Fórum da Rádio
Estações de radiodifusão => Rádios locais => Tópico iniciado por: estvmkt em Fevereiro 15, 2016, 09:15:10 pm
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Estranhamente já lá vão quase 3 anos,sim disse bem 3 anos em que a RCI Viseu continua com os seus 2 emissores instalados no coração da cidade de Viseu e com isto,uma rádio que se ouvia muito bem fora de Viseu ouve-se somente no concelho e nalgumas zonas da cidade (por exemplo em Repeses) ouve-se paupérrimamente mal.
O que pergunto é,é normal este tempo de espera e até hoje ainda nada foi feito?
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Ora bem,hoje verifiquei uma surpresinha,das positivas: a RCI já tem de novo o seu emissor principal a funcionar a 100% e a emitir desde o Caramulo.
Finalmente e após quase 3 anos,que esta rádio de Viseu,mal se ouvia fora da cidade de Viriato (e mesmo dentro do próprio concelho apresentava muitas falhas).
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Mais uma novidade da RCI Viseu.
Depois do emissor principal voltar a funcionar em pleno,permitindo a escuta da rádio em excelentes condições em grande parte do distrito de Viseu,eis a maior surpresa,e quiçá,algo justo para os adeptos do Académico de Viseu e se não estou em erro,do Lusitano de Vildemoinhos: relatos de futebol regressaram à RCI Viseu.
Os do Académico vão ser transmitidos,mas acho que também os do Lusitano.
Muito bom mesmo para os Viseenses,que até então tinham que se sujeitar a ouvirem na Estação Diária,que se ouvia mal no coração da cidade de Viriato.
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Além dos relatos,a RCI tem apostado no seu programa da manhã em rúbricas muito interessantes,muitas delas ligadas à saúde e tem também já um programa de debate semanal.
Muito bem mesmo.
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Não basta o Rui Chaves ter ido para a Rádio Escuro,a RCS,de Seia,está em portadora a alguns dias...
Parabéns a quem gere esta radio.
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Esta RCI...
Emissor principal em portadora (sem rds) a coisa de uma semana.
104.8 continua a emitir.
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Esta RCI...
Emissor principal em portadora (sem rds) a coisa de uma semana.
104.8 continua a emitir.
Hoje, o emissor principal (105,5) que cobre grande parte do eixo IP3, encontra-se em portadora...
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Ja a mais de uma semana assim
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Ainda é uma rádio bastante ouvida, ou era, acho que tanto tempo com o emissor assim é chato...
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Hoje, o emissor principal da RCI (105,5) que cobre grande parte do eixo IP3, encontra-se em funcionamento.
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Hoje novamente em baixa os 105.5...
Só 104.8 a dar.
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Hoje novamente em baixa os 105.5...
Só 104.8 a dar.
Ainda em portadora...
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Hoje novamente em baixa os 105.5...
Só 104.8 a dar.
Ainda em portadora...
Já está a funcionar (21 de março - 11h30)
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Viva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
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Viva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
Não tenho conhecimento.
Saliento que já não existem como "puras rádios locais", em Viseu e região envolvente, as antigas Rádio Noar, Rádio Viriato e Rádio Mangualde. Agradeço que alguém possa complementar esta informação, caso recorde mais casos...
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Se a RCI for vendida vai a reboque a RCS de Seia,que tem emissor para chegar bem longe,e tem cobertura muito aquém.
Tem menos potencia que de Gouveia,mas desilude muito.
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Sim está e a de seia também! Eles vendem as duas rádios
Viva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
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Sim está e a de seia também! Eles vendem as duas rádiosViva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
Em Viseu, a RCS (93,6 MHz) tem fraca captação, sendo inadmissível, face à localização muito privilegiada do seu emissor, em plena encosta da Serra da Estrela, num ponto bem dominante de toda a região, desde Seia até Viseu e mais além...
Se ocorrer a venda da RCI (104,8 - microcobertura e 105,5 - emissor principal), terminam as rádios locais nesta região - concelhos de Viseu/Mangualde/Tondela. Para não mencionar que Penalva do Castelo tem a "sua" M80 empenhada a nível nacional, como bem sabem...
É caso para dizer: o que está a acontecer às rádios locais em Portugal?
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Sim está e a de seia também! Eles vendem as duas rádiosViva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
É caso para dizer: o que está a acontecer às rádios locais em Portugal?
Estão a morrer, fruto do enorme disparate do final dos anos 80 de dar alvarás a torto e a direito.
