Fórum da Rádio
Estações de radiodifusão => Rádio em Portugal => Tópico iniciado por: estvmkt em Fevereiro 18, 2016, 09:01:55 am
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Dou por mim a pensar no que será o futuro da rádio em Portugal.
Em mea culpa entre as estações de rádio e os ouvintes,acho que neste momento excluindo as rádios públicas,os ouvintes de grande parte do paÃs estão "condenados" a ficarem "incultos" no que a música e também de cultura diz respeito.
Além disso,os próprios profissionais,principalmente nas que se focam mais na música,até devem achar estranho fazer rádio nos dias de hoje.
O porquê deste desabafo?
Eu pego numa Comercial,RFM ou até mesmo M80 (para não falar as rádios jovens Cidade e Mega Hits) e o que é que levo? Musicalmente tudo a copiarem certos artistas em que por vezes até chega a ser demais ouvir numa hora a mesma música ou o mesmo artista. Levo com rádios em que,tirando o programa da manhã,passam quase só música e os "animadores" pouco falam,então na M80 deu-se o caso de ter redução brusca de takes que temos um programa de Regresso a Casa com conteúdos que antes entravam ao longo do programa agora entram logo após as noticias ou o trânsito das meias-horas. Pego numa Comercial e é 40 minutos seguidos só com a melhor música ou por vezes 1 hora seguida. Até mesmo a RR,que tirando um ou outro programa mais a componente desportiva,musicalmente anda meia estranha,parece tipo RFM 2006-207.
Isto tudo são exemplos de rádios à McDonalds. E o que eu pergunto é,o porquê de a qualidade das mesmas estar a cair?
E mais grave ainda é o papel dos ouvintes no sentido de fazer mudar as mesmas.
Pergunto eu,porque as rádios não arriscam e não fogem ao marasmo? Pergunto eu porque é que os ouvintes são tão pouco exigentes?
Porque é que para se ouvir rádio de jeito no carro,em certas zonas do paÃs,excluindo as 3 rádios públicas,as alternativas são nulas?
Porquê isso?
Eu sei que estou a desabafar um pouco isto,mas há certas rádios que tenho pena serem só locais pois dão mil a zero a muitas destas rádios.
E,além do mais,há 10/11 anos atrás as rádios,apesar de caminharem para este rumo,ainda havia motivação para se fazer rádio. Hoje em dia noto os animadores muito apagados,as playlists repetitivas até dizer basta e os ouvintes pouco exigentes.
A pergunta final e que deixo é,o que fazer para melhorar as rádios?
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Caro “estvmktâ€,
a meu ver fez uma análise que foca o essencial. Globalmente, a rádio é feita com o propósito de atingir uma percentagem de audiência, desenvolvem um produto de acordo com estudos de mercado que indicam que a maioria do auditório prefere o formato A ao formato B ou C, ou seja retira-se, à partida, autenticidade, já que se constrói uma grelha em sentido contrário, do fim para o principio, tipo engenharia inversa, em tudo aparenta estar condicionado à partida para atingir o resultado X, Y ou Z. Essa é uma justificação que ouvi quando estive uma única vez nos edifÃcio da Renascença, na baixa lisboeta, próximo da faculdade de Belas Artes, mas sobretudo na zona da Brasileira, onde se espera algum tempo por um simples café. Espera que compensa pelo ambiente, envolvência e cosmopolitismo. De facto o edifÃcio encontra-se numa localização privilegiada e só isso, lá dentro os estúdios são pequenos, e tem-se um primeiro impacto de espaço apertado, excetuando o hall de entrada, evidentemente, e a redação de informação mais ampla, com outro espaço para circular (aà produzem-se os noticiários e a informação que consta no website). Comparativamente, as instalações da RDP são muito superiores, os estúdios são em maior número, amplos e mais apetrechados (estão equipados com colunas que debitam um som fora de série, contraste absoluto com o som que sai dos emissores, uma amálgama de graves e agudos, sem profundidade, nem definição, apesar da excelente cobertura territorial). Na RTP a perspetiva é outra, não tanto a de correr atrás das audiências, ao imediato, até porque é o ouvinte que se adapta à rádio e se revê nesse serviço, que tem uma caracterÃstica bem definida.
Nunca estive na Sampaio e Pina, por sinal onde era emitida a primeira rádio que comecei a ouvir por opção própria, a primeira escolha neste campo. O FM Estéreo da Rádio Comercial, quando esteve na esfera pública. A única semelhança com o presente é somente o nome. Ouvia programas, como o TNT “Todos No Topâ€, em que havia a nÃtida opção de marcar o seu conteúdo pela qualidade, formar os gostos musicais dos jovens de então (e também de outras faixas etárias), promover e divulgar os músicos portugueses que se enquadravam no género do programa e, sobretudo, filtrar. Filtravam o que de melhor se produzia e editava no mercado internacional. Cada programa da Comercial tinha um caráter próprio. Por exemplo, das 10 à s 12h ouvia um determinado género musical, das 14 à s 15 h ouvia outro género diferente, etc. Comparando com os dias de hoje, é como se tivesse várias rádios de qualidade dentro de uma.
Dentro das rádios automatizadas, de baixo custo, portanto, destaco duas: a Rádio Nostalgia, de finais da década de 90/inÃcio do milénio, que de facto reavivou memórias e contribuiu para mostrar o que de melhor se fez num determinado perÃodo do Séc. XX. Agora a Smooth FM, que acho um dos melhores produtos radiofónicos que já ouvi, apesar de automatizada. Eu enquanto ouvinte adaptei-me à radio, conheci outros músicos e outros géneros, tem contribuÃdo para aumentar a minha cultura geral, considero que prima pela qualidade. Felicito aqueles que tiveram a ideia e tornaram possÃvel o projeto. Trata-se de um verdadeiro serviço público feito por privados, com um rarÃssimo enfoque na qualidade. Espero que o sinal se expanda para outras zonas, porque quando a Memória 2 do autorrádio fica sem sinal, dou-lhe pela falta (eu e a minha famÃlia).
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O problema é o baixo nivel cultural da população em geral, que os media tendem a nivelar sempre e cada vez mais por baixo. O serviço publico esteve durante muitos anos alheado da sua função. Finalmente no ultimo ano tenho sentido alguns sinais de mudança na RTP introduzindo novos conteúdos nos canais generalistas e nas rádios publicas, nomeadamente na Antena 3, que finalmente parece ter algum rumo e sentido.
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Considero que a RDP (e a RTP também) esteve durante muito tempo alheada do público e pior que isso, o baixo nÃvel cultural dos programas, muito popularchos sobretudo na Antena 1 e na Antena 3 no final dos anos 90/inÃcio de 00.
Com os governo Durão Barroso a Antena 1 melhorou bastante (sobretudo quando Rui Pego - que saudades da RR do tempo dele! - entrou em 2005) a própria 3 também. Coisa que os governos seguintes não alteraram, e bem. Com o governo Passos a indefinição voltou e principalmente a Antena 3 perdeu muita qualidade. Com esta nova administração, porém, finalmente assumiu-se um modelo coerente para a Antena 3, com um director próprio, que não percebo porque tinha deixado de ter. Mais do que uma rádio para jovens deve ser alternativa ao miserável pop que passa em 90% da rádios deste paÃs.
Depois falarei das rádios privadas em mais pormenor.
E se me permitem o desabafo, que bom é este espaço estar de volta!
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A verdade é que a Comercial e a RFM transformaram-se em produtos comerciais para as massas que só gostam de música pop vulgar, onde os factores qualidade e inovação na "playlist " são, infelizmente, muito pouco relevantes. Desde que se meta Kygo e Agir 60 vezes ao dia, fica tudo contente. O fast food chega ao ponto de agora até tresandar a Tracy Chapman versão dance bacoca contemporânea. Programas de autor originais? Para quê? O fundamental será passar música a quilómetro, falar o mÃnimo possÃvel e de coisas prosaicas, contratar um ou dois humoristas para contar piadas acéfalas no programa da manhã, ter um jornalista a despachar as notÃcias e pouco mais. Que mais dizer a não ser adjectivar de "deprimente" tal cenário desolador?
Onde estão os verdadeiros programas de autor, aqueles com direito a música diferente escolhida pelo/a apresentador/a ou pelos convidados, em que se junta a boa música a conversas de interesse e inteligentes, que apraz ouvir até ao fim? Valha-nos a RTP, RR, Rádio Sim, apesar de tudo a TSF (tirando eventualmente a Antena 3, que outra rádio nacional ou quase nacional passa PJ Harvey no horário nocturno?) , e algumas rádios locais que vão sobrevivendo.
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Onde estão a "Atlântica"', o " Colar de Pérolas " ou o mÃtico Oceano PacÃfico do final dos anos 80 e princÃpios dos anos 90? RFM, quem a viu e quem a vê.
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E o engraçado é que as rádios elas mesmo conseguem fazer o incrivel de estragar boas músicas graças às suas repetições.
Saudades da rádio que se fazia até 2007.
Confesso que tenho pena de não ter sido grande fã de rádio do tipo da Comercial Rádio Rock (Rádio com R grande em que o que não faltava era a divulgação de músicas novas constantes),da Correio da Manhã Rádio e de muitas rádios de qualidade que houve nos anos 90,a meu ver a melhor fase das nossas rádios.
Atualmente é tudo mais do mesmo playlist's e takes pré-formatados e músicas de qualidade perdoem-me o termo "roskov".
Mas o engraçado é que o público hoje em dia adere facilmente a estas andanças,vejam as discotecas atualmente,vejam os canais de tv que as pessoas vêm (TVI,mais TVI ou Correio da Manhã TV).
E até mesmo na TV os canais de música parecem autênticas rádios à portuguesa.
Assim não.
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Onde estão a "Atlântica"', o " Colar de Pérolas " ou o mÃtico Oceano PacÃfico do final dos anos 80 e princÃpios dos anos 90? RFM, quem a viu e quem a vê.
Fui um fiel ouvinte da RFM nesses tempos - até inicio dos 90's (acrescento a ilha dos encantos, serra de estrelas, emoções, os cem mais, expresso da meia noite, noites brancas da RFM, casa do sol nascente, formulas RFM, etc etc) . Nessa altura foi um projecto bastante inovador. Hoje tenho vergonha de sequer pronunciar o nome da estação. Não sei como foi possÃvel descer tanto a fasquia...
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Onde estão a "Atlântica"', o " Colar de Pérolas " ou o mÃtico Oceano PacÃfico do final dos anos 80 e princÃpios dos anos 90? RFM, quem a viu e quem a vê.
Fiquei na duvida se era "Atlântica" ou "Atlântida", é pormenor mas fica a duvida. Alguém consegue confirmar?
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Atlantida inicialmente com o vozeirão do Rui Branco
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O fundamental será passar música a quilómetro, falar o mÃnimo possÃvel e de coisas prosaicas, contratar um ou dois humoristas para contar piadas acéfalas no programa da manhã, ter um jornalista a despachar as notÃcias e pouco mais. Que mais dizer a não ser adjectivar de "deprimente" tal cenário desolador?
