Com os ouvintes a migrar para o DAB a tendência de quem escuta será a de cada vez menos carregar no botão para mudar do DAB para o FM só porque a local X ainda não emite em digital.
Com os ouvintes a migrar para o DAB a tendência de quem escuta será a de cada vez menos carregar no botão para mudar do DAB para o FM só porque a local X ainda não emite em digital.
E ainda bem!!!! Se fosse crente diria "graças a deus", assim direi: graças a polÃticos progressistas e com visão... que é coisa que por cá não existe. Mas também os polÃticos são a emanação do povo, por isso nada de positivo à que esperar.
Se dependesse dos portugueses com a sua proverbial tacanhez, ainda hoje estávamos a comunicar por sinais de fumo, porque estender umas centenas de metros de fio para o telégrafo era demasiado caro...
O futuro da rádio passa pelo DAB e FM.
73% dos ingleses ouvem rádio via DAB (ouvintes digitais - DAB, DTV e Computador)
https://twitter.com/niocast/status/1055364801038336002
No segundo semestre de 2018, já se venderam mais de 71 milhões de recetores DAB/DAB+ (Fonte: WorldDAB)
https://www.worlddab.org/public_document/file/1067/WorldDAB_Infographic_Q2_2018_A4_with_sources_FINAL.pdf?1540825072
O Parlamento Europeu aprovou o Código Europeu das Comunicações Electrónicas. Com esta aprovação, os novos automóveis vão ter de captar rádio digital terrestre (DAB ou o DAB+).
http://www.asiaradiotoday.com/news/eu-parliament-backs-digital-radio-cars
https://www.consilium.europa.eu/en/press/press-releases/2018/12/04/better-connectivity-eu-adopts-telecoms-reform/#O Parlamento Europeu aprovou o Código Europeu das Comunicações Electrónicas. Com esta aprovação, os novos automóveis vão ter de captar rádio digital terrestre (DAB ou o DAB+).
http://www.asiaradiotoday.com/news/eu-parliament-backs-digital-radio-cars
Mas isso vai "obrigar" a existirem emissões DAB? Pois não...!!! Isso já vem tarde...!!! Se o Dab não vingou até agora (existe há + de 20 anos...), não será com medidas destas que se vai impor.
Caros participantes,
Sabendo que a evolução da rádio tem sido uma realidade no digital, em expansão na maioria dos paÃses europeus (conforme se pode constatar no sÃtio na internet disponÃvel em https://www.worlddab.org/), proponho sensibilizar para a reativação da rede DAB em Portugal, ou adaptando-a para a versão melhorada designada DAB+.
Estou temporariamente a residir, por motivos profissionais, na Bélgica, e tenho-me apercebido da excelente qualidade de receção do sistema de difusão digital (DAB+), tanto em casa como em deslocação na viatura, bem como a notável expansão da rede DAB+ aqui e também nos paÃses vizinhos.
Recordo que grande parte dos novos modelos de veÃculos possuem já equipamento de receção DAB e o aumento do quantitativo e da diversidade de marcas dos recetores "domésticos", com os respetivos custos a diminuÃrem drasticamente, poderão ser já fatores de decisão para reativar/modernizar a rede (já existente) em Portugal.
Permitam-me que refira ainda que o maior desperdÃcio é ter uma capacidade instalada (rede de emissores em Portugal) e não a utilizar, sabendo que, de um modo geral, os custos associados para emissão são mais baixos, entre outros fatores, comparados com outros formatos, como por exemplo a Frequência Modulada.
Sou de opinião que uma eventual reativação da rede DAB poderia ser feita mantendo, em simultâneo e por perÃodo a definir, a atual rede em Frequência Modulada (FM), proporcionando também à s rádios locais a necessária adaptação, dados os parcos meios financeiros de que geralmente dispõem. Este processo deveria ser feito concorrentemente com uma campanha de divulgação e informação pública.
Julgo que corremos já o risco de termos, em Portugal, um significativo atraso na implementação da rádio digital em relação a praticamente toda a europa, onde o processo digital avança já muito rapidamente.
Se a reativação do DAB avançar em Portugal, a mesma tem de ser bem pensada, bem estruturadaCaros participantes,
Sabendo que a evolução da rádio tem sido uma realidade no digital, em expansão na maioria dos paÃses europeus (conforme se pode constatar no sÃtio na internet disponÃvel em https://www.worlddab.org/), proponho sensibilizar para a reativação da rede DAB em Portugal, ou adaptando-a para a versão melhorada designada DAB+.
Estou temporariamente a residir, por motivos profissionais, na Bélgica, e tenho-me apercebido da excelente qualidade de receção do sistema de difusão digital (DAB+), tanto em casa como em deslocação na viatura, bem como a notável expansão da rede DAB+ aqui e também nos paÃses vizinhos.
Recordo que grande parte dos novos modelos de veÃculos possuem já equipamento de receção DAB e o aumento do quantitativo e da diversidade de marcas dos recetores "domésticos", com os respetivos custos a diminuÃrem drasticamente, poderão ser já fatores de decisão para reativar/modernizar a rede (já existente) em Portugal.
Permitam-me que refira ainda que o maior desperdÃcio é ter uma capacidade instalada (rede de emissores em Portugal) e não a utilizar, sabendo que, de um modo geral, os custos associados para emissão são mais baixos, entre outros fatores, comparados com outros formatos, como por exemplo a Frequência Modulada.
Sou de opinião que uma eventual reativação da rede DAB poderia ser feita mantendo, em simultâneo e por perÃodo a definir, a atual rede em Frequência Modulada (FM), proporcionando também à s rádios locais a necessária adaptação, dados os parcos meios financeiros de que geralmente dispõem. Este processo deveria ser feito concorrentemente com uma campanha de divulgação e informação pública.
Julgo que corremos já o risco de termos, em Portugal, um significativo atraso na implementação da rádio digital em relação a praticamente toda a europa, onde o processo digital avança já muito rapidamente.
Concordo, em parte, consigo mas também lanço aqui algumas questões:
Quanto custará a reactivação do DAB e expansão da sua rede que, em 2011, o sinal da RDP não chegava à totalidade do território nacional?
E quais seriam os custos da conversão para o DAB+?
Qual seria o modelo de exploração a ser usado, visto que no FM, os emissores e retransmissores são propriedade das rádios?
Seria uma rede da responsabilidade do Estado (através da ANACOM), ou da Altice, que fomentou um autêntico cartel com a vergonhosa exploração da TDT?
Que aparelhos conseguem captar o DAB e o DAB+ em Portugal? Infelizmente, muitos desses aparelhos são caros ou então foram-nos vedado o seu acesso. Por exemplo, aqui em casa há um automóvel do ano passado cujo auto-rádio não foi programado para receber sinal de DAB.
Por fim, estes investimentos valeriam a pena numa era em que estamos a um passo de democratizar o acesso a (quase) todas as rádios pela Internet, nomeadamente no carro, o qual se verifica ser o local de consumo de áudio (não apenas rádio) por excelência? Qual seria o papel do DAB+ quando o Android Auto se massificar (creio não estaremos assim tão longe disso)?
Eu sei que este tipo de discurso que empreguei é muito semelhante ao do membro Atento e, com isto, não quero dizer que Portugal não esteja atrasado face aos nossos congéneres europeus, os quais devem sempre ser a nossa bitola guiadora.
Contudo, continuo com algumas dúvidas sobre um meio implementado em Portugal na Expo '98 e que acabou por ser suspenso no inÃcio da década por falta de interesse face aos elevados custos de manutenção.
Saudações!
Se a reativação do DAB avançar em Portugal, a mesma tem de ser bem pensada, bem estruturadaCaros participantes,
Sabendo que a evolução da rádio tem sido uma realidade no digital, em expansão na maioria dos paÃses europeus (conforme se pode constatar no sÃtio na internet disponÃvel em https://www.worlddab.org/), proponho sensibilizar para a reativação da rede DAB em Portugal, ou adaptando-a para a versão melhorada designada DAB+.
Estou temporariamente a residir, por motivos profissionais, na Bélgica, e tenho-me apercebido da excelente qualidade de receção do sistema de difusão digital (DAB+), tanto em casa como em deslocação na viatura, bem como a notável expansão da rede DAB+ aqui e também nos paÃses vizinhos.
Recordo que grande parte dos novos modelos de veÃculos possuem já equipamento de receção DAB e o aumento do quantitativo e da diversidade de marcas dos recetores "domésticos", com os respetivos custos a diminuÃrem drasticamente, poderão ser já fatores de decisão para reativar/modernizar a rede (já existente) em Portugal.
Permitam-me que refira ainda que o maior desperdÃcio é ter uma capacidade instalada (rede de emissores em Portugal) e não a utilizar, sabendo que, de um modo geral, os custos associados para emissão são mais baixos, entre outros fatores, comparados com outros formatos, como por exemplo a Frequência Modulada.
Sou de opinião que uma eventual reativação da rede DAB poderia ser feita mantendo, em simultâneo e por perÃodo a definir, a atual rede em Frequência Modulada (FM), proporcionando também à s rádios locais a necessária adaptação, dados os parcos meios financeiros de que geralmente dispõem. Este processo deveria ser feito concorrentemente com uma campanha de divulgação e informação pública.
Julgo que corremos já o risco de termos, em Portugal, um significativo atraso na implementação da rádio digital em relação a praticamente toda a europa, onde o processo digital avança já muito rapidamente.
Concordo, em parte, consigo mas também lanço aqui algumas questões:
Quanto custará a reactivação do DAB e expansão da sua rede que, em 2011, o sinal da RDP não chegava à totalidade do território nacional?
E quais seriam os custos da conversão para o DAB+?
Qual seria o modelo de exploração a ser usado, visto que no FM, os emissores e retransmissores são propriedade das rádios?
Seria uma rede da responsabilidade do Estado (através da ANACOM), ou da Altice, que fomentou um autêntico cartel com a vergonhosa exploração da TDT?
Que aparelhos conseguem captar o DAB e o DAB+ em Portugal? Infelizmente, muitos desses aparelhos são caros ou então foram-nos vedado o seu acesso. Por exemplo, aqui em casa há um automóvel do ano passado cujo auto-rádio não foi programado para receber sinal de DAB.
Por fim, estes investimentos valeriam a pena numa era em que estamos a um passo de democratizar o acesso a (quase) todas as rádios pela Internet, nomeadamente no carro, o qual se verifica ser o local de consumo de áudio (não apenas rádio) por excelência? Qual seria o papel do DAB+ quando o Android Auto se massificar (creio não estaremos assim tão longe disso)?