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Sim está e a de seia também! Eles vendem as duas rádiosViva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
É caso para dizer: o que está a acontecer às rádios locais em Portugal?
Estão a morrer, fruto do enorme disparate do final dos anos 80 de dar alvarás a torto e a direito.
Completamente! E a todos os concelhos. Casos houve em que cidades de pequena e média dimensão tiveram direito a 2 e 3 alvarás. Uma alarvidade. Depois, seguiu-se a cereja no topo do bolo com a criação da RRN e a RRS.
E pior: hoje, passadas mais de três décadas, em vez de se alterar a Lei por forma a permitir o surgimento de radios distritais e lançar a concursos mais duas ou três redes com cobertura nacional, prefere-se manter tudo como dantes.
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Estação Diaria e a Jornal do Centro sobrevivem ainda
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Estação Diaria e a Jornal do Centro sobrevivem ainda
Em Castelo Branco, distrito que conheço relativamente bem porque trabalho para uma empresa sediada naquela cidade, das 9 iniciais sobrevivem 7. Deve ser caso único a nível nacional.
Já agora, a propósito da RCI, consegui ouvir os 105.5Mhz de forma razoável na A23, junto a Alcains. Isto há um bom par de anos.
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Estação Diaria e a Jornal do Centro sobrevivem ainda
Estação Diária (96,8 MHz) - Nelas - ouve-se bem na cidade de Viseu
Jornal do Centro (98,9 MHz) - Carregal do Sal - ouve-se mal na cidade de Viseu e deixou de emitir, desde há muito, com RDS (avaria?)
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Sim está e a de seia também! Eles vendem as duas rádiosViva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
É caso para dizer: o que está a acontecer às rádios locais em Portugal?
Estão a morrer, fruto do enorme disparate do final dos anos 80 de dar alvarás a torto e a direito.
Completamente! E a todos os concelhos. Casos houve em que cidades de pequena e média dimensão tiveram direito a 2 e 3 alvarás. Uma alarvidade. Depois, seguiu-se a cereja no topo do bolo com a criação da RRN e a RRS.
E pior: hoje, passadas mais de três décadas, em vez de se alterar a Lei por forma a permitir o surgimento de radios distritais e lançar a concursos mais duas ou três redes com cobertura nacional, prefere-se manter tudo como dantes.
O Porto é a segunda cidade do país e sede de uma Area metropolitana e só tem 2 rádios locais e uma delas vendida. Matosinhos, Gondomar, Valongo, Espinho não tÊm rádios locais pois está tudo nas mãos dos grandes grupos lisboetas.
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Pois, isso prova o meu ponto.
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Sim está e a de seia também! Eles vendem as duas rádiosViva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
É caso para dizer: o que está a acontecer às rádios locais em Portugal?
Estão a morrer, fruto do enorme disparate do final dos anos 80 de dar alvarás a torto e a direito.
Completamente! E a todos os concelhos. Casos houve em que cidades de pequena e média dimensão tiveram direito a 2 e 3 alvarás. Uma alarvidade. Depois, seguiu-se a cereja no topo do bolo com a criação da RRN e a RRS.
E pior: hoje, passadas mais de três décadas, em vez de se alterar a Lei por forma a permitir o surgimento de radios distritais e lançar a concursos mais duas ou três redes com cobertura nacional, prefere-se manter tudo como dantes.
O Porto é a segunda cidade do país e sede de uma Area metropolitana e só tem 2 rádios locais e uma delas vendida. Matosinhos, Gondomar, Valongo, Espinho não tÊm rádios locais pois está tudo nas mãos dos grandes grupos lisboetas.
Caro Zeca,
Pensava que, finalmente, em 2024, esse discurso anti-Lisboa tinha sido derrotado.
As suas palavras só menosprezam a grandeza da cidade do Porto e das suas gentes que são muito mais que uma mera comparação odiosa à capital do país.
E digo-lhe mais. Há um aproveitamento do alegado desleixo do Norte do país, pela voz de alguns que pensam que representam o Porto.
Contudo, o Porto, como muito bem diz, é sede de uma área metropolitana. Tem acesso a bens e serviços que mais nenhuma cidade em Portugal tem, inclusive a própria capital.
Acha-se injustiçado? O que dirá o prezado administrador deste fórum que, na sua região (Portalegre) é a única que tem uma dúzia de quilómetros de auto-estrada entre Vila Boim e Badajoz, mais outra meia dúzia no Furtado (freguesia de Belver), sendo que os únicos comboios diários que param na estação que serve a capital de distrito (e a que dista a uns 12 KMS do centro da cidade) datam de 1954?
