-gas-e-do-petroleo-do-golfo_v970540
Saudações!
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Conclusões muito interessantes vindas do Reuters Institute Digital News Report 2019:
- 41,5% dos portugueses dizem "estar cansados da quantidade de notÃcias com que se deparam atualmente", o que pode explicar muito das fracas audiências das rádios de informação.
- 34% dos portugueses dizem ter escutado pelo menos um podcast no perÃodo de análise do estudo, ficando assim Portugal no 6º lugar na média mundial de escuta só atrás de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia.
- Mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos escutaram algum podcast "no último mês", o que não me espanta nada pelo que vou vendo por aà e só quebra de vez o mito de que os jovens só querem ouvir música a metro, e que pode fazer com que as rádios jovens apostem (felizmente) ainda mais em palavra.
Fonte: https://rr.sapo.pt/noticia/174736/cansados-das-noticias-um-em-cada-tres-portugueses-ja-evita-noticias-online
Relatório completo: https://obercom.pt/reuters-institute-digital-news-report-2019-portugal/
Mas os podcasts que lideram são os ligadas à informação&Ciência.
Concordo contudo o que foi dito aqui.
Sobre o facto das pessoas cada vez mais estarem enfadadas com as notÃcias que ouvem, mas existindo essa contradição no facto de se ouvirem muitos podcasts de informação e ciência, creio que o busÃlis está no que nos é (e o ângulo de visão) do que nos é transmitido.
Pessoalmente, estou farto de politiquices e de crises. Na impressa europeia e, muito particularmente, na portuguesa, há um foco enorme para o negativismo e, nas televisões (privadas), enchem-se chouriços e debates bacocos com pseudo-entendidos em tudo para que o noticiário dure 1h30.
Os canais de informação (a RTP 3 principalmente) passam horas a repetir as mesmas peças ao longo do dia.
Isso tudo pode causar uma enorme repulsa pasa aqueles que, mesmo querendo serem informados da actualidade, graças à s vidas preenchidas com trabalho e famÃlia, não têm o mÃnimo de pachorra para ouvirem a mesma toada.
Mas tudo isto não invalida o desejo ávido das pessoas em se informarem. DaÃ, os podcasts mais consumidos serem os de informação e ciência. São mais curtos, com uma linguagem diferente e, principalmente, mostram um ângulo das notÃcias que muito dificilmente ouvirÃamos num meio de comunicação social tradicional.
Já televisão, costumo consumir o Jornal 2, pois é curto, factual, com maior incidência para o internacional e, lá está, tenta dar uma visão diferente do que se passa no mundo.
Concordo completamente. Já o disse uma uma vez aqui no Fórum e fui completamente arrasado, mas parece que os dados o comprovam.
No link que coloquei na RR também dizem que são a rádio com maior equilÃbrio entre audiência online e tradicional, não é por acaso uma vez que dá a informação de uma maneira muito mais informal do que Antena 1 e TSF e acredito que das rádios generalistas até seja neste momento a que tem uma média de público mais jovem, o que era inimaginável até há bem pouco tempo...
Não há volta a dar, TSF e Antena 1 têm de ser mais informais sem perderem a qualidade ou vão ficar paradas no tempo.
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Conclusões muito interessantes vindas do Reuters Institute Digital News Report 2019:
- 41,5% dos portugueses dizem "estar cansados da quantidade de notÃcias com que se deparam atualmente", o que pode explicar muito das fracas audiências das rádios de informação.
- 34% dos portugueses dizem ter escutado pelo menos um podcast no perÃodo de análise do estudo, ficando assim Portugal no 6º lugar na média mundial de escuta só atrás de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia.
- Mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos escutaram algum podcast "no último mês", o que não me espanta nada pelo que vou vendo por aà e só quebra de vez o mito de que os jovens só querem ouvir música a metro, e que pode fazer com que as rádios jovens apostem (felizmente) ainda mais em palavra.
Fonte: https://rr.sapo.pt/noticia/174736/cansados-das-noticias-um-em-cada-tres-portugueses-ja-evita-noticias-online
Relatório completo: https://obercom.pt/reuters-institute-digital-news-report-2019-portugal/
Mas os podcasts que lideram são os ligadas à informação&Ciência.
Concordo contudo o que foi dito aqui.
Sobre o facto das pessoas cada vez mais estarem enfadadas com as notÃcias que ouvem, mas existindo essa contradição no facto de se ouvirem muitos podcasts de informação e ciência, creio que o busÃlis está no que nos é (e o ângulo de visão) do que nos é transmitido.
Pessoalmente, estou farto de politiquices e de crises. Na impressa europeia e, muito particularmente, na portuguesa, há um foco enorme para o negativismo e, nas televisões (privadas), enchem-se chouriços e debates bacocos com pseudo-entendidos em tudo para que o noticiário dure 1h30.
Os canais de informação (a RTP 3 principalmente) passam horas a repetir as mesmas peças ao longo do dia.
Isso tudo pode causar uma enorme repulsa pasa aqueles que, mesmo querendo serem informados da actualidade, graças à s vidas preenchidas com trabalho e famÃlia, não têm o mÃnimo de pachorra para ouvirem a mesma toada.
Mas tudo isto não invalida o desejo ávido das pessoas em se informarem. DaÃ, os podcasts mais consumidos serem os de informação e ciência. São mais curtos, com uma linguagem diferente e, principalmente, mostram um ângulo das notÃcias que muito dificilmente ouvirÃamos num meio de comunicação social tradicional.
Já televisão, costumo consumir o Jornal 2, pois é curto, factual, com maior incidência para o internacional e, lá está, tenta dar uma visão diferente do que se passa no mundo.
Concordo completamente. Já o disse uma uma vez aqui no Fórum e fui completamente arrasado, mas parece que os dados o comprovam.
No link que coloquei na RR também dizem que são a rádio com maior equilÃbrio entre audiência online e tradicional, não é por acaso uma vez que dá a informação de uma maneira muito mais informal do que Antena 1 e TSF e acredito que das rádios generalistas até seja neste momento a que tem uma média de público mais jovem, o que era inimaginável até há bem pouco tempo...
Não há volta a dar, TSF e Antena 1 têm de ser mais informais sem perderem a qualidade ou vão ficar paradas no tempo.
Não podemos cair num certo facilitismo...
Imagine que eram retirados da escola determinados autores como, por exemplo, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Camilo Pessanha, Alexandre Herculano, Agustina Bessa-LuÃs, substituindo-os por Margarida Rebelo Pinto, Pedro Chagas Freitas e por autores de livros de auto-ajuda...
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Conclusões muito interessantes vindas do Reuters Institute Digital News Report 2019:
- 41,5% dos portugueses dizem "estar cansados da quantidade de notÃcias com que se deparam atualmente", o que pode explicar muito das fracas audiências das rádios de informação.
- 34% dos portugueses dizem ter escutado pelo menos um podcast no perÃodo de análise do estudo, ficando assim Portugal no 6º lugar na média mundial de escuta só atrás de Coreia do Sul, Espanha, Irlanda, Estados Unidos e Suécia.
- Mais de metade dos portugueses entre os 18 e os 24 anos escutaram algum podcast "no último mês", o que não me espanta nada pelo que vou vendo por aà e só quebra de vez o mito de que os jovens só querem ouvir música a metro, e que pode fazer com que as rádios jovens apostem (felizmente) ainda mais em palavra.
Fonte: https://rr.sapo.pt/noticia/174736/cansados-das-noticias-um-em-cada-tres-portugueses-ja-evita-noticias-online
Relatório completo: https://obercom.pt/reuters-institute-digital-news-report-2019-portugal/
Mas os podcasts que lideram são os ligadas à informação&Ciência.
Concordo contudo o que foi dito aqui.
Sobre o facto das pessoas cada vez mais estarem enfadadas com as notÃcias que ouvem, mas existindo essa contradição no facto de se ouvirem muitos podcasts de informação e ciência, creio que o busÃlis está no que nos é (e o ângulo de visão) do que nos é transmitido.
Pessoalmente, estou farto de politiquices e de crises. Na impressa europeia e, muito particularmente, na portuguesa, há um foco enorme para o negativismo e, nas televisões (privadas), enchem-se chouriços e debates bacocos com pseudo-entendidos em tudo para que o noticiário dure 1h30.
Os canais de informação (a RTP 3 principalmente) passam horas a repetir as mesmas peças ao longo do dia.
Isso tudo pode causar uma enorme repulsa pasa aqueles que, mesmo querendo serem informados da actualidade, graças à s vidas preenchidas com trabalho e famÃlia, não têm o mÃnimo de pachorra para ouvirem a mesma toada.
Mas tudo isto não invalida o desejo ávido das pessoas em se informarem. DaÃ, os podcasts mais consumidos serem os de informação e ciência. São mais curtos, com uma linguagem diferente e, principalmente, mostram um ângulo das notÃcias que muito dificilmente ouvirÃamos num meio de comunicação social tradicional.
Já televisão, costumo consumir o Jornal 2, pois é curto, factual, com maior incidência para o internacional e, lá está, tenta dar uma visão diferente do que se passa no mundo.
Concordo completamente. Já o disse uma uma vez aqui no Fórum e fui completamente arrasado, mas parece que os dados o comprovam.
No link que coloquei na RR também dizem que são a rádio com maior equilÃbrio entre audiência online e tradicional, não é por acaso uma vez que dá a informação de uma maneira muito mais informal do que Antena 1 e TSF e acredito que das rádios generalistas até seja neste momento a que tem uma média de público mais jovem, o que era inimaginável até há bem pouco tempo...
Não há volta a dar, TSF e Antena 1 têm de ser mais informais sem perderem a qualidade ou vão ficar paradas no tempo.
Não podemos cair num certo facilitismo...
Imagine que eram retirados da escola determinados autores como, por exemplo, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Camilo Pessanha, Alexandre Herculano, Agustina Bessa-LuÃs, substituindo-os por Margarida Rebelo Pinto, Pedro Chagas Freitas e por autores de livros de auto-ajuda...
Gostei bastante da sua analogia e corroboro com ela.
Não se deve substituir os LusÃadas pelo «Agarra o Agora» do Gustavo Santos, ou o Memorial do Convento por um livro qualquer da Margarida Rebelo Pinto.
Continuo a acreditar na velha máxima que o jornalismo deve ser factual, sério e imparcial.
O que eu me referia era ao ângulo das notÃcias, ao negativismo e à perda de tempo dado a quezÃlias que afastam o ouvinte.
Daà ter referido o Jornal 2, como bom exemplo de como deve ser um noticiário. Curto, conciso e que relata o Lado-B dos acontecimentos.
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É uma tristeza o que se está a passar com o abandono total do governo sobre as rádios locais.
Só vem contribuir para o centralismo, em todo o paÃs já que a AML já mal as tem. Depois admirem-se das invasões de seitas religiosas ou da popularidade da CMTV na televisão com reportagens de proximidade...
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Entrando em modo ironia e não sabendo se existe ou não, agora só falta uma CMTV em formato de rádio que até ao momento eu não conheço.
Agora a sério, é verdade que o governo tem de apoiar as rádios locais, temos muito boas rádios locais que com mais investimento faziam muito mais e melhor. Mas está se a ver cada vez mais as rádios nacionais a apoderarem se de frequências de rádios locais ou porque fecharam ou porque querem ter emissão em certa zona a todo o custo e que para isso paguem por essa frequência dessa rádio. O monopólio está a favor da centralização das rádios na AML. Aguardemos por tempos futuros um coisa é certa a radio veio para ficar, agora da maneira que vai ficar aà eu desconheço.
Cumps,
rfilipeg
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Entrando em modo ironia e não sabendo se existe ou não, agora só falta uma CMTV em formato de rádio que até ao momento eu não conheço.
Agora a sério, é verdade que o governo tem de apoiar as rádios locais, temos muito boas rádios locais que com mais investimento faziam muito mais e melhor. Mas está se a ver cada vez mais as rádios nacionais a apoderarem se de frequências de rádios locais ou porque fecharam ou porque querem ter emissão em certa zona a todo o custo e que para isso paguem por essa frequência dessa rádio. O monopólio está a favor da centralização das rádios na AML. Aguardemos por tempos futuros um coisa é certa a radio veio para ficar, agora da maneira que vai ficar aà eu desconheço.
Cumps,
rfilipeg
Aqui tens. A pedido de muitas famÃlias: http://www.mundodaradio.org/forum/index.php?topic=800 :-X
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Ninguém tem bola de cristal, mas a aposta será, julgo, no digital. Veja-se o encerramento, previsto a partir do Verão de 2022, da rede FM na SuÃça. O mesmo já aconteceu na Noruega há três anos... tudo isto em favor da tecnologia DAB+, a qual será obrigatória em carros novos na europa, já desde o dia 21 de dezembro deste ano.
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Ninguém tem bola de cristal, mas a aposta será, julgo, no digital. Veja-se o encerramento, previsto a partir do Verão de 2022, da rede FM na SuÃça. O mesmo já aconteceu na Noruega há três anos... tudo isto em favor da tecnologia DAB+, a qual será obrigatória em carros novos na europa, já desde o dia 21 de dezembro deste ano.
BOA aposta. espero que a transição ocorra um pouco melhor do que aquela que assistimos na TV.
cumps
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Por fim: a difusão de elementos de rádio num grande hipermercado, como qualquer música com direitos de autor, paga licença à Passmusica no mÃnimo e com jeitinho também à SPA por parte do agente que está a emitir. Mas são empresas à parte. É prática corrente nalguns mini e supermercados ter um sistema local com uma rádio qualquer mas a prática vai caindo em desuso, é só nos mais antigos, porque depois são minutos de publicidade seguida e com jeitinho até da concorrência, o que é inconveniente.
Ok. No Sábado, num hipermercado onde faço compras aqui em Gaia (que começam em conti e termina em nente ) estava a passar a RFM! Na altura da publicidade baixavam o som! 8) 8) Parece-me que foi algum problema no sistema sonoro, porque nem costuma ser o género de música que passa na loja!
Obrigado pelos esclarecimentos! Muito úteis para um iniciante nestas lides!
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Soube hoje que a AVFM esteve envolvida numa "suposta" polémica que teve dimensão nacional no Twitter e parece que também foi falada em algumas rádios nacionais, por um programa de humor em que utilizaram linguagem bastante ofensiva para com um conhecido elemento da comunidade LGBT. Andou ai nas bocas do povo de vários "famosos".
Afinal, o que é feito nas locais não anda assim tanto no submundo... A rádio desculpou-se metendo os pés pelas mãos, quase como aqueles Professores que puxam as orelhas ao aluno mas lhes passam a mão no pelo.
Quem acha que o mundo da rádio em Portugal se limita a Megas/Cidades/Vodafones/Observador/Meo/M80/RFM/Comercial e faz deste forum uma especie de tempo de antena destas rádios, promovendo diariamente as rádios do sistema, vive numa caverna e acha que fora dela não existe luz.
Mas por acaso não deixa de ser curioso que soube do caso por uma das citadas acima. É o que é! Às locais falta-lhes escala. Algumas são de facto muito más, mas outras são extremamente importantes na função que desempenham, que deixem-me dizer abertamente: é de Serviço Público! Ainda no sábado apanhei aqui em Gaia nos 96.4 da Valdevez um programa em DIRETO muito interessante para os nossos seniores! Estavam pessoas a ligar de bem perto do Porto. Por isso defendo a evolução para um modelo regional. É só isso! Sem dinheiro, infelizmente, não se fazem milagres e como canta a Marisa "Juntos, somos mais fortes!"
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Curioso.
Num fórum de rádio falar das rádios nacionais é viver dentro de uma caverna onde nem se vê a luz.
Espantoso!!!!
Então a luz estará onde?
Nas rádios locais?
Quando abri aqui o tópico da Rádio Altitude (apesar de tudo uma rádio com boa I formação local), escrevi que durante uma semana, em que tive algum tempo, só ouvi rádios locais, das 7 até 19, 20 h.
E panorama é pavoroso. Muita música à metro com locutores inclassificáveis, outras nem locutacao tinham, outras com programas emitidos noutras rádios, nomeadamente um programa de apanhados ( tipo Nilton), que várias rádios emitem. Até à Rádio Portuense ouvi, durante uma tarde e só ouvi música sem locução.
Salva se no Porto, a Nova e Nova Era e não me lembro de mais nenhuma.
Portanto sair das cavernas e ver a luz é isto?
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Curioso.
Num fórum de rádio falar das rádios nacionais é viver dentro de uma caverna onde nem se vê a luz.
Espantoso!!!!
Então a luz estará onde?
Nas rádios locais?
Quando abri aqui o tópico da Rádio Altitude (apesar de tudo uma rádio com boa I formação local), escrevi que durante uma semana, em que tive algum tempo, só ouvi rádios locais, das 7 até 19, 20 h.
E panorama é pavoroso. Muita música à metro com locutores inclassificáveis, outras nem locutacao tinham, outras com programas emitidos noutras rádios, nomeadamente um programa de apanhados ( tipo Nilton), que várias rádios emitem. Até à Rádio Portuense ouvi, durante uma tarde e só ouvi música sem locução.
Salva se no Porto, a Nova e Nova Era e não me lembro de mais nenhuma.
Portanto sair das cavernas e ver a luz é isto?
Como não está relacionado com a AVFM passei para aqui:
Eu que não tenho nada que ver com rádio, que nunca pus um pé dentro de um estúdio, vou dar a minha opinião, pensando no racional económico e também na missão de serviço público que, enquanto ouvinte, entendo que tem de existir.
As rádios nacionais, incluindo os agrupamentos de "pseudo" locais (e uma ou outra local da AML/AMP) jogam num campeonato totalmente à parte. É exatamente como ver jogar o Juventude de Évora ou o Real Madrid. É tudo futebol, como é tudo rádio, mas as semelhanças ficam-se por aÃ.
Não obstante, tal como nos jogos das distritais existe público, também no caso das rádios locais ele existe. Onde é que as nacionais falham e o serviço público também? Informação regional e público senior.
Quais as soluções que proponho?
1. Informação regional: aqui não deveriam falhar, nomeadamente a Antena 1, a TSF, a Rádio Renascença, a M80 (por ocupar a rede regional do sul, deveria ter uma vocação informativa) e diria que também a Observador. A meu ver, em todas as rádios notÃcias e nas que ocupam as redes regionais (que deveriam ser sempre rádios informativas) deveriam existir 4 a 5 noticiários por dia feitos para as regiões e a partir das regiões. Não sei se isso obrigaria a desdobrar RDS ou não, mas digamos, que, por simplificação e pensando no caso da A1 para os emissores com mais de 10KW, sairia um noticiário do emissor da Amarela/Sameiro/Valença (Minho), um de Bornes/Minhéu/Marão/Marofa (Trás os-Montes), um do Monte da Virgem (AMP), um da Lousã/Montejunto/Gardunha (Centro), um de Monsanto (AML), um de Mendor/Portalegre/Grândola/Vila Boim (Alentejo) e outro de Monchique/Monte Figo (Algarve), a que acresce ainda a cobertura especÃfica da A1 e A1 Açores. Não haveira qualquer prejuÃzo para o ouvinte, até porque em grande parte de uma região, conseguiria ouvir as noticias das regiões vizinhas, o que também pode ser útil. As restantes informativas, adaptando à realidade do parque de emissores, deveriam adotar a este esquema. Isto deveria ser obrigatório por lei, nem vislumbro outra opção. A informação regional é um direito, é fundamental à vida das regiões e cria empregos no setor descentralizados de Lisboa. Para além dos noticiários regionais, dever-se-ia fomentar a produção de progrmas e painéis (oua participação de um animador da região localmente e informação de trânsito), pelo menos numa fase inicial entre Lisboa e Porto, alargando, progressivamente a outras cidades, tendo, contudo a consciência de que somos um paÃs pequeno e o problema da escala começar-se-ia a fazer sentir, como se faz hoje nas locais. Não tenho grandes dúvidas de que esta mensagem bem passada, faria crescer o consumo de rádio substancialmente.
2. Público senior: vai ser muito pouco ortodoxo, mas eu transformaria a Antena 3 numa rádio para o público 65+. Porquê? O Serviço Público deve estar onde não estão os privados. E claramente, nas rádios jovens, os privados apostam. No público sénior, viu-se o fim que teve a SIM. Assim veria com bons olhos um projeto similar à SIM, que permitisse libertar a Antena 1 da obrigações religiosas, que tivesse verdadeiros programas de companhia, com chamadas dos ouvintes, discos pedidos, muita música popular e tradicional portuguesa, muito do que é feito nas locais hoje em dia, mas com muito mais qualidade. Usaria também esta rede para, ao final de semana, alargar a cobertura desportiva, por exemplo, à Liga de Honra e jogos de outras modalidades. Poderia pensar-se em horas de desdobramento local pelo parque de emissores que referi em cima para a Antena 1. Já quanto à s locais, criaria 4/5 frequências por região, que até poderiam ser partilhadas por argupamentos de rádios, em função do registo a que se destinam, ou abriria concurso para os projetos existentes, que teriam de cumprir requisitos prévios, por forma a manter as que estão a fazer um bom serviço e a permitir melhorá-lo. O caderno de encargos teria de ser (quase) tão exigente quanto para as nacionais. As SuperBocks, Meo's, Vodafones poderiam concorrer à s redes regionais, mas duvido que tivessem interesse nisso, passando a ter de emitir fora de Lisboa, e cumprindo o caderno de encargos. Para além disso, não sei se em Trás-os-Montes ou no Algarve, não terÃamos frequências a ficar desertas.
3. Aumento das frequências (quase) nacionais: para além da A1, A2 e A3, Renascença, RFM e Comercial, contaria com mais seis redes: M80 que deveria passar a ter uma informação forte, TSF (fim das redes regionais), MegaHits, Cidade FM (estas duas últimas teriam de absorver algum do conteúdo que hoje só toca na Antena 3, como moeda de troca pelo aumento de emissores), Observador e uma rádio com um forte pendor desportivo, que deveria ser pública.
Finalmente, a Smooth e a Ãfrica. No caso da primeira, parece-me um projeto que poderia passar a ocupar a rede da Antena 2, numa subconcessão com prazo definido eventualmente renovável, tendo, contudo de assegurar a passagem de música clássica em percentagem a definir. Os noticiários ficariam a cargo da redação da Antena 1. Seria um negócio, a meu ver, vantajoso para ambas as partes, caso bem feito. A RDP Ãfrica deveria ocupar uma das redes regionais de Lisboa (que no caso da AMP e da AML, caso fosse possÃvel, poderiam ser 5).
Em suma, ficariamos com, no máximo, por região, 17/18 rádios. A espaçar a 0.4 terÃamos facilidade de ter menos rádios, mas um espectro mais limpo e com qualidade. O que ficasse livre, poderiam ser aberto concurso para microcoberturas, à s quais as rádios dos grandes grupos ficariam determinantemente proibÃdas de concorrer/tornar retransmissores.
-
Tirando o ponto 2 e a questão da Antena 2 subscrevo em geral.
Uma vez que muito provavelmente essas soluções dariam origem a uma nova Lei da Rádio acrescentava duas possÃveis alterações na legislação:
Controlo de horas gravadas à semana e fim de semana, excepto em rádios locais com um número reduzido de funcionários ou em part-time.
Um limite mÃnimo de géneros musicais para as rádios alternativas nas suas horas de playlist pensando principalmente na variedade da nova música portuguesa (não é possÃvel a Rádio Nova sendo uma rádio regional ser muito mais eclética que a 3, Vodafone e SBSR enquanto estas estão sujeitas como é comprovado com preconceitos dos seus diretores com alguns géneros. Se estas rádios passassem mais de 70% de um determinado género como é o caso da SBSR teriam de ser denominadas legalmente por como temáticas desse género em vez da denominação relacionada com "alternativa".
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(...)
Finalmente, a Smooth e a Ãfrica. No caso da primeira, parece-me um projeto que poderia passar a ocupar a rede da Antena 2, numa subconcessão com prazo definido eventualmente renovável, tendo, contudo de assegurar a passagem de música clássica em percentagem a definir. Os noticiários ficariam a cargo da redação da Antena 1. Seria um negócio, a meu ver, vantajoso para ambas as partes, caso bem feito. A RDP Ãfrica deveria ocupar uma das redes regionais de Lisboa (que no caso da AMP e da AML, caso fosse possÃvel, poderiam ser 5).
Em suma, ficariamos com, no máximo, por região, 17/18 rádios. A espaçar a 0.4 terÃamos facilidade de ter menos rádios, mas um espectro mais limpo e com qualidade. O que ficasse livre, poderiam ser aberto concurso para microcoberturas, à s quais as rádios dos grandes grupos ficariam determinantemente proibÃdas de concorrer/tornar retransmissores.
“pdfnâ€, ligue um rádio e sintonize 89.5. Explique qual é a relação entre a ‘SmoothFM’ e a bafienta rádio estatal ‘Antena 2’. Existe alguma coisa em comum? Claro que não. A sua provocação rebentaria com a ‘SmoothFM’ em três tempos. Evidentemente que não há nada de vantajoso, antes algo de caótico, desinteressante.
Faz um malabarismo estratosférico de redes, frequências, estações de rádio que não tem viabilidade e afigura-se de difÃcil aplicação prática. Aguardemos pelo DAB+ para que o público fique a ganhar com a oferta estações de rádio e a rádio, no seu conjunto, cumpra o seu papel, dirigindo-se ao público em geral e segmentos, com propostas devidamente planeadas e aprovadas pelas autoridades reguladoras (algo que na Internet, ninguém controla).
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Tirando o ponto 2 e a questão da Antena 2 subscrevo em geral.
Uma vez que muito provavelmente essas soluções dariam origem a uma nova Lei da Rádio acrescentava duas possÃveis alterações na legislação:
Controlo de horas gravadas à semana e fim de semana, excepto em rádios locais com um número reduzido de funcionários ou em part-time.
Um limite mÃnimo de géneros musicais para as rádios alternativas nas suas horas de playlist pensando principalmente na variedade da nova música portuguesa (não é possÃvel a Rádio Nova sendo uma rádio regional ser muito mais eclética que a 3, Vodafone e SBSR enquanto estas estão sujeitas como é comprovado com preconceitos dos seus diretores com alguns géneros. Se estas rádios passassem mais de 70% de um determinado género como é o caso da SBSR teriam de ser denominadas legalmente por como temáticas desse género em vez da denominação relacionada com "alternativa".
Concordo em absoluto com os dois pontos que acrescentas. Para mim, é impensável redes nacionais não terem emissões em direto 24/h e, em algumas, nem sequer animação!
Quanto ao ponto 2 pressumo que seja a questão da A3, ou também da transformação das locais em regionais?
“pdfnâ€, ligue um rádio e sintonize 89.5. Explique qual é a relação entre a ‘SmoothFM’ e a bafienta rádio estatal ‘Antena 2’. Existe alguma coisa em comum? Claro que não. A sua provocação rebentaria com a ‘SmoothFM’ em três tempos. Evidentemente que não há nada de vantajoso, antes algo de caótico, desinteressante.
Faz um malabarismo estratosférico de redes, frequências, estações de rádio que não tem viabilidade e afigura-se de difÃcil aplicação prática. Aguardemos pelo DAB+ para que o público fique a ganhar com a oferta estações de rádio e a rádio, no seu conjunto, cumpra o seu papel, dirigindo-se ao público em geral e segmentos, com propostas devidamente planeadas e aprovadas pelas autoridades reguladoras (algo que na Internet, ninguém controla).
A questão da Antena 2 tenho consciência que é bastante polémica, sim! Dou nota de que sou ouvinte de ambas as rádios, aliás, eu procuro picar várias frequências para "saber" do que falo e me cultivar. E posso dizer que, em viagens de maior dimensão, onde gosto de estar bem concentrado, escuto a Smooth FM. Já a Antena 2 oiço pelo menos 2 a 3 vezes por semana, ao deitar ou até quando estou a trabalhar. Acho que todos concordamos que a Antena 2 não está bem de saúde. Também acho que todos concordamos que a Smooth é um projeto com imensa qualidade, mas que padece de um problema significativo que é a parca rede de emissores. Em Portugal, a dado momento diabolizou-se as parcerias público-privadas, por razões que se prendem com gestão danosa. Mas quando uma PPP é bem feita, pode ser deveras interessante. E aqui parece-me o caso. A estação pública tem a rede de emissores e não tem projeto, a Smooth tem projeto mas tem a rede de emissores. A Antena 2, só com música clássica, torna-se redutora. Daà que tenha, paulatinamente, procurado integrar na sua oferta o Jazz. Já a Smooth ganharia outro tipo de ouvintes se fosse intercalando na sua oferta música clássica. As duas emissoras juntas, a nÃvel nacional, correspondem a 2% de share. Se ambas as rádios devem emitir em território nacional integralmente? Devem! Sendo uma oferta bastante diferenciada, acredito que adviriam todas as vantagens de uma relação deste tipo, que como referi seria vantajosa para as duas partes. Por outro lado, em caso algum estariamos a falar de uma PRIVATIZAÇÃO da Antena 2. A propriedade e controlo são do Estado, a gestão da programação seria sempre da Smooth, que teria de incluir, com total liberdade uma quota a definir de clássica (por exemplo 1/2 peças por hora ou painel dedicado diário). Não é inovar, é juntar dois géneros que ligam bem, dando músculo a uma rádio que tem espÃrito e espirito a uma que tem o esqueleto. As coisas não têm de ficar sempre iguais ad eternum! Ah, e claro está que, para que para dançar o tango, são precisos dois.
Tudo o que aqui escrevemos são ideias. Não passam disso. A menos que quer o Senhor quer eu sejamos da ERC, o que não é o caso, ou da adminsitração de alguma das rádios, o que penso também não ser. Não estou portanto, a fazer qualquer provocação, apenas a lançar a terreiro uma ideia. Pode ter ou não virtudes, admito que sim!
Exceptuando o ponto da A2/Smooth, que é mais discutÃvel, falta de viabilidade tem a situação atual, onde há uma cacofonia no espectro radioeletetrico com 1001 frequências, a maioria das quais fantasma, que são meros receptários de receitas de publicidade. É isso que pretendemos? Ter o Spotify a debitar música para um emissor FM? Ou queremos uma oferta abrangente, que alcane o máximo possÃvel de público? É que eu não posso, mas a ERC pode mudar o jogo! Ou vamos esperar e assistir sentados ao definhar de um modelo de locais, ao serviço público e, com um bocado de sorte, aos dois grupos privados que subsistem, também eles com dificuldades?
Penso ser essa a reflexão que se impõe!