Eu sei que este tipo de discurso que empreguei é muito semelhante ao do membro Atento e, com isto, não quero dizer que Portugal não esteja atrasado face aos nossos congéneres europeus, os quais devem sempre ser a nossa bitola guiadora.
Contudo, continuo com algumas dúvidas sobre um meio implementado em Portugal na Expo '98 e que acabou por ser suspenso no inÃcio da década por falta de interesse face aos elevados custos de manutenção.
Saudações!
Agora, deixo aqui outra questão
O DAB/DAB+ não será o primeiro passo para a massificação do 'Android Auto' e 'Apple CarPlay'?
Eu sou a favor do DAB... a ANACOM deveria repensá-laSe a reativação do DAB avançar em Portugal, a mesma tem de ser bem pensada, bem estruturadaCaros participantes,
Sabendo que a evolução da rádio tem sido uma realidade no digital, em expansão na maioria dos paÃses europeus (conforme se pode constatar no sÃtio na internet disponÃvel em https://www.worlddab.org/), proponho sensibilizar para a reativação da rede DAB em Portugal, ou adaptando-a para a versão melhorada designada DAB+.
Estou temporariamente a residir, por motivos profissionais, na Bélgica, e tenho-me apercebido da excelente qualidade de receção do sistema de difusão digital (DAB+), tanto em casa como em deslocação na viatura, bem como a notável expansão da rede DAB+ aqui e também nos paÃses vizinhos.
Recordo que grande parte dos novos modelos de veÃculos possuem já equipamento de receção DAB e o aumento do quantitativo e da diversidade de marcas dos recetores "domésticos", com os respetivos custos a diminuÃrem drasticamente, poderão ser já fatores de decisão para reativar/modernizar a rede (já existente) em Portugal.
Permitam-me que refira ainda que o maior desperdÃcio é ter uma capacidade instalada (rede de emissores em Portugal) e não a utilizar, sabendo que, de um modo geral, os custos associados para emissão são mais baixos, entre outros fatores, comparados com outros formatos, como por exemplo a Frequência Modulada.
Sou de opinião que uma eventual reativação da rede DAB poderia ser feita mantendo, em simultâneo e por perÃodo a definir, a atual rede em Frequência Modulada (FM), proporcionando também à s rádios locais a necessária adaptação, dados os parcos meios financeiros de que geralmente dispõem. Este processo deveria ser feito concorrentemente com uma campanha de divulgação e informação pública.
Julgo que corremos já o risco de termos, em Portugal, um significativo atraso na implementação da rádio digital em relação a praticamente toda a europa, onde o processo digital avança já muito rapidamente.
Concordo, em parte, consigo mas também lanço aqui algumas questões:
Quanto custará a reactivação do DAB e expansão da sua rede que, em 2011, o sinal da RDP não chegava à totalidade do território nacional?
E quais seriam os custos da conversão para o DAB+?
Qual seria o modelo de exploração a ser usado, visto que no FM, os emissores e retransmissores são propriedade das rádios?
Seria uma rede da responsabilidade do Estado (através da ANACOM), ou da Altice, que fomentou um autêntico cartel com a vergonhosa exploração da TDT?
Que aparelhos conseguem captar o DAB e o DAB+ em Portugal? Infelizmente, muitos desses aparelhos são caros ou então foram-nos vedado o seu acesso. Por exemplo, aqui em casa há um automóvel do ano passado cujo auto-rádio não foi programado para receber sinal de DAB.
Por fim, estes investimentos valeriam a pena numa era em que estamos a um passo de democratizar o acesso a (quase) todas as rádios pela Internet, nomeadamente no carro, o qual se verifica ser o local de consumo de áudio (não apenas rádio) por excelência? Qual seria o papel do DAB+ quando o Android Auto se massificar (creio não estaremos assim tão longe disso)?
Eu sei que este tipo de discurso que empreguei é muito semelhante ao do membro Atento e, com isto, não quero dizer que Portugal não esteja atrasado face aos nossos congéneres europeus, os quais devem sempre ser a nossa bitola guiadora.
Contudo, continuo com algumas dúvidas sobre um meio implementado em Portugal na Expo '98 e que acabou por ser suspenso no inÃcio da década por falta de interesse face aos elevados custos de manutenção.
Saudações!
Agora, deixo aqui outra questão
O DAB/DAB+ não será o primeiro passo para a massificação do 'Android Auto' e 'Apple CarPlay'?
Numa primeira fase, onde a rede móvel (quanto mais o 4 G ou o 5 G) não cubra todo o território nacional, sim.
Eu não sou contra o DAB+, antes pelo contrário.
Graças a algum lobismo e falta de vontade que não temos uma rede de DAB a funcionar no paÃs como na Europa «Desenvolvida».
Contudo, as minhas questões eram sobre se seria viável o ressuscitar do DAB e convertê-lo para DAB+, quando o 5 G está à porta.
Mas sim, o DAB deveria ser repensado.
Saudações!
ANACOM? A decisão tem de vir do governo. Quando houver uma nova composição parlamentar e um novo executivo em plenitude de funções, pode e deve haver a discussão polÃtica a respeito do assunto rádio digital.Eu sou a favor do DAB... a ANACOM deveria repensá-laSe a reativação do DAB avançar em Portugal, a mesma tem de ser bem pensada, bem estruturadaCaros participantes,
Sabendo que a evolução da rádio tem sido uma realidade no digital, em expansão na maioria dos paÃses europeus (conforme se pode constatar no sÃtio na internet disponÃvel em https://www.worlddab.org/), proponho sensibilizar para a reativação da rede DAB em Portugal, ou adaptando-a para a versão melhorada designada DAB+.
Estou temporariamente a residir, por motivos profissionais, na Bélgica, e tenho-me apercebido da excelente qualidade de receção do sistema de difusão digital (DAB+), tanto em casa como em deslocação na viatura, bem como a notável expansão da rede DAB+ aqui e também nos paÃses vizinhos.
Recordo que grande parte dos novos modelos de veÃculos possuem já equipamento de receção DAB e o aumento do quantitativo e da diversidade de marcas dos recetores "domésticos", com os respetivos custos a diminuÃrem drasticamente, poderão ser já fatores de decisão para reativar/modernizar a rede (já existente) em Portugal.
Permitam-me que refira ainda que o maior desperdÃcio é ter uma capacidade instalada (rede de emissores em Portugal) e não a utilizar, sabendo que, de um modo geral, os custos associados para emissão são mais baixos, entre outros fatores, comparados com outros formatos, como por exemplo a Frequência Modulada.
Sou de opinião que uma eventual reativação da rede DAB poderia ser feita mantendo, em simultâneo e por perÃodo a definir, a atual rede em Frequência Modulada (FM), proporcionando também à s rádios locais a necessária adaptação, dados os parcos meios financeiros de que geralmente dispõem. Este processo deveria ser feito concorrentemente com uma campanha de divulgação e informação pública.
Julgo que corremos já o risco de termos, em Portugal, um significativo atraso na implementação da rádio digital em relação a praticamente toda a europa, onde o processo digital avança já muito rapidamente.
Concordo, em parte, consigo mas também lanço aqui algumas questões:
Quanto custará a reactivação do DAB e expansão da sua rede que, em 2011, o sinal da RDP não chegava à totalidade do território nacional?
E quais seriam os custos da conversão para o DAB+?
Qual seria o modelo de exploração a ser usado, visto que no FM, os emissores e retransmissores são propriedade das rádios?
Seria uma rede da responsabilidade do Estado (através da ANACOM), ou da Altice, que fomentou um autêntico cartel com a vergonhosa exploração da TDT?
Que aparelhos conseguem captar o DAB e o DAB+ em Portugal? Infelizmente, muitos desses aparelhos são caros ou então foram-nos vedado o seu acesso. Por exemplo, aqui em casa há um automóvel do ano passado cujo auto-rádio não foi programado para receber sinal de DAB.
Por fim, estes investimentos valeriam a pena numa era em que estamos a um passo de democratizar o acesso a (quase) todas as rádios pela Internet, nomeadamente no carro, o qual se verifica ser o local de consumo de áudio (não apenas rádio) por excelência? Qual seria o papel do DAB+ quando o Android Auto se massificar (creio não estaremos assim tão longe disso)?
Eu sei que este tipo de discurso que empreguei é muito semelhante ao do membro Atento e, com isto, não quero dizer que Portugal não esteja atrasado face aos nossos congéneres europeus, os quais devem sempre ser a nossa bitola guiadora.
Contudo, continuo com algumas dúvidas sobre um meio implementado em Portugal na Expo '98 e que acabou por ser suspenso no inÃcio da década por falta de interesse face aos elevados custos de manutenção.
Saudações!
Agora, deixo aqui outra questão
O DAB/DAB+ não será o primeiro passo para a massificação do 'Android Auto' e 'Apple CarPlay'?
Numa primeira fase, onde a rede móvel (quanto mais o 4 G ou o 5 G) não cubra todo o território nacional, sim.
Eu não sou contra o DAB+, antes pelo contrário.
Graças a algum lobismo e falta de vontade que não temos uma rede de DAB a funcionar no paÃs como na Europa «Desenvolvida».
Contudo, as minhas questões eram sobre se seria viável o ressuscitar do DAB e convertê-lo para DAB+, quando o 5 G está à porta.
Mas sim, o DAB deveria ser repensado.
Saudações!
Trata-se de uma mensagem que não se refere ao FM em nenhuma parte do seu texto - portanto algo tendenciosa ;)
De facto fala de uma colossal redução de custos que a rádio estatal pretende implementar, nada tendo a haver com a tecnologia DAB. Pode ver-se na seguinte informação (https://radiotoday.ie/?s=DAB%2B) que existe mesmo um outro grupo que pretende ficar com as frequências que vão ficar disponÃveis.
O que a rádio pública irlandesa (RTÉ) diz? Algo como "The DAB is dead. Long live the good ol' FM".
https://radiotoday.co.uk/amp/2019/11/ireland-broadcaster-to-close-its-dab-radio-services/
Enviado do meu Hisense T5 Plus através do Tapatalk
deixo, seguidamente, a ligação para a página de notÃcias relativas ao sistema DAB+ . Julgo ser interessante ir acompanhando o que acontece nos diferentes paÃses com esta tecnologia já implementada.
https://www.worlddab.org/news
Alguém sabe em que estado está o material DAB da RDP?
Os centros emissores continuam prontos a funcionar?
Sei que alguns agora recebem outros propósitos. Por exemplo, o de Darque tem "penduradas" as antenas VHF-FM da Comercial.