E, falando do Norte, o que dirá um habitante de Freixo de Espada À Cinta cujo o município é absolutamente isolado de infra-estruturas dignas de uma sede de município no século XXI? Um miúdo do ensino secundário (escolaridade que é obrigatória há quase década e meia) tem que fazer caminhos tortuosos até chegar a Mogadouro?
Também não podemos esquecer o Sul... O Algarve, infelizmente, só conta para o Totobola quando se fala em turismo ou para os reformados do centro e norte da Europa viverem os seus últimos dias. Basta descer a EN2 até São Brás de Alportel (que é pertíssimo de Faro) para ver a discrepância de investimento. Para não falar de Alcoutim, por exemplo.
E a Região Centro. Sabia que até há bem poucos anos, era comum os pais não deixarem os filhos adolescentes irem à escola para estes cuidarem dos lameiros? Era prática em alguns municípios limítrofes a Coimbra, a cidade do conhecimento e dos estudantes e que, para muitos, ainda é «a terceira cidade do país e a capital de jure de Portugal».
Se o Porto deveria ter uma rádio local, que informe da vida que se passa na cidade e nos municípios à volta? Sem dúvida!
A Nova poderia cumprir esse desiderato.
Mas se não as há, é porque não há interesse em quem queira investir nesse sector! E não é por falta de tecido empresarial, pois ele concentra-se mais na conurbação entre Aveiro e Viana do Castelo.
Agora, creio que não se deve vitimizar. Apesar de ter um autarca que expressou interesse (que vou acreditar que seja transparente) para financiar órgãos de comunicação social como o Jornal de Notícias, o Porto está tudo menos longe de ser um local refém de caciques e cuja informação local é dominada pelo poder político e pelos «arranjinhos» com empresários locais.
E sim, temos uma lei anacrónica e um serviço público que deveria fazer muito mais pelas regiões.
Viva o Porto!
E já agora, viva Viseu que é uma terra espectacular.
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Contudo, o Porto, como muito bem diz, é sede de uma área metropolitana. Tem acesso a bens e serviços que mais nenhuma cidade em Portugal tem, inclusive a própria capital.
Acha-se injustiçado? O que dirá o prezado administrador deste fórum que, na sua região (Portalegre) é a única que tem uma dúzia de quilómetros de auto-estrada entre Vila Boim e Badajoz, mais outra meia dúzia no Furtado (freguesia de Belver), sendo que os únicos comboios diários que param na estação que serve a capital de distrito (e a que dista a uns 12 KMS do centro da cidade) datam de 1954?
E a Região Centro. Sabia que até há bem poucos anos, era comum os pais não deixarem os filhos adolescentes irem à escola para estes cuidarem dos lameiros? Era prática em alguns municípios limítrofes a Coimbra, a cidade do conhecimento e dos estudantes e que, para muitos, ainda é «a terceira cidade do país e a capital de jure de Portugal».
Se o Porto deveria ter uma rádio local, que informe da vida que se passa na cidade e nos municípios à volta? Sem dúvida!
A Nova poderia cumprir esse desiderato.
E sim, temos uma lei anacrónica e um serviço público que deveria fazer muito mais pelas regiões.
Bigodes, por acaso não sei a que serviços e bens te referes. Assim de repente, só se te estiveres a referir à indústria. Porque em termos de cultura e de serviços, estamos a anos luz de Lisboa. Daí que fale, tantas vezes, na importância de criar aqui um cluster cultural.
Claro que o que descreves de seguida, é absolutamente verdade, e nos faz sentirmos uns autênticos privelegiados, em comparação com qualquer outra região do país, exceção feita a Lisboa.
O que descreves em relação a Coimbra, continua a acontecer às portas do Porto, em Felgueiras e Paços de Ferreira. Ninguém gosta de falar disso, mas trabalho infantil é algo que não falta por aquelas bandas.
Eu até acho que, do ponto de vista cultural, a Nova faz um papel razoável. A rúbrica "GPS" da Inês Lopes da Mota, para além de dar gosto ouvir, porque tem uma das melhores vozes de rádio que por aí anda, é mesmo bastante informativa. Já tenho ouvido várias sugestões de peças, concertos, filmes na Nova. Claro, devia ser uma rádio mais de palavra, mas sabemos as dificuldades que é segurar pessoas nas locais. Aliás, nesse particular, Lisboa não está exatamente pior. Já provei, há uns anos, que Lisboa está igualmente, ou talvez até pior que o Porto, privada de radios municipais ou regionais. O emissor da TSF em Monsanto não dá notícias de Lisboa, dá notícias do país. Que muito do que é relevante no país informativo se passa em Lisboa? Sem dúvida, não havendo regionalização, é assim mesmo. E é a capital. Agora, isso não significa que a vida da cidade esteja devidamente tratada pelas rádios locais. Aliás, dos emissores de Monsanto, nenhum é local, estão todos em projetos nacionais: TSF, SBSR, SMOOTH, CIDADEFM, MEGAHITS e AFRICA. Seis frequências locais que foram alocadas a projetos nacionais...