E agora temos o Diogo Sena na RFM para ocupar a cadeira de uma senhora com voz de radialista, mas não tendo ele sequer voz para isso. É mais um humorista a juntar-se aos 3 outros que a RFM já tem. Daqui a bocadinho aquela rádio parece o Levanta-te e Ri... :-X ::)
Se a Comercial abriu, e bem, a questão do humor que há muito estava alheado ou era clássico (vide TSF e Novos Parodiantes), a RFM está a exagerar na dosagem a todos os nÃveis. É nisto, no reggaeton e no kizomba. Mais um bocadinho e parece que fui parar à s Canárias ;D
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“Boxxâ€, provavelmente o estado a que chegou a rádio no geral, felizmente persistem oásis, não se fica a dever a um único fator, como seja o nÃvel cultural médio da população (a que tem os maiores nÃveis de educação formal de sempre). O que verifico é que a renovação de gerações de radialistas ficou aquém do expetável, com um decréscimo abrupto de preparação, havendo muitos que não têm perfil para dinamizar uma emissão de rádio. A falta de conhecimento sobre os conteúdos apresentados é gritante, a habilidade para comunicar e partilhar uma visão do mundo, através de música, textos, etc., constata-se praticamente nula. O nÃvel de conhecimentos e de cultura geral é baixo, logo comunica-se banalidades, que 5 minutos depois ninguém se lembra. O problema de rádio reside no desinvestimento nos recursos humanos devidamente preparados para acrescentarem valor. Apenas a colocação de voz, não chega.
Falaram aqui da RFM. A RFM foi destruÃda, já não existe.
A RFM de outrora cumpria os desÃgnios supracitados. A grelha continha programas com substância, apresentadores de alto nÃvel, que tinham capacidade de entrega. “Atlântida†, conduzida por Rui Branco (cf relembrou “Boxxâ€), era um exemplo. O radialista desenvolvia um programa com uma atmosfera própria, dando-lhe o se cunho, e muito bem conseguida. Recordo-me de fazer a viagem Aveiro <-> Figueiró, nas estradas antigas cerca de 2h30 de duração, ao som desse programa. A viagem parecia que se fazia num ápice, é como se o carro planasse ao som do “Atlântidaâ€, muito bom. Não há paralelo na rádio de hoje.
Hoje nem a RR se safa, a música e enfadonha. Não há uma ligação ao passado, tudo foi descontinuado nas duas emissoras (nem que fosse da antiga RFM para a atual RR, nada). Na RR de hoje temos criançolas de 30 anos a dizer aos microfones que a música de Diana Krall lhes dá sono, uma afirmação que faria corar de vergonha os antigos radialistas do grupo, desgostosos ao constatar ao ponto a que se chegou…
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Atlantida inicialmente com o vozeirão do Rui Branco
Julgo que passava aos sábados à noite...
Infelizmente essa RFM já não existe. Nem sei se algum dia voltará a existir.
Que grande rádio era a antiga "Renascença Frequência Modulada"...
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Denominação: ...RFM - o outro canal da renascença...
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A Comercial só se escapa o facto de ainda tocarem alguma música portuguesa de jeito,mas até fica mal ouvir Ana Moura e Mariza no meio de tanta música dance...
A Comercial saudades da rádio rock e RFM saudades da RFM de outrora.
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M80 x Rádio Comercial - ano 2016...
M80: https://www.youtube.com/watch?v=uTIB10eQnA0
Rádio Comercial: https://www.youtube.com/watch?v=5yXQJBU8A28
Soa parecido? Chamava-lhe antes assassinar uma grande música e passar um remix barato ate á exaustão.
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Em poucas palavras: as rádios converteram-se ao lixo musical que entra no ouvido, entretendo pessoas que nem deviam chamar-se ouvintes de rádio. Mesmo que seja pegar num clássico dos anos 80, arranjar uma cantora, fazer uma batida nova e misturar tudo qual caldeirada de peixe - mas "vende" junto dos ditos ouvintes.
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M80 x Rádio Comercial - ano 2016...
M80: https://www.youtube.com/watch?v=uTIB10eQnA0
Rádio Comercial: https://www.youtube.com/watch?v=5yXQJBU8A28
Soa parecido? Chamava-lhe antes assassinar uma grande música e passar um remix barato ate á exaustão.
Chamar-lhe-ia "memória de elefante"
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Nunca o nome Comercial ficou tão bem na RC...
É simplesmente miserável a pop que se ouve nestes dias.
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A idade vai me refinando a gestão das escutas. Há "coisinhas" que simplesmente descartei para o "caixote do lixo radiofônico"...!!! RC , RFM , RR não ouço.
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A idade vai me refinando a gestão das escutas. Há "coisinhas" que simplesmente descartei para o "caixote do lixo radiofônico"...!!! RC , RFM , RR não ouço.
A RR ainda tem uma ou outra rubrica interessante (comentário de Sarsfield Cabral, programa com o Santana Lopes e Vitorino) mas a playlist é extremamente limitada e o programa da manhã é de fugir.
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Com efeito, a nÃvel de programas de informação e debate, ainda vale a pena escutar a emissora católica portuguesa. De resto, e tirando os programas religiosos, a RR já teve dias muito melhores.
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A Comercial está claramente com medo de perder a liderança com a aproximação da RFM, mas não está assim tão mal. Continua a anos-luz da RFM e ainda não se vendeu a kizombadas.
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A idade vai me refinando a gestão das escutas. Há "coisinhas" que simplesmente descartei para o "caixote do lixo radiofônico"...!!! RC , RFM , RR não ouço.
A RR ainda tem uma ou outra rubrica interessante (comentário de Sarsfield Cabral, programa com o Santana Lopes e Vitorino) mas a playlist é extremamente limitada e o programa da manhã é de fugir.
Concordo consigo “AG†no que concerne à emissão de conteúdos musicais na RR. De facto, têm-se pautado pela irrelevância, derivada de uma seleção restrita e baseada em pop descartável ou naqueles temas que se repetem continuamente ao longo dos anos, e que não são nada de especial. Perdeu-se carisma. A combinação de textos com música selecionada para o efeito, há muito que desapareceu de antena. A RR transformou-se numa máquina de débito avulso de música, sem critérios coerentes de escolha, com uns dizeres pelo meio, e por isso entediante. O que foi este grupo no passado e o que é no presente. Qualquer semelhança não passa de coincidência.
A RFM é a completa descaracterização do projeto original. Verifica-se que uma rede nacional de emissores está a ser desperdiçada com conteúdo descartável, de curto alcance e imediato. Não deixa qualquer memória de futuro, esgota-se no segundo seguinte. Não se vislumbra qualquer mais-valia. Isso compromete o futuro da rádio como um todo, já que a sua função se apresenta descaracterizada, como um produto de consumo de má qualidade e instantâneo, incapaz de criar empatia duradoura com os ouvintes de uma geração, que não obtiveram nada de substantivo do que ouviram num determinado perÃodo de tempo. O grupo R/COM tem vindo a perder influência na sociedade portuguesa dada a vacuidade em que se tornou, salvando-se a componente informativa. Não me parece que o problema seja o programa matutino, “AGâ€, não obstante a medÃocre seleção musical. Ãs vezes, em vários temas seguidos não se aproveita um.
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Apesar das severas condições atmosféricas que se têm abatido na Serra da Lousã, com queda de neve, granizo, trovoada, vento forte, não verifiquei qualquer anomalia nas emissões de rádio, nomeadamente em 92.8, um oásis radiofónico. É uma lástima que a qualidade de conteúdos musicais se resuma ao insuficiente 1 Kw de potência, quando outros que não têm qualidade debitam potências muito superiores. É caso para dizer que “um bote de borracha vale mais do que um porta-aviõesâ€. Esta situação deve ser corrigida, a pensar no interesse das populações, que se veem limitadas à falta de bom-gosto que prolifera nas emissões de algumas rádios nacionais (excetuando, evidentemente, as rádios públicas).
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Uma boa rádio é a Vodafone Fm,que é pena ouvir-se mal em grande parte do paÃs.
A RFM o que me espanta é o caminho e o rumo que estão a seguir. Não sei como conseguiram apostar em tanta kizombada e em tanta música latina,é algo que não se percebe.
Aliado a isso a própria equipa.
Já a Comercial,tenta diferenciar-se mas pouco mais do que isso,só que em vez de ser com kizombadas é com pop e dance a mais.
E algum fado popular pelo meio.
A meu ver,as rádios em Portugal têm conteúdos musicais muito pobres.
Mas se formos a Espanha vejo a Las 40 a ser a mesma coisa.
Só de referir que a Antena 1,também anda a começar a descambar um pouco outra vez apostando fortemente no que é muito comercial.
Já ouvi à pouco tempo Carlão,Llyod Cole no programa da manhã com o António Macedo,também já apanhei nas tardes We Trust com Diana Martinez...
E até a TSF já apresentou melhor playlist.
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Façam um exercÃcio, tirem a Adele, a Ãurea, a Ana Moura e mais uma ou duas músicas e vejam como ficam as rádios. Vejamos a boa música que se faz internacionalmente nos últimos anos: Coldplay, desde o "Parachutes" só tem piorado, convertendo uma banda de rock alternativo num pop que não presta. E só se safaram copiando os Kraftwerk no Talk e o Satriani no "Viva La Vida". Pitbull é tudo o mesmo, hip hop que não presta. Kizombada faz sentido na RDP Ãfrica mas não numa RFM. Meghan Trainor não traz nada de novo. Sam Smith é daqueles em que um ouve o "Stay with me" e só consegue ouvir uma versão calma do Tom Petty. Agora é a já referida "Fast Car", que destruÃram uma grande canção folk da Tracy Chapman ao converterem-na numa dance ridÃcula.
Onde está a música pop? Ainda sou novo, mas tenho saudades do que se fazia antes de eu ser nascido. Tanta coisa boa, no rock, no pop, no dance e noutros estilos que faziam nos anos 70 e 80 do seculo passado. Agora é Justin Bieber, Selena Gomez, Miley Cyrus e outras porcarias que não trazem nada de novo. Este pessoal devia de ser obrigado a ouvir a discografia integral dos Beatles, dos Queen, do David Bowie, do Bob Dylan, do Ray Charles e de outras bandas e artistas antes de gravar sequer um single.
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Onde está a música pop? Ainda sou novo, mas tenho saudades do que se fazia antes de eu ser nascido. Tanta coisa boa, no rock, no pop, no dance e noutros estilos que faziam nos anos 70 e 80 do seculo passado. Agora é Justin Bieber, Selena Gomez, Miley Cyrus e outras porcarias que não trazem nada de novo. Este pessoal devia de ser obrigado a ouvir a discografia integral dos Beatles, dos Queen, do David Bowie, do Bob Dylan, do Ray Charles e de outras bandas e artistas antes de gravar sequer um single.
No pop sempre houve coisas deprimentes, aliás, os meus pais são do tempo do Demis Roussos, Mamas & Papas, na RR e no RCP dos anos 70. Era isso que as pessoas pediam no mÃtico 'Quando o Telefone Toca', no horário da tarde. Depois havia uma edição à noite em que os pedidos eram mais alternativos como os Pink Floyd, Genesis, Yes... Aliás, a OM era mais popular e o FM (só o RCP tinha rede) era mais experimental e alternativo.
Mas sim, comparado com a altura em que comecei a ouvir rádio (anos 90) a música pop piorou e de que maneira.
Concordo consigo “AG†no que concerne à emissão de conteúdos musicais na RR. De facto, têm-se pautado pela irrelevância, derivada de uma seleção restrita e baseada em pop descartável ou naqueles temas que se repetem continuamente ao longo dos anos, e que não são nada de especial. Perdeu-se carisma. A combinação de textos com música selecionada para o efeito, há muito que desapareceu de antena. A RR transformou-se numa máquina de débito avulso de música, sem critérios coerentes de escolha, com uns dizeres pelo meio, e por isso entediante. O que foi este grupo no passado e o que é no presente. Qualquer semelhança não passa de coincidência.