Não obstante, estarão prontos a arrancar novamente? Recordo que estão parados há quase 10 anos; e estavam em funcionamento desde os tempos da Expo...
Enviado do meu MI 9 através do Tapatalk
A rede nacional DAB com 44 emissores que pertence à RTP está fora de uso mas pode funcionar. As cabeças de rede podem ser reactivadas e actualizadas para DAB+ a baixo custo e pode ainda ser aproveitada para DVB-T2 (TDT, isso mesmo). A RTP podia utilizá-la por exemplo para emitir o seu próprio sinal de televisão sem ter de pagar fortunas à Altice. Ou então voltar a reactivar e relançar a DAB Bloco 12B mas em tecnologia DAB+. Apenas é necessário renovar a licença à RTP que na altura emitia 5 canais.
O DAB está morto.Todo o processo da tecnologia DAB em Portugal foi conduzido de forma desastrosa, sem estratégia, sem divulgação, sem nada de substancial que chamasse a atenção do público. 99,99% dos portugueses desconheceram da sua existência. Gastos 11 milhões de euros do erário publico, a rede foi encerrada em 2011. (https://www.publico.pt/2015/04/28/p3/noticia/um-retrocesso-chamado-radio-digital-1823079) À maneira de um paÃs de terceiro mundo, não houve responsáveis por este desperdÃcio de dinheiro público, nem pelo monumental falhanço da estratégia. Continuamos, alegremente, com a tecnologia FM que data da década 30 do séc. XX, deitamos fora a tecnologia digital de difusão universal por ondas hertzianas.
O DAB está morto.Todo o processo da tecnologia DAB em Portugal foi conduzido de forma desastrosa, sem estratégia, sem divulgação, sem nada de substancial que chamasse a atenção do público. 99,99% dos portugueses desconheceram da sua existência. Gastos 11 milhões de euros do erário publico, a rede foi encerrada em 2011. (https://www.publico.pt/2015/04/28/p3/noticia/um-retrocesso-chamado-radio-digital-1823079) À maneira de um paÃs de terceiro mundo, não houve responsáveis por este desperdÃcio de dinheiro público, nem pelo monumental falhanço da estratégia. Continuamos, alegremente, com a tecnologia FM que data da década 30 do séc. XX, deitamos fora a tecnologia digital de difusão universal por ondas hertzianas.
O FM massificou-se em Portugal em finais da década de 70, com o surgimento do ‘FM Estéreo da Rádio Comercial’ que, tal como o nome indica, apenas era passÃvel de ser escutada em recetores com FM. Para o DAB nada se fez, os operadores agiram em cartel, impedindo que outras estações integrassem a oferta, algo de semelhante ao que acontece com a TDT. Com o DAB os ouvintes teriam muitas mais opções de estações à escala nacional e, obviamente, isso não agradou aos interesses instalados. Foi um tiro no pé. É por estas e por outras que a rádio é cada vez mais o parente pobre da comunicação social em Portugal, que cada vez menos suscita entusiasmo no público.
O DAB em Portugal está morto, em muitos outros paÃses europeus (incluindo os mais desenvolvidos) continua vivo e de boa saúde. Nesta matéria, ficamos afastados da Europa e próximos de Ãfrica.
Caro Rui Cleto, no meu ponto de vista, não se trata de uma questão de reclamação de direitos, trata-se de progresso, de desenvolvimento, se quiser, ficarmos a par dos paÃses que integram o espaço geográfico, polÃtico, cultural e económico em que estamos inseridos. Nesta matéria, ficamos para trás, ultraperiféricos. Todo o processo DAB em Portugal foi mal planeado, mal executado, mal operacionalizado, um caso de incompetência extrema, que custou 11 milhões de Euros aos contribuintes portugueses e que não serviram para nada. Repito, dinheiro deitado fora.
Em paÃses com outro nÃvel de organização, com outra exigência para com os decisores e para aqueles que são responsáveis pela gestão dos recursos públicos, com outros patamares de competência, o DAB/DAB+ tem vindo a aumentar a audiência ao longo dos anos. Por exemplo, no Reino Unido dispõe de 52 estações de rádio nacionais através da rede DAB (https://getdigitalradio.com/your-stations?slide=national-stations) (de carro, escuta em qualquer ponto do território) e 40 estações de rádio locais nessa rede digital (um total de 92 estações de rádio, o que rivaliza com a oferta de canais da televisão por subscrição). Um estudo do regulador britânico, Ofcom, indica que a audiência de DAB tem vindo a aumentar progressivamente ao longo dos anos.
Este é um caso de atraso relativamente àqueles com quem nos devemos comparar.
Caro Rui Cleto, no meu ponto de vista, não se trata de uma questão de reclamação de direitos, trata-se de progresso, de desenvolvimento, se quiser, ficarmos a par dos paÃses que integram o espaço geográfico, polÃtico, cultural e económico em que estamos inseridos. Nesta matéria, ficamos para trás, ultraperiféricos. Todo o processo DAB em Portugal foi mal planeado, mal executado, mal operacionalizado, um caso de incompetência extrema, que custou 11 milhões de Euros aos contribuintes portugueses e que não serviram para nada. Repito, dinheiro deitado fora.
Em paÃses com outro nÃvel de organização, com outra exigência para com os decisores e para aqueles que são responsáveis pela gestão dos recursos públicos, com outros patamares de competência, o DAB/DAB+ tem vindo a aumentar a audiência ao longo dos anos. Por exemplo, no Reino Unido dispõe de 52 estações de rádio nacionais através da rede DAB (https://getdigitalradio.com/your-stations?slide=national-stations) (de carro, escuta em qualquer ponto do território) e 40 estações de rádio locais nessa rede digital (um total de 92 estações de rádio, o que rivaliza com a oferta de canais da televisão por subscrição). Um estudo do regulador britânico, Ofcom, indica que a audiência de DAB tem vindo a aumentar progressivamente ao longo dos anos.
Este é um caso de atraso relativamente àqueles com quem nos devemos comparar.
ola boa noite a todos...o que gostam mais?DAB??ou FM analógico?sera que a FM em Portugal vai mesmo acabar??Não a curto/médio prazo.
ola boa tarde!!para quando o DAB em portugal?alguem sabe de alguma coisa?informaçao??abraços a todos!!Neste momento a informação é = ao n° emissões : ZERO. E as probabilidades não são muito superiores.
ou seja :( não ira haver mais radio digital por ca? :( sempre podia haver e manter o FM analógico!e no futuro?
abraços
Não podemos desanimar. Julgo que, mais tarde ou mais cedo, haverá uma diretiva europeia para implementar a rádio digital, tal como foi feito para implementar o 5G e a consequente libertação de frequências atribuÃdas à TDT.Não me parece.
a verdade e que ja existe em boa parte da europa e nao so o sistema DAB e DAB+ :O :) abraçosE considera que o sistema massificou? Uma tecnologia que nasceu na década de 90 do século passado. Estamos falados...
Para os que não acreditam, por favor vejam o seguinte sÃtio na internet que diz respeito à evolução/implementação da rádio digital (DAB+) nos diferentes paÃses… Não esqueçam que qualquer plataforma de emissão de rádio pela internet (4G/5G) será sempre paga!
Nota: O DAB+ é uma versão muito melhor e com mais capacidades que a anterior DAB.
Portugal é já uma "ilha" isolada no resto da europa do DAB+. Tenho até alguma vergonha, num Portugal que, normalmente, está na vanguarda da tecnologia :-[
https://www.worlddab.org/countries
Para os que não acreditam, por favor vejam o seguinte sÃtio na internet que diz respeito à evolução/implementação da rádio digital (DAB+) nos diferentes paÃses… Não esqueçam que qualquer plataforma de emissão de rádio pela internet (4G/5G) será sempre paga!Se tem vergonha de Portugal não ter DAB, eu prefiro ter vergonha se algumas rádios não aguentarem a crise que aà vem porque não têm apoios para enfrentar a brutal queda de receitas publicitárias. Eu estou mais preocupado com o risco de se ter profissionais das rádios a dar aos filhos o pão que deveria ser o pequeno-almoço deles porque deixaram de ter dinheiro para comer condignamente. Não estou tão preocupado com o facto de muitas rádios não terem milhares de euros para modernizar e digitalizar todo o equipamento para poderem operar no sistema DAB. Em tempo de guerra, não se gasta dinheiro em excentricidades - e quando ninguém sabe quão grande vai ser o desastre económico nos próximos meses, o DAB, depois da Covid-19, seria, para muitas rádios, como passar semanas sem comer para comprar um iPhone. Há que saber ter prioridades.
Nota: O DAB+ é uma versão muito melhor e com mais capacidades que a anterior DAB.
Portugal é já uma "ilha" isolada no resto da europa do DAB+. Tenho até alguma vergonha, num Portugal que, normalmente, está na vanguarda da tecnologia :-[
https://www.worlddab.org/countries
ola a todos,sera que por ca se consegue escutar DAB de espanha?ou isso e impossivel?so na fronteira?abraçosImpossÃvel. O DAB encontra-se disponÃvel apenas em Madrid e Barcelona.
A rádio digital (DAB+) avança no Luxemburgo (com uma grande comunidade portuguesa), a concretizar a partir de setembro deste ano. Coexistirá (em simulcast) com o FM durante algum tempo. Seria bom em Portugal podermos dizer o mesmo...
https://paperjam.lu/article/dab-radio-numerique-arrive-a-r
Vou só dar um exemplo para que as pessoas entendam o que é a DAB.O DAB devia de funcionar como o FM cada rádio tinha o seu próprio emissor DAB como acontece no FM, mas se calhar mesmo assim saia muito mais caro a uma rádio local passar do FM para DAB, mas depois tambem não tinha que pagar mensalidades a ninguém.
Acompanhei um processo de autorização de emissão DAB de uma rádio local em Inglaterra.
A rádio era para se instalar numa cidade pequena, mais ou menos 170 mil habitantes.
As rádios locais em FM têm o seu emissor e antena. Por lá ronda os 10 mil euros o pacote. E estamos a falar duma antena ali pelos 25 metros porque o local não tinha zonas montanhosas (boa sorte em encontrar montes altos em Inglaterra).
As rádios locais em DAB têm de contratar o serviço de emissão a uma empresa privada detentora do multiplexer (emissor digital multifrequência).
Os custos mÃnimos que foram pedidos por um canal mono de 56kbps era de 3500 libras (3890€) mensais. O Departamento de Pesquisa e Investigação da BBC diz que um canal mono em DAB deve ter pelo menos 96kbps para ter qualidade.
A isso acresce ainda o sinal que tinha de ser levado do estúdio até ao centro emissor (o mÃnimo encontrado foi cerca de 500 euros).