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Concordo em absoluto com os dois pontos que acrescentas. Para mim, é impensável redes nacionais não terem emissões em direto 24/h e, em algumas, nem sequer animação!
Quanto ao ponto 2 pressumo que seja a questão da A3, ou também da transformação das locais em regionais?
A questão da A3.
Quanto ao resto tinha referido aqui que na minha opinião teria de ser feito com "pinças", olhando para as excepções como as duas rádios de Guimarães ou da Guarda ou rádios com parcerias transfronteiriças como a Rádio Fronteira de Vilar Formoso que tem programas em parceria com a Onda Cero e de uma forma mais geral, para assegurar a maior parte de postos de trabalho possÃvel resultante dessa transformação.
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Concordo em absoluto com os dois pontos que acrescentas. Para mim, é impensável redes nacionais não terem emissões em direto 24/h e, em algumas, nem sequer animação!
Quanto ao ponto 2 pressumo que seja a questão da A3, ou também da transformação das locais em regionais?
A questão da A3.
Quanto ao resto tinha referido aqui que na minha opinião teria de ser feito com "pinças", olhando para as excepções como as duas rádios de Guimarães ou da Guarda ou rádios com parcerias transfronteiriças como a Rádio Fronteira de Vilar Formoso que tem programas em parceria com a Onda Cero e de uma forma mais geral, para assegurar a maior parte de postos de trabalho possÃvel resultante dessa transformação.
Situações particulares requerem soluções particulares, que seriam sempre mais simples no interior. Mas também não me chocaria que as rádios de Gumarães concorressem à rede regional do Minho.
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A questão da Antena 2 tenho consciência que é bastante polémica, sim! Dou nota de que sou ouvinte de ambas as rádios, aliás, eu procuro picar várias frequências para "saber" do que falo e me cultivar. E posso dizer que, em viagens de maior dimensão, onde gosto de estar bem concentrado, escuto a Smooth FM. Já a Antena 2 oiço pelo menos 2 a 3 vezes por semana, ao deitar ou até quando estou a trabalhar. Acho que todos concordamos que a Antena 2 não está bem de saúde. Também acho que todos concordamos que a Smooth é um projeto com imensa qualidade, mas que padece de um problema significativo que é a parca rede de emissores. Em Portugal, a dado momento diabolizou-se as parcerias público-privadas, por razões que se prendem com gestão danosa. Mas quando uma PPP é bem feita, pode ser deveras interessante. E aqui parece-me o caso. A estação pública tem a rede de emissores e não tem projeto, a Smooth tem projeto mas tem a rede de emissores. A Antena 2, só com música clássica, torna-se redutora. Daà que tenha, paulatinamente, procurado integrar na sua oferta o Jazz. Já a Smooth ganharia outro tipo de ouvintes se fosse intercalando na sua oferta música clássica. As duas emissoras juntas, a nÃvel nacional, correspondem a 2% de share. Se ambas as rádios devem emitir em território nacional integralmente? Devem! Sendo uma oferta bastante diferenciada, acredito que adviriam todas as vantagens de uma relação deste tipo, que como referi seria vantajosa para as duas partes. Por outro lado, em caso algum estariamos a falar de uma PRIVATIZAÇÃO da Antena 2. A propriedade e controlo são do Estado, a gestão da programação seria sempre da Smooth, que teria de incluir, com total liberdade uma quota a definir de clássica (por exemplo 1/2 peças por hora ou painel dedicado diário). Não é inovar, é juntar dois géneros que ligam bem, dando músculo a uma rádio que tem espÃrito e espirito a uma que tem o esqueleto. As coisas não têm de ficar sempre iguais ad eternum! Ah, e claro está que, para que para dançar o tango, são precisos dois.
Tudo o que aqui escrevemos são ideias. Não passam disso. A menos que quer o Senhor quer eu sejamos da ERC, o que não é o caso, ou da adminsitração de alguma das rádios, o que penso também não ser. Não estou portanto, a fazer qualquer provocação, apenas a lançar a terreiro uma ideia. Pode ter ou não virtudes, admito que sim!
Exceptuando o ponto da A2/Smooth, que é mais discutÃvel, falta de viabilidade tem a situação atual, onde há uma cacofonia no espectro radioeletetrico com 1001 frequências, a maioria das quais fantasma, que são meros receptários de receitas de publicidade. É isso que pretendemos? Ter o Spotify a debitar música para um emissor FM? Ou queremos uma oferta abrangente, que alcane o máximo possÃvel de público? É que eu não posso, mas a ERC pode mudar o jogo! Ou vamos esperar e assistir sentados ao definhar de um modelo de locais, ao serviço público e, com um bocado de sorte, aos dois grupos privados que subsistem, também eles com dificuldades?
Penso ser essa a reflexão que se impõe!
“pdfnâ€, coloca o foco da sua reflexão no campo das ideias e acho que esse deve ser o ponto da discussão. Participo neste fórum como ouvinte, não existe qualquer relação profissional da minha parte com o meio da radiodifusão, nem com qualquer tipo de entidade reguladora.
Discordo dos seus pontos de vista, vamos por partes:
i) A parceria público-privada para mesclar a ‘SmoothFM’ com a estatal ‘Antena 2’ parece-me uma ideia “demasiado fora da caixaâ€. Faz-me lembrar um cientista que realiza uma experiência num laboratório e explode com esse laboratório. Neste caso, é para explodir com a ‘SmoothFM’, não vai resultar. Testar outro tipo de produto, quiçá… com este acho um erro irreversÃvel, o risco é muito elevado. A ‘SmoothFM’ tem muito potencial para explorar e padece de dois problemas: baixo investimento em recursos humanos, que, a ser feito, resultaria num projeto uma de excelência; o outro, a parca rede de emissores, que não se resolve com PPP que impõem restrições e falta de liberdade criativa, mas resolve-se com o DAB+, um trunfo da MCR para esta tecnologia emergente.
ii) Não é viável investir milhões numa tecnologia obsoleta, nem que seja para reorganizar o espetro radioelétrico, quando existe uma tecnologia emergente que está a ser disseminada em toda e Europa. Mas tarde ou mais cedo, chega até ao nosso paÃs. Vão-se investir milhões em algo ultrapassado, para quê? O DAB+ soluciona todas as questões que coloca e muitas mais. A questão dos recetores e preços não se coloca para o setor automóvel, qualquer veÃculo novo que adquira tem integrado de série um recetor de DAB+. Coloco a questão nestes termos: “os nossos concidadãos europeus andam em carros voadores, nós em carroças puxadas por mulasâ€. É essa a visão que tem para o nosso paÃs?
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“pdfnâ€, coloca o foco da sua reflexão no campo das ideias e acho que esse deve ser o ponto da discussão. Participo neste fórum como ouvinte, não existe qualquer relação profissional da minha parte com o meio da radiodifusão, nem com qualquer tipo de entidade reguladora.
Discordo dos seus pontos de vista, vamos por partes:
i) A parceria público-privada para mesclar a ‘SmoothFM’ com a estatal ‘Antena 2’ parece-me uma ideia “demasiado fora da caixaâ€. Faz-me lembrar um cientista que realiza uma experiência num laboratório e explode com esse laboratório. Neste caso, é para explodir com a ‘SmoothFM’, não vai resultar. Testar outro tipo de produto, quiçá… com este acho um erro irreversÃvel, o risco é muito elevado. A ‘SmoothFM’ tem muito potencial para explorar e padece de dois problemas: baixo investimento em recursos humanos, que, a ser feito, resultaria num projeto uma de excelência; o outro, a parca rede de emissores, que não se resolve com PPP que impõem restrições e falta de liberdade criativa, mas resolve-se com o DAB+, um trunfo da MCR para esta tecnologia emergente.
ii) Não é viável investir milhões numa tecnologia obsoleta, nem que seja para reorganizar o espetro radioelétrico, quando existe uma tecnologia emergente que está a ser disseminada em toda e Europa. Mas tarde ou mais cedo, chega até ao nosso paÃs. Vão-se investir milhões em algo ultrapassado, para quê? O DAB+ soluciona todas as questões que coloca e muitas mais. A questão dos recetores e preços não se coloca para o setor automóvel, qualquer veÃculo novo que adquira tem integrado de série um recetor de DAB+. Coloco a questão nestes termos: “os nossos concidadãos europeus andam em carros voadores, nós em carroças puxadas por mulasâ€. É essa a visão que tem para o nosso paÃs?
Caro João,
Eu percebi que também, tal como eu, era ouvinte. Por isso escrevi o que escrevi... ;D ;D
Quanto aos pontos em si mesmo, uma ressalva prévia: claro que o DAB +, nem que fosse nos três grupos (R/Com, MCR e RDP) solucionaria todos estes problemas. Só que, tal como já tive oportunidade de escrever aqui, garantidamente até ao final de 2030 não vamos ter essa migração. Existiam conversações avançadas entre a academia e os operadores para incluir verbas para a aquisição dos emissores no PRR aka Bazuca, bem como para fazer um projeto Mobilizador de grandes dimensões no âmbito das Agendas Estratégicas que estão a concurso até 30/09, mas a montanha pariu 0 euros e zero cêntimos. Ao que consta, não houve vontade de investir na área das telecomunicações (o 5G é outro parente que ficou a ver navios).
Posto isto, tenhamos consciência, pelo menos 10 anos disto, que serão seguramente mais, implicaria mexer no que temos. 15 anos (10+5 para implementar) não é, nem de longe nem de perto provisório. Até lá, vamos continuar a assistir a locais moribundas, a compras e esquemas para emitir redes que são verdadeiras nacionais, a um serviço público a cair de caruncho, etc, etc. Claro que a A2 (bem como a A1 e ainda mais a A3) necessitam de um novo rumo, de um projeto. E era isso que um projeto como a Smooth poderia dar a 2. Por seu lado, a 2 dava-lhe os emissores de que teria falta. Com 1,3 de audiência torna-se dificil a uma administração investir numa rede de emissores, seja na situação atual (por aquisições) ou numa hipotética reorganização. Mais a mais, como diz e bem, haveremos de passar para o DAB + onde não existem esses constrangimentos e, como tal, uma solução não definitiva agradaria a todas as partes. O produto fora da caixa de que fala... bom, a própria A2 já conjuga Clássica com Jazz, a BBC Radio 3 também, e a RNE Clássica pelo que investiguei também já vai nadando para fora de pé. De forma alguma rebentaria com a Smooth, pois a exploração ficaria integralmente a cargo da MCR, quanto muito, os noticiários poderiam ser feitos pela RDP. Era apenas e só criação de sinergias para apresentar um produto forte. Se pegasse, mais adiante, poderiamos avaliar a pertinência de o Estado manter uma rádio clássica ou se pode usar essa rede para fins que, de facto, não agradem às privadas. Daà que tenha, também sugerido, a transformação radical do projeto da 3, pois no segmento em que opera, o privado tem interesse. Existência de regulação? Sem dúvida, todos admitimos que é o que falta, mas regulação útil, não como a que temos agora, que regula o acessório e esquece o fundamental.
Espero que tenha ficado esclarecido. É sempre bom este debate!
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Temos, portanto, um parque jurássico FM por mais algumas décadas.
Neste sentido, convém escolher alguém que perceba de dinossauros...
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Caro João,
Eu percebi que também, tal como eu, era ouvinte. Por isso escrevi o que escrevi... ;D ;D
Quanto aos pontos em si mesmo, uma ressalva prévia: claro que o DAB +, nem que fosse nos três grupos (R/Com, MCR e RDP) solucionaria todos estes problemas. Só que, tal como já tive oportunidade de escrever aqui, garantidamente até ao final de 2030 não vamos ter essa migração. Existiam conversações avançadas entre a academia e os operadores para incluir verbas para a aquisição dos emissores no PRR aka Bazuca, bem como para fazer um projeto Mobilizador de grandes dimensões no âmbito das Agendas Estratégicas que estão a concurso até 30/09, mas a montanha pariu 0 euros e zero cêntimos. Ao que consta, não houve vontade de investir na área das telecomunicações (o 5G é outro parente que ficou a ver navios).
Posto isto, tenhamos consciência, pelo menos 10 anos disto, que serão seguramente mais, implicaria mexer no que temos. 15 anos (10+5 para implementar) não é, nem de longe nem de perto provisório. Até lá, vamos continuar a assistir a locais moribundas, a compras e esquemas para emitir redes que são verdadeiras nacionais, a um serviço público a cair de caruncho, etc, etc. Claro que a A2 (bem como a A1 e ainda mais a A3) necessitam de um novo rumo, de um projeto. E era isso que um projeto como a Smooth poderia dar a 2. Por seu lado, a 2 dava-lhe os emissores de que teria falta. Com 1,3 de audiência torna-se dificil a uma administração investir numa rede de emissores, seja na situação atual (por aquisições) ou numa hipotética reorganização. Mais a mais, como diz e bem, haveremos de passar para o DAB + onde não existem esses constrangimentos e, como tal, uma solução não definitiva agradaria a todas as partes. O produto fora da caixa de que fala... bom, a própria A2 já conjuga Clássica com Jazz, a BBC Radio 3 também, e a RNE Clássica pelo que investiguei também já vai nadando para fora de pé. De forma alguma rebentaria com a Smooth, pois a exploração ficaria integralmente a cargo da MCR, quanto muito, os noticiários poderiam ser feitos pela RDP. Era apenas e só criação de sinergias para apresentar um produto forte. Se pegasse, mais adiante, poderiamos avaliar a pertinência de o Estado manter uma rádio clássica ou se pode usar essa rede para fins que, de facto, não agradem às privadas. Daà que tenha, também sugerido, a transformação radical do projeto da 3, pois no segmento em que opera, o privado tem interesse. Existência de regulação? Sem dúvida, todos admitimos que é o que falta, mas regulação útil, não como a que temos agora, que regula o acessório e esquece o fundamental.
Espero que tenha ficado esclarecido. É sempre bom este debate!
Caro “pdfnâ€, se a informação que veicula for fidedigna, então perspetiva-se o futuro com os olhos postos no passado, isto é, nada de novo se afigura e esta é mais uma oportunidade perdida para a desejada renovação/reinvenção da rádio portuguesa. Por outro lado, vamos ficando cada vez mais para trás numa União Europeia, repito a palavra União, em que Portugal estagna em matéria de radiodifusão face aos a tantos outros paÃses da Europa, incluindo os pequenos e com menor população que o nosso. O DAB+ seria a oportunidade para esse arejamento e renovação que são necessários. Com dois multiplexadores nacionais consegue-se disponibilizar uma generosa oferta de 25 estações de rádio, isto com a qualidade apregoada para esta tecnologia, diversidade mais que suficiente para agradar a diferentes públicos e evitar que os mesmos se desliguem deste meio, optando por outros. Muitos paÃses já o fizeram, França vai começar em outubro deste ano e concluir o processo em 2029. Estamos na cauda deste processo, pior nem sequer estamos. Um vazio que faz lembrar o terceiro mundo em matéria de avanço tecnológico.
Não fundamenta quem paga uma reorganização do espetro radioelétrico no FM, uma tecnologia a prazo e obsoleta. Falta dinheiro para a rádio, de onde provém essa chuva de milhões para esse projeto megalómano, condenado a prazo?
Porque motivo quer ver uma parceria entre a MCR e o grupo estatal RTP? Então, e os outros grupos privados ficam de fora, porquê? Isto não faz nenhum sentido. Uma parceria entre a ‘SmoothFM’ e a ‘Antena 2’ acaba em fuzilamento da ‘SmoothFM’. A ‘SmoothFM’ não é, nem nunca foi, uma rádio erudita; a ‘SmoothFM’ não é, nem nunca foi, uma rádio de Jazz. O que refere não tem nenhuma lógica, nem sentido, nem resolve coisa nenhuma.
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Sobre o futuro da rádio em Portugal... sei que uma andorinha não faz a Primavera. Mas fiquei muito triste por me aperceber, em conversa com uma locutora que está em antena numa nacional (6 + associações de locais), que a mesma não sabia que a rádio emitia em frequências distintas da de Monsanto no resto do país! Estão a ver porque não sou fã de pessoas que fazem rádio para dar o salto, mas que até têm talento e muito para estar lá? Mais, a locutora em questão, que não vou dizer o nome porque não interessa, nem sequer sabia que a rádio dela tinha dois emissores na região de Lisboa, a ajudar Monsanto!
A minha pergunta é: o que se ensina nas Escolas de Comunicação Social neste país? Pelo menos na Universidade do Porto, o departamento de Telecomunicações da FEUP é um dos quatro responsáveis pelo curso, sei que têm noções básicas de rádio nessa parte.
Para além disso, até eu que sou um leigo nestes assuntos, mas que tinha alguma curiosidade pelo meio em miúdo, sabia as frequências das nacionais daqui do Porto: 92.5, 93.7, 96.7, 97.7, 104.1, 105.3.
Não interpretem este desabafo como sendo por ser de Lisboa, o resto do país é paisagem. É mais, porque raio não sabe isso? É o básico dos básicos!
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Sobre o futuro da rádio em Portugal... sei que uma andorinha não faz a Primavera. Mas fiquei muito triste por me aperceber, em conversa com uma locutora que está em antena numa nacional (6 + associações de locais), que a mesma não sabia que a rádio emitia em frequências distintas da de Monsanto no resto do país! Estão a ver porque não sou fã de pessoas que fazem rádio para dar o salto, mas que até têm talento e muito para estar lá? Mais, a locutora em questão, que não vou dizer o nome porque não interessa, nem sequer sabia que a rádio dela tinha dois emissores na região de Lisboa, a ajudar Monsanto!
A minha pergunta é: o que se ensina nas Escolas de Comunicação Social neste país? Pelo menos na Universidade do Porto, o departamento de Telecomunicações da FEUP é um dos quatro responsáveis pelo curso, sei que têm noções básicas de rádio nessa parte.
Para além disso, até eu que sou um leigo nestes assuntos, mas que tinha alguma curiosidade pelo meio em miúdo, sabia as frequências das nacionais daqui do Porto: 92.5, 93.7, 96.7, 97.7, 104.1, 105.3.
Não interpretem este desabafo como sendo por ser de Lisboa, o resto do país é paisagem. É mais, porque raio não sabe isso? É o básico dos básicos!
pdnf, isso não é um caso isolado. Posso garantir-te que a generalidade dos locutores em Lisboa não sabe a esmagadora maioria das frequências que têm quando falamos de cobertura nacional. Se perguntares a alguém da Comercial qual é a frequência que eles usam na Serra das Meadas só o Pedro Ribeiro, o Nuno Markl e possivelmente a Rita Rugeroni sabem responder e pouco mais. Da M80 podem até nem sequer saber de uma série delas e que há emissões locais...
Aqui não sendo tanto a obrigação deles, acharia talvez relevante conhecer, afinal falamos da nossa casa onde trabalhamos e da camisola que vestimos. Se isto fosse nos anos 90 em que se assinalava emissores em baixo e questões nos emissores e coisas que tais, e alternativas de escuta, estavam tramados. Como já não é e já não me lembro da última vez que uma rádio o fez, exceção ao Pedro Ribeiro que em plenas manhãs informa tudo o que se passa (RDS, emissores, etc) porque tem nitidamente gosto, na generalidade ninguém quer saber. E centralismo também é isso.
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Sobre o futuro da rádio em Portugal... sei que uma andorinha não faz a Primavera. Mas fiquei muito triste por me aperceber, em conversa com uma locutora que está em antena numa nacional (6 + associações de locais), que a mesma não sabia que a rádio emitia em frequências distintas da de Monsanto no resto do país! Estão a ver porque não sou fã de pessoas que fazem rádio para dar o salto, mas que até têm talento e muito para estar lá? Mais, a locutora em questão, que não vou dizer o nome porque não interessa, nem sequer sabia que a rádio dela tinha dois emissores na região de Lisboa, a ajudar Monsanto!
A minha pergunta é: o que se ensina nas Escolas de Comunicação Social neste país? Pelo menos na Universidade do Porto, o departamento de Telecomunicações da FEUP é um dos quatro responsáveis pelo curso, sei que têm noções básicas de rádio nessa parte.
Para além disso, até eu que sou um leigo nestes assuntos, mas que tinha alguma curiosidade pelo meio em miúdo, sabia as frequências das nacionais daqui do Porto: 92.5, 93.7, 96.7, 97.7, 104.1, 105.3.
Não interpretem este desabafo como sendo por ser de Lisboa, o resto do país é paisagem. É mais, porque raio não sabe isso? É o básico dos básicos!
pdnf, isso não é um caso isolado. Posso garantir-te que a generalidade dos locutores em Lisboa não sabe a esmagadora maioria das frequências que têm quando falamos de cobertura nacional. Se perguntares a alguém da Comercial qual é a frequência que eles usam na Serra das Meadas só o Pedro Ribeiro, o Nuno Markl e possivelmente a Rita Rugeroni sabem responder e pouco mais. Da M80 podem até nem sequer saber de uma série delas e que há emissões locais...
Aqui não sendo tanto a obrigação deles, acharia talvez relevante conhecer, afinal falamos da nossa casa onde trabalhamos e da camisola que vestimos. Se isto fosse nos anos 90 em que se assinalava emissores em baixo e questões nos emissores e coisas que tais, e alternativas de escuta, estavam tramados. Como já não é e já não me lembro da última vez que uma rádio o fez, exceção ao Pedro Ribeiro que em plenas manhãs informa tudo o que se passa (RDS, emissores, etc) porque tem nitidamente gosto, na generalidade ninguém quer saber. E centralismo também é isso.
Por todas as razões e mais algumas, mas principlamente pela má imagem que dá da empresa, fica muito mal isso acontecer. Repara, eu não digo que tenham de saber as frequências de cabeça, há quem as saiba, mas há mínimos. Não saber que as frequências são diferentes ao longo do território, é só um bocado mau demais e acho que isso não tem tanto que ver com o centralismo, mas sim com lacunas na formação. De qualquer das formas, é pessoal com fraca memória, pois passam tantas vezes ao longo da emissão...
Não tinha noção que o panorama estava assim ao nível das rádios adultas. Aí pensei que a coisa estivesse melhor. Nas jovens, enganos nas frequências e mesmo na geografia são por demais. Na Mega, por exemplo, só a Maria e principalmente a Catarina é que cantam as frequências na ponta da língua. De resto, enganos é o que mais há. A melhor que ouvi foi a Teresa Oliveira referir no ar que "estás a ouvir a Mega em Estremoz em... 92.7!", na frequência de Aveiro! Confundiu Estremoz com Estarreja! Pior é que essa gafe foi para vídeo no IG TV da Mega, avisei da asneira, dois dias depois lá substituiram o video, cortando essa parte.
À Laura, num qualquer podcast fizeram-lhe esse desafio e a coisa descambou, para lá dos 107.2 e dos 101.0.
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Sobre o futuro da rádio em Portugal... sei que uma andorinha não faz a Primavera. Mas fiquei muito triste por me aperceber, em conversa com uma locutora que está em antena numa nacional (6 + associações de locais), que a mesma não sabia que a rádio emitia em frequências distintas da de Monsanto no resto do país! Estão a ver porque não sou fã de pessoas que fazem rádio para dar o salto, mas que até têm talento e muito para estar lá? Mais, a locutora em questão, que não vou dizer o nome porque não interessa, nem sequer sabia que a rádio dela tinha dois emissores na região de Lisboa, a ajudar Monsanto!
A minha pergunta é: o que se ensina nas Escolas de Comunicação Social neste país? Pelo menos na Universidade do Porto, o departamento de Telecomunicações da FEUP é um dos quatro responsáveis pelo curso, sei que têm noções básicas de rádio nessa parte.
Para além disso, até eu que sou um leigo nestes assuntos, mas que tinha alguma curiosidade pelo meio em miúdo, sabia as frequências das nacionais daqui do Porto: 92.5, 93.7, 96.7, 97.7, 104.1, 105.3.
Não interpretem este desabafo como sendo por ser de Lisboa, o resto do país é paisagem. É mais, porque raio não sabe isso? É o básico dos básicos!
pdnf, isso não é um caso isolado. Posso garantir-te que a generalidade dos locutores em Lisboa não sabe a esmagadora maioria das frequências que têm quando falamos de cobertura nacional. Se perguntares a alguém da Comercial qual é a frequência que eles usam na Serra das Meadas só o Pedro Ribeiro, o Nuno Markl e possivelmente a Rita Rugeroni sabem responder e pouco mais. Da M80 podem até nem sequer saber de uma série delas e que há emissões locais...
Aqui não sendo tanto a obrigação deles, acharia talvez relevante conhecer, afinal falamos da nossa casa onde trabalhamos e da camisola que vestimos. Se isto fosse nos anos 90 em que se assinalava emissores em baixo e questões nos emissores e coisas que tais, e alternativas de escuta, estavam tramados. Como já não é e já não me lembro da última vez que uma rádio o fez, exceção ao Pedro Ribeiro que em plenas manhãs informa tudo o que se passa (RDS, emissores, etc) porque tem nitidamente gosto, na generalidade ninguém quer saber. E centralismo também é isso.
Por todas as razões e mais algumas, mas principlamente pela má imagem que dá da empresa, fica muito mal isso acontecer. Repara, eu não digo que tenham de saber as frequências de cabeça, há quem as saiba, mas há mínimos. Não saber que as frequências são diferentes ao longo do território, é só um bocado mau demais e acho que isso não tem tanto que ver com o centralismo, mas sim com lacunas na formação. De qualquer das formas, é pessoal com fraca memória, pois passam tantas vezes ao longo da emissão...
Não tinha noção que o panorama estava assim ao nível das rádios adultas. Aí pensei que a coisa estivesse melhor. Nas jovens, enganos nas frequências e mesmo na geografia são por demais. Na Mega, por exemplo, só a Maria e principalmente a Catarina é que cantam as frequências na ponta da língua. De resto, enganos é o que mais há. A melhor que ouvi foi a Teresa Oliveira referir no ar que "estás a ouvir a Mega em Estremoz em... 92.7!", na frequência de Aveiro! Confundiu Estremoz com Estarreja! Pior é que essa gafe foi para vídeo no IG TV da Mega, avisei da asneira, dois dias depois lá substituiram o video, cortando essa parte.
À Laura, num qualquer podcast fizeram-lhe esse desafio e a coisa descambou, para lá dos 107.2 e dos 101.0.
Pobre coitas. As miúdas nunca saíram de Lisboa e arredores e lá sabem elas onde fica Estarreja.
Por norma, para um liasboeta só há 5 zonas: Lisboa e depois dizem que foram ao Norte, Centro, Alentejo e Algarve, sem nunca referirem o nome de nenhuma cidade. È inacreditavel a dificuldade que têm em referir nomes de cidades ou concelhos.
Se forem ao Porto dizem que foram ao Norte, por exemplo. Habitos imperialistas que passaram de geração em geração.
O centralismo bacoco destas radios jovens da Capital dá nisso.
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Pobre coitas. As miúdas nunca saíram de Lisboa e arredores e lá sabem elas onde fica Estarreja.
Por norma, para um liasboeta só há 5 zonas: Lisboa e depois dizem que foram ao Norte, Centro, Alentejo e Algarve, sem nunca referirem o nome de nenhuma cidade. È inacreditavel a dificuldade que têm em referir nomes de cidades ou concelhos.
Se forem ao Porto dizem que foram ao Norte, por exemplo. Habitos imperialistas que passaram de geração em geração.
O centralismo bacoco destas radios jovens da Capital dá nisso.
Zeca, é a própria organização do território que incentiva isso. Repara, as 5 regiões administrativas atuais são Lisboa e Valedo Tejo (minúscula), Norte, Centro, Alentejo e Algarve. Sim, é um problema grave esta macrocefalia que existe em Portugal que nos vai fazer não sair da cepa torta.
Não obstante este reparo, o caso que contei da Teresa foi (muito) mau, foi, mas não o atribuo a centralismo. Aliás, o que queria focar, fundamentalmente, era o erro da frequência, que nem sequer existe e que não é próxima da de Aveiro (96.5). O que considero grave para alguém que trabalha em rádio. É normal que conheçamos melhor as terras e municípios mais próximos de nós. Eu, portuense, fecho os olhos e canto decor os municípios do distrito do Porto, de seguida os de Braga, Aveiro, Viana e Coimbra. A partir daí a coisa fica mais difícil e para o Alentejo então, há alguns que facilmente confundo se são de Évora ou Portalegre, por exemplo. A proximidade geográfica ao território faz-nos conhece-lo melhor. Portanto, não estranho que alguém do sul troque Estarreja por Estremoz, embora considere que não o devesse fazer, até porque ambas as terras são conhecidas ao extremo, pelo Carnaval e pela mármore. Aliás, a Teresa não é lisboeta, é cartaxeira e de mania de menina vazia de Lisboa não tem nada.
Também dei o caso da Laura, que faz emissão em Lisboa, mas cantou logo as frequências do Porto (107.2 e 101.0) e a partir daí foi água em toda a linha. Claramente, nós sabemos o que diz respeito à nossa terra. A mim, pouco me interessa o que se passa em Lisboa para lá dos Palácios de São Bento e Belém, que têm ""jurisdição"" nacional.
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Segundo a edição do Reuters Digital News Report 2022, finalmente a rádio tem um bom crescimento como fonte principal de informação: de 4,2% para 7,1% enquanto a a televisão desceu de 57,7% para 53,6% e a imprensa em papel caiu de 7,3% para 3,2%.
Boa subida, embora ainda há espaço para crescer muito mais. É importante que o público a recompense face a uma TV doentiamente monotemática nestes últimos 2 anos.
https://rr.sapo.pt/noticia/pais/2022/06/20/portugueses-sao-dos-que-mais-confiam-nas-noticias-radio-cresce-como-fonte-principal/288917/
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Sobre o futuro da rádio em Portugal... sei que uma andorinha não faz a Primavera. Mas fiquei muito triste por me aperceber, em conversa com uma locutora que está em antena numa nacional (6 + associações de locais), que a mesma não sabia que a rádio emitia em frequências distintas da de Monsanto no resto do país! Estão a ver porque não sou fã de pessoas que fazem rádio para dar o salto, mas que até têm talento e muito para estar lá? Mais, a locutora em questão, que não vou dizer o nome porque não interessa, nem sequer sabia que a rádio dela tinha dois emissores na região de Lisboa, a ajudar Monsanto!
A minha pergunta é: o que se ensina nas Escolas de Comunicação Social neste país? Pelo menos na Universidade do Porto, o departamento de Telecomunicações da FEUP é um dos quatro responsáveis pelo curso, sei que têm noções básicas de rádio nessa parte.