A RFM é a completa descaracterização do projeto original. Verifica-se que uma rede nacional de emissores está a ser desperdiçada com conteúdo descartável, de curto alcance e imediato. Não deixa qualquer memória de futuro, esgota-se no segundo seguinte. Não se vislumbra qualquer mais-valia. Isso compromete o futuro da rádio como um todo, já que a sua função se apresenta descaracterizada, como um produto de consumo de má qualidade e instantâneo, incapaz de criar empatia duradoura com os ouvintes de uma geração, que não obtiveram nada de substantivo do que ouviram num determinado perÃodo de tempo. O grupo R/COM tem vindo a perder influência na sociedade portuguesa dada a vacuidade em que se tornou, salvando-se a componente informativa. Não me parece que o problema seja o programa matutino, “AGâ€, não obstante a medÃocre seleção musical. Ãs vezes, em vários temas seguidos não se aproveita um.
Completamente de acordo, não diria melhor. Mas o programa da manhã, com tanta conversa desinteressante e piadas sem graça nenhuma, como 'porta-aviões' da rádio como é aquele horário, não ajuda rigorosamente nada...
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Curioso que até as melhores músicas as rádios têm o dom de as estragar.
Na M80 por vezes sabe bem é ouvir o Top M80,a Zona X,o Super Pop ou o Super Rock programas que ainda escapam à monotonia de uma playlist,muito à la RR...
E como disse o JLopes,as rádios estão mesmo tão banais.
E sim,os Coldplay estão a piorar a olhos vistos,o Pitbull usa sempre o mesmo estilo (mas já foi melhor,atualmente vendeu-se por completo).
Curioso é que as melhores músicas as rádios tocam uma ou duas vezes e esquece,morrem no tempo.
Vários exemplos: Ex and Oh's da Elle King,a Comercial só tocou uma ou duas músicas,Alexandar Cardinale Made For You,a mesma coisa,tocou 2 ou 3 vezes e depois nada. Um dos melhores rappers que infelizmente tem tido pouca divulgação,o G-Easy.
Mas música mesmo de qualidade é que nadinha...
Infelizmente a moda é remix,dj's,kizombadas e latinadas...
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Completamente de acordo, não diria melhor. Mas o programa da manhã, com tanta conversa desinteressante e piadas sem graça nenhuma, como 'porta-aviões' da rádio como é aquele horário, não ajuda rigorosamente nada...
Discordo, em parte, daquilo que referiu sobre o programa matutino designado de “Olá Manhãâ€. O formato procura abranger várias faixas de público, talvez o registo informal procure enquadrar-se nesse desÃgnio, embora, por vezes, os apresentadores exagerem, dando a impressão de estarem “cheios de siâ€, de se acharem “os maioresâ€. No entanto, acho que a rubrica que inclui depoimentos de crianças está muito bem conseguida, algumas reportagens revelam-se interessantes, as entrevistas a figuras públicas, nomeadamente, da área do espetáculo/música enquadram-se no estilo de programa e são uma mais-valia, o registo é que deve adequar-se à hora em as pessoas se preparam para iniciar o dia, com as correrias do costume, a preocupação de não chegar atrasado, etc., ou seja, quando ouvem partes da emissão. Claro está, que um discurso mais elaborado, filosófico, sequencial ou reflexivo não se enquadra no horário. Julgo que essa parte está relativamente conseguida, embora o “Olá Manhã†esteja num patamar diferente do, por exemplo, “Despertarâ€. Neste último, os apresentadores de então tinham mais carisma e comunicavam de forma mais genuÃna com o seu público, mas os tempos eram outros. A seleção musical é que não funciona da melhor maneira, acusando uma mistura aleatória de música banal. Talvez se deva ter em conta que quem ouve o programa não são os jovens, são os pais. Para adultos com o mÃnimo de ouvido, aquilo satura, e são estes que mudam de posto.
Em tempos houve outros formatos de programas matutinos neste mesmo grupo. Por exemplo, na RFM, nomes como Maria Elisa ou Rui Branco apresentaram o programa “Café da Manhãâ€. Por vezes, saiam do estúdio para terem conversas de café, no local próprio, com figuras públicas das mais diversas áreas. Foi um perÃodo interessante nos programas matutinos. Para o ouvinte, o ambiente do primeiro café do dia acontecia antes de sair de casa, assim como, o acesso à atualidade informativa (como quem lê o jornal matutino). Como constata, foram difundidas outras formas de fazer rádio pelas mesmas ondas hertzianas…
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RFM? Ainda existe?
Comercial? Existe?
Tenho de vos dar os parabéns por ainda conseguirem ouvir aqueles papagaios.
Mete dó.
As duas rádios que marcaram duas gerações estão como estão.
Se querem saber como está o nÃvel cultural e radiofónico deste paÃs, basta perguntar pelas audiências de rádio.
O nÃvel cultural desce consoante sobe a audiência nessas duas rádios.
Quando me lembro das conversas que então muitos tÃnhamos na telefonia Virtual, decorridos 15 anos (quase ), está tudo igual.
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Onde estão a "Atlântica"', o " Colar de Pérolas " ou o mÃtico Oceano PacÃfico do final dos anos 80 e princÃpios dos anos 90? RFM, quem a viu e quem a vê.
Fui um fiel ouvinte da RFM nesses tempos - até inicio dos 90's (acrescento a ilha dos encantos, serra de estrelas, emoções, os cem mais, expresso da meia noite, noites brancas da RFM, casa do sol nascente, formulas RFM, etc etc) . Nessa altura foi um projecto bastante inovador. Hoje tenho vergonha de sequer pronunciar o nome da estação. Não sei como foi possÃvel descer tanto a fasquia...
Aà está o jingle indicativo da Ilha:
https://archive.org/details/AIlhaDosEncantos
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Onde estão a "Atlântica"', o " Colar de Pérolas " ou o mÃtico Oceano PacÃfico do final dos anos 80 e princÃpios dos anos 90? RFM, quem a viu e quem a vê.
Tenho é pena de alguns bons que ainda permanecem por lá, como é o caso do Marcos André.
E tenho igualmente pena que algumas boas rádios que existem em Portugal não tenham a rede emissora que esta rádio possui.
A Rádio Sim é de longe mais trabalhada que esta "kizombafm".
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A Sim é que devia emitir na rede da RR, não gosto do estilo da rádio, mas sempre era algo de diferente no éter das rádios nacionais.
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Tal como disse na altura no fórum anterior a este, a RRestava a entrar num processo de degradação que se agudizou nas manhãs com o anterior condutor e agora com os atuais. A informação e o desporto estao muito longe da qualidade de outrora.
Se a antena1 continuar a seguir o rumo atual é bem possÃvel que ultrapasse a RR nos estudos de audiência. Na prática creio que isso já aconteceu.
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A RR vai transmitindo neste momento o encontro Sporting Clube de Braga - FC Shakhtar, a contar para a Liga Europa Quartos de final. A narração é do Pedro Azevedo e sempre que o ouço, lembro-me dos tempos áureos da "Frente Desportiva" da RR...
Também acredito que mais cedo ou mais tarde a antena 1 a ultrapassará nos estudos de audiências.
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Também se verifica essa tendência no dia-a-dia. Quando, numa conversa de rotina, alguém ouviu uma dada noticia no rádio, regra geral foi na Antena 1. Apenas 0,3% AAV separa a Antena 1 da RR.
A RR não está no plano da Antena 1 na perceção pública, mas sim no da M80. Uma faixa da população cada vez maior não se revê no formato mercantilizado da rádio e, por isso, considera-o insipiente. O serviço público de radiodifusão também desempenha um papel equilibrador no sistema. Sendo a Antena 2 o canal erudito do serviço público, com uma finalidade e público especÃfico, também seria pertinente, embora, em princÃpio, utópico, a existência de uma Antena 4 nacional, vocacionada para a música e cultura contemporânea, que marcam e marcaram diferentes gerações, na qual a fasquia de qualidade estaria bem definida.
Supondo que a vocação da Antena 3 seja o público jovem e os seus interesses, há uma faixa significativa de conteúdos que não está a ser explorada na rádio portuguesa, da qual a rádio mercantilizada não dá conta do recado. Por exemplo, se quiser ouvir temas como "Dire Straits – Private investigations (1982)", tenho de fazê-lo através de um leitor de CD’s, a rádio portuguesa não atinge esta fasquia, não passa. Uma faixa de ouvintes está órfã de um determinado tipo de programas, à outra parte ninguém lhe dá a conhecer boa música com comunicadores/programas a condizer.
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A rádio portuguesa actual não conhece Dire Straits. Quanto muito, conhece o "Money for Nothing". Não há espaço para mais na playlist. A cada vez maior aposta no comercial para subir no barómetro da Marktest, até já estragou a Rádio Nostalgia.
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Sendo a Antena 2 o canal erudito do serviço público, com uma finalidade e público especÃfico, também seria pertinente, embora, em princÃpio, utópico, a existência de uma Antena 4 nacional, vocacionada para a música e cultura contemporânea, que marcam e marcaram diferentes gerações, na qual a fasquia de qualidade estaria bem definida.
Supondo que a vocação da Antena 3 seja o público jovem e os seus interesses, há uma faixa significativa de conteúdos que não está a ser explorada na rádio portuguesa, da qual a rádio mercantilizada não dá conta do recado. Por exemplo, se quiser ouvir temas como "Dire Straits – Private investigations (1982)", tenho de fazê-lo através de um leitor de CD’s, a rádio portuguesa não atinge esta fasquia, não passa. Uma faixa de ouvintes está órfã de um determinado tipo de programas, à outra parte ninguém lhe dá a conhecer boa música com comunicadores/programas a condizer.
Ponha utópico nisso... só «nacionalizando» uma das redes nacionais, não há espaço no espaço da rede para nisso. Nem me parece que se encaixe bem na lógica do serviço público.
Curiosamente esse tema que referiu passa na Nostalgia, principalmente no programa nocturno «Slow Dance».
Sinceramente ainda não percebi muito bem esta recente renovação da playlist... de qualquer maneira, melhor ou pior, continua a ser de longe melhor que as previsÃveis M80 e RR, sobretudo a última que está absolutamente «cadavérica», passe o termo.
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Ponha utópico nisso... só «nacionalizando» uma das redes nacionais, não há espaço no espaço da rede para nisso. Nem me parece que se encaixe bem na lógica do serviço público.
Curiosamente esse tema que referiu passa na Nostalgia, principalmente no programa nocturno «Slow Dance».
Sinceramente ainda não percebi muito bem esta recente renovação da playlist... de qualquer maneira, melhor ou pior, continua a ser de longe melhor que as previsÃveis M80 e RR, sobretudo a última que está absolutamente «cadavérica», passe o termo.
“AGâ€, quando vem à liça o tema do serviço público, todos os que se interessam minimamente pelo assunto têm como referência a BBC, dada a sua enorme importância na coesão territorial do Reino Unido, promotora da cultura e da memória coletiva dos ingleses, no paÃs e a nÃvel internacional, e pela fasquia de qualidade que mantém ao logo do tempo. A BBC Radio iniciou a atividade em 1927. Dispõe de 4 estações que emitem em FM a nÃvel nacional, e outras apenas através da tecnologia digital (1 também em AM).
A BBC Radio 1 dispõe de uma rede de 217 emissores e utiliza a faixa de frequências 97.0 MHz ~ 99.0 MHz. Orientada ao público jovem, aposta em géneros como pop e rock, concertos ao vivo e documentários sobre música.