Ou seja quase 4500 mil euros por mês para emitir uma simples rádio local.
Ao fim de 3 meses equivale a pagar um emissor e antena próprios em FM.
Para terem uma ideia os custos para uma rádio local DAB em Londres duplicam.
A DAB vai pura e simplesmente acabar com as rádios locais a não ser que sejam rádios de grandes grupos e com encaixes financeiros publicitários muito altos que permitam despesas mensais avultadas como estas (e só estamos a falar do custo de emissão, fora todos os custos com salários, instalações etc).
Em França a Associação de rádios locais e a das rádios comunitárias está contra todo o modelo de negócio montado em torno da DAB.
Espero que tenham ficado minimamente informados para o que é na realidade a DAB.
para os curiosos, deixo um vÃdeo YOUTUBE que detalha aspetos do FM, DAB e DRM - muito interessante e recenteFalta o link
para os curiosos, deixo um vÃdeo YOUTUBE que detalha aspetos do FM, DAB e DRM - muito interessante e recente
Pelo menos na vizinha Espanha, estão a começar a "acordar" para o assunto da rádio digital, reportando o atraso já registado em relação aos restantes paÃses europeus e falando mesmo numa ilha analógica (relativo à FM) isolada... por cá tudo como antes...
https://senat.compromis.net/2021/01/15/compromis-reclama-que-el-fondo-europeo-de-recuperacion-sirva-para-digitalizar-el-sector-de-la-radio-analogica-espanola/
O serviço de small scale DAB não estava disponÃvel na altura ruicleto e ainda não está na cidade que querÃamos emitir.
De qualquer forma a potência de emissão é muito mais reduzida. Estaremos a falar por exemplo, convertendo para o analógico FM, de potências de 2000 watts para cerca de 250.
Posso dizer ao Luisf662 que só numa abordagem não mercantilista e com associações entre rádios locais (e comunitárias no caso do RU) é que este modelo de pequena escala será sustentável.
Toda a rede DAB em Portugal (cerca de 44 emissores) pode ser convertida para DAB+ sem mudar emissores. Agora o seu estado depois de 10 anos desligados é desconhecido. A RTP rádio pode e deve reactivar o serviço DAB incluindo só as rádios de serviço público, pedindo autorização ao Governo.
Se as rádios privadas estiverem interessadas que peçam a abertura dum concurso para um multiplexer nacional.
Não se pode cometer os mesmo erros cometidos anteriormente em DAB nem os cometidos na TDT.
O serviço público de rádio e o de televisão devem ter multiplexers próprios. Não devem estar nas mãos de empresas privadas.
Será que vale a pena o investimento em aparelhos com DAB sem emissões em Portugal? Tenho já 2 aparelhos com essa tecnologia, que varrem o espectro sem nada captarem...
Será que vale a pena o investimento em aparelhos com DAB sem emissões em Portugal? Tenho já 2 aparelhos com essa tecnologia, que varrem o espectro sem nada captarem...
nas vossas opinioes sera que o DAB vem tambem para portugal num futuro proximo???abraços
Enquanto em Portugal nos vamos "entretendo" a falar sobre interferências e alcances de emissores num FM analógico, gasto e sobrelotado, o resto da europa está a dar passos concretos na implementação da tecnologia digital, na qual, se bem planeada, proporcionaria muitas mais rádios nacionais, regionais e locais com melhor sonoridade e sem interferências. Só posso associar ao que se passou em Portugal com a implementação da TDT (pouquÃssimos canais) e com o que se passa com a implementação do 5G (muito atrasada) - somos demasiado "tacanhos" e perdoem-me esta expressão de desabafo, vendo apenas mais uns metros à frente em vez de vermos a longa distância o fututo que aà está! Qualquer dia, nem técnicos capazes teremos para implementar estas tecnologias digitais. Julgo que o pontapé de saÃda deveria ser iniciado pela RTP, pois sendo de âmbito público, deverá estar na frente da tecnologia, em igualdade com os seus congéneres europeus de difusão televisiva e radiofónica.
Santa paciência...
Enquanto em Portugal nos vamos "entretendo" a falar sobre interferências e alcances de emissores num FM analógico, gasto e sobrelotado, o resto da europa está a dar passos concretos na implementação da tecnologia digital, na qual, se bem planeada, proporcionaria muitas mais rádios nacionais, regionais e locais com melhor sonoridade e sem interferências. Só posso associar ao que se passou em Portugal com a implementação da TDT (pouquÃssimos canais) e com o que se passa com a implementação do 5G (muito atrasada) - somos demasiado "tacanhos" e perdoem-me esta expressão de desabafo, vendo apenas mais uns metros à frente em vez de vermos a longa distância o fututo que aà está! Qualquer dia, nem técnicos capazes teremos para implementar estas tecnologias digitais. Julgo que o pontapé de saÃda deveria ser iniciado pela RTP, pois sendo de âmbito público, deverá estar na frente da tecnologia, em igualdade com os seus congéneres europeus de difusão televisiva e radiofónica.
Santa paciência...
Concordo em parte com o que escreve,mas... Mas há sempre um ( ou mais... ) "mas".
Em 1998 quando fomos quase pioneiros no DAB, havia dinheiro. Como muitas vezes acontece neste cantinho, a oportunidade perdeu-se e depois de ter mais de metade do paÃs com DAB a RT(D)P desligou a rede.
Pergunto ao sr. Rui, se acha que neste momento, ou nos próximos anos existe viabilidade financeira (e se calhar até social... ) para que Portugal implemente o DAB? Eu parece-me MUITÃSSIMO improvável, mas poderei estar com "pouca visão", e espero que esteja errado pois será sinal que os tempos vindouros serão bem melhores... Duvido...
Enquanto em Portugal nos vamos "entretendo" a falar sobre interferências e alcances de emissores num FM analógico, gasto e sobrelotado, o resto da europa está a dar passos concretos na implementação da tecnologia digital, na qual, se bem planeada, proporcionaria muitas mais rádios nacionais, regionais e locais com melhor sonoridade e sem interferências. Só posso associar ao que se passou em Portugal com a implementação da TDT (pouquÃssimos canais) e com o que se passa com a implementação do 5G (muito atrasada) - somos demasiado "tacanhos" e perdoem-me esta expressão de desabafo, vendo apenas mais uns metros à frente em vez de vermos a longa distância o fututo que aà está! Qualquer dia, nem técnicos capazes teremos para implementar estas tecnologias digitais. Julgo que o pontapé de saÃda deveria ser iniciado pela RTP, pois sendo de âmbito público, deverá estar na frente da tecnologia, em igualdade com os seus congéneres europeus de difusão televisiva e radiofónica.
Santa paciência...
Concordo em parte com o que escreve,mas... Mas há sempre um ( ou mais... ) "mas".
Em 1998 quando fomos quase pioneiros no DAB, havia dinheiro. Como muitas vezes acontece neste cantinho, a oportunidade perdeu-se e depois de ter mais de metade do paÃs com DAB a RT(D)P desligou a rede.
Pergunto ao sr. Rui, se acha que neste momento, ou nos próximos anos existe viabilidade financeira (e se calhar até social... ) para que Portugal implemente o DAB? Eu parece-me MUITÃSSIMO improvável, mas poderei estar com "pouca visão", e espero que esteja errado pois será sinal que os tempos vindouros serão bem melhores... Duvido...
Caro Abilio, concordo e julgo ser claro que vamos ter um perÃodo certamente difÃcil para todos nós, mas isso não poderá servir de desculpa para a transformação e evolução com os nossos pares europeus. Como é que eles conseguem e nós não? refiro-me concretamente aos paÃses que entraram bem mais tarde do que nós na União Europeia. Às vezes a alegada falta de dinheiro não é explicação para tudo. É sabido que a tecnologia digital é menos onerosa que a analógica. O que vai suceder quando as peças para os emissores forem sendo descontinuadas? deixo para pensamento...
Enquanto em Portugal nos vamos "entretendo" a falar sobre interferências e alcances de emissores num FM analógico, gasto e sobrelotado, o resto da europa está a dar passos concretos na implementação da tecnologia digital, na qual, se bem planeada, proporcionaria muitas mais rádios nacionais, regionais e locais com melhor sonoridade e sem interferências. Só posso associar ao que se passou em Portugal com a implementação da TDT (pouquÃssimos canais) e com o que se passa com a implementação do 5G (muito atrasada) - somos demasiado "tacanhos" e perdoem-me esta expressão de desabafo, vendo apenas mais uns metros à frente em vez de vermos a longa distância o fututo que aà está! Qualquer dia, nem técnicos capazes teremos para implementar estas tecnologias digitais. Julgo que o pontapé de saÃda deveria ser iniciado pela RTP, pois sendo de âmbito público, deverá estar na frente da tecnologia, em igualdade com os seus congéneres europeus de difusão televisiva e radiofónica.
Santa paciência...
Concordo em parte com o que escreve,mas... Mas há sempre um ( ou mais... ) "mas".
Em 1998 quando fomos quase pioneiros no DAB, havia dinheiro. Como muitas vezes acontece neste cantinho, a oportunidade perdeu-se e depois de ter mais de metade do paÃs com DAB a RT(D)P desligou a rede.
Pergunto ao sr. Rui, se acha que neste momento, ou nos próximos anos existe viabilidade financeira (e se calhar até social... ) para que Portugal implemente o DAB? Eu parece-me MUITÃSSIMO improvável, mas poderei estar com "pouca visão", e espero que esteja errado pois será sinal que os tempos vindouros serão bem melhores... Duvido...
Caro Abilio, concordo e julgo ser claro que vamos ter um perÃodo certamente difÃcil para todos nós, mas isso não poderá servir de desculpa para a transformação e evolução com os nossos pares europeus. Como é que eles conseguem e nós não? refiro-me concretamente aos paÃses que entraram bem mais tarde do que nós na União Europeia. Às vezes a alegada falta de dinheiro não é explicação para tudo. É sabido que a tecnologia digital é menos onerosa que a analógica. O que vai suceder quando as peças para os emissores forem sendo descontinuadas? deixo para pensamento...