Para além disso, até eu que sou um leigo nestes assuntos, mas que tinha alguma curiosidade pelo meio em miúdo, sabia as frequências das nacionais daqui do Porto: 92.5, 93.7, 96.7, 97.7, 104.1, 105.3.
Não interpretem este desabafo como sendo por ser de Lisboa, o resto do país é paisagem. É mais, porque raio não sabe isso? É o básico dos básicos!
pdnf, isso não é um caso isolado. Posso garantir-te que a generalidade dos locutores em Lisboa não sabe a esmagadora maioria das frequências que têm quando falamos de cobertura nacional. Se perguntares a alguém da Comercial qual é a frequência que eles usam na Serra das Meadas só o Pedro Ribeiro, o Nuno Markl e possivelmente a Rita Rugeroni sabem responder e pouco mais. Da M80 podem até nem sequer saber de uma série delas e que há emissões locais...
Aqui não sendo tanto a obrigação deles, acharia talvez relevante conhecer, afinal falamos da nossa casa onde trabalhamos e da camisola que vestimos. Se isto fosse nos anos 90 em que se assinalava emissores em baixo e questões nos emissores e coisas que tais, e alternativas de escuta, estavam tramados. Como já não é e já não me lembro da última vez que uma rádio o fez, exceção ao Pedro Ribeiro que em plenas manhãs informa tudo o que se passa (RDS, emissores, etc) porque tem nitidamente gosto, na generalidade ninguém quer saber. E centralismo também é isso.
Por todas as razões e mais algumas, mas principlamente pela má imagem que dá da empresa, fica muito mal isso acontecer. Repara, eu não digo que tenham de saber as frequências de cabeça, há quem as saiba, mas há mínimos. Não saber que as frequências são diferentes ao longo do território, é só um bocado mau demais e acho que isso não tem tanto que ver com o centralismo, mas sim com lacunas na formação. De qualquer das formas, é pessoal com fraca memória, pois passam tantas vezes ao longo da emissão...
Não tinha noção que o panorama estava assim ao nível das rádios adultas. Aí pensei que a coisa estivesse melhor. Nas jovens, enganos nas frequências e mesmo na geografia são por demais. Na Mega, por exemplo, só a Maria e principalmente a Catarina é que cantam as frequências na ponta da língua. De resto, enganos é o que mais há. A melhor que ouvi foi a Teresa Oliveira referir no ar que "estás a ouvir a Mega em Estremoz em... 92.7!", na frequência de Aveiro! Confundiu Estremoz com Estarreja! Pior é que essa gafe foi para vídeo no IG TV da Mega, avisei da asneira, dois dias depois lá substituiram o video, cortando essa parte.
À Laura, num qualquer podcast fizeram-lhe esse desafio e a coisa descambou, para lá dos 107.2 e dos 101.0.
Pobre coitas. As miúdas nunca saíram de Lisboa e arredores e lá sabem elas onde fica Estarreja.
Por norma, para um liasboeta só há 5 zonas: Lisboa e depois dizem que foram ao Norte, Centro, Alentejo e Algarve, sem nunca referirem o nome de nenhuma cidade. È inacreditavel a dificuldade que têm em referir nomes de cidades ou concelhos.
Se forem ao Porto dizem que foram ao Norte, por exemplo. Habitos imperialistas que passaram de geração em geração.
O centralismo bacoco destas radios jovens da Capital dá nisso.
Este é dos que se pintava todo para ir para Lisboa trabalhar numa rádio…. ;D ;D
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https://www.erc.pt/pt/noticias/a-radio-em-portugal-uma-decada-de-intervencao-regulatoria
O futuro da rádio segundo a ERC
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https://www.erc.pt/pt/noticias/a-radio-em-portugal-uma-decada-de-intervencao-regulatoria
O futuro da rádio segundo a ERC
Toquem as trombetas: acordaram para a vida!
Na procura de soluções, a ERC considera pertinente proceder-se a uma avaliação prospetiva e estratégica da reorganização da paisagem radiofónica nacional, considerando por exemplo as possibilidades já abertas pelo regime jurídico em vigor de implementação de serviços de programa regionais, abrangendo um conjunto de dois ou mais municípios contíguos (e áreas limítrofes) ou, nas regiões autónomas, uma ilha com mais do que um município.
Honestamente, penso que esta passagem significará, no prazo que o legislador/regulador entender, a evolução para o modelo que se necessita, a criação de rádios regionais, ao mesmo tempo que oferecerá a possibilidade de deixar de andar a brincar ao faz de conta das licenças locais para os grupos nacionais. Se for bem feito, sairão todos a ganhar.
Edit: Vai ser leitura para os próximos tempos, mas já encontrei algumas coisas dignas de registo, nomeadamente a designação RECORD FM (Igreja Universal do Reino de Deus - já não há tabu em afirmar num documento da ERC que é uma correia de transmissão), o facto de só existir uma Rádio Universitária em Portugal, a do Algarve, pois as outras três já são Generalistas e de a Nova Era ter uma associação de serviços de programas, sendo que não o pode ter por lei.
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Edit: Vai ser leitura para os próximos tempos, mas já encontrei algumas coisas dignas de registo, nomeadamente a designação RECORD FM (Igreja Universal do Reino de Deus - já não há tabu em afirmar num documento da ERC que é uma correia de transmissão), o facto de só existir uma Rádio Universitária em Portugal, a do Algarve, pois as outras três já são Generalistas e de a Nova Era ter uma associação de serviços de programas, sendo que não o pode ter por lei.
Pode ter, o que não pode ter é "produção partilhada" e transmissão em cadeia 24 horas por dia, só 16.
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Pode ter, o que não pode ter é "produção partilhada" e transmissão em cadeia 24 horas por dia, só 16.
Mas isso a Nova Era nunca cumpriu, a emissão "local" nos 100,1 ia apenas das 21h às 00h e se não estou em erro só de segunda a sexta.
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https://www.erc.pt/pt/noticias/a-radio-em-portugal-uma-decada-de-intervencao-regulatoria
O futuro da rádio segundo a ERC
Caro FMstereo, obrigado pela partilha. Vou ler atentamente.
Julgo que existe uma oportunidade para implementar a rádio hertziana digital (DAB+) em Portugal, propiciando uma maior cobertura nacional para todas as estações e a vertente regional - agregando vários concelhos, para além de inúmeras vantagens ambientais e tecnológicas, permitindo ficar a par dos restantes países europeus que já estão de "vento em popa". Julgo que o caminho passará, sempre, pela transição "suave" entre o DAB+ e a FM, havendo um período, mais ou menos longo, de emissão simultânea em digital e analógico para permitir a transição das tecnologias sem sobressaltos. Há necessidade de uma campanha de comunicação pública para divulgar uma transição das tecnologias.
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Edit: Vai ser leitura para os próximos tempos, mas já encontrei algumas coisas dignas de registo, nomeadamente a designação RECORD FM (Igreja Universal do Reino de Deus - já não há tabu em afirmar num documento da ERC que é uma correia de transmissão), o facto de só existir uma Rádio Universitária em Portugal, a do Algarve, pois as outras três já são Generalistas e de a Nova Era ter uma associação de serviços de programas, sendo que não o pode ter por lei.
Pode ter, o que não pode ter é "produção partilhada" e transmissão em cadeia 24 horas por dia, só 16.
Atenção aos conceitos: associação de serviço de programas - retransmissão 24/h dia (exemplo: M80 Porto - 90.0); parceira de serviço de programas - retransmissão 16h/dia com 8h/dia de programação própria (exemplo: M80 Valongo - 105.8 ).
No caso da Nova Era a associação não seria possível por serem emissores do mesmo distrito, mas o relatório refere explicitamente que são rádios em associação. Possivelmente algum lapso da ERC que não conhece os concelhos do país.
Entretanto, as licenças da MegaHits de Gondomar, Aveiro e Sinta poderão estar em risco, algures no relatório refere que sendo rádios licenciadas como "Segmento de Público" não podem estar em associação com projeto de temática musical, reconhecendo a ERC que o pedido de alteração visou a criação da associação contornando a lei. Se perderam a licença, é um golpe pesado para a R/Com, embora o próprio relatório não deixe completamente fechada a porta à possibilidade de regularizarem a situação, mas no caso de Aveiro e Gondomar implicará com a não existência de generalistas (é verdade, já não há) nos respectivos concelhos, não sei até que ponto será viável sem a existência de uma alteração legislativa.
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Edit: Vai ser leitura para os próximos tempos, mas já encontrei algumas coisas dignas de registo, nomeadamente a designação RECORD FM (Igreja Universal do Reino de Deus - já não há tabu em afirmar num documento da ERC que é uma correia de transmissão), o facto de só existir uma Rádio Universitária em Portugal, a do Algarve, pois as outras três já são Generalistas e de a Nova Era ter uma associação de serviços de programas, sendo que não o pode ter por lei.
Pode ter, o que não pode ter é "produção partilhada" e transmissão em cadeia 24 horas por dia, só 16.
Atenção aos conceitos: associação de serviço de programas - retransmissão 24/h dia (exemplo: M80 Porto - 90.0); parceira de serviço de programas - retransmissão 16h/dia com 8h/dia de programação própria (exemplo: M80 Valongo - 105.8 ).
No caso da Nova Era a associação não seria possível por serem emissores do mesmo distrito, mas o relatório refere explicitamente que são rádios em associação. Possivelmente algum lapso da ERC que não conhece os concelhos do país.
Entretanto, as licenças da MegaHits de Gondomar, Aveiro e Sinta poderão estar em risco, algures no relatório refere que sendo rádios licenciadas como "Segmento de Público" não podem estar em associação com projeto de temática musical, reconhecendo a ERC que o pedido de alteração visou a criação da associação contornando a lei. Se perderam a licença, é um golpe pesado para a R/Com, embora o próprio relatório não deixe completamente fechada a porta à possibilidade de regularizarem a situação, mas no caso de Aveiro e Gondomar implicará com a não existência de generalistas (é verdade, já não há) nos respectivos concelhos, não sei até que ponto será viável sem a existência de uma alteração legislativa.
Exacto.
Naquele relatório também é destacado que em Águeda as duas licenças são detidas pelos mesmos proprietários, violando a Lei da Rádio.
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Vai evoluir para redes regionais, em substituição das locais. Este relatório parece-me ser a antecâmara para o que aí vem, ao falar em dois ou mais municípios contíguos. Parece-me que a ideia é permitir que, pelo menos nas áreas metropolitanas as rádios em operação se escutem com qualidade, agora, isso vai influenciar de certeza o número de licenças.
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
… altamente polémico pelo menos na vertente informativa. Na musical/entretenimento sim, bem verdade
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
… altamente polémico pelo menos na vertente informativa. Na musical/entretenimento sim, bem verdade
As emissões fora do estúdio (Porto, Aveiro e esperemos que outras cidades) são muito boas. O que o Atento disse é um facto.
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
… altamente polémico pelo menos na vertente informativa. Na musical/entretenimento sim, bem verdade
As emissões fora do estúdio (Porto, Aveiro e esperemos que outras cidades) são muito boas. O que o Atento disse é um facto.
Sim, mas são ainda alguns dias por ano. No resto do tempo tens boletins de informação local muito curtos… e pontualmente uma ou outra coisa a ir para os boletins regulares. Nesse aspeto considero estar aquém face ao que uma local faria, ainda que haja muitos atores locais ouvidos, mas não se compara com bons boletins de uma boa estação local.
Bem, melhor que aquelas que dão 15 minutos de reuniões da câmara é de certeza.
E claramente o Atento esqueceu se também que não tem a Observador que fazer pelo concelho de Aveiro, mas sim pelo de São João da Madeira. E não é uma diferença de somenos - e dentro disso, teria que dar alguma prioridade adicional ao norte de Aveiro sobre a capital de distrito uma vez que a afinidade do concelho é com a Feira, Ovar, Espinho, Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra. Estarreja, Aveiro, Ilhavo, são tudo zonas de segunda volta pelas distâncias envolvidas. Não é o que se verifica em emissão e muito frequentemente se recorre ao expediente de dar Aveiro sobre todas as outras…
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.
Não anda a ouvir a Observador...
É crime angariar publicidade legal?
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.
Sabes lá o que dizes zequinha.
Ontem estiveram o dia todo nos principais incêndios, incluindo esse.
E hoje de manhã, igual.
Ouve e comenta com seriedade. Não te deixes toldar pela raiva de não teres sido selecionado para a Rádio Observador.
Ressabiado
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.
Sabes lá o que dizes zequinha.
Ontem estiveram o dia todo nos principais incêndios, incluindo esse.
E hoje de manhã, igual.
Ouve e comenta com seriedade. Não te deixes toldar pela raiva de não teres sido selecionado para a Rádio Observador.
Ressabiado
Portugal não termina em Palmela ou em Sintra.
O Observador é uma rádio local de Lisboa que retransmite no Grande Porto à custa de duas frequências de rádios locais.
Praticamente não sai de estúdio e socorre-se das tvs de informação para estar pelo país.
Fora de Lisboa e arredores, não têm existência física.
Um ou duas vezes por ano, mudam bagagens até ao Porto para lá estar 3 dias ou até Aveiro numa espécie de descentralização temporária. Depois regressam à base e lá voltam ao trivial centralismo.
Uma pena um Júlio Magalhães que em outros palcos tanto falou contra o centralismo e vive agora à custa dele.
Os tachos são precisos.
São os factos.
O resto é lirismo da sua parte.
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Devolvam as frequências aos concelhos ou façam rádio a partir do concelho com estúdios e gente a trabalhar. O relatório podia terminar assim.
Devolver o quê?
Está a fazer mais a Rádio Observador pelo concelho de Aveiro do que muitas locais toda a sua vida no concelho ou concelhos...
A Observador que diga quanto ganhou por estar em Aveiro.
Quem pagou as viagens, estadia e afins?
Fazer algo por um concelho é lá estar um dia?
Tenha juizo.
O Porto e Aveiro para a Observador apenas tem como interesse a obtenção de publicidade para o projecto.
Regressam a Lisboa e lá querem saber de Aveiro.
Quantos jornalistas trabalham em Aveiro para a Observador?
Onde está a Observador no terreno a acompanhar os incendios no distrito de Aveiro, como aconteceu ontem com o corte da A1?
Onde estão os reporteres no distrito?
Em lado algum.
Você parece a Observador, sentados dentro do estúdio em Lisboa com ar condicionado a dar noticias de incendios à custa das tvs de informação.
Sabes lá o que dizes zequinha.
Ontem estiveram o dia todo nos principais incêndios, incluindo esse.
E hoje de manhã, igual.
Ouve e comenta com seriedade. Não te deixes toldar pela raiva de não teres sido selecionado para a Rádio Observador.
Ressabiado
O jornalista da Observador que esteve no incendio em Albergaria foi o André Maia, e que eu saiba é um jornalista lisboeta, sediado em Lisboa e apenas lá esteve porque houve a coincidência de a rádio estar em Aveiro, pois caso contrario, não tinha ninguém a norte de Alverca. Essa lenga lenga de quererem transformar uma micro rádio local do concelho em rádio nacional é de facto hilariante. Nem a RDP ao fim de 60 o é, bem pelo contrario, quanto mais uma a micro Observador.
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Desculpem os anteriores participantes, mas recordo que o tema aqui é o "futuro da rádio em Portugal". Por favor, falem desse assunto...
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Não creio que vá acontecer uma mudança legislativa no sentido de permitir a deslocalização de emissores para fora dos concelhos limítrofes ao qual a frequência foi atribuída. Faria sentido no caso da Smooth FM, mas, aberto o precedente legal , por que não deslocalizar a Mega Hits Coimbra (90,0) para o Trevim... e pressionar ainda mais a M80 Porto (90,0), talvez a Alive FM (89,9 Sátão) e, inclusivamente, em certos pontos mais a Sul, a RFM da Arrábida (também nos 89,9 MHz)?!
Sr. Luís, posso estar errado na leitura que faço, mas ao ler aquele relatório da ERC (que ainda não tive oportunidade de explorar em detalhe admito) fico com a clara sensação que a ideia será justamente permitir alargar o âmbito da cobertura das locais para os municípios da AMP/CIM a que pertencem, diminuindo o número de licenças. Eles falam claramente na transformação de conceito, de passagem de rádios locais a regionais (questiono-me se no caso TSF e M80 não acabarão por ganhar redes nacionais). Também me parece óbvio que os grandes grupos não vão perder privilégios.
A MegaHits de Coimbra e a a M80 faziam todo o sentido estar no Trevim e, possivelmente até com maior potência. O caso da M80 Porto é extremamente complicado porque é muito pressionado a Sul pela Mega e a Norte chega à Trofa e começa a escutar as interferências da RNE 1 do Domaio em 90.1.
Claro que para isso acontecer, sem ficarmos com o espectro ao estilo Espanha, em que no espaço de 100m na mesma frequência apanha 3 rádios, a única solução será mesmo a de diminuir o número de licenças locais, que como escrevi, creio que seja o que está na calha.
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Não creio que vá acontecer uma mudança legislativa no sentido de permitir a deslocalização de emissores para fora dos concelhos limítrofes ao qual a frequência foi atribuída. Faria sentido no caso da Smooth FM, mas, aberto o precedente legal , por que não deslocalizar a Mega Hits Coimbra (90,0) para o Trevim... e pressionar ainda mais a M80 Porto (90,0), talvez a Alive FM (89,9 Sátão) e, inclusivamente, em certos pontos mais a Sul, a RFM da Arrábida (também nos 89,9 MHz)?!
Sr. Luís, posso estar errado na leitura que faço, mas ao ler aquele relatório da ERC (que ainda não tive oportunidade de explorar em detalhe admito) fico com a clara sensação que a ideia será justamente permitir alargar o âmbito da cobertura das locais para os municípios da AMP/CIM a que pertencem, diminuindo o número de licenças. Eles falam claramente na transformação de conceito, de passagem de rádios locais a regionais (questiono-me se no caso TSF e M80 não acabarão por ganhar redes nacionais). Também me parece óbvio que os grandes grupos não vão perder privilégios.
A MegaHits de Coimbra e a a M80 faziam todo o sentido estar no Trevim e, possivelmente até com maior potência. O caso da M80 Porto é extremamente complicado porque é muito pressionado a Sul pela Mega e a Norte chega à Trofa e começa a escutar as interferências da RNE 1 do Domaio em 90.1.
Claro que para isso acontecer, sem ficarmos com o espectro ao estilo Espanha, em que no espaço de 100m na mesma frequência apanha 3 rádios, a única solução será mesmo a de diminuir o número de licenças locais, que como escrevi, creio que seja o que está na calha.
Obviamente que num país ligado a lobbys partidários e economicos, os grandes grupos nunca vão perder frequencias ou obriga-las a ter emissão local ( desde o concelho e não desde Lisboa ). Portugal é um país de parasitas politicos que fazem tudo em prol dos seus amigos e todos se ajudam uns aos outros.
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O futuro da rádio em Portugal segundo o relatório patético da ERC é reorganizar o FM. ;D
A RDT (DAB) é uma coisa lá muito longe e será para as redes nacionais e eventualmente o que advier das redes regionais ou municipais ou lá o Diabo que eles querem reinventar para o FM em pleno 2022. Coisas peregrinas que passam pelas cabeças deste bando de incompetentes na ERC e na Anacom também.
Rádios locais em DRM? ;D
Sabem lá eles as soluções digitais em RDT (DAB) existentes actualmente.
Relatório ridículo e com uma série de erros.
O estado da rádio em Portugal reflecte os lóbis que tomaram por completo a Associação Portuguesa de Radiodifusão.
Viva o FM!!!
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O futuro da rádio em Portugal segundo o relatório patético da ERC é reorganizar o FM. ;D
A RDT (DAB) é uma coisa lá muito longe e será para as redes nacionais e eventualmente o que advier das redes regionais ou municipais ou lá o Diabo que eles querem reinventar para o FM em pleno 2022. Coisas peregrinas que passam pelas cabeças deste bando de incompetentes na ERC e na Anacom também.
Rádios locais em DRM? ;D
Sabem lá eles as soluções digitais em RDT (DAB) existentes actualmente.
Relatório ridículo e com uma série de erros.
O estado da rádio em Portugal reflecte os lóbis que tomaram por completo a Associação Portuguesa de Radiodifusão.
Viva o FM!!!
Digo isso aqui há bastante tempo: o DAB + em Portugal antes de 2035 (próximo quadro comunitário pós 2030) não antevejo. Parece-me também que a ideia das novas redes regionais será mesmo o de dar uma dimensão nacional às rádios da Bauer (curioso o timming do negócio e do relatório), a que virá por acréscimo a MegaHits, a Observador e a TSF e eventualmente a IURD FM.
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É evidente queo FM precisa de ser reorganizado...
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É evidente queo FM precisa de ser reorganizado...
Certo.
As duas coisas (reorganização do FM e aposta no DAB+) não são exclusivas, podem e devem avançar ao mesmo tempo.
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;D ;D ;D
Presente da rádio em França. Avança a RDT (DAB+)
Presente da rádio em Itália. Avança a RDT.
Presente da rádio no Reino Unido. Avança a RDT.
Presente da rádio na Noruega. Encerra o FM.
Presente da rádio na Suíça. Avança com data para encerrar o FM.
Presente da rádio na Bélgica. Avança com data para encerrar o FM.
Futuro da rádio em Portugal. Reorganizar o FM...
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Presente da rádio em França. Avança a RDT (DAB+)
Presente da rádio em Itália. Avança a RDT.
Presente da rádio no Reino Unido. Avança a RDT.
Presente da rádio na Noruega. Encerra o FM.
Presente da rádio na Suíça. Avança com data para encerrar o FM.
Presente da rádio na Bélgica. Avança com data para encerrar o FM.
Futuro da rádio em Portugal. Reorganizar o FM...
Realmente, só não vê quem não quer mesmo ver... basta dar uma "olhadela" ao mapa: https://www.worlddab.org/countries
Depois admiram-se de irmos ficando para trás (lista dos últimos) em tudo na europa!
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Ó Rui Cleto... Não sejamos injustos. Não somos os últimos em tudo.
Fomos os primeiros a encerrar a rede nacional DAB.
Mas vamos fazer figas! Com alguma sorte depois da Frequência Modelada poderemos ser os primeiros a reorganizar a Onda Média.
AM forever! ;D
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Ó Rui Cleto... Não sejamos injustos. Não somos os últimos em tudo.
Fomos os primeiros a encerrar a rede nacional DAB.
Mas vamos fazer figas! Com alguma sorte depois da Frequência Modelada poderemos ser os primeiros a reorganizar a Onda Média.
AM forever! ;D
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Para quem ainda não viu/comentou, o "Plano Estratégico do Espetro", da ANACOM (radiodifusão integrado na página 40) - disponível em https://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=1728783
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As rádios poderão começar a receber dinheiro por difundirem artistas. Essa é a nota do projeto de lei do PAN ao qual a ERC deu o seu parecer.
https://www.erc.pt/document.php?id=YWQ2ODJmYTktNTE5OC00YjcxLTg2YjQtYzA2ZjRiYWRkNDRl
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Deixo esta mensagem à consideração da ERC (ou outra entidade competente):
Urge repensar o que queremos da rádio portuguesa no futuro - deveria ser dinamizado pela ERC (ou outra entidade competente) um evento tipo "jornadas da rádio em Portugal", para clarificar ideias e caminhos a percorrer!
Deveria ser enviado convite aos Grupos de Media e outros, bem como às rádios regionais/locais e demais entidades tal como a ANACOM. A abertura/encerramento do evento deveria ser presidido por Alta Entidade governamental que tutela os Órgãos de Comunicação Social.
Fica a sugestão, evitando que o futuro da rádio portuguesa não seja risonho.
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Deixo esta mensagem à consideração da ERC (ou outra entidade competente):
Urge repensar o que queremos da rádio portuguesa no futuro - deveria ser dinamizado pela ERC (ou outra entidade competente) um evento tipo "jornadas da rádio em Portugal", para clarificar ideias e caminhos a percorrer!
Deveria ser enviado convite aos Grupos de Media e outros, bem como às rádios regionais/locais e demais entidades tal como a ANACOM. A abertura/encerramento do evento deveria ser presidido por Alta Entidade governamental que tutela os Órgãos de Comunicação Social.
Fica a sugestão, evitando que o futuro da rádio portuguesa não seja risonho.
Absolutamente de acordo! Há vários aspetos do domínio da Engenharia, ao Direito, à Economia e Gestão, e naturalmente à Comunicação e às Artes que mereciam ser discutidos com total profundidade e por quem tem relevância no setor. Diria que se teriam jornadas para três dias! Sendo sincero, não vejo a ERC a ter estaleca para pegar nisso, aliás, basta vermos todos os rodriguinhos que a envolvem para compreendermos que não é uma prioridade. Não obstante, poderia ser algo a ser pegado pelas Instituições de Ensino Superior, ou mesmo pelos próprios grupos de media. Uma coisa que já me passou pela cabeça que poderia ser interessante seria a constituição de uma associação privada sem fins lucrativos pela defesa do meio rádio, que pudesse ter um papel relevante no apoio à definição de políticas públicas para o setor! Há alguns exemplos interessantes noutras áreas do saber que têm surgido e que têm já hoje alguma relevância. Digamos que muito do que por aqui se discute (expurgado obviamente do A melhor que B ou C) poderia ser elevado a um outro patamar...
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Deixo esta mensagem à consideração da ERC (ou outra entidade competente):
Urge repensar o que queremos da rádio portuguesa no futuro - deveria ser dinamizado pela ERC (ou outra entidade competente) um evento tipo "jornadas da rádio em Portugal", para clarificar ideias e caminhos a percorrer!
Deveria ser enviado convite aos Grupos de Media e outros, bem como às rádios regionais/locais e demais entidades tal como a ANACOM. A abertura/encerramento do evento deveria ser presidido por Alta Entidade governamental que tutela os Órgãos de Comunicação Social.
Fica a sugestão, evitando que o futuro da rádio portuguesa não seja risonho.
Absolutamente de acordo! Há vários aspetos do domínio da Engenharia, ao Direito, à Economia e Gestão, e naturalmente à Comunicação e às Artes que mereciam ser discutidos com total profundidade e por quem tem relevância no setor. Diria que se teriam jornadas para três dias! Sendo sincero, não vejo a ERC a ter estaleca para pegar nisso, aliás, basta vermos todos os rodriguinhos que a envolvem para compreendermos que não é uma prioridade. Não obstante, poderia ser algo a ser pegado pelas Instituições de Ensino Superior, ou mesmo pelos próprios grupos de media. Uma coisa que já me passou pela cabeça que poderia ser interessante seria a constituição de uma associação privada sem fins lucrativos pela defesa do meio rádio, que pudesse ter um papel relevante no apoio à definição de políticas públicas para o setor! Há alguns exemplos interessantes noutras áreas do saber que têm surgido e que têm já hoje alguma relevância. Digamos que muito do que por aqui se discute (expurgado obviamente do A melhor que B ou C) poderia ser elevado a um outro patamar...
Uma boa oportunidade que poderá ter sido desperdiçada:
https://rcaguiarense.sapo.pt/dia-mundial-da-radio/
Quando vejo como principal preocupação reclamar tempos de antena...fico logo com o sinal de alerta ligado!
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Realmente objetivos deprimentes e de desconhecimento total da realidade europeia da rádio :(
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Essa cultura do subsidiozinho… mentalidade bacoca da rádio em Portugal que ainda está nos anos 80.
Não há futuro da rádio enquanto estes tipos tiverem esta mentalidade.
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Essa cultura do subsidiozinho… mentalidade bacoca da rádio em Portugal que ainda está nos anos 80.
Não há futuro da rádio enquanto estes tipos tiverem esta mentalidade.
Certo!
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Coisa que mais cedo ou mais tarde, acredito que possa acontecer em Portugal:
https://opiniao-publica.pt/cultura/03/15/eua-consumo-de-radio-ultrapassa-tv-na-faixa-18-49-anos-pela-primeira-vez-na-historia-dos-media/
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Coisa que mais cedo ou mais tarde, acredito que possa acontecer em Portugal:
https://opiniao-publica.pt/cultura/03/15/eua-consumo-de-radio-ultrapassa-tv-na-faixa-18-49-anos-pela-primeira-vez-na-historia-dos-media/
Se retirarmos o streaming, não estará já mais elevado? É que com os números que a rádio tem atualmente. Para além disso, eu posso escolher não ver televisão, dificilmente escolho não ouvir rádio, a menos que não entre numa superfície comercial, no carro de um@ amig@, etc.
Será que já não era tempo de existir um único estudo de medição de audiências em Portugal?
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Coisa que mais cedo ou mais tarde, acredito que possa acontecer em Portugal:
https://opiniao-publica.pt/cultura/03/15/eua-consumo-de-radio-ultrapassa-tv-na-faixa-18-49-anos-pela-primeira-vez-na-historia-dos-media/
Se retirarmos o streaming, não estará já mais elevado? É que com os números que a rádio tem atualmente. Para além disso, eu posso escolher não ver televisão, dificilmente escolho não ouvir rádio, a menos que não entre numa superfície comercial, no carro de um@ amig@, etc.
Será que já não era tempo de existir um único estudo de medição de audiências em Portugal?
Cá as operadoras de cabo e as televisões tem medo que a rádio passe a frente da televisão.
Enviado do meu Lenovo TB-X306F através do Tapatalk
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Em Portugal, vamos ficar para trás como aconteceu no TGV?
https://www.noticiasdegipuzkoa.eus/ciencia-y-tecnologia/2023/03/18/llega-tecnologia-obligara-jubilar-radio-6580671.html
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Atenção a uma alteração muito significativa da Lei da Rádio que entrou em projeto-lei para apreciação legal e que, dada a proximidade e bases, é muito provável que siga como está.
Notas significativas:
- Temáticas musicais deixam de ter isenção de cumprir quota de música portuguesa de forma automática, por serem temáticas musicais; é preciso requererem, fundamentarem o pedido e à ERC vai ter indicações da SPA/Passmusica sobre a representatividade do género. Basicamente isto aumentará a presença de música portuguesa nas rádios, restringindo a potencial isenção ao nicho do nicho em correntes como o metal, a música clássica, correntes de música de dança como o trance ou outras similares com extrema falta de produção.
- Ah, e deixa de ser permanente, passa só a ser válida durante 3 anos. Aproximação clara ao que já ocorre em Espanha com a presença de música do país local.