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Contudo, o Porto, como muito bem diz, é sede de uma área metropolitana. Tem acesso a bens e serviços que mais nenhuma cidade em Portugal tem, inclusive a própria capital.
Acha-se injustiçado? O que dirá o prezado administrador deste fórum que, na sua região (Portalegre) é a única que tem uma dúzia de quilómetros de auto-estrada entre Vila Boim e Badajoz, mais outra meia dúzia no Furtado (freguesia de Belver), sendo que os únicos comboios diários que param na estação que serve a capital de distrito (e a que dista a uns 12 KMS do centro da cidade) datam de 1954?
E a Região Centro. Sabia que até há bem poucos anos, era comum os pais não deixarem os filhos adolescentes irem à escola para estes cuidarem dos lameiros? Era prática em alguns municípios limítrofes a Coimbra, a cidade do conhecimento e dos estudantes e que, para muitos, ainda é «a terceira cidade do país e a capital de jure de Portugal».
Se o Porto deveria ter uma rádio local, que informe da vida que se passa na cidade e nos municípios à volta? Sem dúvida!
A Nova poderia cumprir esse desiderato.
E sim, temos uma lei anacrónica e um serviço público que deveria fazer muito mais pelas regiões.
Bigodes, por acaso não sei a que serviços e bens te referes. Assim de repente, só se te estiveres a referir à indústria. Porque em termos de cultura e de serviços, estamos a anos luz de Lisboa. Daí que fale, tantas vezes, na importância de criar aqui um cluster cultural.
Claro que o que descreves de seguida, é absolutamente verdade, e nos faz sentirmos uns autênticos privelegiados, em comparação com qualquer outra região do país, exceção feita a Lisboa.
O que descreves em relação a Coimbra, continua a acontecer às portas do Porto, em Felgueiras e Paços de Ferreira. Ninguém gosta de falar disso, mas trabalho infantil é algo que não falta por aquelas bandas.
Eu até acho que, do ponto de vista cultural, a Nova faz um papel razoável. A rúbrica "GPS" da Inês Lopes da Mota, para além de dar gosto ouvir, porque tem uma das melhores vozes de rádio que por aí anda, é mesmo bastante informativa. Já tenho ouvido várias sugestões de peças, concertos, filmes na Nova. Claro, devia ser uma rádio mais de palavra, mas sabemos as dificuldades que é segurar pessoas nas locais. Aliás, nesse particular, Lisboa não está exatamente pior. Já provei, há uns anos, que Lisboa está igualmente, ou talvez até pior que o Porto, privada de radios municipais ou regionais. O emissor da TSF em Monsanto não dá notícias de Lisboa, dá notícias do país. Que muito do que é relevante no país informativo se passa em Lisboa? Sem dúvida, não havendo regionalização, é assim mesmo. E é a capital. Agora, isso não significa que a vida da cidade esteja devidamente tratada pelas rádios locais. Aliás, dos emissores de Monsanto, nenhum é local, estão todos em projetos nacionais: TSF, SBSR, SMOOTH, CIDADEFM, MEGAHITS e AFRICA. Seis frequências locais que foram alocadas a projetos nacionais...
Não querendo monopolizar este fórum para questões extra-rádio, o Porto tem infra-estruturas que nem em Lisboa vejo, nomeadamente ao nível urbanístico que é uma área que me é cara. Em alguns aspectos, sinto uma maior convergência com cidades europeias no Porto que em Lisboa. E ainda bem que as tem.
Quanto ao que falas sobre as rádios locais, concordo contigo.
É notório que as nacionais, até por estarem sediadas na capital, abordam mais temas relacionados com a cidade onde estão localizadas.
Também me questiono, por vezes, a promoção a pequenos eventos em Lisboa terem uma repercussão maior que eventos grandes em cidades médias como Viseu, por exemplo.
Agora, lá está. Não tens uma rádio local com esse valor em ambas as cidades.