"Transformação e evolução". Palavras bonitas, mas o caro Rui não respondeu à s questão essencial: já descobriu o que as rádios na Noruega, no Reino Unido, na SuÃça, na Alemanha e noutros paÃses têm e que em Portugal as rádios não têm? Dinheiro. Milhares de euros. Equipamentos digitais novos. Se quer ouvir rádio DAB+, as rádios têm de ter dinheiro para "aposentar" mesas cujos potenciómetros já viajaram quilómetros entre os extremos, microfones com anos e anos de serviço. Se há rádios quase presas por arames no que diz respeito ao equipamento de transmissão em FM, será que essas estações terão dinheiro para modernizar tudo no sentido de compatibilizar o equipamento com o sistema digital? Não vou dizer que o digital não vai ser o futuro. Mas ou chove rios de dinheiro, ou não será tão depressa...
https://www.dabplus.de/2021/09/06/digitalradio-dab-mit-wachstumsschub-plus-30-prozent-5-mio-geraete-mehr-in-haushalten-digitalisierungsbericht-der-medienanstalten-2021/Basta fazer uma simples pesquisa sobre a implementação do DAB+ na Europa para verificarmos que a tecnologia está a ganhar força em vários paÃses, incluindo os da dimensão de Portugal.
Em alemão, mas dá para ver a força do DAB+ na Alemanha.
Espero que não tenha passado "ao lado" de todos, o lançamento de 25 rádios nacionais em França na tecnologia DAB+, ao longo do eixo Paris, Lyon, Marselha. Este paÃs está a desenvolver, faseadamente e a grande ritmo, esta tecnologia que veio para ficar! podem verificar através do interessante mapa interativo que existe. Que belÃssimo exemplo que Portugal poderia seguir (bons exemplos):
https://www.csa.fr/Informer/Toutes-les-actualites/Actualites/Deploiement-du-DAB-Lancement-de-25-radios-nationales-sur-l-axe-Paris-Lyon-Marseille
Julgo ser deveras interessante ir acompanhando as notÃcias do notável desenvolvimento do DAB+ à nossa volta, para não sermos verdadeiramente uma ilha no teto do mundo, podendo verificar a evolução desde a Croácia até à Chéquia, passando pelas rádios locais na parte flamenga da Bélgica, etc., etc., etc..De facto, o “DAB+ já é o presente, não começa no futuro†como dizem os italianos. A tecnologia avança a ritmo acelerado por toda essa Europa, inclusive, vêem-se projetos de rádio em DAB+ para… escolas! Ao ponto a que se está a expandir e fazer parte das vidas dos cidadãos europeus.
https://www.worlddab.org/news
Mais um passo para a Bulgária: "Bulgarian regulator accepts results of public consultation on use of Band III", disponível em https://www.worlddab.org/news
Desde 26 de setembro passado que a capital belga tem disponíveis, num multiplexer local de DAB+, mais 17 estações locais de rádio - https://www.dabplus.be/fr/couverture/Seria interessante fazerem também cá em Portugal eu ainda não tenho rádio com recepção de dab+ mas já configurei no meu computador um sdr com software específico que capta rádio FM e rádio dab+ com uma antena ligada a pen sdr. Nada de internet. Quando transmitirem em dab+ aqui por Lisboa já irei receber por esta via.
Em Portugal poderia ser feita, experimentalmente, emissão de rádio digital, talvez começando por Lisboa...
O Quénia pretende implementar a rádio digital, através de uma rede experimental em DAB+, dada a saturação do espetro de frequências em analógico.
Notícia em: https://www.worlddab.org/news
Vou fazer uma pergunta pertinente ruicleto, se me conseguir ajudar, agradecido: mais ao menos a partir de que ano os principais fabricantes automóveis consideraram a possibilidade de o recetor receber sinais FM e DAB? Por exemplo, uma viatura de 2019 já terá essa funcionalidade?
Não é DAB, mas já falei aqui que tenho uma aplicação criada por mim no meu Auto Rádio, onde coloquei as rádios que mais oiço. O objetivo é conseguir a escuta de rádios onde o sinal FM por aqui é nulo. Por exemplo, posso ouvir aqui a 105,4 Cascais ou a Nova Era onde o sinal não existe devido a não estar na área de cobertura. As rádios todas em função Radio Text com o nome das músicas. Deixo aqui uns exemplos:
Para já tenho Rádios Portuguesas, estou a preparar rádios Internacionais (Los40,Hit FM, KissFM, BBC..) e acrescentar algumas Web Rádios. Acho que é por aqui que o futuro da rádio podem ir.
Não é DAB, mas já falei aqui que tenho uma aplicação criada por mim no meu Auto Rádio, onde coloquei as rádios que mais oiço. O objetivo é conseguir a escuta de rádios onde o sinal FM por aqui é nulo. Por exemplo, posso ouvir aqui a 105,4 Cascais ou a Nova Era onde o sinal não existe devido a não estar na área de cobertura. As rádios todas em função Radio Text com o nome das músicas. Deixo aqui uns exemplos:
Para já tenho Rádios Portuguesas, estou a preparar rádios Internacionais (Los40,Hit FM, KissFM, BBC..) e acrescentar algumas Web Rádios. Acho que é por aqui que o futuro da rádio podem ir.
Sem dúvida que poderá ser, mas implicará um acesso generalizado a planos abundantes de dados móveis. Vou dar um exemplo, estive uma semana no Algarve e por motivos que não relevam para aqui, ouvia cerca de 3h de uma emissão diária de uma estação sem cobertura no Algarve. Nesse mês a minha operadora atribuiu-me 200GB de dados, só em 15h de escuta foram cerca de 50GB. Usualmente tenho...1GB.
Mas está espetacular. Parabéns! No caso da Nova Era até o RT é melhor do que o que sai via FM, em que apenas consta o slogan.
Conselho: trata de patentear a tecnologia. Pode vir a ser lucrativo para ti no futuro, e um pedido de proteção Europeu não é assim tão dispendioso.
A partir de quarta-feira, 8 de março, o sistema "RadioDNS" fará parte das emissões da Rádio da Chéquia, sendo possível criar conetividade com a Internet.
Tecnicamente, todas as estações públicas FM e DAB+ estarão ligadas a diversos serviços da Web.
Mais um passo em frente deste país!
Depois dirão que, em Portugal, somos ultrapassados em tecnologia e outros... :-[
A partir de quarta-feira, 8 de março, o sistema "RadioDNS" fará parte das emissões da Rádio da Chéquia, sendo possível criar conetividade com a Internet.
Tecnicamente, todas as estações públicas FM e DAB+ estarão ligadas a diversos serviços da Web.
Mais um passo em frente deste país!
Depois dirão que, em Portugal, somos ultrapassados em tecnologia e outros... :-[
Notícia disponível em www.worlddab.org
Mais um país - Uzbequistão, que vai iniciar testes de emissão em DAB+ .
Notícia disponível em https://www.worlddab.org/news
Mais um país - Uzbequistão, que vai iniciar testes de emissão em DAB+ .
Notícia disponível em https://www.worlddab.org/news
Já começa a roçar o patamar da vergonha não pensarmos no DAB, ainda que a coexistir com o FM.
Deixo aqui (https://www.gorkazumeta.com/2024/06/radio-clasica-se-estrena-en-dab-en-diez.html) a entrevista ao diretor da homónima da Antena 2 em Espanha, Jon Bandrés.
Será que o diretor da nossa estação portuguesa já ouviu, alguma vez, falar da emissão digital hertziana?
Deixo aqui (https://www.gorkazumeta.com/2024/06/radio-clasica-se-estrena-en-dab-en-diez.html) a entrevista ao diretor da homónima da Antena 2 em Espanha, Jon Bandrés.
Será que o diretor da nossa estação portuguesa já ouviu, alguma vez, falar da emissão digital hertziana?
O DAB em Portugal foi descontinuado...
Pois talvez o DAB fosse a solução para todos.Uma entrevista interessante a Rudolf Gruner sobre a Rádio Observador e o seu futuro:
https://eco.sapo.pt/2024/07/15/radio-observador-chega-a-leiria-queremos-claramente-liderar-dentro-da-informacao-aponta-rudolf-gruner/
Já tinha lido e esqueci-me de partilhar aqio. Depreende-se uma coisa, só estão a apostar no FM porque entendem que para já e por enquanto faz sentido. Talvez isso explica o facto da maioria das rádios que converteram em Observador são alugadas.
Pois talvez o DAB fosse a solução para todos.Uma entrevista interessante a Rudolf Gruner sobre a Rádio Observador e o seu futuro:
https://eco.sapo.pt/2024/07/15/radio-observador-chega-a-leiria-queremos-claramente-liderar-dentro-da-informacao-aponta-rudolf-gruner/
Já tinha lido e esqueci-me de partilhar aqio. Depreende-se uma coisa, só estão a apostar no FM porque entendem que para já e por enquanto faz sentido. Talvez isso explica o facto da maioria das rádios que converteram em Observador são alugadas.
Pois talvez o DAB fosse a solução para todos.Uma entrevista interessante a Rudolf Gruner sobre a Rádio Observador e o seu futuro:
https://eco.sapo.pt/2024/07/15/radio-observador-chega-a-leiria-queremos-claramente-liderar-dentro-da-informacao-aponta-rudolf-gruner/
Já tinha lido e esqueci-me de partilhar aqio. Depreende-se uma coisa, só estão a apostar no FM porque entendem que para já e por enquanto faz sentido. Talvez isso explica o facto da maioria das rádios que converteram em Observador são alugadas.
Certamente o DAB+ será a solução. Ter, por exemplo, um MUX a difundir várias estações de rádio, com custos partilhados com a torre e elementos difusores e com muito menor potência de emissão do MUX que os normais emissores FM, que recordo apenas difundem uma estação, trará redução acentuada de custos, entre outras inúmeras vantagens.
Lembrei-me logo disso, a maior trapalhada que aconteceu neste país e continuam a insistir em que pagam muito, se não deixam entrar concorrência, como querem baixar custosPois talvez o DAB fosse a solução para todos.Uma entrevista interessante a Rudolf Gruner sobre a Rádio Observador e o seu futuro:
https://eco.sapo.pt/2024/07/15/radio-observador-chega-a-leiria-queremos-claramente-liderar-dentro-da-informacao-aponta-rudolf-gruner/
Já tinha lido e esqueci-me de partilhar aqio. Depreende-se uma coisa, só estão a apostar no FM porque entendem que para já e por enquanto faz sentido. Talvez isso explica o facto da maioria das rádios que converteram em Observador são alugadas.
Certamente o DAB+ será a solução. Ter, por exemplo, um MUX a difundir várias estações de rádio, com custos partilhados com a torre e elementos difusores e com muito menor potência de emissão do MUX que os normais emissores FM, que recordo apenas difundem uma estação, trará redução acentuada de custos, entre outras inúmeras vantagens.