- Volta a ser obrigatório dizer o município de licenciamento de uma dada frequência. À luz deste quadro, neste momento TSF, M80, SmoothFM, VodafoneFM, MEO Sudoeste, Nova Era, Rádio 5, Onda Viva, PopularFM, 105.4, para apenas dar alguns exemplos, estariam ilegais.
- Acabou-se a isenção de programação regional: M80 (RRS) e TSF (RRN) passam a ter que ter conteúdos direcionados às respetivas regiões na programação que fazem, na totalidade da sua extensão. Isto vem beneficiar zonas como Portalegre, o Alentejo e o Interior Centro e Norte que estavam subrepresentadas neste quesito.
- Passa a ser obrigatória a existência de conteúdos locais nas rádios locais, é punível por lei a rádio que não tenha conteúdo direcionado para o município de origem. A Rádio 5 estaria ilegal, por exemplo, bem como a MEO Sudoeste ou a Amália, dado nenhuma destas ter conteúdo direcionado aos seus respetivos municípios (Espinho, Almada e Odivelas).
- A Lei da Rádio passa a ser aplicável a produtos que, emitidos de fora, tenham como objetivo o território e população nacionais. Atenção especial neste aspeto porque isto vai mexer com o mercado radiofónico de zonas raianas e no eixo Galiza - Porto.
- A Lei da Rádio passa a contemplar, no artigo 2 b), a figura legal de “domínio” como o exercício “direta ou indiretamente” de domínio ou ligação. A figura do testa-de-ferro para várias estações da Música no Coração está em risco pela óbvia ligação em antena aos festivais de Luís Montez e a óbvia promoção em antena, sendo que nesta modalidade corre o risco de cassação de alvará se isto vier a ser aprovado antes da renovação de alvarás de 2024.
- Configura-se na lei o prazo para completar negócios jurídicos de compra e venda: 45 dias úteis (9 semanas).
- Passa a ser considerada a área de cobertura prevista no âmbito do Quadro Nacional de Atribuição de Frequências (ANACOM) como área válida para cobertura local. Ou seja, se uma estação de rádio detiver maior potência, depreendo, deverá ter associação respeitante não só ao município de origem como aos que dele chegarem com sinal, dependendo do previsto pela ANACOM. Na prática, isto deixa em aberto a possibilidade à ANACOM de definir coberturas distritais e abrangências similares, colocando o ónus da previsão no enquadramento do espaço para frequências que exista, mas também atribui maior responsabilidade (potencialmente) a rádios que detenham maiores coberturas - o que faz todo o sentido.
- A revisão atual abre a porta à unificação das redes M80 e TSF numa só, ao permitir a associação em cadeia de estações de rádio regionais, desde que obedeçam a uma mesma tipologia. (Sem esquecer da obrigação regional de abrangência dos respetivos emissores).
- Passa a ser obrigatória a divulgação de avisos da Proteção Civil para a área de cobertura do emissor. Isto já ocorria para algumas estações de âmbito local, notavelmente a Sesimbra FM e a Rádio Voz da Planície, por exemplo.
- A difusão de publicidade fica limitada a um máximo de 20% do tempo de emissão (ou seja, de 24h ficam disponíveis 4,8h para emissão de publicidade). Desta, um máximo de 50%, ou seja, 2.4h, poderá ser alocada a uma única entidade. Isto afeta diretamente as emissões de Igreja como a IURD e a igreja da Ultra FM, que emitem ambas de 4 a 6 horas seguidas de emissão, e em particular da IURD é de notar a excecionalidade da TSF Madeira em que o tempo IURD foi contado como publicidade. Ou seja, a IURD ver-se-á limitada a um máximo de 2h24h por dia, de difusão de conteúdos em rádios locais.
- Mas a esse propósito atenção também ao que acontece na Música no Coração, em que muitas vezes os blocos publicitários são apenas compostos por uma única entidade nas rádios… a Música no Coração, mesmo. Particularmente relevante no caso das estações detidas por testas-de-ferro, mas suspeito que nem no caso das detidas do próprio grupo seria possível. Isto deverá obrigar a algum tipo de referenciação mais institucional das estações de rádio detidas pela MnC face aos eventos que elas promovem, ou a algum tipo de ajustes publicitários para garantir a quota.
- Pela infração de conteúdo publicitário passa a responder não só a rádio, mas também o agente que anunciou. Ou seja, no caso das igrejas, rádio e IURD por exemplo.
- Pela primeira vez na Lei da Rádio, passa a estar admitida a possibilidade de atribuição de título de emissão sem a existência de concurso público, apenas por simples ato administrativo expresso, ainda que se faça prever um enquadramento num total de 12 leis (!!!) para se enquadrar tal.
Passos muito, muito na direção certa.
E o preâmbulo do projeto de lei é claro, para alegria de muitos de nós aqui nesta sede: aumentar a atenção dada às populações e aos locais de origem das respetivas estações. É esse o critério que se pretende seguir.
De fora fica o aumento ao limite de estações em cadeia ou qualquer ajuste ao número de horas locais.
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Atenção a uma alteração muito significativa da Lei da Rádio que entrou em projeto-lei para apreciação legal e que, dada a proximidade e bases, é muito provável que siga como está.
Notas significativas:
- Temáticas musicais deixam de ter isenção de cumprir quota de música portuguesa de forma automática, por serem temáticas musicais; é preciso requererem, fundamentarem o pedido e à ERC vai ter indicações da SPA/Passmusica sobre a representatividade do género. Basicamente isto aumentará a presença de música portuguesa nas rádios, restringindo a potencial isenção ao nicho do nicho em correntes como o metal, a música clássica, correntes de música de dança como o trance ou outras similares com extrema falta de produção.
- Ah, e deixa de ser permanente, passa só a ser válida durante 3 anos. Aproximação clara ao que já ocorre em Espanha com a presença de música do país local.
- Volta a ser obrigatório dizer o município de licenciamento de uma dada frequência. À luz deste quadro, neste momento TSF, M80, SmoothFM, VodafoneFM, MEO Sudoeste, Nova Era, Rádio 5, Onda Viva, PopularFM, 105.4, para apenas dar alguns exemplos, estariam ilegais.
- Acabou-se a isenção de programação regional: M80 (RRS) e TSF (RRN) passam a ter que ter conteúdos direcionados às respetivas regiões na programação que fazem, na totalidade da sua extensão. Isto vem beneficiar zonas como Portalegre, o Alentejo e o Interior Centro e Norte que estavam subrepresentadas neste quesito.
- Passa a ser obrigatória a existência de conteúdos locais nas rádios locais, é punível por lei a rádio que não tenha conteúdo direcionado para o município de origem. A Rádio 5 estaria ilegal, por exemplo, bem como a MEO Sudoeste ou a Amália, dado nenhuma destas ter conteúdo direcionado aos seus respetivos municípios (Espinho, Almada e Odivelas).
- A Lei da Rádio passa a ser aplicável a produtos que, emitidos de fora, tenham como objetivo o território e população nacionais. Atenção especial neste aspeto porque isto vai mexer com o mercado radiofónico de zonas raianas e no eixo Galiza - Porto.
- A Lei da Rádio passa a contemplar, no artigo 2 b), a figura legal de “domínio” como o exercício “direta ou indiretamente” de domínio ou ligação. A figura do testa-de-ferro para várias estações da Música no Coração está em risco pela óbvia ligação em antena aos festivais de Luís Montez e a óbvia promoção em antena, sendo que nesta modalidade corre o risco de cassação de alvará se isto vier a ser aprovado antes da renovação de alvarás de 2024.
- Configura-se na lei o prazo para completar negócios jurídicos de compra e venda: 45 dias úteis (9 semanas).
- Passa a ser considerada a área de cobertura prevista no âmbito do Quadro Nacional de Atribuição de Frequências (ANACOM) como área válida para cobertura local. Ou seja, se uma estação de rádio detiver maior potência, depreendo, deverá ter associação respeitante não só ao município de origem como aos que dele chegarem com sinal, dependendo do previsto pela ANACOM. Na prática, isto deixa em aberto a possibilidade à ANACOM de definir coberturas distritais e abrangências similares, colocando o ónus da previsão no enquadramento do espaço para frequências que exista, mas também atribui maior responsabilidade (potencialmente) a rádios que detenham maiores coberturas - o que faz todo o sentido.
- A revisão atual abre a porta à unificação das redes M80 e TSF numa só, ao permitir a associação em cadeia de estações de rádio regionais, desde que obedeçam a uma mesma tipologia. (Sem esquecer da obrigação regional de abrangência dos respetivos emissores).
- Passa a ser obrigatória a divulgação de avisos da Proteção Civil para a área de cobertura do emissor. Isto já ocorria para algumas estações de âmbito local, notavelmente a Sesimbra FM e a Rádio Voz da Planície, por exemplo.
- A difusão de publicidade fica limitada a um máximo de 20% do tempo de emissão (ou seja, de 24h ficam disponíveis 4,8h para emissão de publicidade). Desta, um máximo de 50%, ou seja, 2.4h, poderá ser alocada a uma única entidade. Isto afeta diretamente as emissões de Igreja como a IURD e a igreja da Ultra FM, que emitem ambas de 4 a 6 horas seguidas de emissão, e em particular da IURD é de notar a excecionalidade da TSF Madeira em que o tempo IURD foi contado como publicidade. Ou seja, a IURD ver-se-á limitada a um máximo de 2h24h por dia, de difusão de conteúdos em rádios locais.
- Mas a esse propósito atenção também ao que acontece na Música no Coração, em que muitas vezes os blocos publicitários são apenas compostos por uma única entidade nas rádios… a Música no Coração, mesmo. Particularmente relevante no caso das estações detidas por testas-de-ferro, mas suspeito que nem no caso das detidas do próprio grupo seria possível. Isto deverá obrigar a algum tipo de referenciação mais institucional das estações de rádio detidas pela MnC face aos eventos que elas promovem, ou a algum tipo de ajustes publicitários para garantir a quota.
- Pela infração de conteúdo publicitário passa a responder não só a rádio, mas também o agente que anunciou. Ou seja, no caso das igrejas, rádio e IURD por exemplo.
- Pela primeira vez na Lei da Rádio, passa a estar admitida a possibilidade de atribuição de título de emissão sem a existência de concurso público, apenas por simples ato administrativo expresso, ainda que se faça prever um enquadramento num total de 12 leis (!!!) para se enquadrar tal.
Passos muito, muito na direção certa.
E o preâmbulo do projeto de lei é claro, para alegria de muitos de nós aqui nesta sede: aumentar a atenção dada às populações e aos locais de origem das respetivas estações. É esse o critério que se pretende seguir.
De fora fica o aumento ao limite de estações em cadeia ou qualquer ajuste ao número de horas locais.
Congratulo-me com este prinicpio de intenções. Espero que se concretize.
Vivo em Faro, capital de Distrito e a única rádio local é a rádio universitária....
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Primeiro ponto: é um projecto de lei efectuado pela própria ERC. Resta saber se algum partido (principalmente o PS que detém maioria absoluta dos deputados) o vai aproveitar para realmente efectuar alterações à Lei no sentido em que a ERC propõe.
Depois:
- A Lei da Rádio passa a contemplar, no artigo 2 b), a figura legal de “domínio” como o exercício “direta ou indiretamente” de domínio ou ligação. A figura do testa-de-ferro para várias estações da Música no Coração está em risco pela óbvia ligação em antena aos festivais de Luís Montez e a óbvia promoção em antena, sendo que nesta modalidade corre o risco de cassação de alvará se isto vier a ser aprovado antes da renovação de alvarás de 2024.
- A revisão atual abre a porta à unificação das redes M80 e TSF numa só, ao permitir a associação em cadeia de estações de rádio regionais, desde que obedeçam a uma mesma tipologia. (Sem esquecer da obrigação regional de abrangência dos respetivos emissores).
- Pela primeira vez na Lei da Rádio, passa a estar admitida a possibilidade de atribuição de título de emissão sem a existência de concurso público, apenas por simples ato administrativo expresso, ainda que se faça prever um enquadramento num total de 12 leis (!!!) para se enquadrar tal.
Algumas notas por tópicos:
- Já existe a figura de "directa ou indirecta de domínio". É só consultar as inúmeras deliberações da ERC sobre mudança de proprietários de alvarás ao longo dos anos. A promoção em antena não está relacionada com esse tema, mas sim com o da publicidade que mais adiante falas.
- É possível já. O que é reforçado é que tem de ser emitida na mesma topologia.
- Também já existe. O que esse artigo faz é uma actualização com a legislação entretanto produzida desde a entrada em vigor da lei.
Em suma, lendo por alto não são alterações assim tão sensíveis. Talvez exceptuando o reforço de conteúdos locais e regionais e o reforço do número de noticiários obrigatórios para qualquer tipologia. Acho que devia ter sido reforçado a ênfase na emissão realizada a partir do município do alvará, mesmo com redução de horas de emissão como defendo (cinco horas por dia era mais que suficiente). Também acho que a figura da associação podia aumentar de seis para oito alvarás, quiçá também com emissão realizada nos municípios dos alvarás.
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O justo era as duas redes regionais serem nacionais.
Horas locais,reduzir de 8 para 6.
Emissão em cadeia,aumentar de 6 para 10 número de rádios em cadeia.
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Primeiro ponto: é um projecto de lei efectuado pela própria ERC. Resta saber se algum partido (principalmente o PS que detém maioria absoluta dos deputados) o vai aproveitar para realmente efectuar alterações à Lei no sentido em que a ERC propõe.
Depois:
- A Lei da Rádio passa a contemplar, no artigo 2 b), a figura legal de “domínio” como o exercício “direta ou indiretamente” de domínio ou ligação. A figura do testa-de-ferro para várias estações da Música no Coração está em risco pela óbvia ligação em antena aos festivais de Luís Montez e a óbvia promoção em antena, sendo que nesta modalidade corre o risco de cassação de alvará se isto vier a ser aprovado antes da renovação de alvarás de 2024.
- A revisão atual abre a porta à unificação das redes M80 e TSF numa só, ao permitir a associação em cadeia de estações de rádio regionais, desde que obedeçam a uma mesma tipologia. (Sem esquecer da obrigação regional de abrangência dos respetivos emissores).
- Pela primeira vez na Lei da Rádio, passa a estar admitida a possibilidade de atribuição de título de emissão sem a existência de concurso público, apenas por simples ato administrativo expresso, ainda que se faça prever um enquadramento num total de 12 leis (!!!) para se enquadrar tal.
Algumas notas por tópicos:
- Já existe a figura de "directa ou indirecta de domínio". É só consultar as inúmeras deliberações da ERC sobre mudança de proprietários de alvarás ao longo dos anos. A promoção em antena não está relacionada com esse tema, mas sim com o da publicidade que mais adiante falas.
- É possível já. O que é reforçado é que tem de ser emitida na mesma topologia.
- Também já existe. O que esse artigo faz é uma actualização com a legislação entretanto produzida desde a entrada em vigor da lei.
Em suma, lendo por alto não são alterações assim tão sensíveis. Talvez exceptuando o reforço de conteúdos locais e regionais e o reforço do número de noticiários obrigatórios para qualquer tipologia. Acho que devia ter sido reforçado a ênfase na emissão realizada a partir do município do alvará, mesmo com redução de horas de emissão como defendo (cinco horas por dia era mais que suficiente). Também acho que a figura da associação podia aumentar de seis para oito alvarás, quiçá também com emissão realizada nos municípios dos alvarás.
Acho que é capaz de ser aproveitado. O ministro atual que tutela a área é sensível à temática e já apontara no sentido de uma maior quota de música portuguesa. Além disso, creio que não há grande histórico de comunicações do Regulador não serem aproveitadas além da mera sugestão, salvo as não vinculativas, claro. Isto é suficientemente próximo para suspeitar que não tenha vindo exatamente do nada...
Nos três pontos que elencas, fui aqui induzido em erro pela estruturação da coisa. Porque normalmente, nas alterações às leis, a reescrita da mesma implica terem existido alterações que justificassem o bastante para a completa reescrita da mesma. Se não existem de forma sensível, lamento desde já pela questão.
Concordo com o alargamento de associação de 6+2 para 8+2 alvarás também, como concordo com a redução de tempo de emissão para 6h e a decomposição em dez blocos em vez dos atuais 6, por exemplo.
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Concordo com o alargamento de associação de 6+2 para 8+2 alvarás também, como concordo com a redução de tempo de emissão para 6h e a decomposição em dez blocos em vez dos atuais 6, por exemplo.
Sendo que nas temáticas musicais/informativas/religiosas só os noticiários deveriam desdobrar. Se existir alteração à lei a entrar na Assembleia, é provável que venha a existir uma consulta pública, onde acho que podemos ter alguns pontos relevantes a fazer chegar aos Senhores Deputados. Estas leis de bases costumam ter esse período de auscultação pública, o que se diga, faz todo o sentido.
Quanto à música portuguesa, nada a opor, aliás, entendo e já aqui o escrevi várias vezes, que necessitamos de uma DIAL em Portugal. Acho que já era tempo de assumirmos que temos produção própria para. Um dos motivos do "sucesso" da 5 nas audiências não será esse, até? Praticamente, só passa música portuguesa, é muito residual o que passa de música estrangeira. Para mim a exceção só podem ser Antena 2 e Smooth FM, logicamente não há produção do género suficiente para o cumprimento de cotas. Gostava de ver a lei a apertar mais com o quarteto A1/RR/TSF/OBS em matéria de conteúdos informativos, e que, definisse, de uma vez por todas, que as RRN e RRS devem ser temáticas informativas, o que me parecia fazer todo o sentido. Isto numa análise muito superficial da coisa.
Em off: Tenho uma amiga que é Deputada, vou tentar ver se sei alguma coisa mais.
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Concordo com o alargamento de associação de 6+2 para 8+2 alvarás também, como concordo com a redução de tempo de emissão para 6h e a decomposição em dez blocos em vez dos atuais 6, por exemplo.
Sendo que nas temáticas musicais/informativas/religiosas só os noticiários deveriam desdobrar. Se existir alteração à lei a entrar na Assembleia, é provável que venha a existir uma consulta pública, onde acho que podemos ter alguns pontos relevantes a fazer chegar aos Senhores Deputados. Estas leis de bases costumam ter esse período de auscultação pública, o que se diga, faz todo o sentido.
Quanto à música portuguesa, nada a opor, aliás, entendo e já aqui o escrevi várias vezes, que necessitamos de uma DIAL em Portugal. Acho que já era tempo de assumirmos que temos produção própria para. Um dos motivos do "sucesso" da 5 nas audiências não será esse, até? Praticamente, só passa música portuguesa, é muito residual o que passa de música estrangeira. Para mim a exceção só podem ser Antena 2 e Smooth FM, logicamente não há produção do género suficiente para o cumprimento de cotas. Gostava de ver a lei a apertar mais com o quarteto A1/RR/TSF/OBS em matéria de conteúdos informativos, e que, definisse, de uma vez por todas, que as RRN e RRS devem ser temáticas informativas, o que me parecia fazer todo o sentido. Isto numa análise muito superficial da coisa.
Em off: Tenho uma amiga que é Deputada, vou tentar ver se sei alguma coisa mais.
SBSR, Oxigénio e RES também poderiam ser abrangidas.
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https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/ps-e-psd-chegam-a-acordo-para-indicar-helena-sousa-como-presidente-da-erc/ar-AA1jfMC3?rc=1&ocid=winp1taskbar&cvid=928b7c976a7c4731f00291cb93882d42&ei=7
Há novo Conselho Regulador e uma nova presidente, que, a meu ver, tem um conflito de interesses por já ter estado ligada à RTP. Mas também já se percebeu que há um histórico de regulação muito mais branda com o serviço público, portanto...não deve mudar nada.
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Vai tratar o final do dossier da TDT, e vai tratar a renovação de alvarás das rádios.
Entretanto, temos novidades sobre o caso do Montez e das rádios de Setúbal:
https://www.erc.pt/document.php?id=YTBmMDk2NGEtMzVkMi00Y2NmLTllM2QtZjUzNDc4NDU3OWRh
Basicamente a ERC foi ter pessoalmente a Setúbal, às rádios e aos sócios em causa, a dizer para identificarem corretamente quem é quem e quem é que faz o quê nessas rádios, ou basicamente congelava-lhes o direito ao dinheiro de quem tem as quotas nas rádios.
Com a publicação dos elementos a ERC deixou cair essa questão, mas o problema está agora mais do lado do Montez: é que com a confirmação, ficou confirmado que o gerente da Jornal de Setúbal é o Diretor Financeiro da Música no Coração, essencialmente... e à partida ficou confirmado o dolo também na questão para os processos de contraordenação com a produção de prova (parece estar subimplicito no texto).
Além disso, não se esclareceram os clientes relevantes ou detentores relevantes de passivo.
É de recordar que a Lei da Rádio não permite ter mais que 50% dos alvarás num mesmo concelho. Com isto, salvou-se a Rádio Azul, parece que a Voz de Setúbal também nunca esteve em causa, mas estará em causa a Rádio Jornal de Setúbal, porque até acordos parassociais a ERC considera controlo.
Resultado: deve ser a primeira vítima do processo de renovação de alvarás de 2024.
O alvará expira em 9 de maio de 2024.
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Enrola aqui, enrola ali...
Trutas salmonadas que procuram um lugarzito...
Temos que encaixar a Professora Doutora Felisbela...
Quiçá um dia Presidente do CGI da RTP.
Reitora da UM? Já perdeu o comboio e não tem pedalada...
Aguardam-se mais colocações!
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Falamos muitas vezes por aqui sobre o futuro da rádio em Portugal, e o porquê de, diferentemente de em outros países europeus, a palavra não vingar. Talvez aqui esteja uma boa parte da resposta, aparte, claro, de um mercado de anunciantes que precisava de ler umas coisas sobre o meio...
https://amp-expresso-pt.cdn.ampproject.org/c/s/amp.expresso.pt/geracao-e/2024-01-20-Mae-pai-desculpem-me-mas-desisti-do-jornalismo-precariedade-baixos-salarios-e-falta-de-oportunidades-afastam-jovens-da-profissao-287f8f81?
A situação do jornalismo em Portugal é dramática. Vou compartilhar aqui uma coisa que poucas pessoas sabem, mas no final do meu 9 ano, algures em 2006, não fui para Ciências Sociais e Humanas com a ideia de seguir Comunicação porque antevi que a porta de saída seria o desemprego, ou uma precariedade impossível de tolerar. Olho para o setor agora, e fico significativamente mais perturbado. O panorama está cada vez pior.
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Queria ter escrito este post em tempo útil, ou seja, ainda no dia 08 mas não foi de todo possível.
O ano passado ouvi a Filipa Galrão em antena a referir que a rádio era um dos 3 setores de atividade em Portugal em que as mulheres ganhavam mais do que os homens. Fico deveras satisfeito que isso aconteça, e muito triste por serem apenas 3. Contudo, hoje, a propósito de um desafio que nos lançaram no meu local de trabalho, dei comigo a fazer uma pequena reflexão sobre o papel das nossas mulheres da rádio no meio.
Alguns dados preocupantes, vamos considerar na análise as nossas 17 rádios de âmbito "nacional" (4 RDP, 3 R/Com, 5 Bauer, TSF, OBSRVDOR, 2 MnC, MARIA).
Diretoras de Estação: 1 (Antonieta Lopes da Costa - SBSR)
Diretoras de Informação: 2 (Antonieta Lopes da Costa - SBSR e SW; Cláudia Santos Mirra - Rádio Maria)
Ou seja, não há praticamente mulheres em cargos de Direção nas Rádios, com a exceção de duas rádios pequenas, que só emitem na AMP e AML, SBSR/SW e Rádio Maria.
Havendo uma percepção generalizada de que há mais vozes femininas do que masculinas, estamos conversados em relação à paridade em cargos de liderança. Vamos às "chefias intermédias", vou considerar como tal o número de hosts femininas nos painéis da manhã e da tarde:
Manhãs - Ana Galvão - RR; Joana Cruz - RFM; Pilar Lourenço - MEGAHITS; Maria João Simões - OBSRVDOR; Betânia Valente - MEOSW
Tardes - Sandra Ferreira - M80; Sofia Morais - Smooth FM
Programas com mais do que um locutor feitos exclusivamente por mulheres aos dias da semana, salvo erro, apenas há As Três das Manhã (RR) e o Girls Night Out (MEGAHITS).
Em termos de composição das equipas de animadores durante a semana, por tabela de audiências:
COMRCIAL - 6 homens, 3 mulheres;
RFM - 5 homens, 3 mulheres
M80 - 6 mulheres, 2 homens
RR - 8 mulheres, 3 homens
CIDADEFM - 4 mulheres, 3 homens
ANTENA 1 - 5 homens, 2 mulheres
TSF - 5 homens, 1 mulher - na TSF não há painéis fixos
MEGAHITS - 7 mulheres, 3 homens
SMOOTH - 1 mulher, 1 homes
ANTENA 3 - 3 mulheres, 3 homens
OBSRVDOR - 6 homens, 4 mulheres (* - existem variações)
SW - 3 mulheres, 2 homens
ANTENA 2 - 5 homens, 0 mulheres
O caso da ANTENA 2 é somente vergonhoso, principalmente tratando-se do serviço público, mas a Antena 1 não lhe fica muito atrás.
Mas se pensarmos na situação das duas rádios líderes de audiência, também não é muito melhor.
No extremo oposto, temos M80, RR e MEGAHITS onde o desiquilíbrio tende muito a favor do sexo feminino.
São números que visam, fundamentalmente, promover uma reflexão sobre a paridade de género neste setor. Não têm qualquer crítica implícita à qualidade das/dos profissionais que ocupam cada um dos cargos, que certamente merecem.
Em jeito de desafio, e porque sei que temos muitas meninas que nos leem, deixo-vos a deixa, de participarem mais por aqui, ainda que sob anonimato, o contributo feminino seria muito bem vindo. :)
Crítica sim, deixo à Rádio R.NOAR. É emissora que não escuto, obviamente não consumo lixo sonoro, mas mesmo antes das 24h, deu-me para ver se eram só os 98.4 que estavam a falhar de Santa Eufémia. Qual não é o meu espanto quando a constato que a canção escolhida para fechar o Dia Internacional da Mulher dizia qualquer coisa como isto no final "as mulheres querem ser obedientes, gostam de homens mandões; são chatas, queixam-se de tudo (...)" citação livre, não ouvi mais que 30 segundos. E a seguir, alegremente, entra uma publicidade nacional de uma conhecida cadeia de hipermercados. Haja paciência, estamos em 2023, não em 1923.
Enfim, espero que todas tenham tido um Feliz Dia Internacional da Mulher. Da minha parte, obrigado pelo trabalho e entrega de cada uma de vós. São fundamentais para manterem a rádio viva e renovada. Que a vossa voz nunca se cale, e que a possam continuar a usar para que possamos deixar à nossa descendência um mundo que já possa ser verdadeiramente igualitário, considerando a diferença que há em cada um de nós.
-
Queria ter escrito este post em tempo útil, ou seja, ainda no dia 08 mas não foi de todo possível.
O ano passado ouvi a Filipa Galrão em antena a referir que a rádio era um dos 3 setores de atividade em Portugal em que as mulheres ganhavam mais do que os homens. Fico deveras satisfeito que isso aconteça, e muito triste por serem apenas 3. Contudo, hoje, a propósito de um desafio que nos lançaram no meu local de trabalho, dei comigo a fazer uma pequena reflexão sobre o papel das nossas mulheres da rádio no meio.
Alguns dados preocupantes, vamos considerar na análise as nossas 17 rádios de âmbito "nacional" (4 RDP, 3 R/Com, 5 Bauer, TSF, OBSRVDOR, 2 MnC, MARIA).
Diretoras de Estação: 1 (Antonieta Lopes da Costa - SBSR)
Diretoras de Informação: 2 (Antonieta Lopes da Costa - SBSR e SW; Cláudia Santos Mirra - Rádio Maria)
Ou seja, não há praticamente mulheres em cargos de Direção nas Rádios, com a exceção de duas rádios pequenas, que só emitem na AMP e AML, SBSR/SW e Rádio Maria.
Havendo uma percepção generalizada de que há mais vozes femininas do que masculinas, estamos conversados em relação à paridade em cargos de liderança. Vamos às "chefias intermédias", vou considerar como tal o número de hosts femininas nos painéis da manhã e da tarde:
Manhãs - Ana Galvão - RR; Joana Cruz - RFM; Pilar Lourenço - MEGAHITS; Maria João Simões - OBSRVDOR; Betânia Valente - MEOSW
Tardes - Sandra Ferreira - M80; Sofia Morais - Smooth FM
Programas com mais do que um locutor feitos exclusivamente por mulheres aos dias da semana, salvo erro, apenas há As Três das Manhã (RR) e o Girls Night Out (MEGAHITS).
Em termos de composição das equipas de animadores durante a semana, por tabela de audiências:
COMRCIAL - 6 homens, 3 mulheres;
RFM - 5 homens, 3 mulheres
M80 - 6 mulheres, 2 homens
RR - 8 mulheres, 3 homens
CIDADEFM - 4 mulheres, 3 homens
ANTENA 1 - 5 homens, 2 mulheres
TSF - 5 homens, 1 mulher - na TSF não há painéis fixos
MEGAHITS - 7 mulheres, 3 homens
SMOOTH - 1 mulher, 1 homes
ANTENA 3 - 3 mulheres, 3 homens
OBSRVDOR - 6 homens, 4 mulheres (* - existem variações)
SW - 3 mulheres, 2 homens
ANTENA 2 - 5 homens, 0 mulheres
O caso da ANTENA 2 é somente vergonhoso, principalmente tratando-se do serviço público, mas a Antena 1 não lhe fica muito atrás.
Mas se pensarmos na situação das duas rádios líderes de audiência, também não é muito melhor.
No extremo oposto, temos M80, RR e MEGAHITS onde o desiquilíbrio tende muito a favor do sexo feminino.
São números que visam, fundamentalmente, promover uma reflexão sobre a paridade de género neste setor. Não têm qualquer crítica implícita à qualidade das/dos profissionais que ocupam cada um dos cargos, que certamente merecem.