Quanto à Nova, ela cumpre, a muito custo e até a família Azevedo assim o quiser, o objectivo a que se propõe. Ser uma rádio com música urbana, tendo ainda alguma gente de valor lá dentro.
E sim, há um elefante na sala que tu referes muito bem.
A Constituição da República Portuguesa de 1976 é bem clara: o caminho para a Regionalização há muito que deveria estar trilhado. Não para alimentar pseudo-separatismos ocos, mas para garantir uma maior autonomia das regiões.
Em comparação com Espanha, nós somos uma nação una, desde Cevide a Vila Real de Santo António, passando pelo Corvo às Desertas. Os nossos vizinhos, ou os belgas, por exemplo, não se podem munir dessa sorte.
E são os actores das regiões que mais conhecem a realidade do território, podendo e devendo geri-las.
Até lá, a Constituição estipula que os clusters territoriais deverão ser os distritos. Contudo, sabemos que desde há muito que os distritos são meramente figurativos. O que contam são as NUT's, sendo que, em muitos casos, são desenhadas não tendo em conta as características geofísicas e humanas dos locais, mas sim, a forma como o Estado Central poderá «sacar» mais fundos europeus. A minha região, para uns assuntos responde a Tomar, para outros a Lisboa e para outros a Coimbra.
Arouca faz parte da Área Metropolitana do Porto, por exemplo.
Enquanto não se olhar convenientemente para o território, assuntos como a Lei da Rádio e os órgãos de comunicação social locais/regionais serão sempre relegados para segundo plano.
Entretanto, mais uma local que estava em aperto foi comprada para uma rádio nacional que, para se impor, tem que comprar alvarás aqui e ali.
Nem faz sentido para as nacionais, que deveriam ir a concurso por frequências, nem faz sentido haverem tantas locais, muitas delas sendo autênticas jukebox's.
Também não faz sentido a RTP não ter rádios de cariz regional no seu portefólio, à excepção da Madeira e dos Açores.
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O que eu acho que ninguém na gestão das locais ainda se compenetrou é que têm eles próprios que fazer cadeias de emissão regionais.
Continua tudo para um concelho e continua uma profunda falta de visão que está a matar a radio local em Portugal.
Quão sustentável seria uma cadeia de emissão com a RCI, a Beira Litoral, a 105.6, a 94FM, a Rádio Altitude e a RACAB? Com publicidade desdobrada, 8-12h de emissão/dia para cada distrito e um projeto minimamente de alternativa ao que já existe, muito sustentável. Acordos desdobrados com universidades, formação trazida de fora...
Anda tudo a dormir. Tudo. Mas eu é que não pesco nada disto. E é também inacreditável como estamos com um governo destes e ainda não se trabalhou esta área, mas é o país que temos.
É melhor termos rádios geridas com esta gestão de qualidade e locutores mal pagos. É melhor termos rádios a reduzir a sua potência o tempo todo e a imitar a Comercial. É tudo melhor. Fazer? Bem feito? Neste pais? Vai a RCI e vão todas - até acabar. Disse.
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O que eu acho que ninguém na gestão das locais ainda se compenetrou é que têm eles próprios que fazer cadeias de emissão regionais.
Continua tudo para um concelho e continua uma profunda falta de visão que está a matar a radio local em Portugal.
Quão sustentável seria uma cadeia de emissão com a RCI, a Beira Litoral, a 105.6, a 94FM, a Rádio Altitude e a RACAB? Com publicidade desdobrada, 8-12h de emissão/dia para cada distrito e um projeto minimamente de alternativa ao que já existe, muito sustentável. Acordos desdobrados com universidades, formação trazida de fora...
Anda tudo a dormir. Tudo. Mas eu é que não pesco nada disto. E é também inacreditável como estamos com um governo destes e ainda não se trabalhou esta área, mas é o país que temos.
É melhor termos rádios geridas com esta gestão de qualidade e locutores mal pagos. É melhor termos rádios a reduzir a sua potência o tempo todo e a imitar a Comercial. É tudo melhor. Fazer? Bem feito? Neste pais? Vai a RCI e vão todas - até acabar. Disse.
Disse, e muito bem dito.
Mas nesse aspecto, o RTP Arquivos é um manancial de tesourinhos, alguns deprimentes.
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/governo-contesta-legalidade-de-emissoes-de-radios-em-cadeia/
Se bem que aqui era uma forma da TSF chegar a mais lados.
No início da década passada, ainda houve uma experiência, creio que encabeçada pelo João Vinhas da NFM, de se criar a Cadeia Nacional de Rádios (creio que houve gente do extinto Rádio Clube que por lá passou). Mas lá está, além de ter sido sol de pouca dura, era para promover programas de cariz nacional, vindos de Lisboa.