Slogan “É por aqui o começoâ€
A BBC Radio 2 dispõe de uma rede de 217 emissores e utiliza a faixa de frequências 88.0 MHz ~ 91.0 MHz. Orientada ao público adulto, aposta no entretenimento e numa oferta diversificada de géneros musicais. Também talk-shows, comédia, informação, concertos ao vivo e documentários sobre música.
Slogan “A casa da grande música – pop e rock dos anos 60, 70 e 80 e ainda Blues, Country e Jazzâ€
A BBC Radio 3 dispõe de uma rede de 218 emissores e utiliza a faixa de frequências 90.0 MHz ~ 93.0 MHz. Orientada ao público mais exigente, tratando-se de um produto erudito. Aposta em géneros tais como Clássica, Jazz, música do mundo, concertos ao vivo e documentários sobre música.
Slogan “A Radio 3 difunde música clássica, jazz, música do mundo, novas tendências, teatro e programas sobre arteâ€
A BBC Radio 4 dispõe de uma rede de 218 emissores e utiliza as faixas de frequências 92.0 MHz ~ 95.0 MHz e 103 MHz ~105.0 MHz. Difunde informação, atualidade, história, ciência, religião, literatura, drama e comédia.
Slogan “Discurso inteligente, o jornalismo mais aprofundado, a comédia mais astuta, os acontecimentos mais fascinantes, o drama e dissertações mais empolgantes do que em qualquer outra rádio do Reino Unido.â€
Qualquer um de nós neste fórum se situa em pelo menos uma destas rádios, para não dizer em todas. “AGâ€, em Portugal, temos um mini-serviço público em comparação com aquele que se faz em Inglaterra.
Até no aspeto técnico os ingleses estão anos-luz à nossa frente. Reparou que para cada estação da BBC, os mais de duzentos emissores estão devidamente organizados/arrumados por faixas de frequências. Em Portugal é uma balda, numa dada região emite-se numa dada frequência, noutra região distinta emite-se numa frequência qualquer.
Mesmo que se tenha referido à RR de forma metafórica, acho forte o termo que utilizou. Eu usaria os termos insÃpido (sem sabor, nem aquece nem arrefece) para e RR e piroso para a rFM.
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João S:
Se bem analisar o espectro radiofónico em Londres constatará que a capital britânica tem uma oferta de rádios em VHF-FM relativamente reduzida, comparando com outras capitais europeias, incluindo Lisboa. É precisamente graças ao facto de termos uma BBC que tem faixas de frequências dentro do FM exclusivas para a Radio 1, Radio 2, Radio 3, Radio 4, Radio 5 e as locais do serviço público britânico que a oferta de rádios em FM (as coisas mudaram graças ao DAB, porém pagando o preço da qualidade de som sofrÃvel no serviço digital), que existem relativamente poucas rádios nacionais e locais privadas no Reino Unido.
Imaginemos uma pequena cidade na Inglaterra. Suponhamos que a R2 é escutada nos 88,1 e nos 89,1 MHz. Mesmo que a frequência 88,6 esteja livre, a OFCOM (a "ANACOM" por terras da rainha) jamais poderá legalmente licenciar uma rádio local ou regional nessa frequência. A rigidez da lei e na respectiva aplicação desperdiça frequências.
Não obstante, e voltando a Portugal, faço questão de salientar que a ANACOM não pode atribuir frequências a torto e a direito, porquanto a organização das frequências não é um problema exclusivamente português e o regulador tem de dialogar não só com outras entidades de Lisboa, mas também de Madrid e até de Rabat. Portugal tem o direito internacional a utilizar determinadas frequências, devendo igualmente gerir as frequências portuguesas de modo a não prejudicarem as emissões de outros paÃses, coordenadas no Plano de Genebra de 1984 e negociações internacionais posteriores.
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E pronto... Hoje, e logo a seguir ao Homem que Mordeu o Cão ainda por cima, ouvi pela primeira vez uma kizombada na Comercial com uma música do Nelson Freitas em colaboração com o Richie Campbell. É o desespero de perder a liderança a falar mais alto! Onde é que isto irá parar?
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E há 10 minutos, a M80 passou uma música de 2008 (Intervalo - Per7ume ft Rui Veloso). Para uma rádio que se diz dos "anos 70,80 e 90" anda a passar muitas músicas depois do ano 2000. E também já ouvi o "Quem de nós dois" do Paulo Gonzo e Ana Carolina, versão de 2014. A M80 é tudo menos uma verdadeira rádio de oldies, não tem programação direccionada para esse fim e a playlist é demasiado viciada e muito pouco coerente.
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E pronto... Hoje, e logo a seguir ao Homem que Mordeu o Cão ainda por cima, ouvi pela primeira vez uma kizombada na Comercial com uma música do Nelson Freitas em colaboração com o Richie Campbell. É o desespero de perder a liderança a falar mais alto! Onde é que isto irá parar?
Se não perdessem tempo a ouvir essas "geringonças radiofônicas"...!!! Comercial, RFM, RR, M80 poupem-me com isso...!!! Em Portugal há MUITO melhor...!!! >:(
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Em Portugal só vale a pena ouvir as rádios do Montez, as rádios universitárias (porque não Lisboa e Porto terem também?) e pouco mais.
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Se não perdessem tempo a ouvir essas "geringonças radiofônicas"...!!! Comercial, RFM, RR, M80 poupem-me com isso...!!! Em Portugal há MUITO melhor...!!! >:(
Apesar de tudo, as diferentes estações não estão no mesmo plano. Umas são melhores do que as outras.
Entre outros aspetos, falta na oferta de radiodifusão portuguesa uma emissora ao estilo da BBC Radio 2, orientada ao público adulto, com padrões de qualidade definidos e do tipo generalista. No Reino Unido é a mais ouvida, com 12,5 milhões de ouvintes, em média. Não há nada do género por cá. O serviço do operador por cabo da MEO contempla as rádios da BBC no seu repositório, o da NOS não as contempla no acervo. Mas ouvir rádio pela televisão é um tanto ou quanto... estranho. É desta, quando calhar, que irei adicionar um dos novos sistemas de som, que se ligam a tudo o que tecnologia de difusão sem fios e permitem a sintonia de rádio pela web, aos que já disponho (nenhum o faz, já são antigos). Ainda estou na fase de apreciação da dita estação e, para já, acho faz corar de vergonha os radialistas portugueses das rádios que se ouvem por cá a nÃvel nacional. È muito superior, à primeira vista. Imagino os ingleses que visitam Portugal e ouvem a rádio portuguesa. Provavelmente perguntam-se se os radialistas portugueses não têm nada para dizer ao público, se sabem o que é preparar um programa e selecionar a música em função dos assuntos que referem e se sabem fazer uma rádio em condições, na qual é dada primazia à comunicação minimamente pertinente e ao bom gosto.
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Da BBC, escuto regularmente a BBC Radio 6, que considero com uma qualidade invejável...pontualmente também ouvia a BBC Radio 1, no tempo do John Peel...
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E há 10 minutos, a M80 passou uma música de 2008 (Intervalo - Per7ume ft Rui Veloso). Para uma rádio que se diz dos "anos 70,80 e 90" anda a passar muitas músicas depois do ano 2000. E também já ouvi o "Quem de nós dois" do Paulo Gonzo e Ana Carolina, versão de 2014. A M80 é tudo menos uma verdadeira rádio de oldies, não tem programação direccionada para esse fim e a playlist é demasiado viciada e muito pouco coerente.
A renovada Nostalgia já o tinha feito há alguns dias, infelizmente.
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Até a Antena 1 se anda a banalizar um bocado.
Ouvi hoje de manhã Simply Red com o Stars (pensei eu,estarei a ouvir mesmo a Antena 1)
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E há 10 minutos, a M80 passou uma música de 2008 (Intervalo - Per7ume ft Rui Veloso). Para uma rádio que se diz dos "anos 70,80 e 90" anda a passar muitas músicas depois do ano 2000. E também já ouvi o "Quem de nós dois" do Paulo Gonzo e Ana Carolina, versão de 2014. A M80 é tudo menos uma verdadeira rádio de oldies, não tem programação direccionada para esse fim e a playlist é demasiado viciada e muito pouco coerente.
A renovada Nostalgia já o tinha feito há alguns dias, infelizmente.
Tenho ouvido alguns perÃodos da Nostalgia nos últimos dias e parece-me que, felizmente, deixaram de dar músicas dos anos 2000.
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Apenas para efetuar uma correção num dos posts anteriores. As emissões regulares de rádio da BBC começaram a 14 de novembro de 1922. Inicialmente designada de “British Broadcasting Companyâ€, foi restruturada como corporação de utilidade pública em 1927, passando a designar-se de “British Broadcasting Corporationâ€, na altura em que a tecnologia da televisão estava em desenvolvimento. Assim a BBC foi fundada em 1922 e não em 1927. Está a 6 anos de se tornar centenária.
Vendo a lista de emissores (transmitters –tx) na diagonal, constata-se que as 4 redes nacionais em FM contam com emissores ultra-potentes de 250 kW. Será caso para perguntar se os entusiastas da prática DX alguma vez captaram as emissões da BBC Radio em Portugal. Ver lista (formato *.pdf) no link seguinte:
http://frequencyfinder.org.uk/BBC_Radio.pdf (http://frequencyfinder.org.uk/BBC_Radio.pdf)
Reitero que faz falta uma rádio ao estilo da BBC R2 em Portugal. Do que tenho ouvido, gosto.
Caro "Boxx", no Reino Unido, a BBC Radio 6 não conta com emissão em FM.
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João S:
Posso-lhe asseverar que já, por diversas ocasiões de propagação ionosférica, cheguei a captar no Alentejo a BBC em várias frequências. Consultando na diagonal os meus registos, já captei a Radio Two em várias freqs., por exemplo, num dia de Jun '15, 88,1; 88,5 MHz; em Julho de 2014, Radio 2 nos 88,7, BBC Wales nos 95,3 e BBC R3 nos 90,9 e 91,3 MHz. E lembro-me de, noutra ocasião qualquer, ter captado a R1 nos 98 e tal MHz. Quando a ionosfera "abre", não será, de todo, impossÃvel, encontrar estas e outras surpresas agradáveis.
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Bem, na sequência desta “tertúlia virtual†sobre BBC RadioTwo, estou a ver na diagonal o website do Grupo BBC, e encontrei, condensado em seis princÃpios, a missão de serviço público do Operador Inglês:
I) Sustaining citizenship and civil society;
II) Promoting education and learning;
III) Stimulating creativity and cultural excellence;
IV) Representing the UK, its nations, regions and communities;
V) Bringing the UK to the world and the world to the UK;
VI) Delivering to the public the benefit of emerging communications technologies and services.
(Ver link aqui) http://www.bbc.co.uk/aboutthebbc/insidethebbc/whoweare/publicpurposes (http://www.bbc.co.uk/aboutthebbc/insidethebbc/whoweare/publicpurposes)
A BBC Radio 2 trata-se de uma estação light, transversal a diferentes públicos e está muito bem produzida, idealizada, imaginada, descontraÃda e apresentada. Feita para todos e, atendendo aos resultados, agrada a uma maioria esmagadora (é a mais ouvida no Reino Unido). Os apresentadores falam connosco, ouvintes, como se fosse numa conversa presencial. Comunicam, algo que em Portugal não sabem fazer. Trata-se, de facto, de um produto radiofónico de primeira linha, dos melhores que já ouvi. Não temos nada parecido por cá. Aliás, a rádio portuguesa que temos, de Ãndole não informativa (jornalista) e erudita, parece feita por um grupo de crianças, quando comparada com estes Senhores da Rádio. Surpreende pela variedade de géneros e pela seleção. Ouvi vários temas que passam na Smooth FM portuguesa… só com uma grande diferença, são devidamente apresentados, enquadrados e de forma a envolver o destinatário da emissão. Os oldies estão presentes, numa seleção, diria, perfeita. Resumindo: intemporal, contemporânea, abrangente e de bom gosto. Excelente. O investimento num novo componente de som compatÃvel com streaming está mais do que justificado.