Em jeito de desafio, e porque sei que temos muitas meninas que nos leem, deixo-vos a deixa, de participarem mais por aqui, ainda que sob anonimato, o contributo feminino seria muito bem vindo. :)
Crítica sim, deixo à Rádio R.NOAR. É emissora que não escuto, obviamente não consumo lixo sonoro, mas mesmo antes das 24h, deu-me para ver se eram só os 98.4 que estavam a falhar de Santa Eufémia. Qual não é o meu espanto quando a constato que a canção escolhida para fechar o Dia Internacional da Mulher dizia qualquer coisa como isto no final "as mulheres querem ser obedientes, gostam de homens mandões; são chatas, queixam-se de tudo (...)" citação livre, não ouvi mais que 30 segundos. E a seguir, alegremente, entra uma publicidade nacional de uma conhecida cadeia de hipermercados. Haja paciência, estamos em 2023, não em 1923.
Enfim, espero que todas tenham tido um Feliz Dia Internacional da Mulher. Da minha parte, obrigado pelo trabalho e entrega de cada uma de vós. São fundamentais para manterem a rádio viva e renovada. Que a vossa voz nunca se cale, e que a possam continuar a usar para que possamos deixar à nossa descendência um mundo que já possa ser verdadeiramente igualitário, considerando a diferença que há em cada um de nós.
Deve imperar a qualidade independentemente de ser homem ou mulher.
Depois esqueceu-se de referir o que se passa na informação e programas informativos...
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Deve imperar a qualidade independentemente de ser homem ou mulher.
Depois esqueceu-se de referir o que se passa na informação e programas informativos...
Genericamente todos concordamos com isso. E, por isso mesmo, ressalvei que esta análise não pretendia incidir sobre nenhum profissional em particular. Não obstante, não deixa de ser estranho que a qualidade não tenha sido distribuída equitativamente entre homens e mulheres, a ponto de serem tão notórias as desigualdades acima apresentadas. Não falei da informação, porque há mais variabilidade, mas já que insiste:
RR - principais espaços informativos da estação apresentados por homens (Sérgio Costa, Vitor Mesquita, Miguel Coelho, Pedro Caeiro). As mulheres vão à antena essencialmente nas madrugadas ou "a tapar furos".
ANTENA 1 - principais espaços informativos da estação apresentados maioritariamente por homens (Frederico Moreno, Miguel Soares, Nuno Rodrigues e Rita Soares entre as pontas).
TSF e OBSRVDOR - é mais variável, sendo mais difícil de aferir, mas parece-me, ainda assim, mais equilibrado do que nas duas concorrentes que detêm mais audiências.
Se formos para as não informativas: Comercial, os dois espaços principais são feitos por homens, na RFM nas manhãs tem a Beatriz Rodrigues Lopes e à tarde o José Carlos Silva, está equilibrado. Na M80 são essencialmente mulheres na informação, se não estou em erro.
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Deve imperar a qualidade independentemente de ser homem ou mulher.
Depois esqueceu-se de referir o que se passa na informação e programas informativos...
Genericamente todos concordamos com isso. E, por isso mesmo, ressalvei que esta análise não pretendia incidir sobre nenhum profissional em particular. Não obstante, não deixa de ser estranho que a qualidade não tenha sido distribuída equitativamente entre homens e mulheres, a ponto de serem tão notórias as desigualdades acima apresentadas. Não falei da informação, porque há mais variabilidade, mas já que insiste:
RR - principais espaços informativos da estação apresentados por homens (Sérgio Costa, Vitor Mesquita, Miguel Coelho, Pedro Caeiro). As mulheres vão à antena essencialmente nas madrugadas ou "a tapar furos".
ANTENA 1 - principais espaços informativos da estação apresentados maioritariamente por homens (Frederico Moreno, Miguel Soares, Nuno Rodrigues e Rita Soares entre as pontas).
TSF e OBSRVDOR - é mais variável, sendo mais difícil de aferir, mas parece-me, ainda assim, mais equilibrado do que nas duas concorrentes que detêm mais audiências.
Se formos para as não informativas: Comercial, os dois espaços principais são feitos por homens, na RFM nas manhãs tem a Beatriz Rodrigues Lopes e à tarde o José Carlos Silva, está equilibrado. Na M80 são essencialmente mulheres na informação, se não estou em erro.
E Cláudia Almeida (Informação)
E Cláudia Costa (PD)
Maria Flor Pedroso
Natália Carvalho
Eduarda Maio
Acima de tudo devemos privilegiar a qualidade.
E se não há mais mulheres na 1 e na 2 já sabemos porquê ...
O que há disponível está a anos luz dos atuais titulares.
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Deve imperar a qualidade independentemente de ser homem ou mulher.
Depois esqueceu-se de referir o que se passa na informação e programas informativos...
Genericamente todos concordamos com isso. E, por isso mesmo, ressalvei que esta análise não pretendia incidir sobre nenhum profissional em particular. Não obstante, não deixa de ser estranho que a qualidade não tenha sido distribuída equitativamente entre homens e mulheres, a ponto de serem tão notórias as desigualdades acima apresentadas. Não falei da informação, porque há mais variabilidade, mas já que insiste:
RR - principais espaços informativos da estação apresentados por homens (Sérgio Costa, Vitor Mesquita, Miguel Coelho, Pedro Caeiro). As mulheres vão à antena essencialmente nas madrugadas ou "a tapar furos".
ANTENA 1 - principais espaços informativos da estação apresentados maioritariamente por homens (Frederico Moreno, Miguel Soares, Nuno Rodrigues e Rita Soares entre as pontas).
TSF e OBSRVDOR - é mais variável, sendo mais difícil de aferir, mas parece-me, ainda assim, mais equilibrado do que nas duas concorrentes que detêm mais audiências.
Se formos para as não informativas: Comercial, os dois espaços principais são feitos por homens, na RFM nas manhãs tem a Beatriz Rodrigues Lopes e à tarde o José Carlos Silva, está equilibrado. Na M80 são essencialmente mulheres na informação, se não estou em erro.
E Cláudia Almeida (Informação)
E Cláudia Costa (PD)
Maria Flor Pedroso
Natália Carvalho
Eduarda Maio
Acima de tudo devemos privilegiar a qualidade.
E se não há mais mulheres na 1 e na 2 já sabemos porquê ...
O que há disponível está a anos luz dos atuais titulares.
Olhe, pegou aí num excelente exemplo da mensagem que eu quero transmitir. Faz algum sentido ter uma jornalista da tarimba da Maria Fkor Pedroso a apresentar o Bloco de Notas às 0h10? Não que ache o programa mau, longe disso, mas é pouco. Faz ainda o Geometria... e mais? Mas isso são problemas de uma certa estrutura organizacional.
O ponto é, há mais mulheres, porque não fazem mais edição de noticiários? Foquei-me nesse indicador. São piores que os homens? Acho que esse é mesmo um argumento datado, sinceramente, que não esconde os factos acima descritos. Nas posições de maior destaque ainda há uma total dominância do masculino. Está melhor do que há uns anos? Certamente. O objetovo do post foi mostrar que ainda há caminho a percorrer.
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Deve imperar a qualidade independentemente de ser homem ou mulher.
Depois esqueceu-se de referir o que se passa na informação e programas informativos...
Genericamente todos concordamos com isso. E, por isso mesmo, ressalvei que esta análise não pretendia incidir sobre nenhum profissional em particular. Não obstante, não deixa de ser estranho que a qualidade não tenha sido distribuída equitativamente entre homens e mulheres, a ponto de serem tão notórias as desigualdades acima apresentadas. Não falei da informação, porque há mais variabilidade, mas já que insiste:
RR - principais espaços informativos da estação apresentados por homens (Sérgio Costa, Vitor Mesquita, Miguel Coelho, Pedro Caeiro). As mulheres vão à antena essencialmente nas madrugadas ou "a tapar furos".
ANTENA 1 - principais espaços informativos da estação apresentados maioritariamente por homens (Frederico Moreno, Miguel Soares, Nuno Rodrigues e Rita Soares entre as pontas).
TSF e OBSRVDOR - é mais variável, sendo mais difícil de aferir, mas parece-me, ainda assim, mais equilibrado do que nas duas concorrentes que detêm mais audiências.
Se formos para as não informativas: Comercial, os dois espaços principais são feitos por homens, na RFM nas manhãs tem a Beatriz Rodrigues Lopes e à tarde o José Carlos Silva, está equilibrado. Na M80 são essencialmente mulheres na informação, se não estou em erro.
E Cláudia Almeida (Informação)
E Cláudia Costa (PD)
Maria Flor Pedroso
Natália Carvalho
Eduarda Maio
Acima de tudo devemos privilegiar a qualidade.
E se não há mais mulheres na 1 e na 2 já sabemos porquê ...
O que há disponível está a anos luz dos atuais titulares.
Olhe, pegou aí num excelente exemplo da mensagem que eu quero transmitir. Faz algum sentido ter uma jornalista da tarimba da Maria Fkor Pedroso a apresentar o Bloco de Notas às 0h10? Não que ache o programa mau, longe disso, mas é pouco. Faz ainda o Geometria... e mais? Mas isso são problemas de uma certa estrutura organizacional.
O ponto é, há mais mulheres, porque não fazem mais edição de noticiários? Foquei-me nesse indicador. São piores que os homens? Acho que esse é mesmo um argumento datado, sinceramente, que não esconde os factos acima descritos. Nas posições de maior destaque ainda há uma total dominância do masculino. Está melhor do que há uns anos? Certamente. O objetovo do post foi mostrar que ainda há caminho a percorrer.
Se não estão nos horários principais...
A conclusão será óbvia...
Ainda temos conversa capital com Rosário Lira...
Ainda há o Fala com ela com Inês Menezes...
A8nda há o Refeitório...
O que não faltam são mulheres em antena...
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Segundo as declarações da responsável pelos podcasts da Impresa na Prova Oral de hoje, alguns programas da SIC/ SIC N são mais ouvidos em podcast que vistos na TV...
Será que é desta que os anunciantes finalmente começam a abrir os olhos?
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Segundo as declarações da responsável pelos podcasts da Impresa na Prova Oral de hoje, alguns programas da SIC/ SIC N são mais ouvidos em podcast que vistos na TV...
Será que é desta que os anunciantes finalmente começam a abrir os olhos?
Sinceramente acho que não. Complementando este assunto, veja-se o que o Pedro Ribeiro escreve sobre o perigo da sustentabilidade da rádio e dos números do Spotify (e afins):
https://www.linkedin.com/posts/pedro-ribeiro-04280bb_spotify-announces-record-breaking-payout-activity-7176214433101209600-nged?utm_source=share&utm_medium=member_android
As ameaças ao setor são muitas. É de valorizar é quem ainda está nele e não dá o salto.
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Enviei, há poucas semanas, mensagem à provedora do ouvinte solicitando informação sobre a implementação da rádio digital em Portugal, que infra transcrevo:
"Tenho sido um ouvinte assíduo dos seus programas, que enalteço.
Foi anunciado no seu último programa que, futuramente, seria abordado o tema da emissão em digital DAB.
Sabendo que a evolução da rádio tem sido uma realidade no digital, em grande expansão na maioria dos países europeus, venho, por este meio, sensibilizar para a reativação da rede de rádio digital em Portugal no sistema Digital Audio Broadcasting - DAB+ (versão muito significativamente melhor que a anteriormente existente em Portugal até 2011 - DAB).
Atualmente, é notável a expansão da rede DAB+ na maior parte dos países europeus (essencialmente na União Europeia). Os novos modelos de veículos vendidos na europa possuem, obrigatoriamente, equipamento de receção para DAB/DAB+ . Existe já em Portugal uma diversidade de marcas de recetores "domésticos" que estão à venda com preços muito acessíveis.
De um modo geral, os custos associados para emissão digital são muito mais baixos (mais ecológicos), entre outros fatores tais como a enorme qualidade sonora, a possibilidade de conteúdos de imagem, entre outros, quando comparados com outros formatos de emissão, como por exemplo a Frequência Modulada (FM) - sistema analógico, em fase de abandono gradual pelos países europeus (vale a pena explorar o sítio na internet: https://www.worlddab.org/).
Julgo ser a ocasião de Portugal, mantendo em simultâneo a FM por um determinado período de tempo, evoluir para o digital, correndo o risco de se tornar uma "ilha radiofónica"."
Amavelmente, a provedora respondeu o seguinte, que também transcrevo:
"Caro ouvinte
Agradeço o seu elogio e a questão que colocou. Conforme sabe, vou abordar o DAB num próximo programa. A indicação que recebi do Conselho de Administração e da Direção de Engenharia, Sistemas e Tecnologia da RTP é a seguinte: “Na nossa opinião o DAB e DAB+ Implicaria envolver as “rádios comerciais” sem os quais não há “massa critica” para atrair o público como demonstra a experiência anterior realizada pela RTP. A introdução do DAB e DAB+ é um processo que já está a ser efetuado há anos na Europa sem uma grande penetração - comparada como FM, no entanto, estão a aparecer novas tecnologias de distribuição, nomeadamente para a escuta no carro, computadores e aplicações nos telemóveis em 4G e 5G.”
A RTP está a avaliar se faz sentido a promoção junto com o governo e demais parceiros da rádio a opção do lançamento de um concurso, da mesma forma que se fez com a TDT, para a criação de uma rede de radio DAB+ com a ótica de criar uma rede híbrida de DAB+ e DAB+ sobre IP,. Esta solução foi abordada na EBU - União Europeia de Radiodifusão
Adicionalmente posso acrescentar que os equipamentos que foram usados entre 1998 e 2011 estão obsoletos e inoperacionais, o que implica um novo um investimento para se construir uma rede de base. Acresce ainda o facto, que, tal como no passado, esta estratégia terá de envolver não apenas o operador público, mas também os privados.
Espero ter esclarecido as suas dúvidas.
Cordialmente,".
Minha avaliação:
1 - foi hoje abordado, no programa "Em Nome do Ouvinte", uma breve referência ao DAB+.
2 - O texto recebido "A introdução do DAB e DAB+ é um processo que já está a ser efetuado há anos na Europa sem uma grande penetração - comparada como FM" denota um enorme desconhecimento da realidade da implementação do DAB+ em toda a Europa, com grande penetração (ao contrário do referido), ressalvando que até os nossos vizinhos da RTVE, admitindo o seu enorme atraso nesta tecnologia, estão, atualmente, a "todo o gás" a recuperar o tempo que já perderam... A analógica FM foi mesmo já desligada na Noruega e já tem datas de fim próximo em alguns outros países.
3 - Continuam a insistir em sistemas pagos - como o 5G, para difusão de rádio...
4 - Julgo que fará todo o sentido que a RTP lidere e avalie rapidamente a promoção junto com o governo e demais parceiros da rádio a opção do lançamento de um concurso, com risco de ficarmos isolados radiofonicamente, não somente na Península Ibérica mas também em toda a restante Europa.
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Enviei, há poucas semanas, mensagem à provedora do ouvinte solicitando informação sobre a implementação da rádio digital em Portugal, que infra transcrevo:
"Tenho sido um ouvinte assíduo dos seus programas, que enalteço.
Foi anunciado no seu último programa que, futuramente, seria abordado o tema da emissão em digital DAB.
Sabendo que a evolução da rádio tem sido uma realidade no digital, em grande expansão na maioria dos países europeus, venho, por este meio, sensibilizar para a reativação da rede de rádio digital em Portugal no sistema Digital Audio Broadcasting - DAB+ (versão muito significativamente melhor que a anteriormente existente em Portugal até 2011 - DAB).
Atualmente, é notável a expansão da rede DAB+ na maior parte dos países europeus (essencialmente na União Europeia). Os novos modelos de veículos vendidos na europa possuem, obrigatoriamente, equipamento de receção para DAB/DAB+ . Existe já em Portugal uma diversidade de marcas de recetores "domésticos" que estão à venda com preços muito acessíveis.
De um modo geral, os custos associados para emissão digital são muito mais baixos (mais ecológicos), entre outros fatores tais como a enorme qualidade sonora, a possibilidade de conteúdos de imagem, entre outros, quando comparados com outros formatos de emissão, como por exemplo a Frequência Modulada (FM) - sistema analógico, em fase de abandono gradual pelos países europeus (vale a pena explorar o sítio na internet: https://www.worlddab.org/).
Julgo ser a ocasião de Portugal, mantendo em simultâneo a FM por um determinado período de tempo, evoluir para o digital, correndo o risco de se tornar uma "ilha radiofónica"."
Amavelmente, a provedora respondeu o seguinte, que também transcrevo:
"Caro ouvinte
Agradeço o seu elogio e a questão que colocou. Conforme sabe, vou abordar o DAB num próximo programa. A indicação que recebi do Conselho de Administração e da Direção de Engenharia, Sistemas e Tecnologia da RTP é a seguinte: “Na nossa opinião o DAB e DAB+ Implicaria envolver as “rádios comerciais” sem os quais não há “massa critica” para atrair o público como demonstra a experiência anterior realizada pela RTP. A introdução do DAB e DAB+ é um processo que já está a ser efetuado há anos na Europa sem uma grande penetração - comparada como FM, no entanto, estão a aparecer novas tecnologias de distribuição, nomeadamente para a escuta no carro, computadores e aplicações nos telemóveis em 4G e 5G.”
A RTP está a avaliar se faz sentido a promoção junto com o governo e demais parceiros da rádio a opção do lançamento de um concurso, da mesma forma que se fez com a TDT, para a criação de uma rede de radio DAB+ com a ótica de criar uma rede híbrida de DAB+ e DAB+ sobre IP,. Esta solução foi abordada na EBU - União Europeia de Radiodifusão
Adicionalmente posso acrescentar que os equipamentos que foram usados entre 1998 e 2011 estão obsoletos e inoperacionais, o que implica um novo um investimento para se construir uma rede de base. Acresce ainda o facto, que, tal como no passado, esta estratégia terá de envolver não apenas o operador público, mas também os privados.
Espero ter esclarecido as suas dúvidas.
Cordialmente,".
Minha avaliação:
1 - foi hoje abordado, no programa "Em Nome do Ouvinte", uma breve referência ao DAB+.
2 - O texto recebido "A introdução do DAB e DAB+ é um processo que já está a ser efetuado há anos na Europa sem uma grande penetração - comparada como FM" denota um enorme desconhecimento da realidade da implementação do DAB+ em toda a Europa, com grande penetração (ao contrário do referido), ressalvando que até os nossos vizinhos da RTVE, admitindo o seu enorme atraso nesta tecnologia, estão, atualmente, a "todo o gás" a recuperar o tempo que já perderam... A analógica FM foi mesmo já desligada na Noruega e já tem datas de fim próximo em alguns outros países.
3 - Continuam a insistir em sistemas pagos - como o 5G, para difusão de rádio...
4 - Julgo que fará todo o sentido que a RTP lidere e avalie rapidamente a promoção junto com o governo e demais parceiros da rádio a opção do lançamento de um concurso, com risco de ficarmos isolados radiofonicamente, não somente na Península Ibérica mas também em toda a restante Europa.
As rádios da RTP com audiências residuais, ao contrário dos operadores públicos europeus, nunca conseguirão ser a força motriz do processo ...
Portanto, o DAB + antes de o ser já o era...
Compare-se o miserável discurso tuga com o que diz a Radio France...
Radio France líder de audiências !
Antenas da RTP serviço estatal de nicho sem qualquer força para implementar a mudança...
https://www.radiofrance.com/radio-france-et-la-radio-numerique-terrestre-dab
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Obrigado pela partilha do link, que atentamente verifiquei - Radio France é um outro planeta, bem diferente da nossa RTP, que tem o desplante de comunicar desinteressadamente tal tema da rádio digital...
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Essa RTP é tudo uma cambada de parasitas
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E ainda por cima querem por sistemas de rádio digital pagos. Continuam a bater na mesma tecla. Se cá em Portugal implementarem um sistema digital de rádio pago vão fazer com que menos gente ouça rádio. E a própria rádio pública vai perder mais audiência. E Portugal ficara isolado da Europa com um sistema que ninguém usa e que não é prático para usar no carro.
Enviado do meu Redmi 7 através do Tapatalk
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DAB+ sobre IP é para mim quase o tiro de misericórdia sobre o DAB+. É quase um reconhecimento de "ok, quase toda a gente tem 4G/5G, emitir via DAB+ alienando tanta gente custa dinheiro que não temos".
Mas faz sentido. Agora, DAB+ sobre IP vai criar uma quantidade incrível de rádios piratas... mas DAB+ só DAB+ será menos relevante e pode não vir a substituir o FM nos próximos 10 anos em Portugal. Vamos ter momentos interessantes nos próximos tempos: ou cedem ao livre-espaço da tecnologia, ou cedem a menores rendimentos e gastos adicionais que no imediato são maiores. Vai ser bom de observar.
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Resultados preocupantes, especialmente o do grupo Renascença Multimédia já que a Observador e a TSF é o que sabemos...
https://eco.sapo.pt/2024/09/11/crise-nos-media-veja-as-contas-dos-grupos-nao-cotados-em-bolsa/
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Preocupantes, sem qualquer dúvida.
No entanto, ressalvo dois casos, Observador e Renascença.
O projecto Observador (jornal on-line e rádio) é claramente um projecto com objectivos políticos, ou seja, enquanto as coisas os accionistas quiserem fazer valer os seus ideais políticos aquilo é "um poço sem fundo". Se algum dia der lucro, por pouco que seja, é como juntar o útil ao agradável.
Quanto á Renascença, é a rádio "oficial" da Igreja Católica portuguesa, seria um escândalo se algum dia fechasse. Portanto, podem fazer as reestruturações que fizerem, despedimentos, campanhas de angariação de fundos (não seria a primeira vez, lembrem-se os mais velhos, da Liga dos amigos da RR), etc., que a RR irá sempre existir.
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Preocupantes, sem qualquer dúvida.
No entanto, ressalvo dois casos, Observador e Renascença.
O projecto Observador (jornal on-line e rádio) é claramente um projecto com objectivos políticos, ou seja, enquanto as coisas os accionistas quiserem fazer valer os seus ideais políticos aquilo é "um poço sem fundo". Se algum dia der lucro, por pouco que seja, é como juntar o útil ao agradável.
Quanto á Renascença, é a rádio "oficial" da Igreja Católica portuguesa, seria um escândalo se algum dia fechasse. Portanto, podem fazer as reestruturações que fizerem, despedimentos, campanhas de angariação de fundos (não seria a primeira vez, lembrem-se os mais velhos, da Liga dos amigos da RR), etc., que a RR irá sempre existir.
Não podem dar prejuízo.
No caso da RR fico contente. Seguiram um caminho sem saída...
A Observador também não pode dar prejuízo...
Como Rádio de Palavra é ainda um projeto rudimentar sobretudo porque Portugal sempre privilegiou a música...
Faltam emissores e mais nomes fortes que dêem consistência ao projeto.
Aqui ao lado,em Espanha, excetuando a Prisa com um buraco que ultrapassa os 900 milhões de euros, os restantes grupos têm as contas no verde.
Também por isto, a Antena1 tem de ser cada vez mais uma rádio de palavra que aposte na informação, reportagem, programas culturais, debates, DESPORTO e bons programas de investigação (que não tem, nem nunca teve, embora isso tenha sido dito em documentos oficiais).
-
A propósito do prejuízo da RR, não acham um bocadinho estranho que o prejuízo seja exatamente igual ao lucro do exercício anterior, 67k? Vou dar a minha polémica opinião, baseado numa aprendizagem que obtive na disciplina de Auditoria na FEP:
C O N T A B I L I D A D E
=
C R I A A T I V I D A D E
Os dois A's não são erro, uma boa equipa de CC's (e por inerência os ROC's) conseguem criar atividade no exercício para se chegar ao resultado que se quer. Basta, por exemplo, aumentar as provisões, rever a política de amortizações, mexer nas reservas de capital... Não sou contabilista, já me ensinaram alguns truques. Parece-me que aqui, pode muito bem ter sido o caso.
Independentemente disso, não se fiem muito nos RLE's, olhem mais para outros indicadores. Para mim, mais relevante é a diferença nas vendas e serviços prestados entre a Bauer e a R/COM. Diz mais da diferença de capacidade entre ambas de atrair mercado. É preciso fazer uma análise mais fina.
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Cheira muito mal...
Também por causa deste indivíduo Balsemão o grupo RTP tem de piar baixinho...
Uma TDT vergonhosa;
Um serviço de nicho e não Serviço Público, castrado por interesses vários...
Uma RTP que em tempos idos, com a ajuda dos contribuintes, ajudou abundantemente a dar vida à Sportv e à Olivedesportos do pirata Joaquim Oliveira...
Entre outras vomitivas decisões...
Mais uma relacionada com o DDT dos Média...
Já está em decadência acelerada ele e o grupo mas ainda vai mexendo...
https://paginaum.pt/2024/09/19/estranhos-negocios-impresa-compra-edificio-ao-novo-banco-sem-dinheiro-e-com-desconto/?fbclid=IwY2xjawFbyvlleHRuA2FlbQIxMQABHUPXXRYUkXa70XaHzDfaj-FQ75Te7I9rF87Dj6AkvgAZZieDr4sD7wll5A_aem_TNZc9rlb3Gr2no2qrNCv9Q
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Boas notícias!
Rádio foi o segundo meio com maior crescimento de publicidade em 2024
https://www.marktest.com/wap/a/n/id~2b8d.aspx?fbclid=IwY2xjawIZ7SRleHRuA2FlbQIxMQABHSGyNLgqDRqp9nHpmEnY6eijm6_d8jA2JhMVH3GfEl647IAyABk4zI8Vqw_aem_AuADZH1CTSUYMYsGbbMnMw
Enviado do meu 21091116UG através do Tapatalk
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A televisão em sinal aberto em Portugal não dá nada de jeito perde publicidade, a radio em sinal aberto ganha cada vez mais audiência logo a publicidade cresce.
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A televisão em sinal aberto em Portugal não dá nada de jeito perde publicidade, a radio em sinal aberto ganha cada vez mais audiência logo a publicidade cresce.
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A TSF tem mais audiência do que qualquer canal de notícias em Portugal.
Não se percebe o fascínio de colaboradores, jornalistas e afins pela tv em detrimento da rádio...
Neste segmento, isto é impensável em Espanha e França, pir exemplo...
Ou seja, os protagonistas não trocam a rádio pela tv...
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A TSF tem mais audiência do que qualquer canal de notícias em Portugal.
Não se percebe o fascínio de colaboradores, jornalistas e afins pela tv em detrimento da rádio...
Neste segmento, isto é impensável em Espanha e França, pir exemplo...
Ou seja, os protagonistas não trocam a rádio pela tv...
Parece-me sobretudo uma questão de egos e notoriedade, que só a televisão consegue alimentar na sociedade portuguesa.
Espanhóis, franceses e outros não dão tanta relevância a isso.
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A TSF tem mais audiência do que qualquer canal de notícias em Portugal.
Não se percebe o fascínio de colaboradores, jornalistas e afins pela tv em detrimento da rádio...
Neste segmento, isto é impensável em Espanha e França, pir exemplo...
Ou seja, os protagonistas não trocam a rádio pela tv...
Parece-me sobretudo uma questão de egos e notoriedade, que só a televisão consegue alimentar na sociedade portuguesa.
Espanhóis, franceses e outros não dão tanta relevância a isso.
Sabem, meus caros...
E ainda bem! Só lamento os parcos orçamentos e ordenados.
Na altura da pandemia, seleccionei muito bem as minhas fontes de informação.
Como não suportava pivôs moralistas e assassinatos de carácter pela televisão, além de imagens catastróficas, passei a escutar notícias via rádio (Antena 1/TSF) e mais uns jornais que considero sérios (Público, Jornal de Notícias, Observador, Médio Tejo).
A rádio tem sido o órgão mais plástico às alterações dos tempos. Se temos problemas no meio em Portugal? Claro! Mas há tanta coisa boa e hoje foi caso disso.
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Plenamente de acordo.
A TSF tem mais audiência do que qualquer canal de notícias em Portugal.
Não se percebe o fascínio de colaboradores, jornalistas e afins pela tv em detrimento da rádio...
Neste segmento, isto é impensável em Espanha e França, pir exemplo...
Ou seja, os protagonistas não trocam a rádio pela tv...
Parece-me sobretudo uma questão de egos e notoriedade, que só a televisão consegue alimentar na sociedade portuguesa.
Espanhóis, franceses e outros não dão tanta relevância a isso.
Sabem, meus caros...
E ainda bem! Só lamento os parcos orçamentos e ordenados.
Na altura da pandemia, seleccionei muito bem as minhas fontes de informação.
Como não suportava pivôs moralistas e assassinatos de carácter pela televisão, além de imagens catastróficas, passei a escutar notícias via rádio (Antena 1/TSF) e mais uns jornais que considero sérios (Público, Jornal de Notícias, Observador, Médio Tejo).
A rádio tem sido o órgão mais plástico às alterações dos tempos. Se temos problemas no meio em Portugal? Claro! Mas há tanta coisa boa e hoje foi caso disso.
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Obrigado pela partilha, que considero conter boas ideias, as quais espero sejam concretizadas a curto prazo.
Especificamente no que concerne a "Emissões de teste durante 2 anos (depois logo se verá), em DAB+, apenas em Lisboa e Porto. (Aleluia)", comento que se trata de uma fabulosa notícia, que, espero também, seja concretizada com a devida potência e número de emissores necessários para um bom desempenho em Lisboa e no Porto, esperando que, após período experimental, seja alargada a rede ao restante território nacional.
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Esperemos que não sejam anúncios sem consequências.
As ideias parecem me boas, veremos agora o que se segue.
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Obrigado pela partilha, que considero conter boas ideias, as quais espero sejam concretizadas a curto prazo.
Especificamente no que concerne a "Emissões de teste durante 2 anos (depois logo se verá), em DAB+, apenas em Lisboa e Porto. (Aleluia)", comento que se trata de uma fabulosa notícia, que, espero também, seja concretizada com a devida potência e número de emissores necessários para um bom desempenho em Lisboa e no Porto, esperando que, após período experimental, seja alargada a rede ao restante território nacional.
Entretanto, disse mais tarde, numa conversa em direto na rádio, que o estado não vai gastar um cêntimo neste teste, e que são os operadores interessados que vão gastar.
Ou seja, sabendo de antemão do (não) interesse maioritário existente no meio radiofónico em Portugal pelo DAB+, é bem provável que fique tudo em águas de bacalhau.
Mas espero estar enganado.
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Obrigado pela partilha, que considero conter boas ideias, as quais espero sejam concretizadas a curto prazo.
Especificamente no que concerne a "Emissões de teste durante 2 anos (depois logo se verá), em DAB+, apenas em Lisboa e Porto. (Aleluia)", comento que se trata de uma fabulosa notícia, que, espero também, seja concretizada com a devida potência e número de emissores necessários para um bom desempenho em Lisboa e no Porto, esperando que, após período experimental, seja alargada a rede ao restante território nacional.