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/governo-contesta-legalidade-de-emissoes-de-radios-em-cadeia/
Na minha região, fico pasmado como é que Tomar continua a ter duas locais ainda com alguma pujança: a Cidade de Tomar, que pertence ao grupo do jornal homónimo e a Rádio Hertz, que em tempos, penso que teve duas frequências atribuídas.
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Sim está e a de seia também! Eles vendem as duas rádiosViva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
É caso para dizer: o que está a acontecer às rádios locais em Portugal?
Estão a morrer, fruto do enorme disparate do final dos anos 80 de dar alvarás a torto e a direito.
Completamente! E a todos os concelhos. Casos houve em que cidades de pequena e média dimensão tiveram direito a 2 e 3 alvarás. Uma alarvidade. Depois, seguiu-se a cereja no topo do bolo com a criação da RRN e a RRS.
E pior: hoje, passadas mais de três décadas, em vez de se alterar a Lei por forma a permitir o surgimento de radios distritais e lançar a concursos mais duas ou três redes com cobertura nacional, prefere-se manter tudo como dantes.
O Porto é a segunda cidade do país e sede de uma Area metropolitana e só tem 2 rádios locais e uma delas vendida. Matosinhos, Gondomar, Valongo, Espinho não tÊm rádios locais pois está tudo nas mãos dos grandes grupos lisboetas.
Caro Zeca,
Pensava que, finalmente, em 2024, esse discurso anti-Lisboa tinha sido derrotado.
As suas palavras só menosprezam a grandeza da cidade do Porto e das suas gentes que são muito mais que uma mera comparação odiosa à capital do país.
E digo-lhe mais. Há um aproveitamento do alegado desleixo do Norte do país, pela voz de alguns que pensam que representam o Porto.
Contudo, o Porto, como muito bem diz, é sede de uma área metropolitana. Tem acesso a bens e serviços que mais nenhuma cidade em Portugal tem, inclusive a própria capital.
Acha-se injustiçado? O que dirá o prezado administrador deste fórum que, na sua região (Portalegre) é a única que tem uma dúzia de quilómetros de auto-estrada entre Vila Boim e Badajoz, mais outra meia dúzia no Furtado (freguesia de Belver), sendo que os únicos comboios diários que param na estação que serve a capital de distrito (e a que dista a uns 12 KMS do centro da cidade) datam de 1954?
E, falando do Norte, o que dirá um habitante de Freixo de Espada À Cinta cujo o município é absolutamente isolado de infra-estruturas dignas de uma sede de município no século XXI? Um miúdo do ensino secundário (escolaridade que é obrigatória há quase década e meia) tem que fazer caminhos tortuosos até chegar a Mogadouro?
Também não podemos esquecer o Sul... O Algarve, infelizmente, só conta para o Totobola quando se fala em turismo ou para os reformados do centro e norte da Europa viverem os seus últimos dias. Basta descer a EN2 até São Brás de Alportel (que é pertíssimo de Faro) para ver a discrepância de investimento. Para não falar de Alcoutim, por exemplo.
E a Região Centro. Sabia que até há bem poucos anos, era comum os pais não deixarem os filhos adolescentes irem à escola para estes cuidarem dos lameiros? Era prática em alguns municípios limítrofes a Coimbra, a cidade do conhecimento e dos estudantes e que, para muitos, ainda é «a terceira cidade do país e a capital de jure de Portugal».
Se o Porto deveria ter uma rádio local, que informe da vida que se passa na cidade e nos municípios à volta? Sem dúvida!
A Nova poderia cumprir esse desiderato.
Mas se não as há, é porque não há interesse em quem queira investir nesse sector! E não é por falta de tecido empresarial, pois ele concentra-se mais na conurbação entre Aveiro e Viana do Castelo.
Agora, creio que não se deve vitimizar. Apesar de ter um autarca que expressou interesse (que vou acreditar que seja transparente) para financiar órgãos de comunicação social como o Jornal de Notícias, o Porto está tudo menos longe de ser um local refém de caciques e cuja informação local é dominada pelo poder político e pelos «arranjinhos» com empresários locais.
E sim, temos uma lei anacrónica e um serviço público que deveria fazer muito mais pelas regiões.
Viva o Porto!
E já agora, viva Viseu que é uma terra espectacular.
É isto mesmo.
Sem tirar, nem pôr.