Se não acontecer como aconteceu com a TDT.
desculpem o offtopic!Nunca vai acontecer, ou pelo menos nem tão cedo essa temática do DAB. Com o parque automóvel mais envelhecido da Europa, a haver só mesmo Lisboa e Porto. França e etc fazem isso porque podem, não se vê praticamente um único carro mais antigo nos centros urbanos.
É uma utopia. Mais depressa a rádio online singra. Aliás, mudar FM para DAB é pedir migração para o online da mesma forma que acabar com o analógico deu migração para as operadoras de cabo. E o caminho das operadoras móveis segue na direção de dar cada vez mais GBs, que dão para horas e horas sem fim de rádio. A médio prazo, vai deixar de haver a distinção por GBs e o que vai passar a haver é a distinção por velocidades contratadas, tal como no serviço fixo.
A penetração dos computadores e dos smartphones é amplamente superior à que qualquer rádio com DAB pode ter, isso era uma guerra para ter sido travada há 10 anos. Hoje está perdida (em PT).
Eu próprio estou datado na minha forma de consumo e devia atualizar-me, que ainda me baseio quase a 100% no FM... o AG nisso está mais à frente que eu, por exemplo.
Isto sendo dito, boa visão do Observador e boa justificação para o aluguer. Fez-me sentido.
ahahahahah, nós é que estamos bem e os outros que estão a migrar para o DAB é que estão mal!
Em relação ao online ser espetacular desafio-o em território nacional a ouvir a Z100 online!
Nunca vai acontecer, ou pelo menos nem tão cedo essa temática do DAB. Com o parque automóvel mais envelhecido da Europa, a haver só mesmo Lisboa e Porto. França e etc fazem isso porque podem, não se vê praticamente um único carro mais antigo nos centros urbanos.
É uma utopia. Mais depressa a rádio online singra. Aliás, mudar FM para DAB é pedir migração para o online da mesma forma que acabar com o analógico deu migração para as operadoras de cabo. E o caminho das operadoras móveis segue na direção de dar cada vez mais GBs, que dão para horas e horas sem fim de rádio. A médio prazo, vai deixar de haver a distinção por GBs e o que vai passar a haver é a distinção por velocidades contratadas, tal como no serviço fixo.
A penetração dos computadores e dos smartphones é amplamente superior à que qualquer rádio com DAB pode ter, isso era uma guerra para ter sido travada há 10 anos. Hoje está perdida (em PT).
Eu próprio estou datado na minha forma de consumo e devia atualizar-me, que ainda me baseio quase a 100% no FM... o AG nisso está mais à frente que eu, por exemplo.
Isto sendo dito, boa visão do Observador e boa justificação para o aluguer. Fez-me sentido.
Tudo dito. E com o advento do Android Auto, paulatinamente o substituto do FM será o online (por muito que isso poderá acarretar problemas de coberturas).
Aí, o principal desafio das rádios não será só as plataformas de áudio. Será também a possibilidade de escutar uma BBC Radio 1 sem quaisquer custos associados.
O online, nunca mas nunca substituirá de verdade as ondas Hertzianas, quer elas sejam analógicas ou digitais.
Pode ser a vontade de muitos, e conheço muitos diretores de rádio a preferirem o online ao DAB+.
Convém frisar que em caso de catástrofe natural ou nuclear, o primeiro a dar caput, é a NET.
Ouvir rádio com deelay?
Epah...
O online é a melhor alternativa, não tenho dúvidas disso.
Mas jamais será a melhor prioridade
O online, nunca mas nunca substituirá de verdade as ondas Hertzianas, quer elas sejam analógicas ou digitais.
Pode ser a vontade de muitos, e conheço muitos diretores de rádio a preferirem o online ao DAB+.
Convém frisar que em caso de catástrofe natural ou nuclear, o primeiro a dar caput, é a NET.
Ouvir rádio com deelay?
Epah...
O online é a melhor alternativa, não tenho dúvidas disso.
Mas jamais será a melhor prioridade
Recordo o mapa de implementação do DAB+ no mundo, e particularmente na europa: https://www.worlddab.org/countries
Deixem-me adivinhar que países europeus ainda não implementaram... vale a pena enunciá-los a todos, um por um, e verificar!
Só Portugal é que tem gente esperta ;) e esperar pelos GBs...
ahahahahah, nós é que estamos bem e os outros que estão a migrar para o DAB é que estão mal!
Em relação ao online ser espetacular desafio-o em território nacional a ouvir a Z100 online!
Nunca vai acontecer, ou pelo menos nem tão cedo essa temática do DAB. Com o parque automóvel mais envelhecido da Europa, a haver só mesmo Lisboa e Porto. França e etc fazem isso porque podem, não se vê praticamente um único carro mais antigo nos centros urbanos.Essa desculpa do parque automóvel, pega q.b.. Mais envelhecido que em Portugal temos a Polónia, a larga distância de todos os outros, mas à nossa frente temos a Alemanha. a Espanha, a França, a Finlândia e a Roménia. Só ter aqui o eixo Franco-Alemão, mata este argumento. A guerra não é perdida se se usar os Fundos de Coesão, sim, a implementação do DAB encaixa que nem uma luva nessa definição, para a reconversão dos transmissores. O meu tem 5 anos, mas já me disseram que basta ir à Peugeot, instalar o software apropriado et voit lá, porque a placa que permite DAB já lá está por trás. Já vi autorrádios com DAB + à venda no Jumbo, daqueles para carros velhos, a uns míseros 50€. Nos novos, já é obrigatório trazer DAB +, Bruxelas já obriga.
O online, nunca mas nunca substituirá de verdade as ondas Hertzianas, quer elas sejam analógicas ou digitais.Um exemplo que te é muito querido, Nélson. Um relato no FM e o mesmo no online. Ou na Box. Fiz essa experiência no Euro. Horr+ivel. São quase 30s de atraso, se for face à TV sem box, o atraso baixa para uns 15 s. Mesmo assim, ver o francês a marcar ouando o golo foi há mais de 1h. Nos passatempos, onde ligue já, como o Que Barulho é Este? isso é muito relevante. Bem como no intervir nos programas via Whatsapp. O DAB é uma necessidade. Ponto.
Pode ser a vontade de muitos, e conheço muitos diretores de rádio a preferirem o online ao DAB+.
Convém frisar que em caso de catástrofe natural ou nuclear, o primeiro a dar caput, é a NET.
Ouvir rádio com deelay?
Epah...
O online é a melhor alternativa, não tenho dúvidas disso.
Mas jamais será a melhor prioridade
Creio que a TDT Espanhola (sem certezas), dá para sincronizar a emissão com o áudio de uma rádio.Dá sim. Nas definições de áudio, como se fossemos ativar a áudio-descrição, tem lá o relato da rádio.
Tive a oportunidade de escutar o Alemanha vs Espanha pela RNE e creio que no Tablero Deportivo fizeram menção a isso.
Isso era uma maravilha por cá, pois evitavasse alguns comentários menos, vá, esclarecidos de alguns canais.
Creio que a TDT Espanhola (sem certezas), dá para sincronizar a emissão com o áudio de uma rádio.Dá sim. Nas definições de áudio, como se fossemos ativar a áudio-descrição, tem lá o relato da rádio.
Tive a oportunidade de escutar o Alemanha vs Espanha pela RNE e creio que no Tablero Deportivo fizeram menção a isso.
Isso era uma maravilha por cá, pois evitavasse alguns comentários menos, vá, esclarecidos de alguns canais.
E os jogos que dão nos canais privados (Gol TV ou canais Movistar), dão uma panóplia de opções de rádios para ouvir (Cadena COPE, SER, Onda Cero, Marca e mesmo rádios regionais, como a RAC e a Catalunya Rádio da Catalunha).
Mas convém não esquecer, que estas últimas 4 rádios nacionais que citei, transmitem TODOS os jogos do campeonato espanhol.
Em Portugal isso não seria possível, porque não há nenhuma rádio a transmitir os jogos todos da liga portuguesa, e as que transmitem mais jogos, à exceção da Antena 1, as outras fazem tudo pela televisão (não são tanto o caso da RR, TSF e Observador, mas percebem a quem me refiro), impedindo a sincronização do som do relato com a imagem em tempo real.
Mas enquanto que em Espanha se pensa na qualidade do relato, aqui só se pensa em fazer, nem que seja pela TV.
A Europe 1 de França, que sempre teve tradição em acompanhar os grandes jogos da Liga Francesa, não teve dinheiro para os direitos radiofónicos do europeu.
Fizeram relatos pela TV? Não. Simplesmente não fizeram. Porque a rádio é no local.
Mas enquanto algumas almas não entenderem isto, admirem-se que a rádio em Portugal, esteja no estado que está, a achar-se que tudo pode ser plástico
Tudo dito.Creio que a TDT Espanhola (sem certezas), dá para sincronizar a emissão com o áudio de uma rádio.Dá sim. Nas definições de áudio, como se fossemos ativar a áudio-descrição, tem lá o relato da rádio.
Tive a oportunidade de escutar o Alemanha vs Espanha pela RNE e creio que no Tablero Deportivo fizeram menção a isso.
Isso era uma maravilha por cá, pois evitavasse alguns comentários menos, vá, esclarecidos de alguns canais.
E os jogos que dão nos canais privados (Gol TV ou canais Movistar), dão uma panóplia de opções de rádios para ouvir (Cadena COPE, SER, Onda Cero, Marca e mesmo rádios regionais, como a RAC e a Catalunya Rádio da Catalunha).
Mas convém não esquecer, que estas últimas 4 rádios nacionais que citei, transmitem TODOS os jogos do campeonato espanhol.
Em Portugal isso não seria possível, porque não há nenhuma rádio a transmitir os jogos todos da liga portuguesa, e as que transmitem mais jogos, à exceção da Antena 1, as outras fazem tudo pela televisão (não são tanto o caso da RR, TSF e Observador, mas percebem a quem me refiro), impedindo a sincronização do som do relato com a imagem em tempo real.
Mas enquanto que em Espanha se pensa na qualidade do relato, aqui só se pensa em fazer, nem que seja pela TV.
A Europe 1 de França, que sempre teve tradição em acompanhar os grandes jogos da Liga Francesa, não teve dinheiro para os direitos radiofónicos do europeu.
Fizeram relatos pela TV? Não. Simplesmente não fizeram. Porque a rádio é no local.
Mas enquanto algumas almas não entenderem isto, admirem-se que a rádio em Portugal, esteja no estado que está, a achar-se que tudo pode ser plástico
Há algo que ajuda a tudo isso.
Em Espanha, as grandes rádios têm emissões locais, desdobradas e com gente lá dentro.
Por cá, fecha-se a Rádio Fóia para meter uma musical.