Entretanto, disse mais tarde, numa conversa em direto na rádio, que o estado não vai gastar um cêntimo neste teste, e que são os operadores interessados que vão gastar.
Ou seja, sabendo de antemão do (não) interesse maioritário existente no meio radiofónico em Portugal pelo DAB+, é bem provável que fique tudo em águas de bacalhau.
Mas espero estar enganado.
Só acredito no DAB+ em Portugal quando estiver a emitir.
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Obrigado pela partilha, que considero conter boas ideias, as quais espero sejam concretizadas a curto prazo.
Especificamente no que concerne a "Emissões de teste durante 2 anos (depois logo se verá), em DAB+, apenas em Lisboa e Porto. (Aleluia)", comento que se trata de uma fabulosa notícia, que, espero também, seja concretizada com a devida potência e número de emissores necessários para um bom desempenho em Lisboa e no Porto, esperando que, após período experimental, seja alargada a rede ao restante território nacional.
Entretanto, disse mais tarde, numa conversa em direto na rádio, que o estado não vai gastar um cêntimo neste teste, e que são os operadores interessados que vão gastar.
Ou seja, sabendo de antemão do (não) interesse maioritário existente no meio radiofónico em Portugal pelo DAB+, é bem provável que fique tudo em águas de bacalhau.
Mas espero estar enganado.
Só acredito no DAB+ em Portugal quando estiver a emitir.
Sinceramente, também eu.
Mas pode ser um abrir de portas para Observadores, Megas, Cidades, Smooths, e muitas outras do género chegarem a todo o território nacional.
Vamos ver...
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Boas notícias quanto ao DAB+, mas o resultado prático vai variar muito conforme quem lidera decidir. Se a Bauer ou a R/Com não figurarem no DAB+ já não fica tão fácil. Precisar-se-ia de histórico.
Muito, muito boa notícia e muito boa visão nessa conferência da RUA sobre a Lei da Rádio, ora até que enfim, já fazia falta. E se vier liberalizar um bocadinho, tanto melhor. O investimento tem que ser nos produtos radiofónicos e não em intermediários.
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São boas notícias, o principal é que não se cometam os erros do passado como aconteceu com a TDT e o próprio DAB na altura em que emitiu, o que a meu ver é difícil pois os recetores estão bastante mais acessíveis e os novos veículos já têm quase todos DAB+ por lei, e o espectro FM não está totalmente saturado como foi dito, aqui no Algarve ainda há muito espaço no FM, e claro que a lei tem de ser revista porque a atual só tem levado ao fim da regionalização na rádio em detrimento do centralismo, com a asfixia financeira de muitas rádios locais, que não tem alternativa a não ser ceder aos grupos nacionais. A meu ver tanto o DAB+ como o FM devem coexistir, mas com propósitos diferentes, sendo o DAB+ a tecnologia de difusão mais focada nas rádios nacionais/regionais e estatais e o FM ser de certa forma e de forma justa e controlada liberalizado para rádios locais e comunitárias.
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São boas notícias, o principal é que não se cometam os erros do passado como aconteceu com a TDT e o próprio DAB na altura em que emitiu, o que a meu ver é difícil pois os recetores estão bastante mais acessíveis e os novos veículos já têm quase todos DAB+ por lei, e o espectro FM não está totalmente saturado como foi dito, aqui no Algarve ainda há muito espaço no FM, e claro que a lei tem de ser revista porque a atual só tem levado ao fim da regionalização na rádio em detrimento do centralismo, com a asfixia financeira de muitas rádios locais, que não tem alternativa a não ser ceder aos grupos nacionais. A meu ver tanto o DAB+ como o FM devem coexistir, mas com propósitos diferentes, sendo o DAB+ a tecnologia de difusão mais focada nas rádios nacionais/regionais e estatais e o FM ser de certa forma e de forma justa e controlada liberalizado para rádios locais e comunitárias.
Concordo com tudo o que disseste.
Só acho que qualquer rádio, ainda que local, se assim quiser e tiver meios técnicos para isso, pode e deve emitir em FM e em DAB+ em simultâneo.
Não faz sentido apenas as nacionais passarem para o DAB+, porque depois o FM fica esquecido, e ninguém ouve as rádios locais.
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São boas notícias, o principal é que não se cometam os erros do passado como aconteceu com a TDT e o próprio DAB na altura em que emitiu, o que a meu ver é difícil pois os recetores estão bastante mais acessíveis e os novos veículos já têm quase todos DAB+ por lei, e o espectro FM não está totalmente saturado como foi dito, aqui no Algarve ainda há muito espaço no FM, e claro que a lei tem de ser revista porque a atual só tem levado ao fim da regionalização na rádio em detrimento do centralismo, com a asfixia financeira de muitas rádios locais, que não tem alternativa a não ser ceder aos grupos nacionais. A meu ver tanto o DAB+ como o FM devem coexistir, mas com propósitos diferentes, sendo o DAB+ a tecnologia de difusão mais focada nas rádios nacionais/regionais e estatais e o FM ser de certa forma e de forma justa e controlada liberalizado para rádios locais e comunitárias.
Concordo com tudo o que disseste.
Só acho que qualquer rádio, ainda que local, se assim quiser e tiver meios técnicos para isso, pode e deve emitir em FM e em DAB+ em simultâneo.
Não faz sentido apenas as nacionais passarem para o DAB+, porque depois o FM fica esquecido, e ninguém ouve as rádios locais.
Venho recordar que é possível emitir em simulcast com FM e DAB+, colmatando zonas sem cobertura de forma mais eficaz. Funciona como o RDS mas com alternância entre FM e DAB+ automaticamente. Já testei na Bélgica e funciona muito bem.
Refiro ainda que cada passo de cada vez: emissões teste (Lx e Porto), aumento da rede em emissões nacionais/regionais e abertura de MUX para as locais que, certamente, vão demorar mais tempo a aceder à tecnologia de emissão digital.
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São boas notícias, o principal é que não se cometam os erros do passado como aconteceu com a TDT e o próprio DAB na altura em que emitiu, o que a meu ver é difícil pois os recetores estão bastante mais acessíveis e os novos veículos já têm quase todos DAB+ por lei, e o espectro FM não está totalmente saturado como foi dito, aqui no Algarve ainda há muito espaço no FM, e claro que a lei tem de ser revista porque a atual só tem levado ao fim da regionalização na rádio em detrimento do centralismo, com a asfixia financeira de muitas rádios locais, que não tem alternativa a não ser ceder aos grupos nacionais. A meu ver tanto o DAB+ como o FM devem coexistir, mas com propósitos diferentes, sendo o DAB+ a tecnologia de difusão mais focada nas rádios nacionais/regionais e estatais e o FM ser de certa forma e de forma justa e controlada liberalizado para rádios locais e comunitárias.
Concordo com tudo o que disseste.
Só acho que qualquer rádio, ainda que local, se assim quiser e tiver meios técnicos para isso, pode e deve emitir em FM e em DAB+ em simultâneo.
Não faz sentido apenas as nacionais passarem para o DAB+, porque depois o FM fica esquecido, e ninguém ouve as rádios locais.
Venho recordar que é possível emitir em simulcast com FM e DAB+, colmatando zonas sem cobertura de forma mais eficaz. Funciona como o RDS mas com alternância entre FM e DAB+ automaticamente. Já testei na Bélgica e funciona muito bem.
Refiro ainda que cada passo de cada vez: emissões teste (Lx e Porto), aumento da rede em emissões nacionais/regionais e abertura de MUX para as locais que, certamente, vão demorar mais tempo a aceder à tecnologia de emissão digital.
Logicamente.
Até porque uma boa parte das rádios locais emitem totalmente em analógico, e teriam que gastar muito dinheiro para digitalizar os seus estúdios.
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São boas notícias, o principal é que não se cometam os erros do passado como aconteceu com a TDT e o próprio DAB na altura em que emitiu, o que a meu ver é difícil pois os recetores estão bastante mais acessíveis e os novos veículos já têm quase todos DAB+ por lei, e o espectro FM não está totalmente saturado como foi dito, aqui no Algarve ainda há muito espaço no FM, e claro que a lei tem de ser revista porque a atual só tem levado ao fim da regionalização na rádio em detrimento do centralismo, com a asfixia financeira de muitas rádios locais, que não tem alternativa a não ser ceder aos grupos nacionais. A meu ver tanto o DAB+ como o FM devem coexistir, mas com propósitos diferentes, sendo o DAB+ a tecnologia de difusão mais focada nas rádios nacionais/regionais e estatais e o FM ser de certa forma e de forma justa e controlada liberalizado para rádios locais e comunitárias.
Concordo com tudo o que disseste.
Só acho que qualquer rádio, ainda que local, se assim quiser e tiver meios técnicos para isso, pode e deve emitir em FM e em DAB+ em simultâneo.
Não faz sentido apenas as nacionais passarem para o DAB+, porque depois o FM fica esquecido, e ninguém ouve as rádios locais.
Venho recordar que é possível emitir em simulcast com FM e DAB+, colmatando zonas sem cobertura de forma mais eficaz. Funciona como o RDS mas com alternância entre FM e DAB+ automaticamente. Já testei na Bélgica e funciona muito bem.
Refiro ainda que cada passo de cada vez: emissões teste (Lx e Porto), aumento da rede em emissões nacionais/regionais e abertura de MUX para as locais que, certamente, vão demorar mais tempo a aceder à tecnologia de emissão digital.
Logicamente.
Até porque uma boa parte das rádios locais emitem totalmente em analógico, e teriam que gastar muito dinheiro para digitalizar os seus estúdios.
Bem, podem continuar a emitir em analógico à entrada e apenas meter um conversor DAC... A alteração da tecnologia de transmissão não interfere nos equipamentos internos do operador (admito que no máximo haja impactos no RT por causa do transporte). DAB+ é apenas relativo ao que está instalado na torre.
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A TSF tem mais audiência do que qualquer canal de notícias em Portugal.
Não se percebe o fascínio de colaboradores, jornalistas e afins pela tv em detrimento da rádio...
Neste segmento, isto é impensável em Espanha e França, pir exemplo...
Ou seja, os protagonistas não trocam a rádio pela tv...
O fascínio é só um, o vil metal, que na TV deve ser muitíssimo superior. Ficam na rádio os que têm verdadeiro amor à camisola. Por isso sempre disse, gosto mais de ver a rádio criar vedetas do
que ver esta a contrata-las. O que é manifestamente distinto.
Disse bem, a TSF tem mais audiência que qualquer TV de informação, no entanto, não fosse a Staples e, provavelmente, já teria fechado. Nem sei como é que uma insígnia que está sempre às moscas consegue ser o segundo anunciante em rádio, mas ainda bem que assim é. Não vê anúncios premium na rádio a bens de luxo, como vê na TV. A Smooth que ocupa esse segmento, nem publicidade tem, praticamente. A única pergunta decente que a jornalista do Eco, que parecia saída da Faculdade, fez ao Prof. Luís Ramos Pinheiro foi, justamente, sobre a questão de a rádio, naquele caso a R/COM, comunicar mal com os anunciantes. Penso que, efetivamente, temos esse problema.
Sabem, meus caros...
E ainda bem! Só lamento os parcos orçamentos e ordenados.
Na altura da pandemia, seleccionei muito bem as minhas fontes de informação.
Como não suportava pivôs moralistas e assassinatos de carácter pela televisão, além de imagens catastróficas, passei a escutar notícias via rádio (Antena 1/TSF) e mais uns jornais que considero sérios (Público, Jornal de Notícias, Observador, Médio Tejo).
A rádio tem sido o órgão mais plástico às alterações dos tempos. Se temos problemas no meio em Portugal? Claro! Mas há tanta coisa boa e hoje foi caso disso.
Completamente de acordo. Ainda tens por lá alguns(mas) narcisos(as), mas, no geral, a malta da rádio são pessoas comuns, simples e humildes, gente de carne e osso, e isso cria uma brutal aproximação aos ouvintes. Ia a ouvir a Catarina Silva esta manhã e pensei isto: "é incrível como é possível tornar uma rádio de cariz nacional uma comunidade, quase como se fosse uma grande rádio local". É a magia da rádio. Também hoje, por duas ocasiões, em estações nacionais diferentes, ouvi locutores a perguntarem no ar se um ouvinte estava bem, porque já não participava há muito tempo. Um deles até disse que tinha saudades daquela pessoa.
Isto é algo fantástico, um poder único que a rádio tem, que Gouchas, Cristinas e afins nunca o conseguiriam fazer. Aliás, em TV só há um programa que tem esta essência, curiosamente dedicado ao público que a rádio mais tem abandonado, e feito por um coração grande, chama-se Fernando Mendes.
Já agora, em jeito de nota, fico absolutamente surpreendido com o facto do Continente ser o maior anunciante. Não me recordo de ouvir um anúncio deles nas rádios que mais escuto. Devem fazer essencialmente Bauer, que ouço muito menos que os demais grupos, em proporção.
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Obrigado pela partilha, que considero conter boas ideias, as quais espero sejam concretizadas a curto prazo.
Especificamente no que concerne a "Emissões de teste durante 2 anos (depois logo se verá), em DAB+, apenas em Lisboa e Porto. (Aleluia)", comento que se trata de uma fabulosa notícia, que, espero também, seja concretizada com a devida potência e número de emissores necessários para um bom desempenho em Lisboa e no Porto, esperando que, após período experimental, seja alargada a rede ao restante território nacional.
Entretanto, disse mais tarde, numa conversa em direto na rádio, que o estado não vai gastar um cêntimo neste teste, e que são os operadores interessados que vão gastar.
Ou seja, sabendo de antemão do (não) interesse maioritário existente no meio radiofónico em Portugal pelo DAB+, é bem provável que fique tudo em águas de bacalhau.
Mas espero estar enganado.
O Pedro Duarte, no que me disse, é que não quer a RTP a entrar sozinha nisto, os privados têm também de contribuir, como aliás, escrevi num outro tópico. A questão aqui é mesmo: como fazer os privados saírem da idade da pedra?
A meu ver tanto o DAB+ como o FM devem coexistir, mas com propósitos diferentes, sendo o DAB+ a tecnologia de difusão mais focada nas rádios nacionais/regionais e estatais e o FM ser de certa forma e de forma justa e controlada liberalizado para rádios locais e comunitárias.
Sim, parece-me que essa seria, evidentemente, a melhor solução, até considerando o público alvo que serve muitas locais.
Como referes e bem, o FM só está saturado no Porto, porque devido às diferentes elevações que rodeiam a cidade até 100km, apanhamos aqui com tudo quanto é sinal das nacionais, ficando muito difícil conseguires ter espaço disponível, quando tens zonas em que ouves com qualidade perfeita 6 frequências da Antena 1, por exemplo.
Desconhecia que a RUM, RUC e UFM não são verdadeiras universitárias. De duas uma, ou são convertidas enquanto tal, ou devem perder a designação. A propriedade deveria passar para a academia, mas se se mantiver nas Associações Académicas, também não vem mal ao mundo.
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Obrigado pela partilha, que considero conter boas ideias, as quais espero sejam concretizadas a curto prazo.
Especificamente no que concerne a "Emissões de teste durante 2 anos (depois logo se verá), em DAB+, apenas em Lisboa e Porto. (Aleluia)", comento que se trata de uma fabulosa notícia, que, espero também, seja concretizada com a devida potência e número de emissores necessários para um bom desempenho em Lisboa e no Porto, esperando que, após período experimental, seja alargada a rede ao restante território nacional.
Entretanto, disse mais tarde, numa conversa em direto na rádio, que o estado não vai gastar um cêntimo neste teste, e que são os operadores interessados que vão gastar.
Ou seja, sabendo de antemão do (não) interesse maioritário existente no meio radiofónico em Portugal pelo DAB+, é bem provável que fique tudo em águas de bacalhau.
Mas espero estar enganado.
O Pedro Duarte, no que me disse, é que não quer a RTP a entrar sozinha nisto, os privados têm também de contribuir, como aliás, escrevi num outro tópico. A questão aqui é mesmo: como fazer os privados saírem da idade da pedra?
A meu ver tanto o DAB+ como o FM devem coexistir, mas com propósitos diferentes, sendo o DAB+ a tecnologia de difusão mais focada nas rádios nacionais/regionais e estatais e o FM ser de certa forma e de forma justa e controlada liberalizado para rádios locais e comunitárias.
Sim, parece-me que essa seria, evidentemente, a melhor solução, até considerando o público alvo que serve muitas locais.
Como referes e bem, o FM só está saturado no Porto, porque devido às diferentes elevações que rodeiam a cidade até 100km, apanhamos aqui com tudo quanto é sinal das nacionais, ficando muito difícil conseguires ter espaço disponível, quando tens zonas em que ouves com qualidade perfeita 6 frequências da Antena 1, por exemplo.
Desconhecia que a RUM, RUC e UFM não são verdadeiras universitárias. De duas uma, ou são convertidas enquanto tal, ou devem perder a designação. A propriedade deveria passar para a academia, mas se se mantiver nas Associações Académicas, também não vem mal ao mundo.
A RUM e a RUC são verdadeiras rádios universitárias.
Só têm uma lei diferente da RUA, porque apareceram primeiro que a RUA.
Até porque a programação destas 3 universitárias, têm muito em comum (a Universidade FM de Vila Real é que é um pouco distinta das outras).
Mas quem ouviu o Secretário de Estado, percebeu que as rádios universitárias vão ser todas igualadas aos olhos da lei, sem perder as suas regalias.
Acabar com as rádios universitárias, ou fazerem com que elas percam as suas designações, só aumenta a carência de rádios produzidas dos locais onde emitem, e escancara as portas para o aparecimento de mais rádios nacionais, a utilizarem frequências locais (a abertura a ilegalidade que a lei permite).
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Como diz o Secretário de Estado, a desordem legislativa que existe levou a que muitos a contornar a lei. Espero que a lei seja mais rígida para as nacionais e se querem ser rádios nacionais o DAB+ é a oportunidade.
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Quem quiser emitir em DAB+ deve ter essa oportunidade, seja rádio local - prefiro o termo regional, ou intermunicipal - ou rádio nacional. Quem quiser continuar em FM deve poder fazê-lo. Quanto às "cadeias de rádios", pode-se encontrar uma solução intermédia que seria abrirem concursos para emissores sem grande potência nas principais cidades - penso que há espaço para isso no éter da FM em 90% dos casos. Quem concorresse a essas licenças teria de abdicar das frequências actuais.
Quanto às rádios universitárias, as que existem enquanto rádios locais (Braga, Coimbra e Vila Real) devem ser automaticamente convertidas em rádios universitárias, eventualmente podendo a passar ter publicidade em ordem a poder obter mais receita.
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A RUM e a RUC são verdadeiras rádios universitárias.
Só têm uma lei diferente da RUA, porque apareceram primeiro que a RUA.
Até porque a programação destas 3 universitárias, têm muito em comum (a Universidade FM de Vila Real é que é um pouco distinta das outras).
Mas quem ouviu o Secretário de Estado, percebeu que as rádios universitárias vão ser todas igualadas aos olhos da lei, sem perder as suas regalias.
Acabar com as rádios universitárias, ou fazerem com que elas percam as suas designações, só aumenta a carência de rádios produzidas dos locais onde emitem, e escancara as portas para o aparecimento de mais rádios nacionais, a utilizarem frequências locais (a abertura a ilegalidade que a lei permite).
Certíssimo, ninguém defende o fim delas, pelo contrário, já aqui escrevi que deveria ser, inclusivamente obrigatório, onde existem cursos de comunicação social públicos, ter uma frequência com abrangência regional que emitisse um projeto de rádio universitário. Agora, ou acabam com a publicidade para todas, ou dão possibilidade a todas de a ter. Se optarem pela segunda via, e as atuais mantiverem a publicidade, devem perder a menção "Universitária". Era apenas isso que quis referir.
Quem quiser emitir em DAB+ deve ter essa oportunidade, seja rádio local - prefiro o termo regional, ou intermunicipal - ou rádio nacional. Quem quiser continuar em FM deve poder fazê-lo. Quanto às "cadeias de rádios", pode-se encontrar uma solução intermédia que seria abrirem concursos para emissores sem grande potência nas principais cidades - penso que há espaço para isso no éter da FM em 90% dos casos. Quem concorresse a essas licenças teria de abdicar das frequências actuais.
Quanto às rádios universitárias, as que existem enquanto rádios locais (Braga, Coimbra e Vila Real) devem ser automaticamente convertidas em rádios universitárias, eventualmente podendo a passar ter publicidade em ordem a poder obter mais receita.
Certo, não digo o contrário, até porque o DAB+ tem mais capacidade de expansão. Mas se deixarmos o FM liberto, daqui a uns 6 ou 7 anos para as rádios locais, já seria muito bom, e deixaria de originar esta canibalização do mercado. A tua proposta é interessante, continuo, contudo a achar que temos frequências locais a mais, com algumas exceções como os caos do Porto e Coimbra. Temos de evoluir com vista a um modelo de concentração regional. Não há mercado para tantos alvarás locais. Até porque, os próprios concelhos deveriam ser aglutinados, mas essa é outra conversa mais profunda.
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Meus caros, infelizmente, a implementação do DAB+ em Portugal, tal como outros desígnios, só será possível mediante uma directiva europeia que, mais tarde ou mais cedo, sairá.
Só espero que nessa altura, não se comentam os erros da implementação da TDT, que é um autêntico desastre, comparado com, por exemplo, Espanha.
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Meus caros, infelizmente, a implementação do DAB+ em Portugal, tal como outros desígnios, só será possível mediante uma directiva europeia que, mais tarde ou mais cedo, sairá.
Os gastos energéticos com o FM são enormes face ao DAB+...
Só espero que nessa altura, não se comentam os erros da implementação da TDT, que é um autêntico desastre, comparado com, por exemplo, Espanha.
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Meus caros, infelizmente, a implementação do DAB+ em Portugal, tal como outros desígnios, só será possível mediante uma directiva europeia que, mais tarde ou mais cedo, sairá.
Só espero que nessa altura, não se comentam os erros da implementação da TDT, que é um autêntico desastre, comparado com, por exemplo, Espanha.
Caro Bigode do Sala, não existe qualquer diretiva europeia que obrigue à implementação de redes nacionais. Os países estão, por iniciativa própria, a implementar, e muito rapidamente (como se pode verificar no mapa: https://www.worlddab.org/countries). A única obrigação (norma europeia) é a inclusão de recetores DAB/DAB+ nos veículos novos, desde 21 dezembro 2020. Assim, desde que respeitem o espetro internacional, os países têm a sua própria liberdade de implementação das necessárias redes.
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O dab+ não dá dinheiro as operadoras de cabo. Se for implantado em Portugal será um autêntico desastre igual ao da TDT. As operadoras querem a radio digital a pagar pela internet. Radio digital dependente da internet já não é rádio em sinal aberto, já depende de uma operadora de cabo ou móvel para se ouvir. O dab+ não tem nada a ver com internet nem com as operadoras de cabo.
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Meus caros, infelizmente, a implementação do DAB+ em Portugal, tal como outros desígnios, só será possível mediante uma directiva europeia que, mais tarde ou mais cedo, sairá.
Só espero que nessa altura, não se comentam os erros da implementação da TDT, que é um autêntico desastre, comparado com, por exemplo, Espanha.
Caro Bigode do Sala, não existe qualquer diretiva europeia que obrigue à implementação de redes nacionais. Os países estão, por iniciativa própria, a implementar, e muito rapidamente (como se pode verificar no mapa: https://www.worlddab.org/countries). A única obrigação (norma europeia) é a inclusão de recetores DAB/DAB+ nos veículos novos, desde 21 dezembro 2020. Assim, desde que respeitem o espetro internacional, os países têm a sua própria liberdade de implementação das necessárias redes.
Eu sei da inexistência da obrigatoriedade por parte da CE.
Contudo, se estivermos à espera que as rádios tomem essa iniciativa concertada com o Governo, bem podemos esperar deitados.
O dab+ não dá dinheiro as operadoras de cabo. Se for implantado em Portugal será um autêntico desastre igual ao da TDT. As operadoras querem a radio digital a pagar pela internet. Radio digital dependente da internet já não é rádio em sinal aberto, já depende de uma operadora de cabo ou móvel para se ouvir. O dab+ não tem nada a ver com internet nem com as operadoras de cabo.
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Isso é inconcebível e muito pouco provável. Como bem diz, o DAB+ nada tem a ver com a Internet, nem com as operadoras de cabo.
Aliás, a Internet democratizou o acesso à rádio e trouxe uma série de desafios, sobretudo porque posso estar a escutar a Life FM das Ilhas de Cook, tal como posso estar a escutar a Rádio Comercial da Sampaio e Pina ou a BBC Radio 6 Music de Salford.
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O dab+ não dá dinheiro as operadoras de cabo. Se for implantado em Portugal será um autêntico desastre igual ao da TDT. As operadoras querem a radio digital a pagar pela internet. Radio digital dependente da internet já não é rádio em sinal aberto, já depende de uma operadora de cabo ou móvel para se ouvir. O dab+ não tem nada a ver com internet nem com as operadoras de cabo.
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Neste país de interesses, não me admiraria nada que a implementação do DAB+ fosse um autêntico desastre.
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Cheira muito mal...
Também por causa deste indivíduo Balsemão o grupo RTP tem de piar baixinho...
Uma TDT vergonhosa;
Um serviço de nicho e não Serviço Público, castrado por interesses vários...
Uma RTP que em tempos idos, com a ajuda dos contribuintes, ajudou abundantemente a dar vida à Sportv e à Olivedesportos do pirata Joaquim Oliveira...
Entre outras vomitivas decisões...
Mais uma relacionada com o DDT dos Média...
Já está em decadência acelerada ele e o grupo mas ainda vai mexendo...
https://paginaum.pt/2024/09/19/estranhos-negocios-impresa-compra-edificio-ao-novo-banco-sem-dinheiro-e-com-desconto/?fbclid=IwY2xjawFbyvlleHRuA2FlbQIxMQABHUPXXRYUkXa70XaHzDfaj-FQ75Te7I9rF87Dj6AkvgAZZieDr4sD7wll5A_aem_TNZc9rlb3Gr2no2qrNCv9Q
A Televisão TDT, retiremos daqui os espeços informativos das 14h e das 20h, é estar atento se algum dos canais do serviço público transmite alguma coisa que nos agrade, se não esqueçam, que os privados em mais de 90% do tempo não vos vão satisfazer.
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FINALMENTE uma notícia sobre Portugal difundida em https://www.worlddab.org/news : "DAB+ tests to go live soon, says Portuguese Secretary of State Carlos Abreu Amorim!".
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FINALMENTE uma notícia sobre Portugal difundida em https://www.worlddab.org/news : "DAB+ tests to go live soon, says Portuguese Secretary of State Carlos Abreu Amorim!".
Calma. Primeiro veremos se este governo se mantém...
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FINALMENTE uma notícia sobre Portugal difundida em https://www.worlddab.org/news : "DAB+ tests to go live soon, says Portuguese Secretary of State Carlos Abreu Amorim!".
Mas isso já tinha sido oficializado no Dia Mundial da Rádio...
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FINALMENTE uma notícia sobre Portugal difundida em https://www.worlddab.org/news : "DAB+ tests to go live soon, says Portuguese Secretary of State Carlos Abreu Amorim!".
O Sr. Secretário de Estado referiu incorretamente alguns pontos de abordagem: nem todos os países da Europa têm DAB+ (para além da referida Finlândia, também a Hungria, a Islândia, o Kosovo, a Geórgia), além de que a Irlanda retomará os testes (In February 2025, it was reported that regulator Comreg has commissioned FáilteDAB to carry out a new high-powered DAB+ trial in Dublin and surrounding areas for 12 months. The experiment, starting in April, will be operated by Foothold Communications, which owns and operates transmission towers around Ireland and currently has over 1000 radio link and broadcast systems under management. FáilteDAB says only Irish Coimisiún na Meán licensed radio operators will be allowed to participate in the trial.
Local industry news portal Radio Today reported that "Wireless Ireland is planning on launching “a suite of new digital radio services” on DAB+ this year. The new stations are set to launch in the spring, with more details announced in coming weeks. Bauer Media Audio Ireland has also confirmed it will operate services on the DAB+ trial with full details to follow.".
O Sr. Secretário de Estado também referiu as vantagens aparentes do sistema, quando se sabe que países, reconhecidamente considerados mais desenvolvidos do que Portugal, apostaram já fortemente nesta tecnologia - por algum motivo certamente - e alguns até abandonaram a Frequência Modulada em detrimento do DAB+, e até já sabem o que é (esta tecnologia)...
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FINALMENTE uma notícia sobre Portugal difundida em https://www.worlddab.org/news : "DAB+ tests to go live soon, says Portuguese Secretary of State Carlos Abreu Amorim!".
Calma. Primeiro veremos se este governo se mantém...
Este governo já foi. Até acho que sem que existam razões jurídicas para tal, o que acredito que seja contrário ao que a maioria dos colegas pensará, mas, politicamente, o Montenegro está morto. O Pedro Nuno vai ganhar as eleições em maio, provavelmente com uma maioria muito próxima de absoluta. Não sei se o PS irá dar continuidade ao projeto, se se confirmarem as minhas previsões. Mesmo sem o Pedro Duarte no Governo, admitindo que, por algum golpe de asa, o PS não chumba a moção, tenho muitas duvidas.
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FINALMENTE uma notícia sobre Portugal difundida em https://www.worlddab.org/news : "DAB+ tests to go live soon, says Portuguese Secretary of State Carlos Abreu Amorim!".
Calma. Primeiro veremos se este governo se mantém...
Este governo já foi. Até acho que sem que existam razões jurídicas para tal, o que acredito que seja contrário ao que a maioria dos colegas pensará, mas, politicamente, o Montenegro está morto. O Pedro Nuno vai ganhar as eleições em maio, provavelmente com uma maioria muito próxima de absoluta. Não sei se o PS irá dar continuidade ao projeto, se se confirmarem as minhas previsões. Mesmo sem o Pedro Duarte no Governo, admitindo que, por algum golpe de asa, o PS não chumba a moção, tenho muitas duvidas.
Pedro Nuno Santos ganhar as eleições e com quase maioria absoluta?
Lol
Lol
Uma boa partida para o dia 1de abril...
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FINALMENTE uma notícia sobre Portugal difundida em https://www.worlddab.org/news : "DAB+ tests to go live soon, says Portuguese Secretary of State Carlos Abreu Amorim!".