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Apenas para efetuar uma correção num dos posts anteriores. As emissões regulares de rádio da BBC começaram a 14 de novembro de 1922. Inicialmente designada de “British Broadcasting Companyâ€, foi restruturada como corporação de utilidade pública em 1927, passando a designar-se de “British Broadcasting Corporationâ€, na altura em que a tecnologia da televisão estava em desenvolvimento. Assim a BBC foi fundada em 1922 e não em 1927. Está a 6 anos de se tornar centenária.
Vendo a lista de emissores (transmitters –tx) na diagonal, constata-se que as 4 redes nacionais em FM contam com emissores ultra-potentes de 250 kW. Será caso para perguntar se os entusiastas da prática DX alguma vez captaram as emissões da BBC Radio em Portugal. Ver lista (formato *.pdf) no link seguinte:
http://frequencyfinder.org.uk/BBC_Radio.pdf (http://frequencyfinder.org.uk/BBC_Radio.pdf)
Reitero que faz falta uma rádio ao estilo da BBC R2 em Portugal. Do que tenho ouvido, gosto.
Caro "Boxx", no Reino Unido, a BBC Radio 6 não conta com emissão em FM.
Assim sendo, tem uma bela moldura humana para uma estrutura que emite on line...
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Assim sendo, tem uma bela moldura humana para uma estrutura que emite on line...
A BBC R6 emite para o Reino Unido nas ondas hertzianas, só que na tecnologia DAB, não em FM. O formato de rock progressivo (e outros) ocupa o 9.º lugar na tabela de audiências, com 2,064 milhões de ouvintes. Já a BBC R2 emite em DAB e FM, adota um formato orientado ao público adulto contemporâneo, o que rende o 1.º lugar da tabela de audiências, com 15,087 milhões de ouvintes (a qualidade, abrangência de géneros temáticos, grelha de programas estratificada e personalizada por excelentes comunicadores, explicam o porquê - uma espécie de vários em 1).
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A partir de hoje a Comercial começou a passar um "clássico" entre as 10h e as 17h, por exemplo ouvi Simply The Best da Tina Turner. Acho que querem seguir o que a RFM nunca deixou de fazer, mesmo com as kizombadas...
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A partir de hoje a Comercial começou a passar um "clássico" entre as 10h e as 17h, por exemplo ouvi Simply The Best da Tina Turner. Acho que querem seguir o que a RFM nunca deixou de fazer, mesmo com as kizombadas...
O slogan do "músicas de 2000 em diante" estará em risco? :P A Comercial e a RFM estão tal e qual a SIC e TVI na TV, ora uma faz assim, a outra faz logo assado.
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No outro dia à mesma hora estavam a dar na Gabriel O Pensador - Festa da Música Tupiniquim e na M80 o Pedro Casanova, enfim.
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A M80 acho que aposta em músicas até 2009 ou 2010 se não estou em erro.
Mas já apanhei de 2012 e 2013.
A Comercial o slogan é Em Casa No Carro e em Todo o Lado.
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A partir de hoje a Comercial começou a passar um "clássico" entre as 10h e as 17h, por exemplo ouvi Simply The Best da Tina Turner. Acho que querem seguir o que a RFM nunca deixou de fazer, mesmo com as kizombadas...
"Clássicos" que raramente se ouvem , LOL
Aposto que o John Cougar Mellencamp com o "underrated" Hurts So Good vem já a seguir.
Nem aqui existe imaginação na rádio em Portugal. O público pouco exigente agradece.
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A partir de hoje a Comercial começou a passar um "clássico" entre as 10h e as 17h, por exemplo ouvi Simply The Best da Tina Turner. Acho que querem seguir o que a RFM nunca deixou de fazer, mesmo com as kizombadas...
"Clássicos" que raramente se ouvem , LOL
É só um por hora.
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"Clássicos" que raramente se ouvem , LOL
Aposto que o John Cougar Mellencamp com o "underrated" Hurts So Good vem já a seguir.
Nem aqui existe imaginação na rádio em Portugal. O público pouco exigente agradece.
Recomendo a audição da BBC Radio Two. É “tão-somente†a melhor estação de rádio que ouvi até hoje. Comecei a ouvir há dias, na sequência da exposição de diferentes pontos de vista com o forista “AG†, e desde então dou por mim a ouvir no computador, através de Bluetooth com um rádio despertador “Sony ICF-CS20BTâ€, tendo os outros recetores de rádio desligados. Em casa, quando tiver tempo para isso, conto adquirir um equipamento para ouvir através de streaming e ligar um emissor FM a uma das boxes da MEO que tem pouco uso, mas contém saÃdas RCA, sintonizá-la na BBC R2 24h/dia e assim ouvir esta estação em todos os rádios da casa. O problema está no carro… emparelhar o smartphone (via bluetooh) com o autorrádio implica custos acrescidos no consumo tráfego móvel… é que a nossa rádio é um autêntico marasmo (até provinciana) quando comparada com esta estação…
Para quem gosta de ouvir rádio e, em particular de programação topo de gama, recomendo vivamente esta estação. Já tenho opinião formada, fica para uma próxima. (tem ainda uma vantagem acrescida, maior familiarização com a lÃngua inglesa, nossa e, sobretudo dos filhos, imprescindÃvel nos nossos dias, tal como esta estação de rádio o é para“radiófilosâ€)
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"Clássicos" que raramente se ouvem , LOL
Aposto que o John Cougar Mellencamp com o "underrated" Hurts So Good vem já a seguir.
Nem aqui existe imaginação na rádio em Portugal. O público pouco exigente agradece.
Recomendo a audição da BBC Radio Two. É “tão-somente†a melhor estação de rádio que ouvi até hoje. Comecei a ouvir há dias, na sequência da exposição de diferentes pontos de vista com o forista “AG†, e desde então dou por mim a ouvir no computador, através de Bluetooth com um rádio despertador “Sony ICF-CS20BTâ€, tendo os outros recetores de rádio desligados. Em casa, quando tiver tempo para isso, conto adquirir um equipamento para ouvir através de streaming e ligar um emissor FM a uma das boxes da MEO que tem pouco uso, mas contém saÃdas RCA, sintonizá-la na BBC R2 24h/dia e assim ouvir esta estação em todos os rádios da casa. O problema está no carro… emparelhar o smartphone (via bluetooh) com o autorrádio implica custos acrescidos no consumo tráfego móvel… é que a nossa rádio é um autêntico marasmo (até provinciana) quando comparada com esta estação…
Para quem gosta de ouvir rádio e, em particular de programação topo de gama, recomendo vivamente esta estação. Já tenho opinião formada, fica para uma próxima. (tem ainda uma vantagem acrescida, maior familiarização com a lÃngua inglesa, nossa e, sobretudo dos filhos, imprescindÃvel nos nossos dias, tal como esta estação de rádio o é para“radiófilosâ€)
Estou a ouvir pela primeira vez e estou a gostar bastante.
Já a BBC Radio 1 acho demasiado comercial para o meu gosto.
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Estou a ouvir pela primeira vez e estou a gostar bastante.
Já a BBC Radio 1 acho demasiado comercial para o meu gosto.
Na R2, das primeiras caracterÃsticas que chamam a atenção é a ausência de playlists. Não há uma playlist. Outra é o talento para comunicar, cada apresentador é um comunicador. A grelha de programas é constituÃda, maioritariamente, por segmentos de 2 horas. Cada segmento cria uma "atmosfera". Dinamizado por um comunicador que é conhecedor de um determinado género musical e compõe o seu programa com palavra, subjacente a um determinado tema, com o qual a banda sonora se articula. Na BBC R2 cada programa é um programa de autor. Os programas não estão relacionados entre si, um programa explora sons de rock, outro de smooth jazz, outro de orquestra, outro country, outro folk, outro pop, uns da década de 50, onde são devidamente explicadas e enquadradas as origens do rock , outros da década de 80, onde são enquadradas as origens do pop, bandas sonoras de filmes, nas quais o próprio filme é explorado nas diferentes facetas, etc. Intemporal, tanto moderna, como vai à s origens do que se ouve agora. Cada radialista define o seu estilo, escolhe convidados, desenvolve um tema, explora sonoridades, mostra-se conhecedor, promove atuações ao vivo nos estúdios da BBC, em suma, faz rádio com alma, com entrega total. Excelente! A diversidade de estilos e de programas faz desta estação uma rádio deveras interessante, não satura absolutamente nada o ouvinte, e mudar de estação para quê? Tem ali praticamente tudo o que interessa. A cultura contemporânea está muito bem representada na BBC R2, para adultos cultos e interessados e não só, para idosos, para jovens, para todos. Uma referência. Recomendado! (comparativamente a rádio portuguesa desaparece, deveras maçadora e primária)
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Talvez a rádio que tivemos mais próxima da BBC R2, foi a primeira versão do Rádio Clube Português de 2003, apesar de estar ainda distante do conceito. Faz falta uma rádio deste tipo em Portugal, sinceramente não encontro qualquer ponto fraco. Qualifico de Excelente.
Sim, faz lembrar o RCP de 2003 em algumas coisas, embora a meu ver recorde mais o RCP de 2006, no estilo de comunicação (programa da manhã com Aurélio Gomes e Teresa Gonçalves e depois no Escolhidos a Dedo de 2007/2008 e o Janela Aberta de 2008/2009).
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Viva, “AGâ€. O conceito da “Radio Twoâ€, emitido desde 1967, portanto há 49 anos, e por conseguinte com muito tempo de maturação, com o consequente reconhecimento de gerações de ouvintes, que se revêm na qualidade dos radialistas, programas e conteúdos, não tem paralelo entre nós, nunca existiu. Tanto se trata de uma rádio de proximidade e acessÃvel, como de sonoridades mais exigentes, tanto descontraÃda, como séria, tudo flui como se os diferentes géneros estivessem ligados. A primazia da palavra, conduzida por radialistas experientes e que desempenham exemplarmente a sua missão, articula e torna coerente o conjunto. Na BBC R2 encontra diversidade de conteúdos numa mesma estação, é como se tivesse várias estações de rádio dentro de uma. Como não há playlists, o que o ouvinte vai escutar a seguir é sempre uma surpresa, ou seja, não se trata de uma rádio absolutamente previsÃvel e chata como a rádio portuguesa. Os radialistas da BBC R2 sabem que a rádio, única no seu género de comunicação, não tem um fim à vista, nem tão pouco tem que se render ao vazio mercantilista, e sabem como mantê-la viva quer no presente, quer para o futuro. Este é um exemplo de serviço público de excelência.
Neste momento está no ar o programa da radialista Moira Stuart dedicado ao smooth jazz. Arruma a um canto a Smooth FM portuguesa, é muito superior. A radialista deste programa apresenta os temas com um detalhe de informação que não tem comparação possÃvel com o automatismo com que nos brinda a Smooth FM, que a torna insÃpida em comparação. Na Smooth FM portuguesa os temas repetem-se até à exaustão, o alinhamento é absolutamente previsÃvel, neste programa da BBC R2 tal não acontece. Até neste ponto a Smooth FM fica muito para trás.