Tudo dito.Creio que a TDT Espanhola (sem certezas), dá para sincronizar a emissão com o áudio de uma rádio.Dá sim. Nas definições de áudio, como se fossemos ativar a áudio-descrição, tem lá o relato da rádio.
Tive a oportunidade de escutar o Alemanha vs Espanha pela RNE e creio que no Tablero Deportivo fizeram menção a isso.
Isso era uma maravilha por cá, pois evitavasse alguns comentários menos, vá, esclarecidos de alguns canais.
E os jogos que dão nos canais privados (Gol TV ou canais Movistar), dão uma panóplia de opções de rádios para ouvir (Cadena COPE, SER, Onda Cero, Marca e mesmo rádios regionais, como a RAC e a Catalunya Rádio da Catalunha).
Mas convém não esquecer, que estas últimas 4 rádios nacionais que citei, transmitem TODOS os jogos do campeonato espanhol.
Em Portugal isso não seria possível, porque não há nenhuma rádio a transmitir os jogos todos da liga portuguesa, e as que transmitem mais jogos, à exceção da Antena 1, as outras fazem tudo pela televisão (não são tanto o caso da RR, TSF e Observador, mas percebem a quem me refiro), impedindo a sincronização do som do relato com a imagem em tempo real.
Mas enquanto que em Espanha se pensa na qualidade do relato, aqui só se pensa em fazer, nem que seja pela TV.
A Europe 1 de França, que sempre teve tradição em acompanhar os grandes jogos da Liga Francesa, não teve dinheiro para os direitos radiofónicos do europeu.
Fizeram relatos pela TV? Não. Simplesmente não fizeram. Porque a rádio é no local.
Mas enquanto algumas almas não entenderem isto, admirem-se que a rádio em Portugal, esteja no estado que está, a achar-se que tudo pode ser plástico
Há algo que ajuda a tudo isso.
Em Espanha, as grandes rádios têm emissões locais, desdobradas e com gente lá dentro.
Por cá, fecha-se a Rádio Fóia para meter uma musical.
Mas às vezes parece-me que também há falta de visão.
Se for preciso, apostam em pessoal sem mínimos que vive numa zona periférica (numa das áreas metropolitanas), mas depois não apostam em pessoal bom, só porque estão nos Açores, ou na Madeira, ou em qualquer outra região mais longe dos grandes centros.
Em vez de pagarem uma avença mensal a uma pessoa para fazer jogos pela TV, podiam perfeitamente ter mais pessoal, inclusive das regiões, e pagavam à peça.
Há muito bom jornalista nas nossas regiões.
Até pareço o Sr. Zé Carlos a falar (e sabem que não gosto de regionalismos, nem de centralismos bacocos), mas por aquilo que tenho visto, a realidade é esta.
No final de julho, a emissora pública da Suíça - SRG, anunciou o desligamento de seus transmissores FM no final de 2024. Para quem viaje para este país, poderá não receber qualquer rádio deste grupo a partir desta data. Várias outras emissoras privadas na Suíça planeiam dispensar a transmissão FM em data posterior.Sou favorável ao DAB+, que era para ontem em Portugal, mas não sei até que ponto faz sentido desligar os emissores de FM. Existir redundância não me parece de todo mau.
notícia difundida por: https://www.radioblog.eu/2024/08/31/ukw-in-der-schweiz-auch-viele-privatradios-schalten-ab/
No final de julho, a emissora pública da Suíça - SRG, anunciou o desligamento de seus transmissores FM no final de 2024. Para quem viaje para este país, poderá não receber qualquer rádio deste grupo a partir desta data. Várias outras emissoras privadas na Suíça planeiam dispensar a transmissão FM em data posterior.Sou favorável ao DAB+, que era para ontem em Portugal, mas não sei até que ponto faz sentido desligar os emissores de FM. Existir redundância não me parece de todo mau.
notícia difundida por: https://www.radioblog.eu/2024/08/31/ukw-in-der-schweiz-auch-viele-privatradios-schalten-ab/
Há um problema, o ateaso nas emissões online, face às ondas hertezianas. Não me parece que seja muito viável, comutações DAB+ e online.
Há um problema, o ateaso nas emissões online, face às ondas hertezianas. Não me parece que seja muito viável, comutações DAB+ e online.
Há um problema, o ateaso nas emissões online, face às ondas hertezianas. Não me parece que seja muito viável, comutações DAB+ e online.
É tecnicamente possível ajustar as duas se induzires um atraso e o buffer for ajustado entre ambas. Já chamar a isto "RadioDNS" acho que é um mau uso da sigla DNS, mas eles é que sabem.
Em Espanha é muito recorrente fazerem isso.Há um problema, o ateaso nas emissões online, face às ondas hertezianas. Não me parece que seja muito viável, comutações DAB+ e online.
É tecnicamente possível ajustar as duas se induzires um atraso e o buffer for ajustado entre ambas. Já chamar a isto "RadioDNS" acho que é um mau uso da sigla DNS, mas eles é que sabem.
A questão é, não faz sentido nenhum atrasar a emissão herteziana. Possível não duvido que seja, sentido, acho que não faz.
Eliminar as transmissões em FM para "transitar" para DAB+ significa deixar sem rádio uma grande quantidade de população envelhecida em locais mais ou menos remotos/isolados, população essa para a qual o rádio é um "amigo" ou uma companhia... Já para não falar em "inutilizar" uma quantidade indescritível de equipamento analógico FM incluindo aparelhagens caras...
Sou da opinião que quem procura qualidade tem alternativas ao DAB+ como streaming via internet ou alternativas como rádio via apps de smartphone que funcionam via net, etc... A população (cada vez mais) envelhecida ainda conta com o velho rádio analógico e deixar de transmitir em FM (e AM em HF) apesar de trazer vantagens em qualidade e eficiência energética pode não ser a melhor das alternativas tal como a TDT não parece ter sido a melhor das alternativas para a melhoria da qualidade do sinal de TV fornecido à população (que na maioria foi obrigada a transitar para serviços por cabo ou fibra pagos)...
A desculpa de se transitar para DAB+ por questões de qualidade é a meu ver irrelevante uma vez que quem procura essa qualidade fácilmente tem alternativas disponíveis ao rádio analógico e até ao DAB+ e quem procura simplesmente utilizar o equipamento FM que comprou (algum do qual caro e com custo) vai certamente gostar de o consegir continuar a utilizar...
Só a minha opinião.
Ninguém fala em eliminar o FM, fala-se num simulcast com transição gradual para DAB+ estando este mais acessível em termos de equipamentos e cobertura nacional e com a tecnologia devidamente conhecida pela população. O ideal seriam dois MUXs nacionais e um terceiro para rádios locais em cada ponto emissor estratégico. A qualidade mínima, para haver real vantagem sobre o FM seria idealmente 128 kbps AAC com um mínimo de 96 kbps AAC+. Claramente tem que haver investimento inicial do estado para a estrutura e implementação disto, mas a longo prazo o corte de custos de exploração com emissores e energia para as rádios seria bastante considerável...
Em Espanha abertura de consulta pública a respeito do DAB+ https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472 (https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472)
Em Espanha abertura de consulta pública a respeito do DAB+ https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472 (https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472)
Em Espanha abertura de consulta pública a respeito do DAB+ https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472 (https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472)
Finalmente está tudo a avançar rapidamente por terras dos nossos vizinhos de Espanha:
https://digital.gob.es/comunicacion/notas-prensa/secretaria-estado-telecomunicaciones-e-infraestructuras-digitales/2025/10/2025-10-02
Sem dúvida alguma. No caso do Alto Minho, a receção será possível se for instalado algum emissor num ponto alto da zona de Vigo.Em Espanha abertura de consulta pública a respeito do DAB+ https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472 (https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472)
Finalmente está tudo a avançar rapidamente por terras dos nossos vizinhos de Espanha:
https://digital.gob.es/comunicacion/notas-prensa/secretaria-estado-telecomunicaciones-e-infraestructuras-digitales/2025/10/2025-10-02
Se calhar ainda vamos receber o DAB+ espanhol antes do português ;D
Sem dúvida alguma. No caso do Alto Minho, a receção será possível se for instalado algum emissor num ponto alto da zona de Vigo.Em Espanha abertura de consulta pública a respeito do DAB+ https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472 (https://avance.digital.gob.es/es-es/participacion/paginas/DetalleParticipacionPublica.aspx?k=472)
Finalmente está tudo a avançar rapidamente por terras dos nossos vizinhos de Espanha:
https://digital.gob.es/comunicacion/notas-prensa/secretaria-estado-telecomunicaciones-e-infraestructuras-digitales/2025/10/2025-10-02
Se calhar ainda vamos receber o DAB+ espanhol antes do português ;D
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Os emissores, se ficarem num dos Domaio, é provável que tenham uma cobertura similar (ligeriamente inferior) ao que temos em FM, cmas ao beneficiarem de um espectro totalmente limpo, sem colisões... podemos ter o caso de apenas a faixa litoral entre o Porto e Portimão ficar sem DAB+, ou é impressão minha? Por acaso, do que li, já percebi que quando há uma zona de sombra, no DAB não há o se aguentar mais ao menos, porém, pelo que percebi, e corrigam-me se estiver errado, nada obsta a que passando a mesma, volte a ter sinal mais à frente.Bauer só quer "extrair" a receita da sua operação em Portugal, os restantes operadores estão falidos ou para lá caminham.
Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
Os emissores, se ficarem num dos Domaio, é provável que tenham uma cobertura similar (ligeriamente inferior) ao que temos em FM, cmas ao beneficiarem de um espectro totalmente limpo, sem colisões... podemos ter o caso de apenas a faixa litoral entre o Porto e Portimão ficar sem DAB+, ou é impressão minha? Por acaso, do que li, já percebi que quando há uma zona de sombra, no DAB não há o se aguentar mais ao menos, porém, pelo que percebi, e corrigam-me se estiver errado, nada obsta a que passando a mesma, volte a ter sinal mais à frente.
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Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
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Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
Comodismo aterrador é uma caracterização apropriada para o que se tem passado. Mas o comodismo é por parte de todos, não apenas das rádios. É das rádios, Anacom, Associações e dos cidadãos. Para tristeza e surpresa minha tenho ficado isolado na defesa do DAB+ em Portugal junto da ANACOM.
As causas são várias. Ignorância e falta de visão de quem está a frente das rádios. Desconfiança no digital após o flop da TDT. Custo do DAB+ não creio que seja razão válida, há é má gestão como o passado recente tem revelado.
Ou então, quando começarem a surgir rádios piratas no DAB+....
Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
Comodismo aterrador é uma caracterização apropriada para o que se tem passado. Mas o comodismo é por parte de todos, não apenas das rádios. É das rádios, Anacom, Associações e dos cidadãos. Para tristeza e surpresa minha tenho ficado isolado na defesa do DAB+ em Portugal junto da ANACOM.
As causas são várias. Ignorância e falta de visão de quem está a frente das rádios. Desconfiança no digital após o flop da TDT. Custo do DAB+ não creio que seja razão válida, há é má gestão como o passado recente tem revelado.
Caro YAGI, não está sozinho, pois eu próprio também comentei junto da ANACOM e coloquei mesmo perguntas à provedora do ouvinte da RTP, mas...
É uma realidade o "comodismo aterrador", que julgo só vai inverter quando a zona raiana começar a receber de Espanha as emissões e as pessoas, face à muito maior qualidade e potencial gráfico da emissão, começarem a mudar para a escuta das rádios dos nossos vizinhos... não vai tardar muito, face ao que se avizinha com o avanço da rádio digital (DAB+) pela legislação espanhola já difundida!
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Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
Comodismo aterrador é uma caracterização apropriada para o que se tem passado. Mas o comodismo é por parte de todos, não apenas das rádios. É das rádios, Anacom, Associações e dos cidadãos. Para tristeza e surpresa minha tenho ficado isolado na defesa do DAB+ em Portugal junto da ANACOM.
As causas são várias. Ignorância e falta de visão de quem está a frente das rádios. Desconfiança no digital após o flop da TDT. Custo do DAB+ não creio que seja razão válida, há é má gestão como o passado recente tem revelado.
Caro YAGI, não está sozinho, pois eu próprio também comentei junto da ANACOM e coloquei mesmo perguntas à provedora do ouvinte da RTP, mas...
É uma realidade o "comodismo aterrador", que julgo só vai inverter quando a zona raiana começar a receber de Espanha as emissões e as pessoas, face à muito maior qualidade e potencial gráfico da emissão, começarem a mudar para a escuta das rádios dos nossos vizinhos... não vai tardar muito, face ao que se avizinha com o avanço da rádio digital (DAB+) pela legislação espanhola já difundida!
Ou então, quando começarem a surgir rádios piratas no DAB+....
Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
Comodismo aterrador é uma caracterização apropriada para o que se tem passado. Mas o comodismo é por parte de todos, não apenas das rádios. É das rádios, Anacom, Associações e dos cidadãos. Para tristeza e surpresa minha tenho ficado isolado na defesa do DAB+ em Portugal junto da ANACOM.
As causas são várias. Ignorância e falta de visão de quem está a frente das rádios. Desconfiança no digital após o flop da TDT. Custo do DAB+ não creio que seja razão válida, há é má gestão como o passado recente tem revelado.
Caro YAGI, não está sozinho, pois eu próprio também comentei junto da ANACOM e coloquei mesmo perguntas à provedora do ouvinte da RTP, mas...
É uma realidade o "comodismo aterrador", que julgo só vai inverter quando a zona raiana começar a receber de Espanha as emissões e as pessoas, face à muito maior qualidade e potencial gráfico da emissão, começarem a mudar para a escuta das rádios dos nossos vizinhos... não vai tardar muito, face ao que se avizinha com o avanço da rádio digital (DAB+) pela legislação espanhola já difundida!
Se há algo que a história da rádio portuguesa nos mostra, é que só assim é que as leis vão para a frente
Ou então, quando começarem a surgir rádios piratas no DAB+....
Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
Comodismo aterrador é uma caracterização apropriada para o que se tem passado. Mas o comodismo é por parte de todos, não apenas das rádios. É das rádios, Anacom, Associações e dos cidadãos. Para tristeza e surpresa minha tenho ficado isolado na defesa do DAB+ em Portugal junto da ANACOM.
As causas são várias. Ignorância e falta de visão de quem está a frente das rádios. Desconfiança no digital após o flop da TDT. Custo do DAB+ não creio que seja razão válida, há é má gestão como o passado recente tem revelado.
Caro YAGI, não está sozinho, pois eu próprio também comentei junto da ANACOM e coloquei mesmo perguntas à provedora do ouvinte da RTP, mas...
É uma realidade o "comodismo aterrador", que julgo só vai inverter quando a zona raiana começar a receber de Espanha as emissões e as pessoas, face à muito maior qualidade e potencial gráfico da emissão, começarem a mudar para a escuta das rádios dos nossos vizinhos... não vai tardar muito, face ao que se avizinha com o avanço da rádio digital (DAB+) pela legislação espanhola já difundida!
Se há algo que a história da rádio portuguesa nos mostra, é que só assim é que as leis vão para a frente
Em Espanha há relatos de muitas rádios piratas em DAB+ e do evidente desagrado das licenciadas no FM. Mas por cá acho que ninguém arriscaria infringir a lei. Ainda me recordo da perseguição da ANACOM às rádios ditas "piratas" muitas vezes com muito baixa potência e sem causar interferências.
Ou então, quando começarem a surgir rádios piratas no DAB+....
Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
Comodismo aterrador é uma caracterização apropriada para o que se tem passado. Mas o comodismo é por parte de todos, não apenas das rádios. É das rádios, Anacom, Associações e dos cidadãos. Para tristeza e surpresa minha tenho ficado isolado na defesa do DAB+ em Portugal junto da ANACOM.
As causas são várias. Ignorância e falta de visão de quem está a frente das rádios. Desconfiança no digital após o flop da TDT. Custo do DAB+ não creio que seja razão válida, há é má gestão como o passado recente tem revelado.
Caro YAGI, não está sozinho, pois eu próprio também comentei junto da ANACOM e coloquei mesmo perguntas à provedora do ouvinte da RTP, mas...
É uma realidade o "comodismo aterrador", que julgo só vai inverter quando a zona raiana começar a receber de Espanha as emissões e as pessoas, face à muito maior qualidade e potencial gráfico da emissão, começarem a mudar para a escuta das rádios dos nossos vizinhos... não vai tardar muito, face ao que se avizinha com o avanço da rádio digital (DAB+) pela legislação espanhola já difundida!
Se há algo que a história da rádio portuguesa nos mostra, é que só assim é que as leis vão para a frente
Em Espanha há relatos de muitas rádios piratas em DAB+ e do evidente desagrado das licenciadas no FM. Mas por cá acho que ninguém arriscaria infringir a lei. Ainda me recordo da perseguição da ANACOM às rádios ditas "piratas" muitas vezes com muito baixa potência e sem causar interferências.
Por cá não vingariam piratas em DAB porque nem recetores temos para isso.
As piratas por cá para poderem vingar têm de se tornar um problema maior do que o Estado (a ANACOM) têm capacidade para resolver, de tal maneira que não haja outra alternativa senão libertar este setor. Ou seja, têm que ser muitas e haver muitos recetores.
O problema é que o contexto é outro e a lógica de olhar a rádio também.
Dos operadores atuais acredito que Bauer, R/Com, RTP e a já semi-digitalizada Observador fossem a jogo. Os outros locais estão mais preocupados com a sua insustentável leveza do ser, e a TSF está mais preocupada com... ahm... nem sei, sequer.
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Não percebo a demora de Portugal. É que não compreendo mesmo, quando o DAB+ é finalmente a possibilidade de teres a TSF, a Observador, a M80, a MegaHits, a Cidade FM, a Smooth FM (estas duas últimas têm um pequeno stress com o nome), e quiçá até as defuntas do Montez, e a RDS a chegar em emissão nacional. O meio está instalado num comodismo aterrador, em que todos se sentem confortáveis, não se percebendo muito bem porquê.
Comodismo aterrador é uma caracterização apropriada para o que se tem passado. Mas o comodismo é por parte de todos, não apenas das rádios. É das rádios, Anacom, Associações e dos cidadãos. Para tristeza e surpresa minha tenho ficado isolado na defesa do DAB+ em Portugal junto da ANACOM.
As causas são várias. Ignorância e falta de visão de quem está a frente das rádios. Desconfiança no digital após o flop da TDT. Custo do DAB+ não creio que seja razão válida, há é má gestão como o passado recente tem revelado.
Caro YAGI, não está sozinho, pois eu próprio também comentei junto da ANACOM e coloquei mesmo perguntas à provedora do ouvinte da RTP, mas...
É uma realidade o "comodismo aterrador", que julgo só vai inverter quando a zona raiana começar a receber de Espanha as emissões e as pessoas, face à muito maior qualidade e potencial gráfico da emissão, começarem a mudar para a escuta das rádios dos nossos vizinhos... não vai tardar muito, face ao que se avizinha com o avanço da rádio digital (DAB+) pela legislação espanhola já difundida!
"Em vez de 12 redes débeis poderiam estar todas numa rede robusta se utilizassem o DAB+. Prestavam um serviço melhor e poupavam dinheiro.". Acrescentaria ainda que o ambiente agradecia e em caso de emergência eram muito mais resilientes...Claro que sim, mas ninguém quer fazer o investimento inicial. Além de que, pode existir algum receio de novos incumbentes, o que não é algo de por de parte.
Em todo o caso, não havendo DAB, é evidente que a Bauer tem de fazer alguma coisa pela sua cobertura.
A Cellnex por cá está somente interessada na área de negócio das torres de serviço móvel terrestre.
Para quem, eventualmente, esteja interessado no "Webinar: Launching the DAB+ Public Policy Toolbox: What works, what scales, what’s next":
https://www.worlddab.org/events/detail/782#description
Claro que é possível. Utiliza a funcionalidade slideshow e permite exibir, por exemplo, as capas de discos, imagens do estúdio, dos apresentadores, etc. Mas não se iluda porque através do streaming isso também é possível e com mais controlo para as estações, o que para exibir publicidade é uma vantagem.Para quem, eventualmente, esteja interessado no "Webinar: Launching the DAB+ Public Policy Toolbox: What works, what scales, what’s next":
https://www.worlddab.org/events/detail/782#description
Já agora, acrescento que a publicidade também é possível na emissão digital... se os Grupos de rádio portugueses descobrem isto, penso que avançam imediatamente para o DAB+... vale a pena ler o seguinte artigo:
https://www.excommedia.ch/newsdetail/neue-werbeplattform-im-auto-excom-media-vermarktet-dab-display-ads
Olha, olha... se os nossos vizinhos espanhóis resolverem explorar esta possibilidade em Portugal, à semelhança do que está a ser feito em Itália por uma rádio alemã...
https://www.antenne.group/news/newsroom/antenne-bayern-sendet-erstmals-von-bozen-bis-venedig-vom-gardasee-bis-zur-adria-auf-dab