Calma. Primeiro veremos se este governo se mantém...
Este governo já foi. Até acho que sem que existam razões jurídicas para tal, o que acredito que seja contrário ao que a maioria dos colegas pensará, mas, politicamente, o Montenegro está morto. O Pedro Nuno vai ganhar as eleições em maio, provavelmente com uma maioria muito próxima de absoluta. Não sei se o PS irá dar continuidade ao projeto, se se confirmarem as minhas previsões. Mesmo sem o Pedro Duarte no Governo, admitindo que, por algum golpe de asa, o PS não chumba a moção, tenho muitas duvidas.
Pedro Nuno Santos ganhar as eleições e com quase maioria absoluta?
Lol
Lol
Uma boa partida para o dia 1de abril...
Espero que tenha razão. Se o Montenegro não é nenhum menino do coro, o PNS é um lobo com pele de cordeiro, mas a maioria do país é sociologicamente de esquerda e socialista. Uma crise deste tipo vai dar uma ampla maioria ao PS. Provavelmente, se o BE o PC tivessem a força de outrora, seria suficiente para formar Governo. Assim, veremos. Mas o PS ganha, disso não tenho quase dúvidas nenhumas.
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Mesmo nao tendo artes de adivinho, não estou nada certo disso.
Ate porque para a AD é facil explicar que não houve ilegalidade nenhuma( só no caso do Hernani Dias, que adquiriu uma empresa já depois de estar no governo).
E tambem historicamente quem colabora para quedas de hoverno, é penalizado.
Foi assim com a moção de censura do PNR( do Eanes) que depois deu a primeira maioria absoluta ao PSD do Cavaco.
O segundo caso é recente, quando Bloco e PCP votaram contra o orçamento de estado e como isto levou para eleições, o PS de Costa teve maioria absoluta e quem foi grandemente penalizado foram Bloco( de 19 deputados, passou para 4) e PCP( de 12 para 5 deputados).
Veremos agora se a tendência se mantém...
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Foi assim com a moção de censura do PNR( do Eanes) que depois deu a primeira maioria absoluta ao PSD do Cavaco.
PNR - partido de extrema-direita.
PRD - inspirado e, mais tarde, liderado pela figura tutelar do General Eanes; na altura que refere era liderado pelo Engº Hermínio Martinho.
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Isso mesmo, obrigado pela correcção.
Nessa altura o PRD ficou ferido de morte, nem posterior presidencia Do General Ramalho Eanes lhe valeu.
Recordo que o PRD estava práticamente empatado com o PS.
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FINALMENTE uma notícia sobre Portugal difundida em https://www.worlddab.org/news : "DAB+ tests to go live soon, says Portuguese Secretary of State Carlos Abreu Amorim!".
Calma. Primeiro veremos se este governo se mantém...
Este governo já foi. Até acho que sem que existam razões jurídicas para tal, o que acredito que seja contrário ao que a maioria dos colegas pensará, mas, politicamente, o Montenegro está morto. O Pedro Nuno vai ganhar as eleições em maio, provavelmente com uma maioria muito próxima de absoluta. Não sei se o PS irá dar continuidade ao projeto, se se confirmarem as minhas previsões. Mesmo sem o Pedro Duarte no Governo, admitindo que, por algum golpe de asa, o PS não chumba a moção, tenho muitas duvidas.
Pedro Nuno Santos ganhar as eleições e com quase maioria absoluta?
Lol
Lol
Uma boa partida para o dia 1de abril...
Espero que tenha razão. Se o Montenegro não é nenhum menino do coro, o PNS é um lobo com pele de cordeiro, mas a maioria do país é sociologicamente de esquerda e socialista. Uma crise deste tipo vai dar uma ampla maioria ao PS. Provavelmente, se o BE o PC tivessem a força de outrora, seria suficiente para formar Governo. Assim, veremos. Mas o PS ganha, disso não tenho quase dúvidas nenhumas.
Eu não acreditava tanto na vitória do PS e muito sinceramente não sei quem irá ganhar, não ponho as mão no fogo por nenhuma aposta. Acredito é que este assunto do DAB, vai ficar parado, como muita coisa irá, mais a mais o actual Ministro, vai muito paravelmente tentar ser presidente da Câmara do Porto.
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Foi assim com a moção de censura do PNR( do Eanes) que depois deu a primeira maioria absoluta ao PSD do Cavaco.
PNR - partido de extrema-direita.
PRD - inspirado e, mais tarde, liderado pela figura tutelar do General Eanes; na altura que refere era liderado pelo Engº Hermínio Martinho.
Na realidade, são o mesmo partido. O atual Ergue-te, vai na terceira designação: PRD->PNR->ERGUE-TE!
Quando chamado de PRD, o partido ficou na falência, e os fascistas, que há anos tentavam fundar um partido, sem o conseguirem, por tal ser inconstitucional (o mesmo argumento que personalidades como a Drª Ana Gomes usam), compraram o alvará de registo. Ainda hoje, está registado como sendo um partido de centro-esquerda.
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Foi assim com a moção de censura do PNR( do Eanes) que depois deu a primeira maioria absoluta ao PSD do Cavaco.
PNR - partido de extrema-direita.
PRD - inspirado e, mais tarde, liderado pela figura tutelar do General Eanes; na altura que refere era liderado pelo Engº Hermínio Martinho.
Na realidade, são o mesmo partido. O atual Ergue-te, vai na terceira designação: PRD->PNR->ERGUE-TE!
Quando chamado de PRD, o partido ficou na falência, e os fascistas, que há anos tentavam fundar um partido, sem o conseguirem, por tal ser inconstitucional (o mesmo argumento que personalidades como a Drª Ana Gomes usam), compraram o alvará de registo. Ainda hoje, está registado como sendo um partido de centro-esquerda.
O PNR agora passou a Ergue-te.
Havendo eleições, é possível que haja um acordo a três...
Acordo pré-eleitoral entre PSD, CDS-PP e IL.
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Se entra a IL nao têm o meu voto.
Uma coisa são coligações pontuais nas diversas câmaras outra coisa é o Pais, onde ha divergências notórias com o PSD .
Espero que Montenegro não esteja ávido do uma vitória a todo o custo...
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Votos de um Ano Novo pleno de concretizações e nenhumas promessas vãs!
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Não sei se é o tópico mais indicado, porque é algo que diz respeito à UE e não apenas a Portugal, mas fica aqui a nota para vosso conhecimento, da posição de um grupo de Deputados ao Parlamento Europeu, que assinaram uma carta à Presidente da Comissão Europeia, a exigir a obrigatoriedade da disponibilização de receptores de rádio nos automóveis, no âmbito da Lei das Redes Digitais:
https://www.linkedin.com/posts/helder-sousa-silva-79970938_raerdionoautomaejvel-seguranaexarodoviaerria-activity-7419426700293279745-R3I9?utm_source=share&utm_medium=member_android&rcm=ACoAABG81lABaNdhrEZ5m1Y_Bw2YKcleyItBbXc
Curioso, o CEO da BMAP, nesta publicação, comenta citando um estudo relativo ao DAB+.
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Não sei se é o tópico mais indicado, porque é algo que diz respeito à UE e não apenas a Portugal, mas fica aqui a nota para vosso conhecimento, da posição de um grupo de Deputados ao Parlamento Europeu, que assinaram uma carta à Presidente da Comissão Europeia, a exigir a obrigatoriedade da disponibilização de receptores de rádio nos automóveis, no âmbito da Lei das Redes Digitais:
https://www.linkedin.com/posts/helder-sousa-silva-79970938_raerdionoautomaejvel-seguranaexarodoviaerria-activity-7419426700293279745-R3I9?utm_source=share&utm_medium=member_android&rcm=ACoAABG81lABaNdhrEZ5m1Y_Bw2YKcleyItBbXc
Curioso, o CEO da BMAP, nesta publicação, comenta citando um estudo relativo ao DAB+.
Pena é que o nosso Parlamento não tenha qualquer deputado a intervir neste sentido nem no da implementação da famigerada digitalização das emissões da rádio portuguesa.
Para mais pormenores e atualização, em outubro de 2025, podemos ver:
https://www.worlddab.org/public_document/file/1759/Global_DAB__receiver_regulation_factsheet_Oct_2025.pdf?1761226434
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Não sei se é o tópico mais indicado, porque é algo que diz respeito à UE e não apenas a Portugal, mas fica aqui a nota para vosso conhecimento, da posição de um grupo de Deputados ao Parlamento Europeu, que assinaram uma carta à Presidente da Comissão Europeia, a exigir a obrigatoriedade da disponibilização de receptores de rádio nos automóveis, no âmbito da Lei das Redes Digitais:
https://www.linkedin.com/posts/helder-sousa-silva-79970938_raerdionoautomaejvel-seguranaexarodoviaerria-activity-7419426700293279745-R3I9?utm_source=share&utm_medium=member_android&rcm=ACoAABG81lABaNdhrEZ5m1Y_Bw2YKcleyItBbXc
Curioso, o CEO da BMAP, nesta publicação, comenta citando um estudo relativo ao DAB+.
Pena é que o nosso Parlamento não tenha qualquer deputado a intervir neste sentido nem no da implementação da famigerada digitalização das emissões da rádio portuguesa.
Para mais pormenores e atualização, em outubro de 2025, podemos ver:
https://www.worlddab.org/public_document/file/1759/Global_DAB__receiver_regulation_factsheet_Oct_2025.pdf?1761226434
Adiciono, posteriormente, uma outra ligação a um texto - muito completo, que trata este assunto:
https://www.gorkazumeta.com/2026/01/la-prominencia-de-la-radio-en-los.html
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Não sei se é o tópico mais indicado, porque é algo que diz respeito à UE e não apenas a Portugal, mas fica aqui a nota para vosso conhecimento, da posição de um grupo de Deputados ao Parlamento Europeu, que assinaram uma carta à Presidente da Comissão Europeia, a exigir a obrigatoriedade da disponibilização de receptores de rádio nos automóveis, no âmbito da Lei das Redes Digitais:
https://www.linkedin.com/posts/helder-sousa-silva-79970938_raerdionoautomaejvel-seguranaexarodoviaerria-activity-7419426700293279745-R3I9?utm_source=share&utm_medium=member_android&rcm=ACoAABG81lABaNdhrEZ5m1Y_Bw2YKcleyItBbXc
Curioso, o CEO da BMAP, nesta publicação, comenta citando um estudo relativo ao DAB+.
Pena é que o nosso Parlamento não tenha qualquer deputado a intervir neste sentido nem no da implementação da famigerada digitalização das emissões da rádio portuguesa.
Para mais pormenores e atualização, em outubro de 2025, podemos ver:
https://www.worlddab.org/public_document/file/1759/Global_DAB__receiver_regulation_factsheet_Oct_2025.pdf?1761226434
Adiciono, posteriormente, uma outra ligação a um texto - muito completo, que trata este assunto:
https://www.gorkazumeta.com/2026/01/la-prominencia-de-la-radio-en-los.html
Em Portugal, como a Rádio Pública não lidera nenhum segmento, o duopólio não quer falar do futuro.
Na maior parte dos países europeus, as rádios públicas lideram ...logo há um claro avanço nesses países.
Entre colaboracionistas, parasitas e afins o estado da arte em Portugal é o que é...
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O futuro começa hoje: depois do Rayo da Bauer, agora o Radioplayer com os 3 principais grupos responsáveis por 80% da audiência radiofónica (shr) medida em Portugal. Os outros, bem, terão que ir a reboque.
https://radioplayer.pt (https://radioplayer.pt)
A rádio online é o futuro. Pelo menos em Portugal, não o DAB+ e muito, muito menos em substituição do FM.
Espero que quem advoga pelo DAB+ tenha aproveitado enquanto durou a indecisão do regulador, porque se isto for comunicado e comercializado como acredito que pode ser, é mesmo o fim de linha para qualquer ideia que restasse de DAB+ a nível nacional.
Toda a gente em pé de igualdade, sem custos de espectro ou transmissão, sem depender de perceber se há espaço ou não para emitir, sem interferências, com espaço para o melhor produto poder singrar sem ter que depender de só ter 1 frequência sobrevalorizada e cara em Lisboa e outra no Porto... tem vantagens, tem.
Leram aqui primeiro: o Observador e a TSF são a seguir. Bem como as rádios do Montez, se ele ainda para aí estiver virado.
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Boas notícias:
https://www.tsf.pt/portugal/artigo/nunca-deixou-de-ser-fixe-cada-vez-mais-jovens-ouvem-radio/18051739
Achei especialmente interessante a parte final do artigo, parecendo que não faz todo o sentido.
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O futuro começa hoje: depois do Rayo da Bauer, agora o Radioplayer com os 3 principais grupos responsáveis por 80% da audiência radiofónica (shr) medida em Portugal. Os outros, bem, terão que ir a reboque.
https://radioplayer.pt (https://radioplayer.pt)
A rádio online é o futuro. Pelo menos em Portugal, não o DAB+ e muito, muito menos em substituição do FM.
Espero que quem advoga pelo DAB+ tenha aproveitado enquanto durou a indecisão do regulador, porque se isto for comunicado e comercializado como acredito que pode ser, é mesmo o fim de linha para qualquer ideia que restasse de DAB+ a nível nacional.
Toda a gente em pé de igualdade, sem custos de espectro ou transmissão, sem depender de perceber se há espaço ou não para emitir, sem interferências, com espaço para o melhor produto poder singrar sem ter que depender de só ter 1 frequência sobrevalorizada e cara em Lisboa e outra no Porto... tem vantagens, tem.
Leram aqui primeiro: o Observador e a TSF são a seguir. Bem como as rádios do Montez, se ele ainda para aí estiver virado.
Mais depressa vão as rádios do Álvaro Covões.
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Não me parece que o futuro seja concentrar streams online numa plataforma gerida por uma empresa no Reino Unido, mas pronto.
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Se a cobertura em FM tem zonas de difícil receção, receber rádio em 4G/5G especialmente fora das grandes cidades e principais auto-estradas é ainda mais problemático. Somem a isso os 20 segundos de delay que o radioplayer e afins não conseguem evitar. Consome dados que têm um custo que não é insignificante, sobretudo no nosso país. Depois, quando muito bem lhes (plataformas) apetecer, podem colocar publicidade na emissão e/ou criar tiers de utilizadores. Sendo uma app está sujeita a atualizações que mais cedo ou mais tarde deixam de funcionar com hardware mais antigo.
A verdadeira rádio digital (quando bem implementada) oferece muito mais e uma melhor experiência ao ouvinte. Apps de rádio? Só utilizo quando não há outra opção, para ouvir rádios estrangeiras. Mas pronto, há gostos para tudo... ;D
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Parece-me até contraproducente estarmos a falar de soluções que dependem exclusivamente da internet quando estamos no rescaldo de duas situações críticas onde o pouco que se manteve a funcionar foi a rádio tradicional e por FM... a digital, a sair dos mesmos centros emissores, continuaria da mesma forma...
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Ficou um post longo, desculpas antecipadas por isso.
Mais depressa vão as rádios do Álvaro Covões.
Talvez sim, da maneira low-cost como percebo que ele vai gerindo a Radar e a Oxigénio, não me admiraria. É nítido o desinteresse do Montez pelo meio, por isso coloco muito em dúvida este ponto. Nem me lembrei dele.
Não me parece que o futuro seja concentrar streams online numa plataforma gerida por uma empresa no Reino Unido, mas pronto.
Tenho todo o gosto em rever isto que acabei de dizer (retirar o que disse, até), se vir que a coisa não vai como penso que possa ir. Isto não depende só de quem transmite, depende também de quem ouve, claro. É como tudo.
Se a cobertura em FM tem zonas de difícil receção, receber rádio em 4G/5G especialmente fora das grandes cidades e principais auto-estradas é ainda mais problemático.
A cobertura de torres móveis é muito mais capilar do que uma estação de FM alguma vez conseguirá ser (também porque as frequências e potência de cada torre são bem distintas). Não é verdade que seja assim tão problemático receber rádio em 4G/5G fora das grandes cidades, sobretudo porque a tecnologia evoluiu a um ponto que até as chamadas "bandas baixas" asseguram hoje, com folga, a largura de banda necessária para elas conseguirem transmitir continuamente. Para áudio apenas, claro, para vídeo a história ainda é outra, por agora.
Eu já ando a fazer esses testes, dentro e fora de AEs e das ditas "grandes cidades". Na A25 tive um corte de 5 segundos entre Aveiro e Viseu, junto a Talhadas, mas nem sequer sei se foi do próprio stream ou da falta de sinal, isto na rede NOS. Mas tem sido uma solução muito viável.
Somem a isso os 20 segundos de delay que o radioplayer e afins não conseguem evitar.
Extremo exagero. Sem buffering consegue introduzir 3-6 segundos de latência, com um buffering simples de 5 segundos vai aos 8-11. Longe, longe dos 20.
Mais: já hoje o que se ouve em FM tem delay. Como já ninguém emite no analógico, tem no mínimo delay provindo de:
- controlos à saída da mesa
- processamento de ficheiros no PC (300ms de média)
- processamento/agregação de som no estúdio (entre 1/1.5 segundos para uma boa qualidade sonora e a depender do sampling usado)
- transporte (por satélite será +0,5-1s fora buffering para o satélite, por IP será entre 3-5 segundos mas depende das afinações, no Observador parecem usar 10, por link talvez seja o mais rápido)
- processamento no emissor (variável)
- receção e pós-processamento áudio no equipamento de FM (latência virtualmente zero em DACs analógicos e talvez 0.1s em digitais).
Já hoje o que tem de som em FM não é tempo real. Só é mais aproximado ao tempo real.
Consome dados que têm um custo que não é insignificante, sobretudo no nosso país.
Não desde 4 de novembro de 2024.
Depois, quando muito bem lhes (plataformas) apetecer, podem colocar publicidade na emissão e/ou criar tiers de utilizadores.
Esta sua afirmação demonstra um profundo e franco desconhecimento do mercado português de rádio pela sua parte. O que as rádios estão mais desejando é não depender de publicidade! A presença da rádio no que se paga de publicidade em Portugal é de apenas 1,8%: https://marketeer.sapo.pt/radio-foi-o-segundo-meio-com-maior-crescimento-de-publicidade-em-2024/ (https://marketeer.sapo.pt/radio-foi-o-segundo-meio-com-maior-crescimento-de-publicidade-em-2024/)
Ninguém tem interesse em criar tiers de utilizadores porque deixa o ouvinte desconfortável e este é um meio sensível a haver ouvintes de primeira e ouvintes de segunda. Ninguém. Pelo contrário, quanto mais de massas mais rende, ou quanto mais específico e valorizado mais rende também.
Sendo uma app está sujeita a atualizações que mais cedo ou mais tarde deixam de funcionar com hardware mais antigo.
Os rádios também não raras vezes deixam de funcionar precisamente enquanto hardware mais antigo. Tudo deixa de funcionar com o tempo, é a vida. Mas este é do raro tipo de aplicações em que não compensa lançar atualizações que arredem faixas de utilizadores, portanto duvido e muito.
E se alguém não quiser usar um smartphone para ouvir rádio, sem problema, há o carro. Ou o FM, que eu não defendo nem nunca defenderei que desapareça.
A verdadeira rádio digital (quando bem implementada) oferece muito mais e uma melhor experiência ao ouvinte.
A diferença entre DAB+ e rádio online são ~530 MHz para a frequência mais baixa (N28), e o que fazem numa e noutra. Só isso.
É tecnicamente irrelevante se depois a organização é feita por muxes que permitem X rádios em cada frequência, ou se é feita linear num contexto online, porque estamos em 2026 e a capacidade instalada para a Internet na Europa é tanta que podiam estar os 449 milhões de europeus a ouvir rádio ao mesmo tempo que íamos ter mais que capacidade para aguentá-los e ainda ter outros tipos de tráfego em paralelo.
O DAB/DAB+ é uma tecnologia que teria sido perfeitamente útil e pertinente se tivesse sido implementada há 10 ou 20 anos. Em 2016 não estávamos neste ponto, muito menos em 2006, e seria altamente pertinente algo que oferecesse eficiência, isenção do noise floor, cobertura alargada, e muito sobretudo em que toda a gente estivesse no mesmo patamar de ter um rádio digital. Nunca substituiria o FM como último recurso, mas tinha a sua valência.
Hoje? Lisboa e Porto por causa do espectro. Só. E mesmo nessas é francamente questionável não só pelos gastos adicionais de estrutura, como pelo facto de que, conforme meti lá em cima, o meio rádio é virtualmente de nicho no que respeita à captação de publicidade em Portugal. O DAB+ não permite monetizar as estações, a rádio online sim. Parte da razão pela qual não temos estações diferentes, além da profunda falta de imaginação e atavismo de muita gente que as lidera e de um seguidismo ridículo em 2026, é a falta de dinheiro para as financiar.
Remova-lhes o garrote dos custos mensais e de manutenção com torres, e pode gastar mais dinheiro nas pessoas.
O DAB+ quase só serve à Sitemaster.
Parece-me até contraproducente estarmos a falar de soluções que dependem exclusivamente da internet quando estamos no rescaldo de duas situações críticas onde o pouco que se manteve a funcionar foi a rádio tradicional e por FM... a digital, a sair dos mesmos centros emissores, continuaria da mesma forma...
Nunca poderia ser exclusivamente, claro, o FM teria sempre que persistir... na visão que tenho das coisas, ambos devem existir, até pelo parque que tens hoje de recetores em FM. É importante.
Tenho muitas dúvidas da resiliência do DAB+ em situações de catástrofes como as que vimos. Como concentras mais rádios nas mesmas torres, e estamos em Portugal, a probabilidade não é infelizmente que tenhas melhores torres - é que mantenhas ou até desças (por causa do investimento extra em equipamentos) a qualidade estrutural das que hoje tens para rádio. E portanto, uma só torre cair teria um impacto muito maior do que existe hoje, porque em vez de calar uma rádio cala 7, e a propagação (com as frequências mais elevadas) não te facilitar que captes de outros distritos ou regiões.
Mais: como tu tens um noise floor em digital que não permite uma escuta clara sequer ao mesmo patamar do analógico, em situação em que só tens DAB+, criam-se buracos maiores de cobertura porque tens simplesmente mais situações em que cai abaixo desse mínimo, não consegues ouvir com ruído. Em zonas de litoral ou zonas mais planas não é muitas vezes um tema, mas por exemplo neste último problema que aconteceu em Leiria foi tema e muito.
Zonas como o Ribatejo, se Montejunto falhar por qualquer razão, estariam condenadas a ter vastas áreas em que não tinhas Lisboa mas também deixavas de ter a Lousã, especialmente a sul de Torres Novas. A mesma coisa para Viana, se o Muro e o Sameiro falhassem por algo acontecer na região. Hoje tens a chegar Marão e Monte da Virgem, com o DAB+ fica longe demais para algo assim ser estável em movimento.
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Que grande confusão. Vou apenas rebater apenas alguns pontos:
Se a cobertura em FM tem zonas de difícil receção, receber rádio em 4G/5G especialmente fora das grandes cidades e principais auto-estradas é ainda mais problemático.
A cobertura de torres móveis é muito mais capilar do que uma estação de FM alguma vez conseguirá ser (também porque as frequências e potência de cada torre são bem distintas). Não é verdade que seja assim tão problemático receber rádio em 4G/5G fora das grandes cidades, sobretudo porque a tecnologia evoluiu a um ponto que até as chamadas "bandas baixas" asseguram hoje, com folga, a largura de banda necessária para elas conseguirem transmitir continuamente. Para áudio apenas, claro, para vídeo a história ainda é outra, por agora.
Que confusão... não me referi à capacidade de largura de banda do 4G/5G para difundir canais audio (que são dados), mas sim à maior dificuldade de propagação das frequências de banda larga móvel que (na melhor das hipóteses) começam nos 700Mhz enquanto o FM é 88-108Mhz e o DAB 174-240Mhz.
Depois, quando muito bem lhes (plataformas) apetecer, podem colocar publicidade na emissão e/ou criar tiers de utilizadores.
Esta sua afirmação demonstra um profundo e franco desconhecimento do mercado português de rádio pela sua parte. O que as rádios estão mais desejando é não depender de publicidade! A presença da rádio no que se paga de publicidade em Portugal é de apenas 1,8%: https://marketeer.sapo.pt/radio-foi-o-segundo-meio-com-maior-crescimento-de-publicidade-em-2024/ (https://marketeer.sapo.pt/radio-foi-o-segundo-meio-com-maior-crescimento-de-publicidade-em-2024/)
Ninguém tem interesse em criar tiers de utilizadores porque deixa o ouvinte desconfortável e este é um meio sensível a haver ouvintes de primeira e ouvintes de segunda. Ninguém. Pelo contrário, quanto mais de massas mais rende, ou quanto mais específico e valorizado mais rende também.
Fui muito claro, mas mais uma vez distorce o que escrevo (vá-se lá saber porquê). Referia-me obviamente às plataformas como a radioplayer (que divulgou), em que as rádios não controlam o seu funcionamento. Quem controla o modelo de negócio é o dono da app, não as rádios. Assim, podem colocar a publicidade que quiserem.
Tenho muitas dúvidas da resiliência do DAB+ em situações de catástrofes como as que vimos. Como concentras mais rádios nas mesmas torres, e estamos em Portugal, a probabilidade não é infelizmente que tenhas melhores torres - é que mantenhas ou até desças (por causa do investimento extra em equipamentos) a qualidade estrutural das que hoje tens para rádio. E portanto, uma só torre cair teria um impacto muito maior do que existe hoje, porque em vez de calar uma rádio cala 7, e a propagação (com as frequências mais elevadas) não te facilitar que captes de outros distritos ou regiões.
Mais: como tu tens um noise floor em digital que não permite uma escuta clara sequer ao mesmo patamar do analógico, em situação em que só tens DAB+, criam-se buracos maiores de cobertura porque tens simplesmente mais situações em que cai abaixo desse mínimo, não consegues ouvir com ruído. Em zonas de litoral ou zonas mais planas não é muitas vezes um tema, mas por exemplo neste último problema que aconteceu em Leiria foi tema e muito.
Zonas como o Ribatejo, se Montejunto falhar por qualquer razão, estariam condenadas a ter vastas áreas em que não tinhas Lisboa mas também deixavas de ter a Lousã, especialmente a sul de Torres Novas. A mesma coisa para Viana, se o Muro e o Sameiro falhassem por algo acontecer na região. Hoje tens a chegar Marão e Monte da Virgem, com o DAB+ fica longe demais para algo assim ser estável em movimento.
Faz uma séria de presunções, algumas francamente descabidas e sem qualquer fundamento técnico. No mínimo, recomendo que leia alguns case studies sobre implementação de DAB+. Se fosse como diz (não é), a Suíça, Itália e tantos outros países que avançaram para o DAB+ cometeram um erro tremendo.
Vou apenas referir que o DAB+ necessita entre 1/4 e 1/10 da potência do FM, as antenas emissoras (dipolos) são mais pequenas devido à banda de emissão e um único grupo de antenas serve todas as rádios (até 18). Tudo isto reflete-se em menor custo do site e menor exigência estrutural das torres de emissão. Logo a carga de vento das torres é quase sempre mais baixo (para a mesma qualidade estrutural) o que as torna mais resistente às intempéries. Devido à menor potência necessária as soluções de backup de energia elétrica são também mais económicas e versáteis.
Como já comentei neste fórum, a maioria das redes DAB+ utilizam topologia SFN's regionais e utilizam mais sites que o FM. Ou seja, num determinado local normalmente haverá mais opções de captação. Isso permite mitigar melhor a falha de um determinado site. Por exemplo, na Suíça a cobertura da rádio pública em DAB+ é maior do que em FM.
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Que confusão... não me referi à capacidade de largura de banda do 4G/5G para difundir canais audio (que são dados), mas sim à maior dificuldade de propagação das frequências de banda larga móvel que (na melhor das hipóteses) começam nos 700Mhz enquanto o FM é 88-108Mhz e o DAB 174-240Mhz.
E a isso aplica-se o meu comentário: a cobertura de torres móveis é mais capilar do que uma estação de rádio em FM alguma vez poderá ter. Não importa a possível dificuldade de propagação, porque já hoje há a estrutura para a mitigar. No DAB+, não, e provavelmente nunca haverá.
Fui muito claro, mas mais uma vez distorce o que escrevo (vá-se lá saber porquê). Referia-me obviamente às plataformas como a radioplayer (que divulgou), em que as rádios não controlam o seu funcionamento. Quem controla o modelo de negócio é o dono da app, não as rádios. Assim, podem colocar a publicidade que quiserem.
O detentor do meio são as próprias rádios no caso do Radioplayer. Insiste em referir a possibilidade de haver publicidade quando isso não pode ser uma realidade viável em Portugal pelos números que apresentei. Você apresenta suposições, eu apresento factos.
Vou apenas referir que o DAB+ necessita entre 1/4 e 1/10 da potência do FM, as antenas emissoras (dipolos) são mais pequenas devido à banda de emissão e um único grupo de antenas serve todas as rádios (até 18). Tudo isto reflete-se em menor custo do site e menor exigência estrutural das torres de emissão. Logo a carga de vento das torres é quase sempre mais baixo (para a mesma qualidade estrutural) o que as torna mais resistente às intempéries. Devido à menor potência necessária as soluções de backup de energia elétrica são também mais económicas e versáteis.
Como já comentei neste fórum, a maioria das redes DAB+ utilizam topologia SFN's regionais e utilizam mais sites que o FM. Ou seja, num determinado local normalmente haverá mais opções de captação. Isso permite mitigar melhor a falha de um determinado site. Por exemplo, na Suíça a cobertura da rádio pública em DAB+ é maior do que em FM.
Ora mais me ajuda quanto ao que disse: "menor exigência estrutural das torres de emissão". Se a exigência estrutural é menor, para quê investir em mais? O incentivo é a manter a atual resistência como está.
Estamos em Portugal, mais uma vez friso e recordo, isto não é a Suiça que tanto gosta de citar. De nada adianta o DAB requerer 10-25% da potência do FM se depois o gasto se traduz em mais torres, sabe porquê? Porque já hoje o problema e o gasto principal das estações é com a instalação e manutenção de uma torre (e com a recompra/transferência de alvarás), não com a eletricidade que a sustenta. Aí é que está o gasto elevadíssimo.
E é um gasto que não deixa de existir, pelo contrário, amplifica-se, com o DAB+. E como, repito, estamos em Portugal, se uma torre leva até 18 estações, sempre que for abaixo são até 18 estações de uma assentada que se deixam de ouvir. Insustentável em situações de catástrofe.