Referiu o nome do Aurélio Gomes. Com a experiência que tem, julgo que seria um dos nomes fortes para iniciar um projeto desta envergadura na rádio pública portuguesa. É importante que o serviço público integre os melhores, aqueles têm provas dadas. A BBC R2 faz serviço público topo de gama, seria bom que a RTP também o fizesse. Pagamos a RTP, é importante que a RTP retribua com um serviço à altura da sua missão, para o público adulto e contemporâneo, aquele que paga a RTP.
Em sua opinião, caro “AGâ€, como se deveria estruturar o serviço público de radiodifusão. Foque a sua análise numa estação de rádio generalista, sem ser foleira, que lhe agradasse e si e ao maior número possÃvel de ouvintes, ie, ao publico em geral.
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Viva, “AGâ€. O conceito da “Radio Twoâ€, emitido desde 1967, portanto há 49 anos, e por conseguinte com muito tempo de maturação, com o consequente reconhecimento de gerações de ouvintes, que se revêm na qualidade dos radialistas, programas e conteúdos, não tem paralelo entre nós, nunca existiu. Tanto se trata de uma rádio de proximidade e acessÃvel, como de sonoridades mais exigentes, tanto descontraÃda, como séria, tudo flui como se os diferentes géneros estivessem ligados. A primazia da palavra, conduzida por radialistas experientes e que desempenham exemplarmente a sua missão, articula e torna coerente o conjunto. Na BBC R2 encontra diversidade de conteúdos numa mesma estação, é como se tivesse várias estações de rádio dentro de uma. Como não há playlists, o que o ouvinte vai escutar a seguir é sempre uma surpresa, ou seja, não se trata de uma rádio absolutamente previsÃvel e chata como a rádio portuguesa. Os radialistas da BBC R2 sabem que a rádio, única no seu género de comunicação, não tem um fim à vista, nem tão pouco tem que se render ao vazio mercantilista, e sabem como mantê-la viva quer no presente, quer para o futuro. Este é um exemplo de serviço público de excelência.
A RR podia ser isso se quisesse, mas quer continuar a ser uma rádio sem sal...
Referiu o nome do Aurélio Gomes. Com a experiência que tem, julgo que seria um dos nomes fortes para iniciar um projeto desta envergadura na rádio pública portuguesa. É importante que o serviço público integre os melhores, aqueles têm provas dadas. A BBC R2 faz serviço público topo de gama, seria bom que a RTP também o fizesse. Pagamos a RTP, é importante que a RTP retribua com um serviço à altura da sua missão, para o público adulto e contemporâneo, aquele que paga a RTP.
Em sua opinião, caro “AGâ€, como se deveria estruturar o serviço público de radiodifusão. Foque a sua análise numa estação de rádio generalista, sem ser foleira, que lhe agradasse e si e ao maior número possÃvel de ouvintes, ie, ao publico em geral.
Pois mas para isso aposto que se tinha de acabar com a Antena 3 como está, e isso era uma desgraça. Não estou a ver uma Antena 4, por isso só se fosse uma Antena 2 reformulada, sinceramente acho que se podia abrir a mais estilos sem ser a música clássica quase 24h por dia.
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Em sua opinião, caro “AGâ€, como se deveria estruturar o serviço público de radiodifusão. Foque a sua análise numa estação de rádio generalista, sem ser foleira, que lhe agradasse e si e ao maior número possÃvel de ouvintes, ie, ao publico em geral.
Bom desafio, ao qual acedo em tentar dar uma resposta.
A meu ver poderiam existir 4 estações:
Antena 1 - à imagem daquilo que tem feito de 2003 para cá. Com informação mais concentrada de manhã e ao fim da tarde, em termos musicais o mais variada possÃvel, mas maioritariamente portuguesa e tentando fugir ao mainstream (ultimamente não tem sucedido, o que acho mal). Um ou outro passatempo e programas de autor à noite e na manhãs e noites do fim de semana.
Antena 2 - música clássica, artes, ópera, algum jazz;
Antena 3 - o modelo desde o final do ano passado parece-me o mais apropriado à estação, apenas alagaria a playlist de forma a evitar a repetição de temas;
Antena 4 - nova estação que iria substituir os emissores FM da RDP Ãfrica em Portugal. Emitiria em 101,5 MHz Lisboa, 91,5 MHz Porto, 103,4 MHz Coimbra e 91,9 MHz Faro, todos com 5 kW de potência de forma a ter uma cobertura bem razoável das principais áreas urbanas. Seria uma rádio um pouco à imagem da BBC Radio 2, sem playlist e com painéis de 2 horas, música de acordo com as preferências de cada radialista. Um pouco como a RC dos anos 80. Podia emitir as notÃcias em cadeia com a Antena 1 e podia também retransmitir alguns programas de autor da Antena 1, Antena 2, Antena 3 e RDP Ãfrica, de forma a rentabilizar custos.
Finalmente a RDP Internacional e RDP Ãfrica, tal como estão.
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Na radiodifusão portuguesa falta uma estação que adote o modelo da BBC R2, estou certo que também por cá teria bastante aceitação e que haveria um n.º considerável de cidadãos que passaria a encarar a rádio de outra forma, que não a indiferença.
Este é um modelo de serviço público moderno, inteligente e orientado ao público adulto, mas também aos filhos e aos avós, ie, aos diferentes elementos do agregado familiar. Há um registo para todos. Verifica-se a preocupação transversal da conciliação do entretimento com a formação de gostos (ou relembrar sons pertencentes a um certo estilo de vida civilizado/ modelo de sociedade) nas mais diversas áreas da cultura contemporânea, em registos e formatos diversificados.
Não estou a ver que algum grupo privado esteja em condições (e que tenha interesse) em implementar um projeto deste alcance em Portugal; primeiro porque não tem recursos humanos para isso; depois porque as rádios privadas vivem do imediato e lucro imediato, demasiado dependentes de audiências, o que não é garantido quando há uma aposta inequÃvoca na diversidade de conteúdos, mesmo aqueles que não rendem os patamares mais elevados (e contÃnuos) de audiência. A cultura média dos portugueses não é a mesma dos ingleses, não se criaram hábitos de escuta de um modelo de rádio que nunca existiu.
A nossa BBC chama-se RTP. Seria pertinente e do interesse da comunidade que na RTP A3, ou na eventual constituição de uma RTP A4, fosse adotado um modelo semelhante a este.
Caro “AGâ€, como entusiasta de rádio que é, sugiro-lhe que oiça, na “Radio Twoâ€, o programa de Jools Holland (segundas, 23-0h). É do melhor que já ouvi em rádio, uma “loucura†do mais saudável que pode haver. Claro que há muito mais, surpresas agradáveis não faltam. Que tal um músico da nossa praça apresentar, sozinho, num programa de 2 horas, a música que ouve e recomenda. Imagine, por exemplo o Rui Veloso, etc, etc,… Pois a BBC R2 faz isso.
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Há programas na BBC R2 que merecem uma atenção especial daqueles que têm a satisfação de ouvir uma rádio inteligente e bem produzida mas também pelo agrado da descoberta (apenas isso ouvir boa rádio, independentemente do pais de origem). A BBC R2 inclui espaços na grelha em que os programas são dinamizados pelos próprios atores do mundo da música.
Hoje, 4.ª feira, no espaço 22-23h, ouve-se bastante bem um programa conduzido por Ricky Ross, vocalista dos Deacon Blue (talvez os temas mais conhecidos sejam “Deacon Blue – Real gone kid (1987)†e “Deacon Blue – Fergus sings the blues (1989)â€. O programa produzido em Glasgow, não em Londres, é muito bom, diria até brilhante.
O músico propõe-se a apresentar a música que gosta, a música nova, mas também, em retrospetiva, aquela música que marcou as origens do que se faz atualmente. O discurso é muito bem estruturado e eficaz.
Na BBC R2 as descobertas sucedem-se na imensa diversidade que constitui esta rádio, seguramente do melhor que ouvi até hoje.
A nossa rádio é mesmo básica, não temos nada de parecido em Portugal. Até pela rádio se vê o estado de atraso deste paÃs. Não posso deixar de lamentar com o sermos obrigados a contentarmo-nos com tão pouco, com uma rádio tão árida e maçadora.
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A idade vai me refinando a gestão das escutas. Há "coisinhas" que simplesmente descartei para o "caixote do lixo radiofônico"...!!! RC , RFM , RR não ouço.
A RR ainda tem uma ou outra rubrica interessante (comentário de Sarsfield Cabral, programa com o Santana Lopes e Vitorino) mas a playlist é extremamente limitada e o programa da manhã é de fugir.
Certo. Tenhamos esperança na mudança do dia 17 de outubro.
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Em sua opinião, caro “AGâ€, como se deveria estruturar o serviço público de radiodifusão. Foque a sua análise numa estação de rádio generalista, sem ser foleira, que lhe agradasse e si e ao maior número possÃvel de ouvintes, ie, ao publico em geral.
Bom desafio, ao qual acedo em tentar dar uma resposta.
A meu ver poderiam existir 4 estações:
Antena 1 - à imagem daquilo que tem feito de 2003 para cá. Com informação mais concentrada de manhã e ao fim da tarde, em termos musicais o mais variada possÃvel, mas maioritariamente portuguesa e tentando fugir ao mainstream (ultimamente não tem sucedido, o que acho mal). Um ou outro passatempo e programas de autor à noite e na manhãs e noites do fim de semana.
Antena 2 - música clássica, artes, ópera, algum jazz;
Antena 3 - o modelo desde o final do ano passado parece-me o mais apropriado à estação, apenas alagaria a playlist de forma a evitar a repetição de temas;
Antena 4 - nova estação que iria substituir os emissores FM da RDP Ãfrica em Portugal. Emitiria em 101,5 MHz Lisboa, 91,5 MHz Porto, 103,4 MHz Coimbra e 91,9 MHz Faro, todos com 5 kW de potência de forma a ter uma cobertura bem razoável das principais áreas urbanas. Seria uma rádio um pouco à imagem da BBC Radio 2, sem playlist e com painéis de 2 horas, música de acordo com as preferências de cada radialista. Um pouco como a RC dos anos 80. Podia emitir as notÃcias em cadeia com a Antena 1 e podia também retransmitir alguns programas de autor da Antena 1, Antena 2, Antena 3 e RDP Ãfrica, de forma a rentabilizar custos.
Finalmente a RDP Internacional e RDP Ãfrica, tal como estão.
A sua proposta seria de uma RDP Africa no Porto em 91.5?
Você conhece a realidade do Porto?
Você acha que o Porto é como em Lisboa?
E a emissão era desde Lisboa?
E no Porto quem escutaria a RDP Africa?
Nós estamos a falar numa realidade distinta das duas zonas geograficas.
Se em Lisboa há uma imensidão de Africanos e descendentes, no Porto é uma minoria, baixÃssima. Seria uma inutilidade de frequencia no Porto, ainda para mais outra frequencia ocupada no Porto desde a capital.
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Em sua opinião, caro “AGâ€, como se deveria estruturar o serviço público de radiodifusão. Foque a sua análise numa estação de rádio generalista, sem ser foleira, que lhe agradasse e si e ao maior número possÃvel de ouvintes, ie, ao publico em geral.
Bom desafio, ao qual acedo em tentar dar uma resposta.
