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Questões técnicas => Questões técnicas => Tópico iniciado por: Luis Carvalho em Janeiro 25, 2018, 01:17:43 am
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Que as simulações de cobertura radioeléctrica determinadas computacionalmente não passam de teoria, já sabemos. A tÃtulo de exemplo, compare-se a cobertura do tx da RR no Trevim (Serra da Lousã - 106,0 MHz 50 kW), calculada em dois serviços online:
Simulação "pessimista":
(https://imagizer.imageshack.com/v2/150x100q90/923/WCEfnR.png) (https://imageshack.com/i/pnWCEfnRp)
Simulação "optimista"(ainda assim mais próxima da realidade) :
(https://imagizer.imageshack.com/v2/150x100q90/922/BmLhq1.png) (https://imageshack.com/i/pmBmLhq1p)
Apesar tudo, a última simulação, disponibilizada por determinado fabricante de emissores, revela-se mais credÃvel que a do site FMSCAN (http://fmscan.org/).
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E mesmo a simulação mais otimista penso já ser uma limitação técnica da plataforma e dos modos de cálculo, porque em circunstâncias ditas normais não costuma apresentar um cÃrculo tão definido. Deve provavelmente basear-se no limite teórico de propagação FM que é normalmente mencionado.
Agora, é incrÃvel o nÃvel de detalhe da simulação! E quão bons são os emissores da Lousã, também.
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Por vezes convém analisar as simulações de cobertura com alguma cautela. Veja-se, por exemplo, na imagem seguinte, o mapa de cobertura de dois pequenos emissores da BBC R2 na cidade de Liverpool. Constata-se que emitem na mesma frequência (89.3) e têm coberturas sobrepostas, o que significa interferência mútua, na prática inaudÃveis.
(https://image.ibb.co/bXrmim/TxBBCr2.png)
(clique para aumentar/reduzir)
A análise deste caso mostra que esses emissores servem túneis e, portanto, o mapa de cobertura simulado está… errado.