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Por favor, limitem-se a escrever sobre o tópico em questão - RCI
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RCI RENOVADA: https://radialistasdeviseu.blogspot.com/2024/07/rci-renovada.html
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Sim está e a de seia também! Eles vendem as duas rádiosViva. Alguém tem conhecimento de algo que vá no sentido de que a RCI esteja à venda? Obrigado.
É caso para dizer: o que está a acontecer às rádios locais em Portugal?
Estão a morrer, fruto do enorme disparate do final dos anos 80 de dar alvarás a torto e a direito.
Completamente! E a todos os concelhos. Casos houve em que cidades de pequena e média dimensão tiveram direito a 2 e 3 alvarás. Uma alarvidade. Depois, seguiu-se a cereja no topo do bolo com a criação da RRN e a RRS.
E pior: hoje, passadas mais de três décadas, em vez de se alterar a Lei por forma a permitir o surgimento de radios distritais e lançar a concursos mais duas ou três redes com cobertura nacional, prefere-se manter tudo como dantes.
O Porto é a segunda cidade do país e sede de uma Area metropolitana e só tem 2 rádios locais e uma delas vendida. Matosinhos, Gondomar, Valongo, Espinho não tÊm rádios locais pois está tudo nas mãos dos grandes grupos lisboetas.
Caro Zeca,
Pensava que, finalmente, em 2024, esse discurso anti-Lisboa tinha sido derrotado.
As suas palavras só menosprezam a grandeza da cidade do Porto e das suas gentes que são muito mais que uma mera comparação odiosa à capital do país.
E digo-lhe mais. Há um aproveitamento do alegado desleixo do Norte do país, pela voz de alguns que pensam que representam o Porto.
Contudo, o Porto, como muito bem diz, é sede de uma área metropolitana. Tem acesso a bens e serviços que mais nenhuma cidade em Portugal tem, inclusive a própria capital.
Acha-se injustiçado? O que dirá o prezado administrador deste fórum que, na sua região (Portalegre) é a única que tem uma dúzia de quilómetros de auto-estrada entre Vila Boim e Badajoz, mais outra meia dúzia no Furtado (freguesia de Belver), sendo que os únicos comboios diários que param na estação que serve a capital de distrito (e a que dista a uns 12 KMS do centro da cidade) datam de 1954?
E, falando do Norte, o que dirá um habitante de Freixo de Espada À Cinta cujo o município é absolutamente isolado de infra-estruturas dignas de uma sede de município no século XXI? Um miúdo do ensino secundário (escolaridade que é obrigatória há quase década e meia) tem que fazer caminhos tortuosos até chegar a Mogadouro?
Também não podemos esquecer o Sul... O Algarve, infelizmente, só conta para o Totobola quando se fala em turismo ou para os reformados do centro e norte da Europa viverem os seus últimos dias. Basta descer a EN2 até São Brás de Alportel (que é pertíssimo de Faro) para ver a discrepância de investimento. Para não falar de Alcoutim, por exemplo.
E a Região Centro. Sabia que até há bem poucos anos, era comum os pais não deixarem os filhos adolescentes irem à escola para estes cuidarem dos lameiros? Era prática em alguns municípios limítrofes a Coimbra, a cidade do conhecimento e dos estudantes e que, para muitos, ainda é «a terceira cidade do país e a capital de jure de Portugal».
Se o Porto deveria ter uma rádio local, que informe da vida que se passa na cidade e nos municípios à volta? Sem dúvida!
A Nova poderia cumprir esse desiderato.
Mas se não as há, é porque não há interesse em quem queira investir nesse sector! E não é por falta de tecido empresarial, pois ele concentra-se mais na conurbação entre Aveiro e Viana do Castelo.
Agora, creio que não se deve vitimizar. Apesar de ter um autarca que expressou interesse (que vou acreditar que seja transparente) para financiar órgãos de comunicação social como o Jornal de Notícias, o Porto está tudo menos longe de ser um local refém de caciques e cuja informação local é dominada pelo poder político e pelos «arranjinhos» com empresários locais.
E sim, temos uma lei anacrónica e um serviço público que deveria fazer muito mais pelas regiões.
Viva o Porto!
E já agora, viva Viseu que é uma terra espectacular.
É isto mesmo.
Sem tirar, nem pôr.
Meu caro Nelson,
Isto é um fórum de rádio e limito-me a conversar sobre rádio e o seu centralismo, matéria que é unanime em Portugal sobre sermos o país mais centralistas da Europa.
Quanto ao demais, nunca me viu aqui lamentar nada sobre o Porto cidade/Grande Porto.