A meu ver poderiam existir 4 estações:
Antena 1 - à imagem daquilo que tem feito de 2003 para cá. Com informação mais concentrada de manhã e ao fim da tarde, em termos musicais o mais variada possÃvel, mas maioritariamente portuguesa e tentando fugir ao mainstream (ultimamente não tem sucedido, o que acho mal). Um ou outro passatempo e programas de autor à noite e na manhãs e noites do fim de semana.
Antena 2 - música clássica, artes, ópera, algum jazz;
Antena 3 - o modelo desde o final do ano passado parece-me o mais apropriado à estação, apenas alagaria a playlist de forma a evitar a repetição de temas;
Antena 4 - nova estação que iria substituir os emissores FM da RDP Ãfrica em Portugal. Emitiria em 101,5 MHz Lisboa, 91,5 MHz Porto, 103,4 MHz Coimbra e 91,9 MHz Faro, todos com 5 kW de potência de forma a ter uma cobertura bem razoável das principais áreas urbanas. Seria uma rádio um pouco à imagem da BBC Radio 2, sem playlist e com painéis de 2 horas, música de acordo com as preferências de cada radialista. Um pouco como a RC dos anos 80. Podia emitir as notÃcias em cadeia com a Antena 1 e podia também retransmitir alguns programas de autor da Antena 1, Antena 2, Antena 3 e RDP Ãfrica, de forma a rentabilizar custos.
Finalmente a RDP Internacional e RDP Ãfrica, tal como estão.
A sua proposta seria de uma RDP Africa no Porto em 91.5?
Você conhece a realidade do Porto?
Você acha que o Porto é como em Lisboa?
E a emissão era desde Lisboa?
E no Porto quem escutaria a RDP Africa?
Nós estamos a falar numa realidade distinta das duas zonas geograficas.
Se em Lisboa há uma imensidão de Africanos e descendentes, no Porto é uma minoria, baixÃssima. Seria uma inutilidade de frequencia no Porto, ainda para mais outra frequencia ocupada no Porto desde a capital.
Podia acontecer. Porém, isso nunca vai acontecer. Os canais nacionais da rtp rádio serão apenas 3.
Na verdade, podia haver uma antena4 de cariz mais informativo, desportivo e regional. Seriam aproveitadas as frequências da rdpafrica e a atual rede de onda média.
Problemas/constrangimentos:
1- não cobriria todo o território nacional;
2- exigiria investimentos avultados nos emissores de onda média, que ninguém ouve;
3- saturação da rede de FM.
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
As horas até podiam ser seis nessa hipotética antena4, marcadamente de palavra. Para 6 horas maioritariamente de música não vale a pena.
As probabilidades de isso acontecer são Ãnfimas.
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
Peço desculpa, li de facto muito mal.
Acho que a RDP não precisa de mais canais.
O que a Antena 1 precisava era precisamente essa sua sugestão que dá para a Antena 4, regressando àquilo que acontecia em finais dos anos 90, com emissão a partir de Lx,Porto,Faro e Coimbra de âmbito nacional.
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
Peço desculpa, li de facto muito mal.
Acho que a RDP não precisa de mais canais.
O que a Antena 1 precisava era precisamente essa sua sugestão que dá para a Antena 4, regressando àquilo que acontecia em finais dos anos 90, com emissão a partir de Lx,Porto,Faro e Coimbra de âmbito nacional.
Discordo. Repetir os inenarráveis desdobramentos entre 1997 e 2002 é que não. Aquilo não era nada. Era mediocridade ao quadrado.
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
Peço desculpa, li de facto muito mal.
Acho que a RDP não precisa de mais canais.
O que a Antena 1 precisava era precisamente essa sua sugestão que dá para a Antena 4, regressando àquilo que acontecia em finais dos anos 90, com emissão a partir de Lx,Porto,Faro e Coimbra de âmbito nacional.
Discordo. Repetir os inenarráveis desdobramentos entre 1997 e 2002 é que não. Aquilo não era nada. Era mediocridade ao quadrado.
Eu não disse fazer desdobramento. O que eu disse foi fazer regressar à emissão nacional os estúdios da RDP Porto, Coimbra e Faro com âmbito nacional. Ou seja, dividir as 24 diárias por essas zonas do paÃs, retirando de Lisboa a totalidade ou quase totalidade de emissão que acontece agora.
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
Peço desculpa, li de facto muito mal.
Acho que a RDP não precisa de mais canais.
O que a Antena 1 precisava era precisamente essa sua sugestão que dá para a Antena 4, regressando àquilo que acontecia em finais dos anos 90, com emissão a partir de Lx,Porto,Faro e Coimbra de âmbito nacional.
Discordo. Repetir os inenarráveis desdobramentos entre 1997 e 2002 é que não. Aquilo não era nada. Era mediocridade ao quadrado.
Eu não disse fazer desdobramento. O que eu disse foi fazer regressar à emissão nacional os estúdios da RDP Porto, Coimbra e Faro com âmbito nacional. Ou seja, dividir as 24 diárias por essas zonas do paÃs, retirando de Lisboa a totalidade ou quase totalidade de emissão que acontece agora.
Na antena1 há programas feitos fora de Lisboa, a saber:
Gaia/Porto
Antena Aberta de segunda a sexta entre as onze e o meio dia;
Portugal em Direto - 13:00- 14:00;
Noticiário Nacional: durante os últimos anos de segunda a sexta: 11:00, 12:00, 13:00, 14:00, 15:00, com Miguel Soares e a redação do Porto;
Em abril, há alterações de turnos e a antena1 decide que os Noticiários entre as 07:00 e as 10:00 são editados por Miguel Soares a partir do Porto, passando Nuno Rodrigues, titular da manhã, para o turno compreendido entre as 16:00 e as 20:00;
Coincidência ou não, estas alterações trouxeram dissabores em termos de audiência, descendo a antena1quase 1%, face à vaga anterior.
Neste momento, desde setembro, os noticiários da Manhã 1 passaram para Lisboa, transitoriamente, com edição de Mário Rui Cardoso. Veremos o que vem a seguir...
Há turnos na informação, durante o fim de semana, feitos a partir do Porto, tendo como editores Eduarda Maio, Cláudia Costa, Frederico Moreno, Miguel Bastos.
Cinemax - magazine de cinema às quintas feiras entre as 23:00. e as 00:00, com Tiago Alves.
Ponto de Partida - programa sobre ciência da responsabilidade de Eduarda Maio, às terças-feiras entre as 19:00. e as 20:00.
Grandes Adeptos - Tiago Alves, Ã s segudas, entre as 19:00 e as 20:00.
Edições de desporto de segunda a sexta com Fernando Eurico ou Pedro Ferreira.
Coimbra:
Ao fim de semana, por vezes,os noticiários, entre as 20:00 e a uma da manhã, são editados a partir de Coimbra com Carolina Ferreira e Ãlvaro Coimbra.
Na época dos desdobramentos inenarráveis nunca houve nada disto.
:::::::::::::::::::::::::::::::::
O que pode ser ouvido hoje no Ponto de Partida na antena1 a partir das 19:00:
https://m.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=INUfe87VUTE
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
Peço desculpa, li de facto muito mal.
Acho que a RDP não precisa de mais canais.
O que a Antena 1 precisava era precisamente essa sua sugestão que dá para a Antena 4, regressando àquilo que acontecia em finais dos anos 90, com emissão a partir de Lx,Porto,Faro e Coimbra de âmbito nacional.
Discordo. Repetir os inenarráveis desdobramentos entre 1997 e 2002 é que não. Aquilo não era nada. Era mediocridade ao quadrado.
Eu não disse fazer desdobramento. O que eu disse foi fazer regressar à emissão nacional os estúdios da RDP Porto, Coimbra e Faro com âmbito nacional. Ou seja, dividir as 24 diárias por essas zonas do paÃs, retirando de Lisboa a totalidade ou quase totalidade de emissão que acontece agora.
Na antena1 há programas feitos fora de Lisboa, a saber:
Gaia/Porto
Antena Aberta de segunda a sexta entre as onze e o meio dia;
Portugal em Direto - 13:00- 14:00;
Noticiário Nacional: durante os últimos anos de segunda a sexta: 11:00, 12:00, 13:00, 14:00, 15:00, com Miguel Soares e a redação do Porto;
Em abril, há alterações de turnos e a antena1 decide que os Noticiários entre as 07:00 e as 10:00 são editados por Miguel Soares a partir do Porto, passando Nuno Rodrigues, titular da manhã, para o turno compreendido entre as 16:00 e as 20:00;
Coincidência ou não, estas alterações trouxeram dissabores em termos de audiência, descendo a antena1quase 1%, face à vaga anterior.
Neste momento, desde setembro, os noticiários da Manhã 1 passaram para Lisboa, transitoriamente, com edição de Mário Rui Cardoso. Veremos o que vem a seguir...
Há turnos na informação, durante o fim de semana, feitos a partir do Porto, tendo como editores Eduarda Maio, Cláudia Costa, Frederico Moreno, Miguel Bastos.
Cinemax - magazine de cinema às quintas feiras entre as 23:00. e as 00:00, com Tiago Alves.
Ponto de Partida - programa sobre ciência da responsabilidade de Eduarda Maio, às terças-feiras entre as 19:00. e as 20:00.
Grandes Adeptos - Tiago Alves, Ã s segudas, entre as 19:00 e as 20:00.
Edições de desporto de segunda a sexta com Fernando Eurico ou Pedro Ferreira.
Coimbra:
Ao fim de semana, por vezes,os noticiários, entre as 20:00 e a uma da manhã, são editados a partir de Coimbra com Carolina Ferreira e Ãlvaro Coimbra.
Na época dos desdobramentos inenarráveis nunca houve nada disto.
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O que pode ser ouvido hoje no Ponto de Partida na antena1 a partir das 19:00:
https://m.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=INUfe87VUTE
Vamos lá ser intelectualmente honestos.
Antena Aberta agora tem 45 minutos de duração.
Meia dúzia de noticiários por semana, um ou outro Antena 1 desporto, um programa dos Grandes Adeptos uma vez por semana, e duas ou três rubricas desde o Porto com duração de 5 minutos, somando tudo, dá sensivelmente 1 hora por dia desde o Porto. O dia tem 24 horas, a semana 7 dias. É preciso fazer algum comentário?
O Porto representa menos de 5% em toda a Antena 1 e no universo RDP, menos de 1%. Fico espantado com essa descrição toda, pois quem lê até parece que os 2% representam 98%.
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
Peço desculpa, li de facto muito mal.
Acho que a RDP não precisa de mais canais.
O que a Antena 1 precisava era precisamente essa sua sugestão que dá para a Antena 4, regressando àquilo que acontecia em finais dos anos 90, com emissão a partir de Lx,Porto,Faro e Coimbra de âmbito nacional.
Discordo. Repetir os inenarráveis desdobramentos entre 1997 e 2002 é que não. Aquilo não era nada. Era mediocridade ao quadrado.
Eu não disse fazer desdobramento. O que eu disse foi fazer regressar à emissão nacional os estúdios da RDP Porto, Coimbra e Faro com âmbito nacional. Ou seja, dividir as 24 diárias por essas zonas do paÃs, retirando de Lisboa a totalidade ou quase totalidade de emissão que acontece agora.