Dá o exemplo da rádio pública da Suiça, mas falha em perceber que o garrote das estações *em Portugal*, não na Suiça, é precisamente o investimento em torres e equipamentos similares. Não são os 250€/mês que paguem de eletricidade que acabam com um orçamento - é a compra ou recompra da torre, é a manutenção dela, e tudo isto sem dinheiro decente e que se veja de publicidade captada em muitos casos.
E isto é aplicável desde a mais básica rádio local até redes de emissores que não a conseguem captar, como a RDS, a Record, a Batida e (a menor extensão) a Smooth, entre outras.
Repito: DAB+ só serve a quem instala torres. Mal serve aos broadcasters, e não serve de todo a população. E muito, muito menos substitui o FM. E repito mais uma vez: a única situação em que este país vai ver uma migração (e parcial) para o DAB+ é se o Estado entrar com dinheiro leoninamente, e mesmo assim vai ser difícil dado que as nossas queridas empresas vão aproveitar isso para inflacionar o custo final do que apresentarem aos clientes.
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Que confusão... não me referi à capacidade de largura de banda do 4G/5G para difundir canais audio (que são dados), mas sim à maior dificuldade de propagação das frequências de banda larga móvel que (na melhor das hipóteses) começam nos 700Mhz enquanto o FM é 88-108Mhz e o DAB 174-240Mhz.
E a isso aplica-se o meu comentário: a cobertura de torres móveis é mais capilar do que uma estação de rádio em FM alguma vez poderá ter. Não importa a possível dificuldade de propagação, porque já hoje há a estrutura para a mitigar. No DAB+, não, e provavelmente nunca haverá.
Fui muito claro, mas mais uma vez distorce o que escrevo (vá-se lá saber porquê). Referia-me obviamente às plataformas como a radioplayer (que divulgou), em que as rádios não controlam o seu funcionamento. Quem controla o modelo de negócio é o dono da app, não as rádios. Assim, podem colocar a publicidade que quiserem.
O detentor do meio são as próprias rádios no caso do Radioplayer. Insiste em referir a possibilidade de haver publicidade quando isso não pode ser uma realidade viável em Portugal pelos números que apresentei. Você apresenta suposições, eu apresento factos.
Vou apenas referir que o DAB+ necessita entre 1/4 e 1/10 da potência do FM, as antenas emissoras (dipolos) são mais pequenas devido à banda de emissão e um único grupo de antenas serve todas as rádios (até 18). Tudo isto reflete-se em menor custo do site e menor exigência estrutural das torres de emissão. Logo a carga de vento das torres é quase sempre mais baixo (para a mesma qualidade estrutural) o que as torna mais resistente às intempéries. Devido à menor potência necessária as soluções de backup de energia elétrica são também mais económicas e versáteis.
Como já comentei neste fórum, a maioria das redes DAB+ utilizam topologia SFN's regionais e utilizam mais sites que o FM. Ou seja, num determinado local normalmente haverá mais opções de captação. Isso permite mitigar melhor a falha de um determinado site. Por exemplo, na Suíça a cobertura da rádio pública em DAB+ é maior do que em FM.
Ora mais me ajuda quanto ao que disse: "menor exigência estrutural das torres de emissão". Se a exigência estrutural é menor, para quê investir em mais? O incentivo é a manter a atual resistência como está.
Estamos em Portugal, mais uma vez friso e recordo, isto não é a Suiça que tanto gosta de citar. De nada adianta o DAB requerer 10-25% da potência do FM se depois o gasto se traduz em mais torres, sabe porquê? Porque já hoje o problema e o gasto principal das estações é com a instalação e manutenção de uma torre (e com a recompra/transferência de alvarás), não com a eletricidade que a sustenta. Aí é que está o gasto elevadíssimo.
E é um gasto que não deixa de existir, pelo contrário, amplifica-se, com o DAB+. E como, repito, estamos em Portugal, se uma torre leva até 18 estações, sempre que for abaixo são até 18 estações de uma assentada que se deixam de ouvir. Insustentável em situações de catástrofe.
Dá o exemplo da rádio pública da Suiça, mas falha em perceber que o garrote das estações *em Portugal*, não na Suiça, é precisamente o investimento em torres e equipamentos similares. Não são os 250€/mês que paguem de eletricidade que acabam com um orçamento - é a compra ou recompra da torre, é a manutenção dela, e tudo isto sem dinheiro decente e que se veja de publicidade captada em muitos casos.
E isto é aplicável desde a mais básica rádio local até redes de emissores que não a conseguem captar, como a RDS, a Record, a Batida e (a menor extensão) a Smooth, entre outras.
Repito: DAB+ só serve a quem instala torres. Mal serve aos broadcasters, e não serve de todo a população. E muito, muito menos substitui o FM. E repito mais uma vez: a única situação em que este país vai ver uma migração (e parcial) para o DAB+ é se o Estado entrar com dinheiro leoninamente, e mesmo assim vai ser difícil dado que as nossas queridas empresas vão aproveitar isso para inflacionar o custo final do que apresentarem aos clientes.
Que grandes alarvidades diz este senhor a este propósito. Total falta de conhecimento de mundo. Tenho dificuldade em perceber porque raio toda a Europa está errada quando o caminho lá fora está a ser feito no reforço do DAB. Aliás, basta ir a Espanha, não precisa andar muito.
Quer isto dizer que na perspectiva deste senhor estão todos errados. Que grandes alarvidades estão aqui a ser ditas.
E mais. Eu tinha vergonha em vir para aqui defender uma plataforma que está assente em redes móveis quando nem 3 semanas se passaram sobre uma tempestade que deixou sem rede móvel centenas de milhares de clientes na zona centro. Eu não tenho rede móvel em casa desde dia 28 de janeiro e quer vir aqui defender uma app em detrimento de uma tecnologia broadcast?
Ganhe vergonha antes de escrever o que escreve.
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Que grandes alarvidades diz este senhor a este propósito. Total falta de conhecimento de mundo. Tenho dificuldade em perceber porque raio toda a Europa está errada quando o caminho lá fora está a ser feito no reforço do DAB. Aliás, basta ir a Espanha, não precisa andar muito.
Quer isto dizer que na perspectiva deste senhor estão todos errados. Que grandes alarvidades estão aqui a ser ditas.
E mais. Eu tinha vergonha em vir para aqui defender uma plataforma que está assente em redes móveis quando nem 3 semanas se passaram sobre uma tempestade que deixou sem rede móvel centenas de milhares de clientes na zona centro. Eu não tenho rede móvel em casa desde dia 28 de janeiro e quer vir aqui defender uma app em detrimento de uma tecnologia broadcast?
Ganhe vergonha antes de escrever o que escreve.
Não estão errados, têm é um mercado muito maior e mais pujante que o nosso - que permite essas coisas. Neste aspeto somos um microclima radiofónico e pelas piores razões possíveis. E garanto-lhe que em termos de conhecimento de mundo não me falta de todo, bem pelo contrário e não é por qualquer opinião sobre o DAB+ que avalia uma dessas, garanto-lhe eu.
Aliás, eu tenho tanto problema e tanta falta de visão que não tenho problema em ir pessoalmente a Madrid (de novo, porque já lá estive não há muito tempo) ou a Frankfurt e tentar escutar com um rádio DAB+ e perceber a dinâmica local. Mas já sei que vou sair de lá decepcionado se por exemplo tentar ir com um rádio móvel DAB+ a Guadalajara ou coisa que o valha. Sabe onde fica Guadalajara? Já lá foi visitar museus e ver a realidade local? Sabe usar transportes para lá ir? É que eu já fui.
Eu olho para o prisma prático das coisas. E de um ponto de vista prático, não está simplesmente lá, o tema do DAB+. Noutros países europeus, arrancaram mais cedo - e se isso tivesse acontecido cá mais cedo, por mim ótimo, não vinha aqui defender qualquer reversão para voltar ao FM, até porque se isso não aconteceu no dossier em que mais se impunha uma reanálise das coisas (que foi o da TDT), não ia acontecer neste. Mas agora?
Ah, agora é tarde. Tardíssimo, mesmo. E espuma-se contra a pessoa errada. Deve espumar-se isso sim contra quem não decidiu nem avançou em tempo útil.
Quanto à questão do último parágrafo, vergonhoso nos termos em que se me dirige para alguém que não conhece de lado algum, repito e sublinho que não defendo o fim do FM. E fica sabendo que se não tem rede móvel mas tem fixa em casa - para já está com mais sorte que muita gente, para começar, e depois há tecnologia que lhe permitem continuar a comunicar dentro de casa com o normal número de telemóvel, como o VoWifi ou, loucura, um redirecionamento simples de chamadas do móvel que tem para o fixo que se ativa e desativa com um código simples.
Em situações de calamidades pode não haver rede móvel, mas não haveria DAB+ também, e sobretudo não haveria o mais importante - independência de estruturas, uns não dependerem dos outros, poder-se jogar no facto de haver ainda quem emita em vez de até 18 rádios irem abaixo. Há, e sempre haverá, o FM, que permite já hoje tudo isso.
A perspetiva que aqui trago é uma perspetiva que sei que é perfeitamente ingrata de representar neste processo, que é a do broadcaster (e eu nem sequer sou um!). Essa é uma perspetiva que não interessa a quem advoga a tecnologia, a quem advoga a conversão/venda de novas torres e equipamentos, porque vai fazer grande dinheiro com isso. Mas tenho todo o gosto em falar dela tendo-a em perspetiva. Ou achará alguém que se isto conviesse por razões financeiras a quem emite íamos tê-los contra? Seriam os primeiros, mesmo que o consumidor tivesse que comprar novos rádios no processo. E queiramos ou não queiramos, são os mais afetados pelo tema, porque uns limitam-se a receber dinheiro e outros a receber o produto.
Eu vou colocar aqui uma coisa bem clara: a mim eu pouco me interessa se eu for contra todo o fórum nesta posição. É a minha posição e acabou, ponto final, avancem porque daqui é o que irão ouvir de mim. Se e quando houver material e elemento prático (ou técnico) para que eu reveja a posição, tenho todo o gosto em a rever adequadamente, mas não é com este tipo de linguajar e este tipo de discurso que vão lá, aviso já.
A continuação de uma muito boa noite.
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Que grandes alarvidades diz este senhor a este propósito. Total falta de conhecimento de mundo. Tenho dificuldade em perceber porque raio toda a Europa está errada quando o caminho lá fora está a ser feito no reforço do DAB. Aliás, basta ir a Espanha, não precisa andar muito.
Quer isto dizer que na perspectiva deste senhor estão todos errados. Que grandes alarvidades estão aqui a ser ditas.
E mais. Eu tinha vergonha em vir para aqui defender uma plataforma que está assente em redes móveis quando nem 3 semanas se passaram sobre uma tempestade que deixou sem rede móvel centenas de milhares de clientes na zona centro. Eu não tenho rede móvel em casa desde dia 28 de janeiro e quer vir aqui defender uma app em detrimento de uma tecnologia broadcast?
Ganhe vergonha antes de escrever o que escreve.
Não estão errados, têm é um mercado muito maior e mais pujante que o nosso - que permite essas coisas. Neste aspeto somos um microclima radiofónico e pelas piores razões possíveis. E garanto-lhe que em termos de conhecimento de mundo não me falta de todo, bem pelo contrário e não é por qualquer opinião sobre o DAB+ que avalia uma dessas, garanto-lhe eu.
Aliás, eu tenho tanto problema e tanta falta de visão que não tenho problema em ir pessoalmente a Madrid (de novo, porque já lá estive não há muito tempo) ou a Frankfurt e tentar escutar com um rádio DAB+ e perceber a dinâmica local. Mas já sei que vou sair de lá decepcionado se por exemplo tentar ir com um rádio móvel DAB+ a Guadalajara ou coisa que o valha. Sabe onde fica Guadalajara? Já lá foi visitar museus e ver a realidade local? Sabe usar transportes para lá ir? É que eu já fui.
Eu olho para o prisma prático das coisas. E de um ponto de vista prático, não está simplesmente lá, o tema do DAB+. Noutros países europeus, arrancaram mais cedo - e se isso tivesse acontecido cá mais cedo, por mim ótimo, não vinha aqui defender qualquer reversão para voltar ao FM, até porque se isso não aconteceu no dossier em que mais se impunha uma reanálise das coisas (que foi o da TDT), não ia acontecer neste. Mas agora?
Ah, agora é tarde. Tardíssimo, mesmo. E espuma-se contra a pessoa errada. Deve espumar-se isso sim contra quem não decidiu nem avançou em tempo útil.
Quanto à questão do último parágrafo, vergonhoso nos termos em que se me dirige para alguém que não conhece de lado algum, repito e sublinho que não defendo o fim do FM. E fica sabendo que se não tem rede móvel mas tem fixa em casa - para já está com mais sorte que muita gente, para começar, e depois há tecnologia que lhe permitem continuar a comunicar dentro de casa com o normal número de telemóvel, como o VoWifi ou, loucura, um redirecionamento simples de chamadas do móvel que tem para o fixo que se ativa e desativa com um código simples.
Em situações de calamidades pode não haver rede móvel, mas não haveria DAB+ também, e sobretudo não haveria o mais importante - independência de estruturas, uns não dependerem dos outros, poder-se jogar no facto de haver ainda quem emita em vez de até 18 rádios irem abaixo. Há, e sempre haverá, o FM, que permite já hoje tudo isso.
A perspetiva que aqui trago é uma perspetiva que sei que é perfeitamente ingrata de representar neste processo, que é a do broadcaster (e eu nem sequer sou um!). Essa é uma perspetiva que não interessa a quem advoga a tecnologia, a quem advoga a conversão/venda de novas torres e equipamentos, porque vai fazer grande dinheiro com isso. Mas tenho todo o gosto em falar dela tendo-a em perspetiva. Ou achará alguém que se isto conviesse por razões financeiras a quem emite íamos tê-los contra? Seriam os primeiros, mesmo que o consumidor tivesse que comprar novos rádios no processo. E queiramos ou não queiramos, são os mais afetados pelo tema, porque uns limitam-se a receber dinheiro e outros a receber o produto.
Eu vou colocar aqui uma coisa bem clara: a mim eu pouco me interessa se eu for contra todo o fórum nesta posição. É a minha posição e acabou, ponto final, avancem porque daqui é o que irão ouvir de mim. Se e quando houver material e elemento prático (ou técnico) para que eu reveja a posição, tenho todo o gosto em a rever adequadamente, mas não é com este tipo de linguajar e este tipo de discurso que vão lá, aviso já.
A continuação de uma muito boa noite.
Explique la quem defendeu a substituição do FM.
Explique la melhor o argumento de defender a distribuição de um serviço numa tecnologia frágil
como o 5G.
Explique la que broadcasters estão contra e quais a suas razões.
Fico me por aqui de pipocas na mão.
Vai ser engraçado ver as espargatas argumentativas do iluminado.
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Explique la quem defendeu a substituição do FM.
Explique la melhor o argumento de defender a distribuição de um serviço numa tecnologia frágil
como o 5G.
Explique la que broadcasters estão contra e quais a suas razões.
Fico me por aqui de pipocas na mão.
Vai ser engraçado ver as espargatas argumentativas do iluminado.
Não vai gastar grandes pipocas, que depois dos epítetos que me mandou não lhe vou dar grande conversa.
A substituição do FM vem sendo defendida por pelo menos dois utilizadores neste forum que dizem que o DAB+ é o futuro e que estamos atrasados e etc etc etc. Para mim, isso é uma posição extrema.
Claramente desconhece a vertente técnica associada ao 5G e como opera. É tão "frágil" que uma torre pode captar-se a vários km de distância e substituir outras que estejam inoperacionais. É tão frágil que, à semelhança do FM, pode instalar uma torre provisória que até pode estar numa carrinha. Não há uma fragilidade do dito 5G ou 4G nisso, aproveita-se é para muito mais que apenas rádio. Pode pesquisar.
Quanto a broadcasters contra, a RTP já veio a público afirmar que não tinha sentido avançar sem os privados e os dois principais grupos privados de media pouco ou nada têm querido fazer pelo tema, e preferem lançar aplicações. Neste mesmo fórum relatou-se que o próprio presidente de uma das associações de estações de rádio não compreendia e estava contra tal elemento, coisa aliás que se lamentou. Não estava cá quando isso aconteceu?
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Tenho ficado estarrecido com algumas afirmações colocadas neste fórum, sobre este tema. Realmente, os portugueses gostam mesmo de estar isolados da restante europa, que paulatinamente adere em força a esta tecnologia de difusão digital terrestre. É caso para dizer que os restantes países europeus devem ter organizações mesmo muito incompetentes para estarem a implementar o raio do DAB+... que grande cambada de ignorantes e retrógrados que eles são!
Vejam o mapa - https://www.worlddab.org/countries e tirem a vossas conclusões (recordo que os nossos vizinhos espanhóis estão apenas a elaborar o plano técnico detalhado de frequências a empregar, que a curto prazo deverá ser totalmente construído). Somos de vistas curtas e merecemos o que temos semeado...
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Tenho ficado estarrecido com algumas afirmações colocadas neste fórum, sobre este tema. Realmente, os portugueses gostam mesmo de estar isolados da restante europa, que paulatinamente adere em força a esta tecnologia de difusão digital terrestre. É caso para dizer que os restantes países europeus devem ter organizações mesmo muito incompetentes para estarem a implementar o raio do DAB+... que grande cambada de ignorantes e retrógrados que eles são!
Vejam o mapa - https://www.worlddab.org/countries e tirem a vossas conclusões (recordo que os nossos vizinhos espanhóis estão apenas a elaborar o plano técnico detalhado de frequências a empregar, que a curto prazo deverá ser totalmente construído). Somos de vistas curtas e merecemos o que temos semeado...
É isto.
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Explique la quem defendeu a substituição do FM.
Explique la melhor o argumento de defender a distribuição de um serviço numa tecnologia frágil
como o 5G.
Explique la que broadcasters estão contra e quais a suas razões.
Fico me por aqui de pipocas na mão.
Vai ser engraçado ver as espargatas argumentativas do iluminado.
Não vai gastar grandes pipocas, que depois dos epítetos que me mandou não lhe vou dar grande conversa.
A substituição do FM vem sendo defendida por pelo menos dois utilizadores neste forum que dizem que o DAB+ é o futuro e que estamos atrasados e etc etc etc. Para mim, isso é uma posição extrema.
Claramente desconhece a vertente técnica associada ao 5G e como opera. É tão "frágil" que uma torre pode captar-se a vários km de distância e substituir outras que estejam inoperacionais. É tão frágil que, à semelhança do FM, pode instalar uma torre provisória que até pode estar numa carrinha. Não há uma fragilidade do dito 5G ou 4G nisso, aproveita-se é para muito mais que apenas rádio. Pode pesquisar.
Quanto a broadcasters contra, a RTP já veio a público afirmar que não tinha sentido avançar sem os privados e os dois principais grupos privados de media pouco ou nada têm querido fazer pelo tema, e preferem lançar aplicações. Neste mesmo fórum relatou-se que o próprio presidente de uma das associações de estações de rádio não compreendia e estava contra tal elemento, coisa aliás que se lamentou. Não estava cá quando isso aconteceu?
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/amp/tres-semanas-depois-da-tempestade-ha-quase-84-mil-utilizadores-sem-comunicacoes
Estamos conversados sobre 5G e apps a distribuir serviços de radiodifusão?
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Explique la quem defendeu a substituição do FM.
Explique la melhor o argumento de defender a distribuição de um serviço numa tecnologia frágil
como o 5G.
Explique la que broadcasters estão contra e quais a suas razões.
Fico me por aqui de pipocas na mão.
Vai ser engraçado ver as espargatas argumentativas do iluminado.
Não vai gastar grandes pipocas, que depois dos epítetos que me mandou não lhe vou dar grande conversa.
A substituição do FM vem sendo defendida por pelo menos dois utilizadores neste forum que dizem que o DAB+ é o futuro e que estamos atrasados e etc etc etc. Para mim, isso é uma posição extrema.
Claramente desconhece a vertente técnica associada ao 5G e como opera. É tão "frágil" que uma torre pode captar-se a vários km de distância e substituir outras que estejam inoperacionais. É tão frágil que, à semelhança do FM, pode instalar uma torre provisória que até pode estar numa carrinha. Não há uma fragilidade do dito 5G ou 4G nisso, aproveita-se é para muito mais que apenas rádio. Pode pesquisar.
Quanto a broadcasters contra, a RTP já veio a público afirmar que não tinha sentido avançar sem os privados e os dois principais grupos privados de media pouco ou nada têm querido fazer pelo tema, e preferem lançar aplicações. Neste mesmo fórum relatou-se que o próprio presidente de uma das associações de estações de rádio não compreendia e estava contra tal elemento, coisa aliás que se lamentou. Não estava cá quando isso aconteceu?
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/amp/tres-semanas-depois-da-tempestade-ha-quase-84-mil-utilizadores-sem-comunicacoes
Estamos conversados sobre 5G e apps a distribuir serviços de radiodifusão?
Ou seja,
É solução parcial se não houver contratempos...
Portanto,
Não poderemos fugir ao DAB+, se quisermos seguir o que é feito na Europa...
Quanto à OM...
Está liquidada...
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Explique la quem defendeu a substituição do FM.
Explique la melhor o argumento de defender a distribuição de um serviço numa tecnologia frágil
como o 5G.
Explique la que broadcasters estão contra e quais a suas razões.
Fico me por aqui de pipocas na mão.
Vai ser engraçado ver as espargatas argumentativas do iluminado.
Não vai gastar grandes pipocas, que depois dos epítetos que me mandou não lhe vou dar grande conversa.
A substituição do FM vem sendo defendida por pelo menos dois utilizadores neste forum que dizem que o DAB+ é o futuro e que estamos atrasados e etc etc etc. Para mim, isso é uma posição extrema.
Claramente desconhece a vertente técnica associada ao 5G e como opera. É tão "frágil" que uma torre pode captar-se a vários km de distância e substituir outras que estejam inoperacionais. É tão frágil que, à semelhança do FM, pode instalar uma torre provisória que até pode estar numa carrinha. Não há uma fragilidade do dito 5G ou 4G nisso, aproveita-se é para muito mais que apenas rádio. Pode pesquisar.
Quanto a broadcasters contra, a RTP já veio a público afirmar que não tinha sentido avançar sem os privados e os dois principais grupos privados de media pouco ou nada têm querido fazer pelo tema, e preferem lançar aplicações. Neste mesmo fórum relatou-se que o próprio presidente de uma das associações de estações de rádio não compreendia e estava contra tal elemento, coisa aliás que se lamentou. Não estava cá quando isso aconteceu?
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/amp/tres-semanas-depois-da-tempestade-ha-quase-84-mil-utilizadores-sem-comunicacoes
Estamos conversados sobre 5G e apps a distribuir serviços de radiodifusão?
Ou seja,
É solução parcial se não houver contratempos...
Portanto,
Não poderemos fugir ao DAB+, se quisermos seguir o que é feito na Europa...
Quanto à OM...
Está liquidada...
Já o devia ter sido há quase 15 anos, em detrimento precisamente do DAB+.
Mas continuamos nesta pobreza franciscana.
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Tenho ficado estarrecido com algumas afirmações colocadas neste fórum, sobre este tema. Realmente, os portugueses gostam mesmo de estar isolados da restante europa, que paulatinamente adere em força a esta tecnologia de difusão digital terrestre. É caso para dizer que os restantes países europeus devem ter organizações mesmo muito incompetentes para estarem a implementar o raio do DAB+... que grande cambada de ignorantes e retrógrados que eles são!
Vejam o mapa - https://www.worlddab.org/countries e tirem a vossas conclusões (recordo que os nossos vizinhos espanhóis estão apenas a elaborar o plano técnico detalhado de frequências a empregar, que a curto prazo deverá ser totalmente construído). Somos de vistas curtas e merecemos o que temos semeado...
Idem. A falta de escrúpulos e a desonestidade intelectual é evidente. Quando não só não se respeitam opiniões diferentes, mas se descontextualiza ou distorce de forma intencional as palavras ou ideias de outros membros para ganhar um argumento, perde-se toda a razão e credibilidade. Não é a primeira investida do "pequeno ditador". Deixo à consideração dos moderadores.
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Já o devia ter sido há quase 15 anos, em detrimento precisamente do DAB+.
Mas continuamos nesta pobreza franciscana.
Teria sido o melhor, sinceramente. Em 2011 faria de facto falta.
Tenho ficado estarrecido com algumas afirmações colocadas neste fórum, sobre este tema. Realmente, os portugueses gostam mesmo de estar isolados da restante europa, que paulatinamente adere em força a esta tecnologia de difusão digital terrestre. É caso para dizer que os restantes países europeus devem ter organizações mesmo muito incompetentes para estarem a implementar o raio do DAB+... que grande cambada de ignorantes e retrógrados que eles são!
Vejam o mapa - https://www.worlddab.org/countries e tirem a vossas conclusões (recordo que os nossos vizinhos espanhóis estão apenas a elaborar o plano técnico detalhado de frequências a empregar, que a curto prazo deverá ser totalmente construído). Somos de vistas curtas e merecemos o que temos semeado...
Idem. A falta de escrúpulos e a desonestidade intelectual é evidente. Quando não só não se respeitam opiniões diferentes, mas se descontextualiza ou distorce de forma intencional as palavras ou ideias de outros membros para ganhar um argumento, perde-se toda a razão e credibilidade. Não é a primeira investida do "pequeno ditador". Deixo à consideração dos moderadores.
Aquela tentativa bem portuguesa de silenciar gente na secretaria... um clássico.
Aviso-o no entanto que "pequeno ditador" está já na raia do que considero por ofensivo, é mesmo ali no limiar entre o razoável e a ofensa. Tenho quase 20 anos de fóruns e sei bem onde se traça a linha, inclusive já fui moderador - por isso, aqui o "pequeno ditador", na qualidade de simples utilizador deste espaço, aconselha-o a tomar algum cuidado com a linguagem a que se me dirige.
De lado algum me conhece para tratar dessa forma, apenas por ter uma opinião discordante da sua que justifiquei com os factos que considerei pertinentes. Se não consegue lidar com o estilo de apresentação ser aproximado ao seu é, efetivamente, apenas e só um problema seu. Agradeço desde já.
Se sabe justificar tecnicamente, traga os argumentos técnicos como eu estou a procurar fazer. Esses é que me interessam. O resto é ruído.
Ou seja,
É solução parcial se não houver contratempos...
Portanto,
Não poderemos fugir ao DAB+, se quisermos seguir o que é feito na Europa...
Quanto à OM...
Está liquidada...
Acredito que possa ver a luz do dia em Lisboa e no Porto, não creio que possa vir a acontecer no resto do país.
Para quem acredita no DAB+ a substituir integralmente o FM, gostaria que alguém me dissesse como é que vai explicar à dona Arminda de Sernancelhe, que se habituou a ouvir rádio da mesma forma toda uma vida, porque é que tem que ir agora do nada gastar 20 ou 30 euros da sua reforma de 320 num rádio digital que soa exatamente da mesma maneira porque alguém se lembrou de mudar as coisas - e por cima disso tem ainda que ir fazer 98km ida+volta para a Worten de Lamego ou para o Palácio do Gelo de Viseu, porque uns senhores sentados num escritório acharam que assim devia ser.
Disse esta terra como podia ter dito qualquer outra, foi a primeira que me ocorreu.
A ANACOM vai enviar-lhes os rádios DAB+ pelo correio como fizeram (até penso que foi o MEO que fez) com as boxes da TDT? Estão a ver isso a acontecer? É que eu não estou...
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/amp/tres-semanas-depois-da-tempestade-ha-quase-84-mil-utilizadores-sem-comunicacoes
Estamos conversados sobre 5G e apps a distribuir serviços de radiodifusão?
Sim: de 10.7 milhões de utilizadores potenciais, apenas 84 mil não têm sinal, correspondendo a uma taxa de cobertura realizada de 99,2% da população para a rede instalada 4G+5G. Ou seja, perfeitamente admissível.
Mais: a falha de energia é a causadora de 40% das faltas de serviço, de acordo com essa notícia. Essa quando ocorre pode ocorrer tanto em FM, DAB+ ou torres móveis e - adivinhou - também pode ser reposta da mesma forma tanto em FM, como em DAB+ ou em redes móveis. Geradores, baterias, painéis solares temporários, diesel, energia da rede, o Batatinha às 7 da manhã em 2001, o que lhe queira chamar.
Estamos conversados sobre o facto de que a alternativa também não estaria a funcionar?
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Realmente tem mesmo tiques de imposição. Agora até se fez ao penálti com uma mini choradeira de “mãe, o menino bateu-me” a fazer lembrar o candidato presidencial derrotado.
Não há pachorra.
Aceite lá que os seus argumentos são pífios e siga em frente.
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Realmente tem mesmo tiques de imposição. Agora até se fez ao penálti com uma mini choradeira de “mãe, o menino bateu-me” a fazer lembrar o candidato presidencial derrotado.
Não há pachorra.
Aceite lá que os seus argumentos são pífios e siga em frente.
Aceite você que a sua conversa não convence e siga em frente. A minha opinião não vai mudar e os meus argumentos são estudados. Já os seus são cinco linhas a atacar pessoalmente porque perdeu todo e qualquer senso argumentativo.
Isto é um fórum e não uma baderna.
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Hoje reparei que a ANACOM mantém em atualização, há mais de um ano, a base de dados dos operadores de radiodifusão sonora:
https://www.anacom.pt/render.jsp?categoryId=1729
Como é isto possível com as tecnologias que existem atualmente, e sabendo que os nossos impostos pagam esta Autoridade (e não com o salário mínimo, certamente)?
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Hoje reparei que a ANACOM mantém em atualização, há mais de um ano, a base de dados dos operadores de radiodifusão sonora:
https://www.anacom.pt/render.jsp?categoryId=1729
Como é isto possível com as tecnologias que existem atualmente, e sabendo que os nossos impostos pagam esta Autoridade (e não com o salário mínimo, certamente)?
incúria e falta de brio.
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Hoje reparei que a ANACOM mantém em atualização, há mais de um ano, a base de dados dos operadores de radiodifusão sonora:
https://www.anacom.pt/render.jsp?categoryId=1729
Como é isto possível com as tecnologias que existem atualmente, e sabendo que os nossos impostos pagam esta Autoridade (e não com o salário mínimo, certamente)?
incúria e falta de brio.
Incompetência também.