Quanto à rádio, repito, a lei da rádio deveria ser alterada de forma a impedir que emissores locais fossem retransmissores da capital pois só beneficiam os grandes grupos, por norma sediados na capital. Nenhuma das rádios que usam emissores locais quer saber dessa região. Nenhuma. Apenas querem alargar a sua área para cativar mais publicidade.
Quanto
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Quanto à rádio, repito, a lei da rádio deveria ser alterada de forma a impedir que emissores locais fossem retransmissores da capital pois só beneficiam os grandes grupos, por norma sediados na capital. Nenhuma das rádios que usam emissores locais quer saber dessa região. Nenhuma. Apenas querem alargar a sua área para cativar mais publicidade.
Fita resistente, essa da BASF...
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Este tópico é destinado à RCI Viseu. Respeitem-no!
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105,5 MHz (Caramulo) está hoje em portadora.
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Ja a uns dias assim.
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Tenho ouvido mais a RCI em Viseu. As duas frequências disponíveis (104,8 e 105,5) tem uma sonoridade exemplar e são escutadas bem em toda a região e "arredores". Fico no entanto incrédulo como é que esta rádio, com um enorme potencial e qualidade de emissão, não tem qualquer locução de continuidade, apresentando apenas gravações de programas de autor e noticiários, de hora em hora, de curtíssima duração. Esta rádio local de Viseu - a única - merecia muitíssimo mais!
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Tenho ouvido mais a RCI em Viseu. As duas frequências disponíveis (104,8 e 105,5) tem uma sonoridade exemplar e são escutadas bem em toda a região e "arredores". Fico no entanto incrédulo como é que esta rádio, com um enorme potencial e qualidade de emissão, não tem qualquer locução de continuidade, apresentando apenas gravações de programas de autor e noticiários, de hora em hora, de curtíssima duração. Esta rádio local de Viseu - a única - merecia muitíssimo mais!
Já consegui captar os 105.5 da RCI sem grandes dificuldades entre Alcains e Castelo Branco, mais precisamente junto à Área de Serviço da A23 onde costumo parar em viagem sempre que passo naquela região.
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Tenho ouvido mais a RCI em Viseu. As duas frequências disponíveis (104,8 e 105,5) tem uma sonoridade exemplar e são escutadas bem em toda a região e "arredores". Fico no entanto incrédulo como é que esta rádio, com um enorme potencial e qualidade de emissão, não tem qualquer locução de continuidade, apresentando apenas gravações de programas de autor e noticiários, de hora em hora, de curtíssima duração. Esta rádio local de Viseu - a única - merecia muitíssimo mais!
A RCI é o mais puro exemplo da mediocridade das rádios locais em Viseu.
Enviado do meu SM-A528B através do Tapatalk
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Tenho ouvido mais a RCI em Viseu. As duas frequências disponíveis (104,8 e 105,5) tem uma sonoridade exemplar e são escutadas bem em toda a região e "arredores". Fico no entanto incrédulo como é que esta rádio, com um enorme potencial e qualidade de emissão, não tem qualquer locução de continuidade, apresentando apenas gravações de programas de autor e noticiários, de hora em hora, de curtíssima duração. Esta rádio local de Viseu - a única - merecia muitíssimo mais!
A RCI é o mais puro exemplo da mediocridade das rádios locais em Viseu.
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Começo a pensar que tem razão. Desperdiçam uma rádio tecnologicamente boa. Ultimamente, descobri que, para além de não terem qualquer locução de continuidade, em nenhuma hora do dia, "venderam-se" a uma organização religiosa (não sei qual) que transmite antes das 07h00 da manhã um programa bem mauzinho... muito degradante para uma rádio local de capital de distrito (a única sobrevivente)!
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Ultimamente tenho ouvido mais a RCI em Viseu. Constatei, com muito agrado, que voltaram a ter locução de continuidade (confesso que não sei desde quando), o que muito me apraz! É sinal de que esta rádio local de Viseu mantém a vitalidade, para além de ter uma excelente cobertura da região e "arredores" com duas frequências disponíveis (104,8 e 105,5), as quais têm uma sonoridade exemplar.
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Com um pouco mais de investimento nos horários chave e informação local com uma redação minimamente estrurada, a RCI poderia ser novamente uma estação forte.
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Com um pouco mais de investimento nos horários chave e informação local com uma redação minimamente estrurada, a RCI poderia ser novamente uma estação forte.
Anteriormente tinham "micro noticiários" a cada hora, agora têm pouca informação. Ainda não sei bem a que horas a difundem... vou prestar maior atenção.