Na antena1 há programas feitos fora de Lisboa, a saber:
Gaia/Porto
Antena Aberta de segunda a sexta entre as onze e o meio dia;
Portugal em Direto - 13:00- 14:00;
Noticiário Nacional: durante os últimos anos de segunda a sexta: 11:00, 12:00, 13:00, 14:00, 15:00, com Miguel Soares e a redação do Porto;
Em abril, há alterações de turnos e a antena1 decide que os Noticiários entre as 07:00 e as 10:00 são editados por Miguel Soares a partir do Porto, passando Nuno Rodrigues, titular da manhã, para o turno compreendido entre as 16:00 e as 20:00;
Coincidência ou não, estas alterações trouxeram dissabores em termos de audiência, descendo a antena1quase 1%, face à vaga anterior.
Neste momento, desde setembro, os noticiários da Manhã 1 passaram para Lisboa, transitoriamente, com edição de Mário Rui Cardoso. Veremos o que vem a seguir...
Há turnos na informação, durante o fim de semana, feitos a partir do Porto, tendo como editores Eduarda Maio, Cláudia Costa, Frederico Moreno, Miguel Bastos.
Cinemax - magazine de cinema às quintas feiras entre as 23:00. e as 00:00, com Tiago Alves.
Ponto de Partida - programa sobre ciência da responsabilidade de Eduarda Maio, às terças-feiras entre as 19:00. e as 20:00.
Grandes Adeptos - Tiago Alves, Ã s segudas, entre as 19:00 e as 20:00.
Edições de desporto de segunda a sexta com Fernando Eurico ou Pedro Ferreira.
Coimbra:
Ao fim de semana, por vezes,os noticiários, entre as 20:00 e a uma da manhã, são editados a partir de Coimbra com Carolina Ferreira e Ãlvaro Coimbra.
Na época dos desdobramentos inenarráveis nunca houve nada disto.
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O que pode ser ouvido hoje no Ponto de Partida na antena1 a partir das 19:00:
https://m.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=INUfe87VUTE
Vamos lá ser intelectualmente honestos.
Antena Aberta agora tem 45 minutos de duração.
Meia dúzia de noticiários por semana, um ou outro Antena 1 desporto, um programa dos Grandes Adeptos uma vez por semana, e duas ou três rubricas desde o Porto com duração de 5 minutos, somando tudo, dá sensivelmente 1 hora por dia desde o Porto. O dia tem 24 horas, a semana 7 dias. É preciso fazer algum comentário?
O Porto representa menos de 5% em toda a Antena 1 e no universo RDP, menos de 1%. Fico espantado com essa descrição toda, pois quem lê até parece que os 2% representam 98%.
Faltou ainda acrescentar o programa Bairro Latino de João Gobern.
A antena1 Porto tem mais protagonismo nos últimos anos do que no tempo dos inenarráveis desdobramentos. É um facto indesmentÃvel.
Estes perÃodos de conteúdo de palavra têm mais relevância do que 6 horas diárias a partir do Porto com conteúdos marcadamente musicais.
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
Peço desculpa, li de facto muito mal.
Acho que a RDP não precisa de mais canais.
O que a Antena 1 precisava era precisamente essa sua sugestão que dá para a Antena 4, regressando àquilo que acontecia em finais dos anos 90, com emissão a partir de Lx,Porto,Faro e Coimbra de âmbito nacional.
Discordo. Repetir os inenarráveis desdobramentos entre 1997 e 2002 é que não. Aquilo não era nada. Era mediocridade ao quadrado.
Eu não disse fazer desdobramento. O que eu disse foi fazer regressar à emissão nacional os estúdios da RDP Porto, Coimbra e Faro com âmbito nacional. Ou seja, dividir as 24 diárias por essas zonas do paÃs, retirando de Lisboa a totalidade ou quase totalidade de emissão que acontece agora.
Na antena1 há programas feitos fora de Lisboa, a saber:
Gaia/Porto
Antena Aberta de segunda a sexta entre as onze e o meio dia;
Portugal em Direto - 13:00- 14:00;
Noticiário Nacional: durante os últimos anos de segunda a sexta: 11:00, 12:00, 13:00, 14:00, 15:00, com Miguel Soares e a redação do Porto;
Em abril, há alterações de turnos e a antena1 decide que os Noticiários entre as 07:00 e as 10:00 são editados por Miguel Soares a partir do Porto, passando Nuno Rodrigues, titular da manhã, para o turno compreendido entre as 16:00 e as 20:00;
Coincidência ou não, estas alterações trouxeram dissabores em termos de audiência, descendo a antena1quase 1%, face à vaga anterior.
Neste momento, desde setembro, os noticiários da Manhã 1 passaram para Lisboa, transitoriamente, com edição de Mário Rui Cardoso. Veremos o que vem a seguir...
Há turnos na informação, durante o fim de semana, feitos a partir do Porto, tendo como editores Eduarda Maio, Cláudia Costa, Frederico Moreno, Miguel Bastos.
Cinemax - magazine de cinema às quintas feiras entre as 23:00. e as 00:00, com Tiago Alves.
Ponto de Partida - programa sobre ciência da responsabilidade de Eduarda Maio, às terças-feiras entre as 19:00. e as 20:00.
Grandes Adeptos - Tiago Alves, Ã s segudas, entre as 19:00 e as 20:00.
Edições de desporto de segunda a sexta com Fernando Eurico ou Pedro Ferreira.
Coimbra:
Ao fim de semana, por vezes,os noticiários, entre as 20:00 e a uma da manhã, são editados a partir de Coimbra com Carolina Ferreira e Ãlvaro Coimbra.
Na época dos desdobramentos inenarráveis nunca houve nada disto.
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O que pode ser ouvido hoje no Ponto de Partida na antena1 a partir das 19:00:
https://m.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=INUfe87VUTE
Vamos lá ser intelectualmente honestos.
Antena Aberta agora tem 45 minutos de duração.
Meia dúzia de noticiários por semana, um ou outro Antena 1 desporto, um programa dos Grandes Adeptos uma vez por semana, e duas ou três rubricas desde o Porto com duração de 5 minutos, somando tudo, dá sensivelmente 1 hora por dia desde o Porto. O dia tem 24 horas, a semana 7 dias. É preciso fazer algum comentário?
O Porto representa menos de 5% em toda a Antena 1 e no universo RDP, menos de 1%. Fico espantado com essa descrição toda, pois quem lê até parece que os 2% representam 98%.
Faltou ainda acrescentar o programa Bairro Latino de João Gobern.
A antena1 Porto tem mais protagonismo nos últimos anos do que no tempo dos inenarráveis desdobramentos. É um facto indesmentÃvel.
Estes perÃodos de conteúdo de palavra têm mais relevância do que 6 horas diárias a partir do Porto com conteúdos marcadamente musicais.
O protagonismo é dado onde a emissão é feita. Há certas esmolas que é gozar com o pobre. E que tal a RDP inverter esse protagonismo? O Porto oferece esse leque extenso de programas e de rubricas que enunciou e Lisboa oferece os 98% da emissão que possui..
Queria ver o que o Atento ia chamar ao protagonismo de Lisboa ..
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Leia melhor o que escrevi, Zeca...
E defendo também o regresso das emissões regionais, com 4 horas de emissão a partir do Porto, Coimbra, Lisboa e Faro, na hipotética Antena 4, em substituição da RDP Ãfrica nas frequências FM de Portugal, e na OM da Antena 1.
Peço desculpa, li de facto muito mal.
Acho que a RDP não precisa de mais canais.
O que a Antena 1 precisava era precisamente essa sua sugestão que dá para a Antena 4, regressando àquilo que acontecia em finais dos anos 90, com emissão a partir de Lx,Porto,Faro e Coimbra de âmbito nacional.
Discordo. Repetir os inenarráveis desdobramentos entre 1997 e 2002 é que não. Aquilo não era nada. Era mediocridade ao quadrado.
Eu não disse fazer desdobramento. O que eu disse foi fazer regressar à emissão nacional os estúdios da RDP Porto, Coimbra e Faro com âmbito nacional. Ou seja, dividir as 24 diárias por essas zonas do paÃs, retirando de Lisboa a totalidade ou quase totalidade de emissão que acontece agora.
Na antena1 há programas feitos fora de Lisboa, a saber:
Gaia/Porto
Antena Aberta de segunda a sexta entre as onze e o meio dia;
Portugal em Direto - 13:00- 14:00;
Noticiário Nacional: durante os últimos anos de segunda a sexta: 11:00, 12:00, 13:00, 14:00, 15:00, com Miguel Soares e a redação do Porto;
Em abril, há alterações de turnos e a antena1 decide que os Noticiários entre as 07:00 e as 10:00 são editados por Miguel Soares a partir do Porto, passando Nuno Rodrigues, titular da manhã, para o turno compreendido entre as 16:00 e as 20:00;
Coincidência ou não, estas alterações trouxeram dissabores em termos de audiência, descendo a antena1quase 1%, face à vaga anterior.
Neste momento, desde setembro, os noticiários da Manhã 1 passaram para Lisboa, transitoriamente, com edição de Mário Rui Cardoso. Veremos o que vem a seguir...
Há turnos na informação, durante o fim de semana, feitos a partir do Porto, tendo como editores Eduarda Maio, Cláudia Costa, Frederico Moreno, Miguel Bastos.
Cinemax - magazine de cinema às quintas feiras entre as 23:00. e as 00:00, com Tiago Alves.
Ponto de Partida - programa sobre ciência da responsabilidade de Eduarda Maio, às terças-feiras entre as 19:00. e as 20:00.
Grandes Adeptos - Tiago Alves, Ã s segudas, entre as 19:00 e as 20:00.
Edições de desporto de segunda a sexta com Fernando Eurico ou Pedro Ferreira.
Coimbra:
Ao fim de semana, por vezes,os noticiários, entre as 20:00 e a uma da manhã, são editados a partir de Coimbra com Carolina Ferreira e Ãlvaro Coimbra.
Na época dos desdobramentos inenarráveis nunca houve nada disto.
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O que pode ser ouvido hoje no Ponto de Partida na antena1 a partir das 19:00:
https://m.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=INUfe87VUTE
Vamos lá ser intelectualmente honestos.
Antena Aberta agora tem 45 minutos de duração.
Meia dúzia de noticiários por semana, um ou outro Antena 1 desporto, um programa dos Grandes Adeptos uma vez por semana, e duas ou três rubricas desde o Porto com duração de 5 minutos, somando tudo, dá sensivelmente 1 hora por dia desde o Porto. O dia tem 24 horas, a semana 7 dias. É preciso fazer algum comentário?
O Porto representa menos de 5% em toda a Antena 1 e no universo RDP, menos de 1%. Fico espantado com essa descrição toda, pois quem lê até parece que os 2% representam 98%.
Faltou ainda acrescentar o programa Bairro Latino de João Gobern.
A antena1 Porto tem mais protagonismo nos últimos anos do que no tempo dos inenarráveis desdobramentos. É um facto indesmentÃvel.
Estes perÃodos de conteúdo de palavra têm mais relevância do que 6 horas diárias a partir do Porto com conteúdos marcadamente musicais.
O protagonismo é dado onde a emissão é feita. Há certas esmolas que é gozar com o pobre. E que tal a RDP inverter esse protagonismo? O Porto oferece esse leque extenso de programas e de rubricas que enunciou e Lisboa oferece os 98% da emissão que possui..
Queria ver o que o Atento ia chamar ao protagonismo de Lisboa ..
A RTP não é só rádio. A RTP tv transmite mais de 10 horas diárias em direto a partir de Porto/Gaia.
O Grupo RTVE em Espanha não transmite nenhum programa relevante a partir de Barcelona. Nenhum.